domingo, 6 de maio de 2012

"Ir à escola" vs "Estar, de facto, na escola"

Na 8ª proposta de escrita semana do 8º Ano (turmas A e B) pedi-se aos alunos que distinguissem entre "ir à escola" e "estar, de facto, na escola".

Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Ir à Escola... Estar na Escola!
Existem muitos alunos que estão na escola, mas não vão às aulas.
Certamente, não estão interessados em aprender, mas provavelmente são obrigados pelos pais a cumprir este dever. Assim, frequentam apenas o espaço escolar como forma de convívio.
Ir à escola é diferente de estar na escola... Mas porquê? 
Porque, os alunos podem ir à escola, mas não estar nas aulas ou estar presentes em ambos os sítios.
Atualmente, os alunos faltam mais às aulas do que antigamente. Existem outros meios de entretenimento, como, por exemplo, a televisão, o computador, os videojogos ou más companhias, que os desviam muitas vezes para caminhos menos corretos.
Na minha opinião, estes alunos devem ser conduzidos para o caminho da aprendizagem e da educação, através de conversas com os professores/ pais e palestras que falem deste assunto.
É importante que estes alunos percebam a importância dos estudos e que quanto mais avançarem na escola, mais oportunidades têm de um dia terem um emprego de que gostem. Do outro lado existem os alunos que vão sempre às aulas e que estão interessados em tirar um curso. Estes alunos não precisam de ser conduzidos, pois de certeza que tiveram outra preparação e educação da parte dos pais, para se sentirem mais motivados e darem uma melhor orientação à sua vida.
Em conclusão: os alunos são aquilo que quiserem fazer de si próprios, logo, devem ser ensinados a escolher bem os seus caminhos, através de boas influências!    

Maria Inês Oliveira, 8ºA

Existe uma grande diferença entre “ir à escola” e “estar na escola”.
Para mim, “ir á escola” é conseguir aprender, ir às aulas, ser responsável e tomar a escola como uma ajuda na vida, pois eu acho que a escola não é só um edifício é um centro de aprendizagem para todos nós.
As pessoas que “estão na escola”, estão só num edifício chamado escola, aliás o seu verdadeiro significado não lhes diz nada, pois não vão às aulas. Para perceber por que razão há alunos que faltam às aulas, decidi investigar. Então, fiz perguntas a alguns alunos, mas não consegui grande informação, pois todos diziam praticamente o mesmo.
-“Eu só não vou às aulas porque é uma grande seca, tenho coisas mais interessantes para fazer…”.
Tentei perguntar se os seus encarregados de educação sabiam, mas só diziam “ Para de me chatear!“, e fugiam. Mas, certamente que os seus pais não sabiam de nada.
Concluindo, e sinceramente, não compreendo porque existem tantos alunos que só “estão na escola” quando deviam “ ir á escola”...
Mariana Nunes, 8ºB


Ir à Escola
Não percebo o que certos alunos fazem na escola. Certamente que não pensam no seu futuro. O que eu sei é que algumas pessoas vão à escola mas não vão às aulas e, quando vão, só sabem perturbar o funcionamento das mesmas. Na minha opinião, elas devem gostar imenso da escola! Fazem de tudo para chumbar e, assim, passam lá imenso tempo!
Tendo em conta que, na maioria dos casos, os pais não ajudam na educação dos filhos, até é compreensível a forma como eles agem. Os seus amigos também não contribuem para o bom aproveitamento escolar desses alunos. O problema é que nem eles percebem que as suas companhias não são as melhores. Quando são abordados sobre este assunto, eles dizem: “Quais más influências?!”.
É claro que também existem aqueles alunos que se esforçam para obter os melhores resultados possíveis nos seus trabalhos. Essas pessoas estão, de facto, na escola e dão valor ao seu futuro. Tal como os outros, podem ser influenciados pela família e pelos amigos, mas, neste caso, são influenciados de uma forma positiva.
Costumo pensar como seria a minha vida se eu fosse à escola só passear os livros… Nem consigo imaginar!
Porém, tal como a minha mãe diz, “não podemos ser todos doutores”.
Inês Cordeiro, 8ºB




A escola e os afetos

A 8ª proposta de escrita semanal do 7º ano (turmas A e B) parte de um diálogo entre dois amigos que falam sobre o que sentem em relação às respetivas  escolas. Um diz que a escola é ótima pelo convívio entre os jovens e a excelente localização e o outro afirma que a sua escola tem um ambiente fora de série.

Assim, na proposta, pedia-se que cada aluno apresentasse a visão pessoal da sua escola, mostrando como é que a afetividade se projeta nos espaços, no ambiente humano e nas atividades.

