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segunda-feira, 4 de março de 2013

Sobre a pobreza...


Na 4ª proposta de escrita do 8ºB, pedia-se que os alunos, partindo de um diálogo entre dois amigos que  sobre as pessoas que têm de pedir para sobreviver,  redigissem um texto de opinião sobre essa temática.

Publicamos alguns dos textos.


A pobreza nos dias de hoje já é tão comum!
Cada vez há mais pobreza e de modo como isto está a permanecer, com tanto desemprego, miséria, falta de dinheiro…
Eu acho que quem está na pobreza vai ficar ainda mais e quem é rico vai ficar mais rico, até tudo isto ficar desequilibrado!
A pobreza não é apenas ser sem abrigo, é também não conseguir pagar as suas contas, os alimentos, roupas e tudo o que é necessário para uma vida normal!
Por consequência desta instabilidade social as coisas não vão melhorar tão depressa como esperamos, e hoje em dia isto já não devia existir tanta pobreza, pois com tantos arranha-céus como é possível não haver um espaço para um sem abrigo?! Simplesmente não cabe na cabeça de ninguém, principalmente na minha!
Aquelas tribos que vivem em cabanas e alimentam-se daquilo que colhem durante o dia conseguem sobreviver e nós que temos tudo de “mão beijada”, alimentos, casa… e não conseguimos igualar isto, mas porquê?!
Eu acho que se não resolvermos esta situação o mais rapidamente possível, a pobreza vai começar a aumentar cada vez mais, e quem sabe se um dia também não iremos necessitar de alguma coisa. Portanto o melhor é começar já a resolver esta situação porque se não formos nós a melhorar quem será?!
Joana Marques (8ºB)
Pobreza
Ser pobre deve ser triste. Deve ser triste querer comer e não poder, querer dar de comer aos filhos e não ter nada para lhes dar. Deve ser triste uma pessoa querer-se vestir e não ter mais roupa para usar. Deve ser difícil viver à custa da esmola dos outros, porque, ao final do dia, de certeza que não são uns míseros tostões que dão para sustentar uma família.
Ninguém consegue comprar comida com cinco euros no bolso, muito menos consegue ter uma casa. Eu não me conseguia imaginar a viver nestas condições. Eu não seria capaz de passar um dia sem tomar banho, eu não era capaz de dormir ao relento, sem uma almofada confortável ou sem lençóis para me cobrirem.
Só de pensar como vivem aquelas pessoas que não têm condições mínimas de vida, dá-me vontade de querer ajudá-las, tentar dar-lhes uma vida estável. Para isso não era preciso dar a essas pessoas uma casa, um carro, uma vida de luxo. Porque elas só com um prato de sopa à noite e uns lençóis quentes ficavam satisfeitas.
Na minha opinião, acho que, quando as pessoas mendigam, não o fazem por ser "o costume", fazem-no porque já não têm mais a quem recorrer, e tenho a certeza que preferiam não ter de o fazer. Essas pessoas contam com a bondade dos outros para sobreviverem. Ainda têm esperança de virem a ter uma boa vida.
Inês Baltazar (8ºB)

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O Caçador de sorrisos


Na 4ª proposta de escrita (9ºC e D) pedia-se que os alunos fizessem uma reportagem subordinada ao ao seguinte título: "O Caçador de sorrisos".

Publicamos alguns dos trabalhos:


“Chamem-lhe caçador de sorrisos”
Chegámos à época natalícia no hospital Dona Estefânia. Onde encontrámos um grupo de pessoas que  todos os anos se disponibilizam a transformarem-se em palhaços.
Qual é a sua finalidade? Visitar todas as crianças que, por motivos de doença, se encontram internadas, proporcionam-lhes um dia especial. E tentar-lhes arrancar o que mais bonito há, os seus sorrisos.
Nesta missão voluntária, os doutores palhaços, têm como prioridade o bem estar das crianças. Fazendo-as suportar melhorar a dor da doença e os seus tratamentos. Para que isso aconteça trabalham de improviso e tentam desdramatizar dos procedimentos hospitalares, dando muita importância ao humor…
Ao inicio da vista, muitas crianças ficam um pouco tímidas porque não estavam à espera.
Várias atividades são realizadas, todas elas são específicas para cada  criança com o seu tipo de doença.
“Para ser um bom Doutor Palhaço, não basta criar momentos de alegria, você tem de ser a alegria. É a alegria que vem do coração, é a alegria em movimento.” Este é o lema de trabalho deste grupo de pessoas. Todos eles trabalham para ver a alegria e o sorriso destas crianças, que se encontram num desespero enorme. Para concluir, estas crianças não sabem quando irão voltar para as suas casas e para junto da sua família.
Sílvia Alves (9ºC)


 “Chamam-lhe Caçador de Sorrisos”
Conheci o “Caçador de Sorrisos” numa visita que fiz ao hospital D. Estefânia, em Lisboa.
Na altura, fiquei intrigada com aquele personagem. Era impossível ficar indiferente ao seu sorriso. Transmitia-nos paz e muito sossego, um bem-estar inexplicável!
Após a recolha de alguns elementos, decidi entrevista-lo, pois a ação que desenvolvia junto das crianças hospitalizadas, era comentada noutras unidades hospitalares.
Chegou pontualmente à hora que havíamos acordado.
A sua simplicidade e simpatia eram contagiantes… Explicou-me o motivo pelo qual, após vinte anos a desempenhar as funções de auxiliar de ação educativa, decidiu dar alegria as crianças fragilizadas devido a graves problemas de saúde. Alguns anos antes, tinha sido ele que necessitara que alguém o encorajasse e animasse enquanto o seu filho estava hospitalizado com uma doença grave.
Relatou-me o episódio mais marcante nesta sua nova tarefa. Tratava-se de uma criança de cinco anos a quem havia sido diagnosticado cancro na medula, tendo apenas três meses de vida.
Por várias vezes, tinha tentado interagir com aquela criança, mas sem sucesso.
A dada altura, decidiu remexer o quarto dessa menina, sem lhe dirigir uma única palavra. Aquela permaneceu em silêncio alguns minutos, e depois perguntou:
- O que é que procuras?
E ele retorquiu:
- O teu sorriso.
De repente, aquela carinha tristonha iluminou-se com um sorriso encantador.
São histórias como esta que continuam a fazê-lo sorrir.
Mariana Baptista (9ºD) 

  Chamam-lhe “Caçador de Sorrisos”


Hoje em dia, as pessoas tentam inovar cada vez mais a nossa sociedade. Como tal, mais uma tecnologia foi inventada, desta vez, na área da saúde.
Um grupo de estudantes da Faculdade de Medicina do Porto teve a excelente ideia de criar uma nova máquina – o “caçador de sorrisos”. Esta aparenta ser um sofá, no entanto, tem uma característica única: possui uma base com penas que fazem cócegas onde se colocam pés descalços.
O “caçador de sorrisos” já curou várias pessoas com problemas psíquicos, isto é, pessoas que não se sentem felizes e que sofrem de depressão! Foram postos à prova 5 indivíduos com esta doença e, durante todos os dias do mês de outubro, cada um deles utilizou esta inovação. É evidente que estas 5 pessoas soltaram grandes gargalhadas e, como já está comprovado, rir faz bem à saúde (daí elas terem sido curadas).
Paulo Soares, administrador do Instituto Nacional de Saúde, comentou sobre o “caçador de sorrisos”: “São estes avanços nas Ciências que me fascinam! É óbvio que estes estudantes vão ser recompensados.” E assim foi. O Instituto Nacional de Saúde cedeu 80 mil euros à Faculdade de Medicina do Porto pelo seu esforço e dedicação no projeto desta nova tecnologia.
Os psiquiatras acreditam que esta máquina vai ser bastante utilizada no futuro e que milhares de pessoas vão voltar a ter uma vida normal graças ao famoso “caçador de sorrisos”.

