sábado, 6 de dezembro de 2008
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sábado, dezembro 06, 2008
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Uma coisinha que rebenta
Uma coisinha que rebenta
Eu peguei num quadrado
Sem saber o que era
Ao vê-lo fiquei admirado
Carreguei num botão
Do que é que eu estava à espera...
De uma enorme explosão
E soltou-se uma granada
Seguida de nada
E lá foi uma pessoa ao ar
E eu sadicamente pus-me a olhar
E percebi que tenho poder para fazer pior
E explodir com o armazém das empresas Lindor
Peguei numa coisa
E montei-a noutra coisa
Descobri que essa coisa era inflamável
Para uns mau
Mas para mim saudável
Botei-lhe coisas inflamáveis
Incluindo gasolina
Atei à coisa uma linha fina
Ainda sem saber o que é coisa
À linha fina chamei-lhe rastilho
Com isso pus a coisa num prédio sem fazer estrilho
O tabaco caiu no rastilho
E o rastilho pôs-se a arder
Eu pus-me a ver
E gostei do que vi
Tudo rebentou
E a história acabou
Porque a bomba ordenou
Uma coisinha que rebenta
Eu peguei num quadrado
Sem saber o que era
Ao vê-lo fiquei admirado
Carreguei num botão
Do que é que eu estava à espera...
De uma enorme explosão
E soltou-se uma granada
Seguida de nada
E lá foi uma pessoa ao ar
E eu sadicamente pus-me a olhar
E percebi que tenho poder para fazer pior
E explodir com o armazém das empresas Lindor
Peguei numa coisa
E montei-a noutra coisa
Descobri que essa coisa era inflamável
Para uns mau
Mas para mim saudável
Botei-lhe coisas inflamáveis
Incluindo gasolina
Atei à coisa uma linha fina
Ainda sem saber o que é coisa
À linha fina chamei-lhe rastilho
Com isso pus a coisa num prédio sem fazer estrilho
O tabaco caiu no rastilho
E o rastilho pôs-se a arder
Eu pus-me a ver
E gostei do que vi
Tudo rebentou
E a história acabou
Porque a bomba ordenou
Dominique Martinho, 8ºD
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Os meus tempos livres
Nos meus tempos livres, gosto muito de fazer muitas "coisas": jogar badminton, ler, tirar imensas fotografias, ver televisão, tocar na minha flauta transversal, estar a jogar no computador, brincar com o meu cão, ouvir música aos "altos berros" , dançar correr e cozinhar.
Apesar de gostar destes tempos livres todos, há um extra que não me pode falar: dormir. Melhor dizendo, gosto muito de dormir e descansar. Jogar badminton, diverte-me, sinto-me com vida. Ao ler, descanso e sei que treino a minha leitura. Ao tirar fotografias, não sei porque tiro, mas a realidade é que gosto mesmo !
Se bem que ao ver televisão, aprendo menos, também dá para "descontrair" . Quando toco na minha flauta transversal, gosto muito, porque, quando estou em "sintonia" com os outros elementos da Banda da Atalaia, não há explicação possível! Jogar no computador nem sempre é bom, porque, às vezes, enervo-me! Quando sou "morta" ou perco o jogo digo :"Oh, já não quero saber disto" e depois solto uma gargalhada.
Quando brinco com o meu cão, sinto-me contente de estar a brincar com ele. Ouvir música, dormir, dançar, correr e cozinhar são os meus passatempos preferidos!
Contudo, nunca me esqueço de fazer os t.p.c's e as propostas de escrita da "stôra" Rosalina...
Nos meus tempos livres, gosto muito de fazer muitas "coisas": jogar badminton, ler, tirar imensas fotografias, ver televisão, tocar na minha flauta transversal, estar a jogar no computador, brincar com o meu cão, ouvir música aos "altos berros" , dançar correr e cozinhar.
Apesar de gostar destes tempos livres todos, há um extra que não me pode falar: dormir. Melhor dizendo, gosto muito de dormir e descansar. Jogar badminton, diverte-me, sinto-me com vida. Ao ler, descanso e sei que treino a minha leitura. Ao tirar fotografias, não sei porque tiro, mas a realidade é que gosto mesmo !
Se bem que ao ver televisão, aprendo menos, também dá para "descontrair" . Quando toco na minha flauta transversal, gosto muito, porque, quando estou em "sintonia" com os outros elementos da Banda da Atalaia, não há explicação possível! Jogar no computador nem sempre é bom, porque, às vezes, enervo-me! Quando sou "morta" ou perco o jogo digo :"Oh, já não quero saber disto" e depois solto uma gargalhada.
Quando brinco com o meu cão, sinto-me contente de estar a brincar com ele. Ouvir música, dormir, dançar, correr e cozinhar são os meus passatempos preferidos!
Contudo, nunca me esqueço de fazer os t.p.c's e as propostas de escrita da "stôra" Rosalina...
Patrícia Cruz,7ºE
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sexta-feira, dezembro 05, 2008
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Texto de opinião
Burro
Burro é um pessoa que não sabe nada
Nem tem uma ideia vaga
Do que quer que seja
Por isso ninguém é burro
Quem o fosse nem saberia o que é um murro
Nem poderia viver
Nem poderia respirar
Nem poderia comer
Nem poderia andar
Por isso digo
Como palavra de amigo
Burro é um animal
Um animal quadrúpede
Bom no forno temperado com sal
Nada comparado com um bípede
Como eu
Como tu
O Burro faleceu
Mas come-o tu
Primeiro vai em meia-de-leite
Depois vai a granitar
Mete-lhe azeite
E toca a enfardar
Burro é um pessoa que não sabe nada
Nem tem uma ideia vaga
Do que quer que seja
Por isso ninguém é burro
Quem o fosse nem saberia o que é um murro
Nem poderia viver
Nem poderia respirar
Nem poderia comer
Nem poderia andar
Por isso digo
Como palavra de amigo
Burro é um animal
Um animal quadrúpede
Bom no forno temperado com sal
Nada comparado com um bípede
Como eu
Como tu
O Burro faleceu
Mas come-o tu
Primeiro vai em meia-de-leite
Depois vai a granitar
Mete-lhe azeite
E toca a enfardar
Dominique Martinho, 8º D
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sexta-feira, dezembro 05, 2008
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domingo, 30 de novembro de 2008
Folhas caídas no chão
Folhas caídas no chão,
logo a chuva e o tempo levarão.
