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domingo, 6 de maio de 2012

"Ir à escola" vs "Estar, de facto, na escola"

Na 8ª proposta de escrita semana do 8º Ano (turmas A e B) pedi-se aos alunos que distinguissem entre "ir à escola" e "estar, de facto, na escola".

Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Ir à Escola... Estar na Escola!
Existem muitos alunos que estão na escola, mas não vão às aulas.
Certamente, não estão interessados em aprender, mas provavelmente são obrigados pelos pais a cumprir este dever. Assim, frequentam apenas o espaço escolar como forma de convívio.
Ir à escola é diferente de estar na escola... Mas porquê? 
Porque, os alunos podem ir à escola, mas não estar nas aulas ou estar presentes em ambos os sítios.
Atualmente, os alunos faltam mais às aulas do que antigamente. Existem outros meios de entretenimento, como, por exemplo, a televisão, o computador, os videojogos ou más companhias, que os desviam muitas vezes para caminhos menos corretos.
Na minha opinião, estes alunos devem ser conduzidos para o caminho da aprendizagem e da educação, através de conversas com os professores/ pais e palestras que falem deste assunto.
É importante que estes alunos percebam a importância dos estudos e que quanto mais avançarem na escola, mais oportunidades têm de um dia terem um emprego de que gostem. Do outro lado existem os alunos que vão sempre às aulas e que estão interessados em tirar um curso. Estes alunos não precisam de ser conduzidos, pois de certeza que tiveram outra preparação e educação da parte dos pais, para se sentirem mais motivados e darem uma melhor orientação à sua vida.
Em conclusão: os alunos são aquilo que quiserem fazer de si próprios, logo, devem ser ensinados a escolher bem os seus caminhos, através de boas influências!    

Maria Inês Oliveira, 8ºA

Existe uma grande diferença entre “ir à escola” e “estar na escola”.
Para mim, “ir á escola” é conseguir aprender, ir às aulas, ser responsável e tomar a escola como uma ajuda na vida, pois eu acho que a escola não é só um edifício é um centro de aprendizagem para todos nós.
As pessoas que “estão na escola”, estão só num edifício chamado escola, aliás o seu verdadeiro significado não lhes diz nada, pois não vão às aulas. Para perceber por que razão há alunos que faltam às aulas, decidi investigar. Então, fiz perguntas a alguns alunos, mas não consegui grande informação, pois todos diziam praticamente o mesmo.
-“Eu só não vou às aulas porque é uma grande seca, tenho coisas mais interessantes para fazer…”.
Tentei perguntar se os seus encarregados de educação sabiam, mas só diziam “ Para de me chatear!“, e fugiam. Mas, certamente que os seus pais não sabiam de nada.
Concluindo, e sinceramente, não compreendo porque existem tantos alunos que só “estão na escola” quando deviam “ ir á escola”...
Mariana Nunes, 8ºB


Ir à Escola
Não percebo o que certos alunos fazem na escola. Certamente que não pensam no seu futuro. O que eu sei é que algumas pessoas vão à escola mas não vão às aulas e, quando vão, só sabem perturbar o funcionamento das mesmas. Na minha opinião, elas devem gostar imenso da escola! Fazem de tudo para chumbar e, assim, passam lá imenso tempo!
Tendo em conta que, na maioria dos casos, os pais não ajudam na educação dos filhos, até é compreensível a forma como eles agem. Os seus amigos também não contribuem para o bom aproveitamento escolar desses alunos. O problema é que nem eles percebem que as suas companhias não são as melhores. Quando são abordados sobre este assunto, eles dizem: “Quais más influências?!”.
É claro que também existem aqueles alunos que se esforçam para obter os melhores resultados possíveis nos seus trabalhos. Essas pessoas estão, de facto, na escola e dão valor ao seu futuro. Tal como os outros, podem ser influenciados pela família e pelos amigos, mas, neste caso, são influenciados de uma forma positiva.
Costumo pensar como seria a minha vida se eu fosse à escola só passear os livros… Nem consigo imaginar!
Porém, tal como a minha mãe diz, “não podemos ser todos doutores”.
Inês Cordeiro, 8ºB




A escola e os afetos

A 8ª proposta de escrita semanal do 7º ano (turmas A e B) parte de um diálogo entre dois amigos que falam sobre o que sentem em relação às respetivas  escolas. Um diz que a escola é ótima pelo convívio entre os jovens e a excelente localização e o outro afirma que a sua escola tem um ambiente fora de série.

Assim, na proposta, pedia-se que cada aluno apresentasse a visão pessoal da sua escola, mostrando como é que a afetividade se projeta nos espaços, no ambiente humano e nas atividades.

Eis alguns dos textos:


A minha escola

A minha escola não é propriamente a melhor do país, pois todos sabemos que lhe faltam algumas condições. Ainda assim, eu gosto muito desta escola.
Mesmo com todas as dificuldades, eu acho que os professores têm sempre dado o seu melhor (embora os alunos nem sempre facilitem...).
Acho que todos os membros da comunidade educativa (alunos, professores, auxiliares…) trabalham em conjunto, tentando sempre resolver qualquer problema que surja, ajudando-se uns aos outros chegando mesmo a criar laços afetivos.
O ambiente é outra coisa que eu adoro na minha escola. É como se todas as pessoas se conhecessem, como se fôssemos uma grande família!
É através da escola que somos preparados para a vida, com a ajuda dos professores desenvolvemos as nossas capacidades que iremos aplicar depois de terminarmos os nossos estudos.
Contudo, existem alunos que muitas das vezes ou por não terem capacidades ou por falta de interesse não atingem os objetivos esperados.
Em suma, eu creio que na minha escola existem muitas oportunidades e que todos nós podemos ou devemos agarrá-las.
                                                                      Carlota Pina, 7ºA



A minha escola

Para confessar, eu gosto da minha escola! Tem coisas boas e coisas menos boas.
Vou começar pelas coisas menos boas. Acho que só encontro uma coisa: as condições físicas. Por exemplo: nas casas de banho, não há papel higiénico nem papel para as mãos. As salas de aula estão todas com pó (aliás, eu no outro dia não parava de espirrar por causa do pó...). Eu sei que atualmente estamos em crise, mas não colocarem nem que seja só o papel para as mãos? Não limparem as salas? É um exagero. 
Coisas boas encontro muitas, assim como o ambiente escola, o convívio entre alunos, professores e funcionários, a disponibilidade de uma biblioteca onde podemos requisitar livros (assim os alunos que não têm disponibilidade de comprar livros, requisitam), …
Em resumo, a minha escola é “fixe”.
Beatriz Ferreira 7ºB


A minha escola
A minha escola tem mais de trinta anos, resumidamente é velha, tem cortinas velhas, mesas velhas, cadeiras velhas e as paredes interiores nem são feitas em cimento. Mas, na verdade, eu gosto da minha escola assim. Até acho que ela nem está mal de todo, pois temos computadores novos, projetores, biblioteca, refeitório… que muitas outras escolas não têm.

Para dizer a verdade, por vezes, comparo a minha escola com a de amigos de outras escolas e chego sempre à conclusão que´, em termos físicos, a escola deles é melhor que a minha, mas, em termos de fraternidade, amizade, atividades, compreensão da parte de funcionários e professores, a minha escola é muito melhor que a deles!

