Mostrar mensagens com a etiqueta Texto de opinião. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Texto de opinião. Mostrar todas as mensagens

domingo, 1 de março de 2015

DiNotícias, 1ª Edição (2014/15)

Na 1.ª Edição do DiNotícias de 2014/15, n.º 9, enviámos para publicação um texto de opinião sobre a leitura. Foi uma proposta de escrita desenvolvida em turmas do oitavo ano.

"O direito de ler não importa o quê"
Na mina opinião, acho que cada um tem direito de ler aquilo que quer, porque, se formos obrigados a ler aquilo que não queremos e gostamos de ler, perdemos o interesse do livro.
Existem vários tipos de livros: os de romance, de ação, de ficção científica e de terror.
Por exemplo, um rapaz gosta de filmes de romance, nós não podemos gozar ou criticar os outros, cada um tem um gosto diferente, se gostarmos todos do mesmo, não tinha piada conhecer novas pessoas, perguntar-lhes os seus gostos, pois já sabíamos a resposta, então a vida seria uma "seca".
Nós humanos, não somos iguais, nem por dentro, nem por fora.
Temos aspetos e gostos diferentes uns dos outros. Existem pessoas que gostam de romance, outras de terror, ... E, por isso, existe um tipo de livro para cada gosto da pessoa, assim temos mais interesse em lê-los.
Mariana Faria (8B)




segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Os direitos dos leitores - opinão

No segundo teste escrito das turmas A e B do oitavo ano, no Grupo IV, pedia-se aos que escolhessem um dos direitos do leitor de Daniel Penanac e que expusessem a sua opinião sobre o direito escolhido.

Publicamos um dos textos resultantes dessa proposta:

"O direito de amar os heróis dos romances"

Quem já não amou secretamente o heróis de um romance? Quem ainda não amou que se imponha. Eu já amei, não escondo isso.  Acho que temos todos o direito e liberdade de um amor seja o herói de um romance seja uma pessoa real. Sonhar que somos nós a viver aquela aventura/amor da história, mesmo que seja na terra dos sonhos, no nosso subconsciente. 
Estar apaixonado dá-nos "beleza". Torna o nosso dia mais "bonito", mesmo que seja por uma personagem de uma história. Isso dá-nos felicidade para a nossa vida. Pelo menos para mim. Deu também muito jeito  para a nossa vida. Ficamos inspirados. Talvez amar seja a Primavera que nunca passa para o Outubro para as flores fecharem e as folhas caírem. Sei também que há alguns amores que passam de Primavera logo para o Inverno em segundos , apenas com uma palavra, "acabou" ou um sinónimo "fim".
Não concordo com isso, acho que uma história  não deveria acabar só porque chegou o ponto final da última frase. Devemos escrever a nossa continuação. E isso inclui continuar a amar o herói do romance.

                                                                                                                      Catarina Paulino (8B)


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Texto de opinião

Na terceira oficina de escrita (8ºA e 8ºB), no âmbito do estudo dos textos argumentativos, propôs-se que os alunos redigissem um texto de opinião. Teriam que selecionar, primeiramente, o objetivo de crítica que poderia ser: um álbum de música, um filme, um evento ou um programa de televisão.

Publicamos, para já, o texto da Soraia Marques do 8ºB:


O livro Infância Roubada, de  Josephine Cox, é um livro que fala de um homem, Edward Carter, que passa a vida a mal tratar as mulheres com que se casava, tanto que um dia acabou por empurrar a sua mulher, com quem tinha um filho, pelas escadas, depois de lhe ter batido. A pobre mulher não aguentou e morreu. Ele acabou por fugir e deixar o filho para trás. Mas nunca aprendeu que o que fizera era horrível, então continuara a faze-lo com outras mulheres...
Na minha opinião, este livro apresenta como aspetos positivos: um assunto no qual se fala na atualidade; demonstra de que nunca se pode deixar ser maltratada(o), porque pode ganhar consequências graves. Porém, também contém aspetos negativos como ser realista demais.
 A personagem principal, Edward Carter, a meu ver, é uma pessoa horrível que só pensa no seu bem estar, para se sentir bem tem de ter ações violentas com os outros e isso torna-o uma pessoa sozinha e sem amigos. 
Este livro mesmo parecendo um pouco violento é muito bom porque nos faz refletir, mas por ele ser tão realista não quer dizer que seja mau, pois pode ser também divertido e alegre. Recomendo, uma vez que é um livro onde podemos ter uma melhor ideia no que, infelizmente, acontece cada vez mais hoje em dia no mundo inteiro.
Soraia Marques (8ºB)

segunda-feira, 30 de junho de 2014

DiNotícias, 2ª Edição (2013/14)

Na 2.ª Edição do DiNotícias, junho de 2017, n.º 8, foi publicada a apreciação crítica , Um olhar sobre o DiNotícias, da autoria de Ana Carolina Ferreira (9B). Começava desta forma a rubrica Um Olhar sobre o DinNotícias, uma parceria com a equipa responsável pela construção do jornal. Tem sido desde então publicado um "Olhar" na segunda edição de cada ano a partir da 1.ª edição.
Foi ainda publicada a reportagem sobre o 2.º Concurso de Palavras DiNotícias, feita por Carolina Bonifácio (9B).
Damos também conta de uma artigo de fundo elaborado em parceria entre as responsáveis pelos dois projetos de leitura dinamizados no Agrupamento:  "Um livro sempre à mão" (professora Lurdes Neto) e "Ler, lazer e aprender" (professora Rosalina Simão Nunes).


