segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Proposta de escrita livre


Neste ano, no trabalho de propostas de escrita formais, dicidiu-se alterar a estrutura da atividade. Habitualmente, eram feitas três propostas por período. A fim de motivar a criatividade, promover a autocorreção e proporcionar oportunidades a quem ainda não fizera propostas de escrita, a terceira proposta de escrita formal passa a ter, neste ano letivo, as seguintes características, consoante a situação de cada aluno:

  • Alunos que não fizeram qualquer proposta - Devem escolher uma das propostas feitas nas anteriores semanas;
  • Alunos que fizeram apenas uma das propostas - Têm a oportunidade de fazer a outra proposta;
  • Alunos que fizeram as duas propostas e obtiveram dois resultados inferiores a Satisfaz Bastante - Escolhem uma das propostas e melhoram-na, de acordo com a classificação / correção.
  • Alunos que fizeram as duas propostas e obtiveram um resultado inferior a Satisfaz Bastante - Melhoram-na, de acordo com a classificação / correção.
  • Alunos que fizeram as duas propostas e obtiveram um resultado igual ou superior a Satisfaz Bastante - Podem elaborar um texto à sua vontade, tendo apenas que respeitar os limites, quanto ao número de palavras. Deve indicar o tipo de texto e tema pretendidos. Trata-se de um trabalho facultativo.

Publicamos alguns dos textos livres.


Simplesmente tu
Quando te vejo, a minha barriga enche-se de pequenas borboletas, borboletas que não param quietas, e que fazem com que eu core. Quando me sorris, deixas-me triste, sim, triste, porque sei que esse sorriso transporta apenas simpatia e não amor. Quando te vejo a jogar basket, perco-me nos teus rápidos movimentos, porque eles demonstram confiança e ambição de ganhar. Quando perdes algum jogo, vejo que ficas desiludido, mas para mim isso é um orgulho, porque mostra que querias ganhar e que tens amor ao que fazes e isso define uma pessoa. Quando os nossos olhares se cruzam, eu fico nas nuvens e só desço a terra quando a minha consciência decide lembrar-me que tu não gostas de mim e nunca vais gostar. Quando estamos a conversar, acredita que não presto atenção a nada do que dizes, pelo menos não da maneira como faço à professora de História, mas porque me perco na tua sinceridade, na tua maneira de ser, no teu brilho dos olhos quando falas de basket e no teu sorriso maroto quando falas nas traquinices que fizeste nas aulas e que rezas para que o teu pai não descubra. Quando te vejo triste, a primeira “coisa” que me vem à cabeça é: “Será por causa dela?”. Sim, porque eu sei que nessa cabecinha existe “uma ela”, por mais que me custe. Passo os dias tristes por saber isso. Posso sorrir, mas não quer dizer que esteja feliz.

Carolina Bonifácio (8ºB)



Uma história sem ideias
Era uma vez uma rapariga chamada Catarina, que tinha como trabalho escrever uma história. Ela queria escrever uma história fantástica, divertida e maravilhosa, mas ela tinha um problema: a Catarina não tinha ideias nenhumas! 
Pensou, pensou e não se lembrou de nada para escrever, passados minutos, Catarina já se tinha lembrado de alguns assuntos para escrever, mas não queria usar nenhum deles por achar que não eram suficientemente bons!
Então, a Catarina decidiu ir dar uma volta pela praia, para encontrar inspiração. 
Quando lá chegou, a praia estava cheia de pessoas, todas diferentes, mas com uma coisa em comum, eram todas um pouco barulhentas. Como a Catarina queria silêncio para pensar, dirigiu-se para uma gruta e, lá, ela encontrou uma amiga.
- Olá, que andas a fazer por aqui? – Perguntou a Rute, a sua amiga.
- Se queres mesmo saber, eu tenho que escrever uma história. O problema é que não tenho ideias, sobre as quais escrever. – Respondeu-lhe Catarina. 
- A inspiração está sempre à tua volta, só precisas de estar atenta – Dizendo isto, a Rute foi-se embora.
A Catarina, seguiu o conselho de Rute e, quando ia para casa, olhou atentamente para tudo o que via. 
Quando chegou a casa ainda não sabia sobre o que iria escrever. Até que ela se apercebeu de que podia fazer uma composição sobre tudo o que lhe tinha acontecido, naquele dia, até àquele momento. E decidiu dar o título de “ Uma história sem ideias” a seu texto.
Inês Almeida (8ºB)

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Frases natalícias

Há cerca de três anos que, no nosso Agrupamento, os professores de português (2º e 3º ciclos), propõem aos alunos a seguinte atividade: uma breve reflexão sobre o Natal, partindo de frases de escritores. Do conjunto de todas as reflexões, por turma, cada professor deve escolher as duas "melhores" frases que depois serão espalhadas pelas escolas. 

Para escolher as melhores frases, faz-se uma seleção prévia de cinco frases que melhor correspondam à ideia proposta e, formalmente, estejam corretas. Depois, os alunos de cada turma escolhem, atribuindo a cada uma dessas frases uma pontuação. Neste ano, estamos a usar o inquérito online para proceder a essa escolha.
Esperemos que resulte!
No fim de cada inquérito, há um espaço para o nome e turma, uma vez que só serão validados para o efeito os pontos dos alunos de cada turma.
Já estão disponíveis os inquéritos para o 9º C e 9º D.
Os inquéritos estarão online até às 17:00 de domingo, dia 9 de dezembro.

Foram selecionadas as seguintes frases:



  • Neste Natal, todas as pessoas deveriam ficar felizes só por dar e não receber nada em troca a não ser gratidão. - Inês Almeida (8ºB);

  • Neste Natal, gostaria de estar, novamente, junto de toda a família. Gostaria que estivéssemos sentados à mesa a comer e a conversar entre todos. Gostaria ainda que todas as pessoas tivessem um Natal igual ao meu. - Beatriz Ferreira (8ºB);

  • Neste Natal, todas as pessoas se irão unir como se fossem só uma, celebrando a época de alegria. - Mariana Nunes (9ºC);

  • Neste Natal, gostaria que todas as pessoas nos oferecessem um sorriso, um pingo de alegria. Que todas vejam nos seus corações uma pequena luz de felicidade. - Viktoriya Vashchynska (9ºC);

  • Neste Natal, gostaria que as luzes de Natal se ligassem e iluminassem, não só nas casas e nas ruas, mas também no coração de todos! Quero que todos possam aproveitar a magia do Natal. - Lara Trindade  (9ºD).

  • Neste Natal, gostaria que o mundo se iluminasse com a luz de uma nova esperança. Gonçalo Marques  (9ºD).

Post atualizado a 12.12.12

sábado, 1 de dezembro de 2012

Histórias da "minha" infância



No primeiro teste escrito do 9ºAno (turmas C e D), no Grupo III, para avaliação da Escrita, pedimos aos alunos que, recordam-se de episódios da infância que lhes tivessem deixado recordações, escrevessem um  texto narrativo, em que contassem ou um episódio real que tivesse acontecido na sua infância ou um episódio imaginado que tivesse ocorrido na infância de uma personagem por eles imaginada.
O texto deveria ter um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras.