Não é o aspeto físico que faz com que a minha escola seja especial para mim, mas sim as pessoas que a constituem e que fazem com que a ela não passe despercebida, como os professores que fazem blogs para colocar informações que nos podem ser muito úteis.

A minha escola até é reconhecida no estrangeiro com o Progeto Comenius. Acho que não posso pedir mais do que uma escola como esta nos tempos de hoje.

Carolina Bonifácio, 7ºB

sexta-feira, 27 de abril de 2012

A importância da família na adolescência

Na sétima proposta de escrita do 7º Ano (turmas A e B), propunha-se que os alunos refletissem sobre a importância da família na adolescência.

Eis alguns dos trabalhos:


A importância da família na adolescência
Não é possível escolhermos a nossa família. Uma pessoa nasce dentro de uma família, não escolhe nem o pai, nem a mão nem os restantes membros, ao contrário daquilo que fazemos com os nossos amigos. No entanto, a família pode ser a nossa melhor amiga, embora a consideremos muitas vezes aborrecida!

A minha família é bastante grande e é como um centro de apoio para mim. Estão ao meu lado nos bons e nos maus momentos. Quer seja para aplaudir ou para “me puxar as orelhas”. Por vezes, é muito difícil juntarmo-nos todos, porém, quando isso acontece, é uma grande alegria!
Porquê desprezar a nossa família, se ela é um bem essencial na nossa vida?!
Beatriz Malaquias, 7ºB


A importância da família

A família é um conjunto de pessoas ligadas por laços afetivos que vêm de um tronco comum. Ainda hoje existem famílias bem estruturadas; onde vulgarmente a educação, os hábitos, as tradições e os costumes são mantidos de geração em geração. Os pais amam os filhos e são capazes de fazer tudo por eles e os filhos respeitam os pais e procuram, na sua companhia, ajuda e conselhos para a orientação da sua vida. Mas, infelizmente, na atualidade, grande parte dos membros da família deixam de lado estes bons costumes. Os pais absorvidos pelo trabalho não dão a atenção necessária aos filhos, quase não se conhecem, ignorando completamente o que os filhos fazem na sua ausência, quando acompanham os seus amigos que muitas vezes não são as melhores influências. Os filhos deixam de respeitar os pais e não dividem com estes as suas frustrações e dificuldades escolhendo mal quem os acompanha e não dando conhecimento aos pais do que andam a fazer. Embora se diga que se deve dar liberdade aos filhos para eles serem independentes, é preciso que os pais estejam permanentemente atentos ao modo como agem e como se comportam.
Se pais e filhos se respeitassem e ajudassem, o mundo seria, certamente, melhor.
Não acham!?   

Carlota Pina, 7ºA


Na minha opinião, a família deve ser, embora às vezes não o seja, a principal responsável pela formação e desenvolvimento da personalidade dos jovens.
Atualmente, os jovens não dão muita importância à família mas a família é muito importante porque: educa dá carinho e amor.
A família também é importante para ajudar a tomar decisões no dia a dia dos jovens.
A família ajuda a tornar os jovens responsáveis; bem-educados e respeitadores.
Por outro lado, temos as famílias disfuncionais!
Aquelas que, na verdade, não se interessam por orientar. Eu, para dizer a verdade, tenho orgulho nos valores que a minha família me transmite.
Em suma, sou o que sou devido à minha família.
Débora Filipe, 7ºA



A família na adolescência
Na minha opinião, a fase da vida mais difícil de ultrapassar, por vezes engraçada é a adolescência, caracterizo por uma única palavra “turbulenta” … E muitas vezes na altura da adolescência por caracterizar desta maneira, acho que é muito importante ter um porto seguro, este é, a família. Pois muitas mudanças ocorrem nesta etapa da vida, ou até situações constrangedoras!
Todos os elementos da família são importantes para esta fase. Os pais ensinam-nos dão-nos carinho… Os irmãos ou primos próximos falam na “nossa linguagem” e quando escrevo esta expressão refiro-me à maneira de pensar. Os avós são excelentes para nos mimar muito, quando estamos tristes e algo nos atormenta. Isto sim, é uma família que nos apoia e ajuda quando é preciso e que nos corrige quando fazemos algo mal.
Sempre me perguntei << porque é que existem casos de pessoas em que a adolescência serviu para se “auto-destruírem”?>> Nesta altura da minha vida tenho vindo a construir a resposta e essa diz que talvez se tornem  pessoas desequilibradas porque a família não lhes dá apoio. A gravidez na adolescência tem vindo a aumentar, cada vez mais novos começam a fumar, beber, tomar drogas aqueles que têm pouca autoestima porque são agredidos… Estas situações afetam no desempenho escolar. Infelizmente, existem estes casos, e estão a aumentar! Por estas razoes para mim é muito importante a família estar presente na adolescência.
Lara Kwai, 7ºB


A família para a vida de uma adolescente

O que eu vou dizer é só o que eu acho que é para mim. Cada adolescente tem um estado de espírito diferente, um caminho diferente a percorre e uma opinião diferente.
Para mim, a família é muito importante.
Ajuda-nos a ultrapassar os momentos de dificuldade e, nos momentos de alegria, a família também esta lá.
Mas, também, neste caso, não é assim, agora só tenho a minha mãe, avó, irmão e sobrinha. Perdi o meu pai em Agosto de 2010. E parece que foi há pouco tempo… Antes, quando ele era vivo, eu não lhe dava muito valor, mas agora estou a pagar por isso, também não dava valor a minha mãe e estou a dar-lhe mais valor a ela, acho que devo ter medo de a perder e ficar sozinha. Mas tenho o meu irmão, sobrinha, cunhada e avó, mas não é a mesma coisa que os nossos pais.
Então, acho que só as adolescentes que passaram por momentos difíceis e complicados é que conseguem e dão valor à família que têm!
Acho que só os pais é que conseguem dar-nos: Carinho, amor, amizade e ajuda.
Todas as adolescentes deviam dar valor à família que têm. Não se pode escolher a família que se quer, mas podemos criar a nossa própria família quando formos mais velhos e tivermos idade para a tal.
Soraia dos Santos, 7ºB

A importância da família na Adolescência 

     A adolescência é uma fase da vida muito importante. É um período caracterizado por alterações físicas, mentais e sociais. 
     Na verdade, acho que a adolescência é, resumidamente, a fase do desenvolvimento humano, em que passamos de crianças a adolescentes.
     A família é, definitivamente, a principal “ferramenta” na adolescência.
     Os pais, muitas vezes, mostram-se atrapalhados com o que acontece aos seus filhos nesta fase, pelas companhias, pelas drogas, pelos impulsos e, principalmente, pelos comportamentos sexuais (que muitas vezes originam gravidez indesejada na adolescência) …
      Alguém que está a passar pela adolescência precisa de ter, pelo menos, uma figura parental em que tenha plena confiança para poder desabafar e fazer perguntas.
      Infelizmente, existem muitos pais que dão mais importância ao trabalho que aos filhos, e estes vão ganhando mais liberdade do que realmente necessitam, logo vão crescer sozinhos e isso pode ter muitas consequências, na maioria, negativas. 
      Eu conheço uma rapariga que tem pais ausentes, no entanto é uma boa aluna e nunca a vi ter comportamentos de risco. Mas é claro que às vezes se queixa que passa pouco tempo com os pais.
      Para dizer a verdade, os nossos pais são realmente a coisa mais segura e mais importante que se pode ter na adolescência. 
Carolina Bonifácio, 7ºB 

terça-feira, 10 de abril de 2012

Reflexões acerca do teatro



  • O que representa a imagem?
  • Que relação tem a imagem com a citação de José Rodrigues Miguéis?