Inês Cordeiro (9ºC)

História com humor

Na 3ª proposta de escrita (9ºC e D) pedia-se que os alunos contassem uma história divertida.


Tudo começou por volta das 16:35, uma sexta-feira, durante o verão de 1969.
A seca da aula de matemática tinha acabado e só tinha boleia para casa por volta das 18 horas, pois vivia longe para ir a pé.
Felizmente, tinha uns amigos (as) que também não tinham boleia.
Então, combinámos, como estava uma tarde muito quente, ir a correr até à praia.
Durante o caminho, todos sabemos como é. Há sempre alguém que se mete no meio da estrada a ver se os carros param, passa-se o pé ao da frente… tanta brincadeira.
Chegámos à praia da Areia Branca. Estava vazia, a praia era nossa!
Como todos sabem, as meninas gostam sempre de ficar a bronzearem-se. Então, por consequência, deixámo-las adormecer e devagar devagarinho agarrámos nas toalhas com elas lá deitadas e mandámo-las para a água. Deve ter sido a melhor maneira de acordarem numa tarde de verão tão quente!... 
Ficámos na água até o sol se esconder por de trás da linha do horizonte. Elas saíram da água mais cedo e levaram-nos a roupa, pois nós estávamos de roupa interior. Era de noite e só havia as luzes da rua. Andámos pela praia feitos malucos à procura da roupa. Foi uma boa vingança!
No fim de tudo, fomos para casa e nunca mais esquecemos a tarde que tivemos…

 Afonso Marques (9ºC)

Um nome com sonoridade

Em várias ocasiões e por diversas vezes, muitas pessoas abordam-me dizendo:
- “A menina tem um lindo nome!” Mariana Inês tem uma ótima sonoridade.
De facto, grande parte das pessoas considera que “Inês” é um nome próprio mas, no meu caso, não o é. Trata-se do apelido da minha família materna. O mesmo já provocou alguns equívocos, tal como ocorreu com o meu tio materno João Inês, aquando da sua estadia no quartel para cumprir o serviço militar obrigatório.
Uma certa manhã, estando o meu tio e os restantes militares na formatura, o seu superior, em voz alta, disse:
- “Menina Inês, um passo à frente.”
De seguida, o meu tio, em tom grave, disse:
- “Presente, meu sargento.”
Foi com bastante admiração e espanto que o seu superior ficou, ao ver avançar o meu tio e não uma mulher.
Os restantes militares, ao se aperceberem que o seu superior tinha cometido um erro, e apesar de estarem em formatura, desataram às gargalhadas sobre o sucedido.
Este foi um dos muitos equívocos que o meu apelido tem gerado, nas pessoas, sendo este, no meu entender, o mais hilariante.

Mariana Baptista (9ºD)


Há anos atrás, eu e os meus pais fomos convidados para uma festa de aniversário de um amigo.
Quando lá chegámos, já lá estavam algumas pessoas e a mesa estava composta com doces e salgados.
Entretanto, todas as crianças foram brincar para o quarto dos brinquedos enquanto os adultos conversavam uns com os outros.
A certa altura, os adultos perguntaram:
- Meninos, querem vir cantar os parabéns?
Assim que ouviram isto, todos correram com grande agitação para a sala.
O bolo de aniversário era de forma redonda e tinha trinta e cinco velas pequeninas (o número de anos que o aniversariante fazia). 
Depois de estarem acesas e todos cantarmos os parabéns, aconteceu uma situação divertida, pois quanto mais o aniversariante tentava apagar as velas, mais elas acendiam. 
Por estarem muito perto umas das outras, começaram a incendiar o bolo, deixando-o até um pouco chamuscado.
Todos tentavam apagar o bolo, mas foi complicado, pois ao mesmo tempo, tínhamos muita vontade de rir, o que ainda atrapalhava mais a situação.
Por fim, lá conseguimos apagar o bolo e resolver o problema. Atualmente, ainda relembramos este aniversário como um episódio engraçado.   
Foi uma festa divertida!
Maria Inês Oliveira (9ºD)

O Dia das Mentiras
Na semana passada, foi dia 1 de abril, o dia das mentiras! Como não tinha nada para fazer, aproveitei e fui com a minha melhor amiga Helena a um jardim maravilhoso perto das nossas casas.
Deitadas na relva, preguei a primeira partida do dia:
- Helena, olha ali um pássaro morto a voar!
Como já era de esperar, a minha amiga caiu na esparrela. Depois de umas breves risadas, fomos comprar um gelado; o meu era de framboesas e o da Helena era de melancia. Estávamos a caminhar pelo jardim e, é claro, as minhas partidas mal tinham começado:
- Está ali o Chocolate! – Chocolate é a alcunha do rapaz de quem a minha amiga gosta (na realidade, chama-se Rúben).
A Helena começou a procurá-lo com o olhar que nem uma louca e distraiu-se. Foi contra um poste e o gelado dela caiu em cima das suas calças!
Como se não bastasse, inventei que ela tinha uma aranha nas costas. A Helena odeia estes bichos e gritou tanto que a minha mãe (que estava em casa) a deve ter ouvido!
Enquanto atravessávamos uma ponte de madeira, avisei a Helena de que ela se iria partir. Desta vez, ela não acreditou em mim, seguiu em frente, a madeira quebrou-se e caiu dentro do lago!
Concluindo, este foi sem dúvida o dia mais divertido da minha vida e o dia mais embaraçoso da Helena!

Inês Cordeiro (9ºC)

Um convite atrevido

Na 3ª proposta de escrita do 8º B, sugere-se que os alunos escrevam uma carta a um amigo a "fazerem-se" convidados para o fim de semana na casa do amigo. Devem sugerir o programa a desenvolver durante o fim de semana.

Vejamos o que alguns escreveram:



Miragaia,5 de Janeiro de 2013
Olá, Isa
Espero que esteja tudo bem contigo.

Estou cheia de saudades tuas, pois já não nos vemos há bastante tempo, mais propriamente desde o campo aventura. Enfim...  Já soube, pelo facebook que fazes anos para o próximo fim de semana, por isso, tomei a liberdade de comprar um bilhete de avião para ir ter contigo aí a Londres.
Já tenho tudo planeado. Na sexta feira, à tarde, vou para o aeroporto e devo chegar aí mais ou menos às 2 e meia da manhã; depois os teus pais vão-me buscar e levam-me para a vossa casa; e no outro dia tu fazes anos !!!Yupi...Estou tão feliz por passar o teu aniversário contigo. Acho que é a melhor prenda , que eu te podia dar. Podia-mos ir às compras, ver rapazes giros e esvaziar a Clair`s, o que me dizes ?
Só tenho medo de uma coisa: Achas que os meus pais me deixam ir para aí sozinha???Espero bem que sim. 
Bom, como vamos estar juntas para a semana, não vale a pena falar mais.