Da minha infância restam muitas memórias. Algumas estão tão presentes que até podia pensar que aconteceram ontem. A que vos vou contar aqui é uma memória de um episódio real, que aconteceu quando eu tinha 4 anos.

Então a minha história é assim:

“Era um lindo dia de sol em Nova Iorque e eu estava a passear com os meus pais, dentro do meu carrinho de bebé. Já estava planeado irmos ao maior arranha-céus da cidade, o Empire State Building. Se eu soubesse por que razão íamos lá, preferia não ter ido. Mas se não tivesse ido, não estaria agora a contar-vos esta história.

Chegámos ao topo do edifício de vi os meus pais a vestirem uns fatos estranhos e ainda fiquei mais admirada quando a minha mãe me vestiu um fato parecido com o dela. Passados alguns minutos, observei o meu pai a pôr uma mochila às costas e a subir até uma plataforma muito perto da extremidade do telhado. Fiquei assustada e quase que ia desmaiando quando foi a minha vez de saltar da dita plataforma em direcção a um insuflável que se encontrava no chão. 

Quando cheguei ao insuflável já estava inconsciente e, pelo que os meus pais me contaram posteriormente, tive de ir ao hospital e fiquei lá internada durante duas semanas.

Não morri mas estava quase a morrer.”

E foi assim a minha experiência radical.
Madalena Castro (9ºC)



Quando eu era mais nova, tinha uma paixão pelo Universo. Tudo o que estava relacionado com estrelas, planetas e cometas fascinava-me. Eu queria viajar pelo espaço e ter amigos que habitassem na Lua. Um dia, decidi que iria entrar num foguetão e voar sem limites. Saí de casa, dirigi-me ao aeroporto de Lisboa e, muito discretamente, entrei num avião que ia para os EUA. Era lá que se encontrava o foguetão que partiria para a Lua no dia seguinte (tinha visto na televisão).Finalmente, cheguei ao meu destino. Tudo parecia mágico! Encontrei uma placa que indicava a direção para onde partiria o foguetão. Felizmente, não era longe e consegui lá chegar a pé. Aproveitei para descansar um pouco, adormeci e, quando acordei, já era o grande dia!O meu sonho estava prestes a concretizar-se. Avistei o transporte que me levaria à Lua. Era fenomenal! No momento em que ia pousar o pé no foguetão, alguém me agarrou e perguntou-me o que estava ali a fazer. Tive de lhe dar várias informações. Já sabia o que me esperava: eu ia voltar para casa e ficar com um sonho por concretizar. 
Inês Cordeiro, 9ºC

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Oficina de escrita - 1 / 8ºB (2012/13)

1ª Oficina de escrita / 8ºB

OBJETIVO

Escolher uma das propostas:

PROPOSTA A


Escolham um dos cartoons e escrevam um texto, respeitando a seguinte estrutura:
1º Parágrafo
  • Identificar o autor (devem consultar o manual, pp 35 e 36) e o tema do cartoon;

2º Parágrafo
  • Descrever a imagem escolhida;

3º Parágrafo
  • Referir a sua intenção crítica;

4º Parágrafo
  • Apresentar a sua opinião sobre a eficácia da mensagem. 



PROPOSTA B




PRAZO DE ENTREGA

  • Se fizerem o trabalho em suporte papel devem entregá-lo até ao dia 7 de dezembro, na sala de aula.
  • Se optarem por realizar o trabalho em suporte digital, podem enviar até ao dia 10 de dezembro para a caixa de comentários ou para o email (até às 23:55).


Proposta adaptada do manual Diálogos 8 
(Porto Editora), página 37




"O poema" de Manuel Alegre - leituras


Sobre o poema que a seguir transcrevemos de Manuel Alegre, no teste escrito do 9º Ano (turmas C e D) pedimos que os alunos fizessem um texto onde apresentassem a sua leitura do texto. Foram dados tópicos orientadores para o desenvolvimento do trabalho.

O poema
O poema vai e vem. E se demora
não quer dizer que seja demorado
mas que tem como tudo a sua hora
e como tudo é sempre inesperado.

Por muito que se espere não se espera.
Por mais que se construa é acaso e sorte.
Às vezes quando vem já foi ou era.
Porque assim é a vida. E assim a morte.

Por isso mesmo quando distraído
ninguém como o poeta é tão atento.
Ele sabe que de súbito há um sentido.
Vem como o vento. E passa como o vento.

7-7-2005, Manuel Alegre, Doze Naus, Dom Quixote

Publicamos algumas das respostas:


O título deste poema é “O poema”. O nome do seu autor é Manuel Alegre e o seu tema é a construção de poemas e sobre os poetas.

Neste texto, o autor diz que um poema não é escrito quando apetece a um poeta. É preciso ser-se atento quando essa “vontade” chega. É usada a figura de estilo chamada antítese de modo a provar que a poesia é um mundo de sentimentos contrários. Exemplos de uso da antítese são: “vida/ morte”, “distraído/ atento” e “vai/vem”. Para além do que já disse anteriormente, a antítese, tal como qualquer outra figura de estilo, serve para enriquecer o texto.

O poeta é quem “fabrica” os poemas e, para isso, ele precisa de se inspirar (o que muitas vezes não é fácil) e às vezes não estão à espera de inspiração e esta aparece. A vida de um poeta é uma verdadeira montanha-russa. Num dia têm a inspiração em alta e no outro não tem inspiração.

Madalena Castro (9ºC)

O título do texto é “O Poema”, foi escrito por Manuel Alegre e o seu tema é o processo de criação poética. No início do texto, é referido que um poema é sempre algo inesperado. Seguidamente, é transmitido que os poemas são escritos ao acaso e com sorte. No fim, o autor conta-nos que todos os poemas têm um sentido. Ao longo do poema, o autor utiliza várias vezes o recurso à antítese, ou seja, a exposição de ideias opostas. Um exemplo de antítese é “O poema vai e vem”. O poeta tem um papel muito importante no surgimento do poema. O poeta está sempre atento do tema do seu texto.
Inês Cordeiro (9ºC)


Proteger a natureza - um apelo


No segundo trabalho de escrita formal dirigido ao 9ºAno (turmas C e D) pedimos que refletissem sobre a necessidade de defesa das florestas e de  todos os espaços verdes que promovam a Natureza. Para isso, os alunos deviam redigir um texto que pudesse ser publicado no jornal escolar.

Partilhamos os trabalhos da Madalena Castro (9ºC), Maria Inês Oliveira (9ºD), Margarida Almeida (9ºC), Margarida Pinheiro (9ºC) e Inês Cordeiro  (9ºC):


Quando olhamos à nossa volta, podemos ver que estamos rodeados pela natureza. Mas afinal o que é a natureza? Parece-me que se pode dizer que a natureza é, de facto, tudo o que está à nossa volta. É os pássaros que cantam alegremente, as árvores (até mesmo aquelas que parecem fracas e a morrer), a fruta e a água que consumimos diariamente as belas flores que gostamos de ver nos nossos jardins. Pelo contrário, o que é contra a natureza é a poluição, a desflorestação e o facto de as pessoas não reciclarem o lixo.

