segunda-feira, 18 de junho de 2012

Campanhas publicitárias - Um trabalho de parceria entre Língua Portuguesa e Música / 2ª Parte

Dissemos aqui que durante o 2º Período iríamos atualizar o post na continuação daquilo que era uma parceria entre a disciplina de Língua Portuguesa e Música.
Afinal, só agora é que podemos proceder a essa atualização, dado que só no 3º Período é que se concretizou o projeto.

Assim, e antes de publicarmos os trabalhos, relembramos o contexto em que esta parceria aconteceu, transcrevendo o primeiro parágrafo do post de 23 de novembro de 2011:

"No princípio do ano letivo, o professor Hugo Mendes, professor de Música, sugeriu que se fizesse uma pareceria entre a disciplina de Música e a de Língua Portuguesa.A estrutura da atividade partilhada seria muito simples de executar: na disciplina de Língua Portuguesa, os alunos trabalhariam o texto publicitário, produzindo, no final, um guião que deveria servir de apoio à construção de um spot publicitário, na disciplina de Música."

Campanha: Rock in Rio
Ana e Catarina, 8ºA





Campanha: Segurança na Internet 
Bogdan, Beatriz, Elena e Diana, 8ºA






Campanha: Skate 
António e Diogo, 8ºA



Campanha: Turismo na Lourinhã
Francisco, Damiana, Caroline  e Gonçalo, 8ºA






Campanha: Canil
Inês, Madalena, Margarida P., 8ºB





Campanha: Mochila
Cristiana A., Ana, 8ºB







Campanha: on Games
Afonso, Hugo e David, 8ºB

terça-feira, 5 de junho de 2012

Fichas biográficas - atividade a rever...

Como tem sido hábito, costumamos pedir aos alunos que elaborem fichas biográficas, quando são estudados textos integrais. Sugere-se um modelo de ficha e apela-se à criatividade.
Com este trabalho, no 7ºAno, começamos também a exigir maior rigor na utilização das referências. Claro que é um trabalho muito simples de tratamento de dados, mas é um início. Os alunos, por seu lado, costumam aderir muito facilmente à tarefa, havendo quase sempre muitos trabalhos que respeitando as orientações, revelam criatividade e cuidado na apresentação. O trabalho é, habitualmente, considerado fácil. Neste ano, não obtivemos com a atividade os resultados pretendidos. Ainda assim iremos publicar o trabalho da Carolina Bonifácio do 7ºB e teremos, certamente, de refazer a estrutura da atividade nos próximos anos. 

História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar - Comentários

Ao longo dos anos temos vindo a apostar cada vez mais na leitura em voz alta na sala de aula dos textos de leitura integral. A partir desse trabalho, a exploração do texto é feita em permanente interação com os alunos. Pretende-se com esta atividade promover o interesse, gosto, apetência pela leitura (claro que está implícito sempre a compreensão do texto que acaba sempre por acontecer, com esta estratégia de uma forma muito espontânea) e autonomia. 
Para desenvolver este último aspeto, tem de se treinar o registo dos aspetos essenciais do estudo de um texto. Assim, criou-se um modelo de ficha de leitura que se sugere que os alunos sigam, quando elaboram as suas fichas de leitura. 
Desta vez, no 7º Ano (turmas A e B), este trabalho foi feito, pela primeira vez, neste ano letivo, com o conto de Luís Sepúlveda: História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar. Para a elaboração do comentário e uma vez que seria a primeira vez que os alunos fariam um trabalho do género, em sala de aula, apresentou-se a estrutura de um comentário e descreveu-se o processo que deve estar inerente à sua escrita. E para ajudar nesta tarefa, difícil,  mesmo para alunos que já estejam no 7º Ano, sugeriu-se a consulta deste guião
Parece-nos que desta forma, os alunos perceberam que um comentário, uma opinião para ter validada tem de estar sempre fundamentada. 

Publicamos de seguida os comentários do 7ºB, da Carolina Bonifácio e Lara Kwai e do 7ºA,  da Carlota Pina, Francisco Marques, Hugo Henriques, Joana Cruz Silva, Madalena Carvalho.


