sexta-feira, 26 de junho de 2015

DIZER AS PALAVRAS / ESPECIAL ("Dia da poesia"): "Pastor" de Eugénio de Andrade

ATIVIDADE 
POEMA DO DIA
  • "Pastor" de Eugénio de Andrade, Portugal, dito por Vanessa Ramos (8B).

quarta-feira, 17 de junho de 2015

DiNotícias, 2ª Edição (2014/15)

Na 2ª Edição do DiNotícias, n.º 10 (maio de 2015), foram publicados três trabalhos escritos decorrentes de atividades desenvolvidas nas aulas de português. Faremos ainda a publicação de um quarto texto: texto que fiou em 1.º lugar na Categoria A do Concurso de escrita do Festival "Livros a Oeste". 
O primeiro texto foi sugerido nas turmas do sétimo ano e pretendia-se saber o que os alunos entendiam sobre "poesia". Tratava-se, pois, de redigir uma breve nota, observação.
O segundo texto aconteceu numa das muitas propostas de escrita sugeridas num dos testes escritos: texto de opinião/argumentativo sobre dar presentes ou não, tendo a proposta sido feita numa turma do oitavo ano.  Na terceira publicação, aparecem várias observações de crítica ao número anterior do jornal, tratando-se, assim, de vários olhares sobre o DiNotícias.
Por fim, publicamos o texto vencedor, na categoria A do Concurso de escrita "Livros a Oeste".

O que é a poesia?

 
Para mim a Poesia é um oceano cheio de temas , pois eu digo isto pelo facto de usarmos na poesia os temas , os sentidos, as palavras, afinal, tudo o que quisermos.
Para mim, um bom poeta é quem tem uma grande imaginação, porque com isso tudo é possível;  basta estar inspirado e de um sentido saem palavras e logo quatro versos ou mais!
A poesia é a beleza da vida e é também os desabafos das pessoas quando não conseguem falar de outra forma.
(Daniela Ribeiro, 7E)



Acerca de dar e receber presentes – Uma reflexão
Como escolhemos os presentes que damos? O que sentimos quando recebemos presentes?

Normalmente, só costumo dar presentes quando alguém faz anos, ou em alguma data especial, não sou muito de dar presentes, sou mais daquelas pessoas que gosta de receber.
Gosto de dar presentes quando já sei o que quero dar, por exemplo, quando já tenho uma ideia em mente.
Adoro ver as pessoas felizes quando eu dou um presente que elas não esperavam mas de que gostaram bastante, ou quando dou, de vez em quando, presentes de surpresa.
Toda a gente gosta de ser surpreendida e eu que o diga, adoro ser surpreendida!!! Mas também gosto de surpreender, sinto-me feliz com a felicidade das outras pessoas.
Ter uma má experiência propriamente não tenho mais tenho sempre aquele receio de que quando vou oferecer algo a uma pessoas e não sei os gostos dela, penso sempre que ela não gostou, penso sempre logo em quando eu recebo presentes e não gosto e digo à pessoa que gostei, só para ela não se sentir mal, penso logo que é isso que me pode acontecer...
(Jessica Oliveira, 8A)




O Jornal escolar para muitos é apenas papel, mas para outros é uma forma de se comunicar, saber o que acontece no Agrupamento.
O DiNotícias tem a primeira e última páginas a cores o que, na minha opinião, dá um ar mais “vivo” ao jornal.
(Daniel Mouta, 8B)

Atualmente, é distribuído aos alunos do Agrupamento, gratuitamente, um exemplar de cada edição do jornal escolar – DiNotícias. E isso é muito positivo, já que assim todos ficamos a saber de todas as atividades que acontecem no Agrupamento inteiro, o que de outra forma não saberíamos.
(Carolina Vicente, 8B)

Um aspeto que também me aprece útil é o facto de quase todas as páginas terem publicidade, porque, às vezes, encontramos “coisas” que procurávamos.
(Rodrigo Gomes, 8A)

Acho que é muito bom, na primeira página, haver uma amostra do que se pode encontrar nas páginas do jornal.
Outro aspeto positivo é facto de haver palavras cruzadas. Acho interessante terem-nas incorporado no jornal.
Para mim, a única parte menos positiva é o tamanho das letras. Considero que sejam pequenas.
No geral, o jornal é muito satisfatório. Há mais aspetos positivos do que negativos, o que é bom.
Seria importante todos os Agrupamentos terem um jornal para mostrar todas as atividades que são feitas. Eu, por exemplo, antes de ler o jornal de mais de metade das atividades que tinham sido realizadas.
(Joana Pimenta, 8A)