Passa o Outono,
chega o Inverno e,
bem agasalhada,
passeio pela estrada
até encontrar este lindo jardim...
Folhas caídas no chão,
logo a chuva e o tempo levarão.
Passa o Outono,
chega o Inverno e,
bem agasalhada,
passeio pela estrada
até encontrar este lindo jardim...
Helena Ferreira, 8ºE
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domingo, novembro 30, 2008
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sábado, 29 de novembro de 2008

Naquela tarde - I
Naquela tarde, os telhados ficaram plenos de um manto branco. Tinha nevado. Eu sabia perfeitamente que o famoso Pai Natal não existia, até ao momento em que vi uma 'coisa' gorda e vermelha, com uma espécie de algodão doce muito compridoooo colado à cara (era barba, mais tarde vim-me a aperceber disso), a dar um enorme salto para dentro de umas das chaminés, a chaminé da casa da Rita.
Quando, de repente, olhei para o telhado, pareceu-me ver o trenó do Pai Natal, com 7 renas para o puxar, tendo como principal, a rena Rodolfo, a ganhar balanço através da neve e.. upa! O trenó desvaneceu-se pelo céu a dentro.
Resolvi, então, investigar. Fui a casa da Ritinha e da Leonor, bati à porta e consegui ouvir a Bomboca a ladrar. Abriram a porta,como se nada fosse, e disseram-me "-Boa noite!", com um 'sorrisão'.
Fui um pouco mal educada, pois desatei a correr pelo Hall em direcção à sala de estar e vi o Pai Natal sentado, a descansar, em frente à lareira, enquanto comia bolachas e bebia um enorme copo de leite quentinho. Com um olhar sarcástico disse:"-Então não me apresentam o vosso novo amigo?" e levei-as até à sala, e , com grande desgosto meu, o suposto Pai Natal que lá deveria estar, encolheu e transformou-se num boneco de porcelana, muito pálido. Estava preparada para me ir embora com um 'sorriso amarelo' e a pedir imensas desculpas por ter entrado sem pedir licença. Olhei mais uma vez para o Pai Natal, para verificar se era mesmo um boneco, e ele, então, piscou-me o olho.
Mariana Costa, 8ºD
Naquela tarde - II
Naquela tarde, os telhados ficaram plenos de um manto branco. Tinha nevado. Eu... como vivia naquela zona há pouco tempo, e vindo de uma terra de muito calor, fui para a rua muito satisfeito, para me divertir, pois nunca tinha visto neve na vida.
Achei fascinante, a única coisa que me entristeceu, foi não ter visto ninguém a brincar: fazer bonecos de neve, deslizar...
No entanto, mesmo sozinho, fiz um grande boneco à porta de minha casa, para a guardar e, de seguida, peguei num saco de plástico grande e preto e fui deslizar para uma montanha, não muito alta, ao pé da vila onde vivia.
Cheguei lá a cima e fiquei muito espantado, porque verifiquei que quase toda a gente da vila lá estava (ou mesmo toda!) a fazer muitas brincadeiras.
Eu Desde que vivia ali já tinha conhecido algumas crianças, então, com o meu saco de plástico fui escorregar.
Estive na brincadeira até à uma da tarde. Nessa altura começou a ir embora muita gente e eu também fui. Cada pessoa foi para a sua casa almoçar. Depois de almoço retomaram as mesmas actividades que de manhã, e estas se estenderam - se pela tarde fora. Por volta das sete da tarde voltou tudo para o calor da lareira de suas casas.
Naquela tarde, os telhados ficaram plenos de um manto branco. Tinha nevado. Eu... como vivia naquela zona há pouco tempo, e vindo de uma terra de muito calor, fui para a rua muito satisfeito, para me divertir, pois nunca tinha visto neve na vida.
Achei fascinante, a única coisa que me entristeceu, foi não ter visto ninguém a brincar: fazer bonecos de neve, deslizar...
No entanto, mesmo sozinho, fiz um grande boneco à porta de minha casa, para a guardar e, de seguida, peguei num saco de plástico grande e preto e fui deslizar para uma montanha, não muito alta, ao pé da vila onde vivia.
Cheguei lá a cima e fiquei muito espantado, porque verifiquei que quase toda a gente da vila lá estava (ou mesmo toda!) a fazer muitas brincadeiras.
Eu Desde que vivia ali já tinha conhecido algumas crianças, então, com o meu saco de plástico fui escorregar.
Estive na brincadeira até à uma da tarde. Nessa altura começou a ir embora muita gente e eu também fui. Cada pessoa foi para a sua casa almoçar. Depois de almoço retomaram as mesmas actividades que de manhã, e estas se estenderam - se pela tarde fora. Por volta das sete da tarde voltou tudo para o calor da lareira de suas casas.
Diogo Costa, 8º D
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sábado, novembro 29, 2008
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2008/09,
Texto narrativo
Lá fora está frio
Lá fora está frio,
uma tarde de encantar,
quantos vezes não me rio
de ver as árvores a dançar.
Coitadas, tanto vento
as árvores a gritar
em minha casa entro
para não as ouvir chorar.
Felizmente, aquele vendaval passou
agora, até as ouço a cintilar.
As folhas, já o vento as levou.
As árvores perderam as suas filhotas, estas não se vão aguentar.