Beijos e sorrisos
Inês dos Santos Baltazar

 Inês Baltazar (8ºB)

Lourinhã, 14 de Agosto de 1969
Olá, Carolina!
                                                                                 
Como é que vão as coisas por essas bandas? Há um bom tempo que não te chateio! Como é que estás?! E o teu irmão, ainda continua muito giro, como sempre?
Eu mando-te esta carta, não só para saber como estás, mas também para te propor um fim de semana inesquecível. Como eu ir ai à tua casa, ou tu à minha… mas já está decidido, eu vou à tua, porque tenho andado aqui com umas doidices para fazermos.
Em primeiro lugar, quando chegasses, contava-te, logo as novidades todas (romances, casa nova, as notas…) , depois, podia ir ver a tua aula de slackline que pelo o que me tens dito é pura adrenalina e até podia experimentar! De seguida íamos até novos territórios, sabes do que estou a falar, não precisas que explique a grande confusão que causámos no ano passado! Em seguida, queria ir conhecer a tua nova amiga Inês.
Para acabar em grande, vamos treinar slide, mountain boarding, canoagem, windsurf e aproveitávamos e dávamos um mergulhinho. Ai tenho tantas coisas para fazermos!
Acho que conseguimos fazer isto tudo no sábado e, à noite, podíamos ver uns filmes.
No domingo, fazíamos tudo o que tu quisesses e assim era um dia para cada uma fazer, mostrar e propor tudo aquilo que tínhamos para pôr em dia!

Grandes beijinhos, da tua memorável amiga
Joana

PS: Diz ao teu irmão que lhe mando um beijinho.


Joana Marques (8ºB)

Londres, 21 de Agosto de 2013
Olá, Joana!   
    
Como estás? Sei que não tens andado muito bem desde que tu e o Francisco acabaram e é, também, por isso, que eu te queria fazer uma grande proposta. Pensei que podíamos passar um fim de semana juntas na tua casa, eu ia de comboio e chegava ai num instante! O que me dizes? Eu já tenho tudo mais ou menos planeado na minha cabeça...
No sábado, logo de manhã, íamos andar no teu cavalo, depois, pedíamos ao teu tio para andarmos na moto 4 dele, para o almoço fazíamos um piquenique e mais à tarde andávamos de bicicleta perto da casa do borracho do João. (Já agora, ele têm perguntado por mim?) No fim da tarde, íamos para o telhado da tua avó contar segredos e à noite víamos um filme que eu te queria mostrar há  bastante tempo…
No domingo, de manhã, íamos nadar naquele rio perto da tua casa e, à tarde, fazíamos o que tu quisesses. Vá, Joana, não podes recusar! Desde que vim morar para este fim do mundo que não estamos mais de duas horas juntas! Eu já tenho saudades das nossas tardes na terrinha!

Beijinhos, da tua “irmã”

Carolina 

PS: Como eu já te conheço melhor que tu própria, e sei que vais aceitar, pede á tua mãe que faça bitoque para o jantar de sexta, é que eu devo chegar com fome.

Carolina Bonifácio (8ºB)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

A poluição


Ainda no 1º Período, a 2ª proposta de escrita feita ao 9º ano (turmas C e D) foi a seguinte:

Redija um texto para o jornal escolar, alertando para a necessidade de defesa das florestas e de todos os espaços verdes que promovam a Natureza.

A Mariana Nunes (9ºC) apresentou o seguinte texto:


Cada vez mais a poluição está a aumentar enquanto a natureza é mais destruída. Mas sabes porque é que a natureza é importante?
Sem a natureza, tu não conseguias viver!
É claro que a natureza faz quase tudo! Trata dos animais, das plantas, das pessoas. Da terra toda,  em geral!
Para conservarmos a natureza devemos reduzir a poluição. Visto que não é possível em todos os locais (especialmente cidades), precisamos de espaços verdes como, por exemplo, as florestas que servem de “pulmões da terra”.
Para sustentar toda a poluição elas são muito importantes por isso devemos preservá-las o melhor possível.
Devemos reciclar(para que não sejam abatidas arvores), não caçar nessas áreas, não incendiar… pois são bastante importantes.
Em conclusão, para conseguires viver, precisas de agir corretamente com a natureza. Ou seja, precisas de diminuir a poluição que fazes e preservar os espaços verdes. Pois se tu necessitas de viver, a natureza também. Ela precisa de pulmões para conseguir sobreviver, já que esse pulmão está muito poluído, a tua obrigação é ajudá-lo. Com a tua ajuda a natureza pode viver e tu também. 
Portanto, da próxima vez que poluíres, pensa que não só matas a natureza como a ti também.  


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Proposta de escrita livre


Neste ano, no trabalho de propostas de escrita formais, dicidiu-se alterar a estrutura da atividade. Habitualmente, eram feitas três propostas por período. A fim de motivar a criatividade, promover a autocorreção e proporcionar oportunidades a quem ainda não fizera propostas de escrita, a terceira proposta de escrita formal passa a ter, neste ano letivo, as seguintes características, consoante a situação de cada aluno:

  • Alunos que não fizeram qualquer proposta - Devem escolher uma das propostas feitas nas anteriores semanas;
  • Alunos que fizeram apenas uma das propostas - Têm a oportunidade de fazer a outra proposta;
  • Alunos que fizeram as duas propostas e obtiveram dois resultados inferiores a Satisfaz Bastante - Escolhem uma das propostas e melhoram-na, de acordo com a classificação / correção.
  • Alunos que fizeram as duas propostas e obtiveram um resultado inferior a Satisfaz Bastante - Melhoram-na, de acordo com a classificação / correção.
  • Alunos que fizeram as duas propostas e obtiveram um resultado igual ou superior a Satisfaz Bastante - Podem elaborar um texto à sua vontade, tendo apenas que respeitar os limites, quanto ao número de palavras. Deve indicar o tipo de texto e tema pretendidos. Trata-se de um trabalho facultativo.

Publicamos alguns dos textos livres.


Simplesmente tu
Quando te vejo, a minha barriga enche-se de pequenas borboletas, borboletas que não param quietas, e que fazem com que eu core. Quando me sorris, deixas-me triste, sim, triste, porque sei que esse sorriso transporta apenas simpatia e não amor. Quando te vejo a jogar basket, perco-me nos teus rápidos movimentos, porque eles demonstram confiança e ambição de ganhar. Quando perdes algum jogo, vejo que ficas desiludido, mas para mim isso é um orgulho, porque mostra que querias ganhar e que tens amor ao que fazes e isso define uma pessoa. Quando os nossos olhares se cruzam, eu fico nas nuvens e só desço a terra quando a minha consciência decide lembrar-me que tu não gostas de mim e nunca vais gostar. Quando estamos a conversar, acredita que não presto atenção a nada do que dizes, pelo menos não da maneira como faço à professora de História, mas porque me perco na tua sinceridade, na tua maneira de ser, no teu brilho dos olhos quando falas de basket e no teu sorriso maroto quando falas nas traquinices que fizeste nas aulas e que rezas para que o teu pai não descubra. Quando te vejo triste, a primeira “coisa” que me vem à cabeça é: “Será por causa dela?”. Sim, porque eu sei que nessa cabecinha existe “uma ela”, por mais que me custe. Passo os dias tristes por saber isso. Posso sorrir, mas não quer dizer que esteja feliz.

