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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Proteger a natureza - um apelo


No segundo trabalho de escrita formal dirigido ao 9ºAno (turmas C e D) pedimos que refletissem sobre a necessidade de defesa das florestas e de  todos os espaços verdes que promovam a Natureza. Para isso, os alunos deviam redigir um texto que pudesse ser publicado no jornal escolar.

Partilhamos os trabalhos da Madalena Castro (9ºC), Maria Inês Oliveira (9ºD), Margarida Almeida (9ºC), Margarida Pinheiro (9ºC) e Inês Cordeiro  (9ºC):


Quando olhamos à nossa volta, podemos ver que estamos rodeados pela natureza. Mas afinal o que é a natureza? Parece-me que se pode dizer que a natureza é, de facto, tudo o que está à nossa volta. É os pássaros que cantam alegremente, as árvores (até mesmo aquelas que parecem fracas e a morrer), a fruta e a água que consumimos diariamente as belas flores que gostamos de ver nos nossos jardins. Pelo contrário, o que é contra a natureza é a poluição, a desflorestação e o facto de as pessoas não reciclarem o lixo.

Visto que, atualmente, quase ninguém se preocupa com o ambiente, este está a mudar. E o problema é que não é para melhor! Algumas espécies estão a extinguir-se, os humanos estão cada vez mais com problemas do foro respiratório e os habitats estão a ser destruídos. É mesmo necessário tomar medidas drásticas para que tudo isto pare.

Se tudo se mantiver assim por muito mais tempo, o planeta vai acabar por ficar sem “pulmões”, ou seja, vai ficar sem as florestas que lhe garantem oxigénio e vai acabar por ficar muito pobre em termos de biodiversidade.

Concluindo, é preciso que o Homem comece a mudar os seus hábitos, pois só assim a Terra voltará à sua plenitude.

Numa última palavra: preserve o planeta, porque ele é a sua casa.
Madalena Castro (9ºC)



Quando olhamos à nossa volta, podemos ver que estamos rodeados pela natureza. Mas afinal o que é a natureza? Parece-me que se pode dizer que a natureza é, de facto, tudo o que está à nossa volta. É os pássaros que cantam alegremente, as árvores (até mesmo aquelas que parecem fracas e a morrer), a fruta e a água que consumimos diariamente as belas flores que gostamos de ver nos nossos jardins. Pelo contrário, o que é contra a natureza é a poluição, a desflorestação e o facto de as pessoas não reciclarem o lixo.

Visto que, atualmente, quase ninguém se preocupa com o ambiente, este está a mudar. E o problema é que não é para melhor! Algumas espécies estão a extinguir-se, os humanos estão cada vez mais com problemas do foro respiratório e os habitats estão a ser destruídos. É mesmo necessário tomar medidas drásticas para que tudo isto pare.

Se tudo se mantiver assim por muito mais tempo, o planeta vai acabar por ficar sem “pulmões”, ou seja, vai ficar sem as florestas que lhe garantem oxigénio e vai acabar por ficar muito pobre em termos de biodiversidade.

Concluindo, é preciso que o Homem comece a mudar os seus hábitos, pois só assim a Terra voltará à sua plenitude.

Numa última palavra: preserve o planeta, porque ele é a sua casa.



Hoje em dia, os espaços verdes estão cada vez mais esquecidos, principalmente nas cidades. As pessoas andam muito atarefadas com a sua vida e não têm tempo para valorizar a Natureza (centram-se nos seus interesses pessoais e esquecem-se do mundo à sua volta).

Com o aumento da poluição, as florestas acabam por se tornarem locais pouco cuidados e o ser humano, por vezes, não tem consciência da importância que elas têm na qualidade do ar.

Os espaços verdes, atualmente, são um dos principais fatores de embelezamento das cidades, visto que elas estão cada vez mais sobrecarregadas de edifícios e grandes construções.

Na verdade, estes espaços têm uma importância fundamental na qualidade de vida das populações. Tornam as pessoas mais saudáveis quer a nível físico, quer a nível psicológico, permitindo a todos beneficiarem de uma vida feliz ao ar livre, como por exemplo: andar de bicicleta, correr, passear...

Considerando tudo isto, o que poderá o ser humano fazer?

Certamente terá que mudar de atitude e perceber que os espaços verdes são muito importantes, não só para as cidades, mas também para o mundo!

Maria Inês Oliveira (9ºD)

A proteção das florestas e dos espaços verdes

Certamente que já leram ou ouviram falar muito sobre este assunto, mas acho que nunca é demais voltar a alertar para o comportamento da população para com a Natureza. 
Hoje em dia, existe mais publicidade a apelar para a sua perseveração do que antigamente. Contudo, são poucos os que se importam ou realmente agem.
É frustrante para os que trabalham nesta área, ver todos os seus trabalhos e esforços, simplesmente ignorados…
Nós, população, se gostamos daquelas “maravilhosas” fotografias de cascatas ou montanhas, então, temos de aprender a não esquecer como tratar o que gostamos. Vou dar um exemplo: nós, se gostamos muito de algo ou de alguém, tratamo-lo com carinho e cuidado, e, se gostamos de relaxar e passar as férias em espaços verdes, porque não tratá-los bem também? 
Um simples gesto como apagar bem uma fogueira/cigarro ou não mandar o lixo para o chão, já é um ponto a favor na sua protecção. 
Concluindo, temos de começar a agir e a pensar mais no assunto, não só no momento, mas sempre! Devemos alertar os outros e tentar sensibilizá-los.
O futuro da Natureza depende de nós, e nós dela! 
Margarida Almeida, 9ºC



Amiga Natureza

A natureza é, sem dúvida, a melhor amiga do Homem, pois não conseguiríamos viver sem ela. Contudo, este conceito está a tornar-se cada vez mais ultrapassado, principalmente para nós, jovens!

Deste modo, porque não proteger todos os espaços verdes e florestas que nos rodeiam? Aquele plástico que deitaste fora no jardim, pode ter servido de alimento para um esquilo “fofo” que acabou por morrer. E aquela árvore onde costumavas brincar e esconderes-te da tua mãe quando ela ralhava contigo, teve o azar de ser cortada para fazer o papel que colocaste no lixo sem dar uso… Porque a natureza não é só “mato”, ela também é composta por seres vivos, isto é, uma grande família.