Lá fora está frio,
uma tarde de encantar,
quantos vezes não me rio
de ver as árvores a dançar.
Coitadas, tanto vento
as árvores a gritar
em minha casa entro
para não as ouvir chorar.
Felizmente, aquele vendaval passou
agora, até as ouço a cintilar.
As folhas, já o vento as levou.
As árvores perderam as suas filhotas, estas não se vão aguentar.
Mariana Costa, 8º D
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sábado, novembro 29, 2008
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
O meu nome é Idiota
O meu nome é Idiota
Oh meu deus
Quem sou eu
Alguém que discrimina judeus
Olá o prazer é todo meu
O meu nome é Idiota
Tenho um conta no banco do Totta
Discriminam-me a mim
Discriminam-te a ti
É assim que "eles" ganham respeito
Eu estou farto disto
A vida assim não aceito
Mas não falo em suicídio
Isso é cobardia em poesia
E na televisão fala-se de genocídio
A televisão é a caixa de mediocridade
E só passam imagens explícitas
Que não p'a tua idade
Mortes aqui
Greves ali
Golos acolá
O meu nome é Idiota
E vivo do lado de cá
O meu nome é Idiota
Oh meu deus
Quem sou eu
Alguém que discrimina judeus
Olá o prazer é todo meu
O meu nome é Idiota
Tenho um conta no banco do Totta
Discriminam-me a mim
Discriminam-te a ti
É assim que "eles" ganham respeito
Eu estou farto disto
A vida assim não aceito
Mas não falo em suicídio
Isso é cobardia em poesia
E na televisão fala-se de genocídio
A televisão é a caixa de mediocridade
E só passam imagens explícitas
Que não p'a tua idade
Mortes aqui
Greves ali
Golos acolá
O meu nome é Idiota
E vivo do lado de cá
Dominique Martinho, 8ºD
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segunda-feira, novembro 24, 2008
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Plantinha Drogada
A plantinha está drogada
Talvez precise de água
Mas é melhor tirar-lhe a droga primeiro
Para ela poder apagar a chama do vício
E no início
nunca pensei cuidar desta planta
Mas ela tirou-me da má vida
Ela é uma Santa
A plantinha precisa de água
Tenho que a regar
Pois talvez a um paraíso ela me poderá levar
A plantinha agora é saudável
A plantinha matou fomes
A plantinha matou sedes
A plantinha aumentou comes
A plantinha aumente bebes
A plantinha tem sede
Talvez a vá regar
Se nada me impedir
A plantinha é generosa
E a água não precisa de me extorquir
Com a água a plantinha apagou fogos
A plantinha ficou sem água
A plantinha morreu
Talvez tenha sido uma divindade
O que é certo é que a mim doeu
A plantinha está drogada
Talvez precise de água
Mas é melhor tirar-lhe a droga primeiro
Para ela poder apagar a chama do vício
E no início
nunca pensei cuidar desta planta
Mas ela tirou-me da má vida
Ela é uma Santa
A plantinha precisa de água
Tenho que a regar
Pois talvez a um paraíso ela me poderá levar
A plantinha agora é saudável
A plantinha matou fomes
A plantinha matou sedes
A plantinha aumentou comes
A plantinha aumente bebes
A plantinha tem sede
Talvez a vá regar
Se nada me impedir
A plantinha é generosa
E a água não precisa de me extorquir
Com a água a plantinha apagou fogos
A plantinha ficou sem água
A plantinha morreu
Talvez tenha sido uma divindade
O que é certo é que a mim doeu
Dominique Martinho, 8ºD
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quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Lá fora está frio,
o céu está cinzento,
as árvores choram baixinho,
fingem as lágrimas, de chuva
chuva que não cai mas que se sente
as pessoas que passam dizem que vai chover...
Mas foi o vento,
foi o vento que levou,
a lágrima que a árvore chorou
elas choram porque os seus ramos são cortados,
cortados por gente,
gente contente, gente com tudo!,
e elas sem nada!
o céu está cinzento,
as árvores choram baixinho,
fingem as lágrimas, de chuva
chuva que não cai mas que se sente
as pessoas que passam dizem que vai chover...
Mas foi o vento,
foi o vento que levou,
a lágrima que a árvore chorou
elas choram porque os seus ramos são cortados,
cortados por gente,
gente contente, gente com tudo!,
e elas sem nada!
Inês Félix, 8º D
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quinta-feira, novembro 20, 2008
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Medo
De quê?
Do nada.
Medo que o nada seja tudo
O que resta
De mim.
Medo de chegar a algum lado
Medo de não chegar a lado nenhum
Medo de tentar
Medo de parar
Ahhh...
Vida de medo
Escuridão
Ilusão
De quê?
Do nada.
Medo que o nada seja tudo
O que resta
De mim.
Medo de chegar a algum lado
Medo de não chegar a lado nenhum
Medo de tentar
Medo de parar
Ahhh...
Vida de medo
Escuridão
Ilusão
Márcia Luzia, Relíquia
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quinta-feira, novembro 20, 2008
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Inverno
Inverno frio
Se te dizem quente
Sarcasticamente rio
O que é certo é que o que faz o meu pente
É destruído
Silenciosamente
Sem ruído
O que é certo é que o que faz uma semente
É destruído
Às vezes ensurdecedoramente
Com ruído
O que é certo é que estou a exagerar
Porquê?
Porque às vezes é bom divagar
Diva quê?
Divagar...
Inverno frio
Se te dizem quente
Sarcasticamente rio
O que é certo é que o que faz o meu pente
É destruído
Silenciosamente
Sem ruído
O que é certo é que o que faz uma semente
É destruído
Às vezes ensurdecedoramente
Com ruído
O que é certo é que estou a exagerar
Porquê?
Porque às vezes é bom divagar
Diva quê?
Divagar...
