sábado, 19 de março de 2011

Em defesa das florestas e espaços verdes

A Natureza está em perigo
Temos de agir!
Quem não se lembra de ter brincado às escondidas num jardim cheio de plantas e arbustos? Quem nunca construiu uma cabana nos ramos de uma árvore? Que belas recordações. Infelizmente, tudo isto está posto em causa actualmente porque o Homem não sabe preservar a pouca Natureza que ainda o rodeia! Se alguém tiver dúvidas, basta olhar para o nosso concelho. Apesar de vivermos no campo, a Natureza está em muito mau estado! Não vemos muitas árvores e estas estão muito desprezadas como se não fossem bem vindas, os espaços verdes são raros e mal aproveitados, e as plantas da região não são valorizadas.
Temos de fazer alguma coisa antes que seja tarde de mais para as gerações futuras! Temos de reconstruir aquilo que a geração dos nossos pais destruiu! Mãos à obra!
Podemos começar por organizar equipas para plantar árvores e voltarmos a ter florestas no nosso concelho. Desta forma contribuímos para a melhoria da qualidade do ar. Devemos também dar valor aos espaços verdes que temos utilizando-os com respeito e promovendo a construção de mais alguns onde pequenos e grandes possam descansar e esquecer o stress do dia-a-dia. Quanto às plantas originárias da região, parece-me que seria a ocasião de promover encontros entre gerações para perguntar aos mais velhos como era a Lourinhã da sua infância e plantar de novo todas as plantas que hoje em dia já não nos rodeiam.


Gustavo Cópio, 8ºC


Actue enquanto não é tarde
Para começar, imagine-se numa cidade, em que tudo o que esteja à sua volta seja poluição; Pense em arranha-céus, carros a deitar fumo de escape, barulho ensurdecedor, pessoas sob stress… Tudo isto, sem uma única réstia de espaço verde. Em seguida, imagine um vasto campo coberto de flores. Acrescente algumas árvores majestosas, enchendo o espaço à volta. Ouça o roçar do vento nas folhas e o chilrear dos pássaros, voando livremente. Por fim, compare-os, e diga: Qual dos dois prefere?
Pois é. E lembre-se de que quem fomentou isto tudo, fomos nós. Todos e cada um de nós actuou diariamente da forma mais egocêntrica e construiu aquilo a que chama de “civilização” sem sequer parar para pensar no resto. Esta é a realidade, pura e dura.
Porém, apesar de tudo isto, ainda há uma oportunidade de se redimir. Está a ser-lhe dada a última possibilidade que tem para fazer as coisas bem. Agarre-a! Invista na natureza. Ponha o egoísmo atrás das costas e defenda aquilo que lhe dá vida! Proteja os espaços verdes que restam, e, do mesmo modo, volte a criar os que outrora existiam.
Vai ver como lhe aquece a alma saber que ajudou tão nobre causa.


Ecaterina Ciobanu, 9ºC

A propósito das sensações, quando se vêem espectáculos

Para começar, penso que o último concerto que fui ver foi dos Santa Maria, em Peniche. Além disso, nunca fui a muitos concertos, apensa uns 5 ou 6 durante a minha vida inteira, prefiro ir a algum bar, ou ás “festinhas da aldeia” . O concerto até foi engraçado, tinha uma apresentação super engraçada, bastantes luzes efeitos, isto é, ao princípio tinha uma excelente apresentação, todas as pessoas cantavam, dançavam, super giro… As bailarinas dançavam super bem e conseguiam com que as pessoas dançassem todas! E como sempre, os concertos fazem intervalos, para os cantores, os bailarinos e o pessoal do staff poder descansar um bocadinho. A meu ver , naquele concerto o pessoal do staff não chegou a descansar , porque na altura do intervalo, a cantora saiu do palco para beber qualquer coisa, e houve uma multidão de pessoas que se chegou ao pé do palco, gerou-se uma tremenda confusão. Ouviam-se os rapazes do staff dizer: - Não se aproximem, por favor não se aproximem! Foi uma cena horrível, mas as pessoas até obedeceram e ficou tudo mais calmo. Depois quando voltou a hora de voltarem todos ao palco, parecia uma peça de teatro triste, muito pouca iluminação, quase que não dava para as pessoas verem o baterista e os guitarristas, apensa se via a cantora e as bailarinas. Não sei se foi pelo facto do acontecimento do intervalo, porque depois ao longo da segunda parte começou tudo a voltar ao normal e as pessoas começaram a gostar. Eu não sou muito apreciadora daquela banda, mas até foi interessante e gostei.


