quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Preparativos para uma viagem


Na terceira proposta de escrita semanal (8ºAno) propôs-se que os alunos imaginassem que recebiam como prémio de fim de ano uma viagem a uma cidade da Europa que nunca tivessem visitado. Pedia-se que descrevessem os preparativos da viagem. 
Algumas das descrições (8ºA e 8º B):


No dia em que ganhei aquele prémio, não queria acreditar que era eu a pessoa escolhida, que era eu que tinha vencido! Eu só me perguntava: “com tanta gente que concorreu, como é possível ter sido eu a escolhida?” Mas era verdade, eu tinha ganho o sorteio que decorreu na minha escola e ia a uma cidade europeia que eu não conhecia, que era Bruxelas.
Em primeiro lugar, telefonei aos meus pais a dizer o que tinha acontecido e eles perceberam que a minha alegria era enorme.
Decidir que familiar me ia acompanhar nesta viagem, foi uma tarefa difícil, mas, apesar disso, escolhi a minha tia, pois ela também não conhecia Bruxelas.
Ao dar esta maravilhosa notícia aos meus amigos, eles deram-me os parabéns e disseram-me para eu aproveitar bem esta oportunidade, pois é quase única. Apesar do entusiasmo ser um sentimento, eu era o entusiasmo em pessoa, isto é, via-se claramente a vontade que eu tinha de ir conhecer uma cidade desconhecida.
No que se refere ao meio de transporte, o escolhido foi o comboio, pois é rápido, pára em vários locais e pode-se ver diferentes e lindas paisagens.
E estes foram os preparativos para a grande viagem a Bruxelas.
Madalena Castro


Os Preparativos de uma Grande Viagem
            Num confortável dia de Verão, quando os frutos estavam cada vez mais maduros, recebi a empolgante notícia que tinha ganho um concurso de desenho sobre o fim do ano escolar e o grande prémio era uma viagem a uma cidade da Europa, Paris.
            Com efeito, telefonei logo à minha mãe para contar a novidade e, mais tarde, acabei por escolhê-la para me acompanhar nesta aventura, porque era com ela que mais queria partilhar este momento.
            De seguida, acabei por contar a todos os meus amigos e foram muitas as vezes que acabei por ouvir: “Que sorte. Também quero ir!”, “Levas-me contigo?” ou “Depois tens que me mostrar todas as fotos!”.
            É claro que, como em todas as viagens, tive que escolher o meio de transporte. Depois de comparar condições, optei por viajar de avião, pois é mais seguro e menos cansativo.
            Dia após dia, fui preparando as minhas malas. Tornava-se cansativo escolher e arrumar a roupa de forma a tudo caber na mala, mas sei que tanto esforço ia merecer a pena.
            Melhor dizendo, esta era a viagem dos meus sonhos… Sentia-me mais entusiasmada do que tudo! Estava a contar os dias para que chegasse o grande dia e este parecia nunca mais chegar.
Margarida Pinheiro


Um Grande Prémio
No fim do último ano letivo, os meus pais deram-me uma ótima notícia: íamos a Londres! Mas porquê? Bem, este prémio devia-se ao facto de eu me ter esforçado e ter tido boas notas durante todo o ano. Esta viagem ia ser feita de avião na companhia dos meus pais. O local que eles escolheram foi muito bem pensado, pois Londres é uma cidade da Europa muito bela e que ainda não conhecíamos. Para além disso, nós sempre quisemos visitar o Big-Ben, a Tower Bridge, o London Eye, o Palácio de Westminster…
Quando contei aos meus amigos esta novidade, eles ficaram completamente espantados e, na verdade, alguns até me invejaram! Todos ficaram curiosos e perguntavam como e porque é que eu tinha recebido esse prémio. Muitos deles pediram-me para “levá-los comigo dentro da mala” e outros diziam para lhes trazer alguma recordação.
Quanto à minha bagagem, levei roupa de todos os tipos; nunca se sabe se vai fazer sol, chuva, calor ou frio. Tive de atualizar o meu cartão de saúde europeu e de organizar o meu boletim médico porque podia vir a ser preciso.
Faltava apenas uma semana para o voo e eu estava ansiosa, aliás, muito ansiosa. O tempo parecia passar tão lentamente…
Finalmente, chegou o “dia D”, entrei no avião, esperei aproximadamente duas horas (que pareciam séculos) e pousei o pé direito em Londres. 
Inês Cordeiro

Londres…
Ainda nem acredito que vou a Londres! A Londres… Na verdade, sempre foi um sonho meu! E agora, está (finalmente!), prestes a ser concretizado.
Em primeiro lugar, tive de escolher quem me iria acompanhar… Escolhi o meu tio! E, neste caso, acho que fiz muito bem! Evidentemente que tivemos de planear tudo! A data da partida, o voo, os locais que queremos visitar, o hotel onde vamos ficar, a data de chegada… Eu gostava imenso de visitar o Big Ben, o Museu de Cera Madame Tussaud… De passar ao lado do Palácio de Buckingham, de andar de metro, de autocarro e de táxi, de assistir a um jogo de futebol e a um musical, de conhecer um pouco mais da cultura Inglesa…
Comecei também a preparar a mala, com as roupas que quero levar, as coisas que lá quero colocar dentro… Dentro da mala, decidi colocar também dezenas de folhas de papel e autocolantes giros… Planeio escrever muitas cartas para os meus amigos… Tenho pena de não os levar dentro da mala. Se bem que não caberiam todos lá dentro, são demasiados! A maior parte deles ficou contente por eu ir viajar, mas muitos deles vão na mesma altura para fora do país, vistos estarmos no princípio de Junho. 
Por outras palavras, espero que seja uma semana muito bem passada, espero aprender coisas diferentes e, claro, mandar um postal aos meus amigos, só mesmo para fazer um bocadinho de inveja!
Leonor Ferreira


