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quinta-feira, 11 de abril de 2019

3.º DESAFIO - Histórias em 77 palavras (1)

Do desenho pedagógico proposto nas aulas de PORTUGUÊS| 3D faz parte um atividade desenvolvida no ambiente da disciplina eportuguês (plataforma Moodle do Aedlv) que tem como objetivos promover:

- a utilização das TIC;
- a escrita;
- a criatividade;
- autonomia.

Desta atividade decorre a recolha de elementos de avaliação não só no domínio da escrita e TIC como também nas atitudes e valores já que, não se tratando de uma atividade com um tempo específico de realização em sala de aula, os alunos terão de dedicar tempo de estudo / trabalho autónomo para a desenvolver. Assim, é possível aferir do seu interesse, empenho e autonomia.


No presente ano letivo, já foram propostas quatro atividades designadas de Desafios MOODLE | 2018/19.
Fórum

Apresentamos, hoje, o terceiro desafio.

3.º DESAFIO - Histórias em 77 palavras (1)


Foi pedido aos alunos que escrevessem uma pequena história de 77 palavras onde apareçam as seguintes palavras: fogo | pena | sorriso. A proposta foi feita tendo como referências o blog das histórias em 77 palavras e o facto da professora ter frequentado durante o 1.º período uma formação online da responsabilidade da autor do blog mencionado Margarida Fonseca, promovida pelo Associação Educativa para o Desenvolvimento da Criatividade

Houve onze participações que passamos a apresentar:

1.ª
Era uma vez uma menina que passeava pela rua com um lindo sorriso. Por cima dela passou um pássaro que ela nunca tinha visto com penas lindas parecidas com fogo. De repente o pássaro caiu devido à rajada de vento repentina. A rapariga com pena dele foi a correr ajudá-lo. Quando o pegou sentiu uma sensação a filtrar-se pelo seu sangue. Desde esse dia ela sentia um sentimento estranho dentro de si e nela descobriu a magia . (Lara Santos e Matilde Carvalheira)
2.ª 
Existe uma vontade de nos expressar, mais concretamente uma vontade de libertar. Libertar a fúria que se suspende dentro de todos com uma chama impossível de ver, mas quando se liberta apenas pega fogo a tudo aquilo que encontra. Libertar a nossa alegria, um sorriso, é a melhor maneira de demonstrar a felicidade, sendo que pode ter mais veneno do que uma cobra. Libertar o animal que temos dentro de nós. Eu tenho uma pena, e tu?  (Maria João Ferreira)
3.ª

Amor Impossível
Há muito tempo Sol estava apaixonado pela Lua mas estes nunca se haviam visto. O Sol então quando passou pela China pediu a um pintor para que fizesse o seu retrato, o pintor com pena aceitou e pintou o retrato do Sol com um grande sorriso de fogo. Depois de terminar a pintura, o pintor mostrou à Lua o retrato do Sol. e assim a Lua ficou ainda mais apaixonada pelo seu adorado Sol.  (Maura Marinho e Tomás Batista)

4.ª


Era uma vez uma menina chamada Floribella. Ela vivia numa floresta, muito bonita cheia de flores, magia... e toda a gente era bondosa, menos...
- Só mais uma pena azul de galinha e estará pronto! - Já dizia a bruxa a sorrir  - Muito bem, Robin, lindo menino, adoro quando tu cospes fogo azul é realmente muito lindo. - Dizia Floribella para seu dragão mágico!
Nesse exato momento, assim que Floribella se afasta de Robin, tudo acontece... (Tamára Correia)
5.ª
Havia uma menina que ao passear na praia reparou que havia uma pena de pássaro na areia, levo-a para casa e mostrou-a ao pai. O pai muito admirado respondeu:
- Não sabia que eras tão interessada nestes assuntos, antes quando eu fazia coleção de penas tu dizias logo "Fogo pai ,não mexas nisso". A rapariga depois de ouvir este discurso do pai mandou um sorriso e disse:
- Eu sei, pai, mas eu já cresci e tenho de aproveitar o que a natureza nos dá. (Cristiana Santos)

6.ª

Era uma vez uma menina que era tão bem disposta que todos os dias acordava de manhã com um enorme sorriso de orelha a orelha, e isso tinha um motivo. Essa menina tinha um amigo que se chamava Jasmim, que era um pássaro. E um dia de primavera Jasmim lhe oferecera uma pena. A partir desse dia a menina passou a sorrir sempre que via o pássaro. Mas infelizmente o seu ninho pegou fogo e Jasmim morreu. (Pedro Fernandes, João Fonseca e Guilherme Marques)

7.ª

Estávamos reunidos em Viseu. Todos tinham um sorriso mais ou menos sentido. O rosto da Luísa mostrava pena pela ausência da Laura. A hora tardia aguçava o apetite, e as iguarias recém-chegadas à mesa permaneciam pouco tempo nas travessas e terrinas de porcelana que a avó Amélia usava só nestas ocasiões. O que parecia não ter fim eram as conversas do tio Artur. O fogo da saudade de outros tempos consumia-o, a ele e a nós também. (Salvador Borges)