Este conto fala sobre uma gaivota, chamada Kengah que foi atingida por uma maré negra ao ir apanhar um peixe. Ao desprender-se voou até ao porto de Hamburgo, onde depois acabou por cair numa varanda onde vivia um gato grande, preto e gordo, chamado Zorbas. No primeiro capítulo, adorei a forma como o autor quis realçar um dos maiores problemas do mundo: a poluição. No segundo capítulo, do que mais gostei foi quando o autor sempre que se referia a Zorbas dizia: um gato grande, preto e gordo.
Já no capítulo 4, Kengah disse a Zorbas que ia morrer, mas, que ia pôr um ovo e então pediu-lhe que fizesse três promessas: que ele não comesse o ovo, que cuidasse do ovo até a gaivota nascer e que a ensinasse a voar. No início deste capítulo conhecemos melhor o nosso amigo Zorbas que parecia um pouco arrogante (pois quando Kengah caiu à frente dele a primeira coisa que ele disse foi: não foi uma aterragem muito elegante).
Zorbas prometeu cumprir os últimos desejos da gaivota. A seguir a gaivota morreu. Aqui sim, Zorbas mostrou-se ser um bom gato capaz de ajudar quem precisasse.
Zorbas foi ter com os seus amigos: Secretário, Sabetudo e Colonello, para saber o que iria fazer com o ovo.
Quando chegaram a casa de Zorbas a gaivota já estava morta.
Foi na segunda parte do texto que a gaivotinha nasceu. Zorbas e os seus amigos deram-lhe o nome de Ditosa. Achei o momento em que a Ditosa nasceu um dos mais bonitos do livro.
Zorbas já tinha cumprido 2 promessas agora faltava a última: ensiná-la a voar.
Foi muito difícil ensiná-la a voar, então os gatos decidiram ir falar com um humano para os ajudar.
Numa noite chuvosa, o humano lançou Ditosa, e, finalmente, ela abriu as suas asas, seguiu o seu destino e voou, deixando que Zorbas se sentisse feliz e responsável. Esta parte foi simplesmente linda, a forma como o Zorbas se sentiu ao ver que a sua “filha” estava a voar.
É um livro muito interessante. Especialmente porque me chamou a atenção sobre o ponto de vista do autor em querer de certa forma alertar-nos como estamos a poluir o nosso planeta e como a gaivota ganha afeto pelo gato ao ponto de lhe chamar mamã
A Lição que eu tirei deste texto foi: as coisas não acontecem por acaso, Zorbas tinha 3 missões e ao cumpri-las fez uma grande amizade. 
Carolina Bonifácio, 7ºB




O conto começa por falar sobre um bando de gaivotas que voava sobre o Rio Elba, em direção à convenção ATLÂNTICO que se iria realizar. Entre esta estava Kengah. Com a autorização das gaivotas que guiavam o voo, algumas gaivotas lançaram-se para apanhar arenques. Kengah ficou presa numa enorme de petróleo infelizmente lançada pelo Homem. Estas frases em que Kengah sofreu muito até conseguir se salvar, relatam um pouco de certa forma a realidade. Para mim foi das partes mais tristes deste conto, porque foi o que levou á morte de Kengah. Mas na realidade muitos seres vivos morrem pelos erros que o ser humano tem feito ao longo da sua evolução, que essa tem vindo a destruir vidas e até espécies! Zorbas um gato que iria fazer promessas que mudaria o destino de uma vida que vivia no Porto de Hamburgo que é uma cidade estado localizada no norte da Alemanha, nas margens do Rio Elba, sendo um dos maiores portos do mundo!
Mais à frente ficamos a saber que Kengah estava grávida de uma gaivotinha, e que Zorbas tera feito três promessas: não comer o ovo, cuidar dele até que ele nasça e ensina-lo a voar. Gostei desta parte porque destaca a cumplicidade e lealdade que os animais de estimação.
Zorbas quando soube desta triste história procurou logo encontrar ajuda para salvar Kengah, pediu ajuda a muitos gatos do porto: Colonello, Secretário, Sabetudo. Mas quando voltou já era tarde demais porque Kengah já tinha morrido, mas tinha chegado a por o ovo! Todos ficaram tristes com a sua morte.
Depois deste triste acontecimento Zorbas queria-se concentrar no ovo. Ficou durante muito tempo a cuidar dela (neste momento do conto já tinha feito uma das promessas que tera prometido). Numa tarde em que o gato estava na sua varanda com o ovo a apanhar sol, nasce a gaivotinha! Na minha opinião é muito engraçada a maneira como o gato se afeiçoou perante o papel de “MÃE”. 
Zorbas a certa altura teve dificuldade em ensinar a Ditosa (nome que os gatos deram à gaivotinha) a voar. Pediram a outro gato chamado Barlavenco, que era um gato “marinheiro” e muito dado ao meio marinho, se sabia alguma técnica, mas não os conseguiu a ajudar. Até nessa altura surge o MAIOR problema, não tinham ninguém que os ajudasse a ensinar a gaivota a voar. 
O gato viu-se obrigado a pedir aos seus assessores para quebrar o tabu, que consistia numa promessa que era, nenhum gato do porto podia miar na lingua dos humanos, com eles. Confirmaram que ele podia quebrar o tabu. Na minha opinião esta parte do conto é muito sincera e verdadeira. A razão pelo qual o tabu existia era porque a maioria dos humanos não são capazes de aceitar com algo que para nós não é NORMAL e HABITUAL.
Os gatos tinham de fazer uma escolha acertada mas difícil, tinham de encontrar o humano com um perfil perfeito para os ajudar. Ficou decidido que quem os iria ajudar era o dono de Bubilina, um poeta e pela descrição de Zorbas ele “voava com as palavras”. O humano aceitou ajudar-los.
Numa noite Zorbas, Ditosa e o humano subiram à torre de S. Miguel. A gaivotinha estava receosa de voar, mas quando chegou o momento ela conseguiu! Zorbas ficou muito orgulhoso e realizado por ter conseguido realizar a sua promessa.
Este conto para mim de certa forma alertou-me ainda mais pelas terríveis formas como os humanos tratam o planeta terra, ao poluírem e matar muitos seres vivos.
A lição “que só voa quem se atreve a faze-lo” é muito destacada neste conto.
Lara Kwai, 7ºB


