segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Marcadores (2015/16) - 4

Publicamos, hoje mais marcadores. 
Podem, também, clicando em Marcadores  2015/16, ver todos os que já forma feitos neste ano.

  • do 7A, Sofia Oliveira.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A importância de um sorriso

Pedia-se que escrevessem uma história onde um sorriso tivesse sido relevante.

O Luís Silva (9B) não contou bem uma história... Partiu de uma situação por si vivida e sem muitos pormenores, deu relevância à importância de um sorriso. Vale a pena, achamos, ler as suas palavras 


Às vezes ponho-me a pensar se devo ou não devo sorrir de coisas que têm piada mas não têm lógica e chego a uma conclusão: Se estiver entre amigos não interessa porque nos rimos mas sim se nos divertimos.
Há uns meses, estava com amigos na brincadeira, até que um disse uma frase sem lógica e sem graça. Todos se calaram. Eu comecei a rir-me e, a pouco e pouco, já estava todo o grupo a rir-se de novo.
Acho que o meu amigo, por dentro, pensou “ Que sorte que eu tive! “ porque não tinha mesmo piada o que ele tinha dito e eu só me ri apenas para que ele não se sentisse mal com ele mesmo. Ele já por si era envergonhado e tímido...
Às vezes, é preciso este espírito de grupo para que todos se sintam bem e não se sintam de fora ou excluídos e se sintam integrados, pelo menos é esta a forma que eu tenho de pensar e de viver e assim eu também me sinto bem comigo mesmo. 
Luís Silva (9B)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Marcadores (2015/16) - 2|3

Publicamos, hoje mais marcadores. Podem, também, clicando em Marcadores  2015/16, ver todos os que já forma feitos neste ano.


  • do 7A, Marta Domingues, Beatriz Ribeiro  e Camila Pereira.



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Os primeiros marcadores do ano (2015/16)


Propusemos  a atividade de construção de marcadores de acordo com os livros que vão lendo, no início do 2º Período.  É uma atividade que sugerimos no 7º Ano e costuma ter adesão por parte dos alunos. Trata-se de uma atividade decorrente do Projeto de leitura "Ler, lazer e aprender". 


Ao contrário do ano passado, foi rápida a adesão à proposta da atividade. Ao fim de duas semanas apenas, já há marcadores. A Beatriz Leitão e o Daniel Silva do 7B foram os primeiros a apresentar os seus marcadores. Esperamos pelos restantes.


  • do 7ºB, Beatriz Leitão e Daniel Silva.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Máquina de fazer frases

Na quarta oficina de escrita, pediu-se aos alunos (7ºA e 7ºB) que construíssem um conto, usando uma "Máquina de fazer frases". 
Publicamos alguns dos textos.


Um Natal muito feliz!
Na sala da Dona Esmeralda um relógio de cuco esmagou uma porta carunchosa e nem pediu perdão. No entanto, como se aproximava a Época de Natal da qual o relógio gostava tanto, não quis ficar de costas voltadas à sua melhor amiga, a porta carunchosa.
Era época de muita alegria e agitação na casa da Dona Esmeralda, então, o relógio teve uma grande ideia para pedir desculpa à sua carinhosa amiga. Reuniu todas as mobílias para organizar o grande plano:
- Meus amigos, e até mesmo família, eu e a minha amiga porta carunchosa tivemos uma grande discussão, e, por isso, nestas vésperas de Natal, quero fazer-lhe um pedido de desculpas muito caloroso. O plano é: vamos pôr uma carta a dizer que este ano não vamos poder passar o Natal junto dela. Mas, na noite de Natal, vamos apagar as luzes da árvore de Natal e da sala, escondemo-nos e, depois, em coro, vamos dizer Desculpa! Por isso, conto com a vossa ajuda!
-É uma boa ideia. - Disse o sofá.
Então, assim foi, pediram desculpas e passaram um dos melhores Natais que o relógio Cuco tinha vivido.
Catarina Sampaio (7A)

O Oceano dos dois atuns
         No meio do oceano Atlântico, um atum cansado pintou uma carta de amor com infinita paciência.
            Os outros atuns que estavam espantados por o seu amigo estar a fazer alguma coisa até acharam estranho e começaram aos pulos dentro de água.
            Eu estava ao lado de um tubarão que não parava de rir aos altos berros e decidi ir ter com o atum para ver o que ele estava a fazer.
            O atum, quando me viu, sorriu e abanou a cabeça com tanta força que ia quase saindo fora da água, até que eu lhe disse:
            -Para com isso, ainda te salta a cabeça!
            Ele parou e respondeu:
            -Não sai nada, está bem presa, não te preocupes.
            O tubarão, cada vez se ria mais, e eu já estava a ficar um bocadinho farta porque ele fazia muito barulho.
            Passados alguns minutos, o atum foi ter com um atum-fêmea e deu-lhe um envelope com um coração cor-de-rosa brilhante.
            Toda a gente ficou espantada.
            O atum-fêmea abriu o envelope e lá dentro estava uma carta de amor,
            Todos os peixes daquele oceano ficaram alegres e o oceano passou-se a chamar “Oceano dos dois atuns”.
Beatriz Leitão (7B)

