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sexta-feira, 12 de junho de 2015

3º Concurso de Palavras Cruzadas | DiNotícias

No início do 3º Período, realizou-se, nas aulas de português, a Prova  para o 3º Concurso de Palavras Cruzadas - DiNotícias.

Estiveram envolvidas 44 equipas de dois a quatro elementos, num total de 157 alunos do 3º ciclo do Agrupamento .

A Prova consiste na resolução de um exercício de palavras cruzadas feito, tendo por base, essencialmente, a primeira edição do DiNotícias publicado no presente ano letivo (janeiro/2015).

Trata-se de uma iniciativa que vai já na 3º edição e tem tido aceitação por parte  dos alunos, particularmente, nos 7º e 8º Anos. Assim, de uma forma lúdica, além de se desenvolver a competência da compreensão, promove-se a leitura do jornal escolar.

Pelo Regulamento, é premiada a primeira equipa de cada um dos anos do 3º Ciclo: 7º, 8º e 9º Anos.
Os prémios e certificados de participação serão entregues aos alunos pelos  respetivos professores de português, sendo os prémios oferta da Porto Editora.

Resultados (clicar).

domingo, 1 de março de 2015

DiNotícias, 1ª Edição (2014/15)

Na 1.ª Edição do DiNotícias de 2014/15, n.º 9, enviámos para publicação um texto de opinião sobre a leitura. Foi uma proposta de escrita desenvolvida em turmas do oitavo ano.

"O direito de ler não importa o quê"
Na mina opinião, acho que cada um tem direito de ler aquilo que quer, porque, se formos obrigados a ler aquilo que não queremos e gostamos de ler, perdemos o interesse do livro.
Existem vários tipos de livros: os de romance, de ação, de ficção científica e de terror.
Por exemplo, um rapaz gosta de filmes de romance, nós não podemos gozar ou criticar os outros, cada um tem um gosto diferente, se gostarmos todos do mesmo, não tinha piada conhecer novas pessoas, perguntar-lhes os seus gostos, pois já sabíamos a resposta, então a vida seria uma "seca".
Nós humanos, não somos iguais, nem por dentro, nem por fora.
Temos aspetos e gostos diferentes uns dos outros. Existem pessoas que gostam de romance, outras de terror, ... E, por isso, existe um tipo de livro para cada gosto da pessoa, assim temos mais interesse em lê-los.
Mariana Faria (8B)




segunda-feira, 30 de junho de 2014

DiNotícias, 2ª Edição (2013/14)

Na 2.ª Edição do DiNotícias, junho de 2017, n.º 8, foi publicada a apreciação crítica , Um olhar sobre o DiNotícias, da autoria de Ana Carolina Ferreira (9B). Começava desta forma a rubrica Um Olhar sobre o DinNotícias, uma parceria com a equipa responsável pela construção do jornal. Tem sido desde então publicado um "Olhar" na segunda edição de cada ano a partir da 1.ª edição.
Foi ainda publicada a reportagem sobre o 2.º Concurso de Palavras DiNotícias, feita por Carolina Bonifácio (9B).
Damos também conta de uma artigo de fundo elaborado em parceria entre as responsáveis pelos dois projetos de leitura dinamizados no Agrupamento:  "Um livro sempre à mão" (professora Lurdes Neto) e "Ler, lazer e aprender" (professora Rosalina Simão Nunes).


Um olhar sobre o DiNotícias
Se há algo que é importante para uma comunidade escolar é o seu próprio jornal. Todas as escolas deveriam ter um para todos poderem conhecer aquilo que os alunos e professores fazem. Dou imensa importância ao jornal escolar, primeiro que tudo, porque no jornal encontramos várias notícias sobre o que aconteceu nas várias escolas do Agrupamento. É a partir da leitura do Dinotícias que descobrimos a quantidade de atividades existentes que são muitas e quase sem nos apercebermos… O que é muito importante.

Depois, a forma como o jornal está organizado dá logo uma motivação enorme, passo a explicar, o jornal na sua capa e na sua parte detrás está a cores com alguns grandes títulos para dar a conhecer o “maior” que aconteceu, depois aborda algumas frases e mostra o assunto e a página para podermos perceber o que se encontra nele. E assim que o encontramos e começamos a desfolhar é percetível ver a sua forma de organização. Já dentro do jornal Dinotícias, tudo se encontra a preto e branco, com algumas imagens e textos que os professores encarregados por essa atividade fizeram e ainda com um rodapé em várias páginas dos patrocínios. Ainda é possível distinguir a letra e o seu carregamento na cor preta… e ainda a forma como estão escritas para dar alguma energia e motivação de leitura. Tem também alguns jogos, como é o exemplo das palavras cruzadas e tem também algumas sugestões de filmes.
Considero muito importante a leitura das palavras do diretor no início do jornal, Dirige-se aos alunos, aos professores, à escola, e fala da “boa educação”, do sucesso, das experiências e de tudo o resto. São sempre palavras importantes e de força para todos lerem.
Ana Carolina Ferreira (9ºB)

2.º Concurso de Palavras Cruzadas
O concurso é desenvolvido no âmbito das atividades do Clube "A Hora das Palavras" e tem, na sua organização, a colaboração dos professores de português do 3º Ciclo. Neste ano, foram colaboradores diretos o professor João Ferreira, a professora Sandra Barbosa e a professora Rosalina Simão Nunes. 
Neste Torneio podiam participar todos os alunos do 3º ciclo que frequentem as escolas do Agrupamento (EB Dr. João das Regras e de Ribamar) e que, obviamente, fizessem a inscrição dentro do prazo imposto junto dos professores de português das respetivas turmas. Não esquecendo que tinham de formar equipas de dois elementos, podendo estes ser de turmas diferentes. O Regulamento foi publicado na 1º Edição do DiNotícias deste ano (Janeiro/14, pág. 18).
Os objetivos essenciais do Torneio das Palavras Cruzadas são: estimular a actividade mental, desenvolver a competência da leitura, promover a leitura do jornal do Agrupamento e desenvolver o espírito de equipa e interajuda.