De facto, a natureza tem vindo a perder-se. Por isso, o ser humano tem o direito e o dever de preservar os espaços verdes, evitando determinados comportamentos incorretos, como, por exemplo: deitar lixo para o chão, maltratar animais ou plantas, desperdiçar bens fornecidos pela mãe natureza…

Concluindo, devemos ajudar a natureza, assim como ela nos ajuda. Todos gostamos de dar um passeio pelo parque, sentir o ar puro e apreciar a natureza, melhor dizendo, mesmo sem querermos a natureza fará sempre parte da nossa vida, de nós próprios!
Margarida Pinheiro, 9ºC


Promover a Natureza
É claro que a tua professora de Ciências já te ensinou a importância da Natureza nas nossas vidas. São as plantas que dão origem ao oxigénio que tu consomes! As árvores são também importantes para a construção de móveis, casas e papel. As florestas são o habitat de imensos animais. Sendo assim, deves preservar a mãe Natureza.

Atualmente, as pessoas poluem o ambiente cada vez mais: fazem fogueiras nas florestas, colocam lixo e beatas na relva, as fábricas depositam resíduos industriais em espaços verdes… Já exerceste algum destes atos? Não te preocupes, ainda tens tempo de contribuir para a proteção da Natureza!

Quando fizeres um piquenique com a tua família e amigos ou, simplesmente, quando visitares uma floresta, não permitas que sujem o local onde te encontras. Se tal acontecer, pega no lixo e coloca-o num contentor (no caso de não existir nenhum por perto, guarda-o num saco de plástico e, mais tarde, mete-o num balde do lixo). Existem locais apropriados para fazer fogueiras, portanto, alerta os teus familiares se eles decidirem acender lume num espaço inadequado. Nunca te esqueças que essas fogueiras podem provocar graves incêndios, tal como as beatas que são colocadas em espaços verdes. Deste modo, não deixes que as pessoas fumem nesses lugares.

Quando alguém desrespeitar o ambiente, informa-o da importância da Natureza e da necessidade de preservá-la. Deves proteger o mundo em que vives, deves proteger o ambiente!
Inês Cordeiro, 9ºC


Filmes que marcaram


As propostas de escrita semanais e formais do 9º Ano (turmas C e D), começaram, neste ano, com a sugestão aos alunos de fazerem uma crítica a um filme que tivessem visto que os tivesse marcado de forma positiva ou negativa. 

Deixamos aqui as críticas das alunas Mariana Baptista (9ºD), Madalena Castro (9ºC), Maria Inês Oliveira ( 9ºD), Inês Cordeiro (9ºC) e Margarida Pinheiro (9ºC) e Maria Inês Oliveira ( 9ºD):

É o prevalecer do bem sobre o mal que me entusiasma!


Havia algum tempo que aguardava pela estreia do filme “007-Skyfall”.
Desde sempre, gostei de filmes de ação e espionagem e os filmes do 0007 representam bem essas temáticas. O filme retrata mais uma história do famoso espião inglês conhecido por James Bond, a qual, como sempre, nos deixa “presos" ao ecrã.
Ainda que tenha visionado vários filmes dessa saga, sempre que estreiam, conseguem surpreender-me pela positiva. De facto, neste filme, o protagonista, apesar da sua idade, continua a combater o mal e os vilões. É o prevalecer do bem sobre o mal que me entusiasma! É claro que a investigação e os meios utilizados para a descoberta da verdade também não me são indiferentes.
É do meu agrado este género de filmes porque acho interessante o mundo secreto da espionagem e toda a sua envolvência…
Afinal, quem é que não se identifica com os filmes do 007? Já fizeram parte da geração dos meus avós, dos meus pais e agora da minha.
Neste filme, em particular, para além do enredo, gostei da escolha onde a ação decorreu devido às suas belas paisagens e a adaptação da música.
Em síntese, não hei de perder o próximo capítulo da saga.

P.S.: Recomendo este filme a toda a gente.
Mariana Baptista (9ºD)



Uma das minhas atividades favoritas é ver filmes. No entanto, não gosto de todos os géneros nem de todos os temas que os filmes abordam.

Acho que posso dizer que os meus géneros preferidos são: o suspense, a comédia e as biografias musicais (isto é, filmes que falem sobre pessoas e bandas influentes no mundo da música). E qual será o filme de que eu mais gostei? Pois bem, um dos filmes que me marcou pela positiva foi o “Iron Maiden – Flight 666”. É um documentário que acompanha uma das minhas bandas preferidas, os Iron Maidenn, ao longo dos 45 dias que andaram a viajar pelo mundo, dando concertos em mais de 20 cidades. A meu ver, qualquer fã fica completamente deliciado ao ver como é a vida dos elementos da banda fora dos concertos!

É claro que o filmes não mostra o dia a dia completo da banda, mas dá bem para ter uma ideia, o facto que me levou a escolher este filme como o melhor foi a existência de um “realismo” que não é habitual, ou seja, toda a banda fala de como eram e de como continuam a ser, mesmo já sendo famosos.

Quase tudo o que eu queria saber sobre os Iron Maiden está neste filme, o que foi outro factor decisivo na minha escolha.
Madalena Castro (9ºC)


O filme que eu mais gostei de ver chama-se “Nanny Macphee e o Toque de Magia”.

Retrata a história de uma jovem mãe que tenta desesperadamente gerir a sua quinta familiar, enquanto o seu marido está longe na guerra.

Então Nanny McPhee chega e descobre que os filhos de Mrs. Green travam uma guerra contra dois primos mimados vindos da cidade, que se mudaram para a quinta. Para resolver este problema, ela usa a sua magia e ensina às crianças cinco novas lições. Assim, elas aprendem a lidar com as diferenças e acabam por se tornarem amigas, construindo uma vida mais feliz. 

Mas porque é que este filme me marcou tanto?

Este filme marcou-me por ser muito divertido e por demonstrar que apesar de sermos ricos, também podemos ser humildes (afinal o dinheiro não é tudo). 