8.ª

Durante uma noite de verão tão quente como o fogo havia uma rapariga muito solitária com apenas um amigo, o seu amigo imaginário, um pássaro com lindas penas mas ele era diferente, no meio de varias penas azuis tinha uma única pena branca por isso ele sentia-se rejeitado, mas ele adorava-o, eles estavam sempre felizes, faziam companhia um ao outro e foi ele que lhe colocou um sorriso no rosto. (Carolina Marques e Daniela Ferreira)

9.ª

Era noite de Natal, e vi a árvore cheia de presentes. Lancei um grande sorriso a todos. À meia-noite fomos abrir os presentes, e vi todos a receber muitos presentes e todos os que desejavam, mas quando chegou a minha altura, abri todos os presentes o mais rápido que consegui até encontrar o que queria. No final, vi que ninguém me tinha dado o presente que queria e disse:
Fogo! Não recebi o queria…
Tive mesmo pena(Inês Arsénio)

10.ª
O mistério do encanto do fogo, da sua energia, se é vida pode ser igualmente morte, dá prazer olhar para a lareira acesa, com o carvão incandescente. Sente-se a sedução, a sensação de medo, respeito e adoração, sentimentos que deslumbram, fascinam...É mágico, algo que nos deixa com um grande sorriso e que dá pena quando se extingue, porque se está com vivacidade é forte mas se não se alimenta desfaz-se em cinzas, um elemento feroz...enigmático...(João Carvalho)

NOTA: Alguns dos desafios não respeitam na totalidade as orientações. Os alunos já foram informados disso e poderão proceder às alterações quando quiserem até ao final do ano letivo. Optou-se por publicar os textos tal e qual foram publicados no espaço para o efeito sem que as alterações tivessem sido feitas.



sexta-feira, 8 de março de 2019

Entrevista fictícia a Alice Vieira

No Percurso de Aprendizagem (PA) proposto nas turmas do 7.º Ano onde se pretende que cada  aluno se aproprie do conhecimento e técnica necessárias para identificar, ler e compreender entrevistas e ainda seja capaz de produzir um guião de uma entrevista, propôs-se que fosse feita uma entrevista fictícia a Alice Vieira. 
Foi disponibilizado um guião e dados biográficos sobre a escritora, podendo o aluno pesquisar mais, tendo de solicitar a validação da pesquisa.
O trabalho foi desenvolvido em sala de aula.

Publicam-se três dos produtos finais, podendo o post ser futuramente atualizado, conforme a atividade for sendo concluída por mais alunos. Refira-se que os alunos desenvolvem o trabalho, respeitando o seu próprio ritmo. Todo o trabalho é supervisionado e coordenado pela professora. 

ENTREVISTA 1
A escritora Alice Vieira foi convidada para ir a biblioteca da escola Dr. João das Regras falar um pouco sobre o seu livro Rosa, minha irmã Rosa e, por isso, fomos falar com ela.
Pergunta:
Como foi receber o prémio de literatura infantil, ano internacional da criança com o livro Rosa, minha irmã Rosa?
Resposta:
Foi muito bom não estava nada a espera fiquei muito feliz ao saber que tinha ganhado o prémio de literatura infantil.
Pergunta:
Alice sempre disse que nunca na vida queria ser escritora mas sim jornalista. Porque é que não seguiu  só jornalismo?
Resposta:
Eu sempre fiz trabalhos de jornalismo mas à medida que ia escrevendo pensei em publicar alguns livros e vi que até como escritora tinha muito para dar e então segui um pouco dos dois.
Pergunta:
Como foi o teatro na sua vida?
Resposta:
Eu sempre adorei teatro ia sempre com os meus tios ao teatro D. Maria II como também a revista do Parque Mayer. O teatro entrou muito cedo na minha vida eu conhecia aquela gente toda, ia ao bastidores todos falavam comigo.
Pergunta:
Onde gosta mais de trabalhar?
Resposta:
Onde eu gosto mais de trabalhar é na Ericeira. Adoro pegar no meu computador e ir para a Ericeira trabalhar.
Pergunta:
O que quer continuar a no futuro?
Resposta:
No tempo que me resta aquilo que queria realmente era continuar em jornais. E também continuar a escrever mas não sei ainda o que.

O livro de Alice Vieira "Rosa, minha irmã Rosa", ganhou o Prémio de leitura infantil no ano internacional da criança em 1979.
Alice vieira sempre quis ser jornalista mas foi descobrindo a sua vontade de escrever e publicar livros e hoje em dia e considerada uma das mais importantes escritoras portuguesas de literatura infanto -juvenil.
O teatro foi uma das coisas mais importantes na vida da escritora. 
Leonor B.