Eis alguns dos textos:


A minha escola

A minha escola não é propriamente a melhor do país, pois todos sabemos que lhe faltam algumas condições. Ainda assim, eu gosto muito desta escola.
Mesmo com todas as dificuldades, eu acho que os professores têm sempre dado o seu melhor (embora os alunos nem sempre facilitem...).
Acho que todos os membros da comunidade educativa (alunos, professores, auxiliares…) trabalham em conjunto, tentando sempre resolver qualquer problema que surja, ajudando-se uns aos outros chegando mesmo a criar laços afetivos.
O ambiente é outra coisa que eu adoro na minha escola. É como se todas as pessoas se conhecessem, como se fôssemos uma grande família!
É através da escola que somos preparados para a vida, com a ajuda dos professores desenvolvemos as nossas capacidades que iremos aplicar depois de terminarmos os nossos estudos.
Contudo, existem alunos que muitas das vezes ou por não terem capacidades ou por falta de interesse não atingem os objetivos esperados.
Em suma, eu creio que na minha escola existem muitas oportunidades e que todos nós podemos ou devemos agarrá-las.
                                                                      Carlota Pina, 7ºA



A minha escola

Para confessar, eu gosto da minha escola! Tem coisas boas e coisas menos boas.
Vou começar pelas coisas menos boas. Acho que só encontro uma coisa: as condições físicas. Por exemplo: nas casas de banho, não há papel higiénico nem papel para as mãos. As salas de aula estão todas com pó (aliás, eu no outro dia não parava de espirrar por causa do pó...). Eu sei que atualmente estamos em crise, mas não colocarem nem que seja só o papel para as mãos? Não limparem as salas? É um exagero. 
Coisas boas encontro muitas, assim como o ambiente escola, o convívio entre alunos, professores e funcionários, a disponibilidade de uma biblioteca onde podemos requisitar livros (assim os alunos que não têm disponibilidade de comprar livros, requisitam), …
Em resumo, a minha escola é “fixe”.
Beatriz Ferreira 7ºB


A minha escola
A minha escola tem mais de trinta anos, resumidamente é velha, tem cortinas velhas, mesas velhas, cadeiras velhas e as paredes interiores nem são feitas em cimento. Mas, na verdade, eu gosto da minha escola assim. Até acho que ela nem está mal de todo, pois temos computadores novos, projetores, biblioteca, refeitório… que muitas outras escolas não têm.

Para dizer a verdade, por vezes, comparo a minha escola com a de amigos de outras escolas e chego sempre à conclusão que´, em termos físicos, a escola deles é melhor que a minha, mas, em termos de fraternidade, amizade, atividades, compreensão da parte de funcionários e professores, a minha escola é muito melhor que a deles!

Não é o aspeto físico que faz com que a minha escola seja especial para mim, mas sim as pessoas que a constituem e que fazem com que a ela não passe despercebida, como os professores que fazem blogs para colocar informações que nos podem ser muito úteis.

A minha escola até é reconhecida no estrangeiro com o Progeto Comenius. Acho que não posso pedir mais do que uma escola como esta nos tempos de hoje.

Carolina Bonifácio, 7ºB

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Distinguir texto dramático de teatro



Sempre que se estuda o texto dramático e não se vai ao teatro, há objetivos que não se cumprem no estudo desta matéria. O texto dramático é texto de ação e será fundamental que os alunos percebam e vejam essa transformação.
No entanto, e porque na organização de uma Visita de Estudo, neste momento, não há, à partida, a garantia de que os alunos com necessidades económicas tenham o apoio devido, por princípio, e porque não é possível assumir pessoalmente, todas as situações, neste ano letivo, optou-se por não realizar qualquer visita de estudo, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, no que respeita as turmas A e B dos 7º e 8º anos. Ainda assim, seria importante que os alunos pudessem assistir, durante o estudo do texto dramático, à transformação deste em teatro...
Em conversas informais com a Sara Félix, ex-aluna da escola, neste momento a frequentar o 11º na Escola Secundária da Lourinhã, surgiu a proposta de criar dois sketchs: um dirigido ao 7º Ano em que a temática fosse a história do teatro e o outro dirigido ao 8º Ano, onde ficassem patentes as diferenças entre texto dramático e teatro. A Sara aceitou o desafio e com a Andreia Nunes (colega e amiga da Sara) construíram dois guiões com a intenção de lhes virem a dar vida mais tarde. 

O primeiro espetáculo aconteceu já no dia 2 de maio (ver guião aqui), na Biblioteca da Escola Dr. João das Regras. Estiveram presentes, voluntariamente, praticamente todos os alunos do 8º A e 8º B. A Sara e a Andreia conseguiram durante 15 minutos prender a atenção dos alunos que se encontravam presentes.