Histórias para a família

Na segunda proposta de escrita semanal (8ºAano), pedia-se que os alunos contassem uma história que pudesse ser dita/lida, durante uma reunião familiar. Houve quem contasse histórias e quem recriasse o momento das histórias.
Ouçamos (Textos de alunos dos 8º A e 8º B):


Era uma noite quente de verão, na qual eu e a minha família estávamos a fazer diversas atividades, como ler poesias, cantar e contar histórias. Já todos os meus familiares tinham contado a sua história, menos eu. Foi então que comecei a contar a seguinte história: “Há uns anos atrás, cinco jovens fizeram uma descoberta extremamente importante, mas, ao mesmo tempo, estranha.
Num dia de primavera, a Marta e a Carolina, foram passear pelo campo perto das suas casas. Ao fim de algum tempo, elas decidiram telefonar à Margarida, ao Tiago e ao Francisco, para saberem se eles queriam ir ter com elas. Como a resposta foi afirmativa, a Carolina e a Marta decidiram sentar-se na sombra de uma árvore e descansar um pouco. A Carolina ao virar-se para ver se os seus amigos já estavam ali, viu uma casa, muito pequena e abandonada e disse á Marta:
- Olha, Marta! Vês aquela casa ali, aquela pequenina. Já alguma vez foste lá ver o que era ou se estava abandonada?
- Não, nunca fui lá e, além disso, não quero ir, tenho medo. – disse a Marta, receosa.
- Por favor, Marta! Não me digas que não tens nem uma pontinha de curiosidade de ir lá. Eu cá tenho. Não queres ir até lá?
- Não me parece. Prefiro ficar aqui à espera dos nossos amigos. Mas se quiseres ir até àquela casa, podes ir, eu fico aqui.
- Vá lá, Marta! Vem comigo, por favor!
- Está bem, ganhaste! Eu vou contigo, ainda que, vá contrariada.
De seguida, as duas raparigas foram á casa, e entraram nela. Ficaram chocadas com o que viram. Era uma coleção de antigos artefactos egípcios. Depois, foram para a rua, chamar os seus amigos que já estavam ali. Todos juntos telefonaram para a polícia, a dizer o que tinham descoberto. Por conseguinte, receberam uma recompensa maravilhosa, ou seja, receberam uma quantidade do valor das peças que encontraram.”

Madalena Castro


A Grande Reunião 
            Numa reunião familiar, coube-me a função de animar o pessoal e de tornar aquela noite inesquecível.
            Decidi contar uma linda história, que deixasse todos com o coração mais doce.
            Com efeito, contei a história de um homem chamado André que, em tempos, vivera com os seus pais, numa ilha deserta, no meio do oceano atlântico. Os pais desse homem eram portugueses e tinham ido ali parar porque o navio onde iam naufragara. André nascera na ilha e fora lá que, ao longo dos anos, os seus pais tinham envelhecendo e acabado por morrer.
            Portanto, o André sentia-se muito sozinho, pois na sua vida apenas conhecera os seus pais e os seus amigos macacos. No entanto, ele amava a sua ilha.
            Num certo dia, estava sentado numa pedra, à sombra de uma palmeira, com as folhas bem verdinhas e começou a falar com um macaco:
            - Será que existe algum sítio depois deste mar? Eu não sei, mas irei descobrir!
            Então, esse senhor decidiu construir uma jangada e viajar até encontrar alguém como ele.
            Passaram muitos dias e ele acabou por chegar a uma terra que desconhecia: Portugal. Depois de longas horas de exploração, o André ficou muito contente por estar ali.
            Mais tarde, tornou-se um cidadão português, teve filhos e, quando pôde, voltou à sua ilha.
            Terminei a minha história, bateram palmas e o meu avô disse:
            - Devemos sempre lutar pelo que queremos…
            Concluindo, foi uma noite especial e penso que todos perceberam que devemos sempre ver o lado positivo.
Margarida Pinheiro


A Praia Mágica
Há anos atrás, uma menina de treze anos, que vivia à frente da praia, foi passear durante a noite. A noite estava estrelada e ela foi para o seu local preferido: a praia. Estava ela a caminhar pela areia molhada e fria do outono quando, de repente, ouviu uma voz muito doce e suave.
-Olá.
-Quem és?! – perguntou a menina arrepiada.
-Eu sou uma sereia. O rei Félix quer agradecer-te por todo o bem que fizeste ao nosso mar – respondeu a sereia.
Sem grandes palavras ou gestos, a criatura encantada espalhou um pó por cima da garota. Ela nem se mexeu de tão assustada que estava mas, por outro lado, estava curiosa.
-Segue-me! – ordenou a sereia entrando pelo mar dentro.
A menina obedeceu e espantou-se pelo facto de conseguir respirar na água! O pó dava-lhe essa capacidade maravilhosa.
Passado algum tempo, chegaram aos recifes de coral e a sereia foi apresentando à menina o seu mundo e alguns amigos. Finalmente, chegara a um magnífico palácio de cristal coberto de algas coloridas e cheio de brilho e de lux. Quando  entraram no palácio foram muito bem recebidas.
-Bem-vinda ao nosso reino, criatura terrestre! Estamos-te eternamente gratos pelas tuas boas ações: por retirares o lixo do mar, por trazeres caixotes para as pessoas colocarem o seu lixo e reciclagem… Como agradecimento, damos-te a capacidade de respirares debaixo de água e podes visitar-nos quando quiseres! – informou o rei Félix.
A rapariga ficou muito feliz e, aliás, já nem se sentia com medo! Ainda hoje ela visita este reino aquático e os seus novos amigos.
Inês Cordeiro