ENTREVISTA 2

Alice Vieira foi convidada a vir à biblioteca da escola E.B 2,3 Dr.João das Regras para falar aos alunos sobre os seus livros com objetivo de falar sofre um livro em especial : Rosa, minha irmã Rosa
Como muitos alunos têm irmãos e para também perceberem o porquê de Alice Vieira ter escrito este livro. Fomos falar com ela.
Pergunta: Porque é que decidiu escrever este livro?
Resposta: Porque era um tema de que eu gostava de falar , neste caso escrever. Eu nunca quis ser escritora, eu adorava escrever e aprendi a ler sozinha, mas o meu sonho era ser jornalista.  
Pergunta: Porque decidiu ser escritora e não atriz?
Resposta: Porque apesar do teatro entrar na minha vida muito cedo, e ir muitas vezes com os meus tios... as minhas tias nem tanto...Ler e escrever era a minha vida.
Pergunta: Por onde começou?
Resposta: Comecei desde cedo a trabalhar no jornalismo, tendo trabalhado em alguns jornais como: " Diário de Lisboa ", e também com o meu marido no " Diário Popular " e " Diário de Notícias " e também em revistas como " Ativa " e o " Jornal de notícias ". Tudo isto me ajudou a praticar a escrita.
Pergunta: E como foi ganhar o prémio Hans Christian Anderson?
Resposta: Foi incrível, trata-se do mais importante prémio internacional no campo da literatura para crianças e jovens.
Pergunta: E o que pensa fazer no futuro?
Resposta: No tempo que me resta, aquilo que realmente queria fazer era continuar em jornais ou até escrever livros de poesia. Vou pegar no meu computador e ir para a Ericeira trabalhar.
Com isto percebemos que de novos a mais velhos a leitura e a escrita vão estar sempre presentes.
Alice Vieira é prova viva de que por mais de uma vida de trabalho e de prémios que podemos receber, tivemos de aprender primeiro e praticar a vida toda. E que por mais velhos e cansados que estivermos, devemos fazer o que nos faz feliz, e Alice Vieira prova-nos isso mesmo nesta entrevista.
Carolina M.

ENTREVISTA 3

  A escritora Alice Vieira foi convidada para ir a escola EB 2,3 Dr. João das Regras para falar do seu livro Rosa, Minha Irmã Rosa, que foi o primeiro livro publicado pela autora, tendo esse livro recebido o prémio de Literatura do Ano internacional da Criança. Alice Vieira foi convidada para vir à nossa biblioteca escolar, pois os alunos gostavam imenso dos seus textos porque os achavam inspiradores e muito expressivos, por isso fomos falar com ela.
   PerguntaComo foi receber os prémios que recebeu?
   Resposta: Fiquei muito surpreendida, não estava a estava à espera, sendo que até o primeiro livro que publiquei foi premiado mas foi uma alegria e uma emoção enorme.
   Pergunta: Como é sentir que as pessoas gostam de ler os seus livros?
   Resposta: É uma alegria enorme, uma sensação de preenchimento. Nós escrevemos livros para contar a nossa história ao mundo, nós escrevemos porque precisamos de nos libertar e a escrita é a melhor maneira para isso.
   Pergunta: Já sabemos que sempre foi muito apegada ao teatro gostava de representar um dia?
   Resposta: Adorava porque sempre fui ao teatro com os meus tios e tenho vários amigos nesse ramo. Adorava representar, acho ótimo entrarmos na pele de outras pessoas e termos oportunidade de sentir o que elas sentem.
   Pergunta: Como é sentir que as pessoas estão a ler cada vez menos?
   Resposta: Ainda bem que fez essa pergunta porque as pessoas estão a ler cada vez menos e qualquer dia com muita pena minha vai deixar de haver livros, por isso, devemos sensibilizar as pessoas a lerem cada vez menos porque também as ajuda a desenvolverem-se e a desenvolverem a fala, entre outras coisas.
   Pergunta: Como é que a sua família reagiu ao facto de se tornar escritora?
   Resposta: Muito bem, na verdade muito melhor do que estava à espera, encorajaram-me imenso e apoiaram-me sempre para que eu não desistisse.
    No final da entrevista Alice Vieira fez uma sessão de autógrafos do seu livro Rosa, Minha Irmã Rosa. A entrevista correu muito bem e a autora mostrou-se sempre disponível e bem disposta para responder a tudo. Percebemos também que a a escritora não tem qualquer problema em falar do seu passado.
Daniela F.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

2.º Desafio - Para que serve o tempo?










No segundo desafio da disciplina e-português (Moodle), decidimos desafiar os alunos a refletir sobre a importância do tempo. A proposta foi lançada a 14 de janeiro e o Fórum esteve disponível até ao dia 4 de fevereiro. Participaram 18 alunos (7.º e 9.ºAnos).