Um olhar sobre o DiNotícias
Se há algo que é importante para uma comunidade escolar é o seu próprio jornal. Todas as escolas deveriam ter um para todos poderem conhecer aquilo que os alunos e professores fazem. Dou imensa importância ao jornal escolar, primeiro que tudo, porque no jornal encontramos várias notícias sobre o que aconteceu nas várias escolas do Agrupamento. É a partir da leitura do Dinotícias que descobrimos a quantidade de atividades existentes que são muitas e quase sem nos apercebermos… O que é muito importante.

Depois, a forma como o jornal está organizado dá logo uma motivação enorme, passo a explicar, o jornal na sua capa e na sua parte detrás está a cores com alguns grandes títulos para dar a conhecer o “maior” que aconteceu, depois aborda algumas frases e mostra o assunto e a página para podermos perceber o que se encontra nele. E assim que o encontramos e começamos a desfolhar é percetível ver a sua forma de organização. Já dentro do jornal Dinotícias, tudo se encontra a preto e branco, com algumas imagens e textos que os professores encarregados por essa atividade fizeram e ainda com um rodapé em várias páginas dos patrocínios. Ainda é possível distinguir a letra e o seu carregamento na cor preta… e ainda a forma como estão escritas para dar alguma energia e motivação de leitura. Tem também alguns jogos, como é o exemplo das palavras cruzadas e tem também algumas sugestões de filmes.
Considero muito importante a leitura das palavras do diretor no início do jornal, Dirige-se aos alunos, aos professores, à escola, e fala da “boa educação”, do sucesso, das experiências e de tudo o resto. São sempre palavras importantes e de força para todos lerem.
Ana Carolina Ferreira (9ºB)

2.º Concurso de Palavras Cruzadas
O concurso é desenvolvido no âmbito das atividades do Clube "A Hora das Palavras" e tem, na sua organização, a colaboração dos professores de português do 3º Ciclo. Neste ano, foram colaboradores diretos o professor João Ferreira, a professora Sandra Barbosa e a professora Rosalina Simão Nunes. 
Neste Torneio podiam participar todos os alunos do 3º ciclo que frequentem as escolas do Agrupamento (EB Dr. João das Regras e de Ribamar) e que, obviamente, fizessem a inscrição dentro do prazo imposto junto dos professores de português das respetivas turmas. Não esquecendo que tinham de formar equipas de dois elementos, podendo estes ser de turmas diferentes. O Regulamento foi publicado na 1º Edição do DiNotícias deste ano (Janeiro/14, pág. 18).
Os objetivos essenciais do Torneio das Palavras Cruzadas são: estimular a actividade mental, desenvolver a competência da leitura, promover a leitura do jornal do Agrupamento e desenvolver o espírito de equipa e interajuda.

O Torneio realizou-se no dia 28 de abril nas bibliotecas da Escola EB Dr. João das Regras e da Escola de Ribamar. Inscreveram-se 29 equipas, dando portanto, um total de 58 alunos. Estiveram presentes no dia da Prova 23 equipas, logo, 46 alunos. As equipas tiveram 1h00 para realizar a atividade, tendo hipótese de usar 30 minutos adicionais de tolerância. Era essencial levar, por equipa, pelo menos, um exemplar da 1.ª Edição do DiNotícias de 2013/14.
Nas provas constaram um conjunto de palavras cruzadas feitas com base na 1ª Edição do jornal do Agrupamento, DiNotícias (2013/14) e algumas perguntas de caráter interpretativo.
A prova tem um valor máximo correspondente ao número de palavras que têm de ser descobertas, cada palavra correta vale um ponto. Em caso de empate, é tido em conta o tempo que cada equipa demorou a resolver a prova.
Na minha opinião, todos os objetivos desta atividade foram cumpridos, gerando sempre algum espírito de competição saudável.
Esta é segunda vez que eu e outros colegas participamos no Torneio das Palavras Cruzadas e todos concordamos que desta vez correu bastante melhor, pois já trazíamos alguma experiência da primeira vez em que tínhamos participado e a nossa capacidade de interpretação também já está mais estimulada e desenvolvida. Os resultados já foram apurados. Brevemente serão publicados na página do site do Agrupamento. Damos aqui conta dos cinco primeiros lugares. Os prémios serão entregues durante a Festa do Agrupamento, no encerramento do Ano Letivo.
1º Lugar – Francisco Marques e Francisco Pignatelli (9ºA / JRegras)
2º Lugar – Andriana Tepordei e Inês Almeida (9ºB / JRegras)
3º Lugar – Lara Kwai e Francisco Barreto (9ºB / JRegras)
4º Lugar – Ana Sofia Pereira e Eva Silva (8ºA / JRegras)
5º Lugar – Cátia Santos e Inês Baltazar (9ºB / JRegras)

Muitos Parabéns a todos os que participaram.
Carolina Bonifácio (9ºB)