Esta parte da história passa-se antes de Kengha conhecer Zorbas. Kengha e as gaivotas voavam no mar do Norte. Kengha gostava de observar os barcos e as bandeiras. Voa e grasnava com as suas companheiras enquanto mergulhava e comia arenques. Estava previsto irem até ao estreito de Calais e ao canal da Mancha, onde se reuniriam com outros bandos de gaivotas e dariam inicio a uma grande convenção das gaivotas dos mares Báltico, do Norte e Atlântico. As gaivotas como habitualmente voavam calmamente até que de repente foram apanhadas por uma maré negra! Um petroleiro tinha lançado ao mar petróleo que se ia alastrando numa área cada vez maior.
 As gaivotas agitaram-se e Kengha teve a pouca sorte de ser apanhada pela onda de petróleo quando tentava apanhar um arenque, ficando coberta por aquela massa pegajosa e preta que não a deixava movimentar-se. Ao fim de várias tentativas conseguiu finalmente levantar voou até que caiu na varanda do Zorbas, o gato. Ai Kengha pôs um ovo, e sentindo-se a morrer pediu ao gato que lhe jurasse que não o comeria, que cuidava dele e que depois da gaivota nascer a ensinasse a voar.
Hamburgo é uma cidade costeira, que tem um dos maiores portos da Europa e está situada na Alemanha.
É uma cidade muito industrializada, mas também muito bonita com belos monumentos entre os quais se salienta a Igreja de S. Miguel. Hamburgo vai ser a cidade onde toda a história se vai desenrolar. Zorbas promete inúmeras vezes a gaivota, logo nos primeiros capítulos que sempre cuidara do ovo e que ensinaria a gaivotinha a voar. O que nem sempre foi fácil uma vez que Zorbas precisou de muitas ajudas, pois ele é um gato e ela é uma gaivota, por isso foi muito difícil um gato ajudar uma gaivota a voar.
Zorbas teve muitos ajudantes, o Collonelo, o Sabetudo, o Secretário, a Bubulina, o dono da Bubulina entre outros. Mas também teve quem lhe dificultasse a vida como as ratazanas que queriam comer a gaivotinha ou os gatos arrogantes e desprezíveis que tinham o mesmo objetivo.
Os quatro gatos deram um nome a gaivotinha, chamaram-lhe Ditosa. 
Ensinar a gaivota a voar foi uma tarefa árdua, os gatos tiveram de fazer muitas pesquisas, sobre como é que as gaivotas voavam, qual as melhores condições para os fazer e como ensinar alguém a voar. Ao início a gaivota não queria voar e disse que era uma inútil e que não valia a pena, mas depois com a ajuda do humano, na torre da Igreja de S. Miguel e com toda a fé e carinho de Zorbas a Ditosa conseguiu levantar voou.
Já mais na parte final da história há alguns comportamentos caricatos e ao mesmo tempo sentidos e com sentido.
A parte em que Zorbas fala com o humano, em que ele quebra o tabu, e lhe explica toda a sua situação é uma das partes mais importantes da história, na minha opinião, pois mostra a dificuldade de comunicação e de entendimento entre as espécies de seres vivos. Zorbas também sabia que a atitude de querer ir falar com um humano podia ser o seu fim, pois o humano podia reagir mal e fazer como a alguns animais, como os golfinhos, prende-lo só por ser diferente e falar a língua dos humanos.
Logo no inicio da história também é muito vincada a solidariedade entre Zorbas e os seus amigos, que rapidamente se apressaram a ajudar o amigo.
Todas as pessoas sabem que atirar lixo para o mar e para o chão não se deve fazer, mas neste texto essa ideia esta muito explícita, logo no início quando Kengha ficou presa na maré negra devido à descarga de petróleo feita pelo petroleiro.
No final da história Ditosa, o humano e Zorbas percebem o que afinal de contas é mais importante na história, que quando se quer muito uma coisa e quando nós esforçamos por conseguir essa coisa, conseguimos sempre alcança-la. Principalmente Ditosa que conseguiu, depois de tanto esforço, voar.
Carlota Pina, 7ºA