A velhota
    Na praia, ao nascer do sol, um pirata cego devorou uma livro de receitas, e desatou a fugir. Ninguém percebeu o porquê de um pirata ter roubado um livro de receitas a uma velhota, devorá-lo e fugir.
    A velhota era meio cega, meio surda, meio careca, mas corria e andava muito depressa, como se tivesse 30 anos, todos admiravam isso nela e pensavam como é uma velhota de 80 anos andava tão depressa e sem ajuda de bengala.
    -Desculpem, esqueci-me de me apresentar, eu sou a Camila, e estou a contar-vos esta história. Continuando:
    Uma senhora disse-lhe:
    -Então, Maria Fernanda, não vai fazer queixa!?
    -Queixa do quê? - Perguntava a velhota confusa.
    -Então, um pirata rouba-lhe um livro e devora-o e não quer fazer nada?
    -Está a falar do quê?
    -Do que acabou de acontecer - dizia a senhora a ficar também confusa.
    -A velhota, quero dizer, hum... Maria Fernanda era mesmo cega, e então não sabia do que estava a senhora a falar!- Disse eu (o narrador).
    -Está a chamar cega a quem?- disse a Maria Fernanda.
    -Você foi roubada sem se aperceber!- disse eu.
    Então, a velhota desatou a correr rapidamente a tentar recuperar o seu livro.
Camila Pereira (7A)

As raparigas fugitivas
No fim de uma rua deserta, um grupo de amigas pintou uma porta carunchosa sem ajuda de ninguém. Passados alguns minutos, apareceu um guarda ao pé das amigas, e elas, com medo, começaram a correr, só que o guarda conseguiu apanhá-las e levou-as para a esquadra, e quem é que as amigas viram ? Uma vaca esfomeada a devorar um professor distraído com cara de poucos amigos e a vaca, assim que as viu, desatou a fugir com o professor na boca.
O guarda começou a correr para apanhar a vaca só que a vaca deu uma patada a um guarda que caiu no chão aos gritos, as amigas fugiram e foram para ao pé da porta e continuaram a pintar, fizeram tudo o que queriam, e desenharam uma vaca a correr com o professor na boca e um guarda no chão a gritar.
No outro dia, as amigas voltaram ao mesmo sítio, e num poste estava uma fotografia de três raparigas e dizia:
“Procura-se. Quem as encontrar é favor telefonar.”
Quando elas olharam bem para a fotografia e viram que eram elas começaram a fugir. E nunca mais apareceram naquela aldeia. 
Filipa Emídio (7B)


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O que pensamos sobre "A Aia"

Após o estudo do conto "A Aia" de Eça Queirós, os alunos tiveram oportunidade de fazer um comentário.

Publicamos, para já, o comentário da Carolina Fontes do 9ºA.

O conto de Eça de Queirós, “A Aia” , conta-nos a história de uma senhora que tomava conta do seu filho e do filho da rainha num castelo. Mas, um dia, o tio do príncipe quis roubar o herdeiro do trono para ser ele o novo rei, no entanto, a aia não deixou. Trocou os dois bebés e o tio rude levou o filho da aia por engano. A aia, desolada por ter perdido o seu filho, por fim, matou-se para que pudesse estar com ele na outra vida.

No geral, gostei do conto, está bem estruturado, tem uma linguagem simples e acho que a mexe com os sentimentos dos leitores.
Foi uma ato de muita lealdade que a aia teve para com a rainha e reino, pois preferiu perder o seu filho, a deixar que matassem o príncipe. Teve de ter muita coragem para ter essa atitude, pois custa-me imaginar o sofrimento de uma mão que perde o filho!...
Por outro lado, não sei se a atitude da aia foi a mais correta. Eu, no seu lugar, talvez não o fizesse. Um filho é sempre um filho e, na minha opinião, devemos proteger, cuidar, defender… o nosso filho.
No final, a aia demonstrou o seu amor pelo filho ao decidir ir ter com ele, acabando mesmo com a sua própria vida.
Trata-se uma história dramática com muita mistura de sentimentos que nos faz pensar que atitude iríamos ter, no tal momento, em que nem temos tempo suficiente para pensar nas consequências…
Carolina Fontes (9A)


[Imagens encontradas
 através da pesquisa no Google]

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Os verdadeiros amigos

Na terceira oficina de escrita do 9º Ano (turmas A e B), pedia-se que os alunos, partindo de uma frase de Confúcio sobre a amizade, apresentassem o seu ponto de vista, recorrendo, no mínimo a dois argumentos que deveriam ser devidamente exemplificados.