Para mim, o DiNotícias é bastante bom, mas há aspetos de que gosto menos. Por exemplo, há alguns textos que são escritos ou pelos alunos ou pelos professores que são demasiado extensos. Acho que ao ler um texto muito longo, num jornal, se perde um pouco do interesse. Não digo que devam ser curtos, mas sugiro que sejam menos extensos.
(…)

Gosto bastante do facto da capa ser a cores e o interior ser a preto e branco, porque a primeira página é o mais importante e nela destacam-se os acontecimentos mais importantes.
(Jessica Oliveira, 8A)

Com a leitura do DiNotícias paercebemo-nos de imensas atividades que foram realizadas e que não nos tínhamos apercebido.
(…)
Podemos também participar na construção do jornal, por exemplo, escrevendo artigos. Sim, porque o jornal é feito por alunos e por professores o que é algo de bom os alunos poderem também participar.
(Maria Lopes, 8A)

Na minha maneira de ver, o facto do jornal ter um tamanho relativamente grande, é algo positivo, pois chama mais a atenção e torna-se mais engraçado de ler.
(Mafalda Abreu, 8A)


A princesa do futuro
Era uma vez uma princesa que vivia numa torre, que era tão alta que chegava às nuvens, estava a passear pelo seu jardim, a colher flores. A princesa tinha cabelos castanhos encaracolados, vestia um vestido azul comprido até aos pés com uma fita de seda branca à volta da sua barriga.
Esta princesa chamava-se Jacinta e não era como uma qualquer princesa. Além de bonita, era teimosa e rebelde. Sonhava todos os dias com o futuro, pois queria mudar o mundo. De dia, ia para o jardim apanhar flores, rebolava na relva e olhava para as nuvens; de noite, olhava para as estrelas e contava-as uma a uma. E era feliz assim.
A Jacinta dava-se muito mal com a sua irmã, porque esta era muito controladora e, por isso, estava sempre a discutir.
Num belo dia, a princesa decidiu sair do seu jardim para ir ver como eram as aldeias do seu reino, uma vez que nunca tinha saído do seu palácio e isso acontecia, porque a sua irmã estava sempre a controlá-la para que ela não saísse.
Mas naquele dia conseguiu fugir à vigilância da sua irmã e logo que saiu dos portões deparou-se com uma máquina gigante. Ficou curiosa e apressou o passo para descobrir o que era aquilo ali no meio do caminho.
Trata-se de uma máquina grande e cheia de botões. Uns azuis, outros amarelos e houve um que lhe chamou particularmente a atenção: era um botão grande, maior que os outros, e vermelho. Quase sem pensar a Jacinta levantou o braço e carregou no botão grande e vermelho. Logo de seguida apareceu uma luz branca e intensa. A princesa ficou assustada mas isso não lhe “matou” a curiosidade, já que tornou a levantar a mão para, desta vez, tocar na luz branca e intensa. Deixou de ver a sua mão. Experimentou pôr a perna também na luz e aconteceu o mesmo. Sentia essas partes do corpo, mas não as conseguia ver. Então, encheu-se de coragem e soltou toda para dentro da luz.
Desmaiou.
Passado, não se sabe quanto tempo, a princesa Jacinta acordou deitada num chão de cimento e perguntou:
- Onde estou?
- Estás em Maralo – respondeu-lhe uma rapariga de olhos verdes e com roupa do futuro que estava de pé a olhar para ela. Os cabelos eram loiros, e calçava umas botas compridas até aos joelhos e por cima trazia um vestido preto. A Jacinta que não conhecia aquele local nem tão pouco percebeu que roupa aquela rapariga trazia, e, por isso, perguntou:
- Mas onde é esse local? E porque estás vestida dessa forma?
- Isto é o futuro. Estamos no ano de 2015 e eu estou vestida assim porque é o que está em moda.
Jacinta levantou-se e começou a olhar à volta. Aquele mundo era cinzento. Não havia campos de relva, pois estavam todos ocupados com edifícios e pontes. Para onde quer que olhasse, só via o seu reflexo porque as paredes dos prédios eram autênticos espelhos envidraçados. Não havia carroças, nem carros, nem vestidos compridos…Estava tudo tão diferente.
Então, de repente, a rapariga dos olhos verdes e roupa do futuro disse:
- Chamo-me Carlota. E tu?
- Jacinta . - respondeu a princesa. E logo a seguir a Carlota fez a pergunta que a Jacinta não estava mesmo nada à espera.
- Jacinta, diz-me, como é que eu volto para casa? A Jacinta pensava que a menina dos olhos verdes morava naquela terra, por isso, ficou muito admirada com aquela pergunta. E respondeu fazendo outra pergunta:
- Então, tu não moras aqui?
- Não, só me lembro de uma luz brilhante. E estou a ficar assustada porque ainda há cinco minutos, esses edifícios altos e carroças modernas não existiam.
A Carlota pressentia que algo estava mal com a Jacinta. Parecia que nunca tinha visto nada. Por seu lado a Jacinta parecia uma alucinada. Olhava para tudo como se estivesse só a fazer descobertas muito importantes.
A certa altura do seu percurso, ambas caminhavam lado a lado, a Carlota deu um berro. Acabara de ver o arco gigante. Logo a seguir, procurando na máquina, encontrou o botão vermelho. Depois explicou à Carlota que tinha sido por causa daquela máquina e principalmente por causa daquele botão que tinha ido parar àquele sítio. A Carlota garantiu que nunca tinha visto nada como aquilo. Mas mesmo assim, resolveu começar a pesquisar sobre o que seria aquela coisa monstruosa.
Analisou ao pormenor todos os botões. E a certa altura encontrou um autocolante que dizia: Não tocar, equipamento altamente perigoso.
A Carlota pensou, pensou e pensou até que chegou uma ideia à cabeça.
Aquela máquina era parecidíssima com uma cujos planos ele tinha ajudado a fazer. Por isso, podia dizer sem medo de dizer que aquela máquina era uma máquina do tempo. E a Jacinta, meio confusa, perguntou:
- O quê? Uma máquina do tempo?!
- Uma máquina do tempo é uma máquina através da qual podes recuar ou avançar no tempo. E eu sei isso porque só me lembro de ver desenhos animados ou de ler nos livros. Porém nunca tinha visto uma ao vivo. A nossa tecnologia é avançada, mas não tanto, para construir uma máquina destas. No teu caso deves ter avançado no tempo e isso quer dizer que és daqueles tempos dos reis e rainhas, certo?
- Sim, - respondeu a princesa Jacinta cada vez mais confusa. – Mas agora não existem reis?! – perguntou incrédula.
Mas a Carlota não lhe respondeu. Naquele momento estava mais preocupada em conseguir enviar, de novo, a princesa Jacinta para casa. Por isso, resolveu tentar arranjar a máquina. Com algum tempo e muita paciência lá conseguiu descobrir o problema que demorou cerca de dois dias a resolver.´
A Jacinta ficou sem saber a razão pela qual tinha ido parar àquele local tão estranho cheio de pessoas aparentemente normais, mas muito diferentes. 
Vanessa Ramos (8B)