Atividade recolhida do Manual: 
FERREIRA, Ida Isabel et ali,  
Língua Portuguesa, 
7ºAno, Santillana



sábado, 4 de fevereiro de 2012

Sobre a pobreza

Na 5ª proposta de escrita do 8º Ano (Turmas A e B), pedia-se que os alunos refletissem sofre  a pobreza. 
Publicamos, de seguida, alguns dos trabalhos:



A Pobreza…
Quando pensamos em ir dar um passeio por um jardim, pela cidade de Lisboa, ou ir dar uma volta de comboio ou metro, infelizmente, vemos sempre a mesma coisa: pessoas pobres, com dificuldades, a pedir ajuda.
Ao vermos aquelas pessoas com frio, fome e muitas vezes, sem um teto para dormir temos pena e queremos ajudar.
“Por favor, uma moeda, hoje ainda não tomei o pequeno-almoço!”, é uma das muitas frases que estas pessoas utilizam para tentarem receber alguma coisa para os alimentar.
Pelo que se ouve nas notícias, o que se lê nos jornais… as pessoas já têm receio de ajudar com dinheiro, que normalmente é o que é pedido. Ficam com receio que o dinheiro que vão dar não seja para comer, como lhes dizem, mas sim para vícios como o tabaco, a droga, a bebida, o jogo, entre outros. É a realidade!
É claro que há instituições que oferecem refeições aos mais necessitados, mas, às vezes, a maior pobreza destas pessoas está no coração, por não terem uma família, amor e carinho.
Na verdade, para mim, este assunto é uma grande tristeza, acho que o Mundo nunca será “perfeito” enquanto houver pessoas nesta situação.
Eu ainda tenho esperança que, daqui a alguns anos, o Mundo melhor em relação a este assunto.


Damiana Mateus, 8ºA



Infelizmente, a realidade é mesmo esta! Actualmente, o número de pessoas que passam necessidades está a aumentar a olhos vistos… A cada dia que passa se vêm mais e mais pessoas a pedir esmola nas ruas…
Na realidade, esta situação está a tomar proporções preocupantes… Na minha opinião, provavelmente devido ao desemprego, as pessoas têm cada vez menos possibilidades económicas de sustentar uma casa ou, até, de se alimentarem… Por isso mesmo, começam a viver na rua, vagueando, pedindo dinheiro para o seu próprio sustento. Para alguns, um pequeno pedaço de pão por dia seria o suficiente, tendo em conta que muitos passam dias e dias sem ter algo para comer…
Há ainda os pedintes que têm um lugar para viver, mas não têm como suportar as restantes despesas.
Para a pobreza, encontro algumas causas principais além do desemprego, tais como o grande número de despesas económicas nas famílias numerosas; o desemprego devido à doença; devido à corrupção, ao roubo; ao investimento de dinheiro em grandes negócios, acabando por sair fracassados, o que origina grande perda de dinheiro.
Relativamente a estes últimos pontos, penso que se tratam de grandes injustiças para as pessoas que se encontram nestas situações.
Na minha opinião, estas pessoas precisam de ser ajudadas, para que possam ter direito a uma vida melhor, tal como todos merecem…
Leonor Ferreira, 8ºA



Pessoas pobres que pedem esmola! Esta frase não me “afeta”! 
Hoje em dia, há muitas pessoas pobres, mas essa não é uma razão para deixarem de querer viver e de estar a pedir constantemente esmola. Para que servem os pés e as mãos? 
"Todos temos de lutar pela vida, não é a vida que vai lutar por nós!" -  Pois bem, concordo plenamente com esta frase. Sim, é claro que existe uma exeção. Há pessoas que não conseguem trabalhar por falta de emprego, com problemas físicos (ou, sei lá, até psicológicos) . Essas pessoas se estiverem a pedir esmola, sim concordo, deviam ser ajudadas! Atualmente existem muitos centros que ajudam estas pessoas.  Evidentemente que lhes dão de comer, alguns centros até oferecem-lhes uma boa higiene pessoal!  Aliás, melhorem-lhes a vida, fazem com que, secalhar, as pessoas deviam agradecer-lhes no futuro! Penso que, dentro de pouco tempo, com a crise que o país está a passar, o número de pessoas a cometerem este ato será cada vez maior!
Devemos ajudar os necessitados até porque isso demostra um grande ato de generosidade da nossa parte, mas estes também devem chegar à conclusão que nem tudo é feito como eles quiserem e à maneira que eles querem! 

Elena Tepordei, 8ºA


Hoje em dia, a pobreza é cada vez mais um dos piores problemas existentes na sociedade. Na minha opinião, os pobres devem sentir-se tristes, envergonhados, e talvez indignados com a vida que levam. Afinal, não é uma vida fácil! Dormir na rua, pedir esmolas e tirar restos de comida do lixo não são “tarefas” agradáveis.
O que me revolta (e bastante) é o facto de algumas pessoas se fazerem passar por pobres. Deste modo, quem dá esmolas não sabe se quem as recebe é um verdadeiro sem-abrigo ou não, não conseguindo descobrir se a quem está a dar esmola realmente necessita ou se é um impostor.
No que se refere à ajuda das pessoas que têm mais possibilidades económicas, penso que estas deviam ser um pouco mais solidárias, pois se fossem elas que estivessem no lugar das pessoas mais pobres, também gostariam de receber ajuda. No fim de contas, quem é que não gosta de ser ajudado? No entanto, eu percebo a situação das pessoas que querem mas não podem ajudar os mais pobres. A crise está instalada e é para todos, infelizmente.

                                                                                                                                                                                   Madalena Castro, 8ºB 


Como a vida não pode ser perfeita para todos, existem certas pessoas que andam a pedir esmola por aí. Na minha opinião, essas pessoas têm a autoestima muito baixa e isso faz com que elas pensem que não são úteis para trabalhar. Tendo em conta o facto de não trabalharem e não terem dinheiro, vão pedir a tal esmola em locais públicos. Isto ainda se agrava mais quando esses indivíduos não têm família nem amigos. Normalmente, não têm abrigo.
Hoje em dia, até se metem na droga (muitos deles pedem esmola só para a comprarem), se bem que alguns gastam o dinheiro que recebem em comida, o que já é mais correto. Não gosto nada do facto de algumas pessoas, nestas condições, andarem a roubar… É óbvio que estão desesperados, sem saber o que fazer da vida e, depois, atuam desta forma mas, mesmo assim, não há necessidade de andarem por aí a assaltar os outros…
Se tenho pena destes indivíduos? Sim, tenho. Acho que ninguém merece isto e essas pessoas deviam de ter apoio psicológico, pois têm muitos problemas. Na verdade, até nem me importava de os ajudar. Talvez um dia!
Inês Cordeiro, 8ºB

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A violência no futebol


A proposta que a seguir publicamos foi feita a partir do seguinte plano:



Foi um trabalho desenvolvido nas turmas do 7º Ano (A e B).