Uma Noite Para Não Esquecer
Sorrio sempre que me lembro deste episódio… Sempre que me lembro da lua cheia que estava naquela noite, da aragem quente que corria, das muitas caras sorridentes e felizes, sentadas em círculo na areia à beira-mar…
Nessa noite, eu e todos os meus primos mais novos fizemos o musical “Música no Coração” e correu muitíssimo bem. Enganámo-nos dezenas de vezes, mas toda a família cantou! E enquanto cantávamos parecia que o mar nos acompanhava, enquanto as ondas rebentavam…
Sinceramente, a minha parte preferida foi aquela em que começámos a citar poemas de Sophia de Mello Breyner, que muitos de nós já sabiam de cor e salteado.
De seguida, conversámos… Falámos de dezenas de coisas, falámos do dia-a-dia, das viagens, da praia, das férias…
- Tendo em conta que não estamos juntos muitas vezes, propunha que realizássemos uma viagem! – Naturalmente que esta ideia foi, de imediato, aprovada.
- Acho uma excelente ideia!
Nós, mais novos, ficámos mesmo muito entusiasmados!
- Na minha opinião, Londres seria um destino muito interessante.
- Eu gostava de ir a Berna.
Continuámos a discutir qual das cidades visitar. Desta forma, ficou decidido que iríamos a Londres nas férias de Verão e a Barcelona no Natal.
Para concluir a nossa “reunião” cantámos músicas portuguesas e inglesas, hinos, canções da rádio… E é com muito orgulho que digo que ensinei o meu primo mais novo a cantar o hino português!
Será sem dúvida, uma experiência a repetir!
Leonor Ferreira



Era uma vez uma bruxa chamada Josefa, que vivia num castelo muito feio com o seu gato Zorbas.
O gato era preto com olhos verdes e tinha o nariz sarapintado de branco.
Certo dia, a bruxa estava a fazer uma poção mágica e, de repente, o gato caiu lá dentro.
A bruxa ficou muito atrapalhada e apressou-se a tirar o gato dali, mas qual não foi o seu espanto quando reparou que o gato saiu todo às cores e muito mal disposto.
A bruxa apressou-se logo a levar o gato ao veterinário.
O médico deu-lhe a sua opinião:
-Minha senhora, o seu gato só tem que tomar um xarope, mas de resto está tudo bem.
-Muito obrigada pela sua disponibilidade – disse a bruxa.
A Josefa voltou para casa um pouco mais animada e aliviada pelo seu gato não estar doente.
Agora tinha entre mãos, a difícil missão de convencer o seu gato a tomar o xarope.
Não foi nada fácil, pois o Zorbas não gostava nada de tomar xaropes.
-Zorbas, tens que tomar o xarope para ficares melhor e, além disso, a tia Gertrudes não vai gostar nada de te ver assim e vai te dar daqueles biscoitos com sabor a mentol – tentou a Josefa.
Logo que ouviu isto, o Zorbas abriu a boca e engoliu o xarope sem mais demoras.
Assim, o gato voltou à sua cor original e nunca mais se sentiu mal!
Maria Inês Oliveira




Regresso à escola

Na primeira proposta de escrita semanal do 8º Ano, pedia-se que refletissem sobre o reinício do ano letivo, o reencontro com os colegas e amigos.
Eis o resultado de algumas dessas reflexões:


O Regresso às Aulas...
Os primeiros de muitos outros dias de aulas são como… um jogo de sentimentos e sensações. Melhor dizendo, todos os minutos são muito especiais.
No início, quando ia a caminho da escola, senti um grande nervosismo e, de seguida, nasceu dentro de mim uma gigante alegria e ansiedade. A alegria devido a voltar a estar com os meus amigos e a ansiedade causada pela elevada impaciência para contar todas as novidades e saber para onde o pessoal viajou.
É claro que estava desejosa por conhecer e conviver com os meus novos colegas e por saber se tinha entrado na nossa escola algum novo rapaz jeitoso. Julgo que todas as raparigas pensem nisso, até as mais certinhas!
Como sempre, chega a altura das apresentações, um momento que me deixa inquieta e que, por vezes, me envergonhava e me irritava porque era a terceira ou até mesmo a quarta vez que repetia: “Sou a Margarida, tenho 13 anos e moro na Lourinhã”.
Depois de ter umas aulas, já sentimos cansaço e saudades das férias. Torna-se habitual ouvir “pobres” estudantes comentarem que estão a precisar de férias.
Concluindo, os primeiros dias de aulas são inesquecíveis, mas às vezes pergunto a mim mesma: mas porque é que nos queixamos da escola ter começado de novo? Bem… É verdade que é muito bom estar de férias, mas não há nada melhor do que o regresso às aulas!
Margarida Pinheiro



