Patrícia Fernandes, Cheila Ministro e Inês Henriques, 9ºD
domingo, 20 de março de 2011
José Saramago - Ficha biográfica
Patrícia Fernandes, Cheila Ministro e Inês Henriques, 9ºD
sábado, 19 de março de 2011
Passaporte da leitura - 2010/11
Identificação - 2010/11
Dar continuidade ao texto...
«Lá fora, a noite estava semeada de milhões de estrelas, planetas, cometas, asteróides nos seus voos loucos, constelações de todos os tamanhos e das mais diferentes formas. Olhou por cima do ombro direito, pela vigia lateral, procurando absurdamente uma luz branca que julgava ter visto algures, mas não se lembrava quando, nem sequer era capaz de dizer se a tinha visto, de facto, ou se apenas a tinha imaginado em sonhos. E mais uma vez, repetiu baixinho e para si própria a pergunta que tantas vezes fazia, quando estava assim sentada à noite na nave, e via o Universo inteiro à sua volta: “Haverá alguém por aí à escuta? Alguém que nos veja e que nos guie?”»
- O que será ? - murmuro - Quem é ?...
Fui de vagar, espreitar pela janela da minha nave, estava um ser estranho lá fora, que eu nunca tinha visto, mas que me pareceu simpático, alegre e divertido. Era verde, com um olho, e três patas.
Pensei que não seria nada de mais se fosses abrir a porta, e lá foi eu…
- Olá ! - exclamei eu.
- Olá, tenho reparado que andas por aqui pelo espaço, o que te traz aqui ? - respondeu ele.
- Falas português ? - exclamei eu, espantada - Queres entrar ? - disse eu, para não responder à perguntar, que me tinha feito anteriormente.
Acenou-me com a cabeça que sim. Deixei-o entrar, e acompanhei-o até á sala, disse para entrar no sofá que ia só buscar uma bebida. Mas a meio do caminho pensei : "Será que ele bebe alguma coisa ?" , mas não me importei com isso e foi buscar algumas bebidas.
Quando cheguei à sala ele estava a ver televisão, ou seja, ele sabia o que era um televisão. Então perguntei-lhe se queria beber algo, eu trazia um sumo, e ele respondeu-me:
- Sim, pode ser um pouco desse sumo que tens aí na mão !
Por um lado era estranho estar a falar com um estranho verde, mas por outro era algo interessante…
Voltou a deitar o corpo sobre a relva densa, observando mais um dia de verão madrugar. Vasculhou rapidamente por entre as memórias e logo ficou arrependida de o ter feito; descobriu que eram muito mais duras do que aquilo que imaginava. Os olhos arderam-lhe novamente e ela cerrou-os com força para impedir que as lágrimas reinassem como na véspera. Porém, como que com personalidade própria, elas saíram indiferentes e voltaram a inundar rosto, pescoço, cabelos…
Rendida pela força daquelas gotinhas de água, deixou a mente retornar às memórias e respirou lenta e pesadamente. Lembrou-se de cada grito, de cada gesto e de cada palavra dura como se visse tudo em câmara lenta. Aliás, a nitidez com que se lembrava de tudo aterrorizou-a. E assim, uma por uma, as lágrimas continuaram a escorrer.
Depois, passado o que pareciam horas, soltou um último lamento, enxugou os olhos às costas da mão, e levantou-se. Ao mesmo tempo que caminhava para dentro de casa, entoou baixinho algo que lhe parecia estranhamente familiar: “Haverá alguém por aí à escuta? Alguém que nos veja e que nos guie?”.
Em defesa das florestas e espaços verdes
Temos de agir!
Quem não se lembra de ter brincado às escondidas num jardim cheio de plantas e arbustos? Quem nunca construiu uma cabana nos ramos de uma árvore? Que belas recordações. Infelizmente, tudo isto está posto em causa actualmente porque o Homem não sabe preservar a pouca Natureza que ainda o rodeia! Se alguém tiver dúvidas, basta olhar para o nosso concelho. Apesar de vivermos no campo, a Natureza está em muito mau estado! Não vemos muitas árvores e estas estão muito desprezadas como se não fossem bem vindas, os espaços verdes são raros e mal aproveitados, e as plantas da região não são valorizadas.
Temos de fazer alguma coisa antes que seja tarde de mais para as gerações futuras! Temos de reconstruir aquilo que a geração dos nossos pais destruiu! Mãos à obra!
Podemos começar por organizar equipas para plantar árvores e voltarmos a ter florestas no nosso concelho. Desta forma contribuímos para a melhoria da qualidade do ar. Devemos também dar valor aos espaços verdes que temos utilizando-os com respeito e promovendo a construção de mais alguns onde pequenos e grandes possam descansar e esquecer o stress do dia-a-dia. Quanto às plantas originárias da região, parece-me que seria a ocasião de promover encontros entre gerações para perguntar aos mais velhos como era a Lourinhã da sua infância e plantar de novo todas as plantas que hoje em dia já não nos rodeiam.
Gustavo Cópio, 8ºC
Actue enquanto não é tarde
Para começar, imagine-se numa cidade, em que tudo o que esteja à sua volta seja poluição; Pense em arranha-céus, carros a deitar fumo de escape, barulho ensurdecedor, pessoas sob stress… Tudo isto, sem uma única réstia de espaço verde. Em seguida, imagine um vasto campo coberto de flores. Acrescente algumas árvores majestosas, enchendo o espaço à volta. Ouça o roçar do vento nas folhas e o chilrear dos pássaros, voando livremente. Por fim, compare-os, e diga: Qual dos dois prefere?
Pois é. E lembre-se de que quem fomentou isto tudo, fomos nós. Todos e cada um de nós actuou diariamente da forma mais egocêntrica e construiu aquilo a que chama de “civilização” sem sequer parar para pensar no resto. Esta é a realidade, pura e dura.
Porém, apesar de tudo isto, ainda há uma oportunidade de se redimir. Está a ser-lhe dada a última possibilidade que tem para fazer as coisas bem. Agarre-a! Invista na natureza. Ponha o egoísmo atrás das costas e defenda aquilo que lhe dá vida! Proteja os espaços verdes que restam, e, do mesmo modo, volte a criar os que outrora existiam.
Vai ver como lhe aquece a alma saber que ajudou tão nobre causa.
Ecaterina Ciobanu, 9ºC
A propósito das sensações, quando se vêem espectáculos
Jéssica Martins Pataco, 9ºB
Tudo começou no dia 2 de Junho de 2010. Era de noite e ia haver Espectáculo! O Sarau da Leitura.
Eu e os meus colegas íamos entrar, por isso, como é normal, estávamos muito entusiasmados e divertidos. Então, tudo mudou, quando uma pessoa chegou ao pé de nós e nos disse:
- Meninos, preparem-se, vão entrar a seguir.
Quando percebemos que íamos entrar, sentíamos uma espécie de “formigueiro na barriga”, é óbvio que era o nervosismo, mas mesmo assim, eu acho que também era medo. “E porquê, medo, não existe nada assustador? – podia pensar uma pessoa.” Era medo de errar, de estarmos tão nervosos que nesse momento o mundo parava. De facto, era horrível!
Quando entrámos, a primeira coisa que fiz foi varrer a sala com o olhar, ver as filas cheias e além disso, ver a cara de satisfação das pessoas, com um sorriso de orelha a orelha.
Na saída, sentíamo-nos tão bem que nem parecíamos as mesmas pessoas. A única coisa que queríamos fazer era saltar novamente para o palco e dar “show”.
Portanto, foi único, um dia que vai ficar marcado nas nossas vidas, pelo menos na minha vida, de certeza.
Mariana Ferreira, 9ºC
quinta-feira, 17 de março de 2011
“A origem” - uma leitura
A meu ver, este filme é genial, porque põe à prova a nossa capacidade de pensar. Isto é, para percebermos o desenrolar dos acontecimentos, é preciso estarmos com atenção a todos os detalhes. Não é um filme simples e eu fico feliz com isso. Além disso, achei o argumento muito inovador. Afinal de contas, o local do crime passou a ser a própria mente das personagens, onde sucedia todo o tipo de fenómenos que no mundo real seriam impossíveis de ver. À medida que o filme passava, sentia-me cada vez mais absorvida pela a história. A tensão das cenas, as fugas, as explosões e até os tiros fizeram deste filme, o melhor que eu já tive oportunidade de ver.
Resumidamente, penso que apesar de este ser um filme de espionagem, tem muita história para contar, e portanto vale a pena vê-lo. Confesso que nunca pensei gostar tanto de um filme deste género!
Ecaterina Ciobanu 9ºC
quarta-feira, 16 de março de 2011
Notícias fictícias