A violência no futebol

Quando falamos em futebol, vêem-nos vários pensamentos à cabeça: a violência, a corrupção, árbitros,etc.
E várias perguntas também, como: Porque existe corrupção no futebol?; Porque existem claques violentas?; Como acabar com os problemas no futebol?; entre outras.
Com este texto, pretendo esclarecer e/ou dar a minha opinião, sobre este tipo de pensamentos e perguntas. O futebol tem muitas outras coisas para, além dos jogos... Como, os treinos intensivos, a equipa técnica, o dinheiro em que está envolvido, etc. Mas não vamos entrar em pormenores, pois quero apenas falar sobre a violência deste desporto.
A violência é despertada por uma série de acções, começando nas derrotas das equipas, pois os jogadores ficam irritados, os treinadores também e ainda os adeptos, descarregando todas as culpas no árbitro e na equipa adversária(acusando-a de corrupção). Outra razão para a violência, é a disputa de lugares e posições, nos campeonatos (nacionais, internacionais,etc), pois os jogadores estão, com mais pressão e mais tensos e transmitem isso aos adeptos, provocando muitas vezes confusões tanto de jogador para jogador como, de claque para claque.
                A última situação que acho importante referir é a de algumas pessoas levarem demasiado a sério o futebol. O futebol é apenas um desporto e é assim que deve ser “interpretado”.          
                Acho que a resolução do todos os problemas não é fácil, mas deixo aqui algumas sugestões para tentar ajudar a combater a violência do futebol.
                As minhas sugestões são: melhorar a aplicação das regras do futebol e se necessário, criar mais algumas regras com fundamento, castigar seriamente os culpados da corrupção, forçar a segurança nos jogos, deixar de existir tanto de dinheiro envolvido no futebol, forçar também as campanhas contra a violência no futebol e começar a apostar em outros desportos.
Joana Silva




quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A poluição


Na quarta proposta de escrita semanal, os alunos do 7ºAno (turmas A e B) tinham de redigir um artigo para um jornal escolar, alertando para a necessidade de defesa das florestas e de todos os espaços verdes.

Vejamos alguns dos textos:





A Importância dos Espaços Verdes / Proteção do Ambiente

Hoje em dia, tem-se vindo a concluir que cada vez Há menos espaços verdes, mais lixo produzido pelo homem, mais incêndios em matas… Claro que têm de existir culpados, mas eu acho que todos temos a culpa destes acontecimentos. Por exemplo, eu quero fazer uma casa para isso vou ter de destruir o pinhal da minha zona, porque é aÍ que eu quero fazer a minha casa.

Mas será que nós não entendemos que estamos a matar o nosso planeta?

Na verdade, entendemos, mas simplesmente ignoramos isso.

Todos devíamos pensar nas coisas antes de as fazer, simples atos que podem valer muito como não mandar lixo para o chão… Naturalmente, preferimos faze-lo antes de ir pô-lo no caixote do lixo que está a um metro de distância.

Para concluir este artigo digo: plantem mais árvores e reciclem o vosso lixo, salvem o que é vosso por direito antes que seja tarde de mais!
Carolina Bonifácio



Já repararam como está o ambiente?
Hoje em dia, as pesoas atiram lixo para o chão, não se importam com o mal que estão a fazer a si próprias, ao seu próprio mundo, porém já existem empresas de recolha de lixo e atividades de sensiblização quanto ao ambiente.
Daqui a uns tempos, com a poluição, será difícil respirar...
Nós conseguimos ajudar em muitas coisas, por exemplo:
Em vez de pôr as garrafas de água, os vidros e o cartão no lixo comum, podemos pô-los nos ecopontos, logo aí estamos a dar uma grande ajuda.
O ambiente poluído não é uma forma de viver, se todos ajudarmos, vamos conseguir fazer uma grande diferença.
Nós conseguimos tornar o nosso mundo num sítio melhor onde podemos conviver, brincar e acima de tudo ser feliz com o que nos rodeia e com um ambiente saudável para todos.
O futuro do nosso mundo está nas mãos de cada um de nós.
Madalena Carvalho





Um planeta melhor
Num planeta cada vez mais poluída e com menos espaços verdes, torna-se evidente a necessidade de tomar medidas.
Hoje em dia, cada vez há mais atentados à floresta, como incêndios e cortes de árvores em grande quantidade, mas também há cada vez mais poluição sonora e de gases poluentes entre outros.
Por isso, acho que devo avisar-vos que é melhor tomar medidas agora, antes que seja tarde demais!
As minhas propostas são: aumentar a vigilância nas florestas; avisar as pessoas para reciclarem mais o papel, para que não precisem de ser arrancadas tantas árvores; fazer-mos uma manifestação para que façam mais espaços verdes; avisar as pessoas para andarem menos de carro e por último, fazer campanhas de sensibilização.
São gestos tão simples de fazer, porque não começar já?
Vamos todos ajudar para que o mundo seja mais verde e podermos ficar com mais espaços onde possamos brincar.


Filipa Silva

Como todos nós sabemos, o planeta Terra cada vez está mais poluído.

    Vim por este meio informar, (pois à quem não saiba, ou quem não ligue), que temos de cada vez mais preservar as florestas e os espaços verdes.

    Estes são bastantes importantes para todos nós. São eles os “pulmões” do mundo. Eles fazem com que as pessoas tenham um ambiente mais saudável, pois muitos dos espaços verdes, principalmente nas cidades, retêm o dióxido de carbono fazendo que este se transforme em oxigénio, formando assim a fotossíntese!

    Atualmente há muitos incêndios florestais, por isso está na altura de pararmos isto, pois somos nós os “adultos de amanhã”! Será que me pode ajudar a travar isto? Não bem a mim, mas à Natureza e ao planeta Terra!

    Mas é óbvio que para pararmos isto temos que fazer algo, por vezes coisas tão simples, mas que nós não nos importamos. Basta não atirar lixo para o chão, proteger as árvores e os animais nela habitam, entres outras…

    Além disso,  você também desfrutar destes ambientes, fazendo exercício neles ou até mesmo descansar!
    Então, vamos lutar por um mundo melhor! 

Cíntia Simões


Olá, eu escrevi este texto para chamar a atenção às pessoas sobre a proteção das florestas e espaços verdes

Hoje em dia, as pessoas pouco se preocupam com as florestas e espaços verdes. Por exemplo, aqui há tempos eu vi um senhor a fazer um piquenique numa floresta, e até aí tudo bem, mas é então que eu vi-o a atirar os guardanapos sujos para o chão , e, como se isso não bastasse, pegou num saco de plástico com lâmpadas lá dentro e mandou-o de qualquer maneira! Será que há pessoas com uma mentalidade tão “tacanha” que não sabem que aquilo pode provocar um incêndio? Bem, parece que sim!
Agora queria lançar um desafio a todas as pessoas.
Em primeiro lugar queria que todos tentassem não deitar lixo para o chão das florestas, espaços verdes ou qualquer outro sítio.
Em seguida, queria que espalhassem a notícia por todas as pessoas (familiares, amigos, pessoas que vejam a “magoar” as florestas e espaços verdes) de que se ajudarem, as florestas e a Mãe Natureza agradecem.
Para concluir o meu artigo quero fazer uma pergunta simples com uma resposta simples que muitas pessoas ignoram:
Será que é assim tão difícil proteger as florestas e os espaços verdes?
Acho que todos nós sabemos a resposta a essa pergunta!
Francisco Marques

A poluição

Hoje vou falar-vos de um assunto que, acho ser muito importante e que diz respeito a todos nós. A poluição de florestas e espaços verdes.