O Regresso à Escola...
Os meus primeiros dias de aulas foram novamente de adaptação para mais um ano letivo, pois já não estava habituada a levantar-me tão cedo (nas férias acordava mais tarde), no entanto, foram entusiasmantes por voltar a reencontrar os amigos.
Por um lado, gostei de voltar à escola, mas, por outro, as férias ainda estavam a saber-me bem.
Considero que o regresso à escola correu bem, pois senti-me feliz, embora um pouco ansiosa. 
Neste ano tenho, em algumas disciplinas, professoras diferentes das do ano passado, tais como: história, geografia, inglês e ciências naturais. Na minha opinião, são boas professoras e penso que temos muito a aprender com elas.
Neste regresso às aulas eu estava com receio que o meu horário fosse mais concentrado no período da tarde, o que felizmente não aconteceu.
Agora, temos alguns alunos novos na nossa turma, o que é bom para podermos conhecer e conviver com outras pessoas.
Ao iniciar o ano, senti alguma preocupação em relação ao comportamento da turma, mas, apesar disso... espero que corra tudo bem e que aprenda muitas coisas novas.
O ano começou!
Maria Inês Oliveira


Regresso à Escola

Após o final das férias grandes, no regresso à escola, sinto-me sempre bastante ansiosa por me reencontrar com os meus amigos... Melhor dizendo, sinto sempre muita vontade de conversar com os meus colegas de turma, de rir com eles! Sou obrigada a admitir que a minha vontade é abraçá-los a todos…
Gosto especialmente das primeiras aulas, em que abrimos pela primeira vez os novos livros, escrevemos pela primeira vez nos cadernos acabadinhos de comprar, utilizamos os lápis novos, as canetas…
Desde sempre que me lembro de pensar: “Não se conhece uma pessoa por passar noventa minutos com ela numa sala de aula… Conhecemo-la, sim, depois de dias, semanas de trabalho em conjunto e convívio!” E obviamente, espero poder conhecer minimamente as pessoas com quem vou trabalhar durante um ano… 
Nos primeiros dias, sinto-me muitas vezes nervosa com o facto de ir conhecer novos professores e novos colegas, pois nunca sei o que pensam de mim à primeira vista… Às vezes, nem eu sei o que hei-de pensar acerca dos professores e dos novos colegas quando os conheço. 
Naturalmente, aquilo que desejo, no início do ano, é que tudo corra da melhor maneira em relação às disciplinas, às notas, à adaptação ao novo ano.
Numa palavra, apesar de poder parecer estranho, no inicio do ano escolar, sinto sempre grande vontade de voltar à escola…
Leonor Ferreira




Regresso à Escola

Depois de um longo intervalo de aulas é que se percebe o quanto gostamos de certas pessoas. Porquê? Porque depois de tanto tempo sem as pessoas com quem costumamos estar todos os dias a maior parte do ano, sentimos a falta dessas pessoas, a falta das conversas paralelas nas aulas, a falta das brincadeiras, dos intervalos em convívio, até das guerras que nunca duram mais de dois dias.
Por mais telefonemas, mensagens ou e-mails que possamos mandar uns aos outros, nunca é igual. No entanto, a escola acaba por ser a nossa segunda casa e os amigos a nossa segunda família. Quando regressamos  à escola ficamos sempre surpreendidos, aquele está a mudar de voz, está a ficar um homem, aquela nem parece a mesma, está mais preocupada com a sua própria imagem… E quando olhamos para trás no tempo lembramo-nos da primeira vez que entra-mos naquela escola, do primeiro dia de aulas, na mesma em que já andamos há 4 anos!
Falamos com este ou aquele amigo ou colega e ficamos felizes por nos voltarmos a encontrar e estarmos naquele momento a partilhar tudo o que aconteceu durante as férias.
Os amigos mais próximos é de quem sentimos mais saudades, saudades das conversas, dos desabafos e principalmente daquela frase que nos dizem sempre antes de irem dormir “não te esqueças que te adoro”.
Agora, depois de tanto tempo sem aulas, vem aí um ano novo e há sempre a expetativa de que o ano que aí vem vá ser melhor que o anterior.

Damiana Mateus

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Apontamentos / 1º Período

Despertar a atenção (Preparar para a aprendizagem). Depois, despertar os sentidos da audição e visão (Atenção "presa"). Ler. Promover a discussão. A seguir, pensar - processo de memorização iniciado, também.  Por fim, a escrita, de preferência, individual - consolidação da aprendizagem.Deste processo resultaram alguns destes recursos que considerámos serem fiéis produtos do trabalho efetuado e agora descrito. Estas situações, aqui sintetizadas, ocorreram durante aulas de Língua Portuguesa de duas turmas do 8º Ano.
Síntese do texto narrativo
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Passaportes da leitura / 1º Período (2011/12)

Continuamos a apostar, como projeto de leitura, no "Ler, lazer e aprender". Neste ano, a Língua Portuguesa, temos estado a desenvolver o projeto nas aulas de 45 min. Aí, os alunos usufruem, no mínimo, de 30 min. de leitura autónoma, findos os quais partilham o que estiveram a ler, sendo opção sua a leitura de excertos. 

Temos tido momentos muito agradáveis, a partir dos quais se conversa de outros assuntos. Foi também durante esse tempo que fizeram as apresentações das leituras no 1º Período.

Nas outras disciplinas, continuam a ter, todos os dias da semana, 15min. de leitura, mediante um calendário que pode sempre ser adaptado às circunstâncias.

Aqui deixamos alguns dos passaportes do 1º Período:



sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Uma vida sem limites

Antes de mais, convido-Vos a ver o vídeo que se segue. Foi assim que a Damiana Mateus (8ºA) começou, também, a apresentação do seu livro, atividade desenvolvido no âmbito do Projeto "Ler, lazer e aprender":



Visto o vídeo, a Damiana partilhou connosco o último livro que lera: Uma vida sem limites, de Nicholas James Vujicic. Todos (eu*, a professora, e os colegas) ficámos emocionados. E não foi pela história da vida de Nicholas James Vujicic, ainda que esta já seja, também, razão para tanta emoção. Aconteceu, porque a Damiana soube prender a nossa atenção, soube guiar-nos por uma história de vida, criando em nós vontade de querer ler o livro e conhecer mais sobre aquela pessoa. 