 Segundo Confúcio, ‘’Para conhecermos melhor os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso verificamos a quantidade e na desgraça a qualidade’’. Concordo com esta afirmação, pois há amigos que nos apoiam no sucesso mas, na desgraça, só os verdadeiros amigos estão lá para nos apoiar.
Há vários tipos de amigos: os que estão connosco para o bem ou para o mal, mas aqueles que ficam connosco em ambas as situações, esses são aqueles que devemos guardar para o resto da vida e não aqueles que estão só quando lhes convém.
Nas situações mais difíceis de vida, seja o que for, nessas alturas, vemos quem são os poucos amigos com quem podemos contar. Por exemplo, a minha avó está doente e eu tenho vários amigos, porém só contei esse acontecimento a um, o único em quem posso confiar!
Como podemos descobrir os amigos verdadeiros? Não é fácil, mas também não é difícil saber! Há algumas formas para saber isso: - No bem e no mal, quem fica contigo?- Quem se preocupa contigo, seja em que situação for? - Quem te apoia sempre, em tudo? Essa pessoa em que estás a pensar é um amigo verdadeiro, se ela está disposta a permanecer ao teu lado e ajudar-te no bem e no mal, então guarda-a para sempre!

Maria Arsénio (9B)

Confúcio disse, e com razão, que para conhecermos as pessoas que nos rodeiam tínhamos que conhecer os dois lados da história: o bom, e o mau!
Referiu também que quando estamos a viver uma fase melhor na vida aparecem sempre aqueles falsos amigos que se fazem passar por grandes pessoas/amigos, contudo, o interesse desses  "amigos", se é que podes chamar assim..., é o dinheiro, é poderem-se aproveitar da nossa boa fase para nos enganar.
Mas quando a dita boa fase acaba, vê-se ou apercebe-se que aquela ideia que tínhamos sobre eles não era a certa. Afinal,  as pessoas acabam sempre por se revelar. Mas também é nessas alturas que damos conta que nem sempre os nossos " melhores amigos " são aquilo que idolatrávamos, e que, embora não falando muito, as pessoas que nos parecem mais distantes são aquelas que nas piores alturas estão lá para nos apoiar. 
Agora pergunto-me, o que leva as pessoas a serem tão intriguistas, mesquinhas, e interesseiras? Acho cada vez mais que as pessoas só olham e se preocupam com o que é seu, e que se estiverem bem o mal dos outros não os afeta.
E esse tipo de coisas mói-me um pouco a cabeça porque não consigo entender o que passa na cabeça dessas pessoas sendo que estamos no século XXI, logo a mentalidade e a forma de pensar deveria estar mais evoluída. As pessoas aproximam-se umas das outras para ficarem bem vistas na sociedade e isso, irrita-me!
Mas, pronto, isto sou eu e as minhas ideias.
Ricardo Antunes (9B)


Segundo Confúcio, “Para conhecerem os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.”. Pois eu tenho uma opinião parecida, mas ao mesmo tempo totalmente diferente porque: se os amigos forem amigos, podemos contar com eles para tudo, pois todos os outros não são amigos, mas sim interesseiros. 
Dito isto será que é assim tão difícil diferenciar os amigos verdadeiros? 
A minha resposta a esta pergunta é, sim, é, pois os interesseiros só se aproximam nos bons momentos, só se aproximam pelos bens materiais, só se aproximam quando estão só;…
Amigo é aquele que não nos deixa ficar mal, quando estamos em baixo e nos levanta a moral, fazendo-nos acreditar que é possível sairmos dos maus momentos e quando temos sucesso estão lá e ficam contentes por nós.
Eu, pessoalmente, considero que tenho bons amigos e mais importante que isso verdadeiros, porque quando tenho objetivos que não estou a conseguir realizar dizem-me: “-Não desistas, vais conseguir, e se não conseguires já, consegues mais tarde.” e isso, parecendo que não, levanta-me a moral. 
Luís Silva (9B)

[Imagens encontradas
 através da pesquisa no Google]



sexta-feira, 13 de novembro de 2015

As crónicas do 9ºA e 9ºB (2015/16)

No 9º ano, estivemos a trabalhar a crónica. Desse trabalho foi pedido aos alunos que escrevessem também crónicas. O trabalho foi feito em sala de aula.
Publicamos, de seguida, alguns dos trabalhos.