Promoção da leitura – dois projetos, um objetivo

Neste artigo, iremos apresentar, em conjunto, os dois projetos de leitura do nosso Agrupamento: “Um livro sempre à mão” e “Ler, lazer e aprender”. Considerámos pertinente este assunto, porque urge explicar à comunidade a razão pela qual no Agrupamento D. Lourenço Vicente coexistem dois projetos de leitura, que, curiosamente, e sem que isso tivesse sido pensado, acabam por se complementar como esperamos fique explicado no final deste trabalho.
Assim, no princípio do ano letivo, um dos assuntos que esteve em discussão na primeira reunião do departamento de português foi a definição do projeto de leitura do Agrupamento. Ora, quer o projeto “Um livro sempre à mão”, quer o projeto “Ler, lazer e aprender”, são desenvolvidos há já alguns anos nas escolas EB de Ribamar e EB 2,3 Dr. João das Regras, respetivamente. Logo, da discussão ficou decidido que ambos os projetos coexistiriam, podendo os professores das duas escolas, em conselho de turma, e atendendo às características dos alunos, escolher o projeto que melhor se adaptasse.
Mas contemos um pouco da história dos dois projetos para se perceber melhor do que estamos a falar.
“Um livro sempre à mão” – O projeto nasceu há alguns anos decorrente de experiências partilhadas por outros estabelecimentos de ensino promotoras da leitura individual e autónoma. Na sua génese esteve a ocupação dos tempos de pausa resultantes de ritmos de trabalho diferentes dos alunos, no contexto da sala de aula. Estávamos no início da corrente do projeto Ler + do Plano Nacional de Leitura visando o desenvolvimento do gosto pela leitura, tarefa lúdico-pedagógica, e o conhecimento dos grandes autores lusófonos e de outros países. Também se privilegiou a deslocação do aluno ao espaço da BE de Ribamar como forma de tomar contacto com a elevada oferta do seu fundo documental.

Com a passagem do tempo e o sucesso da implementação do projeto, esses momentos de leitura silenciosa saíram do espaço da disciplina de Língua Portuguesa e foram acarinhados e valorizados por outras disciplinas do currículo do aluno.
Assim, consideramos que o mesmo foi e é uma mais-valia na divulgação da literatura e no enriquecimento pessoal de cada aluno, apesar de ainda termos de caminhar para que a leitura faça parte da vida diária de cada aluno.
 “Ler, lazer e aprender” – A ideia de desenvolver este projeto aconteceu no âmbito de uma ação de formação com o mesmo nome onde se pretendia “encontrar uma relação forte entre o nível de desempenho de leitura dos alunos e o tempo dedicado a atividades linguísticas, em geral, e à leitura, em particular, ou seja, lerá melhor quem ler mais e lerá mais quem ler melhor” (Moniz, 2006).
Portanto, este projeto parte da leitura livre, regular e sistemática. Concretiza-se numa atividade de 15 min. diários de leitura silenciosa (autónoma) iniciais em diferentes disciplinas, mediante a elaboração de um calendário elaborado a partir da disponibilidade das várias disciplinas. Todo o processo é coordenado por um professor do conselho de turma, preferencialmente, o de português que é sempre quem apresenta o projeto aos conselhos de turma.
A ação de formação ocorreu no ano letivo de 2005/06 e é desde essa altura que o projeto é desenvolvido na escola EB Dr. João das Regras, portanto, há 9 anos.
Entretanto, foram criados materiais que permitem recolher dados de forma a controlar o tempo usado para a atividade de leitura, bem como formas de controlar a regularidade com que os alunos trazem os livros assim como o registo dos livros que leem. A par da atividade de leitura silenciosa, outras atividades foram surgindo. Por exemplo, o passaporte da leitura, a apresentação das leituras (uma por período), cronologias das leituras, à conversa (com encarregados de educação, familiares e/ou amigos dos alunos) sobre a importância da leitura, marcadores e até um sarau da leitura já foi feito.
TESTEMUNHOS
Ao longo destes anos, muitos foram os alunos que aprenderam a ler, a gostar de ler e ter o hábito da leitura por causa destes dois projetos. Fomos à procura de alguns desses testemunhos. Partilhamos também a opinião de duas professoras.
“O projeto “Um Livro sempre à mão” foi muito importante para mim, pois agora conheço mais histórias e também tenho mais criatividade para as criar. Este projeto de leitura também me proporcionou o contacto com uma grande diversidade de livros o que aumentou o meu gosto e interesse pela leitura e também o hábito de ler de livre vontade.”
José Maria Marques
7ºano/Ribamar

 “ O projeto “Um livro sempre à mão” existe desde que frequento esta escola e tem como objetivo que nós leiamos mais, pois há muitos que pouco leem ou mesmo nada. Assim, quando termino algum teste ou outra atividade e aguardo pelos meus colegas, posso ler o livro que trago sempre na minha mochila. Algumas vezes, tive de realizar algum tipo de trabalho sobre o livro que li.
Gosto do projeto e espero que o mesmo continue, porque a leitura ajuda-nos a descobrir outras experiências e a desenvolver a criatividade e a escrita. Não importa o tamanho do livro, o que interessa é criar o hábito de ler todos os dias um pouco sem sermos obrigados.”
Catarina Miguel
9ºano/Ribamar
 “O que me ajudou a formar, no nono ano, o hábito de ler com maior frequência foi sem dúvida o projeto “Um Livro sempre à mão”. É com orgulho que afirmo que me tornei uma autêntica devoradora de livros. Penso que tenha sido o ano em que li maior quantidade de obras, e hoje sinto pena por não conseguir ler tantas, porque ler é dos melhores passatempos que podemos ter.  (…) O projeto “Um Livro sempre à mão” mostrou àqueles que nele participaram as inúmeras vantagens de ler, e acredito que muitos dos alunos que com esse projeto descobriram o gosto pela leitura, não sejam destes alunos que hoje só leem aquilo a que são obrigados. .(…) Assim, tenho a agradecer ao projeto “Um Livro sempre à mão” por me ter ajudado a perceber que podemos ler em qualquer lugar, mesmo que por apenas cinco minutos, porque podemos assim formar importantes hábitos de leitura. “
               