A poluição consiste em destruir por qualquer forma o ambiente em que nos encontramos.

Hoje em dia, temos vindo a assistir a um aumento progressivo da destruição do nosso planeta.

Será que todos nós imaginamos as consequências do simples ato de deixar abandonada uma garrafa de vidro, um espelho, um cigarro acesso ou um simples pedaço de papel?

Perante tal situação, temos de estimular procedimentos que contrariem as calamidades que isso pode provocar.

Mesmo sabendo ao que podem levar todos estes maus hábitos, há ainda, infelizmente, muitas pessoas que devido a sua inércia, falta de responsabilidade, de civilidade, de educação e de respeito pelos outros e pela natureza continuam a praticar estes atos.

É urgente chamá-los a razão! É preciso criar meios para que a conservação da natureza não seja posta em causa e para que seja feita conscientemente por todos nós.

Muito já se fez para contrariar os efeitos da poluição, contudo muito há ainda por fazer!

Mas que mais podemos nós fazer para proteger o nosso planeta?

Poderemos poluir menos, plantar mais árvores, andar mais de transportes públicos…  

Há muitas coisas que podemos fazer. E essas coisas só dependem de nós.

Carlota Pina


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Proteger o Planeta

Proteger o Planeta

O planeta Terra está a ficar cada vez mais poluído, por isso tornar-se-á cada vez mais necessário proteger a natureza e o ambiente! Como todos sabemos o papel vem das árvores e para o seu fabrico, por ano, são abatidas milhões de árvores, por isso devemos consumir menos papel e reciclar…

Quando, por exemplo, fazemos um piquenique ou vamos passear ao ar livre, não devemos deitar lixo para o chão, porque se pensarmos que é só daquela vez, vem outra pessoa e pensa o mesmo e assim sucessivamente, então da li a uns tempos temos uma lixeira. E assim aquele espaço que era tão bonito para fazer piqueniques e passear já não existe.

Portanto devemos pensar muito bem no que estamos a fazer porque então cada vez o nosso planeta fica mais poluído.

Adriana Martinho 7ºD

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Regresso à escola

Na primeira proposta de escrita semanal do 8º Ano, pedia-se que refletissem sobre o reinício do ano letivo, o reencontro com os colegas e amigos.
Eis o resultado de algumas dessas reflexões:


O Regresso às Aulas...
Os primeiros de muitos outros dias de aulas são como… um jogo de sentimentos e sensações. Melhor dizendo, todos os minutos são muito especiais.
No início, quando ia a caminho da escola, senti um grande nervosismo e, de seguida, nasceu dentro de mim uma gigante alegria e ansiedade. A alegria devido a voltar a estar com os meus amigos e a ansiedade causada pela elevada impaciência para contar todas as novidades e saber para onde o pessoal viajou.
É claro que estava desejosa por conhecer e conviver com os meus novos colegas e por saber se tinha entrado na nossa escola algum novo rapaz jeitoso. Julgo que todas as raparigas pensem nisso, até as mais certinhas!
Como sempre, chega a altura das apresentações, um momento que me deixa inquieta e que, por vezes, me envergonhava e me irritava porque era a terceira ou até mesmo a quarta vez que repetia: “Sou a Margarida, tenho 13 anos e moro na Lourinhã”.
Depois de ter umas aulas, já sentimos cansaço e saudades das férias. Torna-se habitual ouvir “pobres” estudantes comentarem que estão a precisar de férias.
Concluindo, os primeiros dias de aulas são inesquecíveis, mas às vezes pergunto a mim mesma: mas porque é que nos queixamos da escola ter começado de novo? Bem… É verdade que é muito bom estar de férias, mas não há nada melhor do que o regresso às aulas!
Margarida Pinheiro



O Regresso à Escola...
Os meus primeiros dias de aulas foram novamente de adaptação para mais um ano letivo, pois já não estava habituada a levantar-me tão cedo (nas férias acordava mais tarde), no entanto, foram entusiasmantes por voltar a reencontrar os amigos.
Por um lado, gostei de voltar à escola, mas, por outro, as férias ainda estavam a saber-me bem.
Considero que o regresso à escola correu bem, pois senti-me feliz, embora um pouco ansiosa. 
Neste ano tenho, em algumas disciplinas, professoras diferentes das do ano passado, tais como: história, geografia, inglês e ciências naturais. Na minha opinião, são boas professoras e penso que temos muito a aprender com elas.
Neste regresso às aulas eu estava com receio que o meu horário fosse mais concentrado no período da tarde, o que felizmente não aconteceu.
Agora, temos alguns alunos novos na nossa turma, o que é bom para podermos conhecer e conviver com outras pessoas.
Ao iniciar o ano, senti alguma preocupação em relação ao comportamento da turma, mas, apesar disso... espero que corra tudo bem e que aprenda muitas coisas novas.
O ano começou!
Maria Inês Oliveira


Regresso à Escola

Após o final das férias grandes, no regresso à escola, sinto-me sempre bastante ansiosa por me reencontrar com os meus amigos... Melhor dizendo, sinto sempre muita vontade de conversar com os meus colegas de turma, de rir com eles! Sou obrigada a admitir que a minha vontade é abraçá-los a todos…
Gosto especialmente das primeiras aulas, em que abrimos pela primeira vez os novos livros, escrevemos pela primeira vez nos cadernos acabadinhos de comprar, utilizamos os lápis novos, as canetas…
Desde sempre que me lembro de pensar: “Não se conhece uma pessoa por passar noventa minutos com ela numa sala de aula… Conhecemo-la, sim, depois de dias, semanas de trabalho em conjunto e convívio!” E obviamente, espero poder conhecer minimamente as pessoas com quem vou trabalhar durante um ano… 
Nos primeiros dias, sinto-me muitas vezes nervosa com o facto de ir conhecer novos professores e novos colegas, pois nunca sei o que pensam de mim à primeira vista… Às vezes, nem eu sei o que hei-de pensar acerca dos professores e dos novos colegas quando os conheço. 
Naturalmente, aquilo que desejo, no início do ano, é que tudo corra da melhor maneira em relação às disciplinas, às notas, à adaptação ao novo ano.
Numa palavra, apesar de poder parecer estranho, no inicio do ano escolar, sinto sempre grande vontade de voltar à escola…
Leonor Ferreira




Regresso à Escola

Depois de um longo intervalo de aulas é que se percebe o quanto gostamos de certas pessoas. Porquê? Porque depois de tanto tempo sem as pessoas com quem costumamos estar todos os dias a maior parte do ano, sentimos a falta dessas pessoas, a falta das conversas paralelas nas aulas, a falta das brincadeiras, dos intervalos em convívio, até das guerras que nunca duram mais de dois dias.
Por mais telefonemas, mensagens ou e-mails que possamos mandar uns aos outros, nunca é igual. No entanto, a escola acaba por ser a nossa segunda casa e os amigos a nossa segunda família. Quando regressamos  à escola ficamos sempre surpreendidos, aquele está a mudar de voz, está a ficar um homem, aquela nem parece a mesma, está mais preocupada com a sua própria imagem… E quando olhamos para trás no tempo lembramo-nos da primeira vez que entra-mos naquela escola, do primeiro dia de aulas, na mesma em que já andamos há 4 anos!
Falamos com este ou aquele amigo ou colega e ficamos felizes por nos voltarmos a encontrar e estarmos naquele momento a partilhar tudo o que aconteceu durante as férias.
Os amigos mais próximos é de quem sentimos mais saudades, saudades das conversas, dos desabafos e principalmente daquela frase que nos dizem sempre antes de irem dormir “não te esqueças que te adoro”.
Agora, depois de tanto tempo sem aulas, vem aí um ano novo e há sempre a expetativa de que o ano que aí vem vá ser melhor que o anterior.