Fê-lo de uma forma impressionante! Obrigada, Daminana. 





*Rosalina Simão Nunes

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Frases natalícias

«Natal é quando nasce uma vida a amanhecer». (Ary dos Santos)
De forma a promover a reflexão sobre aquilo que deva ser o espírito natalício, a importância da família, dos afetos e das pessoas, na disciplina de língua portuguesa, nos 2º e 3º ciclos da Escola EB 2,3 Dr. João das Regras, os alunos, inspirados em difinições de Natal como a de Ary dos Santos, escreveram as suas próprias definições de Natal, família e espírito natalício. Só tinham de dar uma definição.
Responderam ainda à seguinte questão: Se pudesses oferecer uma prenda a alguém, oferecias o quê, a quem e porquê?
Recolhidos os trabalhos, os professores de língua portuguesa escolheram duas frases por turma que depois foram afixadas pelas portas das salas da Escola EB 2,3 Dr. João das Regras.
Nesta atividade, estiveram envolvidos cerca de 600 alunos e 9 professores de língua portuguesa, tendo sido coordenada pela professora Teresa Saramago e pelo professor João Ferreira.
Por fim, foi produzido um vídeo, que aqui se partilha, sintetizando o trabalho desenvolvido e apresentando o produto da atividade. 

sábado, 26 de novembro de 2011

Apresentação de leituras - 1º Período

Neste espaço serão publicados os recursos construídos pelos alunos que acompanharam as apresentações das leituras, no 1º Período, no âmbito do Projeto "Ler, lazer e aprender".

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Campanhas publicitárias - Um trabalho de parceria entre Língua Portuguesa e Música

No princípio do ano letivo, o professor Hugo Mendes, professor de Música, sugeriu que se fizesse uma pareceria entre a disciplina de Música e a de Língua Portuguesa.
A estrutura da atividade partilhada seria muito simples de executar: na disciplina de Língua Portuguesa, os alunos trabalhariam o texto publicitário, produzindo, no final, um guião que deveria servir de apoio à construção de um spot publicitário, na disciplina de Música. 

Desse trabalho transversal damos, hoje, conhecimento. Para já, ainda não foi possível recolher todos os guiões. Mas podem já ser ouvidos todos os spots publicitários construídos pelo primeiro grupo de alunos das turmas A e B do oitavo ano.

No 2º Período, iremos atualizar o post, uma vez que as turmas estão divididas pelas disciplinas de Música e Educação Tecnológica.

Campanha: Campanha computadores
Margarida, Tiago e Nadine, 8ºB




















Campanha: Campanha computadores
Sílvia, Soraia e Mariana, 8ºB




















Campanha: Gelados
Susana e Vanessa, 8ºB





















Campanha: Campanha em defesa da utilização do Ecoponto
Fátima e Micaela, 8ºB




















Campanha: Divulgação de uma estação de rádio
Lara, Leonor, Nuno, Madalena, 8ºA




















Campanha: Distúrbios alimentares
Lucas, Inês, Ricardo, 8ºA
 

Campanha: Faça férias no Algarve
Mafalda, Maria Inês, Mariana, 8ºA



















Campanha contra o Aborto
Valentyna e Viktorya, 8ºA

















terça-feira, 15 de novembro de 2011

Descrever


Pretende-se que descrevam as duas imagens, observando, registando as características, ordenando os dados, estruturando o texto, por forma a podermos identificar em cada uma das descrições os seguintes elementos:
  • o que se descreve;
  • o plano da descrição;
  • as características do que descrevem;
  • expressividade na descrição;
  • dinamismo ou estatismo;
  • subjetividade;
  • ligação entre o real e o imaginário.
Devem recorrer ao material de apoio disponibilizado, na aula, para elaborarem o trabalho.








ANÁLISE DA ATIVIDADE

A proposta foi feita a duas turmas do 8º Ano (42 alunos) tendo-lhes sido dada a hipótese de escolha quanto ao suporte como entregariam o trabalho: em suporte papel, oito dias após a proposta feita, em sala de aula, ou respondendo pela caixa de comentários deste poste, até ao prazo limite de 12 dias. 

No total, houve 19 participações.  Quinze foram apresentadas na caixa de comentários. 


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ano letivo 2011/12

Já começou outro ano.
Temos andado a publicar trabalhos do ano anterior. Ainda há material para publicar, mas será integrado em postes que já foram iniciados.
Vamos assim  dar início, a partir de hoje,  à publicação de trabalhos realizados já neste ano letivo.

Neste ano, iremos procurar fazer deste espaço um local mais interativo, isto é, prevemos que alguns dos trabalhos possam ser realizados neste espaço com o recurso, essencialmente, à caixa de comentários. Veremos se será possível concretizar.