Atualmente esta situação já não acontece tanto, mas antigamente, enquanto os maridos iam para a guerra, muitas mulheres ficavam sozinhas a tratar da casa e dos filhos.

Na minha opinião, este filme é muito interessante, pois para além de ter uma história muito rica, tem paisagens fantásticas, mostrando a vida simples do campo e a relação saudável com os animais. 

Por fim, podemos concluir que a união faz a força. Se os primos da cidade não se tivessem juntado com os primos do campo, não conseguiriam superar os obstáculos e resolver os problemas que no fundo... eram de todos!
Maria Inês Oliveira, 9ºD


Os Jogos da Fome
Há dois meses atrás, vi um filme espantoso: “Os Jogos da Fome”. Uma nação do futuro governa doze Distritos. Todos os anos, cada Distrito tem de escolher um rapaz e uma rapariga adolescentes (os tributos) para entrar nos Jogos da Fome. Esses jogos consistiam num espetáculo em que apenas um tributo poderia chegar ao fim com vida, isto é, os adolescentes deveriam combater uns com os outros até à morte.

As personagens, o seu vestuário e as paisagens do filme eram invulgares, o que fez despertar a minha atenção.

No Distrito 12, os tributos eram escolhidos à sorte. A pequena e frágil Primrose foi a rapariga selecionada. Pela sua salvação, ela tinha uma irmã inteligente e forte que se ofereceu para participar nos Jogos da Fome, a Katniss – a personagem principal. Este foi um verdadeiro ato de coragem e de amor que me surpreendeu imenso.

Neste filme, encontrei muitas parecenças com a sociedade de hoje em dia. Durante os Jogos da Fome, formaram-se vários grupos em que a grande maioria queria ser melhor do que os restantes. Além disso, os participantes desses grupos eram falsos uns com os outros. Todos eles tinham o objetivo de retirar os restantes tributos do jogo, excluindo primeiro os seus inimigos e, seguidamente, os seus aliados.

“Os Jogos da Fome” foi um dos melhores filmes que já vi e é evidente que irei ler o seu livro!
Inês Cordeiro, 9ºC


Um filme marcante 
Até hoje, de todos os filmes que já vi, o que mais me marcou positivamente foi “A Órfã”. Vi este filme porque várias pessoas mo recomendaram e, segundo o que diziam, a sua história parecia bastante interessante. Na altura, também optei por este filme, pois procurava algo diferente dos habituais contos de fadas… Em primeiro lugar, gostei imenso d’A Órfã” devido à mensagem que me transmitiu: as aparências iludem, melhor dizendo, as pessoas nem sempre são o que parecem! Digo isto devido ao facto da personagem principal do filme, a Esther, uma menina que aparenta ser muito adorável e que é adotada, manipular todos os membros da sua família, chegando mesmo a matar. Contudo, Esther esconde vários segredos, por exemplo: ela tem uma doença que a faz parecer mais nova, mas, na verdade, tem 33 anos e só está em interessada em conquistar o seu pai adotivo, como já tentou fazer em muitas outras famílias.

Além disso, o filme marcou-me porque me mostrou que as pessoas podem sempre ter segundas oportunidades, mas porquê? Segundo o que percebi, porque todos passamos por momentos menos bons. Ficamos meio sem rumo. Fazemos verdadeiros disparates, como no filme, a “mãe” de Esther perdeu uma filha, então ficava sempre a beber álcool. Porém, temos oportunidade de nos corrigimos (ou pelo menos tentar). Para terminar, acho que nunca me vou esquecer deste filme que para mim é especial por ser diferente de todos os outros.
Margarida Pinheiro, 9ºC

Despertado pelos primeiros raios de Sol...

Na segunda proposta de escrita formal, feita ao 8ºB, pedia-se que, a partir de uma frase retirada do conto  Sexta-Feira ou a Vida Selvagem, de Michel Tournier...., os alunos construíssem uma história, desenvolvendo-a segundo a sua imaginação.

Acho que vale a pena partilhar os trabalhos da Carolina Bonifácio e Andriana Terpodei.

A frase a partir da qual tinha que construir era história era: “Despertado pelos primeiros raios de Sol nascente, Robinson voltou a descer para a praia de onde partira na véspera.”




(...)Na verdade estava com esperança que viesse alguém para o ajudar, pois encontrava-se preso numa ilha. Sentado na areia a ouvir o som das ondas a bater contra os grandes rochedos, avistou um barco com marinheiros. Sentiu uma forte adrenalina e um monte de emoções. Naturalmente que seria difícil de o verem, pois estavam longe. Pensou para si mesmo: - Será que grite ou não vale a pena? 
Passaram uns minutos e Robinson relembrou a sua chegada à praia. Há anos atrás, tinha decidido fazer uma viagem com a sua família para descobrir um pouco do mundo. A viagem acabou por correr mal, pois ele perderao controlo do barco devido à tempestade. A mulher e os dois filhos acabaram por morrer afogados… Robinson com a sua resistência e coragem conseguiu nadar até à ilha e acabou por sobreviver.
Começou a gritar: Socorro! Socorro! Preciso de ajuda! Com esperança de ser avistado, começou a gritar ainda mais alto, mas teve azar. O barco continuou a sua viagem sem parar. Desta forma, Robinson percebeu que teria de continuar a sua vida como tinha sido até àquele dia.
Andriana Terpodei, 8ºB


                                                                                                                            