Dominique Martinho, 8º D
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domingo, 16 de novembro de 2008
Preso pela sua mente conservada pelos pais
Continua a ler
Põe-te a estudar
Tens de te mexer
Se um doutor te queres tornar
Para seres aquilo
Com que os teus pais estão a sonhar
Para não seres
Como um velho bêbado na estrada
Que não tem nada
Por isso te digo
Não fiques um mendigo
Torna-te doutor
Mas isso é um seca
Mas também não queiras ter um emprego de "meia leca"
Assim és o marrão filho de um ricalhaço
Por isso marrão filho dum ricalhaço
A tua inteligência não tem de ser de aço
Por faz como eu digo e como eu faço
Enfrenta os teus pais
Nem que eles te deixem num cais
Diz o que queres fazer
E isso é saber viver
Continua a ler
Põe-te a estudar
Tens de te mexer
Se um doutor te queres tornar
Para seres aquilo
Com que os teus pais estão a sonhar
Para não seres
Como um velho bêbado na estrada
Que não tem nada
Por isso te digo
Não fiques um mendigo
Torna-te doutor
Mas isso é um seca
Mas também não queiras ter um emprego de "meia leca"
Assim és o marrão filho de um ricalhaço
Por isso marrão filho dum ricalhaço
A tua inteligência não tem de ser de aço
Por faz como eu digo e como eu faço
Enfrenta os teus pais
Nem que eles te deixem num cais
Diz o que queres fazer
E isso é saber viver
Dominique, 8º D
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domingo, novembro 16, 2008
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O meu amigo
O meu amigo
É um fruto
É um figo
É algo em bruto
E deixe-mo-nos de rimas sem sentido
Pois aquilo que foi dito atrás foi tudo mentido
O meu amigo comprou um guitarra
Mas ele mais parece uma cigarra
E não gosta de tocar
Para a guitarra ele está-se borrifar
Ele conta-me essas coisas
Todos os dias
Só me faz lembrar o evangelho de Moisés
E às tantas de Isaías
Mas ele não se importa
E mal se comporta
Só lhe importa o que tinha
Eu acho que me matava se a vida dele fosse minha
Ele não quer saber de nada
Nem se leva uma chapada
Ele é um sem-vergonha
E de todos ele leva na fronha
Por isso o meu amigo é um idiota
Parece algo pegajoso como compota
Ele é um idiota
Ele é um idiota...
Um idiota...
Esse idiota...
Nem sabe andar de mota...
(Nem eu)
E mais ele no agora mesmo faleceu
O meu amigo
É um fruto
É um figo
É algo em bruto
E deixe-mo-nos de rimas sem sentido
Pois aquilo que foi dito atrás foi tudo mentido
O meu amigo comprou um guitarra
Mas ele mais parece uma cigarra
E não gosta de tocar
Para a guitarra ele está-se borrifar
Ele conta-me essas coisas
Todos os dias
Só me faz lembrar o evangelho de Moisés
E às tantas de Isaías
Mas ele não se importa
E mal se comporta
Só lhe importa o que tinha
Eu acho que me matava se a vida dele fosse minha
Ele não quer saber de nada
Nem se leva uma chapada
Ele é um sem-vergonha
E de todos ele leva na fronha
Por isso o meu amigo é um idiota
Parece algo pegajoso como compota
Ele é um idiota
Ele é um idiota...
Um idiota...
Esse idiota...
Nem sabe andar de mota...
(Nem eu)
E mais ele no agora mesmo faleceu
Dominique, 8º D
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Cego
És cego quando não consegues ver
Se o és já deves saber
Se és de nascença
Nem deves saber como raio uma cadeira é...
Porque és cego...
Mas ou menos assim
Não vês que raio a política é
Não vês o mundo
Não vês o excremento que te leva ao fundo
Mas sente-te agoniado
Não sabes o que te vai acontecer
Sentes-te um legume enlatado
Foro de prazo
E à tua imaginação não consegues dar azo
E não consegues ver
E não consegues ver
Porque és cego...
Não vês nada...
Nunca sabes quando te irão dar um chapada...
E depois dá-te a revolução no estômago
E sentes o Rei na barriga
Parece que é abstracto
Mas é concreto é lombriga...
Mas tu não vês...
És cego quando não consegues ver
Se o és já deves saber
Se és de nascença
Nem deves saber como raio uma cadeira é...
Porque és cego...
Mas ou menos assim
Não vês que raio a política é
Não vês o mundo
Não vês o excremento que te leva ao fundo
Mas sente-te agoniado
Não sabes o que te vai acontecer
Sentes-te um legume enlatado
Foro de prazo
E à tua imaginação não consegues dar azo
E não consegues ver
E não consegues ver
Porque és cego...
Não vês nada...
Nunca sabes quando te irão dar um chapada...
E depois dá-te a revolução no estômago
E sentes o Rei na barriga
Parece que é abstracto
Mas é concreto é lombriga...
Mas tu não vês...
Dominique, 8ºD
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Uma noite assustadora de Verão
Numa quente noite de Verão, acampava com familiares e amigos, numa floresta onde diziam haver seres mitológicos e fantasiados.
Criámos um jogo, em que alguém começava uma história, depois outra continuava, até que todos os que formavam a roda tivessem contado uma parte da história.
