terça-feira, 29 de maio de 2012

Marcadores da(s) semana(s) (de 07 a 25 de maio)


Nestas três semanas, apresentaram marcadores:

  • do 7ºB, a Carolina Bonifácio, Lara Kwai e Soraia Santos;
  • do 7ºA, a Carlota Pina e o Diogo Alves
  • do 8ºB, Inês Cordeiro e Sílvia Alves.



Para ver a exposição completa, respeitante ao terceiro período (2011/12), ver aqui.





quinta-feira, 24 de maio de 2012

Entretanto, uma aventura...

Entretanto, no dia 23 de maio, recebemos um envelope da Caminho. Neste, havia um certificado, um livro e uma carta. Na carta lemos que a Inês Cordeiro do 8ºB fora distinguida com uma Menção Honrosa no concurso «Uma Aventura Literária...2012».

Além do certificado, foi ainda enviado à Inês um dos livros da coleção "Uma aventura..."


Parabéns à Inês!

Publicamos, em baixo, o texto criado pela Inês Cordeiro (8ºB)

Os restantes textos que foram enviados para concurso estão publicados no post anterior.






Inês Cordeiro (8ºB)

terça-feira, 22 de maio de 2012

Uma aventura literária / 2012

Em janeiro, fizemos estes dois desafios. Pois bem, sobre as histórias da aventura, já sabemos quem ganhou e os prémios já foram entregues. 

No dia 15 de3 maio, recebemos da editora promotora do concurso um mail que nos informava dos números de alunos envolvidos; nos dava os parabéns por termos participado e nos enviava o link onde se poderia fazer o download dos certificados de participação. Aqui fica a informação e esperamos que, em nome de uma vida mais saudável e verde, os certificados continuem apenas disponíveis online.

Entre hoje e amanhã, iremos aqui publicar os textos dos alunos que participaram.

Valentyna Myronets (8ºA)
Hugo Sena (8ºB)
Micaela Dias (8ºB)
Margarida Pinheiro (8ºB)

Open publication - Free publishing - More aventura

Mariana Nunes (8ºB)

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A história do teatro ao vivo

Tal como dissemos aqui, estava previsto que a Sara e a Andreia voltassem à nossa Biblioteca para mais uma apresentação. Desta vez dirigida ao 7º Ano (turmas A e B), sendo a temática a História do teatro.
Aconteceu ontem e ainda que não tivesse sido possível realizá-la na Biblioteca, uma vez que decorria lá uma reunião, estivemos na sala 6.
A Sara e a Andreia mostraram, uma vez mais, que com muito pouco, mas com trabalho e criatividade tudo pode ser mais fácil e até giro (ver guião do espetáculo aqui: A história do teatro).
Esperemos que os alunos do 7º A e B se tenham inspirado para o trabalho que têm de apresentar...
E vamos terminar, fazendo referência à Fátima Nunes, irmã da Andreia, que esteve sempre presente apoiando as duas atrizes no seu trabalho.
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PROPOSTA dirigida ao 7ºA e 7ºB
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  • O que acharam deste evento?

Deixem a Vossa opinião na caixa de comentários até ao dia 23 de maio.




segunda-feira, 14 de maio de 2012

A importância do sonho na construção da sociedade


Na nona e última proposta de escrita semanal do 7º Ano (turmas A e B), pedimos que os alunos refletissem sobre a importância do sonho na construção de uma nova sociedade. A reflexão partiu da leitura dos seguintes versos de António Gedeão: “ Eles não sabem, nem sonham, / que o sonho comanda a vida. / Que sempre que um homem sonha / o mundo pula e avança / como bola colorida / entre as mãos de uma criança.” – 


Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Se eu tivesse que construir uma nova sociedade, o sonho seria importante porque, se uma pessoa não sonha, na minha opinião, não tem ambições.
Melhor dizendo, uma pessoa que tem um sonho vai lutar dia e noite para que ele se torne realidade, dando o melhor de si e é isso que vai fazer a diferença.
As pessoas que não sonham não têm objetivos de vida, logo, contentam-se com pouco, por isso, deixam-se estar no sofá a ver uma série qualquer que esteja a dar na televisão, em vez de lutarem por um sonho, que tornado realidade pode mudar muita coisa.
Muitas pessoas sonham, mas, o que distingue as pessoas que sonham são as que não desistem á primeira dificuldade e fazem com que os seus sonhos se realizem e as que veem a vida passar e não se esforçam para conseguir realizá-los e depois quando são mais velhas dizem que já é tarde para o fazer!
É obvio que na caminhada para a realização de um sonho, há sempre “altos e baixos”, mas, apesar disso, não devemos baixar os braços.
Independentemente do que os outros acham ou dizem da idade… Não devemos deixar o nosso sonho fugir, pois em muitos casos ele é a nossa razão de viver.
 Carolina Bonifácio, 7ºB

Como se adapta um imigrante em Portugal


Na última proposta de escrita semanal do 8º Ano (turmas A e B), pedi-se aos alunos que expusessem a sua opinião sobre a adaptação e condições de vida encontradas pelos imigrantes estrangeiros (africanos, brasileiros, ucranianos e outros) em Portugal.

Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Imigrantes estrangeiros em Portugal...
Existem muitos imigrantes em Portugal... mas porquê?
A maior parte deles vem para cá á procura de melhores condições de vida, como por exemplo: mais emprego, ordenados maiores, ou até para fugir a guerras.
Alguns dos imigrantes não se adaptam muito bem, pois em Portugal existe alguma xenofobia e racismo, que os impede de arranjar emprego e casa. Isto acontece, principalmente quando alguns destes imigrantes se organizam de forma a aumentar situações de insegurança para o país, tal como roubo e outros crimes.
Atualmente muitas pessoas procuram Portugal para viver, talvez porque é um país onde não há guerras, há alguma liberdade e tem uma boa gastronomia.
Em Portugal, é mais frequente a chegada de povos do Leste, chineses e brasileiros, embora também possam vir imigrantes de outros países.         
Muitos deles mudam de país sozinhos, arranjam emprego, tornam-se legais e, só passado algum tempo, chamam a família para se juntar a eles.
Na minha opinião, é importante que as pessoas tenham boas condições de vida, para conseguirem viver felizes e oferecer aos filhos estabilidade e educação.
Em conclusão, as pessoas devem lutar pelos seus objetivos, para conseguirem ter uma boa qualidade de vida!
Maria Inês Oliveira, 8ºA


Bom, na minha escola, há mesmo um grande número de alunos que está lá mas não vai às aulas. Muitas pessoas perguntam-se porquê…E porque será? Sinceramente nem eu sei. Bem se calhar se estivesse na pele deles sabia mas como não é o caso… Enfim
         Ir à escola, por vezes, até dá prazer porque podemos estar com os nossos amigos mais próximos, conversamos, rimos… Se calhar é por isso que alguns aparecem, mas nem se atrevem a ir às aulas. Já estiveram na minha turma vários alunos desses. Na realidade, uns só vinham para não ter falta, outros apareciam apenas com o corpo mas a cabeça deixavam-na no intervalo e uns até vinham só para gozar e ter prazer.  Qual será a dificuldade de estar com atenção!? Será que pensam no seu futuro…?  evidentemente que não).  Apesar disso, há uns alunos que não podem vir mesmo porque se calhar têm problemas com a família ou sei lá… Bom, na minha opinião esses alunos deviam ser prejudicados, claro que não estou a falar daqueles com problemas mas sim daqueles problemáticos. Deviam pensar mais no seu futuro porque é ele que interessa e é ele que lhes vão dar uma vida e uma família.
         Hoje em dia, tudo mudou. As pessoas mudaram, os tempos mudaram e também a educação mudou. A coisa mais importante na vida de uma criança.
Elena Tepordei, 8ºA