Carolina Miguel
11º ano/Secundária Lourinhã

O projeto "Ler, lazer e aprender" além de me ensinar a escrever melhor, deu- me também a conhecer a paixão que se ganha ao ler. Este projeto fez nascer  em mim o gosto pela leitura de tal forma que passei a ter de ler por necessidade todos os dias. E mantenho, hoje, esse hábito.
Fátima Joaquim
Ex-aluna da Escola EB Dr. João das Regras

“O «Ler, lazer a aprender» é um projeto fantástico, tendo em conta que os alunos chegam ao 9º ano a gostar verdadeiramente de ler. Por vezes, solicitam orientação na escolha dos livros e dá-lhes prazer partilhar a análise das leituras realizadas.”
Ana Crespo, professora de História que participa
 no Projeto “Ler, lazer e aprender” há 5 anos.

“Pela primeira vez no Agrupamento, achei a ideia do projeto “Ler, lazer e aprender” útil no despertar pela leitura de outros temas. Um dos aspetos mais interessantes que encontro é o facto dos alunos gostarem de partilhar o que estão a ler o que me permite, também, partilhar as minhas leituras. Não posso também deixar de referir que desse hábito de terem o livro para ler nos 15 minutos diários, pedem muitas vezes para ler, quando acabam uma tarefa ou depois de acabarem os testes. Sinto, acima de tudo, que os alunos de uma forma geral, gostam de estar a ler.”
Andreia Rodrigues, professora de Ciências Físico-Químicas,
a participar, pela primeira vez, no projeto.

E parece-nos que, por agora, cumprimos o objetivo deste trabalho: apresentar os dois projetos de leitura do Agrupamento. E, tal como dizemos, no início, são dois projetos que, afinal, se complementam. Muitas vezes, os alunos que desenvolvem o projeto do “Ler, lazer e aprender”, no fim das tarefas, e enquanto esperam por novo trabalho ou quando acabam os testes antes do tempo, pedem aos professores licença para ler, concretizando, por isso, o projeto “Um livro sempre à mão”.

Lurdes Neto
Rosalina Simão Nunes





terça-feira, 20 de maio de 2014

Os nossos heróis

No 5º Teste escrito do 9º B, no Grupo IV, propôs-se que os alunos escrevessem um texto, que pudesse ser divulgado no jornal de uma biblioteca escolar, e no qual referissem as características que considerassem mais importantes num herói. Tinham de justificar a opinião e apresentar, com base na experiência de leitura, um exemplo de personagem que ilustrasse o ponto de vista. 
Publicamos alguns dos textos:

Heróis, somos todos nós
Um herói tem de ser uma pessoa com confiança. Garra e acima de tudo, adorada por todos.
A definição de herói depende de pessoa para pessoa, pois existem os heróis de ficção que salvam sempre o mundo e que só fazem boas ações, mas, para mim, não é assim.
Eu acho, que todos nós somos heróis e heroínas, porque somos capazes de nos levantar todos os dias, comunicar com quem nos rodeia, pensarmos, respirarmos e isso faz-nos heróis.
Não necessitamos de ter super poderes, conseguir voar ou trepar paredes, pois o ser humano já é maravilhoso o suficiente e não precisa disso.
O facto de quando temos uma doença ou um problema na nossa vida e se formos capaz de os ultrapassar tornamo-nos heróis e a mente humana é tão desenvolvida que, qualquer dia, todos nós vamos ter poderes como os heróis de ficção e quando esse dia chegar, eu vou la estar para ver que apesar desses poderes as pessoas vao continuar a ter problemas, a ter uma rotina e a ser heróis como sempre foram.
Portanto, para mim, heróis são todos os indivíduos da nossa sociedade.
Mas apesar de tudo se tivesse que escolher um herói, seria o Spiderman, pois foi o herói que mais me marcou na minha infância.
Joana Marques


Um herói pode ser qualquer pessoa. Todos nós temos um herói dentro de nós!
As mães são heroínas por se exporem ao risco do parto; os bombeiros são heróis por nos salvarem, tal como os médicos ou polícias; os pais, amigos, professores, todos são heróis por nos aturarem, não é verdade?
Todos os heróis da banda desenhada, dos filmes foram inspirados em humanos. Todas as qualidades também se encontram dentro de nós; o altruísmo, a coragem, a bravura, a honestidade.
Todas as características dos super-heróis são imprescindíveis para vivermos uma vida feliz, em que ajudar os outros está em primeiro lugar.
Não precisamos de ler para encontrarmos heróis, basta abrir os olhos e o nosso coração.
Às vezes, os heróis são os próprios escritores por nos conseguirem transmitir todas as qualidades e todo o esplendor que um herói pode ter. Por nos transportarem para uma nova e maravilhosa realidade onde tudo é possível.
Não posso dar um exemplo concreto de um herói que tenha lido ou que invente, pois não tenho a capacidade dos escritores!
Os meus heróis são uma qualquer pessoa que me consiga fazer sonhar, viajar para outros mundos. Tem que ajudar os outros e de ser corajoso, claro.
A conclusão é que todos somos heróis de alguma maneira.
 Maria Carolina Matos

segunda-feira, 19 de maio de 2014

O livro da nossa vida

A propósito do romance O Meu Pé de Laranja Lima, uma das atividades propostas no manual (página 76) é a elaboração de um depoimento sobre o livro da "nossa" vida. A proposta foi feita. Publicamos alguns dos textos, tendo havido a possibilidade de fazer o registo por escrito ou oralmente:

Depoimento em áudio:

Vera Lucas (9ºB)

Depoimento escrito:

Na minha vida inteira, como estudante li vários livros, cómicos, romances e muitas vezes de aventura. Não posso dizer que já tenha encontrado o livro da minha vida, pois a leitura é algo que me acompanha desde pequena e decerto que continuarei a ler... Mas posso dizer que aquele que me ensinou mais, aquele que me fez refletir e que mais apreciei (por essas razões) foi “ O velho e o mar”.
Este livro baseia-se na história de um velho pescador que não tinha sorte cada vez que saía para pescar com o seu barco, nunca trazia peixe. Até que uma vez o velho navegou para mais longe… Nessa tremenda aventura lutou imenso para conseguir apanhar um peixe enorme, “o” peixe da sua vida, conseguindo ser bem-sucedido.
A história gira à volta de palavras como: “conquista”, “persistência”, “tentativa”… Daí considerar este conto “o livro da minha vida”, pois a sua moral defende precisamente os meus valores como pessoa livre. Que devemos lutar, persistir para alcançar o que desejamos sem alguma vez desistir, por outro lado, ensina que tomar riscos e não atuar pelo seguro na vida, muitas vezes leva-nos mais longe atingindo os nossos objetivos.
Lara Kwai Silva (9ºB)

Na aula de Português, a professora pediu-nos que escrevêssemos sobre o livro da nossa vida. Apesar de ainda não ter lido muitos livros e de achar que ainda não encontrei o tal livro, vou falar sobre um livro que me marcou bastante.
“Tenho 13 anos e fui vendida”… É um livro escrito pela autora Patricia McCormick. Este livro fala-nos de uma adolescente, a Lakshmi, que quer fazer de tudo para ajudar a sua família necessitada. Um dia, o seu padrasto diz-lhe que lhe arranjou trabalho na Índia como criada, porém, mal ela sabe que foi vendida para prostituição. Ao descobrir onde se encontra, Lakshmi faz de tudo para sair de lá e voltar para a sua família.
Gostei bastante de ler este livro, pois Lakshmi é uma rapariga super simples que, apesar de não viver nas melhores condições, está grata por viver. E ainda quer ir trabalhar para melhorar as condições de vida da sua família. Mas, o que mais me fez gostar deste livro foi a enorme força que a rapariga teve para enfrentar esta fase da sua vida.

Este é um livro que aconselhava totalmente para as pessoas lerem, pois mostra-nos como temos de estar gratos pelo que temos, ensina-nos a não desistir de aquilo que mais queremos e de uma certa maneira mostra-nos que nada é impossível.
Andriana Tepordei (9ºB)

O livro da minha vida
Sempre gostei de romances, até costumo dizer que sou uma romântica. Se um livro não tiver um pouco de romance, não me cativa. É mais que obvio que o livro da minha vida é um romance! Tem como título de “Amor e Chocolate”é de uma autora inglesa chamada Dorothy Koomson e tem quatrocentas e nove páginas.
Desde o inicio que o livro me cativou. Os seus acontecimentos e modos como são relatados são bastante reais para não falar do facto que a autora descreve tão bem o que as personagens estão a sentir que houve alturas em que parecia que eu conseguia sentir o que elas sentiam. É uma história encantadora, atrevida, extrovertida e carinhosa, tudo o que alguém pode crer ler.
Em suma, afirmo com toda a certeza que este livro me marcou, pois sempre que falam em histórias que me tenham chamado a atenção lembro-me dele, não só por me fazer ver a vida de uma maneira diferente mas também porque a personagem principal do livro era parecida comigo em termos de mentalidade.
Carolina Bonifácio (9ºB)

Eu, já li alguns livros. Uns antes e uns depois daquele que mais me marcou e donde pude retirar lições para a minha tão recente viagem pelo caminho da vida. Os livros que li depois nada mudaram na minha preferência.
O livro da minha vida é, e acho que sempre será, A Culpa é das Estrelas. Este livro foi escrito por John Green e em páginas não é grande, sendo de apenas 257 páginas … Mas, no seu conteúdo é rico. John Green conseguiu prender-me de tal maneira no livro que escreveu que eram seguidas as horas que passava a lê-lo.
Este livro fala acerca de dois jovens, Hazel e Angustu,s que irão morrer, pois estão em fase terminal de um cancro. Sim, é um pouco triste, mas durante o pouco tempo que lhes resta decidem juntos ultrapassar todos os obstáculos que poderem surgir e juntos vão experimentar algo que nunca antes conheceram: O verdadeiro amor. Com o tempo eles conhecem-se e juntos vão formando um pequeno infinito de amor, esperança e uma espécie de felicidade.
Eu retiro uma grande lição deste livro. Eu e todos nós devemos, temos que ser felizes. Todos temos problemas, é certo, mas se nos dedicarmos só a eles, então, para quê viver? Se fosse no meu caso, se eu soubesse que um dia muito próximo eu iria morrer, provavelmente ficaria na minha cama á espera de morrer. Mas eles não, então acho que devemos, por vezes, ignorar os nossos problemas. Uns são maiores outros mais pequenos mas desistir nunca … 
Cátia Santos (9ºB)