O Torneio realizou-se no dia 28 de abril nas bibliotecas da Escola EB Dr. João das Regras e da Escola de Ribamar. Inscreveram-se 29 equipas, dando portanto, um total de 58 alunos. Estiveram presentes no dia da Prova 23 equipas, logo, 46 alunos. As equipas tiveram 1h00 para realizar a atividade, tendo hipótese de usar 30 minutos adicionais de tolerância. Era essencial levar, por equipa, pelo menos, um exemplar da 1.ª Edição do DiNotícias de 2013/14.
Nas provas constaram um conjunto de palavras cruzadas feitas com base na 1ª Edição do jornal do Agrupamento, DiNotícias (2013/14) e algumas perguntas de caráter interpretativo.
A prova tem um valor máximo correspondente ao número de palavras que têm de ser descobertas, cada palavra correta vale um ponto. Em caso de empate, é tido em conta o tempo que cada equipa demorou a resolver a prova.
Na minha opinião, todos os objetivos desta atividade foram cumpridos, gerando sempre algum espírito de competição saudável.
Esta é segunda vez que eu e outros colegas participamos no Torneio das Palavras Cruzadas e todos concordamos que desta vez correu bastante melhor, pois já trazíamos alguma experiência da primeira vez em que tínhamos participado e a nossa capacidade de interpretação também já está mais estimulada e desenvolvida. Os resultados já foram apurados. Brevemente serão publicados na página do site do Agrupamento. Damos aqui conta dos cinco primeiros lugares. Os prémios serão entregues durante a Festa do Agrupamento, no encerramento do Ano Letivo.
1º Lugar – Francisco Marques e Francisco Pignatelli (9ºA / JRegras)
2º Lugar – Andriana Tepordei e Inês Almeida (9ºB / JRegras)
3º Lugar – Lara Kwai e Francisco Barreto (9ºB / JRegras)
4º Lugar – Ana Sofia Pereira e Eva Silva (8ºA / JRegras)
5º Lugar – Cátia Santos e Inês Baltazar (9ºB / JRegras)

Muitos Parabéns a todos os que participaram.
Carolina Bonifácio (9ºB)



Promoção da leitura – dois projetos, um objetivo

Neste artigo, iremos apresentar, em conjunto, os dois projetos de leitura do nosso Agrupamento: “Um livro sempre à mão” e “Ler, lazer e aprender”. Considerámos pertinente este assunto, porque urge explicar à comunidade a razão pela qual no Agrupamento D. Lourenço Vicente coexistem dois projetos de leitura, que, curiosamente, e sem que isso tivesse sido pensado, acabam por se complementar como esperamos fique explicado no final deste trabalho.
Assim, no princípio do ano letivo, um dos assuntos que esteve em discussão na primeira reunião do departamento de português foi a definição do projeto de leitura do Agrupamento. Ora, quer o projeto “Um livro sempre à mão”, quer o projeto “Ler, lazer e aprender”, são desenvolvidos há já alguns anos nas escolas EB de Ribamar e EB 2,3 Dr. João das Regras, respetivamente. Logo, da discussão ficou decidido que ambos os projetos coexistiriam, podendo os professores das duas escolas, em conselho de turma, e atendendo às características dos alunos, escolher o projeto que melhor se adaptasse.
Mas contemos um pouco da história dos dois projetos para se perceber melhor do que estamos a falar.
“Um livro sempre à mão” – O projeto nasceu há alguns anos decorrente de experiências partilhadas por outros estabelecimentos de ensino promotoras da leitura individual e autónoma. Na sua génese esteve a ocupação dos tempos de pausa resultantes de ritmos de trabalho diferentes dos alunos, no contexto da sala de aula. Estávamos no início da corrente do projeto Ler + do Plano Nacional de Leitura visando o desenvolvimento do gosto pela leitura, tarefa lúdico-pedagógica, e o conhecimento dos grandes autores lusófonos e de outros países. Também se privilegiou a deslocação do aluno ao espaço da BE de Ribamar como forma de tomar contacto com a elevada oferta do seu fundo documental.

Com a passagem do tempo e o sucesso da implementação do projeto, esses momentos de leitura silenciosa saíram do espaço da disciplina de Língua Portuguesa e foram acarinhados e valorizados por outras disciplinas do currículo do aluno.
Assim, consideramos que o mesmo foi e é uma mais-valia na divulgação da literatura e no enriquecimento pessoal de cada aluno, apesar de ainda termos de caminhar para que a leitura faça parte da vida diária de cada aluno.
 “Ler, lazer e aprender” – A ideia de desenvolver este projeto aconteceu no âmbito de uma ação de formação com o mesmo nome onde se pretendia “encontrar uma relação forte entre o nível de desempenho de leitura dos alunos e o tempo dedicado a atividades linguísticas, em geral, e à leitura, em particular, ou seja, lerá melhor quem ler mais e lerá mais quem ler melhor” (Moniz, 2006).
Portanto, este projeto parte da leitura livre, regular e sistemática. Concretiza-se numa atividade de 15 min. diários de leitura silenciosa (autónoma) iniciais em diferentes disciplinas, mediante a elaboração de um calendário elaborado a partir da disponibilidade das várias disciplinas. Todo o processo é coordenado por um professor do conselho de turma, preferencialmente, o de português que é sempre quem apresenta o projeto aos conselhos de turma.
A ação de formação ocorreu no ano letivo de 2005/06 e é desde essa altura que o projeto é desenvolvido na escola EB Dr. João das Regras, portanto, há 9 anos.
Entretanto, foram criados materiais que permitem recolher dados de forma a controlar o tempo usado para a atividade de leitura, bem como formas de controlar a regularidade com que os alunos trazem os livros assim como o registo dos livros que leem. A par da atividade de leitura silenciosa, outras atividades foram surgindo. Por exemplo, o passaporte da leitura, a apresentação das leituras (uma por período), cronologias das leituras, à conversa (com encarregados de educação, familiares e/ou amigos dos alunos) sobre a importância da leitura, marcadores e até um sarau da leitura já foi feito.
TESTEMUNHOS
Ao longo destes anos, muitos foram os alunos que aprenderam a ler, a gostar de ler e ter o hábito da leitura por causa destes dois projetos. Fomos à procura de alguns desses testemunhos. Partilhamos também a opinião de duas professoras.
“O projeto “Um Livro sempre à mão” foi muito importante para mim, pois agora conheço mais histórias e também tenho mais criatividade para as criar. Este projeto de leitura também me proporcionou o contacto com uma grande diversidade de livros o que aumentou o meu gosto e interesse pela leitura e também o hábito de ler de livre vontade.”
José Maria Marques
7ºano/Ribamar