O objetivo foi cumprido na totalidade.
Muito obrigada, Sara e Andreia!

Rosalina Simão Nunes

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PROPOSTA dirigida ao 8ºA e 8ºB
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  • O que acharam deste evento?

Deixem a Vossa opinião na caixa de comentários até ao dia 11 de maio.


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Dia mundial do livro (23.04.12) - 2ª Parte

A propósito do dia mundial do livro, propusemos este desafio às turmas A e B do oitavo. A atividade não tinha caráter obrigatório e seria avaliada nos parâmetros que incluem o interesse e motivação.

Deixaram a sua participação 15 alunos. Desses registos fizemos o seguinte poster.























A Mariana Nunes e a Sílvia Alves do 8ºB enviaram os seguintes recursos:
Um livro é... por Mariana Nunes

View more PowerPoint from mariananunes1998
Um livro é por Sílvia Alves

Diários - 2011/12


Uma vez mais, no 8ºAno, trabalhou-se o diário após o estudo do conto "Temos de começar a jantar à mesa" de Alice Vieira, já que o registo em que a história nos é contada é muitas vezes diarista e quase confessional.

Desta vez a proposta de escrita de um diário foi feita usando as seguintes orientações:


Entretanto, o prazo de entrega teve de ser negociado, uma vez que a maioria dos alunos do 8ºA e B faltariam às aulas, na última semana do 2º Período, porque  estariam a participar numa Viagem Cultural a França, atividade desenvolvida no âmbito do Clube de Francês. Aliás, alguns deles referem a participação nesse evento. Assim, permitiu-se que os alunos entregassem os diários já no 3º Período. 
Acrescente-se que a publicação dos diários foi autorizada pelos seus autores, aliás, como todos os trabalhos que aqui são publicados. 


Diários do 8ºA



Valentyna Myronets

Elena Tepordei


Maria Inês Oliveira



Viktoriya Vashchynska


Diários do 8ºB

 
Madalena Castro

Afonso Marques

Nadine Santos

Ana Maria Silva

   
Mariana Nunes

 
Margarida Pinheiro

 
Margarida Almeida

 
Inês Cordeiro

 
Sílvia Alves


Um dia de anos com imprevistos

Na sétima proposta de escrita do 8º Ano (turmas A e B), propunha-se que os alunos desenvolvessem a seguinte ideia:
No dia do seu aniversário, foi celebrar essa data com uns amigos, num restaurante aonde nunca tinha ido. Mas não gostou. Houve imprevistos…

Aqui ficam alguns textos:



No meu dia de Aniversário, convidei os meus amigos e fomos todos almoçar juntos a um restaurante.
Encontrámo-nos na minha casa e partimos com calma, pois já tínhamos uma mesa reservada.
Quando lá chegámos, perguntámos ao empregado qual era a nossa mesa, mas ele disse que não tinha nenhuma mesa reservada para nós.
Nós ficámos um pouco admirados, mas como o restaurante não estava muito cheio, pudemos almoçar lá na mesma, embora um pouco apertados.
Pedimos as entradas, que não estavam nada de especial e de seguida as sopas.
Assim continuaram os problemas...
Logo que o empregado as veio servir, reparámos que trazia uma mosca dentro do recipiente, o que nos deixou bastante chateados e nos fez recusá-la.
Com esta situação acabámos por pedir o segundo prato, sem comermos a sopa.
Com medo que houvesse mais algum imprevisto, pedimos uma comida simples (Bifinhos com cogumelos).
O empregado trouxe-nos a refeição, que até estava muito bem apresentada, mas quando começámos a comer, reparámos que a comida estava mal cozinhada e muito salgada. Foi bastante desagradável!
Para nós foi a gota de água e não hesitámos em pedir o livro de reclamações, onde escrevemos tudo o que se passou.
Eu até me perguntei a mim própria:
- Será que o dia pode piorar?
Acabámos por comer apenas as entradas e viemos embora.
Em conclusão, foi bom ter passado o dia com os meus amigos, mas sem recordar aquele restaurante. 
Maria Inês Oliveira, 8ºA