Em pequena sonhava muitas vezes que voava. Era assim: estava muito bem com as pessoas, no quintal ou na sala, e nisto desinteressava-me da conversa.
Sempre fui assim, nunca prestei atenção a nada, estava sempre lá num canto, parado, no meu mundo.Lembro-me da minha mãe ralhar por eu não ir cumprimentar as visitas.
Na escola, estava sempre distraído, com o lápis ou até com uma mosca que passasse. Sentia que não precisava de ter amigos, e só tinha um e era imaginário. Chamava-se Larry. E assim passava as minhas tardes, a falar "sozinho" para os outros, mas numa conversa incrível com várias brincadeiras com o meu único amigo. Não falava com ninguém, apenas com os meus pais mas mesmo assim não era muito.
Os alunos mais velhos da escola batiam-me e chamavam-me estranho e eu não percebia. E assim foi a maior parte da minha infância e adolescência, até que um dia os meus pais morreram num acidente de carro. Fiquei sem chão, sozinho, e sem sítio para onde ir. Fui viver com os meus avós. Decidi abandonar a escola, tinha quinze anos e não sabia o que estava a fazer. Desde então estou sempre sozinho, num canto, parado, no meu mundo, à espera que alguém venha ralhar comigo.
Daniel Mouta (9B)


Em pequena sonhava muitas vezes que voava. Era assim: estava muito bem com as pessoas, no quintal ou na sala, e nisto desinteressava-me da conversa.
Começava a pensar como seria voar, ser uma super heroína, poder ter todos aqueles poderes, salvar as pessoas e acabava por não ligar nenhuma àquilo que se dizia na sala ou no quintal, estava num mundo só meu…
Só que, por vezes, sentia-me prejudicada, pois até nas aulas em vez de estar a prestar atenção, ou então, mesmo quando me diziam coisas importantes, eu estava no meu mundo e não ouvia nada daquilo que diziam.
Sempre foi assim desde pequenina até hoje…Começo a sonhar alto e é como se não estivesse aqui neste mundo, mas sim num mundo distante, onde posso ser aquilo que eu quero, fazer aquilo que eu quero, não ter ninguém a controlar-me, sem ninguém a dizer-me aquilo que posso ou não fazer. 
É positivo sonhar, pois saímos deste mundo por um bocado e vivemos os nossos sonhos de uma certa maneira, mas, por outro lado, é negativo, pois, por vezes, as pessoas querem falar connosco e acabamos por não prestar atenção e não ouvir.
De dia para dia, noto que os sonhos vão diminuindo, acho que estou cada vez mais crescida e tenho cada vez mais os pés bem assentes na terra.
Carolina Vicente (9B)


Desço as escadas para a garagem, já guardei o cadeado da minha bicicleta na mochila que levo às costas. Vou sair agora de casa, vou para a escola de bicicleta, mas já estou atrasada. Já vou a caminho. Está tudo silencioso, fazendo-me ouvir apenas o barulho das rodas da minha bicicleta que rodam depressa. Não quero chegar a atrasada. Entro na primeira rotunda e viro à direita, já não há silêncio, já não oiço o barulho das minhas rodas, já só oiço o barulho dos carros à minha volta, buzinas de carros de pessoas que estão tão atrasadas como eu.
Não preciso de ficar parada no trânsito, posso passar por entre os carros, estou numa bicicleta, vou para a escola e estou atrasada. Para quê ficar ali à espera? 
Passo à frente de todos e de toda a gente, olham todos para mim com ar de inveja de não poderem fazer isto, têm todos um ar cansado assim, um pouco a dormir em pé, talvez alguns nem tenham dormido! Estou a chegar à escola, nem uma bicicleta, só vi carros, camionetas, camiões e mais carros. Como seria se toda esta gente fosse para o trabalho de bicicleta? Bem, se calhar alguns não podem, porque vivem muito longe do trabalho…
Mas se todos andassem de bicicleta talvez as coisas fossem melhores, e cada vez vejo menos bicicletas. Como será daqui a uns anos? Não sei, não quero imaginar, mas eu não vou deixar de andar de bicicleta, não quero seguir esse exemplo.
Cheguei à escola, parei a minha bicicleta e prendi-a com o cadeado. Olhei para ela orgulhosa, sorri. Virei costas e fui a correr para a aula de português. 

Rita Mesquita (9B)

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Desafios ortográficos

Iniciou já a atividade "Desafios ortográficos", desenvolvida no âmbito do Projeto "A Hora das Palavras". Trata-se de uma atividade que tem a sua inspiração no programa matinal da RTP "Bom Português" e que tem sido desenvolvida no Agrupamento desde o ano letivo de 2011/12. 