 “ O projeto “Um livro sempre à mão” existe desde que frequento esta escola e tem como objetivo que nós leiamos mais, pois há muitos que pouco leem ou mesmo nada. Assim, quando termino algum teste ou outra atividade e aguardo pelos meus colegas, posso ler o livro que trago sempre na minha mochila. Algumas vezes, tive de realizar algum tipo de trabalho sobre o livro que li.
Gosto do projeto e espero que o mesmo continue, porque a leitura ajuda-nos a descobrir outras experiências e a desenvolver a criatividade e a escrita. Não importa o tamanho do livro, o que interessa é criar o hábito de ler todos os dias um pouco sem sermos obrigados.”
Catarina Miguel
9ºano/Ribamar
 “O que me ajudou a formar, no nono ano, o hábito de ler com maior frequência foi sem dúvida o projeto “Um Livro sempre à mão”. É com orgulho que afirmo que me tornei uma autêntica devoradora de livros. Penso que tenha sido o ano em que li maior quantidade de obras, e hoje sinto pena por não conseguir ler tantas, porque ler é dos melhores passatempos que podemos ter.  (…) O projeto “Um Livro sempre à mão” mostrou àqueles que nele participaram as inúmeras vantagens de ler, e acredito que muitos dos alunos que com esse projeto descobriram o gosto pela leitura, não sejam destes alunos que hoje só leem aquilo a que são obrigados. .(…) Assim, tenho a agradecer ao projeto “Um Livro sempre à mão” por me ter ajudado a perceber que podemos ler em qualquer lugar, mesmo que por apenas cinco minutos, porque podemos assim formar importantes hábitos de leitura. “
               
Carolina Miguel
11º ano/Secundária Lourinhã

O projeto "Ler, lazer e aprender" além de me ensinar a escrever melhor, deu- me também a conhecer a paixão que se ganha ao ler. Este projeto fez nascer  em mim o gosto pela leitura de tal forma que passei a ter de ler por necessidade todos os dias. E mantenho, hoje, esse hábito.
Fátima Joaquim
Ex-aluna da Escola EB Dr. João das Regras

“O «Ler, lazer a aprender» é um projeto fantástico, tendo em conta que os alunos chegam ao 9º ano a gostar verdadeiramente de ler. Por vezes, solicitam orientação na escolha dos livros e dá-lhes prazer partilhar a análise das leituras realizadas.”
Ana Crespo, professora de História que participa
 no Projeto “Ler, lazer e aprender” há 5 anos.

“Pela primeira vez no Agrupamento, achei a ideia do projeto “Ler, lazer e aprender” útil no despertar pela leitura de outros temas. Um dos aspetos mais interessantes que encontro é o facto dos alunos gostarem de partilhar o que estão a ler o que me permite, também, partilhar as minhas leituras. Não posso também deixar de referir que desse hábito de terem o livro para ler nos 15 minutos diários, pedem muitas vezes para ler, quando acabam uma tarefa ou depois de acabarem os testes. Sinto, acima de tudo, que os alunos de uma forma geral, gostam de estar a ler.”
Andreia Rodrigues, professora de Ciências Físico-Químicas,
a participar, pela primeira vez, no projeto.

E parece-nos que, por agora, cumprimos o objetivo deste trabalho: apresentar os dois projetos de leitura do Agrupamento. E, tal como dizemos, no início, são dois projetos que, afinal, se complementam. Muitas vezes, os alunos que desenvolvem o projeto do “Ler, lazer e aprender”, no fim das tarefas, e enquanto esperam por novo trabalho ou quando acabam os testes antes do tempo, pedem aos professores licença para ler, concretizando, por isso, o projeto “Um livro sempre à mão”.

Lurdes Neto
Rosalina Simão Nunes





domingo, 6 de abril de 2014

DiNotícias, 1ª Edição (2013/14)


Na 1ª Edição do DiNotícias deste ano letivo foi publicada uma crónica da Maria Carolina Matos  do 9ºB,  texto resultante de uma proposta de escrita, na disciplina de português.
No jornal, recorte que deixamos aqui do lado esquerdo, pode ser lida na página 14. Deixamos em baixo o texto para facilitar a leitura. 



Não tenho a certeza da idade, mas sei que tinha a suficiente para poder andar sozinha e ser independente, cerca de dez anos.
Amava andar de um lado para o outro nos subúrbios. Um lugar maravilhoso, tudo verde, bem cuidado, com um céu mágico ao pôr e ao nascer do sol.
Andava sempre suja, esfolada e arranhada. Ia chamar os meus vizinhos logo depois da escola, para brincar.
Mas o que eu mais admirava no meu bairro era o extraordinário sobreiro que havia, não no meu quintal, mas no terreno que alguém havia abandonado. Era o exemplar mais bonito que alguma vez tinha visto. Enorme, gigantesco, com a vista perfeita para o mar e de onde se via os barquinhos à pesca. Cheguei a dizer aos meus pais que ia brincar com os meus amigos, mas o que realmente fazia, naqueles dias em que o céu está limpo e o mar clamo, era subir àquela árvore. Cheguei a casa em farrapos, de tantas vezes que tinha caído ao tentar subi-la pela primeira vez.
Quiseram abater o sobreiro, onde passara tantas tardes a brincar…
Nessa altura já era mais velha, o suficiente para ter algumas economias e impedir que aquela linda árvore fosse abatida.
Eu amava tanto aquela árvore, que quando eu vi que iam cortar a árvore alarmei toda a vizinhança. Acabei por falar com o proprietário e comprei o terreno.

Maria Carolina Matos (9ºB)


domingo, 23 de junho de 2013

DiNotícias, 3ª Edição (2012/13)

Na 3ª Edição do DiNotícias deste ano letivo foram publicados vários textos resultantes de atividades em sala de aula ou outras atividades relacionadas com a disciplina de Português. 
Começamos por fazer referência ao artigo de reflexão da Daminana Mateus do 9º sobre o regresso às aulas. Publicamos aqui o texto na íntegra. Na foto ao lado, podem ver o aspeto do artigo, no jornal, na página 12, secção Pontos de Vista.