Dia para Esquecer
Vesti o meu comprido vestido branco e, dentro de pouco tempo, os meus amigos chegaram. Era o meu aniversário!
Quando entrámos no “No Ponto” fiquei completamente boquiaberta, pois nunca lá tinha ido. Tinha um ar chique e agradável. Certamente este jantar ia ser incrível!
-O que é que querem comer? – perguntou, arrogantemente, um dos empregados.
Rapidamente, decidimos o que queríamos.
-Esperem que eu já vos trago a comida!
Bem, que bela forma de tratar os clientes! Entretanto, ele entregou-nos a refeição. Quando ele estava a pousar o vinho na mesa, tombou a garrafa e entornou-o todo em cima do meu vestido!
O empregado nem pediu desculpa. Apesar disso, mantive a minha postura.
Estava eu a saborear o meu prato de bacalhau à lagareiro quando me engasguei: era uma espinha. Logo a seguir, estava a mastigar um quadradinho de cenoura, quando senti algo a tentar sair da minha boca: era uma mosca. «Estou para ver o que me acontecerá a seguir…», pensei eu.
Lá acabámos o jantar e, enquanto me estava a levantar, colocaram um bolo de aniversário na mesa, e cantaram-me os parabéns, mas o que era aquilo? “19 anos” escrito no bolo? Eu fazia 18!
Quando vi a fatura do jantar, ia caindo para o lado. 51 euros por pessoa!!? Bem, de qualquer modo, tinha de pagar.
Como se não bastasse, quando estava a sair do restaurante, escorreguei numa casca de banana.
Este foi mesmo um dia para esquecer!

Inês Cordeiro, 8ºB



sexta-feira, 27 de abril de 2012

A importância da família na adolescência

Na sétima proposta de escrita do 7º Ano (turmas A e B), propunha-se que os alunos refletissem sobre a importância da família na adolescência.

Eis alguns dos trabalhos:


A importância da família na adolescência
Não é possível escolhermos a nossa família. Uma pessoa nasce dentro de uma família, não escolhe nem o pai, nem a mão nem os restantes membros, ao contrário daquilo que fazemos com os nossos amigos. No entanto, a família pode ser a nossa melhor amiga, embora a consideremos muitas vezes aborrecida!

A minha família é bastante grande e é como um centro de apoio para mim. Estão ao meu lado nos bons e nos maus momentos. Quer seja para aplaudir ou para “me puxar as orelhas”. Por vezes, é muito difícil juntarmo-nos todos, porém, quando isso acontece, é uma grande alegria!
Porquê desprezar a nossa família, se ela é um bem essencial na nossa vida?!
Beatriz Malaquias, 7ºB


A importância da família

A família é um conjunto de pessoas ligadas por laços afetivos que vêm de um tronco comum. Ainda hoje existem famílias bem estruturadas; onde vulgarmente a educação, os hábitos, as tradições e os costumes são mantidos de geração em geração. Os pais amam os filhos e são capazes de fazer tudo por eles e os filhos respeitam os pais e procuram, na sua companhia, ajuda e conselhos para a orientação da sua vida. Mas, infelizmente, na atualidade, grande parte dos membros da família deixam de lado estes bons costumes. Os pais absorvidos pelo trabalho não dão a atenção necessária aos filhos, quase não se conhecem, ignorando completamente o que os filhos fazem na sua ausência, quando acompanham os seus amigos que muitas vezes não são as melhores influências. Os filhos deixam de respeitar os pais e não dividem com estes as suas frustrações e dificuldades escolhendo mal quem os acompanha e não dando conhecimento aos pais do que andam a fazer. Embora se diga que se deve dar liberdade aos filhos para eles serem independentes, é preciso que os pais estejam permanentemente atentos ao modo como agem e como se comportam.
Se pais e filhos se respeitassem e ajudassem, o mundo seria, certamente, melhor.
Não acham!?   

Carlota Pina, 7ºA


Na minha opinião, a família deve ser, embora às vezes não o seja, a principal responsável pela formação e desenvolvimento da personalidade dos jovens.
Atualmente, os jovens não dão muita importância à família mas a família é muito importante porque: educa dá carinho e amor.
A família também é importante para ajudar a tomar decisões no dia a dia dos jovens.
A família ajuda a tornar os jovens responsáveis; bem-educados e respeitadores.
Por outro lado, temos as famílias disfuncionais!
Aquelas que, na verdade, não se interessam por orientar. Eu, para dizer a verdade, tenho orgulho nos valores que a minha família me transmite.
Em suma, sou o que sou devido à minha família.
Débora Filipe, 7ºA