quinta-feira, 10 de março de 2011
Despedidas em Belém
Slides de Apresentação de leituras
Os diários de 2009/10
Proposta de atividade.
Alguns exemplos produzidos no ano lectivo de 2009/10:

Trabalho da autoria de Adriana Martinho, 8º
Trabalho da autoria de Irina Duarte, 8ºD
quinta-feira, 3 de março de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A cor da liberdade
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Ponto da situação...
Há quase um ano que este espaço não é actualizado. Mas é mesmo para acreditar que tudo tem a ver com uma questão de falta de tempo. Ainda do ano passado há muitos trabalhos a publicar. E deste ano já temos outros tantos!sábado, 27 de fevereiro de 2010
Slides de apoio à apresentação de leituras
Aqui deixamos alguns exemplos que podem, também, ser visto aqui e aqui.
Slides de conteúdos gramaticais







domingo, 7 de fevereiro de 2010
Identificação / 1º Período / 9ºD
DESCRIÇÃO: durante o 1º Período, foi pedido aos alunos que associassem a três cores a sentimentos, estados de espírito, sensações...
E o resultado, no 9º D, foi:
Identificação / 1º Período / 8ºE
DESCRIÇÃO: durante o 1º Período, foi pedido aos alunos que associassem a três cores a sentimentos, estados de espírito, sensações...
E o resultado, no 8º E, foi:
Identificação / 1º Período / 8ºD
DESCRIÇÃO: durante o 1º Período, foi pedido aos alunos que associassem a três cores a sentimentos, estados de espírito, sensações...
E o resultado, no 8º D, foi:
Identificação__Cores_Carolina Morgado_8ºD
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Palavra puxa imagem
Identificação / 1º Período / 8ºC
DESCRIÇÃO: durante o 1º Período, foi pedido aos alunos que associassem a três cores a sentimentos, estados de espírito, sensações...
E o resultado, no 8º C, foi:
Identificação_As Cores_Gonçalo Frade_8ºC
Jackellyne Campos_8ºC
Identificação_As Cores_Beatriz Delgado_8ºC
Identificação_As Cores_ Carla Santos_8ºC
sábado, 29 de agosto de 2009
sábado, 8 de agosto de 2009
Banda Desenhada
7ºE
Andreia Luís





