Carolina Bonifácio (8ºB)



Uma história sem ideias
Era uma vez uma rapariga chamada Catarina, que tinha como trabalho escrever uma história. Ela queria escrever uma história fantástica, divertida e maravilhosa, mas ela tinha um problema: a Catarina não tinha ideias nenhumas! 
Pensou, pensou e não se lembrou de nada para escrever, passados minutos, Catarina já se tinha lembrado de alguns assuntos para escrever, mas não queria usar nenhum deles por achar que não eram suficientemente bons!
Então, a Catarina decidiu ir dar uma volta pela praia, para encontrar inspiração. 
Quando lá chegou, a praia estava cheia de pessoas, todas diferentes, mas com uma coisa em comum, eram todas um pouco barulhentas. Como a Catarina queria silêncio para pensar, dirigiu-se para uma gruta e, lá, ela encontrou uma amiga.
- Olá, que andas a fazer por aqui? – Perguntou a Rute, a sua amiga.
- Se queres mesmo saber, eu tenho que escrever uma história. O problema é que não tenho ideias, sobre as quais escrever. – Respondeu-lhe Catarina. 
- A inspiração está sempre à tua volta, só precisas de estar atenta – Dizendo isto, a Rute foi-se embora.
A Catarina, seguiu o conselho de Rute e, quando ia para casa, olhou atentamente para tudo o que via. 
Quando chegou a casa ainda não sabia sobre o que iria escrever. Até que ela se apercebeu de que podia fazer uma composição sobre tudo o que lhe tinha acontecido, naquele dia, até àquele momento. E decidiu dar o título de “ Uma história sem ideias” a seu texto.
Inês Almeida (8ºB)

sábado, 1 de dezembro de 2012

Histórias da "minha" infância



No primeiro teste escrito do 9ºAno (turmas C e D), no Grupo III, para avaliação da Escrita, pedimos aos alunos que, recordam-se de episódios da infância que lhes tivessem deixado recordações, escrevessem um  texto narrativo, em que contassem ou um episódio real que tivesse acontecido na sua infância ou um episódio imaginado que tivesse ocorrido na infância de uma personagem por eles imaginada.
O texto deveria ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.


Da minha infância restam muitas memórias. Algumas estão tão presentes que até podia pensar que aconteceram ontem. A que vos vou contar aqui é uma memória de um episódio real, que aconteceu quando eu tinha 4 anos.

Então a minha história é assim:

“Era um lindo dia de sol em Nova Iorque e eu estava a passear com os meus pais, dentro do meu carrinho de bebé. Já estava planeado irmos ao maior arranha-céus da cidade, o Empire State Building. Se eu soubesse por que razão íamos lá, preferia não ter ido. Mas se não tivesse ido, não estaria agora a contar-vos esta história.

Chegámos ao topo do edifício de vi os meus pais a vestirem uns fatos estranhos e ainda fiquei mais admirada quando a minha mãe me vestiu um fato parecido com o dela. Passados alguns minutos, observei o meu pai a pôr uma mochila às costas e a subir até uma plataforma muito perto da extremidade do telhado. Fiquei assustada e quase que ia desmaiando quando foi a minha vez de saltar da dita plataforma em direcção a um insuflável que se encontrava no chão. 

Quando cheguei ao insuflável já estava inconsciente e, pelo que os meus pais me contaram posteriormente, tive de ir ao hospital e fiquei lá internada durante duas semanas.

Não morri mas estava quase a morrer.”

E foi assim a minha experiência radical.
Madalena Castro (9ºC)



Quando eu era mais nova, tinha uma paixão pelo Universo. Tudo o que estava relacionado com estrelas, planetas e cometas fascinava-me. Eu queria viajar pelo espaço e ter amigos que habitassem na Lua. Um dia, decidi que iria entrar num foguetão e voar sem limites. Saí de casa, dirigi-me ao aeroporto de Lisboa e, muito discretamente, entrei num avião que ia para os EUA. Era lá que se encontrava o foguetão que partiria para a Lua no dia seguinte (tinha visto na televisão).Finalmente, cheguei ao meu destino. Tudo parecia mágico! Encontrei uma placa que indicava a direção para onde partiria o foguetão. Felizmente, não era longe e consegui lá chegar a pé. Aproveitei para descansar um pouco, adormeci e, quando acordei, já era o grande dia!O meu sonho estava prestes a concretizar-se. Avistei o transporte que me levaria à Lua. Era fenomenal! No momento em que ia pousar o pé no foguetão, alguém me agarrou e perguntou-me o que estava ali a fazer. Tive de lhe dar várias informações. Já sabia o que me esperava: eu ia voltar para casa e ficar com um sonho por concretizar. 
Inês Cordeiro, 9ºC

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

"O poema" de Manuel Alegre - leituras


Sobre o poema que a seguir transcrevemos de Manuel Alegre, no teste escrito do 9º Ano (turmas C e D) pedimos que os alunos fizessem um texto onde apresentassem a sua leitura do texto. Foram dados tópicos orientadores para o desenvolvimento do trabalho.

O poema
O poema vai e vem. E se demora
não quer dizer que seja demorado
mas que tem como tudo a sua hora
e como tudo é sempre inesperado.

Por muito que se espere não se espera.
Por mais que se construa é acaso e sorte.
Às vezes quando vem já foi ou era.
Porque assim é a vida. E assim a morte.

Por isso mesmo quando distraído
ninguém como o poeta é tão atento.
Ele sabe que de súbito há um sentido.
Vem como o vento. E passa como o vento.

7-7-2005, Manuel Alegre, Doze Naus, Dom Quixote

Publicamos algumas das respostas:


O título deste poema é “O poema”. O nome do seu autor é Manuel Alegre e o seu tema é a construção de poemas e sobre os poetas.

Neste texto, o autor diz que um poema não é escrito quando apetece a um poeta. É preciso ser-se atento quando essa “vontade” chega. É usada a figura de estilo chamada antítese de modo a provar que a poesia é um mundo de sentimentos contrários. Exemplos de uso da antítese são: “vida/ morte”, “distraído/ atento” e “vai/vem”. Para além do que já disse anteriormente, a antítese, tal como qualquer outra figura de estilo, serve para enriquecer o texto.

O poeta é quem “fabrica” os poemas e, para isso, ele precisa de se inspirar (o que muitas vezes não é fácil) e às vezes não estão à espera de inspiração e esta aparece. A vida de um poeta é uma verdadeira montanha-russa. Num dia têm a inspiração em alta e no outro não tem inspiração.

Madalena Castro (9ºC)

O título do texto é “O Poema”, foi escrito por Manuel Alegre e o seu tema é o processo de criação poética. No início do texto, é referido que um poema é sempre algo inesperado. Seguidamente, é transmitido que os poemas são escritos ao acaso e com sorte. No fim, o autor conta-nos que todos os poemas têm um sentido. Ao longo do poema, o autor utiliza várias vezes o recurso à antítese, ou seja, a exposição de ideias opostas. Um exemplo de antítese é “O poema vai e vem”. O poeta tem um papel muito importante no surgimento do poema. O poeta está sempre atento do tema do seu texto.
Inês Cordeiro (9ºC)


Proteger a natureza - um apelo


No segundo trabalho de escrita formal dirigido ao 9ºAno (turmas C e D) pedimos que refletissem sobre a necessidade de defesa das florestas e de  todos os espaços verdes que promovam a Natureza. Para isso, os alunos deviam redigir um texto que pudesse ser publicado no jornal escolar.

Partilhamos os trabalhos da Madalena Castro (9ºC), Maria Inês Oliveira (9ºD), Margarida Almeida (9ºC), Margarida Pinheiro (9ºC) e Inês Cordeiro  (9ºC):


Quando olhamos à nossa volta, podemos ver que estamos rodeados pela natureza. Mas afinal o que é a natureza? Parece-me que se pode dizer que a natureza é, de facto, tudo o que está à nossa volta. É os pássaros que cantam alegremente, as árvores (até mesmo aquelas que parecem fracas e a morrer), a fruta e a água que consumimos diariamente as belas flores que gostamos de ver nos nossos jardins. Pelo contrário, o que é contra a natureza é a poluição, a desflorestação e o facto de as pessoas não reciclarem o lixo.