Visto que, atualmente, quase ninguém se preocupa com o ambiente, este está a mudar. E o problema é que não é para melhor! Algumas espécies estão a extinguir-se, os humanos estão cada vez mais com problemas do foro respiratório e os habitats estão a ser destruídos. É mesmo necessário tomar medidas drásticas para que tudo isto pare.

Se tudo se mantiver assim por muito mais tempo, o planeta vai acabar por ficar sem “pulmões”, ou seja, vai ficar sem as florestas que lhe garantem oxigénio e vai acabar por ficar muito pobre em termos de biodiversidade.

Concluindo, é preciso que o Homem comece a mudar os seus hábitos, pois só assim a Terra voltará à sua plenitude.

Numa última palavra: preserve o planeta, porque ele é a sua casa.
Madalena Castro (9ºC)



Quando olhamos à nossa volta, podemos ver que estamos rodeados pela natureza. Mas afinal o que é a natureza? Parece-me que se pode dizer que a natureza é, de facto, tudo o que está à nossa volta. É os pássaros que cantam alegremente, as árvores (até mesmo aquelas que parecem fracas e a morrer), a fruta e a água que consumimos diariamente as belas flores que gostamos de ver nos nossos jardins. Pelo contrário, o que é contra a natureza é a poluição, a desflorestação e o facto de as pessoas não reciclarem o lixo.

Visto que, atualmente, quase ninguém se preocupa com o ambiente, este está a mudar. E o problema é que não é para melhor! Algumas espécies estão a extinguir-se, os humanos estão cada vez mais com problemas do foro respiratório e os habitats estão a ser destruídos. É mesmo necessário tomar medidas drásticas para que tudo isto pare.

Se tudo se mantiver assim por muito mais tempo, o planeta vai acabar por ficar sem “pulmões”, ou seja, vai ficar sem as florestas que lhe garantem oxigénio e vai acabar por ficar muito pobre em termos de biodiversidade.

Concluindo, é preciso que o Homem comece a mudar os seus hábitos, pois só assim a Terra voltará à sua plenitude.

Numa última palavra: preserve o planeta, porque ele é a sua casa.



Hoje em dia, os espaços verdes estão cada vez mais esquecidos, principalmente nas cidades. As pessoas andam muito atarefadas com a sua vida e não têm tempo para valorizar a Natureza (centram-se nos seus interesses pessoais e esquecem-se do mundo à sua volta).

Com o aumento da poluição, as florestas acabam por se tornarem locais pouco cuidados e o ser humano, por vezes, não tem consciência da importância que elas têm na qualidade do ar.

Os espaços verdes, atualmente, são um dos principais fatores de embelezamento das cidades, visto que elas estão cada vez mais sobrecarregadas de edifícios e grandes construções.

Na verdade, estes espaços têm uma importância fundamental na qualidade de vida das populações. Tornam as pessoas mais saudáveis quer a nível físico, quer a nível psicológico, permitindo a todos beneficiarem de uma vida feliz ao ar livre, como por exemplo: andar de bicicleta, correr, passear...

Considerando tudo isto, o que poderá o ser humano fazer?

Certamente terá que mudar de atitude e perceber que os espaços verdes são muito importantes, não só para as cidades, mas também para o mundo!

Maria Inês Oliveira (9ºD)

A proteção das florestas e dos espaços verdes

Certamente que já leram ou ouviram falar muito sobre este assunto, mas acho que nunca é demais voltar a alertar para o comportamento da população para com a Natureza. 
Hoje em dia, existe mais publicidade a apelar para a sua perseveração do que antigamente. Contudo, são poucos os que se importam ou realmente agem.
É frustrante para os que trabalham nesta área, ver todos os seus trabalhos e esforços, simplesmente ignorados…
Nós, população, se gostamos daquelas “maravilhosas” fotografias de cascatas ou montanhas, então, temos de aprender a não esquecer como tratar o que gostamos. Vou dar um exemplo: nós, se gostamos muito de algo ou de alguém, tratamo-lo com carinho e cuidado, e, se gostamos de relaxar e passar as férias em espaços verdes, porque não tratá-los bem também? 
Um simples gesto como apagar bem uma fogueira/cigarro ou não mandar o lixo para o chão, já é um ponto a favor na sua protecção. 
Concluindo, temos de começar a agir e a pensar mais no assunto, não só no momento, mas sempre! Devemos alertar os outros e tentar sensibilizá-los.
O futuro da Natureza depende de nós, e nós dela! 
Margarida Almeida, 9ºC



Amiga Natureza

A natureza é, sem dúvida, a melhor amiga do Homem, pois não conseguiríamos viver sem ela. Contudo, este conceito está a tornar-se cada vez mais ultrapassado, principalmente para nós, jovens!

Deste modo, porque não proteger todos os espaços verdes e florestas que nos rodeiam? Aquele plástico que deitaste fora no jardim, pode ter servido de alimento para um esquilo “fofo” que acabou por morrer. E aquela árvore onde costumavas brincar e esconderes-te da tua mãe quando ela ralhava contigo, teve o azar de ser cortada para fazer o papel que colocaste no lixo sem dar uso… Porque a natureza não é só “mato”, ela também é composta por seres vivos, isto é, uma grande família.

De facto, a natureza tem vindo a perder-se. Por isso, o ser humano tem o direito e o dever de preservar os espaços verdes, evitando determinados comportamentos incorretos, como, por exemplo: deitar lixo para o chão, maltratar animais ou plantas, desperdiçar bens fornecidos pela mãe natureza…

Concluindo, devemos ajudar a natureza, assim como ela nos ajuda. Todos gostamos de dar um passeio pelo parque, sentir o ar puro e apreciar a natureza, melhor dizendo, mesmo sem querermos a natureza fará sempre parte da nossa vida, de nós próprios!
Margarida Pinheiro, 9ºC


Promover a Natureza
É claro que a tua professora de Ciências já te ensinou a importância da Natureza nas nossas vidas. São as plantas que dão origem ao oxigénio que tu consomes! As árvores são também importantes para a construção de móveis, casas e papel. As florestas são o habitat de imensos animais. Sendo assim, deves preservar a mãe Natureza.

Atualmente, as pessoas poluem o ambiente cada vez mais: fazem fogueiras nas florestas, colocam lixo e beatas na relva, as fábricas depositam resíduos industriais em espaços verdes… Já exerceste algum destes atos? Não te preocupes, ainda tens tempo de contribuir para a proteção da Natureza!

Quando fizeres um piquenique com a tua família e amigos ou, simplesmente, quando visitares uma floresta, não permitas que sujem o local onde te encontras. Se tal acontecer, pega no lixo e coloca-o num contentor (no caso de não existir nenhum por perto, guarda-o num saco de plástico e, mais tarde, mete-o num balde do lixo). Existem locais apropriados para fazer fogueiras, portanto, alerta os teus familiares se eles decidirem acender lume num espaço inadequado. Nunca te esqueças que essas fogueiras podem provocar graves incêndios, tal como as beatas que são colocadas em espaços verdes. Deste modo, não deixes que as pessoas fumem nesses lugares.

