quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Estou de rastos...


Estou de rastos… Ontem houve uma festa e coube-me a mim entreter as pessoas. Tinha de cativá-las, por isso lembrei-me de contar uma história.

- “Era uma vez uma menina que ia todos os dias para a escola e passava sempre por uma quinta.

Nessa quinta, todos os dias, a menina passava por um lindo cavalo branco que fugia dela…

Um dia, a menina ia a passar e o cavalo não fugiu!

No entanto, saltou a cerca e começou a falar com ela:

- Ajudas-me a sair daqui?

- Tu falas!

- Sim, e preciso da tua ajuda para encontrar um homem que me transformou em cavalo.

- Tu eras humano?

- Sim!

- Como é que ficaste cavalo?

- É que tal como tu, todos os dias eu passava por uma casa sombria, a cantar e aos pulos. Um dia, saiu de lá um homem que me transformou em cavalo. E agora, quero reencontrá-lo para nunca mais voltar a dormir num estábulo.

- Podes contar comigo!

E partiram os dois em busca do homem.

Encontraram a casa e bateram à porta, contudo apareceu o vizinho e disse que tinha uma “coisa” para eles:

- Se aparecer aí um cavalo

Dá-lhe este chá de pêlo

Este vai ter de bebê-lo

E transformar-se-á, outra vez, no Paulo.

O cavalo bebeu o chá, que sabia muito mal, e de seguida, transformou-se em homem outra vez!

E com tudo isto, passámos um agradável serão.



Helena Ferreira, 8ºE


Viagem a Itália



- Pois… Cheguei ao final do ano e… RECEBI UM PRÉMIO! – Dizia, eufórica, a dois amigos ao telefone.

- Ena! Que sorte! Qual é o prémio? – Perguntaram eles, também empolgados com a notícia.

- Eu… vou… a… - dizia, com muitas paragens, para causar “suspense” – Eu vou a ITÁLIA!

- Uau! – Entretanto, do lado de lá da linha telefónica, juntaram-se mais dois amigos. O telefone estava em “altifalante” e, por isso, conseguia falar com tanta gente ao mesmo tempo.

- Como é?! – Perguntou um recém-chegado, com meia sandes na boca, visto que estava a lanchar.

- Pois é! Vou a Roma e já tenho tudo definido: a rota, a roupa, o transporte… Vai ser uma aventura e tanto!

- Já agora… Precisas de companhia?

- “”! já decidi quem vou levar: a minha avó! – disse, entre gargalhadas. – Nós as duas sempre quisemos ir a Itália. Este é o motivo por que a levo e não à minha mãe… Vai ser bom para as duas… olhem… “Xau”! Tenho que tratar das malas e dos bilhetes de comboio – afinal este é o meio de transporte que utilizarei…!

Sara Félix, 8ºE


sábado, 13 de dezembro de 2008

Hoje o dia tocou-me

Hoje o dia tocou-me. Tocam-me sempre os dias em que vejo realidades diferentes da minha... Hoje foi o dia do lar da Atalaia e eu fui com a minha avó. Deveriam estar os familiares a acompanhar os idosos, mas muitos não tinham ninguém...

Uma senhora falou comigo, é surda, e acho que por ser surda sente-se só... falou-me logo das filhas, que ser tornaram médicas, e perguntou-me se passava todos os anos na escola e outras coisas... como é óbvio, nunca conseguiu ouvir a minha voz, mas será que entendeu as minhas respostas?

Ao meu lado no almoço estava outra que não falava... como será para os outros serem "surdos" quando estão com ela?

Mas a realidade de hoje foi muito melhor do que outras que passei.

Acho que é bom sentir estas coisas, ter consciência que existem problemas, maiores ou menores que os meus, mas que como sempre, afectam.

A vida não deixa de perder cor, nem mar, nem flores só porque estamos mal, temos é de saber encontrar no nosso caminho no labirinto, esmagá-lo ou saltar por cima...