A Vida…
Porque é que a vida é assim? Porque é que uns dias acordamos bem-dispostos e outros mais aborrecidos?
“Na vida nem tudo são rosas”, as pessoas queixam-se de que o dia não lhes correu bem ou que as notas não foram as melhores e fazem disso um drama na vida. Não param para pensar que no Mundo existem pessoas que têm muito mais do que se queixar que elas e mesmo assim são felizes!
A meu ver, um dos grandes problemas é o facto de as pessoas não darem o devido valor ao que têm. Isto é, se temos uma família que nos ama e uns amigos que nos adoram, o que é que nos falta?
Será que fazemos o suficiente para que a nossa vida seja quase perfeita?
Já parámos para pensão no quão importante é a nossa vida?
Como seria se estivéssemos sozinhos no Mundo?
É claro que nem tudo na vida é fácil, mas temos de enfrentar os problemas, temos de ter coragem e força de vontade para continuar a viagem que é a vida.
Hoje podemos não estar muito bem, mas amanhã vamos fazer tudo para que seja um dia melhor, começando com um simples sorriso na cara logo de manhã.
Uma sugestão: diz às pessoas o quanto gostas delas e nunca te esqueças que podem não ser 20 nem 10 pessoas, mas há de haver sempre alguém a acreditar que és capaz e forte o suficiente para seres feliz.
Por último, lembra-te que a vida é aquilo que nós queremos, não é a vida que nos tem de proporcionar amor, felicidade e tudo mais, porque somos nós que temos  de a construir e se queremos que a nossa construção tenha o mínimo de dificuldades temos de aprender a sorrir para a vida e agradecer tudo aquilo que já conseguimos alcançar… 

Damiana Mateus, 9ºD


De seguida, apresentamos dois textos que foram publicados na mesma página do DiNotícias (pág. 13 - ver
imagem do lado direito). O primeiro é um texto da Fátima Joaquim do 9ºC e refere-se a uma atividade desenvolvida no âmbito do Clube "A Hora das Palavras", À conversa. Reproduzimos de seguida:

A Hora das Palavras – uma rubrica semanal online

A Hora das Palavras é, atualmente, um "programa de rádio online"com rubricas semanais e onde são abordados os temas escolhidos pelas alunas que integram o projeto. Fazem parte do projeto as seguintes alunas do 9ºC: Inês Cordeiro, Margarida Pinheiro, Madalena Carvalho, Vanessa Brito e Fátima Joaquim. As gravações são feitas às quartas-feiras, do 12:25 às 13:10. Posteriormente são publicadas no blog A Hora das Palavras, cujo link é:  http://ahoradaspalavras.blogspot.pt/.
Este projeto é consequência de um projeto iniciado no ano letivo de 2010/11, quando as alunas que o integram estavam no sétimo ano. Nas aulas de Área-projeto, no âmbito da temática da solidariedade e em parceria com a disciplina de Educação Moral Religiosa e Católica, os alunos foram várias vezes ao Lar da 3ª Idade a fim de manter com os utentes laços de convívio, preparando para o efeito várias atividades de animação.
No ano seguinte, quando já estavam no 8º Ano, um grupo mais restrito continuou a desenvolver essa atividade de solidariedade em parceria com a disciplina de Educação Moral Religiosa e Católica e, na escola, numa atividade de animação cultural “assaltavam-se” de surpresa várias salas de aula, lendo poemas. 
Neste ano, além da atividade de solidariedade que desenvolveram no 1º Período, com uma visita ao Lar de Idosos, desenvolver o projeto de rádio online com uma rubrica semanal, num projeto designado como A Hora das Palavras. 
Falamos com as participantes do projeto e soubemos que, na sua opinião, a participação nesta atividade as tem ajudado muito a desenvolver a capacidade de comunicação, preparando-as para situações futuras. Acrescentaram ainda que o projeto as ensinou a respeitar os gostos e opiniões dos colegas.
Quisemos saber como se desenvolvia a atividade e disseram-nos que no início de cada período letivo definiam os temas sobre os quais iam falar e o modo como os iam tratar e apresentar. Depois, por semana, faziam a gravação de um programa/tema por semana. Posteriormente, era divulgado no blog. Apesar de ser necessário algum tempo de preparação para a elaboração de um " programa /o projeto tem-se revelado bastante interessante e divertid”, disseram-nos. 
Fátima Joaquim, 9ºC

O segundo texto é da autoria da Carolina Bonifácio e Joana Marques, ambas do 8ºB, e é uma reportagem sobre a atividade que decorreu durante todo o ano letivo na Escola EB Dr. João das Regras designada por "Desafios Ortográficos. Transcrevemos de seguida:


Desafios Ortográficos

Esta atividade começou no ano passado (2011/12), sendo, na altura, da responsabilidade das professoras de português Teresa Saramago e Rosalina Simão Nunes. "Resolvemos desenvolver esta atividade porque achámos que seria uma forma "dinâmica" e interativa de alertar para as alterações do novo acordo ortográfico." - Depoimento da professora Rosalina Simão Nunes, a professora que deu continuidade ao projeto neste ano letivo (2012/2013).
Anteriormente, participavam várias turmas, mas, neste ano, apenas a turma do 8ºB está envolvida neste projeto.
Todos os dias da semana, uma equipa de dois alunos do 8ºB, em qualquer intervalo do dia, faz uma pergunta a variadas pessoas (alunos, funcionários e professores) no recinto da escola. Essa pergunta consiste sempre em saber como se escreve uma palavra, e o objetivo é saber a forma correta de a escrever. Para isso é usado um mini quadro de ardósia onde estão escritas duas hipóteses: uma errada e outra correta. Há também um documento onde vão sendo assinaladas as respostas. No dia seguinte, a solução é afixada num placard perto do bar.
Falámos com vários colegas da turma para saber qual era a opinião sobre esta atividade.  E todos concordaram que a atividade é educativa e é uma boa forma de aprender, disseram-nos mesmo que era uma “forma menos chata de aprender as novas regras do acordo ortográfico”. Disseram-nos também que achavam que era um projeto diferente do que costuma haver na escola e que, por isso, também era interessante.
Nós achamos que acabamos por conseguir que quase todos os alunos participem, mas a maioria dos alunos não vai ver a solução e só se importa na hora em que perguntamos. Obviamente, todos os alunos acham que esta atividade deve continuar e muitos até sugeriram que fosse feita com duas palavras diferentes por dia, uma para a parte da manhã e outra para a parte da tarde.
Fomos, também, pedir a opinião sobre esta atividade ao diretor do nosso agrupamento, o Professor Pedro Damião. Terminamos com as suas palavras: “Acho esta atividade positiva porque, para além de ser uma atividade que envolve toda a escola, o que é interessante, é uma atividade do âmbito da correção da língua, como se escreve, acho que é importante para que vocês e a escola também estejam sensibilizados para o como escrever correctamente. Acrescido ainda ao facto de estar relacionado ao novo acordo ortográfico e ainda haver muitas dúvidas nas novas regras para a escrita. Acho que devem continuar que com certeza que haverá muitos erros que qualquer pessoa ainda comete em relação ao acordo ortográfico e que, aos pouco, esta atividade vai contribuir para que nos sintamos informados sobre essas alterações”.
Reportagem elaborada por:
Carolina Bonifácio 8ºB 
Joana Marques 8ºB 