Visto que, atualmente, quase ninguém se preocupa com o ambiente, este está a mudar. E o problema é que não é para melhor! Algumas espécies estão a extinguir-se, os humanos estão cada vez mais com problemas do foro respiratório e os habitats estão a ser destruídos. É mesmo necessário tomar medidas drásticas para que tudo isto pare.

Se tudo se mantiver assim por muito mais tempo, o planeta vai acabar por ficar sem “pulmões”, ou seja, vai ficar sem as florestas que lhe garantem oxigénio e vai acabar por ficar muito pobre em termos de biodiversidade.

Concluindo, é preciso que o Homem comece a mudar os seus hábitos, pois só assim a Terra voltará à sua plenitude.

Numa última palavra: preserve o planeta, porque ele é a sua casa.
Madalena Castro (9ºC)



Quando olhamos à nossa volta, podemos ver que estamos rodeados pela natureza. Mas afinal o que é a natureza? Parece-me que se pode dizer que a natureza é, de facto, tudo o que está à nossa volta. É os pássaros que cantam alegremente, as árvores (até mesmo aquelas que parecem fracas e a morrer), a fruta e a água que consumimos diariamente as belas flores que gostamos de ver nos nossos jardins. Pelo contrário, o que é contra a natureza é a poluição, a desflorestação e o facto de as pessoas não reciclarem o lixo.

Visto que, atualmente, quase ninguém se preocupa com o ambiente, este está a mudar. E o problema é que não é para melhor! Algumas espécies estão a extinguir-se, os humanos estão cada vez mais com problemas do foro respiratório e os habitats estão a ser destruídos. É mesmo necessário tomar medidas drásticas para que tudo isto pare.

Se tudo se mantiver assim por muito mais tempo, o planeta vai acabar por ficar sem “pulmões”, ou seja, vai ficar sem as florestas que lhe garantem oxigénio e vai acabar por ficar muito pobre em termos de biodiversidade.

Concluindo, é preciso que o Homem comece a mudar os seus hábitos, pois só assim a Terra voltará à sua plenitude.

Numa última palavra: preserve o planeta, porque ele é a sua casa.



Hoje em dia, os espaços verdes estão cada vez mais esquecidos, principalmente nas cidades. As pessoas andam muito atarefadas com a sua vida e não têm tempo para valorizar a Natureza (centram-se nos seus interesses pessoais e esquecem-se do mundo à sua volta).

Com o aumento da poluição, as florestas acabam por se tornarem locais pouco cuidados e o ser humano, por vezes, não tem consciência da importância que elas têm na qualidade do ar.

Os espaços verdes, atualmente, são um dos principais fatores de embelezamento das cidades, visto que elas estão cada vez mais sobrecarregadas de edifícios e grandes construções.

Na verdade, estes espaços têm uma importância fundamental na qualidade de vida das populações. Tornam as pessoas mais saudáveis quer a nível físico, quer a nível psicológico, permitindo a todos beneficiarem de uma vida feliz ao ar livre, como por exemplo: andar de bicicleta, correr, passear...

Considerando tudo isto, o que poderá o ser humano fazer?

Certamente terá que mudar de atitude e perceber que os espaços verdes são muito importantes, não só para as cidades, mas também para o mundo!

Maria Inês Oliveira (9ºD)

A proteção das florestas e dos espaços verdes

Certamente que já leram ou ouviram falar muito sobre este assunto, mas acho que nunca é demais voltar a alertar para o comportamento da população para com a Natureza. 
Hoje em dia, existe mais publicidade a apelar para a sua perseveração do que antigamente. Contudo, são poucos os que se importam ou realmente agem.
É frustrante para os que trabalham nesta área, ver todos os seus trabalhos e esforços, simplesmente ignorados…
Nós, população, se gostamos daquelas “maravilhosas” fotografias de cascatas ou montanhas, então, temos de aprender a não esquecer como tratar o que gostamos. Vou dar um exemplo: nós, se gostamos muito de algo ou de alguém, tratamo-lo com carinho e cuidado, e, se gostamos de relaxar e passar as férias em espaços verdes, porque não tratá-los bem também? 
Um simples gesto como apagar bem uma fogueira/cigarro ou não mandar o lixo para o chão, já é um ponto a favor na sua protecção. 
Concluindo, temos de começar a agir e a pensar mais no assunto, não só no momento, mas sempre! Devemos alertar os outros e tentar sensibilizá-los.
O futuro da Natureza depende de nós, e nós dela! 
Margarida Almeida, 9ºC



Amiga Natureza

A natureza é, sem dúvida, a melhor amiga do Homem, pois não conseguiríamos viver sem ela. Contudo, este conceito está a tornar-se cada vez mais ultrapassado, principalmente para nós, jovens!

Deste modo, porque não proteger todos os espaços verdes e florestas que nos rodeiam? Aquele plástico que deitaste fora no jardim, pode ter servido de alimento para um esquilo “fofo” que acabou por morrer. E aquela árvore onde costumavas brincar e esconderes-te da tua mãe quando ela ralhava contigo, teve o azar de ser cortada para fazer o papel que colocaste no lixo sem dar uso… Porque a natureza não é só “mato”, ela também é composta por seres vivos, isto é, uma grande família.

De facto, a natureza tem vindo a perder-se. Por isso, o ser humano tem o direito e o dever de preservar os espaços verdes, evitando determinados comportamentos incorretos, como, por exemplo: deitar lixo para o chão, maltratar animais ou plantas, desperdiçar bens fornecidos pela mãe natureza…

Concluindo, devemos ajudar a natureza, assim como ela nos ajuda. Todos gostamos de dar um passeio pelo parque, sentir o ar puro e apreciar a natureza, melhor dizendo, mesmo sem querermos a natureza fará sempre parte da nossa vida, de nós próprios!
Margarida Pinheiro, 9ºC


Promover a Natureza
É claro que a tua professora de Ciências já te ensinou a importância da Natureza nas nossas vidas. São as plantas que dão origem ao oxigénio que tu consomes! As árvores são também importantes para a construção de móveis, casas e papel. As florestas são o habitat de imensos animais. Sendo assim, deves preservar a mãe Natureza.

Atualmente, as pessoas poluem o ambiente cada vez mais: fazem fogueiras nas florestas, colocam lixo e beatas na relva, as fábricas depositam resíduos industriais em espaços verdes… Já exerceste algum destes atos? Não te preocupes, ainda tens tempo de contribuir para a proteção da Natureza!

Quando fizeres um piquenique com a tua família e amigos ou, simplesmente, quando visitares uma floresta, não permitas que sujem o local onde te encontras. Se tal acontecer, pega no lixo e coloca-o num contentor (no caso de não existir nenhum por perto, guarda-o num saco de plástico e, mais tarde, mete-o num balde do lixo). Existem locais apropriados para fazer fogueiras, portanto, alerta os teus familiares se eles decidirem acender lume num espaço inadequado. Nunca te esqueças que essas fogueiras podem provocar graves incêndios, tal como as beatas que são colocadas em espaços verdes. Deste modo, não deixes que as pessoas fumem nesses lugares.