A Promessa cumprida
 
 (...) Olhava para o mar. Estava triste, era o último dia que iria passar naquela terra. “As férias perfeitas não duram para sempre, não é?” – pensava. Mas não era abandonar o hotel de 5 estrelas ou deixar de ter alguém que lhe desse o pequeno-almoço na cama que fazia com que ele ficasse triste e desanimado por ter de voltar a casa, na verdade, até estava a ficar um pouco farto de ter toda a gente a fazer-lhe tudo.
O que o deixava triste era saber que, provavelmente, nunca mais ia ver aquele lindo sorriso, ouvir aquela voz, penetrar aqueles olhos verdes ou afastar os lindos cabelos daquele rosto.
Leonor era o seu nome, uma encantadora rapariga que morava naquela terra. Haviam-se conhecido há um mês atrás, quando Robinson chegara à Califórnia para ter as melhores férias da sua vida, como dizia o seu pai. Agora, Robinson compreendeu que ele tinha toda a razão, estas eram, definitivamente, as melhores férias da sua vida…
Sentiu alguém a tocar-lhe nas costas. Era ela.
- Leonor, eu…
- Não digas nada, apenas promete que não me vais esquecer – disse Leonor, suavemente.
- Eu prometo.
Não houve tempo para dizer mais nada, Leonor deu-lhe um beijo apaixonado e partiu com olhos cheios de lágrimas.
Os anos passaram, mas a promessa foi cumprida, pois neste eles estão lado a lado numa igreja a começar o primeiro dia do resto das suas vidas.
Carolina Bonifácio, 8ºB

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O regresso às aulas



E já começou o ano e já começaram as propostas de escrita e já começaram a aparecer trabalhos que sentimos ser "preciso", quase obrigatório, partilhar. 
Na primeira proposta feita à turma do 8º Ano (8ºB), pedimos aos alunos que refletissem sobre o início do ano letivo. Queríamos saber das emoções, sensações desse retornar à escola, uma vez mais.
Depois de lidos e avaliados, achámos que os textos da Inês, Joana e Carolina tinham, também de ser lidos por todos. Elas concordaram. 
Ei-los:

Antes das aulas começaram, eu achava que este ano iria ser um pouco mais difícil do que os outros anos, porque iria ter os exames intermédios! A não ser isso, pensava que iria ser igual aos outros.
No meu primeiro dia de aulas, tal como nos outros anos, senti-me feliz pelas aulas começarem e poder rever amigos que não via há algum tempo, por outro lado também estava ansiosa e nervosa porque não sabia quem mais iria encontrar!
No início da escola estava ainda um pouco preocupada com as aulas: Como é que iria ser? Iria ser muito difícil? O que é que iria aprender e quais seriam os professores? 
É claro que nos dias seguintes também me senti assim. Apesar disso, á medida que ia conhecendo os meus colegas (que pareciam bastante simpáticos) e professores, ia--me sentindo menos nervosa e mais descontraída. Normalmente sou bastante extrovertida, mas quando não conheço as pessoas sou mais tímida…
Depois destes primeiros dias, comecei a habituar-me aos professores novos, meus aos colegas e ao horário. 

Inês Dinis Almeida, 8ºB

Trin…! Já começo a ouvir o despertador logo às 07:20h da manhã, isso significa, que a escola começou! – pensei eu.
De seguida, vestir, tomar o pequeno-almoço, lavar os dentes e mal entro no carro as borboletas na barriga começam a aparecer, a ansiedade, o nervosismo, vem tudo ao mesmo tempo.
Em anos anteriores, revelei mais ansiedade, porque mal vejo o professor novo a entrar na sala de aula, começo logo a ficar em pânico a não saber o que fazer. Mas este ano não fiz tal, controlei-me e até acho que deu um bom resultado, pelo menos não entrei em pânico.
Desde que me lembro, o caminho de casa-escola no primeiro dia de aulas é sempre a pensar:
Como serão os colegas novos? Os professores novos serão bonzinhos? E será que este ano vai correr bem, sendo a turma enorme?
A pensar, a pensar, quando olhei pela janela do carro, já estou ao pé da escola e aí sim é que os nervos surgiram à flor da pele!
Quando entrei na escola, vi logo alguns amigos e ao cumprimentá-los senti-me mais descontraída e confiante com a presença deles, dizendo a verdade, eles acalmaram-me.
Com o decorrer do dia os nervos e a ansiedade desapareceram e fiquei logo mais entusiasmada com o início do ano letivo.
Numa palavra, até acho que o primeiro dia deste ano letivo foi bastante agradável e adorei o cheirinho a livros novos.
Joana Marques, 8ºB

O texto da Carolina Bonifácio (8ºB) foi enviado para o DiNotícias e foi publicado na 1ª Edição de 2012/13.

sábado, 1 de setembro de 2012

O poder do amor


No último teste escrito do 8º Ano, foi feita  seguinte proposta de escrita:

 O texto A refere um mito sobre o amor e aquilo que somos capazes de fazer por ele.
 Escreva um texto narrativo imaginando uma situação que demonstre o poder do amor. Na sua narrativa, deve localizar a ação no espaço e no tempo e descrever as personagens.

A Damiana contou-nos esta história:

Catarina tinha acabado o décimo segundo ano e estava prestes a ir para uma Universidade na América tirar o curso que sempre quisera: Direito. Desde pequena que sempre quisera viver fora do seu país e o seu objetivo era mesmo conseguir ter uma boa vida longe da sua terra Natal.
Pedro, um rapaz corajoso e inteligente, seguiria um curso de engenharia na capital. Estava tudo programado, a universidade, a casa que iria habitar durante aqueles três ou quatro anos, até já tinha falado com os pais para se mudar definitivamente. 
Catarina e Pedro eram namorados e a hora do pesadelo estava a chegar. Os três anos de secundária já se tinham passado, os testes e exames estavam feitos, agora só faltava esperar pelos resultados e ter a certeza que teriam lugar na próxima etapa onde queriam e como queriam. 
Passado uma semana de ansiedade da parte de todos, finalmente, saíram as notas e tanto o Pedro como a Catarina tinham entrado onde queriam, o Pedro em Lisboa como já estava programado e a Catarina na américa como sempre sonhou. 
Eram três anos de namoro, três anos de muito amor e paixão, três anos de experiências nunca vividas e inesquecíveis, e agora? O que aconteceria daqui para a frente? 
Catarina esteve uma semana fora, foi visitar a Universidade, aproveitou para ver apartamentos para alugar… Pedro percebeu que não conseguia viver sem ela, só aquela semana parecia ter sido dois anos. 
Falaram, ainda colocaram a hipótese de Catarina ficar em Portugal, mas Pedro sabia que aquele era o sonho da mulher da sua vida e por isso falou com a família e resolveu ir com ela. 
Foram os dois e, passados cinco anos, estão a estagiar tanto um como o outro, com os cursos quase no final e, principalmente, estão felizes.
Assim se vê o poder do amor e o que certas pessoas fazem por este sentimento tão bonito e especial.
Damiana Mateus, 8ºA