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

DiNotícias, 1ª Edição (2012/13)


Na 1ª Edição do DiNotícias deste ano letivo, o n.º 4 da publicação, foi publicada a relfexão da Carolina Bonifácio do 8ºB sobre o regresso às aulas. Publicamos aqui o texto na íntegra. Na foto ao lado, podem ver o aspeto do artigo, no jornal, na página 12, secção Pontos de Vista.





O meu primeiro dia de aulas
O meu primeiro dia de aulas foi muito agitado, no bom sentido… Devo confessar que estava um pouco nervosa, apesar de não ter muitas razão para isso.
Mal entrei na escola avistei logo que não queria: o rapaz de quem eu gostava… mantive a calma e continuei a andar até ver a Margarida, mal os nossos olhares se cruzaram, devo admitir, que a nossa reação foi um abraço tipo os dos filmes, o que fez com que toda gente ficasse a olhar para nós .
Fomos as duas  para a sala e ai é que foi: 26 pessoas de olhos posto em nós. Dissemos as duas bom dia, acenamos as pessoas que conhecíamos e procuramos rapidamente um lugar… A aula passou a voar, o que foi de admirar, pois as aulas de matemática não são assim muito divertidas, mas na verdade aquela até foi.
Nos intervalos, foi o delírio, todas as minhas amigas tinham novidades das férias para me contar e, infelizmente, eu não consegui ouvi-las a todas.
 Embora, houvesse muitas novidades, o assunto mais falado entre nós era o facto de termos uma turma gigante, cheia de pessoas que não conhecíamos, mas que tínhamos a certeza que mais tarde viríamos a conhecer.
Concluindo, gostei muito de reencontrar novamente os meus amigos e de conhecer um pouco a nova turma que me pareceu muito interessante!
Carolina Bonifácio 8ºB

quinta-feira, 28 de junho de 2012

DiNotícias, junho/2012

Na 3ª edição do DiNotícias (2011/12), foram publicados alguns trabalhos / textos decorrentes de atividades desenvolvidas no âmbito das aulas de português. 
Assim, na pág. 2 foi publicado o artigo da autoria de João Carlos Ferreira, encarregado de educação da aluna Leonor Ferreira (8ºA) a propósito da sua participação na atividade "Convidámos... à conversa com", no âmbito do projeto de leitura "Ler, lazer e aprender". 

Logo na página seguinte, na rubrica "Acontece", foi publicada uma reportagem da autoria de Carolina Bonifácio do 7ºB e que reproduzimos de seguida, sobre dois momentos de aprendizagem que envolver o teatro:


Aprender com o teatro

Numa conversa com Sara Félix, ex-aluna da escola EB Dr. João das REgras, neste momento a frequentar o 11º na Escola Secundária da Lourinhã, ocorreu a ideia de criar dois sketchs, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa:  um dirigido ao 7º e o outro ao 8º Ano. A Sara aceitou o desafio e com a Andreia Nunes (colega e amiga da Sara) elaboraram dois guiões com o propósito de os virem a interpretar mais tarde.
O sketch do 8º ano foi sobre distinguir o texto dramático do teatro, aconteceu no dia 2 de maio na Biblioteca. O público era comporto pelos alunos do 8ºA e 8ºB. O sketch tinha duas personagens: a Jaquina (interpretada pela Sara) e a Rufina (interpretada pela Andreia). A Rufina era a atriz principal de uma companhia de teatro e foi-lhe pedido que decorasse um texto dramático mas ela nem sabia o que era isso, então, a Jaquina, ao longo do sketch, explica-lhe os vários “constituintes” do texto dramático. Correu muito bem, os alunos gostaram muito da explicação das colegas, ficaram com as dúvidas esclarecidas e de certo modo com a boca cansada de tanto rir, pois, elas tornaram a sua atuação muito divertida.
Já o sketch do 7º ano foi sobre a História do teatro. Previsto inicialmente para ser também realizado na Biblioteca, acabou por ter lugar na sala 6,  no dia 16 de maio. Os alunos (Turmas A e B do 7ºAno) tinham de elaborar um trabalho, na disciplina de Língua Portuguesa) sobre a História do teatro, então, foi uma boa altura para se inspirarem no trabalho das colegas. O sketch tinha, novamente, duas personagens: a Rufina (interpretada pela Andreia) e o Teatro (interpretado pela Sara). Ao longo do sketch, o Teatro contava a sua história e a Rufina fazia comentários divertidos, mas que muitas vezes acabavam por aborrecer o Teatro.
De uma forma geral, os alunos mostraram-se tímidos e menos participativos do que os do 8º ano, mas gostaram, porque novamente a Andreia e a Sara tornaram o texto divertido. Para a maioria dos alunos esta atividade foi uma experiência enriquecedora, divertida, interessante e feita com muito profissionalismo! 
A irmã da Andreia, Fátima Nunes, esteve presente durante as duas apresentações a filmar e a dar apoio às atrizes.

Seguramente, podemos afirmar que a maioria dos alunos gostou e quer repetir a experiência. Esperemos que a Sara e Andreia estejam novamente disponíveis.

Carolina Bonifácio, 7ºB  


Foi também publicada uma breve notícia (pág. 4) referente à Menção Honrosa obtida pela aluno Inês Cordeiro do 8ºB a propósito da sua participação
no Concurso "uma Aventura Literária 2012".