A família na adolescência
Na minha opinião, a fase da vida mais difícil de ultrapassar, por vezes engraçada é a adolescência, caracterizo por uma única palavra “turbulenta” … E muitas vezes na altura da adolescência por caracterizar desta maneira, acho que é muito importante ter um porto seguro, este é, a família. Pois muitas mudanças ocorrem nesta etapa da vida, ou até situações constrangedoras!
Todos os elementos da família são importantes para esta fase. Os pais ensinam-nos dão-nos carinho… Os irmãos ou primos próximos falam na “nossa linguagem” e quando escrevo esta expressão refiro-me à maneira de pensar. Os avós são excelentes para nos mimar muito, quando estamos tristes e algo nos atormenta. Isto sim, é uma família que nos apoia e ajuda quando é preciso e que nos corrige quando fazemos algo mal.
Sempre me perguntei << porque é que existem casos de pessoas em que a adolescência serviu para se “auto-destruírem”?>> Nesta altura da minha vida tenho vindo a construir a resposta e essa diz que talvez se tornem  pessoas desequilibradas porque a família não lhes dá apoio. A gravidez na adolescência tem vindo a aumentar, cada vez mais novos começam a fumar, beber, tomar drogas aqueles que têm pouca autoestima porque são agredidos… Estas situações afetam no desempenho escolar. Infelizmente, existem estes casos, e estão a aumentar! Por estas razoes para mim é muito importante a família estar presente na adolescência.
Lara Kwai, 7ºB


A família para a vida de uma adolescente

O que eu vou dizer é só o que eu acho que é para mim. Cada adolescente tem um estado de espírito diferente, um caminho diferente a percorre e uma opinião diferente.
Para mim, a família é muito importante.
Ajuda-nos a ultrapassar os momentos de dificuldade e, nos momentos de alegria, a família também esta lá.
Mas, também, neste caso, não é assim, agora só tenho a minha mãe, avó, irmão e sobrinha. Perdi o meu pai em Agosto de 2010. E parece que foi há pouco tempo… Antes, quando ele era vivo, eu não lhe dava muito valor, mas agora estou a pagar por isso, também não dava valor a minha mãe e estou a dar-lhe mais valor a ela, acho que devo ter medo de a perder e ficar sozinha. Mas tenho o meu irmão, sobrinha, cunhada e avó, mas não é a mesma coisa que os nossos pais.
Então, acho que só as adolescentes que passaram por momentos difíceis e complicados é que conseguem e dão valor à família que têm!
Acho que só os pais é que conseguem dar-nos: Carinho, amor, amizade e ajuda.
Todas as adolescentes deviam dar valor à família que têm. Não se pode escolher a família que se quer, mas podemos criar a nossa própria família quando formos mais velhos e tivermos idade para a tal.
Soraia dos Santos, 7ºB

A importância da família na Adolescência 

     A adolescência é uma fase da vida muito importante. É um período caracterizado por alterações físicas, mentais e sociais. 
     Na verdade, acho que a adolescência é, resumidamente, a fase do desenvolvimento humano, em que passamos de crianças a adolescentes.
     A família é, definitivamente, a principal “ferramenta” na adolescência.
     Os pais, muitas vezes, mostram-se atrapalhados com o que acontece aos seus filhos nesta fase, pelas companhias, pelas drogas, pelos impulsos e, principalmente, pelos comportamentos sexuais (que muitas vezes originam gravidez indesejada na adolescência) …
      Alguém que está a passar pela adolescência precisa de ter, pelo menos, uma figura parental em que tenha plena confiança para poder desabafar e fazer perguntas.
      Infelizmente, existem muitos pais que dão mais importância ao trabalho que aos filhos, e estes vão ganhando mais liberdade do que realmente necessitam, logo vão crescer sozinhos e isso pode ter muitas consequências, na maioria, negativas. 
      Eu conheço uma rapariga que tem pais ausentes, no entanto é uma boa aluna e nunca a vi ter comportamentos de risco. Mas é claro que às vezes se queixa que passa pouco tempo com os pais.
      Para dizer a verdade, os nossos pais são realmente a coisa mais segura e mais importante que se pode ter na adolescência. 
Carolina Bonifácio, 7ºB 

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Dia mundial do livro (23.04.12) - 1ª Parte



Um livro é...




PROPOSTA
  • Completem a ideia. 
  • Deixem na caixa de comentários o resto da frase ou o link de uma imagem que achem que complete a ideia. 


Prazo
  • Participar até ao dia 29 de abril (23:59).

NOTA IMPORTANTE
  • Podem entregar o trabalho, na sala de aula, até ao fim da semana.