Damiana Mateus

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A propósito da preservação do meio ambiente


Florestas … espaços verdes … o Ambiente

Hoje em dia, o nosso planeta está cada vez mais poluído. Infelizmente, as pessoas não têm noção da poluição que fazem no dia-a-dia e dos danos que esta provoca nos espaços verdes, nas florestas e também no Ambiente.
Então, e esses danos podem provocar alterações nas florestas e nos espaços verdes? Sim, podem e alguns podem ser muito graves como por exemplo:
Destruir as árvores, que nos dão oxigénio e este melhora a qualidade do ar;
Ao destruir as árvores, os vapores de água libertados por elas, deixam de existir e não contribuem para regular o clima;
Destruir o habitat de muitas espécies de animais e de plantas;
As árvores deixam de fornecer resina, frutos, etc;
Deixam de melhorar a qualidade do solo e da água.
Estes aspectos são aqueles que (se estivessem de forma positiva) são
essenciais à vida humana.
Concluindo, é necessário proteger as florestas e os espaços verdes, pois estes têm capacidades e características que sem elas o Homem não tinha muitas condições para viver.
Cada vez com mais frequência existem associações que sensibilizam as pessoas para a importância da preservação das florestas e dos espaços verdes.
Madalena Castro, 7ºAno

A Natureza e o Ambiente

A Natureza e o Ambiente são extremamente importantes para a vida actual na terra, tal como foi, em tempos passados, para todos os seres vivos que existiram no nosso planeta. Infelizmente, a realidade actual é bastante diferente daquilo que deveria ser. Grande parte das pessoas tem consciência de que é necessário proteger a vida natural, como as árvores, as plantas, os espaços verdes, mas não o fazem… 
A poluição é cada vez mais frequente em espaços naturais (jardins públicos, florestas, serras e campos), e na maioria das vezes é provocada por descuidos por parte das pessoas que, durante passeios, visitas ou passagens por estes locais, deixam lixo no chão que, se não for biodegradável irá fic.ar ali até alguém o recolher. Deste modo, a melhor maneira de prevenir é utilizar os caixotes do lixo ou ecopontos e para o caso de não existirem, guardar o lixo até ter algum caixote onde pô-lo. 
Sobre este assunto, é importante referir que aprender como respeitar, proteger e preservar o Ambiente e a Natureza é uma forma de garantirmos a nossa sobrevivência daqui a alguns anos, porque são deles que provêm os alimentos de que precisamos para viver, o oxigénio que respiramos e a água que bebemos. 
Para concluir, deve ser deixado um aviso para todas as pessoas. Preservemos o Ambiente e a Natureza porque são eles que nos garantem a vida!
Leonor Ferreira, 7ºAno

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Os meus tempos livres


Eu gosto de passar os meus tempos livres a ler, a ouvir música, no computador, a ver televisão ou com os meus amigos.
Porquê a ler? Quando leio um livro esqueço tudo o que está à minha volta e centro-me apenas nas palavras que estão escritas nas folhas, sinto a história, vivo os momentos… E ler traz-me experiências vividas pelas personagens, problemas e conhecimentos das mesmas.
Por outro lado, ao ler uma história consigo ver todo o sentimento que o autor colocou nas páginas do livro!
Também gosto de ouvir música, porque me sinto bem a ouvir relatos de experiências sentidas pelas pessoas.
Evidentemente que existem músicas das quais não gosto, ou porque são demasiado tristes, ou porque retratam assuntos pelos quais não me interesso.
Contudo, além de todas estas actividades de que gosto, existem ainda outras, como é o caso de ver televisão e estar no computador. Relativamente a estes, gosto de passar tempo nos dois, porque consigo ter acesso a informações sobre assuntos que me interessam, consigo jogar jogos, falar com os meus amigos na Internet, entre outras coisas.
Mas uma das actividades de que gosto mais é estar com os meus amigos, porque conversamos, jogamos jogos e, sobretudo, porque nos divertimos!
Leonor Ferreira, 7ºAno

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Vida é mudança

A propósito da expressão “Na vida nem tudo são rosas.”

É impossível viver num mundo de crianças para sempre. Com o tempo, a vida fácil e inocente que levamos enquanto somos pequenos evapora-se, e em troca, vemo-nos rodeados por um mar de dores de cabeça – A vida real. As horas de diversão passam a horas de trabalho, as perguntas de resposta fácil passam a perguntas sem resposta, os obstáculos de um jogo passam a obstáculos verdadeiros… e tudo muda com uma rapidez assustadora.
Por outras palavras, ganhamos a noção de que nem tudo na vida são rosas. E, sobretudo, de que aquilo que o futuro nos reserva pode muito bem definir-nos como destruir-nos. A força da decisão está, porém, nas nossas mãos. Somos nós que traçamos o nosso próprio futuro através das nossas acções. Por isso, é importante que tomemos a atitude certa na altura certa. Não obstante, errar também faz parte da vida. Muitas vezes, são os erros que nos fazem acordar para a realidade; que nos fazem crescer, ainda que não da melhor maneira.
Um exemplo muito comum da forma como a vida dos jovens muda é a passagem da escola básica para a escola secundária. Pessoalmente, encaro a escola secundária como uma linha de partida para a “estrada” da vida real, pela qual nós estamos a (começar a) caminhar. Estrada essa com muitos obstáculos prontos para nos testar. A meta, por outro lado, ainda se encontra muito distante.

Ecaterina Ciobanu, 9ºAno

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Comunicação audiovisual - que papel?


A televisão hoje em dia é um importante meio de comunicação. Através dela podemos ver programas de entretenimento ou outros mais informativos. Quando utilizamos este meio de comunicação podemos melhorar o nosso vocabulário e enriquecer os nossos conhecimentos. 
Tendo em conta que antigamente não havia televisão, as pessoas aproveitavam o tempo conversando ou contando histórias. Actualmente, podemos aproveitar este meio de comunicação, mas por outro lado não devemos depender muito dele, porque, na verdade, temos que perceber quais os programas que são importantes para a nossa idade.
Na verdade, a televisão faz parte da vida de todos nós, mudando o nosso comportamento, mas, apesar disso, temos que ser inteligentes e ter cuidado para não imitar tudo o que vemos, pensando como é importante respeitar a educação dos nossos pais evitando uma linguagem incorrecta ou outros comportamentos agressivos.
Sendo assim, como deverá ser utilizado este meio de comunicação?
Ele não deve substituir a nossa família ou o tempo necessário para a escola, assim como para outras actividades importantes para o nosso crescimento.
Desta forma, o papel da televisão hoje em dia é transmitir informação pelo mundo e … provocar mudanças na vida de todos nós!