Jéssica Martins Pataco, 9ºB



Tudo começou no dia 2 de Junho de 2010. Era de noite e ia haver Espectáculo! O Sarau da Leitura.
Eu e os meus colegas íamos entrar, por isso, como é normal, estávamos muito entusiasmados e divertidos. Então, tudo mudou, quando uma pessoa chegou ao pé de nós e nos disse:
- Meninos, preparem-se, vão entrar a seguir.
Quando percebemos que íamos entrar, sentíamos uma espécie de “formigueiro na barriga”, é óbvio que era o nervosismo, mas mesmo assim, eu acho que também era medo. “E porquê, medo, não existe nada assustador? – podia pensar uma pessoa.” Era medo de errar, de estarmos tão nervosos que nesse momento o mundo parava. De facto, era horrível!
Quando entrámos, a primeira coisa que fiz foi varrer a sala com o olhar, ver as filas cheias e além disso, ver a cara de satisfação das pessoas, com um sorriso de orelha a orelha.
Na saída, sentíamo-nos tão bem que nem parecíamos as mesmas pessoas. A única coisa que queríamos fazer era saltar novamente para o palco e dar “show”.
Portanto, foi único, um dia que vai ficar marcado nas nossas vidas, pelo menos na minha vida, de certeza.


Mariana Ferreira, 9ºC

quinta-feira, 17 de março de 2011

“A origem” - uma leitura

“A origem” (Inception) é um filme que relata a vida de Cobb, um ladrão talentoso, capaz de roubar informações através da própria fonte – A mente das pessoas. Deste modo, ele é um fugitivo à polícia, o que faz com que esteja separado dos seus dois filhos. Mas eis que lhe é dada a oportunidade de se redimir. Cobb tem de fazer um último trabalho, que lhe pode devolver a família: Implantando uma ideia na mente de alguém, em vez de a roubar.
A meu ver, este filme é genial, porque põe à prova a nossa capacidade de pensar. Isto é, para percebermos o desenrolar dos acontecimentos, é preciso estarmos com atenção a todos os detalhes. Não é um filme simples e eu fico feliz com isso. Além disso, achei o argumento muito inovador. Afinal de contas, o local do crime passou a ser a própria mente das personagens, onde sucedia todo o tipo de fenómenos que no mundo real seriam impossíveis de ver. À medida que o filme passava, sentia-me cada vez mais absorvida pela a história. A tensão das cenas, as fugas, as explosões e até os tiros fizeram deste filme, o melhor que eu já tive oportunidade de ver.
Resumidamente, penso que apesar de este ser um filme de espionagem, tem muita história para contar, e portanto vale a pena vê-lo. Confesso que nunca pensei gostar tanto de um filme deste género!


Ecaterina Ciobanu 9ºC

quarta-feira, 16 de março de 2011

Notícias fictícias







A Inaudita Guerra da Av. Gago Ccoutinho de Mário de Carvalho e os textos jornalísticos - proposta de actividade.
André Soares e Gustavo Cópio (8ºC)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Despedidas em Belém

Durante o estudo d'Os Lusíadas, os alunos, organizados em grupos, tinham de estudar os vários episódios e depois apresentar esse trabalho à turma.
O Alexandre, a Inês, a Iolanda e a Margarida do 9º D produziram este vídeo a propósito das Despedidas em Belém.