O livro da minha vida chama-se "A menina Dança?" e é da autoria de Rita Ferro. O livro relata a história de uma mulher chamada Madalena, que era jornalista, muito impulsiva e empenhada, que para fazer uma reportagem sobre uma casa de alterne infiltrou-se lá, trabalhando como prostituta.
 Madalena, sempre fora impulsiva, e isso percebe-se quando ela conta como conheceu o marido. Ela conta que foi a uma festa e quando se vinha embora ele pediu para levá-la a casa. A partir daí as coisas foram desenrolando-se e passado uma semana já viviam juntos.
Considero este o livro da minha vida porque, tal como a personagem principal, eu não olho a meios para atingir os fins. E também porque me ensinou que não devemos mentir às pessoas só para as proteger, porque muitas vezes elas acabam por ficar zangadas connosco.
 Gostei muito do livro, porque tem uma história delicada, que é tratada sem pudores, e com subtileza. Também gostei do facto do livro ser sempre escrito dirigido a Jorge, o marido de Madalena.
Inês Baltazar (9ºB)


segunda-feira, 28 de abril de 2014

A algaravia - um comentário

A propósito da leitura do conto "A algaravia" de Mário de Carvalho, desenvolvemos, em sala de aula (9ºB), uma atividade de oralidade proposta no manual (página 68). Depois de planificado o discurso, os alunos apresentaram a sua opinião depois de terem também ouvido uma opinião de uma outra leitora (recurso do manual digital).
Publicamos, de seguida, os registos desses momentos de opinião:

segunda-feira, 31 de março de 2014

Preservação da Terra

No 3º Teste Escrito do 9ºB, a proposta de escrita era escrever um texto correto e bem estruturado, adequado a um jornal escolar, com um mínimo de 180 e um máximo de 240 palavras, em que os alunos expressassem a sua opinião acerca da responsabilidade de cada cidadão na preservação da Terra, apelando a uma alteração de comportamentos.

Publicamos o texto da Ana Carolina Ferreira:


Hoje em dia, existem muitas maneiras de preservar o ambiente, e cada vez mais causas para as pessoas tomarem consciência.  São muitos os desastres na natureza e cada um de nós tem de saber cuidar com “carinho”, ajudar, limpar, fazer uma melhor “estimação da  natureza. Cabe a cada um de nós preservar a terra, pois é o lugar onde vivemos e ainda onde  muita gente vai viver.
Cada cidadão deve tomar as suas precauções para ajudar, até porque é nas pequenas atitudes  que pode haver diferença do mau para o médio. Todos os comportamentos podem fazer a  diferença e com o “teu” ainda mais. São muitos os comportamentos que podemos mudar como,  por exemplo, não atirar “coisas” para o chão, como cascas de fruta, pastilhas, sacos de  plástico…enfim tudo o que possamos imaginar. 
Até mesmo nas florestas, ter o cuidado de deixar tudo limpo ou se virmos um fósforo ir  apanhá-lo para não ocorrer nenhum acidente que possa estragar esse espaço. 
Na minha opinião, muita gente não obedece às formas de preservação do ambiente e acho  que todos deveríamos de contribuir com umas pequenas atitudes todos os dias.
Apelo, assim,  que penses nos comportamentos que tens para o ambiente e que possas mudá-los para  melhorar. 
Queremos uma natureza linda, com as suas cores, o verde da relva, o castanho das árvore e o  azul do mar. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

3ª Oficina de escrita (8ºB) - Texto de opinião


Podem entregar o texto na sala de aula ou publicar na caixa de comentários* deste post.

Prazos
Sala de aula - 8 de Fevereiro;
Caixa de comentários - 10 de Fevereiro.

*Caso não queiram que seja publicado, devem referir esse aspeto no vosso comentário.

Proposta de escrita do manual 
( COSTA, Fernanda e MAGALHÃES, Vera - 
Diálogos, Língua Portuguesa 8ºAno, Porto Editora, pág. 34). 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

A poluição


Ainda no 1º Período, a 2ª proposta de escrita feita ao 9º ano (turmas C e D) foi a seguinte:

Redija um texto para o jornal escolar, alertando para a necessidade de defesa das florestas e de todos os espaços verdes que promovam a Natureza.

A Mariana Nunes (9ºC) apresentou o seguinte texto:


Cada vez mais a poluição está a aumentar enquanto a natureza é mais destruída. Mas sabes porque é que a natureza é importante?
Sem a natureza, tu não conseguias viver!
É claro que a natureza faz quase tudo! Trata dos animais, das plantas, das pessoas. Da terra toda,  em geral!
Para conservarmos a natureza devemos reduzir a poluição. Visto que não é possível em todos os locais (especialmente cidades), precisamos de espaços verdes como, por exemplo, as florestas que servem de “pulmões da terra”.
Para sustentar toda a poluição elas são muito importantes por isso devemos preservá-las o melhor possível.
Devemos reciclar(para que não sejam abatidas arvores), não caçar nessas áreas, não incendiar… pois são bastante importantes.
Em conclusão, para conseguires viver, precisas de agir corretamente com a natureza. Ou seja, precisas de diminuir a poluição que fazes e preservar os espaços verdes. Pois se tu necessitas de viver, a natureza também. Ela precisa de pulmões para conseguir sobreviver, já que esse pulmão está muito poluído, a tua obrigação é ajudá-lo. Com a tua ajuda a natureza pode viver e tu também. 
Portanto, da próxima vez que poluíres, pensa que não só matas a natureza como a ti também.  


quinta-feira, 28 de junho de 2012

DiNotícias, junho/2012

Na 3ª edição do DiNotícias (2011/12), foram publicados alguns trabalhos / textos decorrentes de atividades desenvolvidas no âmbito das aulas de português. 
Assim, na pág. 2 foi publicado o artigo da autoria de João Carlos Ferreira, encarregado de educação da aluna Leonor Ferreira (8ºA) a propósito da sua participação na atividade "Convidámos... à conversa com", no âmbito do projeto de leitura "Ler, lazer e aprender". 