Inês Félix, 8ºD

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Uma coisinha que rebenta


Uma coisinha que rebenta

Eu peguei num quadrado

Sem saber o que era

Ao vê-lo fiquei admirado

Carreguei num botão

Do que é que eu estava à espera...

De uma enorme explosão

E soltou-se uma granada

Seguida de nada

E lá foi uma pessoa ao ar

E eu sadicamente pus-me a olhar

E percebi que tenho poder para fazer pior

E explodir com o armazém das empresas Lindor

Peguei numa coisa

E montei-a noutra coisa

Descobri que essa coisa era inflamável

Para uns mau

Mas para mim saudável

Botei-lhe coisas inflamáveis

Incluindo gasolina

Atei à coisa uma linha fina

Ainda sem saber o que é coisa

À linha fina chamei-lhe rastilho

Com isso pus a coisa num prédio sem fazer estrilho

O tabaco caiu no rastilho

E o rastilho pôs-se a arder

Eu pus-me a ver

E gostei do que vi

Tudo rebentou

E a história acabou

Porque a bomba ordenou

Dominique Martinho, 8ºD
Os meus tempos livres

Nos meus tempos livres, gosto muito de fazer muitas "coisas": jogar badminton, ler, tirar imensas fotografias, ver televisão, tocar na minha flauta transversal, estar a jogar no computador, brincar com o meu cão, ouvir música aos "altos berros" , dançar correr e cozinhar.

Apesar de gostar destes tempos livres todos, há um extra que não me pode falar: dormir. Melhor dizendo, gosto muito de dormir e descansar. Jogar badminton, diverte-me, sinto-me com vida. Ao ler, descanso e sei que treino a minha leitura. Ao tirar fotografias, não sei porque tiro, mas a realidade é que gosto mesmo !

Se bem que ao ver televisão, aprendo menos, também dá para "descontrair" . Quando toco na minha flauta transversal, gosto muito, porque, quando estou em "sintonia" com os outros elementos da Banda da Atalaia, não há explicação possível! Jogar no computador nem sempre é bom, porque, às vezes, enervo-me! Quando sou "morta" ou perco o jogo digo :"Oh, já não quero saber disto" e depois solto uma gargalhada.

Quando brinco com o meu cão, sinto-me contente de estar a brincar com ele. Ouvir música, dormir, dançar, correr e cozinhar são os meus passatempos preferidos!

Contudo, nunca me esqueço de fazer os t.p.c's e as propostas de escrita da "stôra" Rosalina...

Patrícia Cruz,7ºE
Burro

Burro é um pessoa que não sabe nada

Nem tem uma ideia vaga

Do que quer que seja

Por isso ninguém é burro

Quem o fosse nem saberia o que é um murro

Nem poderia viver

Nem poderia respirar

Nem poderia comer

Nem poderia andar

Por isso digo

Como palavra de amigo

Burro é um animal

Um animal quadrúpede

Bom no forno temperado com sal

Nada comparado com um bípede

Como eu

Como tu

O Burro faleceu

Mas come-o tu

Primeiro vai em meia-de-leite

Depois vai a granitar

Mete-lhe azeite

E toca a enfardar


Dominique Martinho, 8º D

domingo, 30 de novembro de 2008

Folhas caídas no chão


Folhas caídas no chão,

logo a chuva e o tempo levarão.

Passa o Outono,

chega o Inverno e,

bem agasalhada,

passeio pela estrada

até encontrar este lindo jardim...


Helena Ferreira, 8ºE

sábado, 29 de novembro de 2008



Naquela tarde
- I

Naquela tarde, os telhados ficaram plenos de um manto branco. Tinha nevado. Eu sabia perfeitamente que o famoso Pai Natal não existia, até ao momento em que vi uma 'coisa' gorda e vermelha, com uma espécie de algodão doce muito compridoooo colado à cara (era barba, mais tarde vim-me a aperceber disso), a dar um enorme salto para dentro de umas das chaminés, a chaminé da casa da Rita.