Quando alguém desrespeitar o ambiente, informa-o da importância da Natureza e da necessidade de preservá-la. Deves proteger o mundo em que vives, deves proteger o ambiente!
Inês Cordeiro, 9ºC


Filmes que marcaram


As propostas de escrita semanais e formais do 9º Ano (turmas C e D), começaram, neste ano, com a sugestão aos alunos de fazerem uma crítica a um filme que tivessem visto que os tivesse marcado de forma positiva ou negativa. 

Deixamos aqui as críticas das alunas Mariana Baptista (9ºD), Madalena Castro (9ºC), Maria Inês Oliveira ( 9ºD), Inês Cordeiro (9ºC) e Margarida Pinheiro (9ºC) e Maria Inês Oliveira ( 9ºD):

É o prevalecer do bem sobre o mal que me entusiasma!


Havia algum tempo que aguardava pela estreia do filme “007-Skyfall”.
Desde sempre, gostei de filmes de ação e espionagem e os filmes do 0007 representam bem essas temáticas. O filme retrata mais uma história do famoso espião inglês conhecido por James Bond, a qual, como sempre, nos deixa “presos" ao ecrã.
Ainda que tenha visionado vários filmes dessa saga, sempre que estreiam, conseguem surpreender-me pela positiva. De facto, neste filme, o protagonista, apesar da sua idade, continua a combater o mal e os vilões. É o prevalecer do bem sobre o mal que me entusiasma! É claro que a investigação e os meios utilizados para a descoberta da verdade também não me são indiferentes.
É do meu agrado este género de filmes porque acho interessante o mundo secreto da espionagem e toda a sua envolvência…
Afinal, quem é que não se identifica com os filmes do 007? Já fizeram parte da geração dos meus avós, dos meus pais e agora da minha.
Neste filme, em particular, para além do enredo, gostei da escolha onde a ação decorreu devido às suas belas paisagens e a adaptação da música.
Em síntese, não hei de perder o próximo capítulo da saga.

P.S.: Recomendo este filme a toda a gente.
Mariana Baptista (9ºD)



Uma das minhas atividades favoritas é ver filmes. No entanto, não gosto de todos os géneros nem de todos os temas que os filmes abordam.

Acho que posso dizer que os meus géneros preferidos são: o suspense, a comédia e as biografias musicais (isto é, filmes que falem sobre pessoas e bandas influentes no mundo da música). E qual será o filme de que eu mais gostei? Pois bem, um dos filmes que me marcou pela positiva foi o “Iron Maiden – Flight 666”. É um documentário que acompanha uma das minhas bandas preferidas, os Iron Maidenn, ao longo dos 45 dias que andaram a viajar pelo mundo, dando concertos em mais de 20 cidades. A meu ver, qualquer fã fica completamente deliciado ao ver como é a vida dos elementos da banda fora dos concertos!

É claro que o filmes não mostra o dia a dia completo da banda, mas dá bem para ter uma ideia, o facto que me levou a escolher este filme como o melhor foi a existência de um “realismo” que não é habitual, ou seja, toda a banda fala de como eram e de como continuam a ser, mesmo já sendo famosos.

Quase tudo o que eu queria saber sobre os Iron Maiden está neste filme, o que foi outro factor decisivo na minha escolha.
Madalena Castro (9ºC)


O filme que eu mais gostei de ver chama-se “Nanny Macphee e o Toque de Magia”.

Retrata a história de uma jovem mãe que tenta desesperadamente gerir a sua quinta familiar, enquanto o seu marido está longe na guerra.

Então Nanny McPhee chega e descobre que os filhos de Mrs. Green travam uma guerra contra dois primos mimados vindos da cidade, que se mudaram para a quinta. Para resolver este problema, ela usa a sua magia e ensina às crianças cinco novas lições. Assim, elas aprendem a lidar com as diferenças e acabam por se tornarem amigas, construindo uma vida mais feliz. 

Mas porque é que este filme me marcou tanto?

Este filme marcou-me por ser muito divertido e por demonstrar que apesar de sermos ricos, também podemos ser humildes (afinal o dinheiro não é tudo). 

Atualmente esta situação já não acontece tanto, mas antigamente, enquanto os maridos iam para a guerra, muitas mulheres ficavam sozinhas a tratar da casa e dos filhos.

Na minha opinião, este filme é muito interessante, pois para além de ter uma história muito rica, tem paisagens fantásticas, mostrando a vida simples do campo e a relação saudável com os animais. 

Por fim, podemos concluir que a união faz a força. Se os primos da cidade não se tivessem juntado com os primos do campo, não conseguiriam superar os obstáculos e resolver os problemas que no fundo... eram de todos!
Maria Inês Oliveira, 9ºD


Os Jogos da Fome
Há dois meses atrás, vi um filme espantoso: “Os Jogos da Fome”. Uma nação do futuro governa doze Distritos. Todos os anos, cada Distrito tem de escolher um rapaz e uma rapariga adolescentes (os tributos) para entrar nos Jogos da Fome. Esses jogos consistiam num espetáculo em que apenas um tributo poderia chegar ao fim com vida, isto é, os adolescentes deveriam combater uns com os outros até à morte.

As personagens, o seu vestuário e as paisagens do filme eram invulgares, o que fez despertar a minha atenção.

No Distrito 12, os tributos eram escolhidos à sorte. A pequena e frágil Primrose foi a rapariga selecionada. Pela sua salvação, ela tinha uma irmã inteligente e forte que se ofereceu para participar nos Jogos da Fome, a Katniss – a personagem principal. Este foi um verdadeiro ato de coragem e de amor que me surpreendeu imenso.

Neste filme, encontrei muitas parecenças com a sociedade de hoje em dia. Durante os Jogos da Fome, formaram-se vários grupos em que a grande maioria queria ser melhor do que os restantes. Além disso, os participantes desses grupos eram falsos uns com os outros. Todos eles tinham o objetivo de retirar os restantes tributos do jogo, excluindo primeiro os seus inimigos e, seguidamente, os seus aliados.

“Os Jogos da Fome” foi um dos melhores filmes que já vi e é evidente que irei ler o seu livro!
Inês Cordeiro, 9ºC


Um filme marcante 
Até hoje, de todos os filmes que já vi, o que mais me marcou positivamente foi “A Órfã”. Vi este filme porque várias pessoas mo recomendaram e, segundo o que diziam, a sua história parecia bastante interessante. Na altura, também optei por este filme, pois procurava algo diferente dos habituais contos de fadas… Em primeiro lugar, gostei imenso d’A Órfã” devido à mensagem que me transmitiu: as aparências iludem, melhor dizendo, as pessoas nem sempre são o que parecem! Digo isto devido ao facto da personagem principal do filme, a Esther, uma menina que aparenta ser muito adorável e que é adotada, manipular todos os membros da sua família, chegando mesmo a matar. Contudo, Esther esconde vários segredos, por exemplo: ela tem uma doença que a faz parecer mais nova, mas, na verdade, tem 33 anos e só está em interessada em conquistar o seu pai adotivo, como já tentou fazer em muitas outras famílias.

Além disso, o filme marcou-me porque me mostrou que as pessoas podem sempre ter segundas oportunidades, mas porquê? Segundo o que percebi, porque todos passamos por momentos menos bons. Ficamos meio sem rumo. Fazemos verdadeiros disparates, como no filme, a “mãe” de Esther perdeu uma filha, então ficava sempre a beber álcool. Porém, temos oportunidade de nos corrigimos (ou pelo menos tentar). Para terminar, acho que nunca me vou esquecer deste filme que para mim é especial por ser diferente de todos os outros.
Margarida Pinheiro, 9ºC

Despertado pelos primeiros raios de Sol...