Partilhamos, agora, algumas das reflexões:

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O tempo têm de ser aproveitado, não se trata de fazer tudo a "correr".
    Querendo ou não, o tempo, por outras palavras, é a medida das nossas vidas. A forma como é utilizado, determinará a qualidade de vida das pessoas.
    Nós esquecemos que um dia chegaremos a uma idade mais avançada e que não vamos poder aproveitar a vida .
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Há pessoas que dão o seu tempo de vida ao serviço dos outros. Outras usam-no, sobretudo,  para si mesmas.
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O tempo serve para estarmos com a nossa família e amigos...
O tempo tem de ser aproveitado porque o tempo por vezes passa a correr e quando nos apercebemos pode ser tarde demais.
O tempo e importante porque sem o tempo faríamos tudo a correr e fazendo isso não havia graça nenhuma.
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O tempo tem de ser planeado se não o planearmos o tempo corre depressa sem nos apercebermos. 
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Para que serve o tempo?
Pus-me a pensar e apercebi-me que o tempo serve para o que queremos fazer dele, o tempo serve para crescer, para imaginar, para amar, para sermos nós mesmos. Sendo assim, o tempo pode servir para tudo, mas o tempo não é infinito, infelizmente, por isso mesmo, eu, na minha opinião, aproveito ao máximo o tempo que tenho, ao pé de quem gosto, a fazer o que gosto e a ser feliz como gosto.
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O tempo, o tempo pode servir para muito e não servir para nada.
Passar a voar e demorar ou eternidade a passar.
Ou pode ser apenas algo que inventamos para nós próprios, para exigirmos algo ou exigirmos que outros também sejam algo.
O tempo passa tão rápido quando fazemos o que gostamos, não é?
Também precisamos de tempo para fazer trabalhos de casa, ler, estar ou falar com amigos, estudar…
Mas porque precisamos de tempo? 
Precisamos mesmo dele?
Perguntas que não precisamos de fazer, porque já estamos tão habituados de que tudo tem um tempo para ser feito que não nos questionamos.
Não precisamos de respostas para esses tipos de perguntas porque precisamos de tempo para fazer outras coisas.
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O tempo serve para nós nos organizarmos, para pensar como vai ser o amanhã, para sermos pontuais, por exemplo, nas aulas, para começarmos a aprender todos ao mesmo tempo, para termos um limite nas coisas ou uma iniciativa. Acho que se não existissem horas nem dias certos para nos orientarmos, não conseguiria fazer nada de nada. Já não me imagino sem tempo...
Com o tempo eu consigo pensar como vai ser o amanhã, sendo que já tenho uma noção do tempo.
Cada um de nós tem horas para acordar, ir dormir, para entregar trabalhos, para iniciar o estudo, para começar um aula, para comer, etc...
O mundo para mim estaria todo desorganizado, sem ponta por onde se pegasse.
E para além disso acho que o tempo é importante para estarmos com as pessoas de quem mais gostamos, para aprendermos com os nossos erros, e eu cada vez dou mais importância ao tempo, O tempo passa e os erros ficam lá para nos lembrar do que aprendemos com eles e que se voltarmos a cometê-los, as mesmas consequências iram surgir... 
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Eu acho que nós devemos aproveitar cada segundo da nossa vida, pois estamos aqui na Terra para ser alguém e para deixar o mundo melhor do que o encontrámos, mas voltando ao assunto.
Eu aproveito cada momento que tenho com as pessoas que mais amo, como a família e os amigos.
Para mim o tempo é uma forma de nos organizarmos, porque sem ele o mundo seria uma desordem.
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O tempo é muito importante para nós como também para o nosso futuro.Serve para nos organizarmos e também para avançarmos na vida,por exemplo,de bebés para crianças,adolescentes,adultos e idosos.
Convém aproveitá-lo, pois, mais velhos não podemos fazer as coisas que fazíamos.
Sem o tempo isto não existia...acho que nada existiria.
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Eu acho que hoje em dia as pessoas passam o tempo a correr, por causa das suas vidas e do seu trabalho.
Acho que devíamos  viver as nossas vidas mais devagar e ser felizes.
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 O tempo é uma "coisa" muito complexa. Tempo serve para nos localizarmos. Agora a importância do tempo, o tempo ajuda-nos a organizar mesmo que seja inconscientemente. 
      Mas nem tudo é o que parece, será que nada é real há nossa volta será que tudo o que vemos é mesmo real.
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O tempo cada vez passa mais depressa e devemos aprender a geri-lo para não perdermos as melhores e as piores coisas da vida.
Cada vez mais parece que não temos tempo para nada.
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Eu acho que a resposta à sua pergunta é muito simples ,o tempo deve ser vivido da melhor forma possível , porque , nós nunca sabemos quando é que vai acabar , não sabemos se é hoje... amanhã... Até daqui a cinquenta anos , por isso só podemos fazer uma coisa em relação a isso... é viver o tempo como se fosse o último.
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Eu acho que o tempo tem de ser aproveitado ao máximo e não devemos querer que ele passe rápido demais porque depois olhamos para o passado e vimos que não fizemos nada de útil, nem nada do que queríamos realmente fazer, nem que seja por estarmos demasiado focados no trabalho,etc. Por exemplo, quando somos crianças achamos que as coisas demoram demasiado tempo a acontecer, que nunca mais crescemos... ,mas quando somos mais velhos só queremos que essas coisas tivessem demorado mais tempo para que pudéssemos aproveitar melhor a vida.



sábado, 14 de abril de 2018

A importância dos sonhos e dos ideais na vida das pessoas e na evolução da Humanidade

No primeiro teste do segundo período do oitavo ano (turmas D e E), pediu-se aos alunos que, partindo de alguns versos de "Pedra Filosofal" de António Gedeão, escrevessem um texto de opinião, que pudesse ser publicado num jornal escolar, sobre a importância dos sonhos e dos ideais na vida das pessoas e na evolução da Humanidade, apresentando as razões que sustentam o seu ponto de vista.