DiNotícias - 2ª Edição





Na 2ª Edição do DiNotícias (o jornal do nosso Agrupamento) além da reportagem do Pedro Quintans (7ºA), a propósito de "Convidámos... À conversa com", atividade desenvolvida no âmbito do projeto de leitura "Ler, lazer e aprender", e à qual fizemos referência aqui, há referência a outras atividades onde participámos (alunos dos 7ºA, 7ºB, 8ºA e 8ºB), nomeadamente: as Frases natalícias e do dia dos Namorados;  Desafios ortográficos e Ortografíadas - Concurso de ortografia, promovido pelo Departamento de Línguas, professores de Língua Portuguesa (DiNotícias, março de 2012, Acontece, pág. 14) e foi ainda publicado, na página 3, secção Acontece, uma reflexão do Francisco Marques do 7ºA a propósito do amor, resultado de uma das propostas de escrita do 2º Período e que publicamos de seguida:





Eu, sinceramente, não estou muito dentro do assunto. Para dizer a verdade não acho assim o namoro uma “coisa” tão “fantabulástica”!            É claro que é uma “coisa” bonita, mas também pode magoar muitas, mas muitas pessoas. Será que vale apena sofrer tanto só para ter o título de namorado(a)? O namora é só uma das formas de mostrar amor, nada mais. É claro que depois há parte bela, aquele sentimento que sentimos quando namoramos, mas também há a parte desconfiada que está sempre a pensar: “Será que ele(a) anda com outra(o)?”. Dito isto a minha conclusão é que, às vezes, vale a pena correr o risco. Para concluir devemos arriscar no amor, utilizando o namoro, pois só assim nos chegará a verdadeira felicidade, é claro que é preciso passar uns obstáculos, mas vale a pena…Não tenho muito mais para dizer a não ser a opinião final:            O namoro não é mais que uma pista de obstáculos, se os passarmos, ganhamos uma medalha, se ficarmos a meio, não somos mais que uns desistentes. 

Francisco Marques, 7ºA





Marcadores da semana (de 16 a 20 de abril)


Nesta semana, apresentaram marcadores:

  • do 8ºB, a Mariana Nunes.



Para ver a exposição completa, respeitante ao terceiro período (2011/12), ver aqui. 

terça-feira, 17 de abril de 2012

Ana Saldanha - Notas biográficas



Numa aula, leram-se palavras escritas pela própria Ana Saldanha (ver imagens do lado esquerdo). Tratava-se do momento de abordagem à leitura orientada de Uma Questão de Cor

Seguindo a sugestão do próprio manual (COSTA, Fernanda e MENDONÇA, Luísa - Com todas as letras, Língua Portuguesa, 8º Ano, Porto Editora), pediu-se aos alunos (8ºA e B) que redigissem, com base no que tinham ouvido e lido, uma breve nota biográfica sobre Ana Saldanha que pudesse servir de legenda a uma foto sua.

Quando a atividade foi pensada, pôs-se a hipótese de os alunos responderem diretamente na caixa de comentários. Seria, de facto, a situação ideal. Claro que só poderia ser concretizada por aqueles que têm o caderno diário digital. E seríamos, ainda, condicionados ao acesso à Internet. Acabou por se optar por recolher as notas biográficas, uma vez que as condicionantes impediriam que o trabalho se pudesse concretizar em sala de aula e esta atividade tinha sido desenhada para ser feita nesse âmbito. Mas, quando, futuramente, se puder concretizar como havia sido pensada, acreditamos que, pelo menos a autonomia dos alunos, será posta em prática.

Ana Saldanha é uma escritora que quando escreve dá a sensação de que escreve a partir daquilo que lhe acontece e, por vezes, histórias que inventa. A sua paixão pela leitura começou desde os tempos em que estava ao colo do seu avô e lhe "lia" jornais. A partir daí apareceu, também, a paixão pela escrita.
Elena Tepordei, 8ºA

Ana Saldanha é uma escritora que dá bastantes asas à sua imaginação e, por vezes, sente-a. 
Em criança foi muito curiosa, queria sempre ter o prazer de aprender tudo o que a rodeava.
Hoje, mantém a sua enorme paixão pela leitura e pela escrita. 
Inês Clésia, 8ºA



A escritora Ana Saldanha quando só tinha 3 ou 4 anos, ao pequeno-almoço, já gostava de ter a companhia de um livro. A escritora sempre leu muito e tinha a sua própria imaginação
Diana Neto, 8ºA



Ana Saldanha considera que escrever é uma companhia. Ela inspira-se, por exemplo, em histórias de outros escritores para escrever as dela
Maria Inês Oliveira, 8ºA



A escritora Ana Saldanha era uma escritora que lia ao colo do avô e, a partir dessa experiência, ganhou o gosto pela literatura 
Lucas Oliveira, 8ºA



A escritora Ana Saldanha, quando lê um livro, sente a história como se fosse a sua 
Diogo Henriques, 8ºA



A leitura é uma paixão de Ana Saldanha desde a sua infância
Margarida Almeida, 8ºB



Ana Saldanha, quando era criança, queria muito aprender a ler e, quando aprendeu a ler, não parava de ler. Tornou-se, assim, numa apaixonada pela leitura. 
Micaela Dias, 8ºB