Muitos estrangeiros vêm para Portugal, assim como muitos portugueses vão para outros países!
Portugal é um país belo. Apesar de ser pequeno, tem muita natureza, sítios magníficos, desconhecidos
Mas nada nem ninguém é perfeito, e o fraco de Portugal, neste momento, é o desemprego e a má qualidade de vida.
Todos os dias, chegam estrangeiros a Portugal, para verem se conseguem melhorar as suas condições de vida, mas muitos deles não têm essa sorte.
Por exemplo, uma pessoa que venha do Iraque ou do Afeganistão para Portugal, fugir das guerras que lá existem, raramente consegue arranjar trabalho. Pois nunca trabalharam, não tem experiência, entre muitas outras coisas.
Não conseguindo arranjar trabalho, não conseguem voltar para os seus países, pois não têm dinheiro, acabando por ficar na rua a viver, ou se conseguirem arranjar uma casa, terão dificuldades em comprar comida e roupa.
Felizmente, há estrangeiros que conseguem ótimos trabalhos, ganhando muito mais dinheiro do que nos seus países e tendo uma vida melhor.
Será que nos próximos tempos tudo isto irá mudar? Deixará de haver pobreza, desemprego e mortes por motivos desnecessários?
Espero que sim, porque se não formos nós a mudarmos, não serão as coisas que se mudarão sozinhas!...

Afonso Marques, 8ºB

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Marcadores da semana (de 23 de abril a 04 de maio)


Nestas duas semanas, apresentaram marcadores:

  • do 7ºB, a Beatriz Malaquias, Carolina Bonifácio e Soraia Santos;
  • do 8ºB, a Mariana Nunes.


Para ver a exposição completa, respeitante ao terceiro período (2011/12), ver aqui. 





domingo, 6 de maio de 2012

"Ir à escola" vs "Estar, de facto, na escola"

Na 8ª proposta de escrita semana do 8º Ano (turmas A e B) pedi-se aos alunos que distinguissem entre "ir à escola" e "estar, de facto, na escola".

Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Ir à Escola... Estar na Escola!
Existem muitos alunos que estão na escola, mas não vão às aulas.
Certamente, não estão interessados em aprender, mas provavelmente são obrigados pelos pais a cumprir este dever. Assim, frequentam apenas o espaço escolar como forma de convívio.
Ir à escola é diferente de estar na escola... Mas porquê? 
Porque, os alunos podem ir à escola, mas não estar nas aulas ou estar presentes em ambos os sítios.
Atualmente, os alunos faltam mais às aulas do que antigamente. Existem outros meios de entretenimento, como, por exemplo, a televisão, o computador, os videojogos ou más companhias, que os desviam muitas vezes para caminhos menos corretos.
Na minha opinião, estes alunos devem ser conduzidos para o caminho da aprendizagem e da educação, através de conversas com os professores/ pais e palestras que falem deste assunto.
É importante que estes alunos percebam a importância dos estudos e que quanto mais avançarem na escola, mais oportunidades têm de um dia terem um emprego de que gostem. Do outro lado existem os alunos que vão sempre às aulas e que estão interessados em tirar um curso. Estes alunos não precisam de ser conduzidos, pois de certeza que tiveram outra preparação e educação da parte dos pais, para se sentirem mais motivados e darem uma melhor orientação à sua vida.
Em conclusão: os alunos são aquilo que quiserem fazer de si próprios, logo, devem ser ensinados a escolher bem os seus caminhos, através de boas influências!    

Maria Inês Oliveira, 8ºA

Existe uma grande diferença entre “ir à escola” e “estar na escola”.
Para mim, “ir á escola” é conseguir aprender, ir às aulas, ser responsável e tomar a escola como uma ajuda na vida, pois eu acho que a escola não é só um edifício é um centro de aprendizagem para todos nós.
As pessoas que “estão na escola”, estão só num edifício chamado escola, aliás o seu verdadeiro significado não lhes diz nada, pois não vão às aulas. Para perceber por que razão há alunos que faltam às aulas, decidi investigar. Então, fiz perguntas a alguns alunos, mas não consegui grande informação, pois todos diziam praticamente o mesmo.
-“Eu só não vou às aulas porque é uma grande seca, tenho coisas mais interessantes para fazer…”.
Tentei perguntar se os seus encarregados de educação sabiam, mas só diziam “ Para de me chatear!“, e fugiam. Mas, certamente que os seus pais não sabiam de nada.
Concluindo, e sinceramente, não compreendo porque existem tantos alunos que só “estão na escola” quando deviam “ ir á escola”...
Mariana Nunes, 8ºB