Mais à frente, já na página 16, também na rubrica "Acontece", podemos ler a reportagem da Leonor Ferreira do 8ºA a propósito da 1ª Tertúlia sobre a leitura que teve lugar na Biblioteca da EB Dr. João das Regras. 

Logo a seguir, na página 17, foi publicado o texto de opinião da Damiana Mateus sobre as diferenças entre "ir" e "estar" na escola. Publicamos de seguida:

As grandes diferenças entre “ir” e “estar” na escola
   
Quando, às vezes, digo a alguém que gosto da escola perguntam-me sempre: “Como é que tu gostas da escola?´!”. Eu gosto de estar na escola com os meus amigos, na conversa, na descontração e, muitas vezes, na brincadeira, mas há uma grande diferença entre estar na escola e ir à escola. Porque há muita gente que vai à escola só para ir às aulas e isso não tem graça nenhuma. Na minha opinião, a escola é um sítio para aprender, para ir às aulas, no entanto, a escola não é só isso, a escola tem de ter animação, tem de se tornar um espaço agradável para estar porque, afinal, é como se fosse a nossa segunda casa, nós passamos muito tempo na escola e é muito melhor passar todo esse tempo num sitio que gostamos do que num sitio que não gostamos.


Infelizmente, são poucos os alunos que pensam assim.

Depois há aqueles alunos que só andam na escola porque são obrigados e acabam muitas vezes por prejudicar os outros com atitudes menos boas.

O meu conselho é que, em primeiro lugar, temos que nos mentalizar que cá estamos para aprender e que somos o futuro do país e depois distinguir os locais e as atitudes que se podem ter, porque podemo-nos divertir muito na escola, mas dentro das salas de aulas é para trabalhar.


                                                             Damiana Mateus 8ºA 













“É preciso ler…porquê?” – 1ª Tertúlia sobre a leitura


A 1ª Tertúlia sobre a Leitura - “É preciso ler…porquê?” - foi uma atividade idealizada e coordenada pelas professoras Rosalina Simão Nunes e Isabel Santos, e decorreu no dia 10 de maio, na Biblioteca da Escola Dr. João das Regras.
Segundo a Professora Rosalina Simão Nunes, a atividade surgiu como consequência de uma ação de formação frequentada, no princípio do 2º período:  O trabalho em equipa no contexto das bibliotecas escolares.  “Numa das atividades tínhamos de projetar um workshop dirigido aos pais e encarregados de educação. Dessa situação ficaram alguns materiais e a vontade de não deixar morrer a ideia. Assim, ainda no 2º Período, desafiei a professora Isabel Santos, outro dos elementos do trabalho de equipa na ação de formação (o terceiro era a professora Cesarina Almeida), para, ainda neste ano letivo, concretizarmos de alguma forma a ideia de promover o diálogo com os pais sobre a leitura.” 
Conseguimos ainda o testemunho da Professora Isabel Santos, que nos disse que “O nosso primeiro encontro foi um momento de conhecimento e de reconhecimento do potencial de cada uma, de reflexão sobre o propósito desse nosso encontro e, encontro após encontro refletindo sobre a necessidade de partilhar, com a comunidade, essa nossa “sede” de entender porque ler é tão necessário! Trabalhar em equipa foi poder trocar e enriquecer ideias; aprofundar a confiança através do diálogo, da cooperação entre ambas, mas também permitir o desenvolvimento de responsabilidade conjunta.”.
E desta forma, foi feita uma proposta a 12 alunas, Ana Carolina Ferreira, Beatriz Lopes, Caroline Louro, Catarina Baptista, Damiana Mateus, Elena Tepordei, Lara Trindade, Leonor Ferreira, Madalena Geraldes, Mariana Baptista, Valentyna Myronets e Victoriya Vashchynska, do 8º Ano da turma A da Escola Dr. João das Regras, para que participassem e ajudassem a preparar a atividade. Todas concordaram, mostrando-se entusiasmadas com a ideia. Desta forma, durante três quintas-feiras, ao final da tarde, estas alunas reuniram-se com a Professora Rosalina a fim de distribuir tarefas, preparar as leituras…
Quando a atividade começou a ganhar forma, foram enviados os convites a Encarregados de Educação, Professores, Educadores pelo próprio Diretor do Agrupamento, Professor Pedro Damião. Os convites feitos pela Professora Elisabete Delgado, que realizou ainda os marcadores de livros que foram entregues aos presentes no final da atividade.
No próprio dia, as alunas juntaram-se às professoras responsáveis pela atividade, a fim de fazer um ensaio geral na Biblioteca, em que todos uniram, mais uma vez, esforços para que tudo corresse pelo melhor.
É importante referir que, devido à sugestão da Professora Rosalina, todas as alunas se encontravam vestidas com camisolas / túnicas brancas, para que pudessem ser distinguidas dos restantes convidados. Também a Professora Rosalina aderiu a esta pequena “brincadeira”, usando uma túnica branca.
O início da atividade estava marcado para as 20h30, e foi a essa hora que a maioria das pessoas começou a dar entrada na escola, onde duas alunas as esperavam para assinalar os nomes dos convidados presentes. Ao todo estiveram presentes quarenta e sete pessoas, quatro crianças, 13 jovens e 30 adultos. À porta da Biblioteca encontrava-se outro par de alunas que recebia os convidados, entregando-lhes uma frase sobre leitura.
No interior, o ambiente sentido era o mais acolhedor possível. Havia um par de alunas a distribuir bolinhos pelos presentes, e uma mesa onde se encontravam as mais variadas bebidas para que todos pudessem disfrutar do melhor. Quando se começaram a juntar mais alguns convidados, os mesmos foram encaminhados para as mesas onde se sentaram, para que o espetáculo pudesse verdadeiramente começar.
Foi a professora Isabel quem deu inicio à atividade, fazendo uma breve introdução do porquê da atividade e qual o objetivo da mesma. Depois, a palavra foi passada à Damiana Mateus que fez um pequeno resumo do livro “O Menino que não gostava de ler”, do qual quatro alunas, Beatriz, Catarina, Leonor e Madalena, leram um pequeno excerto que conduziu ao início da conversa – o mote para o início da conversa, já que nesse excerto a personagem principal perguntava aos pais por razão era importante ler.
Ao longo da conversa, vários foram os pais que intervieram, mostrando a sua opinião sobre as diversas questões levantadas. Falou-se da importância da leitura, destacando o facto de os livros nos darem a conhecer muito, e discutiram-se ainda diferentes formas de incentivar os mais jovens a ler, para se conseguirem criar relações com os livros. Falou-se ainda da importância das bibliotecas e do apoio que os pais devem dar aos filhos no que toca a leituras. Além disso, no final, ficou a conclusão de que ninguém deve proibir as crianças ou jovens de lerem o que desejam, porque será desta forma que aprenderão. 
No geral, a atividade correu da melhor forma possível. Podia sentir-se a felicidade e o entusiasmo dos participantes, e a curiosidade dos convidados. Durante toda a conversa, apesar de por vezes terem sido defendidas ideias opostas, o respeito esteve sempre presente.
Quanto pedimos ao Rodrigo Damião a sua opinião acerca da atividade, a resposta foi “Adorei!”.
Falámos também com as alunas que apoiaram a realização da atividade, a fim de conhecer as suas opiniões acerca da experiência que viveram: "Foi uma experiência inesquecível!", Mariana Baptista; "Gostei muito de ter feito parte desta atividade maravilhosa", Caroline Louro; “Eu adorei... Adorei cada momento desta pequena experiencia e espero que se volte a repetir. Cada minuto foi inesquecível e só espero que mais aventuras como esta sejam repetidas, desde que continuem a ser partilhadas com as pessoas mais espetaculares e divertidas que eu conheço...”, Lara Trindade; “Foi um prazer, um orgulho, uma honra fazer parte desta atividade. Obrigada a todas pelos momentos ótimos que partilhámos. Espero que se volte a repetir em breve algo tão espetacular como aquilo que vivemos…”, Leonor Ferreira; “Adorei, foi super divertido, espero voltar a repetir uma coisa destas...”, Ana Carolina Ferreira; “Adorei este momento que passámos juntas e que este se volte a repetir.”, Catarina Baptista; “Se eu gostei? Não! Eu adorei! Gostei muito de fazer parte desta atividade, foi sem dúvida inesquecível... Gostava e quero que se volte a repetir…”, Madalena Geraldes; “Adorei esta experiencia e espero voltar a repeti-la.”, Beatriz Lopes; “Gostei muito!”, Valentyna Myronets.
No final ficou a felicidade de um objetivo cumprido e o desejo de voltar a repetir, em breve, esta maravilhosa experiência.
Tudo isto deixou a certeza de que a leitura é indispensável, assim o compravam as seguintes frases, também lidas e ditas no final do evento:
"O meu leitor não é o que me lê. É o que me relê (caso exista). Um autor lido unicamente uma vez não tem leitores, por mais retumbante que seja o seu sucesso.",  Lêdo Ivo.
"Ler quer dizer pensar com uma cabeça alheia, em lugar da própria.", Arthur Schopenhauer.
"Chega-se a ser grande por aquilo que se lê e não por aquilo que se escreve." – Jorge Borges.
"Uma leitura alegre é tão útil à saúde como o exercício do corpo." - Emmanuel Kant. 