Publicamos, de seguida, um dos textos:

Neste texto irei exprimir a minha opinião sobre a importância dos nossos sonhos e dos ideais na vida das pessoas.
Quando somos pequenos e nos perguntam o que queremos ser quando formos grandes, todos dizem bombeiro, médico, veterinário, cabeleireira. A partir daí nós temos um sonho que se pode concretizar, ou nem por isso, mas se o queremos mesmo, mas mesmo, temos de nos esforçar e trabalhar para o conseguirmos.
Hoje em dia, só nos importamos com as coisas que temos, telemóvel, roupa, carro, casa, por aí, mas as coisas mais importantes da vida, não são coisas mas sim pessoas, sentimentos. Antes de tudo existir (as coisas), as pessoas eram felizes sem telemóvel, sem carros, às vezes sem brinquedos ou jogos para se divertirem, mas mesmo assim, como já referi, não deixavam de ser felizes, de se divertirem, de sorrir.
Eu sei que passamos momentos difíceis, uns dias piores, outros melhores, mas o importante é que não nos deixemos ir abaixo, e pensarmos: Hoje posso estar mal, mas amanhã vou conseguir estar melhor, isto é quase como um sonho, porque vamos concretizá-lo estando amanhã melhor.
Para concretizarmos os nossos sonhos, temos de passar por muito para lá chegarmos, é quase como um torneio, nós queremos levar a taça, concretizarmos os nossos sonhos também é valioso, porque se queres muito concretizá-lo e conseguimos é porque passamos por muito até alcançá-lo.
Por isso, se temos um sonho, e ainda não foi concretizado, devemos fazer de tudo para o conseguir, para conseguir a taça no fim do torneio.
 Carolina Mateus

terça-feira, 27 de março de 2018

Dia Mundial da Poesia | 2018

ATIVIDADE: "Dia Mundial da Poesia"
OBJETIVO: Comemorar o Dia Mundial da Poesia
ESPAÇO: Aula de português (sala 12)
TEMPO: 45 min. 

DESCRIÇÃO: No princípio da aula, antes dos alunos entrarem, cola-se em cada mesa usada pelos alunos 4 post-it notes. Já durante a aula, e como atividade prévia, explica-se a atividade, pedindo aos alunos que "façam acontecer a poesia" através de uma palavra, expressão, frase, verso e/ou desenho. 
De cada vez que um post-it esteja concluído, o aluno deve ir colá-lo nas portas do armário da sala. 
O trabalho pode ser desenvolvido individualmente ou a pares. 

NOTA: Fez-se um vídeo para ilustrar a atividade e partilhar a iniciativa.


sábado, 24 de fevereiro de 2018

À maneira de Camões...

A propósito do estudo do poema "Amor é fogo que arde sem se ver", de Camões, tal como vem sendo hábito, já que é uma tarefa que tem resultado, pediu-se aos alunos que cada um escrevesse uma frase onde definisse 'amor.

(Clicar nos recursos que a seguir se publicam para ver melhor.)







segunda-feira, 24 de julho de 2017

Sobre a esperança

No quarto teste escrito de uma das turmas do oitava ano, no Grupo IV | Escrita, pedia-se aos alunos que refletissem sobre a seguinte afirmação:

A esperança, num mundo de crise como o nosso, ajuda-nos a viver a todos, em especial os jovens. A sua reflexão, além de estruturada, de conter pelo menos dois exemplos que possam ilustrar a afirmação.

Publicamos o texto de uma das alunas:


Na minha opinião, esta frase é verdadeira, porque se nós tivermos esperança de que alguma coisa vá correr bem, ela corre melhor do que se não houver esperança.
A esperança é uma coisa muita benéfica para  nós, porque nos leva a acreditar que quase tudo é possível.
Os jovens que vivem com esperança, vivem mais calmos, em relação à vida pessoal e à vida profissional, como a escola.
As pessoas que não têm esperança, acredito que vivam de uma forma mais stressada com a vida. Essas pessoas devem achar que tudo lhes corre mal, mas, se tiverem alguma esperança, vão ver que tudo parece mais interessante e fácil. Em especial, os jovens devem viver com esperança, para que tenham objetivos para o seu futuro, apesar do que corre menos bem. Isso vai ajudá-los a terem uma motivação para melhorar.
Um exemplo que demonstra esta afirmação é, por exemplo, quando os jovens têm esperança de que um teste lhes vá correr bem e, o teste corre-lhes bem. Outro exemplo é quando uma pessoa está doente, na esperança de ficar boa, curando-se mais rapidamente do que se calhar pensava.
Concluindo, ter esperança é muito importante e ajuda a superar alguns problemas.
Beatriz Leitão

Cartas de amor

Aquando do trabalho desenvolvido sobre a carta, uma das propostas feitas às turmas E e F do sétimo ano foi a criação de uma carta de amor. 
Publicamos o resultado final de uma aluna.