Ir à Escola
Não percebo o que certos alunos fazem na escola. Certamente que não pensam no seu futuro. O que eu sei é que algumas pessoas vão à escola mas não vão às aulas e, quando vão, só sabem perturbar o funcionamento das mesmas. Na minha opinião, elas devem gostar imenso da escola! Fazem de tudo para chumbar e, assim, passam lá imenso tempo!
Tendo em conta que, na maioria dos casos, os pais não ajudam na educação dos filhos, até é compreensível a forma como eles agem. Os seus amigos também não contribuem para o bom aproveitamento escolar desses alunos. O problema é que nem eles percebem que as suas companhias não são as melhores. Quando são abordados sobre este assunto, eles dizem: “Quais más influências?!”.
É claro que também existem aqueles alunos que se esforçam para obter os melhores resultados possíveis nos seus trabalhos. Essas pessoas estão, de facto, na escola e dão valor ao seu futuro. Tal como os outros, podem ser influenciados pela família e pelos amigos, mas, neste caso, são influenciados de uma forma positiva.
Costumo pensar como seria a minha vida se eu fosse à escola só passear os livros… Nem consigo imaginar!
Porém, tal como a minha mãe diz, “não podemos ser todos doutores”.
Inês Cordeiro, 8ºB




A escola e os afetos

A 8ª proposta de escrita semanal do 7º ano (turmas A e B) parte de um diálogo entre dois amigos que falam sobre o que sentem em relação às respetivas  escolas. Um diz que a escola é ótima pelo convívio entre os jovens e a excelente localização e o outro afirma que a sua escola tem um ambiente fora de série.

Assim, na proposta, pedia-se que cada aluno apresentasse a visão pessoal da sua escola, mostrando como é que a afetividade se projeta nos espaços, no ambiente humano e nas atividades.

Eis alguns dos textos:


A minha escola

A minha escola não é propriamente a melhor do país, pois todos sabemos que lhe faltam algumas condições. Ainda assim, eu gosto muito desta escola.
Mesmo com todas as dificuldades, eu acho que os professores têm sempre dado o seu melhor (embora os alunos nem sempre facilitem...).
Acho que todos os membros da comunidade educativa (alunos, professores, auxiliares…) trabalham em conjunto, tentando sempre resolver qualquer problema que surja, ajudando-se uns aos outros chegando mesmo a criar laços afetivos.
O ambiente é outra coisa que eu adoro na minha escola. É como se todas as pessoas se conhecessem, como se fôssemos uma grande família!
É através da escola que somos preparados para a vida, com a ajuda dos professores desenvolvemos as nossas capacidades que iremos aplicar depois de terminarmos os nossos estudos.
Contudo, existem alunos que muitas das vezes ou por não terem capacidades ou por falta de interesse não atingem os objetivos esperados.
Em suma, eu creio que na minha escola existem muitas oportunidades e que todos nós podemos ou devemos agarrá-las.
                                                                      Carlota Pina, 7ºA



A minha escola

Para confessar, eu gosto da minha escola! Tem coisas boas e coisas menos boas.
Vou começar pelas coisas menos boas. Acho que só encontro uma coisa: as condições físicas. Por exemplo: nas casas de banho, não há papel higiénico nem papel para as mãos. As salas de aula estão todas com pó (aliás, eu no outro dia não parava de espirrar por causa do pó...). Eu sei que atualmente estamos em crise, mas não colocarem nem que seja só o papel para as mãos? Não limparem as salas? É um exagero. 
Coisas boas encontro muitas, assim como o ambiente escola, o convívio entre alunos, professores e funcionários, a disponibilidade de uma biblioteca onde podemos requisitar livros (assim os alunos que não têm disponibilidade de comprar livros, requisitam), …
Em resumo, a minha escola é “fixe”.
Beatriz Ferreira 7ºB