Ana Saldanha é muito criativa e curiosa desde criança. 
Mariana Nunes, 8ºB



Ana Saldanha é a escritora que é graças à sua família. Com ela aprendeu o que é a leitura que, por sua vez, a levou à escrita. 
Ana Silva, 8ºB



Ana Saldanha é uma escritora que sente muito e acompanha a história que escreve e lê. É modesta em relação ao que escreve. Iniciou a escrita de livros com um que escreveu para o sobrinho. Só a família de Ana tinha conhecimento das suas ambições enquanto escritora. Ambições essas que a própria Ana Saldanha achava patetas.
Fátima Joaquim, 8ºB

Ao princípio, achei que era muito tímida e insegura, pois o seu primeiro livro era só para a família.
Tiago Gaspar, 8ºB

Ana Saldanha é imaginativa, porque, quando está a ler, ela consegue transformar as letras em imagens.
David Silva, 8ºB

Ana Saldanha gostava muito de ler e aprender a ler, pois ela com 4 anos já tinha essa curiosidade.
Hugo Sena, 8ºB

1.ª Edição do Concurso de Palavras Cruzadas (DiNotícias)

Começou no ano letivo de 2011/12 o Concurso de Palavras Cruzadas, atividade desenvolvida no âmbito do projeto A Hora das Palavras e em pareceria com o jornal escolar do Agrupamento (Aedlv).
Os objetivos do Concurso são: 
  • Estimular a atividade mental;
  • Desenvolver a competência da leitura;
  •  Promover a leitura do jornal do Agrupamento;
  •  Desenvolver o espírito de equipa e interajuda.
Podem participar todos os alunos do 3º Ciclo que frequentem as escolas do Agrupamento e sejam inscritos pelos professores de português. Podem participar equipas de três a quatro elementos, sendo a motivação feita nas aulas de português, através da divulgação do Cartaz e Regulamento do Concurso bem como a resolução, para treino, das Palavras Cruzadas da Edição anterior do DiNotícias.
A prova realiza-se num momento único, durante o 3º Período, nas duas primeiras semanas.  As equipas terão 45 min. para realizar a prova, sendo possível usar 15 minutos de tolerância. Cada equipa deve ter consigo, pelo menos, dois exemplares da 1ª Edição do DiNotícias.
Das provas constará um conjunto de Palavras Cruzadas feitas com base na 1ª Edição do Jornal do Agrupamento, DiNotícias. Constam também do exercício perguntas de caráter interpretativo e cultura geral. 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Convidámos..., no Projeto "Ler, lazer e aprender" - Reportagem

Na 2ª Edição do DiNotícias, o jornal do nosso Agrupamento, foi publicada a reportagem do Pedro Quintans (7ºA), a propósito de "Convidámos... À conversa com", atividade desenvolvida no âmbito do projeto de leitura "Ler, lazer e aprender". Publicamos aqui o texto na íntegra. Na foto ao lado, podem ver o aspeto do artigo, no jornal, na página 13, secção Acontece.





Mais uma das atividades do projeto “Ler, Lazer e Aprender já está em vigor: “Convidámos… À conversa com.” O objetivo é levar à sala de aula pessoas da comunidade educativa para partilharem a sua experiência com a leitura.

No dia 7 de fevereiro a actividade arrancou com a presença, na nossa sala de aula (7ºA) da professora Ana Isabel Alves, a nossa professora de Inglês. Contou-nos como tinha começado a adquirir o gosto pela leitura.

No dia 14 de Fevereiro, tivemos outro convidado: Joaquim Silva, pai da Filipa e da Joana Silva e que nos veio  falar sobre os “livros da sua vida”.

Começou por referir que, no dia anterior, as suas filhas lhe tinham pedido:  “Pai não nos envergonhes!” Soltaram-se gargalhadas e desde aí criou-se um ambiente mais apelativo.

Joaquim Silva começou a ler livros de Banda Desenhada do Mickey, Tio Patinhas e Pato Donald pelas das carrinhas ambulantes da Gulbenkian que circulavam de tempos a tempos pelas aldeias: “Era um dia muito aguardado quando a carrinha chegava à aldeia.” – testemunhou Acrescenta que gosta de ler, mas que não lhe agradam muito os livros de romance. A sua preferência é sobre livros técnicos e biografias. Depois ficámos a saber que, quando acabou de estudar, perdeu um pouco o hábito da leitura, e que lia apenas meros folhetos e jornais. Disse-nos, ainda que, neste momento, está a ler a biografia de Fidel Castro.