Para o meu ursinho de peluche fofinho, com muito amor ❤.

  Olá, amorzinho fofinho,
  Estás bem? Espero que estejas.                      😘                           
  Tenho tantas saudades, quero tanto os teus beijos doces, nem imaginas as saudades que tenho. 
  Lembrei-me agora... Lembras-te das minhas amigas do ano passado? Elas encontraram-me ontem no Hóquei Clube da Lourinhã durante o treino da patinagem e fomos passear. Sabes do que me lembrei agora mesmo? Dos nossos passeios, os dois, sozinhos, todos os que fizemos, ao luar, ao anoitecer, ao amanhecer... que saudades desses momentos.
  Amo-te tanto tanto tanto tanto tanto...
Quando vens cá? Depois de terminares este ano, no curso, não é? Ainda bem que é o último, porque não aguento mais estar sem ti, és o meu universo, és a estrela mais brilhante do meu universo, eu não consigo viver sem ti. 🌟🌠
  O meu coração fica preenchido quando estás a meu lado, és o ar que eu respiro.
  À medida que o tempo passa amo-te cada vez mais. O tempo passa tão lentamente meu ursinho de peluche.
  Quero viver contigo para sempre, estar sempre junto a ti, ter família contigo e só contigo, viajar e ser feliz para sempre contigo e só contigo. Não quero estar sem ti nem segundos, nem minutos, nem horas...             ❤
  Já nos imagino com 100 anos, juntos, com os nossos filhos, netos, bisnetos e se calhar trisnetos...
  Conheço-te há tanto tempo... Nunca desistirei de ti, de nós... meu docinho.

P.S.: -Tenho saudades de adormecer a teu ombro.
        -Escrito com a melhor caneta... a tua.
        -Com o meu famoso perfume.
        -Esta carta contém uma lembrancinha.

  ÉS PERFEITO!!! ❤❤❤
  MILHÕES DE BEIJOS      😘
  Do teu amor,
  Érica

terça-feira, 11 de julho de 2017

"Ladino" - Comentário

No sétimo ano (turmas E e F), foi estudo o conto de Miguel Torga, "Ladino". Um das tarefas propostas foi a da elaboração de um comentário (orientado).
Publicamos dois comentários.

O Pardal Manhoso
  O conto que vou comentar e referir a sua síntese chama-se ''Ladino'' do autor Miguel Torga.
  Ladino era manhoso, comilão, falso, hipócrita, velho, preguiçoso, fugitivo, medroso e um pardal que queria estar sossegado, sem responsabilidades.
  Ladino não queria saber dos outros e estava-se ''nas tintas'' para os problemas que os outros tinham, o pardal só queria saber do bem dele, sem se preocupar com nada nem ninguém.
  Como Ladino era fugitivo, fugia do filho da professora, dormia junto à chaminé para se proteger do frio... Resumindo, Ladino sabia defender-se bem das ameaças.
  Para não ter responsabilidades, Ladino não queria assumir os filhos, então, fugia para tentar não os assumir.
  A síntese deste conto é que Ladino era um pardal que só pensava nele e que tinha uma boa vida, mas que não gostavam dele.
Érica Cruz

A vida de Ladino  
   Este conto refere-se a um pássaro que se chama Ladino, e o autor é Miguel Torga. Ladino  desenrascava-se muito bem sozinho, era preguiçoso e muito manhoso. 
   
O pássaro sabia onde encontrar comida para os filhos de Cacilda e não lhe dizia, não a ajudava . O Ladino não revelava a Cacilda onde encontrar comida, porque tinha medo que a comida não chegasse para ele... Era muito esperto. Ele não se importava com ninguém, só pensava nele e só nele ! 
     Ladino podia ter dificuldades mas era sempre corajoso. Quando o pardal aprendeu a voar quase foi preciso um paraquedas e diziam- lhe para abrir as asas e para não ter medo. E como sempre Ladino conseguiu e não caiu. 
      A mensagem que este conto me deixa é que em primeiro lugar estamos nós e só depois os outros. 
Margarida Andrade

"Chaves na mão, melena desgrenhada" - Comentário crítico

No trabalho desenvolvido durante o estudo do texto poético, no oitavo ano (turmas A e B), uma das tarefas pedidas em sala de aula foi a do comentário crítico (orientado).
Publicamos o comentário de uma das alunas a propósito do soneto de Nicolau Tolentino, "Chaves na mão, melena desgrenhada".