O livro fala de uma gaivota, Kengah, que vai a uma convenção de gaivotas. Nessa viagem é apanhada por uma maré negra, o que, na minha opinião, mostra que cada vez mais existe poluição dos mares. Ela ao ser apanhada vai para Hamburgo e encontra um gato, que faz umas promessas, o que eu acho que é um pouco humor irónico um gato não comer uma gaivotinha. Daí a história nasce. Os amigos desse gato sempre o apoiaram e ajudaram a cumprir as promessas, uma união que é muito importante na história. Na minha opinião todos os animais, racionais e irracionais, deviam ter uma união assim, mas pronto. No meio da história ensinam muitas lições e uma das que eu acho mais importante, nem sei se queriam dizer aquilo mas pronto, é quando a gaivotinha diz que não quer voar e quer ser uma gato. Depois o gato faz um discurso (que eu não vou dizer aqui) e acho que a mensagem que ele queria transmitir é que todos devemos aceitar quem somos, que somos todos diferentes e ninguém é melhor que alguém. Depois outra coisa que me impressionou foi o gato ir falar com o humano. A reação do humano não foi prendê-lo e mandá-lo para um laboratório mas sim ajudá-lo a fazer com que a gaivotinha voasse. E é esse tipo de relação que acho que todos devem ter, sejam humanos, sejam animais. Os humanos devem ajudar os animais, visto que têm uma “mente superior” aos animais, e não mete-los em jaulas para os porem no circo ou assim. Na base acho que o livro passou muitas mensagens importantes e gostei muito de o ler e apreciá-lo, ouvindo não só a minha interpretação do livro mas também a dos meus colegas.
Francisco Marques, 7ºA



Esta história surpreendeu-me… pela positiva desde a primeira até á ultima página.
Esta história começa com o voo de Kengah e das outras gaivotas pelos mares do norte com o objetivo de irem ter á esperada convenção das gaivotas dos mares Báltico, do norte e do atlântico. Apesar do papel de Kengah ser um dos mais pequenos, eu acho que foi um dos mais importantes.
Se não fosse Kengah, o ovo não teria ido ter ás mãos de Zorbas, os outros personagens (Colonelo, Sabe-Tudo….) não teriam ganho vida e dar “frutos” a esta bela e magnifica história.
Esta personagem foi uma desastrosa perda, quando foi apanhada pela “Maré Negra”.
O cenário realiza-se em Hamburgo, uma cidade magnífica situada no norte da Alemanha, nas margens do rio Elba.
A parte que eu mais gostei foi, quando a pequena gaivotinha após inúmeras tentativas consegue voar e se sente concretizada. Eu gostei realmente
desta parte do livro pois, é a prova que se nunca desistirmos conseguimos alcançar os nossos sonhos!
No que toca às personagens, penso que cada uma teve um papel importantíssimo na história sendo cada uma única á sua maneira. Um dos personagens que eu achei interessante foi o poeta.
Porque ele era sensível e na sua opinião torna o mundo num lugar melhor com as suas palavras, com a sua escrita e não se preocupa com os que os outros dizem, simplesmente é ele. Para não referir que foi um papel importante na vida da gaivotinha, pois é o poeta que ajuda a gaivotinha a voar.
Não consigo fazer grandes referências a este livro, mas consigo com certeza dizer que ao início pensei que não passaria de um livro parvo para crianças.
Fez-me abrir os olhos, ensinou-me que a leitura não tem idades e que as amizades não se escolhem!
Hugo Henriques, 7ºA