Equipas de dois alunos circulam pelo espaço da escola, durante o maior intervalo da manhã, com uma ardósia onde está escrita de duas formas (uma correta, outra incorreta) uma palavra. O objetivo é perguntar aos colegas, professores e funcionários com quem se cruzem, sobre qual é a forma ortográfica correta. Esta atividade é dinamizada pelos alunos do sétimo ano da Escola Dr. João das Regras e, neste ano, envolve já duas das turmas: 7ºA e 7ºB. Pretende-se que até ao final do ano letivo, todas as turmas tenham oportunidade de dinamizar. Acrescente-se, ainda,  que a atividade não é obrigatória.

Ao fim do dia, a solução é afixada num placard ao lado da Reprografia. Passarão a ser, também, afixados, nesse placard, os resultados dos inquéritos. Apresentamos, de seguida os resultados das três últimas semanas:


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Uma história a partir de ilustrações

Partindo de um conjunto de ilustrações do manual, os alunos tinham de escrever um texto narrativo condicionados pelo seguinte início: "Naquele dia, o Pedro saíra de casa..."

Esta foi a primeira proposta de escrita feita, em sala de aula, aos alunos do 7A e 7B.
Iremos publicar alguns dos textos e começamos com o da Catarina Sampaio do 7A:



Naquele dia, o Pedro saíra de casa, ele queria explorar o mundo, ver mais do que já tinha visto. Então, teve uma ideia: ligou a uma tia já afastada e com a qual mal comunicava, mas apesar disso ligou-lhe.
Quando a tia já tinha atendido, ele perguntou se podia ir ter com ela para visitar a fábrica onde a tia trabalhava. A tia disse que claro que sim e que tinha muito gosto que ele fosse lá quando quisesse.
Então, o Pedro apanhou um autocarro e partiu para a aventura…
Quando chegou, a tia já o esperava e ficou muito contente de o ver, mostrou-lhe tudo o que conhecia naquela fábrica. O Pedro estava muito feliz e entusiasmado por aquela fábrica tão grande e misteriosa. Infelizmente, a tia teve de ir trabalhar e ele ficara sozinho, então observou tudo, correu por todas as salas até que encontrou uma porta muito pequena em que talvez só duendes conseguissem lá passar. Entretanto encontrou uma poção mágica que o fazia encolher, usou-a e entrou naquela pequena porta. O corredor era muito escuro e assustador, mas Pedro não tinha medo. Quando aquele caminho acabou, viu que estava no segundo andar, espreitou por um orifício e viu dois homens a conversar sobre coisas que ele não conhecia, mas foi investigar. 
Nalguns livros encontrou muita informação e contou à tia. Segundo a informação que Pedro recolheu, estavam a preparar um roubo. Depois o Pedro e a tia confrontaram os homens e eles assumiram tudo. Graças ao Pedro e à sua tia os homens não roubaram nem poções nem relógios.

Catarina Sampaio (7A)


sábado, 31 de outubro de 2015

Memórias


No teste diagnóstico do 9º ano, deste ano, no Grupo IV, pedia-se aos alunos  que escrevessem um texto narrativo (com um mínimo de 140 e um máximo de 240 palavras), em que evocassem um episódio passado na escola, salientando alguém que tivesse sido marcante nesse período da vida.
Partilhamos, de seguida,  alguns textos.


Um acontecimento da minha infância
Relembro-me que, quando tinha cerca de três anos, no meu dia de anos, os meus pais organizaram uma festa na nossa casa, decoraram o jardim, pondo uma mesa gigante para os convidados.
Nesse dia, brinquei no meu escorrega novo, oferecido pelo meu padrinho, e, nos anos seguintes, o mesmo ritual prosseguiu-se. Enquanto crianças, adoramos festas, presentes e tudo mais, parece que temos uma energia fenomenal e que tudo é mágico, mas, ao longo dos anos, parece que as festas de aniversário perdem a ‘’magia’’ que tínhamos, enquanto pequenos.
Não sei, será que essa ‘’magia’’ voa quando crescemos?
Talvez seja por isso, perdemos a inocência, já não ligamos aos brinquedos e outras coisas, mas eu acho que todos temos um lado criança.
Somos adultos e temos outras preocupações, daí veem o porquê, pois em pequenos não temos de nos preocupar com nada, ou, se calhar, a nossa única preocupação é porque caímos e esfolamos o joelho.