sexta-feira, 12 de junho de 2015

3º Concurso de Palavras Cruzadas | DiNotícias

No início do 3º Período, realizou-se, nas aulas de português, a Prova  para o 3º Concurso de Palavras Cruzadas - DiNotícias.

Estiveram envolvidas 44 equipas de dois a quatro elementos, num total de 157 alunos do 3º ciclo do Agrupamento .

A Prova consiste na resolução de um exercício de palavras cruzadas feito, tendo por base, essencialmente, a primeira edição do DiNotícias publicado no presente ano letivo (janeiro/2015).

Trata-se de uma iniciativa que vai já na 3º edição e tem tido aceitação por parte  dos alunos, particularmente, nos 7º e 8º Anos. Assim, de uma forma lúdica, além de se desenvolver a competência da compreensão, promove-se a leitura do jornal escolar.

Pelo Regulamento, é premiada a primeira equipa de cada um dos anos do 3º Ciclo: 7º, 8º e 9º Anos.
Os prémios e certificados de participação serão entregues aos alunos pelos  respetivos professores de português, sendo os prémios oferta da Porto Editora.

Resultados (clicar).

segunda-feira, 8 de junho de 2015

DIZER AS PALAVRAS / ESPECIAL ("Dia da poesia"): "Sei um ninho", de Miguel Torga

ATIVIDADE 
  • Comemoração do dia da Poesia, organizada pelo Departamento de Português, e integrada na Semana da Leitura do Agrupamento.
  • POEMA DO DIA
    •  "Sei um ninho", de Miguel Torga, Portugal, dito por André Silva (7F).

quinta-feira, 4 de junho de 2015

DIZER AS PALAVRAS / ESPECIAL ("Dia da poesia"): "Quando as crianças brincam", Fernando Pessoa

ATIVIDADE 
  • Comemoração do dia da Poesia, organizada pelo Departamento de Português, e integrada na Semana da Leitura do Agrupamento.
  • POEMA DO DIA
    •  "Quando as crianças brincam", Fernando Pessoa, Portugal, dito por Rodrigo Anunciação  (7H).