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A importância do sonho na construção da sociedade


Na nona e última proposta de escrita semanal do 7º Ano (turmas A e B), pedimos que os alunos refletissem sobre a importância do sonho na construção de uma nova sociedade. A reflexão partiu da leitura dos seguintes versos de António Gedeão: “ Eles não sabem, nem sonham, / que o sonho comanda a vida. / Que sempre que um homem sonha / o mundo pula e avança / como bola colorida / entre as mãos de uma criança.” – 


Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Se eu tivesse que construir uma nova sociedade, o sonho seria importante porque, se uma pessoa não sonha, na minha opinião, não tem ambições.
Melhor dizendo, uma pessoa que tem um sonho vai lutar dia e noite para que ele se torne realidade, dando o melhor de si e é isso que vai fazer a diferença.
As pessoas que não sonham não têm objetivos de vida, logo, contentam-se com pouco, por isso, deixam-se estar no sofá a ver uma série qualquer que esteja a dar na televisão, em vez de lutarem por um sonho, que tornado realidade pode mudar muita coisa.
Muitas pessoas sonham, mas, o que distingue as pessoas que sonham são as que não desistem á primeira dificuldade e fazem com que os seus sonhos se realizem e as que veem a vida passar e não se esforçam para conseguir realizá-los e depois quando são mais velhas dizem que já é tarde para o fazer!
É obvio que na caminhada para a realização de um sonho, há sempre “altos e baixos”, mas, apesar disso, não devemos baixar os braços.
Independentemente do que os outros acham ou dizem da idade… Não devemos deixar o nosso sonho fugir, pois em muitos casos ele é a nossa razão de viver.
 Carolina Bonifácio, 7ºB

Como se adapta um imigrante em Portugal


Na última proposta de escrita semanal do 8º Ano (turmas A e B), pedi-se aos alunos que expusessem a sua opinião sobre a adaptação e condições de vida encontradas pelos imigrantes estrangeiros (africanos, brasileiros, ucranianos e outros) em Portugal.

Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Imigrantes estrangeiros em Portugal...
Existem muitos imigrantes em Portugal... mas porquê?
A maior parte deles vem para cá á procura de melhores condições de vida, como por exemplo: mais emprego, ordenados maiores, ou até para fugir a guerras.
Alguns dos imigrantes não se adaptam muito bem, pois em Portugal existe alguma xenofobia e racismo, que os impede de arranjar emprego e casa. Isto acontece, principalmente quando alguns destes imigrantes se organizam de forma a aumentar situações de insegurança para o país, tal como roubo e outros crimes.
Atualmente muitas pessoas procuram Portugal para viver, talvez porque é um país onde não há guerras, há alguma liberdade e tem uma boa gastronomia.
Em Portugal, é mais frequente a chegada de povos do Leste, chineses e brasileiros, embora também possam vir imigrantes de outros países.         
Muitos deles mudam de país sozinhos, arranjam emprego, tornam-se legais e, só passado algum tempo, chamam a família para se juntar a eles.
Na minha opinião, é importante que as pessoas tenham boas condições de vida, para conseguirem viver felizes e oferecer aos filhos estabilidade e educação.
Em conclusão, as pessoas devem lutar pelos seus objetivos, para conseguirem ter uma boa qualidade de vida!
Maria Inês Oliveira, 8ºA


Bom, na minha escola, há mesmo um grande número de alunos que está lá mas não vai às aulas. Muitas pessoas perguntam-se porquê…E porque será? Sinceramente nem eu sei. Bem se calhar se estivesse na pele deles sabia mas como não é o caso… Enfim
         Ir à escola, por vezes, até dá prazer porque podemos estar com os nossos amigos mais próximos, conversamos, rimos… Se calhar é por isso que alguns aparecem, mas nem se atrevem a ir às aulas. Já estiveram na minha turma vários alunos desses. Na realidade, uns só vinham para não ter falta, outros apareciam apenas com o corpo mas a cabeça deixavam-na no intervalo e uns até vinham só para gozar e ter prazer.  Qual será a dificuldade de estar com atenção!? Será que pensam no seu futuro…?  evidentemente que não).  Apesar disso, há uns alunos que não podem vir mesmo porque se calhar têm problemas com a família ou sei lá… Bom, na minha opinião esses alunos deviam ser prejudicados, claro que não estou a falar daqueles com problemas mas sim daqueles problemáticos. Deviam pensar mais no seu futuro porque é ele que interessa e é ele que lhes vão dar uma vida e uma família.
         Hoje em dia, tudo mudou. As pessoas mudaram, os tempos mudaram e também a educação mudou. A coisa mais importante na vida de uma criança.
Elena Tepordei, 8ºA


Muitos estrangeiros vêm para Portugal, assim como muitos portugueses vão para outros países!
Portugal é um país belo. Apesar de ser pequeno, tem muita natureza, sítios magníficos, desconhecidos
Mas nada nem ninguém é perfeito, e o fraco de Portugal, neste momento, é o desemprego e a má qualidade de vida.
Todos os dias, chegam estrangeiros a Portugal, para verem se conseguem melhorar as suas condições de vida, mas muitos deles não têm essa sorte.
Por exemplo, uma pessoa que venha do Iraque ou do Afeganistão para Portugal, fugir das guerras que lá existem, raramente consegue arranjar trabalho. Pois nunca trabalharam, não tem experiência, entre muitas outras coisas.
Não conseguindo arranjar trabalho, não conseguem voltar para os seus países, pois não têm dinheiro, acabando por ficar na rua a viver, ou se conseguirem arranjar uma casa, terão dificuldades em comprar comida e roupa.
Felizmente, há estrangeiros que conseguem ótimos trabalhos, ganhando muito mais dinheiro do que nos seus países e tendo uma vida melhor.
Será que nos próximos tempos tudo isto irá mudar? Deixará de haver pobreza, desemprego e mortes por motivos desnecessários?
Espero que sim, porque se não formos nós a mudarmos, não serão as coisas que se mudarão sozinhas!...