Quando, de repente, olhei para o telhado, pareceu-me ver o trenó do Pai Natal, com 7 renas para o puxar, tendo como principal, a rena Rodolfo, a ganhar balanço através da neve e.. upa! O trenó desvaneceu-se pelo céu a dentro.

Resolvi, então, investigar. Fui a casa da Ritinha e da Leonor, bati à porta e consegui ouvir a Bomboca a ladrar. Abriram a porta,como se nada fosse, e disseram-me "-Boa noite!", com um 'sorrisão'.

Fui um pouco mal educada, pois desatei a correr pelo Hall em direcção à sala de estar e vi o Pai Natal sentado, a descansar, em frente à lareira, enquanto comia bolachas e bebia um enorme copo de leite quentinho. Com um olhar sarcástico disse:"-Então não me apresentam o vosso novo amigo?" e levei-as até à sala, e , com grande desgosto meu, o suposto Pai Natal que lá deveria estar, encolheu e transformou-se num boneco de porcelana, muito pálido. Estava preparada para me ir embora com um 'sorriso amarelo' e a pedir imensas desculpas por ter entrado sem pedir licença. Olhei mais uma vez para o Pai Natal, para verificar se era mesmo um boneco, e ele, então, piscou-me o olho.

Mariana Costa, 8ºD

Naquela tarde - II

Naquela tarde, os telhados ficaram plenos de um manto branco. Tinha nevado. Eu... como vivia naquela zona há pouco tempo, e vindo de uma terra de muito calor, fui para a rua muito satisfeito, para me divertir, pois nunca tinha visto neve na vida.

Achei fascinante, a única coisa que me entristeceu, foi não ter visto ninguém a brincar: fazer bonecos de neve, deslizar...
No entanto, mesmo sozinho, fiz um grande boneco à porta de minha casa, para a guardar e, de seguida, peguei num saco de plástico grande e preto e fui deslizar para uma montanha, não muito alta, ao pé da vila onde vivia.

Cheguei lá a cima e fiquei muito espantado, porque verifiquei que quase toda a gente da vila lá estava (ou mesmo toda!) a fazer muitas brincadeiras.
Eu Desde que vivia ali já tinha conhecido algumas crianças, então, com o meu saco de plástico fui escorregar.

Estive na brincadeira até à uma da tarde. Nessa altura começou a ir embora muita gente e eu também fui. Cada pessoa foi para a sua casa almoçar. Depois de almoço retomaram as mesmas actividades que de manhã, e estas se estenderam - se pela tarde fora. Por volta das sete da tarde voltou tudo para o calor da lareira de suas casas.

Diogo Costa, 8º D
Lá fora está frio


Lá fora está frio,

uma tarde de encantar,

quantos vezes não me rio

de ver as árvores a dançar.

Coitadas, tanto vento

as árvores a gritar

em minha casa entro

para não as ouvir chorar.

Felizmente, aquele vendaval passou

agora, até as ouço a cintilar.

As folhas, já o vento as levou.

As árvores perderam as suas filhotas, estas não se vão aguentar.