Logo na página seguinte, na rubrica "Acontece", foi publicada uma reportagem da autoria de Carolina Bonifácio do 7ºB e que reproduzimos de seguida, sobre dois momentos de aprendizagem que envolver o teatro:


Aprender com o teatro

Numa conversa com Sara Félix, ex-aluna da escola EB Dr. João das REgras, neste momento a frequentar o 11º na Escola Secundária da Lourinhã, ocorreu a ideia de criar dois sketchs, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa:  um dirigido ao 7º e o outro ao 8º Ano. A Sara aceitou o desafio e com a Andreia Nunes (colega e amiga da Sara) elaboraram dois guiões com o propósito de os virem a interpretar mais tarde.
O sketch do 8º ano foi sobre distinguir o texto dramático do teatro, aconteceu no dia 2 de maio na Biblioteca. O público era comporto pelos alunos do 8ºA e 8ºB. O sketch tinha duas personagens: a Jaquina (interpretada pela Sara) e a Rufina (interpretada pela Andreia). A Rufina era a atriz principal de uma companhia de teatro e foi-lhe pedido que decorasse um texto dramático mas ela nem sabia o que era isso, então, a Jaquina, ao longo do sketch, explica-lhe os vários “constituintes” do texto dramático. Correu muito bem, os alunos gostaram muito da explicação das colegas, ficaram com as dúvidas esclarecidas e de certo modo com a boca cansada de tanto rir, pois, elas tornaram a sua atuação muito divertida.
Já o sketch do 7º ano foi sobre a História do teatro. Previsto inicialmente para ser também realizado na Biblioteca, acabou por ter lugar na sala 6,  no dia 16 de maio. Os alunos (Turmas A e B do 7ºAno) tinham de elaborar um trabalho, na disciplina de Língua Portuguesa) sobre a História do teatro, então, foi uma boa altura para se inspirarem no trabalho das colegas. O sketch tinha, novamente, duas personagens: a Rufina (interpretada pela Andreia) e o Teatro (interpretado pela Sara). Ao longo do sketch, o Teatro contava a sua história e a Rufina fazia comentários divertidos, mas que muitas vezes acabavam por aborrecer o Teatro.
De uma forma geral, os alunos mostraram-se tímidos e menos participativos do que os do 8º ano, mas gostaram, porque novamente a Andreia e a Sara tornaram o texto divertido. Para a maioria dos alunos esta atividade foi uma experiência enriquecedora, divertida, interessante e feita com muito profissionalismo! 
A irmã da Andreia, Fátima Nunes, esteve presente durante as duas apresentações a filmar e a dar apoio às atrizes.

Seguramente, podemos afirmar que a maioria dos alunos gostou e quer repetir a experiência. Esperemos que a Sara e Andreia estejam novamente disponíveis.

Carolina Bonifácio, 7ºB  


Foi também publicada uma breve notícia (pág. 4) referente à Menção Honrosa obtida pela aluno Inês Cordeiro do 8ºB a propósito da sua participação
no Concurso "uma Aventura Literária 2012".

Mais à frente, já na página 16, também na rubrica "Acontece", podemos ler a reportagem da Leonor Ferreira do 8ºA a propósito da 1ª Tertúlia sobre a leitura que teve lugar na Biblioteca da EB Dr. João das Regras. 

Logo a seguir, na página 17, foi publicado o texto de opinião da Damiana Mateus sobre as diferenças entre "ir" e "estar" na escola. Publicamos de seguida:

As grandes diferenças entre “ir” e “estar” na escola
   
Quando, às vezes, digo a alguém que gosto da escola perguntam-me sempre: “Como é que tu gostas da escola?´!”. Eu gosto de estar na escola com os meus amigos, na conversa, na descontração e, muitas vezes, na brincadeira, mas há uma grande diferença entre estar na escola e ir à escola. Porque há muita gente que vai à escola só para ir às aulas e isso não tem graça nenhuma. Na minha opinião, a escola é um sítio para aprender, para ir às aulas, no entanto, a escola não é só isso, a escola tem de ter animação, tem de se tornar um espaço agradável para estar porque, afinal, é como se fosse a nossa segunda casa, nós passamos muito tempo na escola e é muito melhor passar todo esse tempo num sitio que gostamos do que num sitio que não gostamos.


Infelizmente, são poucos os alunos que pensam assim.

Depois há aqueles alunos que só andam na escola porque são obrigados e acabam muitas vezes por prejudicar os outros com atitudes menos boas.

O meu conselho é que, em primeiro lugar, temos que nos mentalizar que cá estamos para aprender e que somos o futuro do país e depois distinguir os locais e as atitudes que se podem ter, porque podemo-nos divertir muito na escola, mas dentro das salas de aulas é para trabalhar.