Afonso Marques, 8ºB

domingo, 6 de maio de 2012

"Ir à escola" vs "Estar, de facto, na escola"

Na 8ª proposta de escrita semana do 8º Ano (turmas A e B) pedi-se aos alunos que distinguissem entre "ir à escola" e "estar, de facto, na escola".

Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Ir à Escola... Estar na Escola!
Existem muitos alunos que estão na escola, mas não vão às aulas.
Certamente, não estão interessados em aprender, mas provavelmente são obrigados pelos pais a cumprir este dever. Assim, frequentam apenas o espaço escolar como forma de convívio.
Ir à escola é diferente de estar na escola... Mas porquê? 
Porque, os alunos podem ir à escola, mas não estar nas aulas ou estar presentes em ambos os sítios.
Atualmente, os alunos faltam mais às aulas do que antigamente. Existem outros meios de entretenimento, como, por exemplo, a televisão, o computador, os videojogos ou más companhias, que os desviam muitas vezes para caminhos menos corretos.
Na minha opinião, estes alunos devem ser conduzidos para o caminho da aprendizagem e da educação, através de conversas com os professores/ pais e palestras que falem deste assunto.
É importante que estes alunos percebam a importância dos estudos e que quanto mais avançarem na escola, mais oportunidades têm de um dia terem um emprego de que gostem. Do outro lado existem os alunos que vão sempre às aulas e que estão interessados em tirar um curso. Estes alunos não precisam de ser conduzidos, pois de certeza que tiveram outra preparação e educação da parte dos pais, para se sentirem mais motivados e darem uma melhor orientação à sua vida.
Em conclusão: os alunos são aquilo que quiserem fazer de si próprios, logo, devem ser ensinados a escolher bem os seus caminhos, através de boas influências!    

Maria Inês Oliveira, 8ºA

Existe uma grande diferença entre “ir à escola” e “estar na escola”.
Para mim, “ir á escola” é conseguir aprender, ir às aulas, ser responsável e tomar a escola como uma ajuda na vida, pois eu acho que a escola não é só um edifício é um centro de aprendizagem para todos nós.
As pessoas que “estão na escola”, estão só num edifício chamado escola, aliás o seu verdadeiro significado não lhes diz nada, pois não vão às aulas. Para perceber por que razão há alunos que faltam às aulas, decidi investigar. Então, fiz perguntas a alguns alunos, mas não consegui grande informação, pois todos diziam praticamente o mesmo.
-“Eu só não vou às aulas porque é uma grande seca, tenho coisas mais interessantes para fazer…”.
Tentei perguntar se os seus encarregados de educação sabiam, mas só diziam “ Para de me chatear!“, e fugiam. Mas, certamente que os seus pais não sabiam de nada.
Concluindo, e sinceramente, não compreendo porque existem tantos alunos que só “estão na escola” quando deviam “ ir á escola”...
Mariana Nunes, 8ºB


Ir à Escola
Não percebo o que certos alunos fazem na escola. Certamente que não pensam no seu futuro. O que eu sei é que algumas pessoas vão à escola mas não vão às aulas e, quando vão, só sabem perturbar o funcionamento das mesmas. Na minha opinião, elas devem gostar imenso da escola! Fazem de tudo para chumbar e, assim, passam lá imenso tempo!
Tendo em conta que, na maioria dos casos, os pais não ajudam na educação dos filhos, até é compreensível a forma como eles agem. Os seus amigos também não contribuem para o bom aproveitamento escolar desses alunos. O problema é que nem eles percebem que as suas companhias não são as melhores. Quando são abordados sobre este assunto, eles dizem: “Quais más influências?!”.
É claro que também existem aqueles alunos que se esforçam para obter os melhores resultados possíveis nos seus trabalhos. Essas pessoas estão, de facto, na escola e dão valor ao seu futuro. Tal como os outros, podem ser influenciados pela família e pelos amigos, mas, neste caso, são influenciados de uma forma positiva.
Costumo pensar como seria a minha vida se eu fosse à escola só passear os livros… Nem consigo imaginar!
Porém, tal como a minha mãe diz, “não podemos ser todos doutores”.
Inês Cordeiro, 8ºB




A escola e os afetos

A 8ª proposta de escrita semanal do 7º ano (turmas A e B) parte de um diálogo entre dois amigos que falam sobre o que sentem em relação às respetivas  escolas. Um diz que a escola é ótima pelo convívio entre os jovens e a excelente localização e o outro afirma que a sua escola tem um ambiente fora de série.

Assim, na proposta, pedia-se que cada aluno apresentasse a visão pessoal da sua escola, mostrando como é que a afetividade se projeta nos espaços, no ambiente humano e nas atividades.

Eis alguns dos textos:


A minha escola

A minha escola não é propriamente a melhor do país, pois todos sabemos que lhe faltam algumas condições. Ainda assim, eu gosto muito desta escola.
Mesmo com todas as dificuldades, eu acho que os professores têm sempre dado o seu melhor (embora os alunos nem sempre facilitem...).
Acho que todos os membros da comunidade educativa (alunos, professores, auxiliares…) trabalham em conjunto, tentando sempre resolver qualquer problema que surja, ajudando-se uns aos outros chegando mesmo a criar laços afetivos.
O ambiente é outra coisa que eu adoro na minha escola. É como se todas as pessoas se conhecessem, como se fôssemos uma grande família!
É através da escola que somos preparados para a vida, com a ajuda dos professores desenvolvemos as nossas capacidades que iremos aplicar depois de terminarmos os nossos estudos.
Contudo, existem alunos que muitas das vezes ou por não terem capacidades ou por falta de interesse não atingem os objetivos esperados.
Em suma, eu creio que na minha escola existem muitas oportunidades e que todos nós podemos ou devemos agarrá-las.
                                                                      Carlota Pina, 7ºA



A minha escola

Para confessar, eu gosto da minha escola! Tem coisas boas e coisas menos boas.
Vou começar pelas coisas menos boas. Acho que só encontro uma coisa: as condições físicas. Por exemplo: nas casas de banho, não há papel higiénico nem papel para as mãos. As salas de aula estão todas com pó (aliás, eu no outro dia não parava de espirrar por causa do pó...). Eu sei que atualmente estamos em crise, mas não colocarem nem que seja só o papel para as mãos? Não limparem as salas? É um exagero. 
Coisas boas encontro muitas, assim como o ambiente escola, o convívio entre alunos, professores e funcionários, a disponibilidade de uma biblioteca onde podemos requisitar livros (assim os alunos que não têm disponibilidade de comprar livros, requisitam), …
Em resumo, a minha escola é “fixe”.
Beatriz Ferreira 7ºB


A minha escola
A minha escola tem mais de trinta anos, resumidamente é velha, tem cortinas velhas, mesas velhas, cadeiras velhas e as paredes interiores nem são feitas em cimento. Mas, na verdade, eu gosto da minha escola assim. Até acho que ela nem está mal de todo, pois temos computadores novos, projetores, biblioteca, refeitório… que muitas outras escolas não têm.