O mais velho da roda (que tinha 18 anos) começou a história:
- Numa noite, um jovem decidiu explorar uma floresta… como esta! Estava muito escuro e ele apenas trazia uma lanterna a pilhas. Embrenhou-se pela floresta a dentro e… perdeu-se. – Levantou-se, caminhou para o centro da roda e acercou-se da fogueira que parecia querer apagar-se. – Estava com medo e jurava que nunca mais tentaria algo do género. Continuou a caminhar… A floresta estava silenciosa… Apenas se ouvia o estalar de raminhos debaixo dos seus pés. – Daquela roda, não se ouvia um único som, apenas o crepitar da fogueira, que parecia estar a aumentar a história. Acocorou-se da fogueira. Agora, falava cada vez mais depressa – o rapaz ouvia um uivar e, algo o agarrou e puxou-o para uma árvore… Chegou à conclusão de que eram as raízes das árvores que o “acorrentavam”. – Dito isto, todos se agarravam uns aos outros, amedrontados. O Rui estava a contar a história toda, mas eles nem davam conta… só tinham presente na sua mente que a história que contava era muito semelhante àquela noite… – concluindo: nunca mais apareceu – Disse, baixando a voz.
Numa quente noite de Verão, acampava com familiares e amigos, numa floresta onde diziam haver seres mitológicos e fantasiados.
Criámos um jogo, em que alguém começava uma história, depois outra continuava, até que todos os que formavam a roda tivessem contado uma parte da história.
O mais velho da roda (que tinha 18 anos) começou a história:
- Numa noite, um jovem decidiu explorar uma floresta… como esta! Estava muito escuro e ele apenas trazia uma lanterna a pilhas. Embrenhou-se pela floresta a dentro e… perdeu-se. – Levantou-se, caminhou para o centro da roda e acercou-se da fogueira que parecia querer apagar-se. – Estava com medo e jurava que nunca mais tentaria algo do género. Continuou a caminhar… A floresta estava silenciosa… Apenas se ouvia o estalar de raminhos debaixo dos seus pés. – Daquela roda, não se ouvia um único som, apenas o crepitar da fogueira, que parecia estar a aumentar a história. Acocorou-se da fogueira. Agora, falava cada vez mais depressa – o rapaz ouvia um uivar e, algo o agarrou e puxou-o para uma árvore… Chegou à conclusão de que eram as raízes das árvores que o “acorrentavam”. – Dito isto, todos se agarravam uns aos outros, amedrontados. O Rui estava a contar a história toda, mas eles nem davam conta… só tinham presente na sua mente que a história que contava era muito semelhante àquela noite… – concluindo: nunca mais apareceu – Disse, baixando a voz.
Sara Félix, 8º E
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Revolução
Revolução!
Estou farto desta sociedade
Esta gente da cidade
Este governo é um vergonha
Apenas metem-nos dívidas na fronha
Viva a Revolução!
Que se abra aqui já uma manifestação.
Eu odeio este sistema
Deixa-me doido por isso leiam o meu lema:
Viva a Revolução!
Que se abra aqui uma manifestação!
Revolução!
Estou farto desta sociedade
Esta gente da cidade
Este governo é um vergonha
Apenas metem-nos dívidas na fronha
Viva a Revolução!
Que se abra aqui já uma manifestação.
Eu odeio este sistema
Deixa-me doido por isso leiam o meu lema:
Viva a Revolução!
Que se abra aqui uma manifestação!
Dominique Martinho, 8ºD
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quinta-feira, novembro 13, 2008
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O flagelo dos incêndios
Considero que os incêndios, infelizmente, acontecem com alguma regularidade no nosso país. Apesar disso, o Governo tem disponibilizado mais meios de combate e homens de forças militares – Guarda Nacional Republicana – para formarem brigadas técnicas de actuação conjunta com os Bombeiros, mas, ainda assim, a formação especializada na área de combate aos incêndios ainda é escassa. Muito ficamos a dever ao grande número de pessoas e à sua coragem, que perante esta grande ameaça colaboram em voluntariado, com meios auxiliares. Este tormento deve-se, além das loucuras de piromaníacos e a algumas pessoas pagas para o fazerem com o intuito monetário, à conjugação de factores como as condições meteorológicas (aumento da temperatura no Verão e vento) que conjuntamente com locais de difícil acesso e zonas onde não é realizada a manutenção das florestas.
As organizações ambientalistas chamam a atenção para a mancha florestal que é preciso preservar e reorganizar, bem como para a exploração de florestar desenfreada ou desorganizada que cresce sem respeitar as barreiras antifogo, a manutenção e vigilância das matas, para que os métodos sejam eficazes e não se acabe num rosário de lamentações.
Assim, tendo em conta o que acima descrevi, devem preservar-se as “manchas verdes”, para travar esta calamidade…
Considero que os incêndios, infelizmente, acontecem com alguma regularidade no nosso país. Apesar disso, o Governo tem disponibilizado mais meios de combate e homens de forças militares – Guarda Nacional Republicana – para formarem brigadas técnicas de actuação conjunta com os Bombeiros, mas, ainda assim, a formação especializada na área de combate aos incêndios ainda é escassa. Muito ficamos a dever ao grande número de pessoas e à sua coragem, que perante esta grande ameaça colaboram em voluntariado, com meios auxiliares. Este tormento deve-se, além das loucuras de piromaníacos e a algumas pessoas pagas para o fazerem com o intuito monetário, à conjugação de factores como as condições meteorológicas (aumento da temperatura no Verão e vento) que conjuntamente com locais de difícil acesso e zonas onde não é realizada a manutenção das florestas.
As organizações ambientalistas chamam a atenção para a mancha florestal que é preciso preservar e reorganizar, bem como para a exploração de florestar desenfreada ou desorganizada que cresce sem respeitar as barreiras antifogo, a manutenção e vigilância das matas, para que os métodos sejam eficazes e não se acabe num rosário de lamentações.
Assim, tendo em conta o que acima descrevi, devem preservar-se as “manchas verdes”, para travar esta calamidade…
Sara Félix, 8º E
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quinta-feira, novembro 13, 2008
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Texto de opinião
Novo Ano Lectivo: Chegada à escola
A chegada à escola é uma grande emoção…
Os livros novos, os novos professores, novos colegas, mas… Aquilo que me dá mais gozo é rever os antigos colegas, que deixámos de ver, aquando das férias.