Na segunda proposta de escrita formal, feita ao 8ºB, pedia-se que, a partir de uma frase retirada do conto  Sexta-Feira ou a Vida Selvagem, de Michel Tournier...., os alunos construíssem uma história, desenvolvendo-a segundo a sua imaginação.

Acho que vale a pena partilhar os trabalhos da Carolina Bonifácio e Andriana Terpodei.

A frase a partir da qual tinha que construir era história era: “Despertado pelos primeiros raios de Sol nascente, Robinson voltou a descer para a praia de onde partira na véspera.”




(...)Na verdade estava com esperança que viesse alguém para o ajudar, pois encontrava-se preso numa ilha. Sentado na areia a ouvir o som das ondas a bater contra os grandes rochedos, avistou um barco com marinheiros. Sentiu uma forte adrenalina e um monte de emoções. Naturalmente que seria difícil de o verem, pois estavam longe. Pensou para si mesmo: - Será que grite ou não vale a pena? 
Passaram uns minutos e Robinson relembrou a sua chegada à praia. Há anos atrás, tinha decidido fazer uma viagem com a sua família para descobrir um pouco do mundo. A viagem acabou por correr mal, pois ele perderao controlo do barco devido à tempestade. A mulher e os dois filhos acabaram por morrer afogados… Robinson com a sua resistência e coragem conseguiu nadar até à ilha e acabou por sobreviver.
Começou a gritar: Socorro! Socorro! Preciso de ajuda! Com esperança de ser avistado, começou a gritar ainda mais alto, mas teve azar. O barco continuou a sua viagem sem parar. Desta forma, Robinson percebeu que teria de continuar a sua vida como tinha sido até àquele dia.
Andriana Terpodei, 8ºB


                                                                                                                            

A Promessa cumprida
 
 (...) Olhava para o mar. Estava triste, era o último dia que iria passar naquela terra. “As férias perfeitas não duram para sempre, não é?” – pensava. Mas não era abandonar o hotel de 5 estrelas ou deixar de ter alguém que lhe desse o pequeno-almoço na cama que fazia com que ele ficasse triste e desanimado por ter de voltar a casa, na verdade, até estava a ficar um pouco farto de ter toda a gente a fazer-lhe tudo.
O que o deixava triste era saber que, provavelmente, nunca mais ia ver aquele lindo sorriso, ouvir aquela voz, penetrar aqueles olhos verdes ou afastar os lindos cabelos daquele rosto.
Leonor era o seu nome, uma encantadora rapariga que morava naquela terra. Haviam-se conhecido há um mês atrás, quando Robinson chegara à Califórnia para ter as melhores férias da sua vida, como dizia o seu pai. Agora, Robinson compreendeu que ele tinha toda a razão, estas eram, definitivamente, as melhores férias da sua vida…
Sentiu alguém a tocar-lhe nas costas. Era ela.
- Leonor, eu…
- Não digas nada, apenas promete que não me vais esquecer – disse Leonor, suavemente.
- Eu prometo.
Não houve tempo para dizer mais nada, Leonor deu-lhe um beijo apaixonado e partiu com olhos cheios de lágrimas.
Os anos passaram, mas a promessa foi cumprida, pois neste eles estão lado a lado numa igreja a começar o primeiro dia do resto das suas vidas.
Carolina Bonifácio, 8ºB

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O regresso às aulas



E já começou o ano e já começaram as propostas de escrita e já começaram a aparecer trabalhos que sentimos ser "preciso", quase obrigatório, partilhar. 
Na primeira proposta feita à turma do 8º Ano (8ºB), pedimos aos alunos que refletissem sobre o início do ano letivo. Queríamos saber das emoções, sensações desse retornar à escola, uma vez mais.
Depois de lidos e avaliados, achámos que os textos da Inês, Joana e Carolina tinham, também de ser lidos por todos. Elas concordaram. 
Ei-los:

Antes das aulas começaram, eu achava que este ano iria ser um pouco mais difícil do que os outros anos, porque iria ter os exames intermédios! A não ser isso, pensava que iria ser igual aos outros.
No meu primeiro dia de aulas, tal como nos outros anos, senti-me feliz pelas aulas começarem e poder rever amigos que não via há algum tempo, por outro lado também estava ansiosa e nervosa porque não sabia quem mais iria encontrar!
No início da escola estava ainda um pouco preocupada com as aulas: Como é que iria ser? Iria ser muito difícil? O que é que iria aprender e quais seriam os professores? 
É claro que nos dias seguintes também me senti assim. Apesar disso, á medida que ia conhecendo os meus colegas (que pareciam bastante simpáticos) e professores, ia--me sentindo menos nervosa e mais descontraída. Normalmente sou bastante extrovertida, mas quando não conheço as pessoas sou mais tímida…
Depois destes primeiros dias, comecei a habituar-me aos professores novos, meus aos colegas e ao horário. 

Inês Dinis Almeida, 8ºB

Trin…! Já começo a ouvir o despertador logo às 07:20h da manhã, isso significa, que a escola começou! – pensei eu.
De seguida, vestir, tomar o pequeno-almoço, lavar os dentes e mal entro no carro as borboletas na barriga começam a aparecer, a ansiedade, o nervosismo, vem tudo ao mesmo tempo.
Em anos anteriores, revelei mais ansiedade, porque mal vejo o professor novo a entrar na sala de aula, começo logo a ficar em pânico a não saber o que fazer. Mas este ano não fiz tal, controlei-me e até acho que deu um bom resultado, pelo menos não entrei em pânico.
Desde que me lembro, o caminho de casa-escola no primeiro dia de aulas é sempre a pensar:
Como serão os colegas novos? Os professores novos serão bonzinhos? E será que este ano vai correr bem, sendo a turma enorme?
A pensar, a pensar, quando olhei pela janela do carro, já estou ao pé da escola e aí sim é que os nervos surgiram à flor da pele!
Quando entrei na escola, vi logo alguns amigos e ao cumprimentá-los senti-me mais descontraída e confiante com a presença deles, dizendo a verdade, eles acalmaram-me.
Com o decorrer do dia os nervos e a ansiedade desapareceram e fiquei logo mais entusiasmada com o início do ano letivo.
Numa palavra, até acho que o primeiro dia deste ano letivo foi bastante agradável e adorei o cheirinho a livros novos.
Joana Marques, 8ºB

O texto da Carolina Bonifácio (8ºB) foi enviado para o DiNotícias e foi publicado na 1ª Edição de 2012/13.

sábado, 1 de setembro de 2012

O poder do amor


No último teste escrito do 8º Ano, foi feita  seguinte proposta de escrita:

 O texto A refere um mito sobre o amor e aquilo que somos capazes de fazer por ele.
 Escreva um texto narrativo imaginando uma situação que demonstre o poder do amor. Na sua narrativa, deve localizar a ação no espaço e no tempo e descrever as personagens.

