quarta-feira, 25 de março de 2015

DIZER AS PALAVRAS / ESPECIAL ("Dia da poesia"): "A Santana" - Tradição oral

ATIVIDADE 
POEMA DO DIA
  •  "Santana" - Tradição oral, Portugal, dito por Mariana Ribeiro (8A)




segunda-feira, 23 de março de 2015

DIZER AS PALAVRAS / ESPECIAL ("Dia da poesia"): "Porque" - de Sophia de Mello Breyner Andresen

ATIVIDADE 
POEMA DO DIA
  •  "Porque" - de Sophia de Mello Breyner Andresen, Portugal, dito por Inês Correia (9C)


sábado, 21 de março de 2015

DIZER AS PALAVRAS / ESPECIAL ("Dia da poesia"): "Trem de ferro" - de Manuel Bandeira

NOTA PRÉVIA
  • Apesar de ser sábado, mas porque é o Dia da poesia, excecionalmente, publicamos, também hoje, um poema. Esperemos que gostem!


ATIVIDADE 
POEMA DO DIA
  • "Trem de ferro" de Manuel Bandeira, Brasil, dito por Inês Gomes e Jessica Oliveira (8A)


sexta-feira, 20 de março de 2015

Marcadores (de 07 a 19 de março)

Publicamos, hoje mais marcadores. Podem, também, clicando em Marcadores  2014/15, ver todos os que já forma feitos neste ano.

  • do 7ºE, Bernardo Oliveira, Leandro Barros, Bernardo Oliveira, William Rocha e Guilherme Seixas.



DIZER AS PALAVRAS / ESPECIAL ("Dia da poesia): "Ao desconcerto do mundo" - de Camões

ATIVIDADE 
POEMA DO DIA
  • "Ao desconcerto do mundo" de Camões, Portugal, dito por Joana Costa (8A)

quinta-feira, 19 de março de 2015

DIZER AS PALAVRAS / ESPECIAL: "Um poema por dia" - "Vinde, ó Pobres" de Jorge de Lima

ATIVIDADE 
POEMA DO DIA
  • "Vinde, ó Pobres" de Jorge de Lima, Brasil, dito por João Lopes (8A)

terça-feira, 17 de março de 2015

DIZER AS PALAVRAS / ESPECIAL: "Um poema por dia" - "Café" de Ribeiro Couto

ATIVIDADE 
POEMA DO DIA
  • "Café" de Ribeiro Couto, Brasil, dito por Miguel Ferreira (8A)


segunda-feira, 16 de março de 2015

Dizer as palavras especial / Um poema por dia: "Boa noite" de Sidónio Muralha

DIZER AS PALAVRAS / ESPECIAL: "Um poema por dia".

ATIVIDADE 
POEMA DO DIA
  • "Boa noite", de Sidónio Muralha, Portugal, dito por Carolina Vicente (8B)

sábado, 14 de março de 2015

Dizer as palavras especial - "Um poema por dia": Instante de Miguel Torga

DIZER AS PALAVRAS / ESPECIAL: "Um poema por dia".

ATIVIDADE 
POEMA DO DIA
  • Instante, de Miguel Torga, Portugal, dito por Soraia Marques (8B)

quinta-feira, 12 de março de 2015

Dizer as palavras especial - "Um poema por dia": "A Borboleta" de Odylo Costa, Filho

No âmbito das atividades a desenvolver para comemorar o "Dia da Poesia", os professores de português do 3ºCiclo propuserem aos alunos dizer a poesia da lusofonia. Os alunos aceitaram o desafio. E eis o resultado.

Até ao fim do mês teremos "Um poema por dia".

A atividade está integrada na Semana da Leitura do Agrupamento.

Assim, na medida do possível, iremos publicar diariamente um vídeo da leitura de um poema da lusofonia, tema proposto para critério de escolha dos poemas. 

Começamos, hoje, com a Cíntia Guerra (8B) a dizer "A Borboleta" de Odylo Costa, Filho / Brasil.




terça-feira, 10 de março de 2015

A origem do papel - Texto expositivo

Na 6ª Oficina de escrita do 8A e 8B, sugeriu-se que, a partir de dois textos informativos, escrevessem um texto expositivo contando a história do papel. O trabalho foi feito em sala de aula, durante 30 minutos.