Depois de terem saído as listas da construção das turmas, tive uma grande surpresa ao reparar que a minha “antiga” turma tinha sido “partida” em duas metades (a de Francês e a de Espanhol). Reparei que já conhecia alguns alunos, mas apenas de vista…
Fiquei triste e desconsolada, ao saber que me ia separar daqueles com quem eu tinha vivido durante um ano e, agora, estavam numa outra turma (8ºD).
Não gosto desta turma… é barulhenta e mal-comportada, mas, enfim… Hei-de habituar-me.
Também mudaram alguns professores, os de: Francês; História; Matemática; Educação Visual; Educação Tecnológica; Área Projecto, ou seja, mais de metade, o que me faz ter algumas expectativas diferentes daquelas que tinha alcançado no final do ano lectivo anterior…
No entanto, tenho esperanças que neste ano consiga obter as mesmas notas que no ano lectivo passado, ou até mesmo melhorar (pelo menos) nalgumas disciplinas.
A chegada à escola é uma grande emoção…
Os livros novos, os novos professores, novos colegas, mas… Aquilo que me dá mais gozo é rever os antigos colegas, que deixámos de ver, aquando das férias.
Depois de terem saído as listas da construção das turmas, tive uma grande surpresa ao reparar que a minha “antiga” turma tinha sido “partida” em duas metades (a de Francês e a de Espanhol). Reparei que já conhecia alguns alunos, mas apenas de vista…
Fiquei triste e desconsolada, ao saber que me ia separar daqueles com quem eu tinha vivido durante um ano e, agora, estavam numa outra turma (8ºD).
Não gosto desta turma… é barulhenta e mal-comportada, mas, enfim… Hei-de habituar-me.
Também mudaram alguns professores, os de: Francês; História; Matemática; Educação Visual; Educação Tecnológica; Área Projecto, ou seja, mais de metade, o que me faz ter algumas expectativas diferentes daquelas que tinha alcançado no final do ano lectivo anterior…
No entanto, tenho esperanças que neste ano consiga obter as mesmas notas que no ano lectivo passado, ou até mesmo melhorar (pelo menos) nalgumas disciplinas.
Como a minha mãe por vezes diz: “É preciso viver um dia de cada vez” e “vivendo e aprendendo…”, donde, assim, se verá ao longo do ano, como será esta “nova experiência”.
Sara Félix, 8º E
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Texto descritivo
Matemália
-Olá amigos e amigas, eu sou a Sara e estou a recordar o dia em que fui a Matemália. Vou contar-Vos como foi:
-Matemália é um pais longínquo e pequeno e raramente alguém lá vai, mas, por pura coincidência, eu fui enviada num avião desconhecido para lá, ainda não sei bem como, mas isso não interessa.
Nesse avião fui para a Multiplicade que é a capital de Matemália. Fiquei espantada com tudo que lá havia, as casas eram em forma de números, embora houvesse certos monumentos com símbolos de mais, menos, de dividir, multiplicar, parecia verdadeiramente o mundo da matemática.
As pessoas eram muito simpáticas, também tinham a forma de símbolos matemáticos e as suas receita tradicionais, hum!... eram uma delícia, havia uma receita que se chamava Dividir a brincar, essa era a minha favorita e era praticamente em forma de contas.
Os cidadãos daquela cidade eram todos muito unidos e conheciam-se todos. Se bem que a cidade fosse pequena.
Resumidamente, as pessoas daquela pequena cidade eram muito simpáticas e receberam-me muito bem, apesar de eu não ser igual a eles. Um dia, ainda vos enviarei também para lá, aquilo é espectacular!
-Olá amigos e amigas, eu sou a Sara e estou a recordar o dia em que fui a Matemália. Vou contar-Vos como foi:
-Matemália é um pais longínquo e pequeno e raramente alguém lá vai, mas, por pura coincidência, eu fui enviada num avião desconhecido para lá, ainda não sei bem como, mas isso não interessa.
Nesse avião fui para a Multiplicade que é a capital de Matemália. Fiquei espantada com tudo que lá havia, as casas eram em forma de números, embora houvesse certos monumentos com símbolos de mais, menos, de dividir, multiplicar, parecia verdadeiramente o mundo da matemática.
As pessoas eram muito simpáticas, também tinham a forma de símbolos matemáticos e as suas receita tradicionais, hum!... eram uma delícia, havia uma receita que se chamava Dividir a brincar, essa era a minha favorita e era praticamente em forma de contas.
Os cidadãos daquela cidade eram todos muito unidos e conheciam-se todos. Se bem que a cidade fosse pequena.
Resumidamente, as pessoas daquela pequena cidade eram muito simpáticas e receberam-me muito bem, apesar de eu não ser igual a eles. Um dia, ainda vos enviarei também para lá, aquilo é espectacular!
Sara Oliveira, 7º E
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quinta-feira, novembro 13, 2008
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Espírito
O meu espírito
Quandos as luzes se apagam
Não vês mais senão escuro
Os cães ladram
Eu vou contra um muro
Deito-me na cama
Tento dormir
Penso num lama
Amanhã é dia de "bulir"
Oiço um mosquito!
Penso num mulato!
Penso no mundo!
Sinto-me no fundo!!
É O MEU ESPÍRITO!
É O MEU ESPÍRITO!
CONSEGUES CHEIRÁ-LO?
CONSEGUES VÊ-LO?
CONSEGUES SENTI-LO?
E as luzes acendem-se
E eu acordo
É hora de trabalhar
Mas eu discordo
É O QUE DIZ O MEU ESPÍRITO
É O MEU ESPÍRITO
O MEU ESPÍRITO
O MEU ESPÍRITO
O MEU ESPÍRITO...
O meu espírito
Quandos as luzes se apagam
Não vês mais senão escuro
Os cães ladram
Eu vou contra um muro
Deito-me na cama
Tento dormir
Penso num lama
Amanhã é dia de "bulir"
Oiço um mosquito!