A minha escola
A minha escola tem mais de trinta anos, resumidamente é velha, tem cortinas velhas, mesas velhas, cadeiras velhas e as paredes interiores nem são feitas em cimento. Mas, na verdade, eu gosto da minha escola assim. Até acho que ela nem está mal de todo, pois temos computadores novos, projetores, biblioteca, refeitório… que muitas outras escolas não têm.

Para dizer a verdade, por vezes, comparo a minha escola com a de amigos de outras escolas e chego sempre à conclusão que´, em termos físicos, a escola deles é melhor que a minha, mas, em termos de fraternidade, amizade, atividades, compreensão da parte de funcionários e professores, a minha escola é muito melhor que a deles!

Não é o aspeto físico que faz com que a minha escola seja especial para mim, mas sim as pessoas que a constituem e que fazem com que a ela não passe despercebida, como os professores que fazem blogs para colocar informações que nos podem ser muito úteis.

A minha escola até é reconhecida no estrangeiro com o Progeto Comenius. Acho que não posso pedir mais do que uma escola como esta nos tempos de hoje.

Carolina Bonifácio, 7ºB

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Distinguir texto dramático de teatro



Sempre que se estuda o texto dramático e não se vai ao teatro, há objetivos que não se cumprem no estudo desta matéria. O texto dramático é texto de ação e será fundamental que os alunos percebam e vejam essa transformação.
No entanto, e porque na organização de uma Visita de Estudo, neste momento, não há, à partida, a garantia de que os alunos com necessidades económicas tenham o apoio devido, por princípio, e porque não é possível assumir pessoalmente, todas as situações, neste ano letivo, optou-se por não realizar qualquer visita de estudo, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, no que respeita as turmas A e B dos 7º e 8º anos. Ainda assim, seria importante que os alunos pudessem assistir, durante o estudo do texto dramático, à transformação deste em teatro...
Em conversas informais com a Sara Félix, ex-aluna da escola, neste momento a frequentar o 11º na Escola Secundária da Lourinhã, surgiu a proposta de criar dois sketchs: um dirigido ao 7º Ano em que a temática fosse a história do teatro e o outro dirigido ao 8º Ano, onde ficassem patentes as diferenças entre texto dramático e teatro. A Sara aceitou o desafio e com a Andreia Nunes (colega e amiga da Sara) construíram dois guiões com a intenção de lhes virem a dar vida mais tarde. 

O primeiro espetáculo aconteceu já no dia 2 de maio (ver guião aqui), na Biblioteca da Escola Dr. João das Regras. Estiveram presentes, voluntariamente, praticamente todos os alunos do 8º A e 8º B. A Sara e a Andreia conseguiram durante 15 minutos prender a atenção dos alunos que se encontravam presentes.

O objetivo foi cumprido na totalidade.
Muito obrigada, Sara e Andreia!

Rosalina Simão Nunes

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PROPOSTA dirigida ao 8ºA e 8ºB
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  • O que acharam deste evento?

Deixem a Vossa opinião na caixa de comentários até ao dia 11 de maio.


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Dia mundial do livro (23.04.12) - 2ª Parte

A propósito do dia mundial do livro, propusemos este desafio às turmas A e B do oitavo. A atividade não tinha caráter obrigatório e seria avaliada nos parâmetros que incluem o interesse e motivação.

Deixaram a sua participação 15 alunos. Desses registos fizemos o seguinte poster.























A Mariana Nunes e a Sílvia Alves do 8ºB enviaram os seguintes recursos:
Um livro é... por Mariana Nunes

View more PowerPoint from mariananunes1998
Um livro é por Sílvia Alves

Diários - 2011/12


Uma vez mais, no 8ºAno, trabalhou-se o diário após o estudo do conto "Temos de começar a jantar à mesa" de Alice Vieira, já que o registo em que a história nos é contada é muitas vezes diarista e quase confessional.