Quando alguém desrespeitar o ambiente, informa-o da importância da Natureza e da necessidade de preservá-la. Deves proteger o mundo em que vives, deves proteger o ambiente!
Inês Cordeiro, 9ºC


Filmes que marcaram


As propostas de escrita semanais e formais do 9º Ano (turmas C e D), começaram, neste ano, com a sugestão aos alunos de fazerem uma crítica a um filme que tivessem visto que os tivesse marcado de forma positiva ou negativa. 

Deixamos aqui as críticas das alunas Mariana Baptista (9ºD), Madalena Castro (9ºC), Maria Inês Oliveira ( 9ºD), Inês Cordeiro (9ºC) e Margarida Pinheiro (9ºC) e Maria Inês Oliveira ( 9ºD):

É o prevalecer do bem sobre o mal que me entusiasma!


Havia algum tempo que aguardava pela estreia do filme “007-Skyfall”.
Desde sempre, gostei de filmes de ação e espionagem e os filmes do 0007 representam bem essas temáticas. O filme retrata mais uma história do famoso espião inglês conhecido por James Bond, a qual, como sempre, nos deixa “presos" ao ecrã.
Ainda que tenha visionado vários filmes dessa saga, sempre que estreiam, conseguem surpreender-me pela positiva. De facto, neste filme, o protagonista, apesar da sua idade, continua a combater o mal e os vilões. É o prevalecer do bem sobre o mal que me entusiasma! É claro que a investigação e os meios utilizados para a descoberta da verdade também não me são indiferentes.
É do meu agrado este género de filmes porque acho interessante o mundo secreto da espionagem e toda a sua envolvência…
Afinal, quem é que não se identifica com os filmes do 007? Já fizeram parte da geração dos meus avós, dos meus pais e agora da minha.
Neste filme, em particular, para além do enredo, gostei da escolha onde a ação decorreu devido às suas belas paisagens e a adaptação da música.
Em síntese, não hei de perder o próximo capítulo da saga.

P.S.: Recomendo este filme a toda a gente.
Mariana Baptista (9ºD)



Uma das minhas atividades favoritas é ver filmes. No entanto, não gosto de todos os géneros nem de todos os temas que os filmes abordam.

Acho que posso dizer que os meus géneros preferidos são: o suspense, a comédia e as biografias musicais (isto é, filmes que falem sobre pessoas e bandas influentes no mundo da música). E qual será o filme de que eu mais gostei? Pois bem, um dos filmes que me marcou pela positiva foi o “Iron Maiden – Flight 666”. É um documentário que acompanha uma das minhas bandas preferidas, os Iron Maidenn, ao longo dos 45 dias que andaram a viajar pelo mundo, dando concertos em mais de 20 cidades. A meu ver, qualquer fã fica completamente deliciado ao ver como é a vida dos elementos da banda fora dos concertos!

É claro que o filmes não mostra o dia a dia completo da banda, mas dá bem para ter uma ideia, o facto que me levou a escolher este filme como o melhor foi a existência de um “realismo” que não é habitual, ou seja, toda a banda fala de como eram e de como continuam a ser, mesmo já sendo famosos.

Quase tudo o que eu queria saber sobre os Iron Maiden está neste filme, o que foi outro factor decisivo na minha escolha.
Madalena Castro (9ºC)


O filme que eu mais gostei de ver chama-se “Nanny Macphee e o Toque de Magia”.

Retrata a história de uma jovem mãe que tenta desesperadamente gerir a sua quinta familiar, enquanto o seu marido está longe na guerra.

Então Nanny McPhee chega e descobre que os filhos de Mrs. Green travam uma guerra contra dois primos mimados vindos da cidade, que se mudaram para a quinta. Para resolver este problema, ela usa a sua magia e ensina às crianças cinco novas lições. Assim, elas aprendem a lidar com as diferenças e acabam por se tornarem amigas, construindo uma vida mais feliz. 

Mas porque é que este filme me marcou tanto?

Este filme marcou-me por ser muito divertido e por demonstrar que apesar de sermos ricos, também podemos ser humildes (afinal o dinheiro não é tudo). 

Atualmente esta situação já não acontece tanto, mas antigamente, enquanto os maridos iam para a guerra, muitas mulheres ficavam sozinhas a tratar da casa e dos filhos.

Na minha opinião, este filme é muito interessante, pois para além de ter uma história muito rica, tem paisagens fantásticas, mostrando a vida simples do campo e a relação saudável com os animais. 

Por fim, podemos concluir que a união faz a força. Se os primos da cidade não se tivessem juntado com os primos do campo, não conseguiriam superar os obstáculos e resolver os problemas que no fundo... eram de todos!
Maria Inês Oliveira, 9ºD


Os Jogos da Fome
Há dois meses atrás, vi um filme espantoso: “Os Jogos da Fome”. Uma nação do futuro governa doze Distritos. Todos os anos, cada Distrito tem de escolher um rapaz e uma rapariga adolescentes (os tributos) para entrar nos Jogos da Fome. Esses jogos consistiam num espetáculo em que apenas um tributo poderia chegar ao fim com vida, isto é, os adolescentes deveriam combater uns com os outros até à morte.

As personagens, o seu vestuário e as paisagens do filme eram invulgares, o que fez despertar a minha atenção.

No Distrito 12, os tributos eram escolhidos à sorte. A pequena e frágil Primrose foi a rapariga selecionada. Pela sua salvação, ela tinha uma irmã inteligente e forte que se ofereceu para participar nos Jogos da Fome, a Katniss – a personagem principal. Este foi um verdadeiro ato de coragem e de amor que me surpreendeu imenso.

Neste filme, encontrei muitas parecenças com a sociedade de hoje em dia. Durante os Jogos da Fome, formaram-se vários grupos em que a grande maioria queria ser melhor do que os restantes. Além disso, os participantes desses grupos eram falsos uns com os outros. Todos eles tinham o objetivo de retirar os restantes tributos do jogo, excluindo primeiro os seus inimigos e, seguidamente, os seus aliados.

“Os Jogos da Fome” foi um dos melhores filmes que já vi e é evidente que irei ler o seu livro!
Inês Cordeiro, 9ºC


Um filme marcante 
Até hoje, de todos os filmes que já vi, o que mais me marcou positivamente foi “A Órfã”. Vi este filme porque várias pessoas mo recomendaram e, segundo o que diziam, a sua história parecia bastante interessante. Na altura, também optei por este filme, pois procurava algo diferente dos habituais contos de fadas… Em primeiro lugar, gostei imenso d’A Órfã” devido à mensagem que me transmitiu: as aparências iludem, melhor dizendo, as pessoas nem sempre são o que parecem! Digo isto devido ao facto da personagem principal do filme, a Esther, uma menina que aparenta ser muito adorável e que é adotada, manipular todos os membros da sua família, chegando mesmo a matar. Contudo, Esther esconde vários segredos, por exemplo: ela tem uma doença que a faz parecer mais nova, mas, na verdade, tem 33 anos e só está em interessada em conquistar o seu pai adotivo, como já tentou fazer em muitas outras famílias.