Penso num mulato!
Penso no mundo!
Sinto-me no fundo!!
É O MEU ESPÍRITO!
É O MEU ESPÍRITO!
CONSEGUES CHEIRÁ-LO?
CONSEGUES VÊ-LO?
CONSEGUES SENTI-LO?
E as luzes acendem-se
E eu acordo
É hora de trabalhar
Mas eu discordo
É O QUE DIZ O MEU ESPÍRITO
É O MEU ESPÍRITO
O MEU ESPÍRITO
O MEU ESPÍRITO
O MEU ESPÍRITO...
Dominique Martinho, 8ºD
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Escondido
Escondo-me
Para não ser encontrado
Pelos que odeio
Tirem-me este pecado irado
Pois a Ira que tenho
É tão forte...
Tão fria tão calculista
QUE APETECE-ME OFENDER TUDO
E MATAR UM FADISTA!!!
E obrigam-me a viver
Num mundo cruel
Em que cada buraco
Só há mal e não mel
Onde a raiva mais forte
Pode prevenir um corte
De tristeza
Deixe-mo-nos de moleza
Pois de uma coisa tenho a certeza
EU NÃO ME ENFIO DEBAIXO DE UMA MESA!!!
Quando muito a parto!
Apetece-me a avançar com isto!
Farto de esperar estou eu
Foram 9 meses p'ra nascer
Os velhos só dizem doeu
e continua a doer
E sabem porque dizem isso?...
PORQUE O GOVERNO NÃO AJUDA!
NÓS ABRIMOS A BOCA
E ELES SÓ DIZEM CALUDA
DEPOIS QUEREM QUE NÃO TENHA IRA...
OK... Senhor Primeiro Ministro vem cá e tira
Afinal há liberdade de expressão
Ninguém me proíbe de escrever isto
Entendam a raiva do meu poema então...
E dêem-me razão
E peço...
Não tenham um pensamento misto
Pois um mais ou menos não serve
Só me ferve...
Escondo-me
Para não ser encontrado
Pelos que odeio
Tirem-me este pecado irado
Pois a Ira que tenho
É tão forte...
Tão fria tão calculista
QUE APETECE-ME OFENDER TUDO
E MATAR UM FADISTA!!!
E obrigam-me a viver
Num mundo cruel
Em que cada buraco
Só há mal e não mel
Onde a raiva mais forte
Pode prevenir um corte
De tristeza
Deixe-mo-nos de moleza
Pois de uma coisa tenho a certeza
EU NÃO ME ENFIO DEBAIXO DE UMA MESA!!!
Quando muito a parto!
Apetece-me a avançar com isto!
Farto de esperar estou eu
Foram 9 meses p'ra nascer
Os velhos só dizem doeu
e continua a doer
E sabem porque dizem isso?...
PORQUE O GOVERNO NÃO AJUDA!
NÓS ABRIMOS A BOCA
E ELES SÓ DIZEM CALUDA
DEPOIS QUEREM QUE NÃO TENHA IRA...
OK... Senhor Primeiro Ministro vem cá e tira
Afinal há liberdade de expressão
Ninguém me proíbe de escrever isto
Entendam a raiva do meu poema então...
E dêem-me razão
E peço...
Não tenham um pensamento misto
Pois um mais ou menos não serve
Só me ferve...
Dominique Martinho, 8ºD
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quinta-feira, novembro 13, 2008
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Em Busca do sítio perfeito
Havia um menino chamado Serafim, numa Vila muito pequena nomeada Vila da Alegria. Serafim acabara de fazer 12 anos, sempre vividos ali, naquela minúscula vila cujo nome não fazia sentido, pois, segundo o menino, aquela vila nunca era alegre, pelo contrário, era sempre muito aborrecida. O único pensamento que as pessoas tinham era trabalharem horas sem fim nos seus preciosos campos agrícolas.
Certo dia, Serafim fartou-se daquele lugar sem graça, decidindo assim partir em busca do lugar perfeito para si. A única coisa que levara consigo fora uma antiga caixinha de madeira oferecida pelo seu avô, que, mais tarde, acabara por falecer. Sempre que o rapazinho abria a caixa, uma musiquinha suave começava a tocar.
Portanto, num dia de madrugada, pôs-se a pé e começou a caminhar para fora da vila, ao sabor do ventinho da manhã.
Serafim caminhou muito, encontrando lugares possíveis e imaginários, mas ainda nunca o perfeito para si.
Até que, entretanto, quando Serafim já estava praticamente sem esperanças, afinal surpreendeu-se. Finalmente tinha encontrado o seu paraíso!
Aqueça cidadezinha era fantástica! Todos os Cidadãos eram simpáticos, bem-educados e muito inteligentes. Havia parques lindíssimos, escolas de meninos da sua idade e até de jovens mais velhos. A palavra «escola» na sua vila não existia, mas aqui era sinónimo de inteligência.
Será que Serafim ficaria naquele país para sempre? Sim! Serafim ficou ali a viver, ia à escola e até tinha encontrado uma família!
Havia um menino chamado Serafim, numa Vila muito pequena nomeada Vila da Alegria. Serafim acabara de fazer 12 anos, sempre vividos ali, naquela minúscula vila cujo nome não fazia sentido, pois, segundo o menino, aquela vila nunca era alegre, pelo contrário, era sempre muito aborrecida. O único pensamento que as pessoas tinham era trabalharem horas sem fim nos seus preciosos campos agrícolas.
Certo dia, Serafim fartou-se daquele lugar sem graça, decidindo assim partir em busca do lugar perfeito para si. A única coisa que levara consigo fora uma antiga caixinha de madeira oferecida pelo seu avô, que, mais tarde, acabara por falecer. Sempre que o rapazinho abria a caixa, uma musiquinha suave começava a tocar.