As gaivotas seguiriam até ao estreito de Calais e ao canal da Mancha até chegarem aos céus da Biscaia onde seria a grande convenção das gaivotas dos mares Báltico do Norte e Atlântico. Graças aos barcos petroleiros, Kengah morreu porque foi atingida por uma onda de petróleo que fez com que as suas asas colassem e não conseguisse voar. Hamburgo é uma cidade no Norte da Alemanha e tem um dos maiores portos do mundo. Kengah reconheceu a torre de S. Miguel, uma grande peça da arte barroca. Hamburgo é o local onde se vai desenrolar toda a ação. No capítulo “O fim do voo”,  Zorbas promete a Kengah proteger o ovo e ensinar a voar a gaivotinha e, para cumprir o prometido foi pedir auxílio.
Nos capítulos “Em busca de conselho”, “Um lugar curioso” e “Um gato que sabe tudo” Zorbas pede ajuda a Sabetudo, Colonello e Secretário mas também encontra inimigos os gatos provocadores e as ratazanas. No processo de aprendizagem de Ditosa para voar, ela, nas suas primeiras tentativas, caiu e, então, os gatos pediram ajuda a um humano, o poeta, que levou Ditosa para a torre de S. Miguel.  Aí, ela conseguiu voar.
E foi escolhido o poeta porque este escreve palavras belas que alegram ou entristecem, mas que produzem sempre prazer e suscitam o desejo de continuar a ouvir e é ele que ajuda Ditosa a voar. Zorbas teve de quebrar o tabu, que era miar na língua dos humanos, para cumprir o prometido.
As gaivotas andam sempre em bandos nunca sozinhas. Elas têm um grande sentido de organização, pois tinham a viagem toda planeada. O gatos ajudaram a gaivota, ou seja, são solidários. Os gatos cumprem o prometido sem voltar atrás.
A enciclopédia de Sabetudo dá-lhe uma grande cultura.
Respeitaram a gaivota e era diferente deles, e ajudaram-na mesmo sendo diferente.
Nós, humanos, não damos conta que estamos a matar os outros seres vivos e a nós mesmos poluindo o ambiente e, só quando já não houver volta a dar, é que nos vamos aperceber do mal que fizemos. Ou seja, na minha opinião, não temos nenhum respeito pelos animais, nem por nós, não sabemos respeitar a diferença.
Deste livro tira-se uma  grande lição e que se deviam tomar por exemplo:  saber ser solidário e respeitar a diferença.
Era bom que esta história fosse real…
Joana Cruz Silva, 7ºA


As gaivotas iam para uma convenção dos mares báltico, Norte e Atlântico entre todas as gaivotas estava Kengah.
No plano de voo estava previsto irem até ao estreito de calais, onde se encontrariam com outras gaivotas e voariam até aos céus de biscaia, mas uma maré negra apanhou kengah e isso custou-lhe uma vida, a sua única vida.
Kengah conseguiu escapar-se da maré negra em Hamburgo e ao reconhecer a igreja de S.Miguel, já nos seus últimos tempo de vida Kengah grasnou.
No capítulo 4 intitulado “O fim de um voo” o gato prometeu à gaivota tratar do ovo, ensinar a filha a voar e não comer o ovo. Estas promessas fizeram com que Zorbas resultasse numa espécie de mãe. Zorbas teve ajudas como Sabetudo, Colonello, o secretário de Colonello e Barlavento e inimigos como os gatos maus e as ratazanas.
A gaivotinha demorou muito tempo para aprender voar, no início não queria mas depois queria muito, teve que tentar muitas vezes e começou a perder a esperança mas com a ajuda de um humano e de Zorbas finalmente conseguiu.
O poeta era um humano sensível, por vezes um bocado aluado e distraído, mas foi capaz de ajudar a gaivota a voar.
As gaivotas têm um “acordo” que não podem assistir à morte das outras nem podem tentar ir ajudar
Neste livro os gatos e as gaivotas dão-se bem e têm verdadeiro amor uns pelos outros, apesar de alguns como o chimpanzé tentarem destruir isso não conseguiu
 O humano voava com as palavras, tinha alegria no que fazia e conseguia pôr Zorbas a voar sem estar a voar.
Também trata aqui de uma verdade na nossa atualidade o facto da poluição e do que pode fazer aos animais que não têm culpa nenhuma dos nossos atos.
Os humanos humilham os animais ao ponto de os fazer vestirem roupas e desfilarem, isto não é justo para os animais.
Se a gaivota não tivesse tentado e tentado e tentado não tinha conseguido, é uma grande lição de vida, temos que insistir e persistir para um dia lá chegar.
Gostei muito deste livro, ensina-nos a nunca desistir e mesmo que não sejamos os melhores para desempenhar uma atividade tentar sempre fazê-la com um sorriso na cara.
Madalena Carvalho, 7ºA


O c

sábado, 2 de junho de 2012

A história do teatro em imagens

Mantivemos, neste ano, a mesma proposta do ano passado, quando foi trabalhado o texto dramático no 7º Ano. 

Porque se considera pertinente que os alunos tenham  uma perspetiva  diacrónica da arte dramática  propôs-se a seguinte atividade: leitura e exploração de um texto onde é feita uma breve descrição da história do teatro. A tarefa seguinte é elaboração de um recurso onde, conjugando imagem com legendas os alunos sintetizem as ideias essenciais do texto. O trabalho pode ser feito individualmente ou a pares.

Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:




Carolina Bonifácio e Lara Kwai do 7ºB




Vera Lucas do 7ºB



Carlota Pina e Joana Cruz do 7ºA

quinta-feira, 31 de maio de 2012

A melhor Carta 2012

De novo a propósito destes dois desafios,vimos divulgar os dois trabalhos que foram enviados, isto porque já estão disponíveis no site da ANACOM os resultados.


Participaram neste concurso dois alunos do grupo de alunos com os quais trabalhamos neste ano letivo: a Carlota Pina do 7º A e António Carvalho do 8ºA. Publicamos, de seguida, as cartas.

Carlota Pina (7ºA)
António Carvalho (8ºA)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Marcadores da(s) semana(s) (de 07 a 25 de maio)


Nestas três semanas, apresentaram marcadores:

  • do 7ºB, a Carolina Bonifácio, Lara Kwai e Soraia Santos;
  • do 7ºA, a Carlota Pina e o Diogo Alves
  • do 8ºB, Inês Cordeiro e Sílvia Alves.



Para ver a exposição completa, respeitante ao terceiro período (2011/12), ver aqui.





quinta-feira, 24 de maio de 2012

Entretanto, uma aventura...

Entretanto, no dia 23 de maio, recebemos um envelope da Caminho. Neste, havia um certificado, um livro e uma carta. Na carta lemos que a Inês Cordeiro do 8ºB fora distinguida com uma Menção Honrosa no concurso «Uma Aventura Literária...2012».

Além do certificado, foi ainda enviado à Inês um dos livros da coleção "Uma aventura..."


Parabéns à Inês!

Publicamos, em baixo, o texto criado pela Inês Cordeiro (8ºB)

Os restantes textos que foram enviados para concurso estão publicados no post anterior.






Inês Cordeiro (8ºB)

terça-feira, 22 de maio de 2012

Uma aventura literária / 2012

Em janeiro, fizemos estes dois desafios. Pois bem, sobre as histórias da aventura, já sabemos quem ganhou e os prémios já foram entregues. 

No dia 15 de3 maio, recebemos da editora promotora do concurso um mail que nos informava dos números de alunos envolvidos; nos dava os parabéns por termos participado e nos enviava o link onde se poderia fazer o download dos certificados de participação. Aqui fica a informação e esperamos que, em nome de uma vida mais saudável e verde, os certificados continuem apenas disponíveis online.

Entre hoje e amanhã, iremos aqui publicar os textos dos alunos que participaram.

Valentyna Myronets (8ºA)
Hugo Sena (8ºB)
Micaela Dias (8ºB)
Margarida Pinheiro (8ºB)

Open publication - Free publishing - More aventura

Mariana Nunes (8ºB)

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A história do teatro ao vivo

Tal como dissemos aqui, estava previsto que a Sara e a Andreia voltassem à nossa Biblioteca para mais uma apresentação. Desta vez dirigida ao 7º Ano (turmas A e B), sendo a temática a História do teatro.
Aconteceu ontem e ainda que não tivesse sido possível realizá-la na Biblioteca, uma vez que decorria lá uma reunião, estivemos na sala 6.
A Sara e a Andreia mostraram, uma vez mais, que com muito pouco, mas com trabalho e criatividade tudo pode ser mais fácil e até giro (ver guião do espetáculo aqui: A história do teatro).
Esperemos que os alunos do 7º A e B se tenham inspirado para o trabalho que têm de apresentar...
E vamos terminar, fazendo referência à Fátima Nunes, irmã da Andreia, que esteve sempre presente apoiando as duas atrizes no seu trabalho.
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PROPOSTA dirigida ao 7ºA e 7ºB
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  • O que acharam deste evento?

Deixem a Vossa opinião na caixa de comentários até ao dia 23 de maio.




segunda-feira, 14 de maio de 2012

A importância do sonho na construção da sociedade


Na nona e última proposta de escrita semanal do 7º Ano (turmas A e B), pedimos que os alunos refletissem sobre a importância do sonho na construção de uma nova sociedade. A reflexão partiu da leitura dos seguintes versos de António Gedeão: “ Eles não sabem, nem sonham, / que o sonho comanda a vida. / Que sempre que um homem sonha / o mundo pula e avança / como bola colorida / entre as mãos de uma criança.” – 


Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Se eu tivesse que construir uma nova sociedade, o sonho seria importante porque, se uma pessoa não sonha, na minha opinião, não tem ambições.
Melhor dizendo, uma pessoa que tem um sonho vai lutar dia e noite para que ele se torne realidade, dando o melhor de si e é isso que vai fazer a diferença.
As pessoas que não sonham não têm objetivos de vida, logo, contentam-se com pouco, por isso, deixam-se estar no sofá a ver uma série qualquer que esteja a dar na televisão, em vez de lutarem por um sonho, que tornado realidade pode mudar muita coisa.
Muitas pessoas sonham, mas, o que distingue as pessoas que sonham são as que não desistem á primeira dificuldade e fazem com que os seus sonhos se realizem e as que veem a vida passar e não se esforçam para conseguir realizá-los e depois quando são mais velhas dizem que já é tarde para o fazer!
É obvio que na caminhada para a realização de um sonho, há sempre “altos e baixos”, mas, apesar disso, não devemos baixar os braços.
Independentemente do que os outros acham ou dizem da idade… Não devemos deixar o nosso sonho fugir, pois em muitos casos ele é a nossa razão de viver.
 Carolina Bonifácio, 7ºB