Mariana Costa, 8º D

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O meu nome é Idiota

O meu nome é Idiota

Oh meu deus

Quem sou eu

Alguém que discrimina judeus

Olá o prazer é todo meu

O meu nome é Idiota

Tenho um conta no banco do Totta

Discriminam-me a mim

Discriminam-te a ti

É assim que "eles" ganham respeito

Eu estou farto disto

A vida assim não aceito

Mas não falo em suicídio

Isso é cobardia em poesia

E na televisão fala-se de genocídio

A televisão é a caixa de mediocridade

E só passam imagens explícitas

Que não p'a tua idade

Mortes aqui

Greves ali

Golos acolá

O meu nome é Idiota

E vivo do lado de cá

Dominique Martinho, 8ºD

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Plantinha Drogada


A plantinha está drogada

Talvez precise de água

Mas é melhor tirar-lhe a droga primeiro

Para ela poder apagar a chama do vício

E no início

nunca pensei cuidar desta planta

Mas ela tirou-me da má vida

Ela é uma Santa

A plantinha precisa de água

Tenho que a regar

Pois talvez a um paraíso ela me poderá levar

A plantinha agora é saudável

A plantinha matou fomes

A plantinha matou sedes

A plantinha aumentou comes

A plantinha aumente bebes

A plantinha tem sede

Talvez a vá regar

Se nada me impedir

A plantinha é generosa

E a água não precisa de me extorquir

Com a água a plantinha apagou fogos

A plantinha ficou sem água

A plantinha morreu

Talvez tenha sido uma divindade

O que é certo é que a mim doeu


Dominique Martinho, 8ºD

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Lá fora está frio,

o céu está cinzento,

as árvores choram baixinho,

fingem as lágrimas, de chuva

chuva que não cai mas que se sente

as pessoas que passam dizem que vai chover...

Mas foi o vento,

foi o vento que levou,

a lágrima que a árvore chorou

elas choram porque os seus ramos são cortados,

cortados por gente,

gente contente, gente com tudo!,

e elas sem nada!

Inês Félix, 8º D
Medo


De quê?

Do nada.

Medo que o nada seja tudo

O que resta

De mim.

Medo de chegar a algum lado

Medo de não chegar a lado nenhum

Medo de tentar

Medo de parar

Ahhh...

Vida de medo

Escuridão

Ilusão


Márcia Luzia, Relíquia

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Inverno


Inverno frio

Se te dizem quente

Sarcasticamente rio

O que é certo é que o que faz o meu pente

É destruído

Silenciosamente

Sem ruído

O que é certo é que o que faz uma semente

É destruído

Às vezes ensurdecedoramente

Com ruído

O que é certo é que estou a exagerar

Porquê?

Porque às vezes é bom divagar

Diva quê?

Divagar...


Dominique Martinho, 8º D

domingo, 16 de novembro de 2008

Preso pela sua mente conservada pelos pais

Continua a ler

Põe-te a estudar

Tens de te mexer

Se um doutor te queres tornar

Para seres aquilo

Com que os teus pais estão a sonhar

Para não seres

Como um velho bêbado na estrada

Que não tem nada

Por isso te digo

Não fiques um mendigo

Torna-te doutor

Mas isso é um seca

Mas também não queiras ter um emprego de "meia leca"

Assim és o marrão filho de um ricalhaço

Por isso marrão filho dum ricalhaço

A tua inteligência não tem de ser de aço

Por faz como eu digo e como eu faço

Enfrenta os teus pais

Nem que eles te deixem num cais

Diz o que queres fazer

E isso é saber viver

Dominique, 8º D
O meu amigo

O meu amigo
É um fruto
É um figo
É algo em bruto
E deixe-mo-nos de rimas sem sentido
Pois aquilo que foi dito atrás foi tudo mentido


O meu amigo comprou um guitarra
Mas ele mais parece uma cigarra
E não gosta de tocar
Para a guitarra ele está-se borrifar

Ele conta-me essas coisas
Todos os dias
Só me faz lembrar o evangelho de Moisés
E às tantas de Isaías

Mas ele não se importa
E mal se comporta
Só lhe importa o que tinha
Eu acho que me matava se a vida dele fosse minha

Ele não quer saber de nada
Nem se leva uma chapada
Ele é um sem-vergonha
E de todos ele leva na fronha

Por isso o meu amigo é um idiota
Parece algo pegajoso como compota
Ele é um idiota
Ele é um idiota...
Um idiota...
Esse idiota...
Nem sabe andar de mota...
(Nem eu)
E mais ele no agora mesmo faleceu