Portanto, num dia de madrugada, pôs-se a pé e começou a caminhar para fora da vila, ao sabor do ventinho da manhã.
Serafim caminhou muito, encontrando lugares possíveis e imaginários, mas ainda nunca o perfeito para si.
Até que, entretanto, quando Serafim já estava praticamente sem esperanças, afinal surpreendeu-se. Finalmente tinha encontrado o seu paraíso!
Aqueça cidadezinha era fantástica! Todos os Cidadãos eram simpáticos, bem-educados e muito inteligentes. Havia parques lindíssimos, escolas de meninos da sua idade e até de jovens mais velhos. A palavra «escola» na sua vila não existia, mas aqui era sinónimo de inteligência.
Será que Serafim ficaria naquele país para sempre? Sim! Serafim ficou ali a viver, ia à escola e até tinha encontrado uma família!
Ecaterina Ciobanu, 7º E
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quinta-feira, novembro 13, 2008
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Texto narrativo
Ansiedade
Eu estou farto desta opressão
Faltam 10 dias para a Revolução
Quero ser acalmado
Dêem-me sedativos
Façam-se os preparativos
Quero abrir aqui a manifestação
Aumentam os preços
Baixam os ordenados
Os ricos compram adereços
Os pobres ficam calados
Temos de gritar
Manifestar
Revolucionar
Partir portas
Partir paredes
Partir Mesas
Partir tudo!
PARTIR OS OSSOS DOS HOMENZINHOS DO GOVERNO!
IR ATÉ AO FIM DO MUNDO!
ACABAR COM A DISCRIMINAÇÃO
COM A MEDIOCRIDADE
COM OS RICOS DA CIDADE
ACABAR COM ESTES MALUCOS
Mas ainda falta tempo para Revolução
Preciso de ser acalmado
Dêem-me sedativos
Façam-se os preparativos
FAÇAM UMA MANIFESTAÇÃO!
VIVA A REVOLUÇÃO!
Eu estou farto desta opressão
Faltam 10 dias para a Revolução
Quero ser acalmado
Dêem-me sedativos
Façam-se os preparativos
Quero abrir aqui a manifestação
Aumentam os preços
Baixam os ordenados
Os ricos compram adereços
Os pobres ficam calados
Temos de gritar
Manifestar
Revolucionar
Partir portas
Partir paredes
Partir Mesas
Partir tudo!
PARTIR OS OSSOS DOS HOMENZINHOS DO GOVERNO!
IR ATÉ AO FIM DO MUNDO!
ACABAR COM A DISCRIMINAÇÃO
COM A MEDIOCRIDADE
COM OS RICOS DA CIDADE
ACABAR COM ESTES MALUCOS
Mas ainda falta tempo para Revolução
Preciso de ser acalmado
Dêem-me sedativos
Façam-se os preparativos
FAÇAM UMA MANIFESTAÇÃO!
VIVA A REVOLUÇÃO!
Dominique Martinho, 8º D
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Vodafone e a Sónia
Bem, de facto, inumeráveis foram as situações cómicas na minha vida! Na verdade, não me lembro de todas…portanto tive de fazer algum esforço mental para elaborar este texto. Assim, vou começar a contar a minha história.
Tudo aconteceu num dia normal de escola, aulas, amigos, exercícios, professores…até que a minha colega Sónia, aquela amiga distraída que manda assim umas “piadas secas”, veio ter comigo e perguntou se eu queria ir com ela à papelaria. Depois, aceitei e fui com ela. Ela disse-me que queria carregar com cinco euros o cartão do telemóvel e eu achei perfeitamente normal. Entrámos na papelaria, mas antes de ir carregar o cartão, fomos ver algumas revistas. O tempo passou e então a Sónia foi carregar o seu cartão. “Boa tarde” e “Quero carregar o meu cartão com cinco euros” foram as primeiras palavras que disse à empregada. Por conseguinte, a empregada (ingénua) perguntou qual a rede, e ao que a Sónia diz “ahh, tenho toda!”, a senhora ficou a olhar para ela com uma cara de troça! Só passados alguns segundos é que a minha ingénua amiga Sónia, reparou que se estavam a rir dela! Como é de esperar, a Sónia ficou muito envergonhada e nos próximos dois meses, não apareceu na papelaria!
A partir daí, nunca esqueceu que a sua rede era a Vodafone!grande sorriso
Bem, de facto, inumeráveis foram as situações cómicas na minha vida! Na verdade, não me lembro de todas…portanto tive de fazer algum esforço mental para elaborar este texto. Assim, vou começar a contar a minha história.
Tudo aconteceu num dia normal de escola, aulas, amigos, exercícios, professores…até que a minha colega Sónia, aquela amiga distraída que manda assim umas “piadas secas”, veio ter comigo e perguntou se eu queria ir com ela à papelaria. Depois, aceitei e fui com ela. Ela disse-me que queria carregar com cinco euros o cartão do telemóvel e eu achei perfeitamente normal. Entrámos na papelaria, mas antes de ir carregar o cartão, fomos ver algumas revistas. O tempo passou e então a Sónia foi carregar o seu cartão. “Boa tarde” e “Quero carregar o meu cartão com cinco euros” foram as primeiras palavras que disse à empregada. Por conseguinte, a empregada (ingénua) perguntou qual a rede, e ao que a Sónia diz “ahh, tenho toda!”, a senhora ficou a olhar para ela com uma cara de troça! Só passados alguns segundos é que a minha ingénua amiga Sónia, reparou que se estavam a rir dela! Como é de esperar, a Sónia ficou muito envergonhada e nos próximos dois meses, não apareceu na papelaria!
A partir daí, nunca esqueceu que a sua rede era a Vodafone!grande sorriso
Bebiana Querido, 9ºC
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quinta-feira, novembro 13, 2008
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2007/08,
Texto descritivo
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