Desta vez a proposta de escrita de um diário foi feita usando as seguintes orientações:


Entretanto, o prazo de entrega teve de ser negociado, uma vez que a maioria dos alunos do 8ºA e B faltariam às aulas, na última semana do 2º Período, porque  estariam a participar numa Viagem Cultural a França, atividade desenvolvida no âmbito do Clube de Francês. Aliás, alguns deles referem a participação nesse evento. Assim, permitiu-se que os alunos entregassem os diários já no 3º Período. 
Acrescente-se que a publicação dos diários foi autorizada pelos seus autores, aliás, como todos os trabalhos que aqui são publicados. 


Diários do 8ºA



Valentyna Myronets

Elena Tepordei


Maria Inês Oliveira



Viktoriya Vashchynska


Diários do 8ºB

 
Madalena Castro

Afonso Marques

Nadine Santos

Ana Maria Silva

   
Mariana Nunes

 
Margarida Pinheiro

 
Margarida Almeida

 
Inês Cordeiro

 
Sílvia Alves


Um dia de anos com imprevistos

Na sétima proposta de escrita do 8º Ano (turmas A e B), propunha-se que os alunos desenvolvessem a seguinte ideia:
No dia do seu aniversário, foi celebrar essa data com uns amigos, num restaurante aonde nunca tinha ido. Mas não gostou. Houve imprevistos…

Aqui ficam alguns textos:



No meu dia de Aniversário, convidei os meus amigos e fomos todos almoçar juntos a um restaurante.
Encontrámo-nos na minha casa e partimos com calma, pois já tínhamos uma mesa reservada.
Quando lá chegámos, perguntámos ao empregado qual era a nossa mesa, mas ele disse que não tinha nenhuma mesa reservada para nós.
Nós ficámos um pouco admirados, mas como o restaurante não estava muito cheio, pudemos almoçar lá na mesma, embora um pouco apertados.
Pedimos as entradas, que não estavam nada de especial e de seguida as sopas.
Assim continuaram os problemas...
Logo que o empregado as veio servir, reparámos que trazia uma mosca dentro do recipiente, o que nos deixou bastante chateados e nos fez recusá-la.
Com esta situação acabámos por pedir o segundo prato, sem comermos a sopa.
Com medo que houvesse mais algum imprevisto, pedimos uma comida simples (Bifinhos com cogumelos).
O empregado trouxe-nos a refeição, que até estava muito bem apresentada, mas quando começámos a comer, reparámos que a comida estava mal cozinhada e muito salgada. Foi bastante desagradável!
Para nós foi a gota de água e não hesitámos em pedir o livro de reclamações, onde escrevemos tudo o que se passou.
Eu até me perguntei a mim própria:
- Será que o dia pode piorar?
Acabámos por comer apenas as entradas e viemos embora.
Em conclusão, foi bom ter passado o dia com os meus amigos, mas sem recordar aquele restaurante. 
Maria Inês Oliveira, 8ºA


Dia para Esquecer
Vesti o meu comprido vestido branco e, dentro de pouco tempo, os meus amigos chegaram. Era o meu aniversário!
Quando entrámos no “No Ponto” fiquei completamente boquiaberta, pois nunca lá tinha ido. Tinha um ar chique e agradável. Certamente este jantar ia ser incrível!
-O que é que querem comer? – perguntou, arrogantemente, um dos empregados.
Rapidamente, decidimos o que queríamos.
-Esperem que eu já vos trago a comida!
Bem, que bela forma de tratar os clientes! Entretanto, ele entregou-nos a refeição. Quando ele estava a pousar o vinho na mesa, tombou a garrafa e entornou-o todo em cima do meu vestido!
O empregado nem pediu desculpa. Apesar disso, mantive a minha postura.
Estava eu a saborear o meu prato de bacalhau à lagareiro quando me engasguei: era uma espinha. Logo a seguir, estava a mastigar um quadradinho de cenoura, quando senti algo a tentar sair da minha boca: era uma mosca. «Estou para ver o que me acontecerá a seguir…», pensei eu.
Lá acabámos o jantar e, enquanto me estava a levantar, colocaram um bolo de aniversário na mesa, e cantaram-me os parabéns, mas o que era aquilo? “19 anos” escrito no bolo? Eu fazia 18!
Quando vi a fatura do jantar, ia caindo para o lado. 51 euros por pessoa!!? Bem, de qualquer modo, tinha de pagar.
Como se não bastasse, quando estava a sair do restaurante, escorreguei numa casca de banana.
Este foi mesmo um dia para esquecer!