Para dizer a verdade, por vezes, comparo a minha escola com a de amigos de outras escolas e chego sempre à conclusão que´, em termos físicos, a escola deles é melhor que a minha, mas, em termos de fraternidade, amizade, atividades, compreensão da parte de funcionários e professores, a minha escola é muito melhor que a deles!

Não é o aspeto físico que faz com que a minha escola seja especial para mim, mas sim as pessoas que a constituem e que fazem com que a ela não passe despercebida, como os professores que fazem blogs para colocar informações que nos podem ser muito úteis.

A minha escola até é reconhecida no estrangeiro com o Progeto Comenius. Acho que não posso pedir mais do que uma escola como esta nos tempos de hoje.

Carolina Bonifácio, 7ºB

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Um dia de anos com imprevistos

Na sétima proposta de escrita do 8º Ano (turmas A e B), propunha-se que os alunos desenvolvessem a seguinte ideia:
No dia do seu aniversário, foi celebrar essa data com uns amigos, num restaurante aonde nunca tinha ido. Mas não gostou. Houve imprevistos…

Aqui ficam alguns textos:



No meu dia de Aniversário, convidei os meus amigos e fomos todos almoçar juntos a um restaurante.
Encontrámo-nos na minha casa e partimos com calma, pois já tínhamos uma mesa reservada.
Quando lá chegámos, perguntámos ao empregado qual era a nossa mesa, mas ele disse que não tinha nenhuma mesa reservada para nós.
Nós ficámos um pouco admirados, mas como o restaurante não estava muito cheio, pudemos almoçar lá na mesma, embora um pouco apertados.
Pedimos as entradas, que não estavam nada de especial e de seguida as sopas.
Assim continuaram os problemas...
Logo que o empregado as veio servir, reparámos que trazia uma mosca dentro do recipiente, o que nos deixou bastante chateados e nos fez recusá-la.
Com esta situação acabámos por pedir o segundo prato, sem comermos a sopa.
Com medo que houvesse mais algum imprevisto, pedimos uma comida simples (Bifinhos com cogumelos).
O empregado trouxe-nos a refeição, que até estava muito bem apresentada, mas quando começámos a comer, reparámos que a comida estava mal cozinhada e muito salgada. Foi bastante desagradável!
Para nós foi a gota de água e não hesitámos em pedir o livro de reclamações, onde escrevemos tudo o que se passou.
Eu até me perguntei a mim própria:
- Será que o dia pode piorar?
Acabámos por comer apenas as entradas e viemos embora.
Em conclusão, foi bom ter passado o dia com os meus amigos, mas sem recordar aquele restaurante. 
Maria Inês Oliveira, 8ºA


Dia para Esquecer
Vesti o meu comprido vestido branco e, dentro de pouco tempo, os meus amigos chegaram. Era o meu aniversário!
Quando entrámos no “No Ponto” fiquei completamente boquiaberta, pois nunca lá tinha ido. Tinha um ar chique e agradável. Certamente este jantar ia ser incrível!
-O que é que querem comer? – perguntou, arrogantemente, um dos empregados.
Rapidamente, decidimos o que queríamos.
-Esperem que eu já vos trago a comida!
Bem, que bela forma de tratar os clientes! Entretanto, ele entregou-nos a refeição. Quando ele estava a pousar o vinho na mesa, tombou a garrafa e entornou-o todo em cima do meu vestido!
O empregado nem pediu desculpa. Apesar disso, mantive a minha postura.
Estava eu a saborear o meu prato de bacalhau à lagareiro quando me engasguei: era uma espinha. Logo a seguir, estava a mastigar um quadradinho de cenoura, quando senti algo a tentar sair da minha boca: era uma mosca. «Estou para ver o que me acontecerá a seguir…», pensei eu.
Lá acabámos o jantar e, enquanto me estava a levantar, colocaram um bolo de aniversário na mesa, e cantaram-me os parabéns, mas o que era aquilo? “19 anos” escrito no bolo? Eu fazia 18!
Quando vi a fatura do jantar, ia caindo para o lado. 51 euros por pessoa!!? Bem, de qualquer modo, tinha de pagar.
Como se não bastasse, quando estava a sair do restaurante, escorreguei numa casca de banana.
Este foi mesmo um dia para esquecer!

Inês Cordeiro, 8ºB



sexta-feira, 27 de abril de 2012

A importância da família na adolescência

Na sétima proposta de escrita do 7º Ano (turmas A e B), propunha-se que os alunos refletissem sobre a importância da família na adolescência.

Eis alguns dos trabalhos:


A importância da família na adolescência
Não é possível escolhermos a nossa família. Uma pessoa nasce dentro de uma família, não escolhe nem o pai, nem a mão nem os restantes membros, ao contrário daquilo que fazemos com os nossos amigos. No entanto, a família pode ser a nossa melhor amiga, embora a consideremos muitas vezes aborrecida!