Até breve.

sábado, 12 de novembro de 2011

Inquéritos / Aulas de Língua Portuguesa

Como é hábito, chegado o final do ano letivo, peço a colaboração dos alunos no preenchimento de um inquérito que tem como objetivo avaliar o trabalho desenvolvido ao longo do ano, nas aulas, bem como sugerir alterações, outras práticas e atividades. 
O Inquérito é anónimo. Nos últimos dois anos, optou-se pelo inquérito online, com o recurso ao googledocs. No primeiro ano (2009/01), responderam apenas 27 alunos, num universo de 100. No passado ano letivo - 2010/11, num universo de 117 alunos, 50 alunos responderam ao inquérito.
Publicamos de seguida, o resumo das respostas de 2010/11:
















































sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Banda desenhada





















Relatório da Elaboração de uma Banda Desenhada
10 de Junho de 2011            

No dia 10 de Junho de 2011, comecei a realizar o último trabalho no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa: a Banda Desenhada. O objetivo desta atividade era construir, no mínimo, uma página de banda desenhada, partindo de uma das histórias lidas durante o ano.
A primeira coisa que fiz foi consultar os documentos que a professora nos deu e ler alguns apontamentos que eu tirei durante a aula. Depois, fui consultar os textos que tínhamos estudado durante o ano e escolhi a “Estrela” porque me lembrei-me que existia um excerto muito bom nesta narrativa para representar em banda desenhada. De seguida, escolhi um dos sites que a professora recomendou para realizar banda desenhada (http://www.toondoo.com/) e pus as mãos à obra. No início estava a correr um pouco mal, pois não percebia muito bem como funcionava o site que tinha escolhido. Porém, fui descobrindo como é que ele funcionava e em pouco tempo já era uma “profissional”!
Comecei por criar a igreja que aparece na minha B.D. e depois as personagens deste excerto. Esta parte foi muito engraçada porque foi a partir daqui que comecei a fazer as vinhetas. As 4ª, 8ª e 9ª vinhetas foram as que me deram mais trabalho porque têm muitas personagens. As 5ª, 6ª e 7ª foram as mais fáceis, porque tive apenas que copiar das vinhetas anteriores e fazer pequenas modificações. As três últimas vinhetas foram as que eu mais gostei de fazer porque têm fundos diferentes das outras vinhetas e assim foi mais divertido. O que não gostei nada deste site é o facto de não existir o botão para retroceder e, quando me enganava, tinha que fazer tudo de novo e isso era muito chato. Terminei esta atividade no dia 19 de Junho de 2011.
Gostei imenso de realizar a minha banda desenhada por duas razões: gosto muito de banda desenhada e acho muito divertido pudermos fazer a nossa própria B.D.. Por outro lado, admito que, quando já estava a acabar o meu trabalho, estava a começar a ser fatigante, pois fazer banda desenhada não é como fazer uma sandes. Quando utilizamos sites para fazermos bandas desenhadas, temos que colocar as imagens no sítio certo, pôr umas maiores, outras mais pequenas, colocar umas à frente, outras atrás, enfim… Dá mesmo muito trabalho, mas, no final, valeu a pena porque aprendi a fazer B.D. através do computador e nunca o tinha feito antes.
Concluindo, cumpri o objetivo deste trabalho. Na minha opinião, fui muito criativa e original e penso que a informação que coloquei na minha banda desenhada está correta e adequada ao tema.


Inês Filipa Pacheco Cordeiro, 7ªAno








Relatório da Elaboração de uma Banda Desenhada

18 Junho de 2011         

No dia 18 de Junho de 2011,  realizei, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, uma banda desenhada com o objetivo de ficar a saber um pouco mais sobre esta e como a criar.
Para saber qual a parte do texto que ia realizar em banda desenhada, li os textos que a professora propôs e escolhi o (A Estrela de Virgílio Ferreira) que me parecia ficar melhor em banda desenhada e que era mais interessante.
O início da elaboração da banda-desenhada foi um pouco complicado, pois não sabia funcionar com o site Toondoo. No entanto, acabei por aprender e tudo se foi tornando mais fácil. Ao princípio também achei o site Toondoo um pouco complicado porque estava em inglês.
Acho que o site Toondoo devia permitir que colocássemos mais vinhetas, pois, no mínimo, só dão quatro, por isso, tive que realizar duas bandas desenhadas (uma com quatro vinhetas e outra com duas). Uma banda desenhada é a continuação da outra. Ao juntá-las as imagens sofreram algumas alterações, por isso juntamente com o trabalho final estão presentes as duas bandas desenhadas, só para o caso de não se conseguir ler o texto. (http://www.toondoo.com/Search.toon?searchfield=MARGARIDA17&searchFrom=toon)
Os objetivos foram cumpridos e julgo que os resultados obtidos sejam satisfatórios. 
Margarida Pinheiro, 7ºAno

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A propósito da preservação do meio ambiente


Florestas … espaços verdes … o Ambiente

Hoje em dia, o nosso planeta está cada vez mais poluído. Infelizmente, as pessoas não têm noção da poluição que fazem no dia-a-dia e dos danos que esta provoca nos espaços verdes, nas florestas e também no Ambiente.
Então, e esses danos podem provocar alterações nas florestas e nos espaços verdes? Sim, podem e alguns podem ser muito graves como por exemplo:
Destruir as árvores, que nos dão oxigénio e este melhora a qualidade do ar;
Ao destruir as árvores, os vapores de água libertados por elas, deixam de existir e não contribuem para regular o clima;
Destruir o habitat de muitas espécies de animais e de plantas;
As árvores deixam de fornecer resina, frutos, etc;
Deixam de melhorar a qualidade do solo e da água.
Estes aspectos são aqueles que (se estivessem de forma positiva) são
essenciais à vida humana.
Concluindo, é necessário proteger as florestas e os espaços verdes, pois estes têm capacidades e características que sem elas o Homem não tinha muitas condições para viver.
Cada vez com mais frequência existem associações que sensibilizam as pessoas para a importância da preservação das florestas e dos espaços verdes.
Madalena Castro, 7ºAno