Inês Cordeiro, 8ºB



sexta-feira, 27 de abril de 2012

A importância da família na adolescência

Na sétima proposta de escrita do 7º Ano (turmas A e B), propunha-se que os alunos refletissem sobre a importância da família na adolescência.

Eis alguns dos trabalhos:


A importância da família na adolescência
Não é possível escolhermos a nossa família. Uma pessoa nasce dentro de uma família, não escolhe nem o pai, nem a mão nem os restantes membros, ao contrário daquilo que fazemos com os nossos amigos. No entanto, a família pode ser a nossa melhor amiga, embora a consideremos muitas vezes aborrecida!

A minha família é bastante grande e é como um centro de apoio para mim. Estão ao meu lado nos bons e nos maus momentos. Quer seja para aplaudir ou para “me puxar as orelhas”. Por vezes, é muito difícil juntarmo-nos todos, porém, quando isso acontece, é uma grande alegria!
Porquê desprezar a nossa família, se ela é um bem essencial na nossa vida?!
Beatriz Malaquias, 7ºB


A importância da família

A família é um conjunto de pessoas ligadas por laços afetivos que vêm de um tronco comum. Ainda hoje existem famílias bem estruturadas; onde vulgarmente a educação, os hábitos, as tradições e os costumes são mantidos de geração em geração. Os pais amam os filhos e são capazes de fazer tudo por eles e os filhos respeitam os pais e procuram, na sua companhia, ajuda e conselhos para a orientação da sua vida. Mas, infelizmente, na atualidade, grande parte dos membros da família deixam de lado estes bons costumes. Os pais absorvidos pelo trabalho não dão a atenção necessária aos filhos, quase não se conhecem, ignorando completamente o que os filhos fazem na sua ausência, quando acompanham os seus amigos que muitas vezes não são as melhores influências. Os filhos deixam de respeitar os pais e não dividem com estes as suas frustrações e dificuldades escolhendo mal quem os acompanha e não dando conhecimento aos pais do que andam a fazer. Embora se diga que se deve dar liberdade aos filhos para eles serem independentes, é preciso que os pais estejam permanentemente atentos ao modo como agem e como se comportam.
Se pais e filhos se respeitassem e ajudassem, o mundo seria, certamente, melhor.
Não acham!?   

Carlota Pina, 7ºA


Na minha opinião, a família deve ser, embora às vezes não o seja, a principal responsável pela formação e desenvolvimento da personalidade dos jovens.
Atualmente, os jovens não dão muita importância à família mas a família é muito importante porque: educa dá carinho e amor.
A família também é importante para ajudar a tomar decisões no dia a dia dos jovens.
A família ajuda a tornar os jovens responsáveis; bem-educados e respeitadores.
Por outro lado, temos as famílias disfuncionais!
Aquelas que, na verdade, não se interessam por orientar. Eu, para dizer a verdade, tenho orgulho nos valores que a minha família me transmite.
Em suma, sou o que sou devido à minha família.
Débora Filipe, 7ºA