                                                             Damiana Mateus 8ºA 













segunda-feira, 14 de maio de 2012

A importância do sonho na construção da sociedade


Na nona e última proposta de escrita semanal do 7º Ano (turmas A e B), pedimos que os alunos refletissem sobre a importância do sonho na construção de uma nova sociedade. A reflexão partiu da leitura dos seguintes versos de António Gedeão: “ Eles não sabem, nem sonham, / que o sonho comanda a vida. / Que sempre que um homem sonha / o mundo pula e avança / como bola colorida / entre as mãos de uma criança.” – 


Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Se eu tivesse que construir uma nova sociedade, o sonho seria importante porque, se uma pessoa não sonha, na minha opinião, não tem ambições.
Melhor dizendo, uma pessoa que tem um sonho vai lutar dia e noite para que ele se torne realidade, dando o melhor de si e é isso que vai fazer a diferença.
As pessoas que não sonham não têm objetivos de vida, logo, contentam-se com pouco, por isso, deixam-se estar no sofá a ver uma série qualquer que esteja a dar na televisão, em vez de lutarem por um sonho, que tornado realidade pode mudar muita coisa.
Muitas pessoas sonham, mas, o que distingue as pessoas que sonham são as que não desistem á primeira dificuldade e fazem com que os seus sonhos se realizem e as que veem a vida passar e não se esforçam para conseguir realizá-los e depois quando são mais velhas dizem que já é tarde para o fazer!
É obvio que na caminhada para a realização de um sonho, há sempre “altos e baixos”, mas, apesar disso, não devemos baixar os braços.
Independentemente do que os outros acham ou dizem da idade… Não devemos deixar o nosso sonho fugir, pois em muitos casos ele é a nossa razão de viver.
 Carolina Bonifácio, 7ºB

Como se adapta um imigrante em Portugal


Na última proposta de escrita semanal do 8º Ano (turmas A e B), pedi-se aos alunos que expusessem a sua opinião sobre a adaptação e condições de vida encontradas pelos imigrantes estrangeiros (africanos, brasileiros, ucranianos e outros) em Portugal.

Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Imigrantes estrangeiros em Portugal...
Existem muitos imigrantes em Portugal... mas porquê?
A maior parte deles vem para cá á procura de melhores condições de vida, como por exemplo: mais emprego, ordenados maiores, ou até para fugir a guerras.
Alguns dos imigrantes não se adaptam muito bem, pois em Portugal existe alguma xenofobia e racismo, que os impede de arranjar emprego e casa. Isto acontece, principalmente quando alguns destes imigrantes se organizam de forma a aumentar situações de insegurança para o país, tal como roubo e outros crimes.
Atualmente muitas pessoas procuram Portugal para viver, talvez porque é um país onde não há guerras, há alguma liberdade e tem uma boa gastronomia.
Em Portugal, é mais frequente a chegada de povos do Leste, chineses e brasileiros, embora também possam vir imigrantes de outros países.         
Muitos deles mudam de país sozinhos, arranjam emprego, tornam-se legais e, só passado algum tempo, chamam a família para se juntar a eles.
Na minha opinião, é importante que as pessoas tenham boas condições de vida, para conseguirem viver felizes e oferecer aos filhos estabilidade e educação.
Em conclusão, as pessoas devem lutar pelos seus objetivos, para conseguirem ter uma boa qualidade de vida!
Maria Inês Oliveira, 8ºA


Bom, na minha escola, há mesmo um grande número de alunos que está lá mas não vai às aulas. Muitas pessoas perguntam-se porquê…E porque será? Sinceramente nem eu sei. Bem se calhar se estivesse na pele deles sabia mas como não é o caso… Enfim
         Ir à escola, por vezes, até dá prazer porque podemos estar com os nossos amigos mais próximos, conversamos, rimos… Se calhar é por isso que alguns aparecem, mas nem se atrevem a ir às aulas. Já estiveram na minha turma vários alunos desses. Na realidade, uns só vinham para não ter falta, outros apareciam apenas com o corpo mas a cabeça deixavam-na no intervalo e uns até vinham só para gozar e ter prazer.  Qual será a dificuldade de estar com atenção!? Será que pensam no seu futuro…?  evidentemente que não).  Apesar disso, há uns alunos que não podem vir mesmo porque se calhar têm problemas com a família ou sei lá… Bom, na minha opinião esses alunos deviam ser prejudicados, claro que não estou a falar daqueles com problemas mas sim daqueles problemáticos. Deviam pensar mais no seu futuro porque é ele que interessa e é ele que lhes vão dar uma vida e uma família.
         Hoje em dia, tudo mudou. As pessoas mudaram, os tempos mudaram e também a educação mudou. A coisa mais importante na vida de uma criança.
Elena Tepordei, 8ºA


Muitos estrangeiros vêm para Portugal, assim como muitos portugueses vão para outros países!
Portugal é um país belo. Apesar de ser pequeno, tem muita natureza, sítios magníficos, desconhecidos
Mas nada nem ninguém é perfeito, e o fraco de Portugal, neste momento, é o desemprego e a má qualidade de vida.
Todos os dias, chegam estrangeiros a Portugal, para verem se conseguem melhorar as suas condições de vida, mas muitos deles não têm essa sorte.
Por exemplo, uma pessoa que venha do Iraque ou do Afeganistão para Portugal, fugir das guerras que lá existem, raramente consegue arranjar trabalho. Pois nunca trabalharam, não tem experiência, entre muitas outras coisas.
Não conseguindo arranjar trabalho, não conseguem voltar para os seus países, pois não têm dinheiro, acabando por ficar na rua a viver, ou se conseguirem arranjar uma casa, terão dificuldades em comprar comida e roupa.
Felizmente, há estrangeiros que conseguem ótimos trabalhos, ganhando muito mais dinheiro do que nos seus países e tendo uma vida melhor.
Será que nos próximos tempos tudo isto irá mudar? Deixará de haver pobreza, desemprego e mortes por motivos desnecessários?
Espero que sim, porque se não formos nós a mudarmos, não serão as coisas que se mudarão sozinhas!...

Afonso Marques, 8ºB