Leonor Ferreira, 8ºA
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Anexamos o vídeo feito sobre o evento e publicado no espaço do Youtube do Agrupamento.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

DiNotícias - 2ª Edição





Na 2ª Edição do DiNotícias (o jornal do nosso Agrupamento) além da reportagem do Pedro Quintans (7ºA), a propósito de "Convidámos... À conversa com", atividade desenvolvida no âmbito do projeto de leitura "Ler, lazer e aprender", e à qual fizemos referência aqui, há referência a outras atividades onde participámos (alunos dos 7ºA, 7ºB, 8ºA e 8ºB), nomeadamente: as Frases natalícias e do dia dos Namorados;  Desafios ortográficos e Ortografíadas - Concurso de ortografia, promovido pelo Departamento de Línguas, professores de Língua Portuguesa (DiNotícias, março de 2012, Acontece, pág. 14) e foi ainda publicado, na página 3, secção Acontece, uma reflexão do Francisco Marques do 7ºA a propósito do amor, resultado de uma das propostas de escrita do 2º Período e que publicamos de seguida:





Eu, sinceramente, não estou muito dentro do assunto. Para dizer a verdade não acho assim o namoro uma “coisa” tão “fantabulástica”!            É claro que é uma “coisa” bonita, mas também pode magoar muitas, mas muitas pessoas. Será que vale apena sofrer tanto só para ter o título de namorado(a)? O namora é só uma das formas de mostrar amor, nada mais. É claro que depois há parte bela, aquele sentimento que sentimos quando namoramos, mas também há a parte desconfiada que está sempre a pensar: “Será que ele(a) anda com outra(o)?”. Dito isto a minha conclusão é que, às vezes, vale a pena correr o risco. Para concluir devemos arriscar no amor, utilizando o namoro, pois só assim nos chegará a verdadeira felicidade, é claro que é preciso passar uns obstáculos, mas vale a pena…Não tenho muito mais para dizer a não ser a opinião final:            O namoro não é mais que uma pista de obstáculos, se os passarmos, ganhamos uma medalha, se ficarmos a meio, não somos mais que uns desistentes. 

Francisco Marques, 7ºA





terça-feira, 17 de abril de 2012

1.ª Edição do Concurso de Palavras Cruzadas (DiNotícias)

Começou no ano letivo de 2011/12 o Concurso de Palavras Cruzadas, atividade desenvolvida no âmbito do projeto A Hora das Palavras e em pareceria com o jornal escolar do Agrupamento (Aedlv).
Os objetivos do Concurso são: 
  • Estimular a atividade mental;
  • Desenvolver a competência da leitura;
  •  Promover a leitura do jornal do Agrupamento;
  •  Desenvolver o espírito de equipa e interajuda.
Podem participar todos os alunos do 3º Ciclo que frequentem as escolas do Agrupamento e sejam inscritos pelos professores de português. Podem participar equipas de três a quatro elementos, sendo a motivação feita nas aulas de português, através da divulgação do Cartaz e Regulamento do Concurso bem como a resolução, para treino, das Palavras Cruzadas da Edição anterior do DiNotícias.
A prova realiza-se num momento único, durante o 3º Período, nas duas primeiras semanas.  As equipas terão 45 min. para realizar a prova, sendo possível usar 15 minutos de tolerância. Cada equipa deve ter consigo, pelo menos, dois exemplares da 1ª Edição do DiNotícias.
Das provas constará um conjunto de Palavras Cruzadas feitas com base na 1ª Edição do Jornal do Agrupamento, DiNotícias. Constam também do exercício perguntas de caráter interpretativo e cultura geral. 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Convidámos..., no Projeto "Ler, lazer e aprender" - Reportagem