Deu-nos vários conselhos, entre os quais que o importante é ler, seja o que for, “porque quanto maior for o alargamento dos horizontes da leitura mais rico fica o nosso conhecimento”. Depois, houve uma parte em que pudemos fazer algumas perguntas e ficámos a saber, por exemplo, que a carrinha com os livros só passava de três em três semanas e que não havia o hábito de trocar de livros, uma vez que cada um tinha de ser responsável pelo seu próprio livro. Uma das últimas perguntas era sobre o livro mais marcante. Ficámos a saber que, até hoje, o livro que mais o marcou foi: Manual do Comportamento Humano.

No dia 17 de fevereiro, recebemos mais um convidado. Chama-se Pedro Lino, anda na Universidade do Algarve e poderá dizer-se que já é experiente neste mundo da escrita e da leitura, uma vez que já escreveu e publicou um livro, em 2010 : A Vida é uma boia. É primo do nosso colega Francisco Marques.
Fez questão de começar a explicar o significado do título do seu livro, apelando à nossa participação e, pela maneira de falar e de se expressar, nota-se que está muito à vontade e que é muito culto.

É de relatar que tanto o Sr. Joaquim Silva como o Pedro Lino têm livros de referência na infância: As Gémeas, Anita, Tio Patinhas, A Turma da Mónica e Os Cinco.

O Pedro falou-nos de alguns dos seus escritores preferidos. Por exemplo, José Saramago, Nobel da Literatura, 1998. Segundo o Pedro, “As pessoas, às vezes, dizem que não gostam de Saramago, porque não tem pontuação mas tem! Só que José Saramago tem uma forma muito especial de pontuar. Apenas utiliza a vírgula e o ponto final. Acrescentou, ainda, que José Saramago tinha também um grande sentido de humor apesar das pessoas o verem como uma pessoa muito séria.
Aconselhou-nos a dar uma “olhadela” no escritor Rui Zink e no seu livro Aníbal leitor, que trata de um rapaz que não gostava de ler, mas que aprendeu a gostar. Deixou-nos este conselho:
“Não se sintam obrigados a ler mas entrem numa biblioteca e encontrem os seus escritores favoritos, vão à procura!”
E, de novo, na parte final, pudemos fazer algumas perguntas.

Um colega perguntou ao nosso convidado se tinha em mente escrever mais livros. O Pedro respondeu da seguinte forma: -“Um livro é como um filho faz-se e pergunta-se quando vem o outro!” Outra pergunta que foi feita prendia-se com o livro que já tinha escrito e procurámos saber como tinha surgido a ideia de escrever um livro. Ficámos a saber que os amigos tinham tido um papel muito importante,  nesse processo, já que tinham sido eles que o tinham incentivado.  Até porque “No início comecei a fazê-lo por brincadeira, mas depois…”

O livro preferido de Pedro Lino é As intermitências da Morte, de José Saramago, pois esse livro dá-nos outra visão do que é a morte. Segundo as suas próprias palavras: “Morrer é bom, já pensaste o que é ficares sempre vivo, com doenças, velho!?” À pergunta se já tinha lido o mesmo livro duas vezes, disse-nos: -“Sim, como é óbvio, quando lemos um livro que é bom temos sempre vontade de lê-lo outra vez!” Terminámos este encontro, querendo saber se o Pedro já tinha pensado em ser escritor para a vida toda. Disse-nos que aquela era uma boa pergunta. E que, claro, “gostava de ser escritor, mas é muito difícil aqui, em Portugal, pois temos escritores muito bons! Se fosse era um excelente sinal, mas apenas vejo a escrita como um hobby.”

Para já esta atividade está a ser muito interessante, uma vez que ficamos a saber como é que os outros lidam com a leitura, de que forma começaram a ler e quais os seus interesses.

Pedro Quintans, 7ºA

Marcadores da semana (de 09 a 13 de maio)


Nesta semana, apresentaram marcadores:

  • do 7ºB, a Carolina Bonifácio e a Vera Lucas.




Para ver a exposição completa, respeitante ao terceiro período (2011/12), ver aqui.



sábado, 14 de abril de 2012

Apontamentos / 2º Período (2011/12)

Mantivemos, no 2º Período, a mesma estratégia no que respeita as orientações para consolidação das aprendizagens e que são descritas aqui.

Optámos por usar a Box para publicar e partilhar o trabalho, nesta área, de alguns alunos.

















Sumários (2ºPeríodo)






É relevante o cuidado e gosto com que muitos dos alunos apresentam o registo dos seus sumários. Deixamos aqui alguns exemplos: Sumários do 2º Período.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Reflexões acerca do teatro



  • O que representa a imagem?
  • Que relação tem a imagem com a citação de José Rodrigues Miguéis?



Atividade recolhida do Manual: 
FERREIRA, Ida Isabel et ali,  
Língua Portuguesa, 
7ºAno, Santillana