Além disso, o filme marcou-me porque me mostrou que as pessoas podem sempre ter segundas oportunidades, mas porquê? Segundo o que percebi, porque todos passamos por momentos menos bons. Ficamos meio sem rumo. Fazemos verdadeiros disparates, como no filme, a “mãe” de Esther perdeu uma filha, então ficava sempre a beber álcool. Porém, temos oportunidade de nos corrigimos (ou pelo menos tentar). Para terminar, acho que nunca me vou esquecer deste filme que para mim é especial por ser diferente de todos os outros.
Margarida Pinheiro, 9ºC

Despertado pelos primeiros raios de Sol...

Na segunda proposta de escrita formal, feita ao 8ºB, pedia-se que, a partir de uma frase retirada do conto  Sexta-Feira ou a Vida Selvagem, de Michel Tournier...., os alunos construíssem uma história, desenvolvendo-a segundo a sua imaginação.

Acho que vale a pena partilhar os trabalhos da Carolina Bonifácio e Andriana Terpodei.

A frase a partir da qual tinha que construir era história era: “Despertado pelos primeiros raios de Sol nascente, Robinson voltou a descer para a praia de onde partira na véspera.”




(...)Na verdade estava com esperança que viesse alguém para o ajudar, pois encontrava-se preso numa ilha. Sentado na areia a ouvir o som das ondas a bater contra os grandes rochedos, avistou um barco com marinheiros. Sentiu uma forte adrenalina e um monte de emoções. Naturalmente que seria difícil de o verem, pois estavam longe. Pensou para si mesmo: - Será que grite ou não vale a pena? 
Passaram uns minutos e Robinson relembrou a sua chegada à praia. Há anos atrás, tinha decidido fazer uma viagem com a sua família para descobrir um pouco do mundo. A viagem acabou por correr mal, pois ele perderao controlo do barco devido à tempestade. A mulher e os dois filhos acabaram por morrer afogados… Robinson com a sua resistência e coragem conseguiu nadar até à ilha e acabou por sobreviver.
Começou a gritar: Socorro! Socorro! Preciso de ajuda! Com esperança de ser avistado, começou a gritar ainda mais alto, mas teve azar. O barco continuou a sua viagem sem parar. Desta forma, Robinson percebeu que teria de continuar a sua vida como tinha sido até àquele dia.
Andriana Terpodei, 8ºB


                                                                                                                            

A Promessa cumprida
 
 (...) Olhava para o mar. Estava triste, era o último dia que iria passar naquela terra. “As férias perfeitas não duram para sempre, não é?” – pensava. Mas não era abandonar o hotel de 5 estrelas ou deixar de ter alguém que lhe desse o pequeno-almoço na cama que fazia com que ele ficasse triste e desanimado por ter de voltar a casa, na verdade, até estava a ficar um pouco farto de ter toda a gente a fazer-lhe tudo.
O que o deixava triste era saber que, provavelmente, nunca mais ia ver aquele lindo sorriso, ouvir aquela voz, penetrar aqueles olhos verdes ou afastar os lindos cabelos daquele rosto.
Leonor era o seu nome, uma encantadora rapariga que morava naquela terra. Haviam-se conhecido há um mês atrás, quando Robinson chegara à Califórnia para ter as melhores férias da sua vida, como dizia o seu pai. Agora, Robinson compreendeu que ele tinha toda a razão, estas eram, definitivamente, as melhores férias da sua vida…
Sentiu alguém a tocar-lhe nas costas. Era ela.
- Leonor, eu…
- Não digas nada, apenas promete que não me vais esquecer – disse Leonor, suavemente.
- Eu prometo.
Não houve tempo para dizer mais nada, Leonor deu-lhe um beijo apaixonado e partiu com olhos cheios de lágrimas.
Os anos passaram, mas a promessa foi cumprida, pois neste eles estão lado a lado numa igreja a começar o primeiro dia do resto das suas vidas.
Carolina Bonifácio, 8ºB

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O regresso às aulas



E já começou o ano e já começaram as propostas de escrita e já começaram a aparecer trabalhos que sentimos ser "preciso", quase obrigatório, partilhar. 
Na primeira proposta feita à turma do 8º Ano (8ºB), pedimos aos alunos que refletissem sobre o início do ano letivo. Queríamos saber das emoções, sensações desse retornar à escola, uma vez mais.
Depois de lidos e avaliados, achámos que os textos da Inês, Joana e Carolina tinham, também de ser lidos por todos. Elas concordaram. 
Ei-los:

Antes das aulas começaram, eu achava que este ano iria ser um pouco mais difícil do que os outros anos, porque iria ter os exames intermédios! A não ser isso, pensava que iria ser igual aos outros.
No meu primeiro dia de aulas, tal como nos outros anos, senti-me feliz pelas aulas começarem e poder rever amigos que não via há algum tempo, por outro lado também estava ansiosa e nervosa porque não sabia quem mais iria encontrar!
No início da escola estava ainda um pouco preocupada com as aulas: Como é que iria ser? Iria ser muito difícil? O que é que iria aprender e quais seriam os professores? 
É claro que nos dias seguintes também me senti assim. Apesar disso, á medida que ia conhecendo os meus colegas (que pareciam bastante simpáticos) e professores, ia--me sentindo menos nervosa e mais descontraída. Normalmente sou bastante extrovertida, mas quando não conheço as pessoas sou mais tímida…
Depois destes primeiros dias, comecei a habituar-me aos professores novos, meus aos colegas e ao horário. 

Inês Dinis Almeida, 8ºB

Trin…! Já começo a ouvir o despertador logo às 07:20h da manhã, isso significa, que a escola começou! – pensei eu.
De seguida, vestir, tomar o pequeno-almoço, lavar os dentes e mal entro no carro as borboletas na barriga começam a aparecer, a ansiedade, o nervosismo, vem tudo ao mesmo tempo.
Em anos anteriores, revelei mais ansiedade, porque mal vejo o professor novo a entrar na sala de aula, começo logo a ficar em pânico a não saber o que fazer. Mas este ano não fiz tal, controlei-me e até acho que deu um bom resultado, pelo menos não entrei em pânico.
Desde que me lembro, o caminho de casa-escola no primeiro dia de aulas é sempre a pensar:
Como serão os colegas novos? Os professores novos serão bonzinhos? E será que este ano vai correr bem, sendo a turma enorme?
A pensar, a pensar, quando olhei pela janela do carro, já estou ao pé da escola e aí sim é que os nervos surgiram à flor da pele!
Quando entrei na escola, vi logo alguns amigos e ao cumprimentá-los senti-me mais descontraída e confiante com a presença deles, dizendo a verdade, eles acalmaram-me.
Com o decorrer do dia os nervos e a ansiedade desapareceram e fiquei logo mais entusiasmada com o início do ano letivo.
Numa palavra, até acho que o primeiro dia deste ano letivo foi bastante agradável e adorei o cheirinho a livros novos.
Joana Marques, 8ºB

O texto da Carolina Bonifácio (8ºB) foi enviado para o DiNotícias e foi publicado na 1ª Edição de 2012/13.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Quero ser poeta... - comentário

Comentem o texto, procurando explicar a decisão do autor sobre a "profissão" que irá escolher.

Devem enviar o vosso comentário:

  • 9º C - até ao dia 30 de outubro ou entregar, na sala de aula, nesse mesmo dia;
  • 9º D - até ao dia 31 de outubro ou entregar, na sala de aula, nesse mesmo dia.

Eça de Queirós - nota biográfica










Partindo da leitura do texto da página 27 do manual, redigir uma nota biográfica e publicá-la na caixa de comentários.

O prazo termina:

  • para o 9ºC, no dia 15/10/12*.
  • para o 9ºD, no dia 17/10/12*.



*Os alunos podem entregar o trabalho em sala de aula. Nesse caso, o prazo termina a 12/10/12, para o 9ºC e 17/10/12, para o 9ºD.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Inquéritos / Aulas de Língua Portuguesa (2011/12)


Cá estamos, uma vez mais, para partilhar o resultado dos inquéritos sobre o trabalho desenvolvido nas aulas de Língua Portuguesa. Neste caso, participaram os alunos dos 7º A, 7ºB, 8ºA e 8ºB. Numas das últimas aulas, foi pedida a colaboração dos alunos no preenchimento de um inquérito que tem como objetivo avaliar o trabalho desenvolvido ao longo do ano, nas aulas, bem como sugerir alterações, outras práticas e atividades. 
O Inquérito é anónimo. Nos últimos anos, tem-se optado pelo inquérito online, com o recurso ao googledocs.   Todo o processo é mais fácil de analisar e os alunos têm maior privacidade. Ainda assim, alguns alunos identificam-se nos comentários. 

Num universo de 82 alunos, responderam ao inquérito 65 alunos.
Publicamos de seguida, o resumo das respostas:










sábado, 1 de setembro de 2012

O poder do amor


No último teste escrito do 8º Ano, foi feita  seguinte proposta de escrita:

 O texto A refere um mito sobre o amor e aquilo que somos capazes de fazer por ele.
 Escreva um texto narrativo imaginando uma situação que demonstre o poder do amor. Na sua narrativa, deve localizar a ação no espaço e no tempo e descrever as personagens.

A Damiana contou-nos esta história:

Catarina tinha acabado o décimo segundo ano e estava prestes a ir para uma Universidade na América tirar o curso que sempre quisera: Direito. Desde pequena que sempre quisera viver fora do seu país e o seu objetivo era mesmo conseguir ter uma boa vida longe da sua terra Natal.
Pedro, um rapaz corajoso e inteligente, seguiria um curso de engenharia na capital. Estava tudo programado, a universidade, a casa que iria habitar durante aqueles três ou quatro anos, até já tinha falado com os pais para se mudar definitivamente. 
Catarina e Pedro eram namorados e a hora do pesadelo estava a chegar. Os três anos de secundária já se tinham passado, os testes e exames estavam feitos, agora só faltava esperar pelos resultados e ter a certeza que teriam lugar na próxima etapa onde queriam e como queriam. 
Passado uma semana de ansiedade da parte de todos, finalmente, saíram as notas e tanto o Pedro como a Catarina tinham entrado onde queriam, o Pedro em Lisboa como já estava programado e a Catarina na américa como sempre sonhou. 
Eram três anos de namoro, três anos de muito amor e paixão, três anos de experiências nunca vividas e inesquecíveis, e agora? O que aconteceria daqui para a frente? 
Catarina esteve uma semana fora, foi visitar a Universidade, aproveitou para ver apartamentos para alugar… Pedro percebeu que não conseguia viver sem ela, só aquela semana parecia ter sido dois anos. 
Falaram, ainda colocaram a hipótese de Catarina ficar em Portugal, mas Pedro sabia que aquele era o sonho da mulher da sua vida e por isso falou com a família e resolveu ir com ela. 
Foram os dois e, passados cinco anos, estão a estagiar tanto um como o outro, com os cursos quase no final e, principalmente, estão felizes.
Assim se vê o poder do amor e o que certas pessoas fazem por este sentimento tão bonito e especial.
Damiana Mateus, 8ºA

quinta-feira, 28 de junho de 2012

DiNotícias, junho/2012

Na 3ª edição do DiNotícias (2011/12), foram publicados alguns trabalhos / textos decorrentes de atividades desenvolvidas no âmbito das aulas de português. 
Assim, na pág. 2 foi publicado o artigo da autoria de João Carlos Ferreira, encarregado de educação da aluna Leonor Ferreira (8ºA) a propósito da sua participação na atividade "Convidámos... à conversa com", no âmbito do projeto de leitura "Ler, lazer e aprender". 

Logo na página seguinte, na rubrica "Acontece", foi publicada uma reportagem da autoria de Carolina Bonifácio do 7ºB e que reproduzimos de seguida, sobre dois momentos de aprendizagem que envolver o teatro:


Aprender com o teatro

Numa conversa com Sara Félix, ex-aluna da escola EB Dr. João das REgras, neste momento a frequentar o 11º na Escola Secundária da Lourinhã, ocorreu a ideia de criar dois sketchs, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa:  um dirigido ao 7º e o outro ao 8º Ano. A Sara aceitou o desafio e com a Andreia Nunes (colega e amiga da Sara) elaboraram dois guiões com o propósito de os virem a interpretar mais tarde.
O sketch do 8º ano foi sobre distinguir o texto dramático do teatro, aconteceu no dia 2 de maio na Biblioteca. O público era comporto pelos alunos do 8ºA e 8ºB. O sketch tinha duas personagens: a Jaquina (interpretada pela Sara) e a Rufina (interpretada pela Andreia). A Rufina era a atriz principal de uma companhia de teatro e foi-lhe pedido que decorasse um texto dramático mas ela nem sabia o que era isso, então, a Jaquina, ao longo do sketch, explica-lhe os vários “constituintes” do texto dramático. Correu muito bem, os alunos gostaram muito da explicação das colegas, ficaram com as dúvidas esclarecidas e de certo modo com a boca cansada de tanto rir, pois, elas tornaram a sua atuação muito divertida.
Já o sketch do 7º ano foi sobre a História do teatro. Previsto inicialmente para ser também realizado na Biblioteca, acabou por ter lugar na sala 6,  no dia 16 de maio. Os alunos (Turmas A e B do 7ºAno) tinham de elaborar um trabalho, na disciplina de Língua Portuguesa) sobre a História do teatro, então, foi uma boa altura para se inspirarem no trabalho das colegas. O sketch tinha, novamente, duas personagens: a Rufina (interpretada pela Andreia) e o Teatro (interpretado pela Sara). Ao longo do sketch, o Teatro contava a sua história e a Rufina fazia comentários divertidos, mas que muitas vezes acabavam por aborrecer o Teatro.
De uma forma geral, os alunos mostraram-se tímidos e menos participativos do que os do 8º ano, mas gostaram, porque novamente a Andreia e a Sara tornaram o texto divertido. Para a maioria dos alunos esta atividade foi uma experiência enriquecedora, divertida, interessante e feita com muito profissionalismo! 
A irmã da Andreia, Fátima Nunes, esteve presente durante as duas apresentações a filmar e a dar apoio às atrizes.

Seguramente, podemos afirmar que a maioria dos alunos gostou e quer repetir a experiência. Esperemos que a Sara e Andreia estejam novamente disponíveis.

Carolina Bonifácio, 7ºB  


Foi também publicada uma breve notícia (pág. 4) referente à Menção Honrosa obtida pela aluno Inês Cordeiro do 8ºB a propósito da sua participação
no Concurso "uma Aventura Literária 2012".

Mais à frente, já na página 16, também na rubrica "Acontece", podemos ler a reportagem da Leonor Ferreira do 8ºA a propósito da 1ª Tertúlia sobre a leitura que teve lugar na Biblioteca da EB Dr. João das Regras. 

Logo a seguir, na página 17, foi publicado o texto de opinião da Damiana Mateus sobre as diferenças entre "ir" e "estar" na escola. Publicamos de seguida:

As grandes diferenças entre “ir” e “estar” na escola
   
Quando, às vezes, digo a alguém que gosto da escola perguntam-me sempre: “Como é que tu gostas da escola?´!”. Eu gosto de estar na escola com os meus amigos, na conversa, na descontração e, muitas vezes, na brincadeira, mas há uma grande diferença entre estar na escola e ir à escola. Porque há muita gente que vai à escola só para ir às aulas e isso não tem graça nenhuma. Na minha opinião, a escola é um sítio para aprender, para ir às aulas, no entanto, a escola não é só isso, a escola tem de ter animação, tem de se tornar um espaço agradável para estar porque, afinal, é como se fosse a nossa segunda casa, nós passamos muito tempo na escola e é muito melhor passar todo esse tempo num sitio que gostamos do que num sitio que não gostamos.


Infelizmente, são poucos os alunos que pensam assim.

Depois há aqueles alunos que só andam na escola porque são obrigados e acabam muitas vezes por prejudicar os outros com atitudes menos boas.

O meu conselho é que, em primeiro lugar, temos que nos mentalizar que cá estamos para aprender e que somos o futuro do país e depois distinguir os locais e as atitudes que se podem ter, porque podemo-nos divertir muito na escola, mas dentro das salas de aulas é para trabalhar.


                                                             Damiana Mateus 8ºA 













“NÃO SE PODE VIVER SEM LIVROS”

A propósito da atividade “Convidámos… À conversa com.”, desenvolvida no âmbito do projeto “Ler, Lazer e aprender”, desta vez sugerimos a leitura do testemunho de um dos encarregados de educação, João Carlos Ferreira, que, no dia 19 de abril, numa aula de Língua Portuguesa falou com os alunos do 8ºA sobre da sua relação com os livros e a leitura ( artigo publicado no n.º 3 do Dinotícias (junho / 2012).


O que faz um profissional de saúde atravessar o portão da escola e dirigir-se a uma aula, de forma livre e consciente, e ademais sabendo que o aguarda uma sala repleta de jovens, irrequietos e exigentes alunos?
Esta questão, que coloquei a mim próprio diversas vezes e com maior assiduidade à medida que se aproximava a hora da verdade, ficou muitas vezes sem resposta, embora no íntimo a soubesse desde sempre: a paixão pelos livros! 
E embora estejam os poetas cansados de me avisar que a paixão pode levar à felicidade mas também a actos tresloucados que a toldada razão não consegue refrear, não resisti ao estimulante desafio. Assim, e especificando melhor, no âmbito do programa “Ler, lazer e aprender” da Prof.ª Rosalina Nunes, fui convidado para falar sobre livros aos alunos do 8º ano (Turma A) da Escola Dr. João das Regras.
E assim começou esta aventura…
Se a resposta ao desafio foi imediata, afinal nenhum outro assunto alheio à minha área profissional me levaria a apresentar uma exposição do género, as dificuldades começaram no instante seguinte. Falar sobre que livros? Falar sobre escritores? Ou apenas sobre leitura? A única certeza era a de que não se pretenderia qualquer programa de sugestão de leituras ou de determinadas obras.

Alguns dias a matutar, meio desconsolado pela indecisão, e a resposta estava ali mesmo, era óbvia: tinha que falar de mim, do modo como os livros nunca me abandonaram na conturbada fase da adolescência, como me ajudaram na passagem insegura para a vida adulta, no efeito que tiveram na construção da minha personalidade, e como me ajudaram a entender e a encarar o mundo e os outros, mas acima de tudo como ajudaram a entender-me a mim próprio, e de uma forma tão arrebatadora que nunca mais me separei deles! Afinal, se falasse de mim, falava de livros, dos meus livros, e de como, sem eles, nem eu hoje seria o mesmo, nem a vida seria assim, nem o mundo seria igual…
Tudo seria pior…
E eu seria menos feliz…

Bom, nesta fase já tinha uma ideia, mas pensei “ estás a levantar muitas expectativas, estás febril e entusiasmado, mas sabes bem que é impossível atingir esses objetivos numa simples conversa, porque é disso que se trata, de uma simples conversa!” “E com jovens de 14 anos, não te esqueças”, alguém me lembrou.”

Entretanto, o tempo escoava e tinha de me decidir, portanto, mãos à obra, falemos então de livros, ou antes, de mim e dos livros, correndo o risco de não conseguir passar toda a mensagem mas confortava-me a ideia que assimilei com a leitura: vale sempre a pena, porque se resta sempre algo por dizer ou demonstrar também se ganha sempre muita coisa… Afinal, à semelhança dos livros, em que nenhum é tão mau assim que não possa ser útil sob algum aspecto, (como dizia Plínio), também da palestra mais desastrada será certamente possível retirar algo de positivo, ou não?

Voltando às dificuldades, comecemos pelo título… Algumas ideias, nenhuma sobreviveu mais de duas horas, fosse devido à extensão, (“Eu, os meus livros, os outros e o mundo”), ou por levantar muitas expectativas (“As minhas aventuras com os livros”) ou até por parecer presunçoso demais (“Nós somos os livros que lemos”).  Até que, fatalmente, seria com a ajuda de um dos meus livros teria a ideia “perfeita”; rodopiava observando os meus livros, tranquilos nas suas estantes, quando um deles me captou o olhar. Comunicamos mentalmente um pouco, ele relembrou-me o seu autor, as suas desventuras e a beleza das suas palavras, fez-me viajar no tempo e sentir novamente a magia da sua leitura, e definitivamente pensei que se a leitura é paixão, porque não transformar “non se puede vivir sin amar”, a máxima de vida de Malcolm Lowry e do seu cônsul inglês no México, no título desta singela dissertação?
                      
Assim ficou.
João Carlos Ferreira
2012

(Este texto, para quem estranhar, foi escrito em português ancestral, porque sou convictamente objector de consciência em relação a acordos ortográficos)

“É preciso ler…porquê?” – 1ª Tertúlia sobre a leitura


A 1ª Tertúlia sobre a Leitura - “É preciso ler…porquê?” - foi uma atividade idealizada e coordenada pelas professoras Rosalina Simão Nunes e Isabel Santos, e decorreu no dia 10 de maio, na Biblioteca da Escola Dr. João das Regras.
Segundo a Professora Rosalina Simão Nunes, a atividade surgiu como consequência de uma ação de formação frequentada, no princípio do 2º período:  O trabalho em equipa no contexto das bibliotecas escolares.  “Numa das atividades tínhamos de projetar um workshop dirigido aos pais e encarregados de educação. Dessa situação ficaram alguns materiais e a vontade de não deixar morrer a ideia. Assim, ainda no 2º Período, desafiei a professora Isabel Santos, outro dos elementos do trabalho de equipa na ação de formação (o terceiro era a professora Cesarina Almeida), para, ainda neste ano letivo, concretizarmos de alguma forma a ideia de promover o diálogo com os pais sobre a leitura.” 
Conseguimos ainda o testemunho da Professora Isabel Santos, que nos disse que “O nosso primeiro encontro foi um momento de conhecimento e de reconhecimento do potencial de cada uma, de reflexão sobre o propósito desse nosso encontro e, encontro após encontro refletindo sobre a necessidade de partilhar, com a comunidade, essa nossa “sede” de entender porque ler é tão necessário! Trabalhar em equipa foi poder trocar e enriquecer ideias; aprofundar a confiança através do diálogo, da cooperação entre ambas, mas também permitir o desenvolvimento de responsabilidade conjunta.”.
E desta forma, foi feita uma proposta a 12 alunas, Ana Carolina Ferreira, Beatriz Lopes, Caroline Louro, Catarina Baptista, Damiana Mateus, Elena Tepordei, Lara Trindade, Leonor Ferreira, Madalena Geraldes, Mariana Baptista, Valentyna Myronets e Victoriya Vashchynska, do 8º Ano da turma A da Escola Dr. João das Regras, para que participassem e ajudassem a preparar a atividade. Todas concordaram, mostrando-se entusiasmadas com a ideia. Desta forma, durante três quintas-feiras, ao final da tarde, estas alunas reuniram-se com a Professora Rosalina a fim de distribuir tarefas, preparar as leituras…
Quando a atividade começou a ganhar forma, foram enviados os convites a Encarregados de Educação, Professores, Educadores pelo próprio Diretor do Agrupamento, Professor Pedro Damião. Os convites feitos pela Professora Elisabete Delgado, que realizou ainda os marcadores de livros que foram entregues aos presentes no final da atividade.
No próprio dia, as alunas juntaram-se às professoras responsáveis pela atividade, a fim de fazer um ensaio geral na Biblioteca, em que todos uniram, mais uma vez, esforços para que tudo corresse pelo melhor.
É importante referir que, devido à sugestão da Professora Rosalina, todas as alunas se encontravam vestidas com camisolas / túnicas brancas, para que pudessem ser distinguidas dos restantes convidados. Também a Professora Rosalina aderiu a esta pequena “brincadeira”, usando uma túnica branca.
O início da atividade estava marcado para as 20h30, e foi a essa hora que a maioria das pessoas começou a dar entrada na escola, onde duas alunas as esperavam para assinalar os nomes dos convidados presentes. Ao todo estiveram presentes quarenta e sete pessoas, quatro crianças, 13 jovens e 30 adultos. À porta da Biblioteca encontrava-se outro par de alunas que recebia os convidados, entregando-lhes uma frase sobre leitura.
No interior, o ambiente sentido era o mais acolhedor possível. Havia um par de alunas a distribuir bolinhos pelos presentes, e uma mesa onde se encontravam as mais variadas bebidas para que todos pudessem disfrutar do melhor. Quando se começaram a juntar mais alguns convidados, os mesmos foram encaminhados para as mesas onde se sentaram, para que o espetáculo pudesse verdadeiramente começar.
Foi a professora Isabel quem deu inicio à atividade, fazendo uma breve introdução do porquê da atividade e qual o objetivo da mesma. Depois, a palavra foi passada à Damiana Mateus que fez um pequeno resumo do livro “O Menino que não gostava de ler”, do qual quatro alunas, Beatriz, Catarina, Leonor e Madalena, leram um pequeno excerto que conduziu ao início da conversa – o mote para o início da conversa, já que nesse excerto a personagem principal perguntava aos pais por razão era importante ler.
Ao longo da conversa, vários foram os pais que intervieram, mostrando a sua opinião sobre as diversas questões levantadas. Falou-se da importância da leitura, destacando o facto de os livros nos darem a conhecer muito, e discutiram-se ainda diferentes formas de incentivar os mais jovens a ler, para se conseguirem criar relações com os livros. Falou-se ainda da importância das bibliotecas e do apoio que os pais devem dar aos filhos no que toca a leituras. Além disso, no final, ficou a conclusão de que ninguém deve proibir as crianças ou jovens de lerem o que desejam, porque será desta forma que aprenderão. 
No geral, a atividade correu da melhor forma possível. Podia sentir-se a felicidade e o entusiasmo dos participantes, e a curiosidade dos convidados. Durante toda a conversa, apesar de por vezes terem sido defendidas ideias opostas, o respeito esteve sempre presente.
Quanto pedimos ao Rodrigo Damião a sua opinião acerca da atividade, a resposta foi “Adorei!”.
Falámos também com as alunas que apoiaram a realização da atividade, a fim de conhecer as suas opiniões acerca da experiência que viveram: "Foi uma experiência inesquecível!", Mariana Baptista; "Gostei muito de ter feito parte desta atividade maravilhosa", Caroline Louro; “Eu adorei... Adorei cada momento desta pequena experiencia e espero que se volte a repetir. Cada minuto foi inesquecível e só espero que mais aventuras como esta sejam repetidas, desde que continuem a ser partilhadas com as pessoas mais espetaculares e divertidas que eu conheço...”, Lara Trindade; “Foi um prazer, um orgulho, uma honra fazer parte desta atividade. Obrigada a todas pelos momentos ótimos que partilhámos. Espero que se volte a repetir em breve algo tão espetacular como aquilo que vivemos…”, Leonor Ferreira; “Adorei, foi super divertido, espero voltar a repetir uma coisa destas...”, Ana Carolina Ferreira; “Adorei este momento que passámos juntas e que este se volte a repetir.”, Catarina Baptista; “Se eu gostei? Não! Eu adorei! Gostei muito de fazer parte desta atividade, foi sem dúvida inesquecível... Gostava e quero que se volte a repetir…”, Madalena Geraldes; “Adorei esta experiencia e espero voltar a repeti-la.”, Beatriz Lopes; “Gostei muito!”, Valentyna Myronets.
No final ficou a felicidade de um objetivo cumprido e o desejo de voltar a repetir, em breve, esta maravilhosa experiência.
Tudo isto deixou a certeza de que a leitura é indispensável, assim o compravam as seguintes frases, também lidas e ditas no final do evento:
"O meu leitor não é o que me lê. É o que me relê (caso exista). Um autor lido unicamente uma vez não tem leitores, por mais retumbante que seja o seu sucesso.",  Lêdo Ivo.
"Ler quer dizer pensar com uma cabeça alheia, em lugar da própria.", Arthur Schopenhauer.
"Chega-se a ser grande por aquilo que se lê e não por aquilo que se escreve." – Jorge Borges.
"Uma leitura alegre é tão útil à saúde como o exercício do corpo." - Emmanuel Kant. 

Leonor Ferreira, 8ºA
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Anexamos o vídeo feito sobre o evento e publicado no espaço do Youtube do Agrupamento.