A Damiana contou-nos esta história:

Catarina tinha acabado o décimo segundo ano e estava prestes a ir para uma Universidade na América tirar o curso que sempre quisera: Direito. Desde pequena que sempre quisera viver fora do seu país e o seu objetivo era mesmo conseguir ter uma boa vida longe da sua terra Natal.
Pedro, um rapaz corajoso e inteligente, seguiria um curso de engenharia na capital. Estava tudo programado, a universidade, a casa que iria habitar durante aqueles três ou quatro anos, até já tinha falado com os pais para se mudar definitivamente. 
Catarina e Pedro eram namorados e a hora do pesadelo estava a chegar. Os três anos de secundária já se tinham passado, os testes e exames estavam feitos, agora só faltava esperar pelos resultados e ter a certeza que teriam lugar na próxima etapa onde queriam e como queriam. 
Passado uma semana de ansiedade da parte de todos, finalmente, saíram as notas e tanto o Pedro como a Catarina tinham entrado onde queriam, o Pedro em Lisboa como já estava programado e a Catarina na américa como sempre sonhou. 
Eram três anos de namoro, três anos de muito amor e paixão, três anos de experiências nunca vividas e inesquecíveis, e agora? O que aconteceria daqui para a frente? 
Catarina esteve uma semana fora, foi visitar a Universidade, aproveitou para ver apartamentos para alugar… Pedro percebeu que não conseguia viver sem ela, só aquela semana parecia ter sido dois anos. 
Falaram, ainda colocaram a hipótese de Catarina ficar em Portugal, mas Pedro sabia que aquele era o sonho da mulher da sua vida e por isso falou com a família e resolveu ir com ela. 
Foram os dois e, passados cinco anos, estão a estagiar tanto um como o outro, com os cursos quase no final e, principalmente, estão felizes.
Assim se vê o poder do amor e o que certas pessoas fazem por este sentimento tão bonito e especial.
Damiana Mateus, 8ºA

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A importância do sonho na construção da sociedade


Na nona e última proposta de escrita semanal do 7º Ano (turmas A e B), pedimos que os alunos refletissem sobre a importância do sonho na construção de uma nova sociedade. A reflexão partiu da leitura dos seguintes versos de António Gedeão: “ Eles não sabem, nem sonham, / que o sonho comanda a vida. / Que sempre que um homem sonha / o mundo pula e avança / como bola colorida / entre as mãos de uma criança.” – 


Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Se eu tivesse que construir uma nova sociedade, o sonho seria importante porque, se uma pessoa não sonha, na minha opinião, não tem ambições.
Melhor dizendo, uma pessoa que tem um sonho vai lutar dia e noite para que ele se torne realidade, dando o melhor de si e é isso que vai fazer a diferença.
As pessoas que não sonham não têm objetivos de vida, logo, contentam-se com pouco, por isso, deixam-se estar no sofá a ver uma série qualquer que esteja a dar na televisão, em vez de lutarem por um sonho, que tornado realidade pode mudar muita coisa.
Muitas pessoas sonham, mas, o que distingue as pessoas que sonham são as que não desistem á primeira dificuldade e fazem com que os seus sonhos se realizem e as que veem a vida passar e não se esforçam para conseguir realizá-los e depois quando são mais velhas dizem que já é tarde para o fazer!
É obvio que na caminhada para a realização de um sonho, há sempre “altos e baixos”, mas, apesar disso, não devemos baixar os braços.
Independentemente do que os outros acham ou dizem da idade… Não devemos deixar o nosso sonho fugir, pois em muitos casos ele é a nossa razão de viver.
 Carolina Bonifácio, 7ºB

Como se adapta um imigrante em Portugal


Na última proposta de escrita semanal do 8º Ano (turmas A e B), pedi-se aos alunos que expusessem a sua opinião sobre a adaptação e condições de vida encontradas pelos imigrantes estrangeiros (africanos, brasileiros, ucranianos e outros) em Portugal.

Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Imigrantes estrangeiros em Portugal...
Existem muitos imigrantes em Portugal... mas porquê?
A maior parte deles vem para cá á procura de melhores condições de vida, como por exemplo: mais emprego, ordenados maiores, ou até para fugir a guerras.
Alguns dos imigrantes não se adaptam muito bem, pois em Portugal existe alguma xenofobia e racismo, que os impede de arranjar emprego e casa. Isto acontece, principalmente quando alguns destes imigrantes se organizam de forma a aumentar situações de insegurança para o país, tal como roubo e outros crimes.
Atualmente muitas pessoas procuram Portugal para viver, talvez porque é um país onde não há guerras, há alguma liberdade e tem uma boa gastronomia.
Em Portugal, é mais frequente a chegada de povos do Leste, chineses e brasileiros, embora também possam vir imigrantes de outros países.         
Muitos deles mudam de país sozinhos, arranjam emprego, tornam-se legais e, só passado algum tempo, chamam a família para se juntar a eles.
Na minha opinião, é importante que as pessoas tenham boas condições de vida, para conseguirem viver felizes e oferecer aos filhos estabilidade e educação.
Em conclusão, as pessoas devem lutar pelos seus objetivos, para conseguirem ter uma boa qualidade de vida!
Maria Inês Oliveira, 8ºA


Bom, na minha escola, há mesmo um grande número de alunos que está lá mas não vai às aulas. Muitas pessoas perguntam-se porquê…E porque será? Sinceramente nem eu sei. Bem se calhar se estivesse na pele deles sabia mas como não é o caso… Enfim
         Ir à escola, por vezes, até dá prazer porque podemos estar com os nossos amigos mais próximos, conversamos, rimos… Se calhar é por isso que alguns aparecem, mas nem se atrevem a ir às aulas. Já estiveram na minha turma vários alunos desses. Na realidade, uns só vinham para não ter falta, outros apareciam apenas com o corpo mas a cabeça deixavam-na no intervalo e uns até vinham só para gozar e ter prazer.  Qual será a dificuldade de estar com atenção!? Será que pensam no seu futuro…?  evidentemente que não).  Apesar disso, há uns alunos que não podem vir mesmo porque se calhar têm problemas com a família ou sei lá… Bom, na minha opinião esses alunos deviam ser prejudicados, claro que não estou a falar daqueles com problemas mas sim daqueles problemáticos. Deviam pensar mais no seu futuro porque é ele que interessa e é ele que lhes vão dar uma vida e uma família.
         Hoje em dia, tudo mudou. As pessoas mudaram, os tempos mudaram e também a educação mudou. A coisa mais importante na vida de uma criança.
Elena Tepordei, 8ºA


Muitos estrangeiros vêm para Portugal, assim como muitos portugueses vão para outros países!
Portugal é um país belo. Apesar de ser pequeno, tem muita natureza, sítios magníficos, desconhecidos
Mas nada nem ninguém é perfeito, e o fraco de Portugal, neste momento, é o desemprego e a má qualidade de vida.
Todos os dias, chegam estrangeiros a Portugal, para verem se conseguem melhorar as suas condições de vida, mas muitos deles não têm essa sorte.
Por exemplo, uma pessoa que venha do Iraque ou do Afeganistão para Portugal, fugir das guerras que lá existem, raramente consegue arranjar trabalho. Pois nunca trabalharam, não tem experiência, entre muitas outras coisas.
Não conseguindo arranjar trabalho, não conseguem voltar para os seus países, pois não têm dinheiro, acabando por ficar na rua a viver, ou se conseguirem arranjar uma casa, terão dificuldades em comprar comida e roupa.
Felizmente, há estrangeiros que conseguem ótimos trabalhos, ganhando muito mais dinheiro do que nos seus países e tendo uma vida melhor.
Será que nos próximos tempos tudo isto irá mudar? Deixará de haver pobreza, desemprego e mortes por motivos desnecessários?
Espero que sim, porque se não formos nós a mudarmos, não serão as coisas que se mudarão sozinhas!...

Afonso Marques, 8ºB