 
O poema “Chaves na mão, melena desgrenhada”, narra um episódio entre uma mãe e a sua filha que falam uma com a outra sobre o desaparecimento de um colchão. A mãe ordena à filha ou à criada que coloquem o colchão no sítio e a filha responde-lhe com uma voz doce e com grande ironia, pois ela tinha o colchão no seu penteado. Esta ironia parece estranha à mãe, que se lança para a cara e para o penteado da filha, descobrindo o colchão.
  A expressividade da linguagem deste poema permite que a pessoa que o vai ler perceba melhor a ideia e que essa se torne mais real.
  O sujeito poético utiliza a ironia nas falas da filha para que haja uma ridicularização daquela ideia, e, o facto de a rapariga usar um colchão no toucado provoca o riso.

  O tema deste poema é uma crítica social à moda e o ponto de vista adotado por este poema foi o satírico, porque na realidade ninguém consegue colocar um colchão no toucado.
Beatriz Leitão

Retratos com histórias

Uma das propostas de escritas nas turmas do oitavo ano (A e B) foi escrever um breve retrato de alguém, salientando uma característica, à maneira de um excerto ("Silvino") de Mário Zambujal, na Crónica dos Bons Malandros. Esta proposta consta do manual adotado, Diálogos | 8, da Porto Editora, página 140.

Publicamos o trabalho de uma das alunas.

Diana, a medrosa

 
Num dia em que houve greve na escola, a Diana foi passar o dia a casa da avó de uma amiga.
  A seguir o almoço, a Diana, a amiga e a avó da amiga, foram andar a pé na ciclovia até à Praia do Areal.
  No caminho de regresso, passaram ao pé de uns armazéns em ruínas e entraram lá dentro. Passado algum tempo, quando iam a sair, viram uma cobra preta com mais de um metro de comprimento e a Diana começou logo a gritar e a chorar.
  A avó da sua amiga pegou numa cana verde e matou a cobra que ficou esticada no meio do chão. Enquanto isso, a Diana e a sua amiga voltaram atrás para fugirem da cobra.
  “E se a cobra vier ter connosco!? E se ela me fizer mal!?” – perguntava a Diana a chorar.
  O grito da Diana foi tão alto que até se ouviu num bairro lá próximo.
  A cobra já estava morta, por isso, saíram daquele sítio e deslocaram-se de novo até à ciclovia.
  Na ciclovia, a Diana sentou-se no chão, tentando-se acalmar com a ajuda da amiga.
  Foi um susto muito grande, mas já tinha passado!
Beatriz Leitão


sábado, 11 de março de 2017

As novas tecnologias - Texto de opinião


Nas turmas do sétimo ano (E e F), ao trabalhar a estrutura do texto de opinião, propôs-se, seguindo uma atividade do manual, que os alunos escrevem-se um texto de opinão sobre a substituição da imprensa em papel pelas novas tecnologias. A tarefa foi desenvolvida em sala de aula, em cerca de trinta minutos. Os trabalhos foram recolhidos e classificados. A devolução prevista deste tipo de trabalho é de uma semana.
Publicamos o trabalho da Rita Pereira.

As novas tecnologias

Na minha opinião, as novas tecnologias estão a substituir as publicações em papel devido a vários fatores. Como, por exemplo, visualizando notícias na internet é possível poupar tempo e dinheiro, sendo mais fácil, prático e acessível, enquanto que ir à rua, encontrar um quiosque, pagar um jornal, lê-lo e, por fim, atirá-lo para o lixo, tendo em conta que o dinheiro que pagou não valeu a pena, pois poucas notícias eram interessantes, demorou mais do que se tivesse ligado a internet, pesquisar o jornal, ler as notícias interessantes e, simplesmente, desligar a internet e tudo sem ter saído da sua cama.

Assim, neste caso, a internet é mais prática que as impressões em papel, originando na sua substituição.

Photo credit: e.gpdoc

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Escrever poemas...

Na atividade inicial de motivação ao estudo do texto poético, no 8º ano (8A e 8B), a propósito da entrevista a Manuel António Pina, "O Refúgio da  poesia" (proposta de leitura no manual adotado, Diálogos | 8, da Porto Editora, página 27), e porque na conversa, o entrevistado afirma, a certa altura, que "parte para um poema de uma palavra isolada" e também fala dos afetos pelas palavras, noutro momento, propusemos aos alunos que, primeiro, escolhessem uma / a palavra preferida. Depois, numa segunda etapa, fizessem um poema a partir dessa palavra.

Vamos, neste post, publicar alguns desses poemas: 

Imprensa

Imprensa ?
É uma palavra estranha,
Agora pensa
Numa montanha

Tiraste-lhe uma foto,
E queres imprimir,
Graças à impressora...
A imprensa pode existir !
                  Camila Canôa

 A amizade

A amizade é maravilhosa!
Maravilhosos são os amigos verdadeiros.
A amizade não tem limite!
Não tem fim o amor pelos nossos amigos.
Tenha pele escura ou clara, será bom amigo
Porque a amizade não é racista.
Os verdadeiros amigos ficam até à morte.
As pessoas que gozam não são amigas.
A amizade é maravilhosa.
                        Anita Ferreira 


Poema- O mar

Uma palavra, uma emoção

O mar entra pelo coração!