A minha família é bastante grande e é como um centro de apoio para mim. Estão ao meu lado nos bons e nos maus momentos. Quer seja para aplaudir ou para “me puxar as orelhas”. Por vezes, é muito difícil juntarmo-nos todos, porém, quando isso acontece, é uma grande alegria!
Porquê desprezar a nossa família, se ela é um bem essencial na nossa vida?!
Beatriz Malaquias, 7ºB


A importância da família

A família é um conjunto de pessoas ligadas por laços afetivos que vêm de um tronco comum. Ainda hoje existem famílias bem estruturadas; onde vulgarmente a educação, os hábitos, as tradições e os costumes são mantidos de geração em geração. Os pais amam os filhos e são capazes de fazer tudo por eles e os filhos respeitam os pais e procuram, na sua companhia, ajuda e conselhos para a orientação da sua vida. Mas, infelizmente, na atualidade, grande parte dos membros da família deixam de lado estes bons costumes. Os pais absorvidos pelo trabalho não dão a atenção necessária aos filhos, quase não se conhecem, ignorando completamente o que os filhos fazem na sua ausência, quando acompanham os seus amigos que muitas vezes não são as melhores influências. Os filhos deixam de respeitar os pais e não dividem com estes as suas frustrações e dificuldades escolhendo mal quem os acompanha e não dando conhecimento aos pais do que andam a fazer. Embora se diga que se deve dar liberdade aos filhos para eles serem independentes, é preciso que os pais estejam permanentemente atentos ao modo como agem e como se comportam.
Se pais e filhos se respeitassem e ajudassem, o mundo seria, certamente, melhor.
Não acham!?   

Carlota Pina, 7ºA


Na minha opinião, a família deve ser, embora às vezes não o seja, a principal responsável pela formação e desenvolvimento da personalidade dos jovens.
Atualmente, os jovens não dão muita importância à família mas a família é muito importante porque: educa dá carinho e amor.
A família também é importante para ajudar a tomar decisões no dia a dia dos jovens.
A família ajuda a tornar os jovens responsáveis; bem-educados e respeitadores.
Por outro lado, temos as famílias disfuncionais!
Aquelas que, na verdade, não se interessam por orientar. Eu, para dizer a verdade, tenho orgulho nos valores que a minha família me transmite.
Em suma, sou o que sou devido à minha família.
Débora Filipe, 7ºA



A família na adolescência
Na minha opinião, a fase da vida mais difícil de ultrapassar, por vezes engraçada é a adolescência, caracterizo por uma única palavra “turbulenta” … E muitas vezes na altura da adolescência por caracterizar desta maneira, acho que é muito importante ter um porto seguro, este é, a família. Pois muitas mudanças ocorrem nesta etapa da vida, ou até situações constrangedoras!
Todos os elementos da família são importantes para esta fase. Os pais ensinam-nos dão-nos carinho… Os irmãos ou primos próximos falam na “nossa linguagem” e quando escrevo esta expressão refiro-me à maneira de pensar. Os avós são excelentes para nos mimar muito, quando estamos tristes e algo nos atormenta. Isto sim, é uma família que nos apoia e ajuda quando é preciso e que nos corrige quando fazemos algo mal.
Sempre me perguntei << porque é que existem casos de pessoas em que a adolescência serviu para se “auto-destruírem”?>> Nesta altura da minha vida tenho vindo a construir a resposta e essa diz que talvez se tornem  pessoas desequilibradas porque a família não lhes dá apoio. A gravidez na adolescência tem vindo a aumentar, cada vez mais novos começam a fumar, beber, tomar drogas aqueles que têm pouca autoestima porque são agredidos… Estas situações afetam no desempenho escolar. Infelizmente, existem estes casos, e estão a aumentar! Por estas razoes para mim é muito importante a família estar presente na adolescência.
Lara Kwai, 7ºB


A família para a vida de uma adolescente

O que eu vou dizer é só o que eu acho que é para mim. Cada adolescente tem um estado de espírito diferente, um caminho diferente a percorre e uma opinião diferente.
Para mim, a família é muito importante.
Ajuda-nos a ultrapassar os momentos de dificuldade e, nos momentos de alegria, a família também esta lá.
Mas, também, neste caso, não é assim, agora só tenho a minha mãe, avó, irmão e sobrinha. Perdi o meu pai em Agosto de 2010. E parece que foi há pouco tempo… Antes, quando ele era vivo, eu não lhe dava muito valor, mas agora estou a pagar por isso, também não dava valor a minha mãe e estou a dar-lhe mais valor a ela, acho que devo ter medo de a perder e ficar sozinha. Mas tenho o meu irmão, sobrinha, cunhada e avó, mas não é a mesma coisa que os nossos pais.
Então, acho que só as adolescentes que passaram por momentos difíceis e complicados é que conseguem e dão valor à família que têm!
Acho que só os pais é que conseguem dar-nos: Carinho, amor, amizade e ajuda.
Todas as adolescentes deviam dar valor à família que têm. Não se pode escolher a família que se quer, mas podemos criar a nossa própria família quando formos mais velhos e tivermos idade para a tal.
Soraia dos Santos, 7ºB

A importância da família na Adolescência 

     A adolescência é uma fase da vida muito importante. É um período caracterizado por alterações físicas, mentais e sociais. 
     Na verdade, acho que a adolescência é, resumidamente, a fase do desenvolvimento humano, em que passamos de crianças a adolescentes.
     A família é, definitivamente, a principal “ferramenta” na adolescência.
     Os pais, muitas vezes, mostram-se atrapalhados com o que acontece aos seus filhos nesta fase, pelas companhias, pelas drogas, pelos impulsos e, principalmente, pelos comportamentos sexuais (que muitas vezes originam gravidez indesejada na adolescência) …
      Alguém que está a passar pela adolescência precisa de ter, pelo menos, uma figura parental em que tenha plena confiança para poder desabafar e fazer perguntas.
      Infelizmente, existem muitos pais que dão mais importância ao trabalho que aos filhos, e estes vão ganhando mais liberdade do que realmente necessitam, logo vão crescer sozinhos e isso pode ter muitas consequências, na maioria, negativas. 
      Eu conheço uma rapariga que tem pais ausentes, no entanto é uma boa aluna e nunca a vi ter comportamentos de risco. Mas é claro que às vezes se queixa que passa pouco tempo com os pais.
      Para dizer a verdade, os nossos pais são realmente a coisa mais segura e mais importante que se pode ter na adolescência. 
Carolina Bonifácio, 7ºB