A Natureza e o Ambiente

A Natureza e o Ambiente são extremamente importantes para a vida actual na terra, tal como foi, em tempos passados, para todos os seres vivos que existiram no nosso planeta. Infelizmente, a realidade actual é bastante diferente daquilo que deveria ser. Grande parte das pessoas tem consciência de que é necessário proteger a vida natural, como as árvores, as plantas, os espaços verdes, mas não o fazem… 
A poluição é cada vez mais frequente em espaços naturais (jardins públicos, florestas, serras e campos), e na maioria das vezes é provocada por descuidos por parte das pessoas que, durante passeios, visitas ou passagens por estes locais, deixam lixo no chão que, se não for biodegradável irá fic.ar ali até alguém o recolher. Deste modo, a melhor maneira de prevenir é utilizar os caixotes do lixo ou ecopontos e para o caso de não existirem, guardar o lixo até ter algum caixote onde pô-lo. 
Sobre este assunto, é importante referir que aprender como respeitar, proteger e preservar o Ambiente e a Natureza é uma forma de garantirmos a nossa sobrevivência daqui a alguns anos, porque são deles que provêm os alimentos de que precisamos para viver, o oxigénio que respiramos e a água que bebemos. 
Para concluir, deve ser deixado um aviso para todas as pessoas. Preservemos o Ambiente e a Natureza porque são eles que nos garantem a vida!
Leonor Ferreira, 7ºAno

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Os meus tempos livres


Eu gosto de passar os meus tempos livres a ler, a ouvir música, no computador, a ver televisão ou com os meus amigos.
Porquê a ler? Quando leio um livro esqueço tudo o que está à minha volta e centro-me apenas nas palavras que estão escritas nas folhas, sinto a história, vivo os momentos… E ler traz-me experiências vividas pelas personagens, problemas e conhecimentos das mesmas.
Por outro lado, ao ler uma história consigo ver todo o sentimento que o autor colocou nas páginas do livro!
Também gosto de ouvir música, porque me sinto bem a ouvir relatos de experiências sentidas pelas pessoas.
Evidentemente que existem músicas das quais não gosto, ou porque são demasiado tristes, ou porque retratam assuntos pelos quais não me interesso.
Contudo, além de todas estas actividades de que gosto, existem ainda outras, como é o caso de ver televisão e estar no computador. Relativamente a estes, gosto de passar tempo nos dois, porque consigo ter acesso a informações sobre assuntos que me interessam, consigo jogar jogos, falar com os meus amigos na Internet, entre outras coisas.
Mas uma das actividades de que gosto mais é estar com os meus amigos, porque conversamos, jogamos jogos e, sobretudo, porque nos divertimos!
Leonor Ferreira, 7ºAno

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O Namoro


A propósito do namoro...

Está um céu limpo, uma brisa leve, um ar quente e um sol brilhante… Passei a entrada e olhei à volta. O parque está praticamente cheio, vêem-se sobretudo casais adolescentes por ali. Procurei o meu namorado e vi-o sentado num dos bancos da entrada, junto ao café.
-Bom dia! – Ele virou-se.
Levantou-se de imediato e abraçou-me. 
-Na verdade estava a pensar em ti há bastante tempo. Pensava que não vinhas. – Ele estendeu-me a mão e caminhámos de mãos dadas pelo trilho definido a verde, ele sabe que o meu favorito passa perto da cascata, algo que sempre me fascinou desde pequena.
-Como vão as coisas lá por casa? – Eu olhei-o com atenção, ele é o único que se apercebe que a relação com a minha família está cada vez pior.
-Os meus pais continuam a discutir cada vez com mais frequência. – Aproximei-me da cascata e passei a mão pelas águas. Ele imitou-me de imediato.
-Está fria! – Eu ri-me da expressão dele e ele devolveu-me um sorriso. De seguida tirou do bolso das calças uma moeda e estendeu-ma. – Atira-a. Tu mereces que todos os desejos se concretizem! Se não todos, apenas um… 
Recolhi a moeda e atirei-a, fechando os olhos e pedindo o meu maior desejo. É secreto, mas só posso dizer que me senti bastante bem quando ele se aproximou de mim e me abraçou. Eu sei que não devia, mas apenas deixei as lágrimas cair… Numa palavra: estou feliz!

Leonor Ferreira, 7ºAno

Vida é mudança

A propósito da expressão “Na vida nem tudo são rosas.”

É impossível viver num mundo de crianças para sempre. Com o tempo, a vida fácil e inocente que levamos enquanto somos pequenos evapora-se, e em troca, vemo-nos rodeados por um mar de dores de cabeça – A vida real. As horas de diversão passam a horas de trabalho, as perguntas de resposta fácil passam a perguntas sem resposta, os obstáculos de um jogo passam a obstáculos verdadeiros… e tudo muda com uma rapidez assustadora.
Por outras palavras, ganhamos a noção de que nem tudo na vida são rosas. E, sobretudo, de que aquilo que o futuro nos reserva pode muito bem definir-nos como destruir-nos. A força da decisão está, porém, nas nossas mãos. Somos nós que traçamos o nosso próprio futuro através das nossas acções. Por isso, é importante que tomemos a atitude certa na altura certa. Não obstante, errar também faz parte da vida. Muitas vezes, são os erros que nos fazem acordar para a realidade; que nos fazem crescer, ainda que não da melhor maneira.
Um exemplo muito comum da forma como a vida dos jovens muda é a passagem da escola básica para a escola secundária. Pessoalmente, encaro a escola secundária como uma linha de partida para a “estrada” da vida real, pela qual nós estamos a (começar a) caminhar. Estrada essa com muitos obstáculos prontos para nos testar. A meta, por outro lado, ainda se encontra muito distante.