Como se adapta um imigrante em Portugal


Na última proposta de escrita semanal do 8º Ano (turmas A e B), pedi-se aos alunos que expusessem a sua opinião sobre a adaptação e condições de vida encontradas pelos imigrantes estrangeiros (africanos, brasileiros, ucranianos e outros) em Portugal.

Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Imigrantes estrangeiros em Portugal...
Existem muitos imigrantes em Portugal... mas porquê?
A maior parte deles vem para cá á procura de melhores condições de vida, como por exemplo: mais emprego, ordenados maiores, ou até para fugir a guerras.
Alguns dos imigrantes não se adaptam muito bem, pois em Portugal existe alguma xenofobia e racismo, que os impede de arranjar emprego e casa. Isto acontece, principalmente quando alguns destes imigrantes se organizam de forma a aumentar situações de insegurança para o país, tal como roubo e outros crimes.
Atualmente muitas pessoas procuram Portugal para viver, talvez porque é um país onde não há guerras, há alguma liberdade e tem uma boa gastronomia.
Em Portugal, é mais frequente a chegada de povos do Leste, chineses e brasileiros, embora também possam vir imigrantes de outros países.         
Muitos deles mudam de país sozinhos, arranjam emprego, tornam-se legais e, só passado algum tempo, chamam a família para se juntar a eles.
Na minha opinião, é importante que as pessoas tenham boas condições de vida, para conseguirem viver felizes e oferecer aos filhos estabilidade e educação.
Em conclusão, as pessoas devem lutar pelos seus objetivos, para conseguirem ter uma boa qualidade de vida!
Maria Inês Oliveira, 8ºA


Bom, na minha escola, há mesmo um grande número de alunos que está lá mas não vai às aulas. Muitas pessoas perguntam-se porquê…E porque será? Sinceramente nem eu sei. Bem se calhar se estivesse na pele deles sabia mas como não é o caso… Enfim
         Ir à escola, por vezes, até dá prazer porque podemos estar com os nossos amigos mais próximos, conversamos, rimos… Se calhar é por isso que alguns aparecem, mas nem se atrevem a ir às aulas. Já estiveram na minha turma vários alunos desses. Na realidade, uns só vinham para não ter falta, outros apareciam apenas com o corpo mas a cabeça deixavam-na no intervalo e uns até vinham só para gozar e ter prazer.  Qual será a dificuldade de estar com atenção!? Será que pensam no seu futuro…?  evidentemente que não).  Apesar disso, há uns alunos que não podem vir mesmo porque se calhar têm problemas com a família ou sei lá… Bom, na minha opinião esses alunos deviam ser prejudicados, claro que não estou a falar daqueles com problemas mas sim daqueles problemáticos. Deviam pensar mais no seu futuro porque é ele que interessa e é ele que lhes vão dar uma vida e uma família.
         Hoje em dia, tudo mudou. As pessoas mudaram, os tempos mudaram e também a educação mudou. A coisa mais importante na vida de uma criança.
Elena Tepordei, 8ºA


Muitos estrangeiros vêm para Portugal, assim como muitos portugueses vão para outros países!
Portugal é um país belo. Apesar de ser pequeno, tem muita natureza, sítios magníficos, desconhecidos
Mas nada nem ninguém é perfeito, e o fraco de Portugal, neste momento, é o desemprego e a má qualidade de vida.
Todos os dias, chegam estrangeiros a Portugal, para verem se conseguem melhorar as suas condições de vida, mas muitos deles não têm essa sorte.
Por exemplo, uma pessoa que venha do Iraque ou do Afeganistão para Portugal, fugir das guerras que lá existem, raramente consegue arranjar trabalho. Pois nunca trabalharam, não tem experiência, entre muitas outras coisas.
Não conseguindo arranjar trabalho, não conseguem voltar para os seus países, pois não têm dinheiro, acabando por ficar na rua a viver, ou se conseguirem arranjar uma casa, terão dificuldades em comprar comida e roupa.
Felizmente, há estrangeiros que conseguem ótimos trabalhos, ganhando muito mais dinheiro do que nos seus países e tendo uma vida melhor.
Será que nos próximos tempos tudo isto irá mudar? Deixará de haver pobreza, desemprego e mortes por motivos desnecessários?
Espero que sim, porque se não formos nós a mudarmos, não serão as coisas que se mudarão sozinhas!...