Maria Inês Oliveira, 7ºAno

Por comunicação audiovisual entendemos todos os meios de comunicação que usam imagens e sons para se exprimirem. Por outras palavras, tudo o que conseguimos ver e ouvir.
Hoje em dia, um dos mais utilizados é a televisão. De facto, este meio de comunicação tem um papel extremamente importante na sociedade actual. É através dela que conseguimos saber todas as notícias, quer do nosso país, quer do Mundo. Mas é também através dela que aprendemos e que passamos os tempos livres.
Na minha opinião, a televisão é um meio sem o qual não poderíamos viver! Com base em experiência própria, posso dizer que utilizo a televisão para ver filmes, séries e outras programações. 
Mas claro que a televisão tem de ser utilizada com cuidado… E porquê? Porque demasiadas horas à frente de uma televisão podem provocar não só problemas de visão, como também um problema a que damos o nome de vício. Uma pessoa viciada em televisão é alguém que se senta sempre em frente de uma televisão quando a tem por perto e que se desliga do mundo em redor para ver programações do seu agrado.
Concluindo, a comunicação audiovisual faz parte da nossa vida e é muito importante, mas apesar disso, devemos ter cuidado com a forma como a utilizamos.

Leonor Ferreira, 7ºAno 

quinta-feira, 24 de março de 2011

Ter objetivos


Nada melhor do que dar o nosso próprio exemplo, certo? Então é isso que vou fazer. Para começar, este é o meu objectivo (para já): passar de ano e ir para a Escola Secundária da Lourinhã. Seguidamente será a universidade, mas isso já é outro assunto.
Ora bem, porque não meter logo no meu objectivo “casar, construir e criar uma família e um emprego com estabilidade” ?  Isto porque é o que a maioria das pessoas diz… A meu ver, considero que isto são “objectivos a mais”. Ou seja: nós não somos bruxos, não sabemos o que vai acontecer no futuro. Por isso, porque estar já a pensar numa coisa tão distante? Aliás, para conseguirmos ter uma casa, temos de ter um emprego. E para arranjar um emprego, é preciso estudar. Sem estudos, não há emprego, se não há emprego não há dinheiro, se não há dinheiro não podemos construir uma casa para a nossa família. Por isso, temos de apostar em nós, e agora. Porque se não for agora, não vai ser daqui a dez anos.
Para mim, é necessário definirmos os nossos objectivos aos poucos e poucos, para os irmos alcançando e sentirmo-nos vitoriosos (eu acho que isso é muito importante porque nos dá força e vontade para tentarmos alcançar os próximos objectivos). Para eu alcançar o meu objectivo, vou aplicar-me muito. Isto é, vou estudar muito, fazer todos os trabalhos de casa, participar na aula, tomar atenção, etc.
Porque, sem esforço, não conseguimos chegar aos nossos objectivos.
Patrícia Cruz, 9ºC


Empenho e informação
Como todos os alunos do nono ano ou anos inferiores, têm como objectivo passar o ano, ou seja, subir mais um “degrau” na sua vida. Pelo menos, é o que eu penso e o que eu quero para mim!
Para que uma pessoa consiga chegar aos seus objectivos, tem que ter acesso a informação suficiente, isto é, no caso dos alunos, têm que ter a matéria necessária para estudarem, no caso dos historiadores, precisam de datas, de informações importantes, entre outros, … Mas, não é só preciso informação, também temos que nos esforçar para completarmos algo que nos falta. Se só tivermos informação e não tivermos interesse em aprofundá-la, não nos irá servir de nada.
Eu falo de mim, se só conseguisse ter informação (matérias estudadas anteriormente) nunca iria conseguir passar de ano, porque a informação não é tudo, também precisamos de ter empenho. Então, todas as pessoas podem perguntar:
- Para conseguir triunfar, preciso de informação e também de empenho?
É evidente que sim, porque como eu disse em cima, precisamos de tudo para subir e superar os nossos objectivos, para passar para o outro lado da linha. Quanto mais informação e empenho, melhor!
Mariana Ferreira, 9ºC


“Água mole em pedra dura tanto bate ate que fura”
Tal como o próprio título indica, quanto mais nos esforçamos por alcançar objectivos que tenhamos em mente, maior a probabilidade de os conseguirmos alcançar é. Em primeiro lugar, queria mostrar um exemplo bastante bom de como quanto mais batalhamos melhor alcançamos os nossos objectivos. É na escola! Na escola há os alunos que lá vão passear e há os que lá vão estudar, pensado no melhor para o seu futuro, como no meu caso. Penso eu! No caso dos que levam a escola a sério e estudam bastante, se tudo lhes correr bem, a batalham tanto para conseguirem o futuro dos seus sonhos que certamente lá chegarão! No caso dos que andam a passear pela escola, esses nem sempre têm um futuro de sonho, muitas vezes até nem sonhos têm! E como estava a dizer, muito provavelmente o sonho deles não vai ser tão risonho como os que realmente se esforçam e trabalham para que o seu futuro seja melhor. Para esse caso só acho que se devam tentar esforçar por encontrar um objectivo que valha realmente a pena lutar, e logo verão que quanto mais lutarem por ele, mais provável é conseguirem alcançá-lo. Aqui apenas referi o contexto do estudo, mas há outras áreas como o amor e o trabalho que também têm objectivos que se batalhar por eles vai ver que os conseguirá alcançar!
Hugo Henriques, 9ºC


Objectivos do futuro
Todos nós temos objectivos na vida. Se não temos, deveríamos ter. Isto é, com que objectivo vive alguém, que não tem objectivos? Que não possui um sonho que queira concretizar? Não me parece adequado.
Mas, embora ter um objectivo seja importante, não é tarefa fácil. Ou se tem muita sorte na vida (algo extraordinariamente raro), ou se agarra em nós próprios e se faz pelo que se tem em mente. A este propósito, eu penso que o melhor ponto de partida é, sobretudo, a força de vontade. Porque “quem corre por gosto, não cansa”.
Porém, não é o bastante. Há ainda um determinado número de experiências pelas quais se tem de passar. Experiências que nos ajudem a crescer e a formar uma personalidade. Como, por exemplo, a escola. É na escola que nasce o talento, a responsabilidade, o empenho… Enfim, tudo coisas essenciais para o sucesso.
E existe outro factor importante: A paciência. Muitas vezes deparamo-nos com dificuldades e situações que não são do nosso agrado. Como uma disciplina escolar muito chata. Mas se não há como escapar-lhe, o melhor é ter calma e adaptarmo-nos a ela. Ignorar os obstáculos temporariamente, vai fazê-los piorar mais tarde. Portanto, devemos saber dar a volta por cima!

Certamente que isto não acaba aqui. Há ainda muito pano para mangas nesta matéria. Mas eis porque é difícil alcançar um objectivo. É um trabalho difícil, e só os valentes lá conseguem chegar.