Slides de Apresentação de leituras

Com alguns dos slides das apresentações das leituras (atividade desenvolvida no âmbito do Projecto de Leitura "Ler, lazer e Aprender") foi feito este trabalho que teve ainda a participação da Ecaterina e Sara do 8º E na leitura dos excertos.


Os diários de 2009/10

No oitavo ano, estuda-se o Diário: a sua estrutura, a sua funcionalidades. Depois pede-se que, durante cerca de duas semanas, os alunos escrevam o seu Diário, fictício, de preferência.
Proposta de atividade.


Alguns exemplos produzidos no ano lectivo de 2009/10:












Trabalho da autoria de Ecaterina Cionabu, 8º E


Trabalho da autoria de Adriana Martinho, 8º


Trabalho da autoria de Irina Duarte, 8ºD











quinta-feira, 3 de março de 2011

Sumários digitais

Ainda em actualização...



Sumários de Mariana Costa, 9ºD (2009/10)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A cor da liberdade

No ano passado lectivo (2009/10) ainda trabalhei com os alunos na Plataforma Moodle, usando-a quer como meio fácil de disponibilização de materiais, como, e essencialmente, no apoio ao desenvolvimento de competências como, por exemplo, a compreensão. E claro que saber compreender é ler e a leitura pode traduzir-se em associações de ideias.
Num dos fóruns abertos, ao longo do ano, dedicava-se a motivar os alunos precisamente a fazer um exercício de associação de ideias. Estimula-se essa reflexão e, depois, pela escrita (portanto também se desemvolvia a competência da escrita) construía-se um produto.
Hoje, publicamos um vídeo que já está online quase há um ano - A cor da liberdade - e que foi construído da forma que acabámos de descrever. Primeiro, pretendia-se saber se os alunos associavam a liberdade a alguma cor e, numa segunda fase, identificada a cor, se sabiam justificar essa associação.
A música era, também sugerida pelos alunos.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Ponto da situação...

Há quase um ano que este espaço não é actualizado. Mas é mesmo para acreditar que tudo tem a ver com uma questão de falta de tempo. Ainda do ano passado há muitos trabalhos a publicar. E deste ano já temos outros tantos!
Vamos tentar reiniciar esse trabalho de forma mais rotineira.
Veremos se o tempo deixa.
Até breve.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Slides de apoio à apresentação de leituras

No âmbito do Projecto de Leitura do nosso Agrupamento - "Ler, lazer e aprender" - os alunos apresentam os livros que vão lendo. A acompanhar esses momentos, devem apresentar um slide feito pelos próprios sobre o livro que apresentam.
Aqui deixamos alguns exemplos que podem, também, ser visto aqui e aqui.


Miguel Henriques, 9ºD
Marcelo Santos, 9ºD
Jorge Pereira, 9ºD
Diogo Costa, 9ºD
Daniela Franco, 9ºD
Carina Santos, 9ºD
Artur Simões, 9ºD
Rodrigo Costa, 8ºE
Ecaterina Ciobanu, 8ºE
Andreia Luís, 8ºE

Slides de conteúdos gramaticais

Durante as aulas de Língua Portuguesa, no decorrer do processo de aprendizagem, os alunos têm produzido alguns materiais. Aqui ficam alguns exemplos. Podem também ser vistos aqui.

















Sumários (digitais)

Sumários - Inês Félix_9ºD

Passaporte da leitura

Passaporte da Lietura - Carolina_8ºD

Passaporte da Leitura - Cátia_8ºD

Passaporte LeituraEcaterina_8ºE

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Identificação / 1º Período / 9ºD

Divulgação com trabalhos de Identificação (continuação), desenvolvidos no âmbito do Projecto "Quem sou, quem somos".
DESCRIÇÃO: durante o 1º Período, foi pedido aos alunos que associassem a três cores a sentimentos, estados de espírito, sensações...
E o resultado, no 9º D, foi:





Identificação / 1º Período / 8ºE

Divulgação de trabalhos de Identificação (continuação), desenvolvidos no âmbito do Projecto "Quem sou, quem somos".
DESCRIÇÃO: durante o 1º Período, foi pedido aos alunos que associassem a três cores a sentimentos, estados de espírito, sensações...
E o resultado, no 8º E, foi:




















Identificação / 1º Período / 8ºD

Divulgação com trabalhos de Identificação (continuação), desenvolvidos no âmbito do Projecto "Quem sou, quem somos".
DESCRIÇÃO: durante o 1º Período, foi pedido aos alunos que associassem a três cores a sentimentos, estados de espírito, sensações...
E o resultado, no 8º D, foi:



Identificação__Cores_Carolina Morgado_8ºD













quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Palavra puxa imagem

Pela Plataforma Moodle do Agrupamento, na disciplina e-Português, tem-se vindo a desenvolver há cerca de dois anos uma actividade inspirada neste desafio:
Pede-se aos alunos que associem a uma palavra sugerida uma imagem e façam a respectiva legenda.

No 1º Período, a primeira palavra foi: Recomeço.

 

Identificação / 1º Período / 8ºC

Recomeçamos a divulgação com trabalhos de Identificação, desenvolvidos no âmbito do Projecto "Quem sou, quem somos".
DESCRIÇÃO: durante o 1º Período, foi pedido aos alunos que associassem a três cores a sentimentos, estados de espírito, sensações...
E o resultado, no 8º C, foi:




Identificação_As Cores_Renato Gouveia_8ºC



Identificação_As Cores_Gonçalo Frade_8ºC


Jackellyne Campos_8ºC


Identificação_As Cores_Beatriz Delgado_8ºC


Identificação_As Cores_ Carla Santos_8ºC

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Alerta Planeta

Este artigo é escrito para alertar toda a gente de que o nosso planeta está em constante mudança! Se não começarmos desde já a ter atenção às coisas que simplesmente fazemos sem pensar, corremos o risco de alterar significativamente o mundo onde estamos acostumados a viver… E isto não se reduz a um simples risco que penso que muitos de nós estejamos dispostos a correr egocentricamente! Mais tarde ou mais cedo iremos todos enfrentar esta dura realidade! Nunca pensou em como os nossos futuros familiares andarão num mundo cheio de poluição? Penso que, todos nós, muito pelo contrário queremos o melhor para os nossos herdeiros. Portanto, é importante começar desde já a cuidar e a poupar o nosso planeta AZUL destas distracções ou dos actos desumanos que cometemos.

Por exemplo: Um assunto que se torna cada vez mais grave, hoje em dia, é a poluição nos rios, florestas e… Enfim, os espaços verdes que ainda possuímos. É nosso dever pormos um FIM às descargas de lixo nestes sítios! Esta tarefa implica por o egoísmo atrás das costas e começarmos a dar importância ao que nos mantém vivos! Nós somos os únicos culpados do problema em questão! Não acha que este nosso globo está a dar-nos imensas oportunidades para mostrar que temos sentimentos para com ele? Não as desperdice! Faça uma grandiosa boa acção, não só para ajudar o mundo, mas também para se sentir bem consigo mesmo!

Ecaterina Ciobanu, 7ºE
Os direitos das crianças

Todas as crianças têm os mesmos direitos. Em Angola, África, Guiné ou até mesmo Portugal existem crianças a serem mal tratadas, sem direitos.
Por exemplo, em Angola existem pais que são capazes de vender os seus próprios filhos para poderem comer alguma coisa, mas o pior é que as crianças que são vendidas, vão trabalhar para pescadores, começam a trabalhar dia e noite, sete dias por semana…

Em Portugal não é bem assim, mas cá no nosso país também há coisas que nem nos passam pela cabeça, a respeito das crianças.
Há muitas sociedades de todo o mundo que lutam para que tudo isto acabe o mais rapidamente possível!
Mas, embora todas as forças que existem, será que isto vai acabar?
Resumidamente, em todo o mundo existe este tipo de situações, agora eu não sei se ainda vai piorar, ou melhorar!

Andreia Luís, 7ºE