Dominique, 8º D
Cego

És cego quando não consegues ver
Se o és já deves saber
Se és de nascença
Nem deves saber como raio uma cadeira é...
Porque és cego...
Mas ou menos assim
Não vês que raio a política é
Não vês o mundo
Não vês o excremento que te leva ao fundo
Mas sente-te agoniado
Não sabes o que te vai acontecer
Sentes-te um legume enlatado
Foro de prazo
E à tua imaginação não consegues dar azo
E não consegues ver
E não consegues ver
Porque és cego...
Não vês nada...
Nunca sabes quando te irão dar um chapada...
E depois dá-te a revolução no estômago
E sentes o Rei na barriga
Parece que é abstracto
Mas é concreto é lombriga...
Mas tu não vês...

Dominique, 8ºD


quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Uma noite assustadora de Verão

Numa quente noite de Verão, acampava com familiares e amigos, numa floresta onde diziam haver seres mitológicos e fantasiados.

Criámos um jogo, em que alguém começava uma história, depois outra continuava, até que todos os que formavam a roda tivessem contado uma parte da história.

O mais velho da roda (que tinha 18 anos) começou a história:

- Numa noite, um jovem decidiu explorar uma floresta… como esta! Estava muito escuro e ele apenas trazia uma lanterna a pilhas. Embrenhou-se pela floresta a dentro e… perdeu-se. – Levantou-se, caminhou para o centro da roda e acercou-se da fogueira que parecia querer apagar-se. – Estava com medo e jurava que nunca mais tentaria algo do género. Continuou a caminhar… A floresta estava silenciosa… Apenas se ouvia o estalar de raminhos debaixo dos seus pés. – Daquela roda, não se ouvia um único som, apenas o crepitar da fogueira, que parecia estar a aumentar a história. Acocorou-se da fogueira. Agora, falava cada vez mais depressa – o rapaz ouvia um uivar e, algo o agarrou e puxou-o para uma árvore… Chegou à conclusão de que eram as raízes das árvores que o “acorrentavam”. – Dito isto, todos se agarravam uns aos outros, amedrontados. O Rui estava a contar a história toda, mas eles nem davam conta… só tinham presente na sua mente que a história que contava era muito semelhante àquela noite… – concluindo: nunca mais apareceu – Disse, baixando a voz.


Sara Félix, 8º E
Revolução


Revolução!

Estou farto desta sociedade

Esta gente da cidade

Este governo é um vergonha

Apenas metem-nos dívidas na fronha

Viva a Revolução!

Que se abra aqui já uma manifestação.

Eu odeio este sistema

Deixa-me doido por isso leiam o meu lema:

Viva a Revolução!

Que se abra aqui uma manifestação!


Dominique Martinho, 8ºD
O flagelo dos incêndios


Considero que os incêndios, infelizmente, acontecem com alguma regularidade no nosso país. Apesar disso, o Governo tem disponibilizado mais meios de combate e homens de forças militares – Guarda Nacional Republicana – para formarem brigadas técnicas de actuação conjunta com os Bombeiros, mas, ainda assim, a formação especializada na área de combate aos incêndios ainda é escassa. Muito ficamos a dever ao grande número de pessoas e à sua coragem, que perante esta grande ameaça colaboram em voluntariado, com meios auxiliares. Este tormento deve-se, além das loucuras de piromaníacos e a algumas pessoas pagas para o fazerem com o intuito monetário, à conjugação de factores como as condições meteorológicas (aumento da temperatura no Verão e vento) que conjuntamente com locais de difícil acesso e zonas onde não é realizada a manutenção das florestas.

As organizações ambientalistas chamam a atenção para a mancha florestal que é preciso preservar e reorganizar, bem como para a exploração de florestar desenfreada ou desorganizada que cresce sem respeitar as barreiras antifogo, a manutenção e vigilância das matas, para que os métodos sejam eficazes e não se acabe num rosário de lamentações.

Assim, tendo em conta o que acima descrevi, devem preservar-se as “manchas verdes”, para travar esta calamidade…

Sara Félix, 8º E