A nossa solução é aproveitar a vida e ver sempre o lado bom, mesmo que sejamos novos ou velhinhos, o importante é ser feliz.
Maria Arsénio (9B)

Há cinco anos, no meu 4º ano, era boa aluna, e tinha, normalmente, a nota "Bom" ou "Excelente" e era, como ainda sou, uma rapariga educada que acatava as ordens dos professores.
  Devido a uns problemas familiares, as minhas notas no 2º período, a matemática, desceram imenso e tive o meu primeiro "Suficiente" na vida. Não era uma negativa mas era uma nota baixinha para as capacidades que tinha. Fiquei desapontada com a nota, pois foi a primeira positiva baixinha e  essa nunca se esquece! Mas sobretudo percebi o quão desapontada a professora ficou.
 
No final da aula, a professora chamou-me à parte e perguntou se estava tudo bem comigo e se havia alguma razão para aquela nota, expliquei-lhe que havia uns pequenos problemas lá em casa mas que tudo se iria resolver e que a minha nota iria subir (apesar de ter apenas nove anos sempre fui muito responsável). A professora disse que sim com a cabeça e depois disse-me que era uma aluna brilhante e para não desperdiçar as minhas capacidades e que, apesar de ser a minha professora, também era uma amiga.
  O certo é que no teste seguinte voltei a ter uma boa nota e passei a gostar ainda mais da professora que me ajudou numa fase complicada, ainda hoje me lembro dela em certas situações da minha vida.

Mariana Ribeiro (9A)

sexta-feira, 26 de junho de 2015

DIZER AS PALAVRAS / ESPECIAL ("Dia da poesia"): "Pastor" de Eugénio de Andrade

ATIVIDADE 
POEMA DO DIA
  • "Pastor" de Eugénio de Andrade, Portugal, dito por Vanessa Ramos (8B).

quarta-feira, 17 de junho de 2015

DiNotícias, 2ª Edição (2014/15)

Na 2ª Edição do DiNotícias, n.º 10 (maio de 2015), foram publicados três trabalhos escritos decorrentes de atividades desenvolvidas nas aulas de português. Faremos ainda a publicação de um quarto texto: texto que fiou em 1.º lugar na Categoria A do Concurso de escrita do Festival "Livros a Oeste". 
O primeiro texto foi sugerido nas turmas do sétimo ano e pretendia-se saber o que os alunos entendiam sobre "poesia". Tratava-se, pois, de redigir uma breve nota, observação.
O segundo texto aconteceu numa das muitas propostas de escrita sugeridas num dos testes escritos: texto de opinião/argumentativo sobre dar presentes ou não, tendo a proposta sido feita numa turma do oitavo ano.  Na terceira publicação, aparecem várias observações de crítica ao número anterior do jornal, tratando-se, assim, de vários olhares sobre o DiNotícias.
Por fim, publicamos o texto vencedor, na categoria A do Concurso de escrita "Livros a Oeste".

O que é a poesia?

 
Para mim a Poesia é um oceano cheio de temas , pois eu digo isto pelo facto de usarmos na poesia os temas , os sentidos, as palavras, afinal, tudo o que quisermos.
Para mim, um bom poeta é quem tem uma grande imaginação, porque com isso tudo é possível;  basta estar inspirado e de um sentido saem palavras e logo quatro versos ou mais!
A poesia é a beleza da vida e é também os desabafos das pessoas quando não conseguem falar de outra forma.
(Daniela Ribeiro, 7E)



Acerca de dar e receber presentes – Uma reflexão
Como escolhemos os presentes que damos? O que sentimos quando recebemos presentes?

Normalmente, só costumo dar presentes quando alguém faz anos, ou em alguma data especial, não sou muito de dar presentes, sou mais daquelas pessoas que gosta de receber.
Gosto de dar presentes quando já sei o que quero dar, por exemplo, quando já tenho uma ideia em mente.
Adoro ver as pessoas felizes quando eu dou um presente que elas não esperavam mas de que gostaram bastante, ou quando dou, de vez em quando, presentes de surpresa.
Toda a gente gosta de ser surpreendida e eu que o diga, adoro ser surpreendida!!! Mas também gosto de surpreender, sinto-me feliz com a felicidade das outras pessoas.
Ter uma má experiência propriamente não tenho mais tenho sempre aquele receio de que quando vou oferecer algo a uma pessoas e não sei os gostos dela, penso sempre que ela não gostou, penso sempre logo em quando eu recebo presentes e não gosto e digo à pessoa que gostei, só para ela não se sentir mal, penso logo que é isso que me pode acontecer...
(Jessica Oliveira, 8A)




O Jornal escolar para muitos é apenas papel, mas para outros é uma forma de se comunicar, saber o que acontece no Agrupamento.
O DiNotícias tem a primeira e última páginas a cores o que, na minha opinião, dá um ar mais “vivo” ao jornal.
(Daniel Mouta, 8B)