Afonso Marques, 8ºB

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Marcadores da semana (de 23 de abril a 04 de maio)


Nestas duas semanas, apresentaram marcadores:

  • do 7ºB, a Beatriz Malaquias, Carolina Bonifácio e Soraia Santos;
  • do 8ºB, a Mariana Nunes.


Para ver a exposição completa, respeitante ao terceiro período (2011/12), ver aqui. 





domingo, 6 de maio de 2012

"Ir à escola" vs "Estar, de facto, na escola"

Na 8ª proposta de escrita semana do 8º Ano (turmas A e B) pedi-se aos alunos que distinguissem entre "ir à escola" e "estar, de facto, na escola".

Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Ir à Escola... Estar na Escola!
Existem muitos alunos que estão na escola, mas não vão às aulas.
Certamente, não estão interessados em aprender, mas provavelmente são obrigados pelos pais a cumprir este dever. Assim, frequentam apenas o espaço escolar como forma de convívio.
Ir à escola é diferente de estar na escola... Mas porquê? 
Porque, os alunos podem ir à escola, mas não estar nas aulas ou estar presentes em ambos os sítios.
Atualmente, os alunos faltam mais às aulas do que antigamente. Existem outros meios de entretenimento, como, por exemplo, a televisão, o computador, os videojogos ou más companhias, que os desviam muitas vezes para caminhos menos corretos.
Na minha opinião, estes alunos devem ser conduzidos para o caminho da aprendizagem e da educação, através de conversas com os professores/ pais e palestras que falem deste assunto.
É importante que estes alunos percebam a importância dos estudos e que quanto mais avançarem na escola, mais oportunidades têm de um dia terem um emprego de que gostem. Do outro lado existem os alunos que vão sempre às aulas e que estão interessados em tirar um curso. Estes alunos não precisam de ser conduzidos, pois de certeza que tiveram outra preparação e educação da parte dos pais, para se sentirem mais motivados e darem uma melhor orientação à sua vida.
Em conclusão: os alunos são aquilo que quiserem fazer de si próprios, logo, devem ser ensinados a escolher bem os seus caminhos, através de boas influências!    

Maria Inês Oliveira, 8ºA

Existe uma grande diferença entre “ir à escola” e “estar na escola”.
Para mim, “ir á escola” é conseguir aprender, ir às aulas, ser responsável e tomar a escola como uma ajuda na vida, pois eu acho que a escola não é só um edifício é um centro de aprendizagem para todos nós.
As pessoas que “estão na escola”, estão só num edifício chamado escola, aliás o seu verdadeiro significado não lhes diz nada, pois não vão às aulas. Para perceber por que razão há alunos que faltam às aulas, decidi investigar. Então, fiz perguntas a alguns alunos, mas não consegui grande informação, pois todos diziam praticamente o mesmo.
-“Eu só não vou às aulas porque é uma grande seca, tenho coisas mais interessantes para fazer…”.
Tentei perguntar se os seus encarregados de educação sabiam, mas só diziam “ Para de me chatear!“, e fugiam. Mas, certamente que os seus pais não sabiam de nada.
Concluindo, e sinceramente, não compreendo porque existem tantos alunos que só “estão na escola” quando deviam “ ir á escola”...
Mariana Nunes, 8ºB


Ir à Escola
Não percebo o que certos alunos fazem na escola. Certamente que não pensam no seu futuro. O que eu sei é que algumas pessoas vão à escola mas não vão às aulas e, quando vão, só sabem perturbar o funcionamento das mesmas. Na minha opinião, elas devem gostar imenso da escola! Fazem de tudo para chumbar e, assim, passam lá imenso tempo!
Tendo em conta que, na maioria dos casos, os pais não ajudam na educação dos filhos, até é compreensível a forma como eles agem. Os seus amigos também não contribuem para o bom aproveitamento escolar desses alunos. O problema é que nem eles percebem que as suas companhias não são as melhores. Quando são abordados sobre este assunto, eles dizem: “Quais más influências?!”.
É claro que também existem aqueles alunos que se esforçam para obter os melhores resultados possíveis nos seus trabalhos. Essas pessoas estão, de facto, na escola e dão valor ao seu futuro. Tal como os outros, podem ser influenciados pela família e pelos amigos, mas, neste caso, são influenciados de uma forma positiva.
Costumo pensar como seria a minha vida se eu fosse à escola só passear os livros… Nem consigo imaginar!
Porém, tal como a minha mãe diz, “não podemos ser todos doutores”.
Inês Cordeiro, 8ºB