Ecaterina Ciobanu, 9ºC


Os objectivos e o Futuro
Para começar, eu penso muito no Futuro e quais são os objectivos que tenho que alcançar, num primeiro momento, não me parecem fáceis, só que eu também acho que tudo é possível, basta querermos. Isto é, se quero bastante algo, terei que lutar para conseguir tê-lo, com, por exemplo: - eu neste momento estou no 9º e é um ano que para mim está a ser muito difícil por diversas coisas, mas mesmo assim o meu objectivo é passar para o 10º e isso é o que eu tenho de conseguir!
Eu penso que terei que lutar muito para conseguir passar de ano, apesar das dificuldades todas que tenho. Esse é o meu objectivo para o futuro. Como ainda terei que decidir este ano qual o curso que seguirei, nada será fácil… Mas temos que lutar para conseguir alcançar a nossa meta, neste caso a minha meta este ano será passar para o 10º. 
Como é possível conseguir tudo o que quero? Esta deverá ser a pergunta que bastantes pessoas fazem a si próprias, é como eu digo lutando; não se pode desistir nunca.
A nossa vida será sempre assim, lutando pelos nossos objectivos sem nunca desistir deles.
Andreia Ricardo, 9ºC


Em primeiro lugar, se uma pessoa se esforçar por ter alguma coisa que queira, (por exemplo ter um emprego numa empresa prestigiada e ganhar um bom salário, ou ter uma casa de luxo, ou fazer a viajem dos seus sonhos)! Mas para conseguir isso é só precioso ter ambição?
- A minha resposta é não, a ambição pode ajudar, mas se não tivermos pessoas que nos suportem quando falhamos em alguma coisa da vida e nos ajudem a recuperar o ânimo ou então os conhecimentos suficiente numa determinada área, nunca vamos poder subir na vida e conseguir o que queremos.
Isto é, vamos sempre precisar de muita força de vontade para termos as coisas que queremos, mas depois quando conseguirmos atingir os nossos objectivos, temos de conseguir ficar por lá, senão todo o nosso esforço não vai valer a pena...
Pelo contrário, se não nos esforçarmos nunca vamos obter o objectivo que queremos alcançar, por isso é melhor que se uma pessoa quiser algo, faça por merecê-la e não fique à espera que consiga o que queira sem fazer esforço.
Em conclusão, esforcem-se para conseguirem o que querem e não se deixem ir a baixo se uma vez não conseguirem o que querem, que de certeza vão conseguir alcançar os seus objectivos se tentarem novamente.
Bruno Ferreira, 9ºC

sábado, 19 de março de 2011

Em defesa das florestas e espaços verdes

A Natureza está em perigo
Temos de agir!
Quem não se lembra de ter brincado às escondidas num jardim cheio de plantas e arbustos? Quem nunca construiu uma cabana nos ramos de uma árvore? Que belas recordações. Infelizmente, tudo isto está posto em causa actualmente porque o Homem não sabe preservar a pouca Natureza que ainda o rodeia! Se alguém tiver dúvidas, basta olhar para o nosso concelho. Apesar de vivermos no campo, a Natureza está em muito mau estado! Não vemos muitas árvores e estas estão muito desprezadas como se não fossem bem vindas, os espaços verdes são raros e mal aproveitados, e as plantas da região não são valorizadas.
Temos de fazer alguma coisa antes que seja tarde de mais para as gerações futuras! Temos de reconstruir aquilo que a geração dos nossos pais destruiu! Mãos à obra!
Podemos começar por organizar equipas para plantar árvores e voltarmos a ter florestas no nosso concelho. Desta forma contribuímos para a melhoria da qualidade do ar. Devemos também dar valor aos espaços verdes que temos utilizando-os com respeito e promovendo a construção de mais alguns onde pequenos e grandes possam descansar e esquecer o stress do dia-a-dia. Quanto às plantas originárias da região, parece-me que seria a ocasião de promover encontros entre gerações para perguntar aos mais velhos como era a Lourinhã da sua infância e plantar de novo todas as plantas que hoje em dia já não nos rodeiam.


Gustavo Cópio, 8ºC


Actue enquanto não é tarde
Para começar, imagine-se numa cidade, em que tudo o que esteja à sua volta seja poluição; Pense em arranha-céus, carros a deitar fumo de escape, barulho ensurdecedor, pessoas sob stress… Tudo isto, sem uma única réstia de espaço verde. Em seguida, imagine um vasto campo coberto de flores. Acrescente algumas árvores majestosas, enchendo o espaço à volta. Ouça o roçar do vento nas folhas e o chilrear dos pássaros, voando livremente. Por fim, compare-os, e diga: Qual dos dois prefere?
Pois é. E lembre-se de que quem fomentou isto tudo, fomos nós. Todos e cada um de nós actuou diariamente da forma mais egocêntrica e construiu aquilo a que chama de “civilização” sem sequer parar para pensar no resto. Esta é a realidade, pura e dura.
Porém, apesar de tudo isto, ainda há uma oportunidade de se redimir. Está a ser-lhe dada a última possibilidade que tem para fazer as coisas bem. Agarre-a! Invista na natureza. Ponha o egoísmo atrás das costas e defenda aquilo que lhe dá vida! Proteja os espaços verdes que restam, e, do mesmo modo, volte a criar os que outrora existiam.
Vai ver como lhe aquece a alma saber que ajudou tão nobre causa.


Ecaterina Ciobanu, 9ºC

quinta-feira, 17 de março de 2011

“A origem” - uma leitura

“A origem” (Inception) é um filme que relata a vida de Cobb, um ladrão talentoso, capaz de roubar informações através da própria fonte – A mente das pessoas. Deste modo, ele é um fugitivo à polícia, o que faz com que esteja separado dos seus dois filhos. Mas eis que lhe é dada a oportunidade de se redimir. Cobb tem de fazer um último trabalho, que lhe pode devolver a família: Implantando uma ideia na mente de alguém, em vez de a roubar.
A meu ver, este filme é genial, porque põe à prova a nossa capacidade de pensar. Isto é, para percebermos o desenrolar dos acontecimentos, é preciso estarmos com atenção a todos os detalhes. Não é um filme simples e eu fico feliz com isso. Além disso, achei o argumento muito inovador. Afinal de contas, o local do crime passou a ser a própria mente das personagens, onde sucedia todo o tipo de fenómenos que no mundo real seriam impossíveis de ver. À medida que o filme passava, sentia-me cada vez mais absorvida pela a história. A tensão das cenas, as fugas, as explosões e até os tiros fizeram deste filme, o melhor que eu já tive oportunidade de ver.
Resumidamente, penso que apesar de este ser um filme de espionagem, tem muita história para contar, e portanto vale a pena vê-lo. Confesso que nunca pensei gostar tanto de um filme deste género!


Ecaterina Ciobanu 9ºC

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Alerta Planeta

Este artigo é escrito para alertar toda a gente de que o nosso planeta está em constante mudança! Se não começarmos desde já a ter atenção às coisas que simplesmente fazemos sem pensar, corremos o risco de alterar significativamente o mundo onde estamos acostumados a viver… E isto não se reduz a um simples risco que penso que muitos de nós estejamos dispostos a correr egocentricamente! Mais tarde ou mais cedo iremos todos enfrentar esta dura realidade! Nunca pensou em como os nossos futuros familiares andarão num mundo cheio de poluição? Penso que, todos nós, muito pelo contrário queremos o melhor para os nossos herdeiros. Portanto, é importante começar desde já a cuidar e a poupar o nosso planeta AZUL destas distracções ou dos actos desumanos que cometemos.

Por exemplo: Um assunto que se torna cada vez mais grave, hoje em dia, é a poluição nos rios, florestas e… Enfim, os espaços verdes que ainda possuímos. É nosso dever pormos um FIM às descargas de lixo nestes sítios! Esta tarefa implica por o egoísmo atrás das costas e começarmos a dar importância ao que nos mantém vivos! Nós somos os únicos culpados do problema em questão! Não acha que este nosso globo está a dar-nos imensas oportunidades para mostrar que temos sentimentos para com ele? Não as desperdice! Faça uma grandiosa boa acção, não só para ajudar o mundo, mas também para se sentir bem consigo mesmo!

Ecaterina Ciobanu, 7ºE