Atualmente, é distribuído aos alunos do Agrupamento, gratuitamente, um exemplar de cada edição do jornal escolar – DiNotícias. E isso é muito positivo, já que assim todos ficamos a saber de todas as atividades que acontecem no Agrupamento inteiro, o que de outra forma não saberíamos.
(Carolina Vicente, 8B)

Um aspeto que também me aprece útil é o facto de quase todas as páginas terem publicidade, porque, às vezes, encontramos “coisas” que procurávamos.
(Rodrigo Gomes, 8A)

Acho que é muito bom, na primeira página, haver uma amostra do que se pode encontrar nas páginas do jornal.
Outro aspeto positivo é facto de haver palavras cruzadas. Acho interessante terem-nas incorporado no jornal.
Para mim, a única parte menos positiva é o tamanho das letras. Considero que sejam pequenas.
No geral, o jornal é muito satisfatório. Há mais aspetos positivos do que negativos, o que é bom.
Seria importante todos os Agrupamentos terem um jornal para mostrar todas as atividades que são feitas. Eu, por exemplo, antes de ler o jornal de mais de metade das atividades que tinham sido realizadas.
(Joana Pimenta, 8A)

Para mim, o DiNotícias é bastante bom, mas há aspetos de que gosto menos. Por exemplo, há alguns textos que são escritos ou pelos alunos ou pelos professores que são demasiado extensos. Acho que ao ler um texto muito longo, num jornal, se perde um pouco do interesse. Não digo que devam ser curtos, mas sugiro que sejam menos extensos.
(…)

Gosto bastante do facto da capa ser a cores e o interior ser a preto e branco, porque a primeira página é o mais importante e nela destacam-se os acontecimentos mais importantes.
(Jessica Oliveira, 8A)

Com a leitura do DiNotícias paercebemo-nos de imensas atividades que foram realizadas e que não nos tínhamos apercebido.
(…)
Podemos também participar na construção do jornal, por exemplo, escrevendo artigos. Sim, porque o jornal é feito por alunos e por professores o que é algo de bom os alunos poderem também participar.
(Maria Lopes, 8A)

Na minha maneira de ver, o facto do jornal ter um tamanho relativamente grande, é algo positivo, pois chama mais a atenção e torna-se mais engraçado de ler.
(Mafalda Abreu, 8A)