Ecaterina Ciobanu, 9ºAno

A aventura da princesa

Num dos testes escritos, no terceiro grupo, pedia-se que os alunos dessem continuidade a uma história:


Era uma vez uma menina muito bela que, numa manhã de Primavera, foi passear para uma floresta próxima de um palácio.
De repente encontrou uma cobra que lhe disse:
- Olá, o que fazes aqui?
A menina ficou atrapalhada e respondeu:
- Ando a passear, não me faças mal.
- Não te preocupes, eu sou vegetariana – retorquiu a cobra.
A menina continuou a andar, até que encontrou um porco a chorar e perguntou-lhe:
- O que se passa?
O porco respondeu:
- Não posso contar, é segredo.
A menina ficou espantada e seguiu caminho.
Pelo caminho encontrou uma casa e bateu à porta. Saíram lá de dentro cinco mulherezinhas, do tamanho de um dedo. A menina perguntou o que elas faziam ali, mas também era segrego.
 De repente, a menina tropeçou numa pedra, bateu com a cabeça numa árvore e desmaiou. Quando acordou, estava num palácio muito feio, onde vivia uma bruxa muito esquisita. 
A menina olhou à sua volta, mas não sabia onde estava, até que a cobra espreitou à janela e chamou-a. Ela chegou lá fora e a cobra ajudou-a a sair dali.
Pelo caminho encontrou o porco que lhe pediu um beijinho. 
Sem perceber porquê, a menina deu-lho e o porco transformou-se num príncipe.
- Ah! – exclamou ela.
- Foi uma bruxa que me transformou em porco. Há cinco mulherezinhas na floresta, que são as criadas dela e estavam a tomar conta de mim para ninguém me beijar, mas elas a esta hora estão sempre a dormir – disse o menino.
Assim, a menina apaixonou-se pelo rapaz, casaram e viveram felizes para sempre.

Maria Inês Oliveira, 7ºAno




Sumários em suporte digital (2010/11)

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Slides de apoio à apresentação de leituras


No âmbito do Projecto de Leitura do nosso "Ler, lazer e aprender" - os alunos apresentam os livros que vão lendo, nas aulas de Língua Portuguesa.  A acompanhar esses momentos, devem apresentar um slide feito pelos próprios sobre o livro que apresentam.
Aqui ficam alguns desses registos apresentados no ano letivo de 2010/11 (7º e 9º Anos).

Apresentação de leituras_7ºAno_2010/11

Apresentação de leituras_9ºAno_2010/11

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Comunicação audiovisual - que papel?


A televisão hoje em dia é um importante meio de comunicação. Através dela podemos ver programas de entretenimento ou outros mais informativos. Quando utilizamos este meio de comunicação podemos melhorar o nosso vocabulário e enriquecer os nossos conhecimentos. 
Tendo em conta que antigamente não havia televisão, as pessoas aproveitavam o tempo conversando ou contando histórias. Actualmente, podemos aproveitar este meio de comunicação, mas por outro lado não devemos depender muito dele, porque, na verdade, temos que perceber quais os programas que são importantes para a nossa idade.
Na verdade, a televisão faz parte da vida de todos nós, mudando o nosso comportamento, mas, apesar disso, temos que ser inteligentes e ter cuidado para não imitar tudo o que vemos, pensando como é importante respeitar a educação dos nossos pais evitando uma linguagem incorrecta ou outros comportamentos agressivos.
Sendo assim, como deverá ser utilizado este meio de comunicação?
Ele não deve substituir a nossa família ou o tempo necessário para a escola, assim como para outras actividades importantes para o nosso crescimento.
Desta forma, o papel da televisão hoje em dia é transmitir informação pelo mundo e … provocar mudanças na vida de todos nós!

Maria Inês Oliveira, 7ºAno

Por comunicação audiovisual entendemos todos os meios de comunicação que usam imagens e sons para se exprimirem. Por outras palavras, tudo o que conseguimos ver e ouvir.
Hoje em dia, um dos mais utilizados é a televisão. De facto, este meio de comunicação tem um papel extremamente importante na sociedade actual. É através dela que conseguimos saber todas as notícias, quer do nosso país, quer do Mundo. Mas é também através dela que aprendemos e que passamos os tempos livres.
Na minha opinião, a televisão é um meio sem o qual não poderíamos viver! Com base em experiência própria, posso dizer que utilizo a televisão para ver filmes, séries e outras programações. 
Mas claro que a televisão tem de ser utilizada com cuidado… E porquê? Porque demasiadas horas à frente de uma televisão podem provocar não só problemas de visão, como também um problema a que damos o nome de vício. Uma pessoa viciada em televisão é alguém que se senta sempre em frente de uma televisão quando a tem por perto e que se desliga do mundo em redor para ver programações do seu agrado.
Concluindo, a comunicação audiovisual faz parte da nossa vida e é muito importante, mas apesar disso, devemos ter cuidado com a forma como a utilizamos.

Leonor Ferreira, 7ºAno 

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Conto da Ilha Desconhecida - Ficha de leitura

Após a leitura e exploração, em sala de aula,  do conto de José Saramago - Conto da Ilha Desconhecida - pede-se aos alunos que elaborem a respetiva ficha de leitura. Trata-se de uma atividade desenvolvida no 9ºAno. 
Aqui ficam alguns trabalhos: