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sábado, 14 de abril de 2018

A importância dos sonhos e dos ideais na vida das pessoas e na evolução da Humanidade

No primeiro teste do segundo período do oitavo ano (turmas D e E), pediu-se aos alunos que, partindo de alguns versos de "Pedra Filosofal" de António Gedeão, escrevessem um texto de opinião, que pudesse ser publicado num jornal escolar, sobre a importância dos sonhos e dos ideais na vida das pessoas e na evolução da Humanidade, apresentando as razões que sustentam o seu ponto de vista.

Publicamos, de seguida, um dos textos:

Neste texto irei exprimir a minha opinião sobre a importância dos nossos sonhos e dos ideais na vida das pessoas.
Quando somos pequenos e nos perguntam o que queremos ser quando formos grandes, todos dizem bombeiro, médico, veterinário, cabeleireira. A partir daí nós temos um sonho que se pode concretizar, ou nem por isso, mas se o queremos mesmo, mas mesmo, temos de nos esforçar e trabalhar para o conseguirmos.
Hoje em dia, só nos importamos com as coisas que temos, telemóvel, roupa, carro, casa, por aí, mas as coisas mais importantes da vida, não são coisas mas sim pessoas, sentimentos. Antes de tudo existir (as coisas), as pessoas eram felizes sem telemóvel, sem carros, às vezes sem brinquedos ou jogos para se divertirem, mas mesmo assim, como já referi, não deixavam de ser felizes, de se divertirem, de sorrir.
Eu sei que passamos momentos difíceis, uns dias piores, outros melhores, mas o importante é que não nos deixemos ir abaixo, e pensarmos: Hoje posso estar mal, mas amanhã vou conseguir estar melhor, isto é quase como um sonho, porque vamos concretizá-lo estando amanhã melhor.
Para concretizarmos os nossos sonhos, temos de passar por muito para lá chegarmos, é quase como um torneio, nós queremos levar a taça, concretizarmos os nossos sonhos também é valioso, porque se queres muito concretizá-lo e conseguimos é porque passamos por muito até alcançá-lo.
Por isso, se temos um sonho, e ainda não foi concretizado, devemos fazer de tudo para o conseguir, para conseguir a taça no fim do torneio.
 Carolina Mateus

terça-feira, 27 de março de 2018

Dia Mundial da Poesia | 2018

ATIVIDADE: "Dia Mundial da Poesia"
OBJETIVO: Comemorar o Dia Mundial da Poesia
ESPAÇO: Aula de português (sala 12)
TEMPO: 45 min. 

DESCRIÇÃO: No princípio da aula, antes dos alunos entrarem, cola-se em cada mesa usada pelos alunos 4 post-it notes. Já durante a aula, e como atividade prévia, explica-se a atividade, pedindo aos alunos que "façam acontecer a poesia" através de uma palavra, expressão, frase, verso e/ou desenho. 
De cada vez que um post-it esteja concluído, o aluno deve ir colá-lo nas portas do armário da sala. 
O trabalho pode ser desenvolvido individualmente ou a pares. 

NOTA: Fez-se um vídeo para ilustrar a atividade e partilhar a iniciativa.


sábado, 24 de fevereiro de 2018

À maneira de Camões...

A propósito do estudo do poema "Amor é fogo que arde sem se ver", de Camões, tal como vem sendo hábito, já que é uma tarefa que tem resultado, pediu-se aos alunos que cada um escrevesse uma frase onde definisse 'amor.

(Clicar nos recursos que a seguir se publicam para ver melhor.)







segunda-feira, 24 de julho de 2017

Sobre a esperança

No quarto teste escrito de uma das turmas do oitava ano, no Grupo IV | Escrita, pedia-se aos alunos que refletissem sobre a seguinte afirmação:

A esperança, num mundo de crise como o nosso, ajuda-nos a viver a todos, em especial os jovens. A sua reflexão, além de estruturada, de conter pelo menos dois exemplos que possam ilustrar a afirmação.

Publicamos o texto de uma das alunas:


Na minha opinião, esta frase é verdadeira, porque se nós tivermos esperança de que alguma coisa vá correr bem, ela corre melhor do que se não houver esperança.
A esperança é uma coisa muita benéfica para  nós, porque nos leva a acreditar que quase tudo é possível.
Os jovens que vivem com esperança, vivem mais calmos, em relação à vida pessoal e à vida profissional, como a escola.
As pessoas que não têm esperança, acredito que vivam de uma forma mais stressada com a vida. Essas pessoas devem achar que tudo lhes corre mal, mas, se tiverem alguma esperança, vão ver que tudo parece mais interessante e fácil. Em especial, os jovens devem viver com esperança, para que tenham objetivos para o seu futuro, apesar do que corre menos bem. Isso vai ajudá-los a terem uma motivação para melhorar.
Um exemplo que demonstra esta afirmação é, por exemplo, quando os jovens têm esperança de que um teste lhes vá correr bem e, o teste corre-lhes bem. Outro exemplo é quando uma pessoa está doente, na esperança de ficar boa, curando-se mais rapidamente do que se calhar pensava.
Concluindo, ter esperança é muito importante e ajuda a superar alguns problemas.
Beatriz Leitão

Cartas de amor

Aquando do trabalho desenvolvido sobre a carta, uma das propostas feitas às turmas E e F do sétimo ano foi a criação de uma carta de amor. 
Publicamos o resultado final de uma aluna.


Para o meu ursinho de peluche fofinho, com muito amor ❤.

  Olá, amorzinho fofinho,
  Estás bem? Espero que estejas.                      😘                           
  Tenho tantas saudades, quero tanto os teus beijos doces, nem imaginas as saudades que tenho. 
  Lembrei-me agora... Lembras-te das minhas amigas do ano passado? Elas encontraram-me ontem no Hóquei Clube da Lourinhã durante o treino da patinagem e fomos passear. Sabes do que me lembrei agora mesmo? Dos nossos passeios, os dois, sozinhos, todos os que fizemos, ao luar, ao anoitecer, ao amanhecer... que saudades desses momentos.
  Amo-te tanto tanto tanto tanto tanto...
Quando vens cá? Depois de terminares este ano, no curso, não é? Ainda bem que é o último, porque não aguento mais estar sem ti, és o meu universo, és a estrela mais brilhante do meu universo, eu não consigo viver sem ti. 🌟🌠
  O meu coração fica preenchido quando estás a meu lado, és o ar que eu respiro.
  À medida que o tempo passa amo-te cada vez mais. O tempo passa tão lentamente meu ursinho de peluche.
  Quero viver contigo para sempre, estar sempre junto a ti, ter família contigo e só contigo, viajar e ser feliz para sempre contigo e só contigo. Não quero estar sem ti nem segundos, nem minutos, nem horas...             ❤
  Já nos imagino com 100 anos, juntos, com os nossos filhos, netos, bisnetos e se calhar trisnetos...
  Conheço-te há tanto tempo... Nunca desistirei de ti, de nós... meu docinho.

P.S.: -Tenho saudades de adormecer a teu ombro.
        -Escrito com a melhor caneta... a tua.
        -Com o meu famoso perfume.
        -Esta carta contém uma lembrancinha.

  ÉS PERFEITO!!! ❤❤❤
  MILHÕES DE BEIJOS      😘
  Do teu amor,
  Érica

terça-feira, 11 de julho de 2017

"Ladino" - Comentário

No sétimo ano (turmas E e F), foi estudo o conto de Miguel Torga, "Ladino". Um das tarefas propostas foi a da elaboração de um comentário (orientado).
Publicamos dois comentários.

O Pardal Manhoso
  O conto que vou comentar e referir a sua síntese chama-se ''Ladino'' do autor Miguel Torga.
  Ladino era manhoso, comilão, falso, hipócrita, velho, preguiçoso, fugitivo, medroso e um pardal que queria estar sossegado, sem responsabilidades.
  Ladino não queria saber dos outros e estava-se ''nas tintas'' para os problemas que os outros tinham, o pardal só queria saber do bem dele, sem se preocupar com nada nem ninguém.
  Como Ladino era fugitivo, fugia do filho da professora, dormia junto à chaminé para se proteger do frio... Resumindo, Ladino sabia defender-se bem das ameaças.
  Para não ter responsabilidades, Ladino não queria assumir os filhos, então, fugia para tentar não os assumir.
  A síntese deste conto é que Ladino era um pardal que só pensava nele e que tinha uma boa vida, mas que não gostavam dele.
Érica Cruz

A vida de Ladino  
   Este conto refere-se a um pássaro que se chama Ladino, e o autor é Miguel Torga. Ladino  desenrascava-se muito bem sozinho, era preguiçoso e muito manhoso. 
   
O pássaro sabia onde encontrar comida para os filhos de Cacilda e não lhe dizia, não a ajudava . O Ladino não revelava a Cacilda onde encontrar comida, porque tinha medo que a comida não chegasse para ele... Era muito esperto. Ele não se importava com ninguém, só pensava nele e só nele ! 
     Ladino podia ter dificuldades mas era sempre corajoso. Quando o pardal aprendeu a voar quase foi preciso um paraquedas e diziam- lhe para abrir as asas e para não ter medo. E como sempre Ladino conseguiu e não caiu. 
      A mensagem que este conto me deixa é que em primeiro lugar estamos nós e só depois os outros. 
Margarida Andrade

"Chaves na mão, melena desgrenhada" - Comentário crítico

No trabalho desenvolvido durante o estudo do texto poético, no oitavo ano (turmas A e B), uma das tarefas pedidas em sala de aula foi a do comentário crítico (orientado).
Publicamos o comentário de uma das alunas a propósito do soneto de Nicolau Tolentino, "Chaves na mão, melena desgrenhada".

 
O poema “Chaves na mão, melena desgrenhada”, narra um episódio entre uma mãe e a sua filha que falam uma com a outra sobre o desaparecimento de um colchão. A mãe ordena à filha ou à criada que coloquem o colchão no sítio e a filha responde-lhe com uma voz doce e com grande ironia, pois ela tinha o colchão no seu penteado. Esta ironia parece estranha à mãe, que se lança para a cara e para o penteado da filha, descobrindo o colchão.
  A expressividade da linguagem deste poema permite que a pessoa que o vai ler perceba melhor a ideia e que essa se torne mais real.
  O sujeito poético utiliza a ironia nas falas da filha para que haja uma ridicularização daquela ideia, e, o facto de a rapariga usar um colchão no toucado provoca o riso.

  O tema deste poema é uma crítica social à moda e o ponto de vista adotado por este poema foi o satírico, porque na realidade ninguém consegue colocar um colchão no toucado.
Beatriz Leitão

Retratos com histórias

Uma das propostas de escritas nas turmas do oitavo ano (A e B) foi escrever um breve retrato de alguém, salientando uma característica, à maneira de um excerto ("Silvino") de Mário Zambujal, na Crónica dos Bons Malandros. Esta proposta consta do manual adotado, Diálogos | 8, da Porto Editora, página 140.

Publicamos o trabalho de uma das alunas.

Diana, a medrosa

 
Num dia em que houve greve na escola, a Diana foi passar o dia a casa da avó de uma amiga.
  A seguir o almoço, a Diana, a amiga e a avó da amiga, foram andar a pé na ciclovia até à Praia do Areal.
  No caminho de regresso, passaram ao pé de uns armazéns em ruínas e entraram lá dentro. Passado algum tempo, quando iam a sair, viram uma cobra preta com mais de um metro de comprimento e a Diana começou logo a gritar e a chorar.
  A avó da sua amiga pegou numa cana verde e matou a cobra que ficou esticada no meio do chão. Enquanto isso, a Diana e a sua amiga voltaram atrás para fugirem da cobra.
  “E se a cobra vier ter connosco!? E se ela me fizer mal!?” – perguntava a Diana a chorar.
  O grito da Diana foi tão alto que até se ouviu num bairro lá próximo.
  A cobra já estava morta, por isso, saíram daquele sítio e deslocaram-se de novo até à ciclovia.
  Na ciclovia, a Diana sentou-se no chão, tentando-se acalmar com a ajuda da amiga.
  Foi um susto muito grande, mas já tinha passado!
Beatriz Leitão


sábado, 11 de março de 2017

As novas tecnologias - Texto de opinião


Nas turmas do sétimo ano (E e F), ao trabalhar a estrutura do texto de opinião, propôs-se, seguindo uma atividade do manual, que os alunos escrevem-se um texto de opinão sobre a substituição da imprensa em papel pelas novas tecnologias. A tarefa foi desenvolvida em sala de aula, em cerca de trinta minutos. Os trabalhos foram recolhidos e classificados. A devolução prevista deste tipo de trabalho é de uma semana.
Publicamos o trabalho da Rita Pereira.

As novas tecnologias

Na minha opinião, as novas tecnologias estão a substituir as publicações em papel devido a vários fatores. Como, por exemplo, visualizando notícias na internet é possível poupar tempo e dinheiro, sendo mais fácil, prático e acessível, enquanto que ir à rua, encontrar um quiosque, pagar um jornal, lê-lo e, por fim, atirá-lo para o lixo, tendo em conta que o dinheiro que pagou não valeu a pena, pois poucas notícias eram interessantes, demorou mais do que se tivesse ligado a internet, pesquisar o jornal, ler as notícias interessantes e, simplesmente, desligar a internet e tudo sem ter saído da sua cama.

Assim, neste caso, a internet é mais prática que as impressões em papel, originando na sua substituição.

Photo credit: e.gpdoc

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Escrever poemas...

Na atividade inicial de motivação ao estudo do texto poético, no 8º ano (8A e 8B), a propósito da entrevista a Manuel António Pina, "O Refúgio da  poesia" (proposta de leitura no manual adotado, Diálogos | 8, da Porto Editora, página 27), e porque na conversa, o entrevistado afirma, a certa altura, que "parte para um poema de uma palavra isolada" e também fala dos afetos pelas palavras, noutro momento, propusemos aos alunos que, primeiro, escolhessem uma / a palavra preferida. Depois, numa segunda etapa, fizessem um poema a partir dessa palavra.

Vamos, neste post, publicar alguns desses poemas: 

Imprensa

Imprensa ?
É uma palavra estranha,
Agora pensa
Numa montanha

Tiraste-lhe uma foto,
E queres imprimir,
Graças à impressora...
A imprensa pode existir !
                  Camila Canôa

 A amizade

A amizade é maravilhosa!
Maravilhosos são os amigos verdadeiros.
A amizade não tem limite!
Não tem fim o amor pelos nossos amigos.
Tenha pele escura ou clara, será bom amigo
Porque a amizade não é racista.
Os verdadeiros amigos ficam até à morte.
As pessoas que gozam não são amigas.
A amizade é maravilhosa.
                        Anita Ferreira 


Poema- O mar

Uma palavra, uma emoção

O mar entra pelo coração!


Uma onda vai, uma onda vem

Pensamento e sentimento também.


Boas lembranças me traz,

Acredito que sou capaz…


Com as ondas a cantar

Fico a olhar para o mar…
                      Catarina Sampaio

    
Caminho
    
    Por um caminho
    Vamos passear
    Muito devagarinho
    Até acabar

    Nesse caminho
    Vamos explorar
    Sempre de beicinho
    Por cima do colar

    É mesmo baixinho
    Este meu caminho
    Que nunca mais acaba
    Como um azevinho
                     Beatriz Leitão

À maneira de Camões... - I

A propósito do estudo do poema "Amor é fogo que arde sem se ver", de Camões, pediu-se aos alunos que cada um escrevesse uma frase onde definisse 'amor'. Publicamos, para já, o resultado da atividade, no 8A. Mais tarde, publicaremos o produto final respeitante ao 8B.
(Clicar nos recursos que a seguir se publicam para ver melhor.)





sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Motivação para o estudo do texto poético - texto de opinião

Após a atividade de motivação ao estudo do texto poético estar concluída (8A) e (8B), pediu-se que os alunos refletissem sobre as várias tarefas.
Publicamos alguns dos textos:


Durante as últimas aulas de português, temos trabalhado na atividade “Motivação para o texto poético”.
Esta atividade dividiu-se em dois momentos, num deles vimos uma reportagem sobre o projeto “A poesia não tem grades” e, no outro momento, lemos e explorámos uma entrevista a Manuel António Pina.
Gostei muito de ter conhecido o projeto “A poesia não tem grades” é impressionante a forma como pessoas que estão dentro de grades gostam tanto de escrever e ler poesia!!..
.
Apesar de também ter gostado de explorar a entrevista, não gostei tanto como gostei do vídeo. Acho que não é tão importante ler a entrevista duma pessoa. Na minha opinião, o único aspeto positivo da entrevista foi a forma como o escritor demonstra o seu gosto pela poesia.
Para mim valeu a pena fazer a “Motivação para o texto poético”, porque acho que antes de dar uma matéria deve-se motivar os alunos. A forma com que fico mais motivada é com vídeos e recursos interativos, daí ter gostado mais do vídeo da reportagem.
Catarina Sampaio


Vou dar a minha opinião sobre a Atividade – Motivação para o estudo do texto poético.
Nas aulas de português, vimos um vídeo de um projeto chamado “ A poesia não tem grades”, onde várias pessoas que estão presas falam sobre a poesia. Também lemos uma entrevista feita a Manuel António Pina, e a propósito dessa entrevista, a professora pediu-nos que pensássemos numa palavra de que gostássemos mais e fizéssemos um poema com ela, isto porque António Manuel Pina fala da importâncias das palavras.
No vídeo do projeto “A poesia não tem grades”, os presos falam de como começaram a gostar mais da poesia e leem mais do que se estivessem em liberdade.  Eu acho que este projeto serve mesmo para isso, o que é uma ótima ideia!
Na entrevista, Manuel António Pina partilha algumas ideias como, por exemplo: acha que se escreve mais com palavras do que com ideias, a regra da poesia é não haver regras senão a de cada um, porque cada pessoa interpreta o poema conforme o que sente no momento e que a partir de uma palavra se pode fazer um poema.
Eu acho que a ideia de nós termos de pensar numa palavra de que gostamos e fazer um poema com ela é muito engraçada e faz com que nós tenhamos ideias diferentes e tenhamos de pensar.

Concluindo, acho que esta atividade me motivou um pouco mais e eu gostei, porque aprendi algumas coisas e aproximei-me mais da poesia. De 1 a 10, em que 1 é muito má e 10 é muito boa, avalio a atividade com 9.
Beatriz Leitão


(Em construção...)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A importância de um sorriso

Pedia-se que escrevessem uma história onde um sorriso tivesse sido relevante.

O Luís Silva (9B) não contou bem uma história... Partiu de uma situação por si vivida e sem muitos pormenores, deu relevância à importância de um sorriso. Vale a pena, achamos, ler as suas palavras 


Às vezes ponho-me a pensar se devo ou não devo sorrir de coisas que têm piada mas não têm lógica e chego a uma conclusão: Se estiver entre amigos não interessa porque nos rimos mas sim se nos divertimos.
Há uns meses, estava com amigos na brincadeira, até que um disse uma frase sem lógica e sem graça. Todos se calaram. Eu comecei a rir-me e, a pouco e pouco, já estava todo o grupo a rir-se de novo.
Acho que o meu amigo, por dentro, pensou “ Que sorte que eu tive! “ porque não tinha mesmo piada o que ele tinha dito e eu só me ri apenas para que ele não se sentisse mal com ele mesmo. Ele já por si era envergonhado e tímido...
Às vezes, é preciso este espírito de grupo para que todos se sintam bem e não se sintam de fora ou excluídos e se sintam integrados, pelo menos é esta a forma que eu tenho de pensar e de viver e assim eu também me sinto bem comigo mesmo. 
Luís Silva (9B)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Os verdadeiros amigos

Na terceira oficina de escrita do 9º Ano (turmas A e B), pedia-se que os alunos, partindo de uma frase de Confúcio sobre a amizade, apresentassem o seu ponto de vista, recorrendo, no mínimo a dois argumentos que deveriam ser devidamente exemplificados.


 Segundo Confúcio, ‘’Para conhecermos melhor os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso verificamos a quantidade e na desgraça a qualidade’’. Concordo com esta afirmação, pois há amigos que nos apoiam no sucesso mas, na desgraça, só os verdadeiros amigos estão lá para nos apoiar.
Há vários tipos de amigos: os que estão connosco para o bem ou para o mal, mas aqueles que ficam connosco em ambas as situações, esses são aqueles que devemos guardar para o resto da vida e não aqueles que estão só quando lhes convém.
Nas situações mais difíceis de vida, seja o que for, nessas alturas, vemos quem são os poucos amigos com quem podemos contar. Por exemplo, a minha avó está doente e eu tenho vários amigos, porém só contei esse acontecimento a um, o único em quem posso confiar!
Como podemos descobrir os amigos verdadeiros? Não é fácil, mas também não é difícil saber! Há algumas formas para saber isso: - No bem e no mal, quem fica contigo?- Quem se preocupa contigo, seja em que situação for? - Quem te apoia sempre, em tudo? Essa pessoa em que estás a pensar é um amigo verdadeiro, se ela está disposta a permanecer ao teu lado e ajudar-te no bem e no mal, então guarda-a para sempre!

Maria Arsénio (9B)

Confúcio disse, e com razão, que para conhecermos as pessoas que nos rodeiam tínhamos que conhecer os dois lados da história: o bom, e o mau!
Referiu também que quando estamos a viver uma fase melhor na vida aparecem sempre aqueles falsos amigos que se fazem passar por grandes pessoas/amigos, contudo, o interesse desses  "amigos", se é que podes chamar assim..., é o dinheiro, é poderem-se aproveitar da nossa boa fase para nos enganar.
Mas quando a dita boa fase acaba, vê-se ou apercebe-se que aquela ideia que tínhamos sobre eles não era a certa. Afinal,  as pessoas acabam sempre por se revelar. Mas também é nessas alturas que damos conta que nem sempre os nossos " melhores amigos " são aquilo que idolatrávamos, e que, embora não falando muito, as pessoas que nos parecem mais distantes são aquelas que nas piores alturas estão lá para nos apoiar. 
Agora pergunto-me, o que leva as pessoas a serem tão intriguistas, mesquinhas, e interesseiras? Acho cada vez mais que as pessoas só olham e se preocupam com o que é seu, e que se estiverem bem o mal dos outros não os afeta.
E esse tipo de coisas mói-me um pouco a cabeça porque não consigo entender o que passa na cabeça dessas pessoas sendo que estamos no século XXI, logo a mentalidade e a forma de pensar deveria estar mais evoluída. As pessoas aproximam-se umas das outras para ficarem bem vistas na sociedade e isso, irrita-me!
Mas, pronto, isto sou eu e as minhas ideias.
Ricardo Antunes (9B)


Segundo Confúcio, “Para conhecerem os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.”. Pois eu tenho uma opinião parecida, mas ao mesmo tempo totalmente diferente porque: se os amigos forem amigos, podemos contar com eles para tudo, pois todos os outros não são amigos, mas sim interesseiros. 
Dito isto será que é assim tão difícil diferenciar os amigos verdadeiros? 
A minha resposta a esta pergunta é, sim, é, pois os interesseiros só se aproximam nos bons momentos, só se aproximam pelos bens materiais, só se aproximam quando estão só;…
Amigo é aquele que não nos deixa ficar mal, quando estamos em baixo e nos levanta a moral, fazendo-nos acreditar que é possível sairmos dos maus momentos e quando temos sucesso estão lá e ficam contentes por nós.
Eu, pessoalmente, considero que tenho bons amigos e mais importante que isso verdadeiros, porque quando tenho objetivos que não estou a conseguir realizar dizem-me: “-Não desistas, vais conseguir, e se não conseguires já, consegues mais tarde.” e isso, parecendo que não, levanta-me a moral. 
Luís Silva (9B)

[Imagens encontradas
 através da pesquisa no Google]



sexta-feira, 13 de novembro de 2015

As crónicas do 9ºA e 9ºB (2015/16)

No 9º ano, estivemos a trabalhar a crónica. Desse trabalho foi pedido aos alunos que escrevessem também crónicas. O trabalho foi feito em sala de aula.
Publicamos, de seguida, alguns dos trabalhos.


Em pequena sonhava muitas vezes que voava. Era assim: estava muito bem com as pessoas, no quintal ou na sala, e nisto desinteressava-me da conversa.
Sempre fui assim, nunca prestei atenção a nada, estava sempre lá num canto, parado, no meu mundo.Lembro-me da minha mãe ralhar por eu não ir cumprimentar as visitas.
Na escola, estava sempre distraído, com o lápis ou até com uma mosca que passasse. Sentia que não precisava de ter amigos, e só tinha um e era imaginário. Chamava-se Larry. E assim passava as minhas tardes, a falar "sozinho" para os outros, mas numa conversa incrível com várias brincadeiras com o meu único amigo. Não falava com ninguém, apenas com os meus pais mas mesmo assim não era muito.
Os alunos mais velhos da escola batiam-me e chamavam-me estranho e eu não percebia. E assim foi a maior parte da minha infância e adolescência, até que um dia os meus pais morreram num acidente de carro. Fiquei sem chão, sozinho, e sem sítio para onde ir. Fui viver com os meus avós. Decidi abandonar a escola, tinha quinze anos e não sabia o que estava a fazer. Desde então estou sempre sozinho, num canto, parado, no meu mundo, à espera que alguém venha ralhar comigo.
Daniel Mouta (9B)


Em pequena sonhava muitas vezes que voava. Era assim: estava muito bem com as pessoas, no quintal ou na sala, e nisto desinteressava-me da conversa.
Começava a pensar como seria voar, ser uma super heroína, poder ter todos aqueles poderes, salvar as pessoas e acabava por não ligar nenhuma àquilo que se dizia na sala ou no quintal, estava num mundo só meu…
Só que, por vezes, sentia-me prejudicada, pois até nas aulas em vez de estar a prestar atenção, ou então, mesmo quando me diziam coisas importantes, eu estava no meu mundo e não ouvia nada daquilo que diziam.
Sempre foi assim desde pequenina até hoje…Começo a sonhar alto e é como se não estivesse aqui neste mundo, mas sim num mundo distante, onde posso ser aquilo que eu quero, fazer aquilo que eu quero, não ter ninguém a controlar-me, sem ninguém a dizer-me aquilo que posso ou não fazer. 
É positivo sonhar, pois saímos deste mundo por um bocado e vivemos os nossos sonhos de uma certa maneira, mas, por outro lado, é negativo, pois, por vezes, as pessoas querem falar connosco e acabamos por não prestar atenção e não ouvir.
De dia para dia, noto que os sonhos vão diminuindo, acho que estou cada vez mais crescida e tenho cada vez mais os pés bem assentes na terra.
Carolina Vicente (9B)


Desço as escadas para a garagem, já guardei o cadeado da minha bicicleta na mochila que levo às costas. Vou sair agora de casa, vou para a escola de bicicleta, mas já estou atrasada. Já vou a caminho. Está tudo silencioso, fazendo-me ouvir apenas o barulho das rodas da minha bicicleta que rodam depressa. Não quero chegar a atrasada. Entro na primeira rotunda e viro à direita, já não há silêncio, já não oiço o barulho das minhas rodas, já só oiço o barulho dos carros à minha volta, buzinas de carros de pessoas que estão tão atrasadas como eu.
Não preciso de ficar parada no trânsito, posso passar por entre os carros, estou numa bicicleta, vou para a escola e estou atrasada. Para quê ficar ali à espera? 
Passo à frente de todos e de toda a gente, olham todos para mim com ar de inveja de não poderem fazer isto, têm todos um ar cansado assim, um pouco a dormir em pé, talvez alguns nem tenham dormido! Estou a chegar à escola, nem uma bicicleta, só vi carros, camionetas, camiões e mais carros. Como seria se toda esta gente fosse para o trabalho de bicicleta? Bem, se calhar alguns não podem, porque vivem muito longe do trabalho…
Mas se todos andassem de bicicleta talvez as coisas fossem melhores, e cada vez vejo menos bicicletas. Como será daqui a uns anos? Não sei, não quero imaginar, mas eu não vou deixar de andar de bicicleta, não quero seguir esse exemplo.
Cheguei à escola, parei a minha bicicleta e prendi-a com o cadeado. Olhei para ela orgulhosa, sorri. Virei costas e fui a correr para a aula de português. 

Rita Mesquita (9B)

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Uma história a partir de ilustrações

Partindo de um conjunto de ilustrações do manual, os alunos tinham de escrever um texto narrativo condicionados pelo seguinte início: "Naquele dia, o Pedro saíra de casa..."

Esta foi a primeira proposta de escrita feita, em sala de aula, aos alunos do 7A e 7B.
Iremos publicar alguns dos textos e começamos com o da Catarina Sampaio do 7A:



Naquele dia, o Pedro saíra de casa, ele queria explorar o mundo, ver mais do que já tinha visto. Então, teve uma ideia: ligou a uma tia já afastada e com a qual mal comunicava, mas apesar disso ligou-lhe.
Quando a tia já tinha atendido, ele perguntou se podia ir ter com ela para visitar a fábrica onde a tia trabalhava. A tia disse que claro que sim e que tinha muito gosto que ele fosse lá quando quisesse.
Então, o Pedro apanhou um autocarro e partiu para a aventura…
Quando chegou, a tia já o esperava e ficou muito contente de o ver, mostrou-lhe tudo o que conhecia naquela fábrica. O Pedro estava muito feliz e entusiasmado por aquela fábrica tão grande e misteriosa. Infelizmente, a tia teve de ir trabalhar e ele ficara sozinho, então observou tudo, correu por todas as salas até que encontrou uma porta muito pequena em que talvez só duendes conseguissem lá passar. Entretanto encontrou uma poção mágica que o fazia encolher, usou-a e entrou naquela pequena porta. O corredor era muito escuro e assustador, mas Pedro não tinha medo. Quando aquele caminho acabou, viu que estava no segundo andar, espreitou por um orifício e viu dois homens a conversar sobre coisas que ele não conhecia, mas foi investigar. 
Nalguns livros encontrou muita informação e contou à tia. Segundo a informação que Pedro recolheu, estavam a preparar um roubo. Depois o Pedro e a tia confrontaram os homens e eles assumiram tudo. Graças ao Pedro e à sua tia os homens não roubaram nem poções nem relógios.

Catarina Sampaio (7A)


sábado, 31 de outubro de 2015

Memórias


No teste diagnóstico do 9º ano, deste ano, no Grupo IV, pedia-se aos alunos  que escrevessem um texto narrativo (com um mínimo de 140 e um máximo de 240 palavras), em que evocassem um episódio passado na escola, salientando alguém que tivesse sido marcante nesse período da vida.
Partilhamos, de seguida,  alguns textos.


Um acontecimento da minha infância
Relembro-me que, quando tinha cerca de três anos, no meu dia de anos, os meus pais organizaram uma festa na nossa casa, decoraram o jardim, pondo uma mesa gigante para os convidados.
Nesse dia, brinquei no meu escorrega novo, oferecido pelo meu padrinho, e, nos anos seguintes, o mesmo ritual prosseguiu-se. Enquanto crianças, adoramos festas, presentes e tudo mais, parece que temos uma energia fenomenal e que tudo é mágico, mas, ao longo dos anos, parece que as festas de aniversário perdem a ‘’magia’’ que tínhamos, enquanto pequenos.
Não sei, será que essa ‘’magia’’ voa quando crescemos?
Talvez seja por isso, perdemos a inocência, já não ligamos aos brinquedos e outras coisas, mas eu acho que todos temos um lado criança.
Somos adultos e temos outras preocupações, daí veem o porquê, pois em pequenos não temos de nos preocupar com nada, ou, se calhar, a nossa única preocupação é porque caímos e esfolamos o joelho.

A nossa solução é aproveitar a vida e ver sempre o lado bom, mesmo que sejamos novos ou velhinhos, o importante é ser feliz.
Maria Arsénio (9B)

Há cinco anos, no meu 4º ano, era boa aluna, e tinha, normalmente, a nota "Bom" ou "Excelente" e era, como ainda sou, uma rapariga educada que acatava as ordens dos professores.
  Devido a uns problemas familiares, as minhas notas no 2º período, a matemática, desceram imenso e tive o meu primeiro "Suficiente" na vida. Não era uma negativa mas era uma nota baixinha para as capacidades que tinha. Fiquei desapontada com a nota, pois foi a primeira positiva baixinha e  essa nunca se esquece! Mas sobretudo percebi o quão desapontada a professora ficou.
 
No final da aula, a professora chamou-me à parte e perguntou se estava tudo bem comigo e se havia alguma razão para aquela nota, expliquei-lhe que havia uns pequenos problemas lá em casa mas que tudo se iria resolver e que a minha nota iria subir (apesar de ter apenas nove anos sempre fui muito responsável). A professora disse que sim com a cabeça e depois disse-me que era uma aluna brilhante e para não desperdiçar as minhas capacidades e que, apesar de ser a minha professora, também era uma amiga.
  O certo é que no teste seguinte voltei a ter uma boa nota e passei a gostar ainda mais da professora que me ajudou numa fase complicada, ainda hoje me lembro dela em certas situações da minha vida.

Mariana Ribeiro (9A)

terça-feira, 20 de maio de 2014

Os nossos heróis

No 5º Teste escrito do 9º B, no Grupo IV, propôs-se que os alunos escrevessem um texto, que pudesse ser divulgado no jornal de uma biblioteca escolar, e no qual referissem as características que considerassem mais importantes num herói. Tinham de justificar a opinião e apresentar, com base na experiência de leitura, um exemplo de personagem que ilustrasse o ponto de vista. 
Publicamos alguns dos textos:

Heróis, somos todos nós
Um herói tem de ser uma pessoa com confiança. Garra e acima de tudo, adorada por todos.
A definição de herói depende de pessoa para pessoa, pois existem os heróis de ficção que salvam sempre o mundo e que só fazem boas ações, mas, para mim, não é assim.
Eu acho, que todos nós somos heróis e heroínas, porque somos capazes de nos levantar todos os dias, comunicar com quem nos rodeia, pensarmos, respirarmos e isso faz-nos heróis.
Não necessitamos de ter super poderes, conseguir voar ou trepar paredes, pois o ser humano já é maravilhoso o suficiente e não precisa disso.
O facto de quando temos uma doença ou um problema na nossa vida e se formos capaz de os ultrapassar tornamo-nos heróis e a mente humana é tão desenvolvida que, qualquer dia, todos nós vamos ter poderes como os heróis de ficção e quando esse dia chegar, eu vou la estar para ver que apesar desses poderes as pessoas vao continuar a ter problemas, a ter uma rotina e a ser heróis como sempre foram.
Portanto, para mim, heróis são todos os indivíduos da nossa sociedade.
Mas apesar de tudo se tivesse que escolher um herói, seria o Spiderman, pois foi o herói que mais me marcou na minha infância.
Joana Marques


Um herói pode ser qualquer pessoa. Todos nós temos um herói dentro de nós!
As mães são heroínas por se exporem ao risco do parto; os bombeiros são heróis por nos salvarem, tal como os médicos ou polícias; os pais, amigos, professores, todos são heróis por nos aturarem, não é verdade?
Todos os heróis da banda desenhada, dos filmes foram inspirados em humanos. Todas as qualidades também se encontram dentro de nós; o altruísmo, a coragem, a bravura, a honestidade.
Todas as características dos super-heróis são imprescindíveis para vivermos uma vida feliz, em que ajudar os outros está em primeiro lugar.
Não precisamos de ler para encontrarmos heróis, basta abrir os olhos e o nosso coração.
Às vezes, os heróis são os próprios escritores por nos conseguirem transmitir todas as qualidades e todo o esplendor que um herói pode ter. Por nos transportarem para uma nova e maravilhosa realidade onde tudo é possível.
Não posso dar um exemplo concreto de um herói que tenha lido ou que invente, pois não tenho a capacidade dos escritores!
Os meus heróis são uma qualquer pessoa que me consiga fazer sonhar, viajar para outros mundos. Tem que ajudar os outros e de ser corajoso, claro.
A conclusão é que todos somos heróis de alguma maneira.
 Maria Carolina Matos

segunda-feira, 19 de maio de 2014

O livro da nossa vida

A propósito do romance O Meu Pé de Laranja Lima, uma das atividades propostas no manual (página 76) é a elaboração de um depoimento sobre o livro da "nossa" vida. A proposta foi feita. Publicamos alguns dos textos, tendo havido a possibilidade de fazer o registo por escrito ou oralmente:

Depoimento em áudio:

Vera Lucas (9ºB)

Depoimento escrito:

Na minha vida inteira, como estudante li vários livros, cómicos, romances e muitas vezes de aventura. Não posso dizer que já tenha encontrado o livro da minha vida, pois a leitura é algo que me acompanha desde pequena e decerto que continuarei a ler... Mas posso dizer que aquele que me ensinou mais, aquele que me fez refletir e que mais apreciei (por essas razões) foi “ O velho e o mar”.
Este livro baseia-se na história de um velho pescador que não tinha sorte cada vez que saía para pescar com o seu barco, nunca trazia peixe. Até que uma vez o velho navegou para mais longe… Nessa tremenda aventura lutou imenso para conseguir apanhar um peixe enorme, “o” peixe da sua vida, conseguindo ser bem-sucedido.
A história gira à volta de palavras como: “conquista”, “persistência”, “tentativa”… Daí considerar este conto “o livro da minha vida”, pois a sua moral defende precisamente os meus valores como pessoa livre. Que devemos lutar, persistir para alcançar o que desejamos sem alguma vez desistir, por outro lado, ensina que tomar riscos e não atuar pelo seguro na vida, muitas vezes leva-nos mais longe atingindo os nossos objetivos.
Lara Kwai Silva (9ºB)

Na aula de Português, a professora pediu-nos que escrevêssemos sobre o livro da nossa vida. Apesar de ainda não ter lido muitos livros e de achar que ainda não encontrei o tal livro, vou falar sobre um livro que me marcou bastante.
“Tenho 13 anos e fui vendida”… É um livro escrito pela autora Patricia McCormick. Este livro fala-nos de uma adolescente, a Lakshmi, que quer fazer de tudo para ajudar a sua família necessitada. Um dia, o seu padrasto diz-lhe que lhe arranjou trabalho na Índia como criada, porém, mal ela sabe que foi vendida para prostituição. Ao descobrir onde se encontra, Lakshmi faz de tudo para sair de lá e voltar para a sua família.
Gostei bastante de ler este livro, pois Lakshmi é uma rapariga super simples que, apesar de não viver nas melhores condições, está grata por viver. E ainda quer ir trabalhar para melhorar as condições de vida da sua família. Mas, o que mais me fez gostar deste livro foi a enorme força que a rapariga teve para enfrentar esta fase da sua vida.

Este é um livro que aconselhava totalmente para as pessoas lerem, pois mostra-nos como temos de estar gratos pelo que temos, ensina-nos a não desistir de aquilo que mais queremos e de uma certa maneira mostra-nos que nada é impossível.
Andriana Tepordei (9ºB)

O livro da minha vida
Sempre gostei de romances, até costumo dizer que sou uma romântica. Se um livro não tiver um pouco de romance, não me cativa. É mais que obvio que o livro da minha vida é um romance! Tem como título de “Amor e Chocolate”é de uma autora inglesa chamada Dorothy Koomson e tem quatrocentas e nove páginas.
Desde o inicio que o livro me cativou. Os seus acontecimentos e modos como são relatados são bastante reais para não falar do facto que a autora descreve tão bem o que as personagens estão a sentir que houve alturas em que parecia que eu conseguia sentir o que elas sentiam. É uma história encantadora, atrevida, extrovertida e carinhosa, tudo o que alguém pode crer ler.
Em suma, afirmo com toda a certeza que este livro me marcou, pois sempre que falam em histórias que me tenham chamado a atenção lembro-me dele, não só por me fazer ver a vida de uma maneira diferente mas também porque a personagem principal do livro era parecida comigo em termos de mentalidade.
Carolina Bonifácio (9ºB)

Eu, já li alguns livros. Uns antes e uns depois daquele que mais me marcou e donde pude retirar lições para a minha tão recente viagem pelo caminho da vida. Os livros que li depois nada mudaram na minha preferência.
O livro da minha vida é, e acho que sempre será, A Culpa é das Estrelas. Este livro foi escrito por John Green e em páginas não é grande, sendo de apenas 257 páginas … Mas, no seu conteúdo é rico. John Green conseguiu prender-me de tal maneira no livro que escreveu que eram seguidas as horas que passava a lê-lo.
Este livro fala acerca de dois jovens, Hazel e Angustu,s que irão morrer, pois estão em fase terminal de um cancro. Sim, é um pouco triste, mas durante o pouco tempo que lhes resta decidem juntos ultrapassar todos os obstáculos que poderem surgir e juntos vão experimentar algo que nunca antes conheceram: O verdadeiro amor. Com o tempo eles conhecem-se e juntos vão formando um pequeno infinito de amor, esperança e uma espécie de felicidade.
Eu retiro uma grande lição deste livro. Eu e todos nós devemos, temos que ser felizes. Todos temos problemas, é certo, mas se nos dedicarmos só a eles, então, para quê viver? Se fosse no meu caso, se eu soubesse que um dia muito próximo eu iria morrer, provavelmente ficaria na minha cama á espera de morrer. Mas eles não, então acho que devemos, por vezes, ignorar os nossos problemas. Uns são maiores outros mais pequenos mas desistir nunca … 
Cátia Santos (9ºB)

O livro da minha vida chama-se "A menina Dança?" e é da autoria de Rita Ferro. O livro relata a história de uma mulher chamada Madalena, que era jornalista, muito impulsiva e empenhada, que para fazer uma reportagem sobre uma casa de alterne infiltrou-se lá, trabalhando como prostituta.
 Madalena, sempre fora impulsiva, e isso percebe-se quando ela conta como conheceu o marido. Ela conta que foi a uma festa e quando se vinha embora ele pediu para levá-la a casa. A partir daí as coisas foram desenrolando-se e passado uma semana já viviam juntos.
Considero este o livro da minha vida porque, tal como a personagem principal, eu não olho a meios para atingir os fins. E também porque me ensinou que não devemos mentir às pessoas só para as proteger, porque muitas vezes elas acabam por ficar zangadas connosco.
 Gostei muito do livro, porque tem uma história delicada, que é tratada sem pudores, e com subtileza. Também gostei do facto do livro ser sempre escrito dirigido a Jorge, o marido de Madalena.
Inês Baltazar (9ºB)