A princesa do futuro
Era uma vez uma princesa que vivia numa torre, que era tão alta que chegava às nuvens, estava a passear pelo seu jardim, a colher flores. A princesa tinha cabelos castanhos encaracolados, vestia um vestido azul comprido até aos pés com uma fita de seda branca à volta da sua barriga.
Esta princesa chamava-se Jacinta e não era como uma qualquer princesa. Além de bonita, era teimosa e rebelde. Sonhava todos os dias com o futuro, pois queria mudar o mundo. De dia, ia para o jardim apanhar flores, rebolava na relva e olhava para as nuvens; de noite, olhava para as estrelas e contava-as uma a uma. E era feliz assim.
A Jacinta dava-se muito mal com a sua irmã, porque esta era muito controladora e, por isso, estava sempre a discutir.
Num belo dia, a princesa decidiu sair do seu jardim para ir ver como eram as aldeias do seu reino, uma vez que nunca tinha saído do seu palácio e isso acontecia, porque a sua irmã estava sempre a controlá-la para que ela não saísse.
Mas naquele dia conseguiu fugir à vigilância da sua irmã e logo que saiu dos portões deparou-se com uma máquina gigante. Ficou curiosa e apressou o passo para descobrir o que era aquilo ali no meio do caminho.
Trata-se de uma máquina grande e cheia de botões. Uns azuis, outros amarelos e houve um que lhe chamou particularmente a atenção: era um botão grande, maior que os outros, e vermelho. Quase sem pensar a Jacinta levantou o braço e carregou no botão grande e vermelho. Logo de seguida apareceu uma luz branca e intensa. A princesa ficou assustada mas isso não lhe “matou” a curiosidade, já que tornou a levantar a mão para, desta vez, tocar na luz branca e intensa. Deixou de ver a sua mão. Experimentou pôr a perna também na luz e aconteceu o mesmo. Sentia essas partes do corpo, mas não as conseguia ver. Então, encheu-se de coragem e soltou toda para dentro da luz.
Desmaiou.
Passado, não se sabe quanto tempo, a princesa Jacinta acordou deitada num chão de cimento e perguntou:
- Onde estou?
- Estás em Maralo – respondeu-lhe uma rapariga de olhos verdes e com roupa do futuro que estava de pé a olhar para ela. Os cabelos eram loiros, e calçava umas botas compridas até aos joelhos e por cima trazia um vestido preto. A Jacinta que não conhecia aquele local nem tão pouco percebeu que roupa aquela rapariga trazia, e, por isso, perguntou:
- Mas onde é esse local? E porque estás vestida dessa forma?
- Isto é o futuro. Estamos no ano de 2015 e eu estou vestida assim porque é o que está em moda.
Jacinta levantou-se e começou a olhar à volta. Aquele mundo era cinzento. Não havia campos de relva, pois estavam todos ocupados com edifícios e pontes. Para onde quer que olhasse, só via o seu reflexo porque as paredes dos prédios eram autênticos espelhos envidraçados. Não havia carroças, nem carros, nem vestidos compridos…Estava tudo tão diferente.
Então, de repente, a rapariga dos olhos verdes e roupa do futuro disse:
- Chamo-me Carlota. E tu?
- Jacinta . - respondeu a princesa. E logo a seguir a Carlota fez a pergunta que a Jacinta não estava mesmo nada à espera.
- Jacinta, diz-me, como é que eu volto para casa? A Jacinta pensava que a menina dos olhos verdes morava naquela terra, por isso, ficou muito admirada com aquela pergunta. E respondeu fazendo outra pergunta:
- Então, tu não moras aqui?
- Não, só me lembro de uma luz brilhante. E estou a ficar assustada porque ainda há cinco minutos, esses edifícios altos e carroças modernas não existiam.
A Carlota pressentia que algo estava mal com a Jacinta. Parecia que nunca tinha visto nada. Por seu lado a Jacinta parecia uma alucinada. Olhava para tudo como se estivesse só a fazer descobertas muito importantes.
A certa altura do seu percurso, ambas caminhavam lado a lado, a Carlota deu um berro. Acabara de ver o arco gigante. Logo a seguir, procurando na máquina, encontrou o botão vermelho. Depois explicou à Carlota que tinha sido por causa daquela máquina e principalmente por causa daquele botão que tinha ido parar àquele sítio. A Carlota garantiu que nunca tinha visto nada como aquilo. Mas mesmo assim, resolveu começar a pesquisar sobre o que seria aquela coisa monstruosa.
Analisou ao pormenor todos os botões. E a certa altura encontrou um autocolante que dizia: Não tocar, equipamento altamente perigoso.
A Carlota pensou, pensou e pensou até que chegou uma ideia à cabeça.
Aquela máquina era parecidíssima com uma cujos planos ele tinha ajudado a fazer. Por isso, podia dizer sem medo de dizer que aquela máquina era uma máquina do tempo. E a Jacinta, meio confusa, perguntou:
- O quê? Uma máquina do tempo?!
- Uma máquina do tempo é uma máquina através da qual podes recuar ou avançar no tempo. E eu sei isso porque só me lembro de ver desenhos animados ou de ler nos livros. Porém nunca tinha visto uma ao vivo. A nossa tecnologia é avançada, mas não tanto, para construir uma máquina destas. No teu caso deves ter avançado no tempo e isso quer dizer que és daqueles tempos dos reis e rainhas, certo?
- Sim, - respondeu a princesa Jacinta cada vez mais confusa. – Mas agora não existem reis?! – perguntou incrédula.
Mas a Carlota não lhe respondeu. Naquele momento estava mais preocupada em conseguir enviar, de novo, a princesa Jacinta para casa. Por isso, resolveu tentar arranjar a máquina. Com algum tempo e muita paciência lá conseguiu descobrir o problema que demorou cerca de dois dias a resolver.´
A Jacinta ficou sem saber a razão pela qual tinha ido parar àquele local tão estranho cheio de pessoas aparentemente normais, mas muito diferentes. 
Vanessa Ramos (8B)


sexta-feira, 12 de junho de 2015

3º Concurso de Palavras Cruzadas | DiNotícias

No início do 3º Período, realizou-se, nas aulas de português, a Prova  para o 3º Concurso de Palavras Cruzadas - DiNotícias.

Estiveram envolvidas 44 equipas de dois a quatro elementos, num total de 157 alunos do 3º ciclo do Agrupamento .

A Prova consiste na resolução de um exercício de palavras cruzadas feito, tendo por base, essencialmente, a primeira edição do DiNotícias publicado no presente ano letivo (janeiro/2015).

Trata-se de uma iniciativa que vai já na 3º edição e tem tido aceitação por parte  dos alunos, particularmente, nos 7º e 8º Anos. Assim, de uma forma lúdica, além de se desenvolver a competência da compreensão, promove-se a leitura do jornal escolar.

Pelo Regulamento, é premiada a primeira equipa de cada um dos anos do 3º Ciclo: 7º, 8º e 9º Anos.
Os prémios e certificados de participação serão entregues aos alunos pelos  respetivos professores de português, sendo os prémios oferta da Porto Editora.

Resultados (clicar).