Publicamos alguns dos textos:


"O papel começou a surgir na China, inventado por Ts'ai-Lun no séc I d.C (no ano 105). O papel, no início, era formado por uma pasta derivada das fibras do bambu e da amoreira.
O progresso e a aceitação do papel fez-se com lentidão e resistência, devido à sua fragilidade, contudo, a procura era muito grande e o fabrico de pergaminho ou de papiro não supria as necessidades.
Em Portugal, a produção de papel surgiu, em primeiro lugar, em Leiria (1411), depois na batalha (1514) , em Alcobaça (1537). O papel feito de pasta de madeira, que viria a ser uma autêntica revolução neste domínio, foi uma invenção portuguesa, surgindo pela primeira vez no mundo na fábrica e Vizela, fundada em 1802 por Moreira de Sá, inventada nos laboratórios da fábrica.
O processo de   fabrico,   inicialmente artesanal, começava pela recolha de matéria-prima, procedendo-se depois à sua maceração, fermentação e mistura com água. Só no séc XIX se começou a branquear o papel, usando para tal o cloro.
No fabrico do papel, a madeira é a matéria-prima mais importante (pinheiro, abeto, álamo, bétula e o eucalipto).
O segredo do fabrico foi ciosamente guardado durante sete séculos, tendo o isolamento e as dificuldades de comunicação ajudado a impedir a propagação do invento."
Jessica Oliveira (8A)

Hoje em dia, vemos o papel: uns com linhas, outros quadriculados, uns apenas lisos, mas sempre branco, limpo, ou seja, impecável, mas muitas pessoas não sabem como este é constituído e como este é feito.
Esta grande invenção foi inventada por Ts ai-Lun na China em I d.C. Houve muitos obstáculos à difusão do papel, pois este fez-se com muita lentidão, porque tinha muita fragilidade. Apesar disto, a procura do mesmo foi muito grande.
O papel é feito de pasta de papel de madeira, o que foi uma inovação Portuguesa, pois surgiu na fábrica de Vizela, que foi fundada em 1802, por Monteiro de Sá.
No fabrico do papel, o mais importante é a madeira com que esta é feita neste caso: o pinheiro, o abeto, o álamo, a bétula e o eucalipto.
Para se dar o fabrico do papel, começa-se por recolher a matéria-prima, depois à sua maceração, fermentação e misturam água, apesar de só no séc.XIX é que se começa a branquear o papel, usando o cloro.
Assim é constituído e feito o tão importante papel do nosso dia-a-dia.   
Carolina Vicente (8B)

segunda-feira, 9 de março de 2015

Os primeiros marcadores do ano (de 02 a 06 de março)

Propusemos  a atividade de construção de marcadores de acordo com os livros que vão lendo, no início do 2º Período.  É uma atividade que sugerimos no 7º Ano e costuma ter adesão por parte dos alunos. Trata-se de uma atividade decorrente do Projeto de leitura "Ler, lazer e aprender". 

Neste ano, demorou mais tempo a apresentação dos primeiros marcadores.


  • do 7ºE, a Daniel Ribeiro e o Paulo Oliveira.


domingo, 1 de março de 2015

DiNotícias, 1ª Edição (2014/15)

Na 1.ª Edição do DiNotícias de 2014/15, n.º 9, enviámos para publicação um texto de opinião sobre a leitura. Foi uma proposta de escrita desenvolvida em turmas do oitavo ano.

"O direito de ler não importa o quê"
Na mina opinião, acho que cada um tem direito de ler aquilo que quer, porque, se formos obrigados a ler aquilo que não queremos e gostamos de ler, perdemos o interesse do livro.
Existem vários tipos de livros: os de romance, de ação, de ficção científica e de terror.
Por exemplo, um rapaz gosta de filmes de romance, nós não podemos gozar ou criticar os outros, cada um tem um gosto diferente, se gostarmos todos do mesmo, não tinha piada conhecer novas pessoas, perguntar-lhes os seus gostos, pois já sabíamos a resposta, então a vida seria uma "seca".
Nós humanos, não somos iguais, nem por dentro, nem por fora.
Temos aspetos e gostos diferentes uns dos outros. Existem pessoas que gostam de romance, outras de terror, ... E, por isso, existe um tipo de livro para cada gosto da pessoa, assim temos mais interesse em lê-los.
Mariana Faria (8B)