DIZER AS PALAVRAS / ESPECIAL ("Dia da poesia"): "Irene no céu" de Manuel Bandeira

ATIVIDADE 
POEMA DO DIA
  • "Irene no céu" de Manuel Bandeira, Brasil, dito por Inês Gomes (8A).

terça-feira, 2 de junho de 2015

Autorretrato de palavras

Numa das propostas de escrita feitas aos alunos do 7E, pediu-se que, seguindo um modelo proposto no manual, fizessem um autorretrato de palavras. Eis alguns dos produtos finais:

Daniela Ribeiro
Nasci em 2000, em Lisboa.
À espera de coragem !
Altura: um metro e 55 cm.
Normal.
Sou estudante.
Adoro estar com os meus amigos e  ajudá-los quando eles mais precisam.
Nunca estou sozinha, estou sempre com Deus!
Tenho vários sonhos para alcançar, e um deles é ser, no futuro, atriz!
Tenho uma paixão muito grande desde pequena , tal como ser modelo , cantora ou talvez dançarina!
Gostava de estar mais tempo com as pessoas que amo e uma delas é o meu pai! 
Não gosto de esquecer as pessoas que me marcaram na vida, é como uma tatuagem nunca desaparece.
Aos 12 anos consegui alcançar um sonho: entrar para um grupo que cantava e dançava. Consegui entrar no mundo da televisão, foi uma experiência única! Gravei discos...
Gostava te ter mais coragem para dizer o que sinto às pessoas que amo, e que me amam a mim! 
Tenho ambição de fazer sempre melhor e de aprender sempre mais.
Os meus olhos dizem-me que devo lutar sempre pelos meus sonhos, ir sempre em frente, pois esse é o caminho mais certo da vida...
O meu maior medo, neste momento, é morrer!
Gosto de aproveitar a vida ao máximo, pois a vida só são dois dias!
Penso muito na vida, para mim há sempre "e se" ...
Neste momento, quero seguir o que o meu coração me diz na parte do amor, sinto que há uma grande paixão dentro de mim, e não a quero perder, pois acho que esse é o meu grande destino!
Gosto de ser como sou, posso melhorar a minha pessoa mas mudar acho que não vai acontecer, pois gosto de mim assim, assim sou FELIZ!
Daniela Ribeiro (7E)


Paulo Oliveira.
Nasci em 2002, em Vila Franca de Xira , Lisboa.
Estou numa relação.
Altura: um metro e quarenta e nove.
Magro.
Estudante.
Gosto bastante de fazer caminhadas com os amigos, sozinho ou com a minha família.
Quando for adulto gostava de ser fisioterapeuta  ou então ser enfermeiro.
Também gosto de jogar computador, jogar matraquilhos e ir ao cinema.
Não  gosto de andar de carro, pois prefiro andar a pé ou de bicicleta. Não gosto muito de jogar futebol.
Uma coisa em mim de que não gosto é ter a mania de querer estar sempre a comprar alguma coisa...
Não gosto que desviem a conversa quando estou a falar ou que me virem as costas.
Gosto de todo o tipo de música. Gosto de desenhar , é algo que me deixa calmo quando estou com stress.
A pessoa de quem mais gosto e me ajuda mais é a minha mãe.  É a melhor mãe do mundo, e do que mais tenho medo é de a perder.
Sonho ir, um dia, à Itália.
Sou uma pessoa muito feliz.
Paulo Oliveira (7E)


Marina José.
Nasci em Torres Vedras.
Solteira.
Estudante.
Gostava de ser veterinária, mas ainda não consegui sê-lo...
Nao vou muito ao cinema, mas estou sempre a rir-me de coisas engraçadas.
Só ajudo a minha mãe ao fim de semana a limpar a casa e a tirar a loiça da máquina.
Gosto de música, mas do que gosto mesmo é de dar passeios e conhecer coisas novas.
Sou contra os "contrabandistas" que andam por aí a fazer mal as pessoas e a roubar.
Ser do *contra* não é o meu forte!
Gosto muito dos  amigos que tenho e não me posso queixar.
Adoro  a minha família. É muito simpática.

Gosto de ler, principalmente livros de aventura.
Marina José (7E)