Na 2ª Edição do DiNotícias, o jornal do nosso Agrupamento, foi publicada a reportagem do Pedro Quintans (7ºA), a propósito de "Convidámos... À conversa com", atividade desenvolvida no âmbito do projeto de leitura "Ler, lazer e aprender". Publicamos aqui o texto na íntegra. Na foto ao lado, podem ver o aspeto do artigo, no jornal, na página 13, secção Acontece.





Mais uma das atividades do projeto “Ler, Lazer e Aprender já está em vigor: “Convidámos… À conversa com.” O objetivo é levar à sala de aula pessoas da comunidade educativa para partilharem a sua experiência com a leitura.

No dia 7 de fevereiro a actividade arrancou com a presença, na nossa sala de aula (7ºA) da professora Ana Isabel Alves, a nossa professora de Inglês. Contou-nos como tinha começado a adquirir o gosto pela leitura.

No dia 14 de Fevereiro, tivemos outro convidado: Joaquim Silva, pai da Filipa e da Joana Silva e que nos veio  falar sobre os “livros da sua vida”.

Começou por referir que, no dia anterior, as suas filhas lhe tinham pedido:  “Pai não nos envergonhes!” Soltaram-se gargalhadas e desde aí criou-se um ambiente mais apelativo.

Joaquim Silva começou a ler livros de Banda Desenhada do Mickey, Tio Patinhas e Pato Donald pelas das carrinhas ambulantes da Gulbenkian que circulavam de tempos a tempos pelas aldeias: “Era um dia muito aguardado quando a carrinha chegava à aldeia.” – testemunhou Acrescenta que gosta de ler, mas que não lhe agradam muito os livros de romance. A sua preferência é sobre livros técnicos e biografias. Depois ficámos a saber que, quando acabou de estudar, perdeu um pouco o hábito da leitura, e que lia apenas meros folhetos e jornais. Disse-nos, ainda que, neste momento, está a ler a biografia de Fidel Castro.

Deu-nos vários conselhos, entre os quais que o importante é ler, seja o que for, “porque quanto maior for o alargamento dos horizontes da leitura mais rico fica o nosso conhecimento”. Depois, houve uma parte em que pudemos fazer algumas perguntas e ficámos a saber, por exemplo, que a carrinha com os livros só passava de três em três semanas e que não havia o hábito de trocar de livros, uma vez que cada um tinha de ser responsável pelo seu próprio livro. Uma das últimas perguntas era sobre o livro mais marcante. Ficámos a saber que, até hoje, o livro que mais o marcou foi: Manual do Comportamento Humano.

No dia 17 de fevereiro, recebemos mais um convidado. Chama-se Pedro Lino, anda na Universidade do Algarve e poderá dizer-se que já é experiente neste mundo da escrita e da leitura, uma vez que já escreveu e publicou um livro, em 2010 : A Vida é uma boia. É primo do nosso colega Francisco Marques.
Fez questão de começar a explicar o significado do título do seu livro, apelando à nossa participação e, pela maneira de falar e de se expressar, nota-se que está muito à vontade e que é muito culto.

É de relatar que tanto o Sr. Joaquim Silva como o Pedro Lino têm livros de referência na infância: As Gémeas, Anita, Tio Patinhas, A Turma da Mónica e Os Cinco.

O Pedro falou-nos de alguns dos seus escritores preferidos. Por exemplo, José Saramago, Nobel da Literatura, 1998. Segundo o Pedro, “As pessoas, às vezes, dizem que não gostam de Saramago, porque não tem pontuação mas tem! Só que José Saramago tem uma forma muito especial de pontuar. Apenas utiliza a vírgula e o ponto final. Acrescentou, ainda, que José Saramago tinha também um grande sentido de humor apesar das pessoas o verem como uma pessoa muito séria.
Aconselhou-nos a dar uma “olhadela” no escritor Rui Zink e no seu livro Aníbal leitor, que trata de um rapaz que não gostava de ler, mas que aprendeu a gostar. Deixou-nos este conselho:
“Não se sintam obrigados a ler mas entrem numa biblioteca e encontrem os seus escritores favoritos, vão à procura!”
E, de novo, na parte final, pudemos fazer algumas perguntas.

Um colega perguntou ao nosso convidado se tinha em mente escrever mais livros. O Pedro respondeu da seguinte forma: -“Um livro é como um filho faz-se e pergunta-se quando vem o outro!” Outra pergunta que foi feita prendia-se com o livro que já tinha escrito e procurámos saber como tinha surgido a ideia de escrever um livro. Ficámos a saber que os amigos tinham tido um papel muito importante,  nesse processo, já que tinham sido eles que o tinham incentivado.  Até porque “No início comecei a fazê-lo por brincadeira, mas depois…”

O livro preferido de Pedro Lino é As intermitências da Morte, de José Saramago, pois esse livro dá-nos outra visão do que é a morte. Segundo as suas próprias palavras: “Morrer é bom, já pensaste o que é ficares sempre vivo, com doenças, velho!?” À pergunta se já tinha lido o mesmo livro duas vezes, disse-nos: -“Sim, como é óbvio, quando lemos um livro que é bom temos sempre vontade de lê-lo outra vez!” Terminámos este encontro, querendo saber se o Pedro já tinha pensado em ser escritor para a vida toda. Disse-nos que aquela era uma boa pergunta. E que, claro, “gostava de ser escritor, mas é muito difícil aqui, em Portugal, pois temos escritores muito bons! Se fosse era um excelente sinal, mas apenas vejo a escrita como um hobby.”

Para já esta atividade está a ser muito interessante, uma vez que ficamos a saber como é que os outros lidam com a leitura, de que forma começaram a ler e quais os seus interesses.

Pedro Quintans, 7ºA