A família na adolescência
Na minha opinião, a fase da vida mais difícil de ultrapassar, por vezes engraçada é a adolescência, caracterizo por uma única palavra “turbulenta” … E muitas vezes na altura da adolescência por caracterizar desta maneira, acho que é muito importante ter um porto seguro, este é, a família. Pois muitas mudanças ocorrem nesta etapa da vida, ou até situações constrangedoras!
Todos os elementos da família são importantes para esta fase. Os pais ensinam-nos dão-nos carinho… Os irmãos ou primos próximos falam na “nossa linguagem” e quando escrevo esta expressão refiro-me à maneira de pensar. Os avós são excelentes para nos mimar muito, quando estamos tristes e algo nos atormenta. Isto sim, é uma família que nos apoia e ajuda quando é preciso e que nos corrige quando fazemos algo mal.
Sempre me perguntei << porque é que existem casos de pessoas em que a adolescência serviu para se “auto-destruírem”?>> Nesta altura da minha vida tenho vindo a construir a resposta e essa diz que talvez se tornem  pessoas desequilibradas porque a família não lhes dá apoio. A gravidez na adolescência tem vindo a aumentar, cada vez mais novos começam a fumar, beber, tomar drogas aqueles que têm pouca autoestima porque são agredidos… Estas situações afetam no desempenho escolar. Infelizmente, existem estes casos, e estão a aumentar! Por estas razoes para mim é muito importante a família estar presente na adolescência.
Lara Kwai, 7ºB


A família para a vida de uma adolescente

O que eu vou dizer é só o que eu acho que é para mim. Cada adolescente tem um estado de espírito diferente, um caminho diferente a percorre e uma opinião diferente.
Para mim, a família é muito importante.
Ajuda-nos a ultrapassar os momentos de dificuldade e, nos momentos de alegria, a família também esta lá.
Mas, também, neste caso, não é assim, agora só tenho a minha mãe, avó, irmão e sobrinha. Perdi o meu pai em Agosto de 2010. E parece que foi há pouco tempo… Antes, quando ele era vivo, eu não lhe dava muito valor, mas agora estou a pagar por isso, também não dava valor a minha mãe e estou a dar-lhe mais valor a ela, acho que devo ter medo de a perder e ficar sozinha. Mas tenho o meu irmão, sobrinha, cunhada e avó, mas não é a mesma coisa que os nossos pais.
Então, acho que só as adolescentes que passaram por momentos difíceis e complicados é que conseguem e dão valor à família que têm!
Acho que só os pais é que conseguem dar-nos: Carinho, amor, amizade e ajuda.
Todas as adolescentes deviam dar valor à família que têm. Não se pode escolher a família que se quer, mas podemos criar a nossa própria família quando formos mais velhos e tivermos idade para a tal.
Soraia dos Santos, 7ºB

A importância da família na Adolescência 

     A adolescência é uma fase da vida muito importante. É um período caracterizado por alterações físicas, mentais e sociais. 
     Na verdade, acho que a adolescência é, resumidamente, a fase do desenvolvimento humano, em que passamos de crianças a adolescentes.
     A família é, definitivamente, a principal “ferramenta” na adolescência.
     Os pais, muitas vezes, mostram-se atrapalhados com o que acontece aos seus filhos nesta fase, pelas companhias, pelas drogas, pelos impulsos e, principalmente, pelos comportamentos sexuais (que muitas vezes originam gravidez indesejada na adolescência) …
      Alguém que está a passar pela adolescência precisa de ter, pelo menos, uma figura parental em que tenha plena confiança para poder desabafar e fazer perguntas.
      Infelizmente, existem muitos pais que dão mais importância ao trabalho que aos filhos, e estes vão ganhando mais liberdade do que realmente necessitam, logo vão crescer sozinhos e isso pode ter muitas consequências, na maioria, negativas. 
      Eu conheço uma rapariga que tem pais ausentes, no entanto é uma boa aluna e nunca a vi ter comportamentos de risco. Mas é claro que às vezes se queixa que passa pouco tempo com os pais.
      Para dizer a verdade, os nossos pais são realmente a coisa mais segura e mais importante que se pode ter na adolescência. 
Carolina Bonifácio, 7ºB