Uma onda vai, uma onda vem

Pensamento e sentimento também.


Boas lembranças me traz,

Acredito que sou capaz…


Com as ondas a cantar

Fico a olhar para o mar…
                      Catarina Sampaio

    
Caminho
    
    Por um caminho
    Vamos passear
    Muito devagarinho
    Até acabar

    Nesse caminho
    Vamos explorar
    Sempre de beicinho
    Por cima do colar

    É mesmo baixinho
    Este meu caminho
    Que nunca mais acaba
    Como um azevinho
                     Beatriz Leitão

À maneira de Camões... - I

A propósito do estudo do poema "Amor é fogo que arde sem se ver", de Camões, pediu-se aos alunos que cada um escrevesse uma frase onde definisse 'amor'. Publicamos, para já, o resultado da atividade, no 8A. Mais tarde, publicaremos o produto final respeitante ao 8B.
(Clicar nos recursos que a seguir se publicam para ver melhor.)





sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Motivação para o estudo do texto poético - texto de opinião

Após a atividade de motivação ao estudo do texto poético estar concluída (8A) e (8B), pediu-se que os alunos refletissem sobre as várias tarefas.
Publicamos alguns dos textos:


Durante as últimas aulas de português, temos trabalhado na atividade “Motivação para o texto poético”.
Esta atividade dividiu-se em dois momentos, num deles vimos uma reportagem sobre o projeto “A poesia não tem grades” e, no outro momento, lemos e explorámos uma entrevista a Manuel António Pina.
Gostei muito de ter conhecido o projeto “A poesia não tem grades” é impressionante a forma como pessoas que estão dentro de grades gostam tanto de escrever e ler poesia!!..
.
Apesar de também ter gostado de explorar a entrevista, não gostei tanto como gostei do vídeo. Acho que não é tão importante ler a entrevista duma pessoa. Na minha opinião, o único aspeto positivo da entrevista foi a forma como o escritor demonstra o seu gosto pela poesia.
Para mim valeu a pena fazer a “Motivação para o texto poético”, porque acho que antes de dar uma matéria deve-se motivar os alunos. A forma com que fico mais motivada é com vídeos e recursos interativos, daí ter gostado mais do vídeo da reportagem.
Catarina Sampaio


Vou dar a minha opinião sobre a Atividade – Motivação para o estudo do texto poético.
Nas aulas de português, vimos um vídeo de um projeto chamado “ A poesia não tem grades”, onde várias pessoas que estão presas falam sobre a poesia. Também lemos uma entrevista feita a Manuel António Pina, e a propósito dessa entrevista, a professora pediu-nos que pensássemos numa palavra de que gostássemos mais e fizéssemos um poema com ela, isto porque António Manuel Pina fala da importâncias das palavras.
No vídeo do projeto “A poesia não tem grades”, os presos falam de como começaram a gostar mais da poesia e leem mais do que se estivessem em liberdade.  Eu acho que este projeto serve mesmo para isso, o que é uma ótima ideia!
Na entrevista, Manuel António Pina partilha algumas ideias como, por exemplo: acha que se escreve mais com palavras do que com ideias, a regra da poesia é não haver regras senão a de cada um, porque cada pessoa interpreta o poema conforme o que sente no momento e que a partir de uma palavra se pode fazer um poema.
Eu acho que a ideia de nós termos de pensar numa palavra de que gostamos e fazer um poema com ela é muito engraçada e faz com que nós tenhamos ideias diferentes e tenhamos de pensar.

Concluindo, acho que esta atividade me motivou um pouco mais e eu gostei, porque aprendi algumas coisas e aproximei-me mais da poesia. De 1 a 10, em que 1 é muito má e 10 é muito boa, avalio a atividade com 9.
Beatriz Leitão


(Em construção...)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A importância de um sorriso

Pedia-se que escrevessem uma história onde um sorriso tivesse sido relevante.

O Luís Silva (9B) não contou bem uma história... Partiu de uma situação por si vivida e sem muitos pormenores, deu relevância à importância de um sorriso. Vale a pena, achamos, ler as suas palavras 


Às vezes ponho-me a pensar se devo ou não devo sorrir de coisas que têm piada mas não têm lógica e chego a uma conclusão: Se estiver entre amigos não interessa porque nos rimos mas sim se nos divertimos.
Há uns meses, estava com amigos na brincadeira, até que um disse uma frase sem lógica e sem graça. Todos se calaram. Eu comecei a rir-me e, a pouco e pouco, já estava todo o grupo a rir-se de novo.
Acho que o meu amigo, por dentro, pensou “ Que sorte que eu tive! “ porque não tinha mesmo piada o que ele tinha dito e eu só me ri apenas para que ele não se sentisse mal com ele mesmo. Ele já por si era envergonhado e tímido...
Às vezes, é preciso este espírito de grupo para que todos se sintam bem e não se sintam de fora ou excluídos e se sintam integrados, pelo menos é esta a forma que eu tenho de pensar e de viver e assim eu também me sinto bem comigo mesmo. 
Luís Silva (9B)