sábado, 24 de abril de 2021

"Dia Mundial do Livro" || AEDLV

 "Nas escolas EB 2.3. do nosso Agrupamento, existe um projeto de leitura que permite aos alunos ler durante 10 a 15 minutos por dia. Portanto, há 15 anos que os nossos alunos, do 5.º ao 9.º anos, trazem consigo, todos os dias, nas mochilas, um livro.

Lembrar desse facto e agradecer a todos os que têm participado neste projeto foram motivos suficientes para unirmos esforços na construção deste vídeo.


Um contributo que reconhece uma prática participada e valorizada por toda a comunidade educativa e que nos parece importante partilhar no dia em que se comemora o dia Mundial do Livro, 23 de abril."

O Departamento de português

2020/21

Post publicado originalmente aqui.

segunda-feira, 5 de abril de 2021

segunda-feira, 29 de março de 2021

Dia Mundial da Poesia


A propósito do dia 21, Dia Mundial da Poesia, foi proposto aos alunos a participação na construção daquilo que se designou por Mural da Poesia. Usou-se para a concretização desta atividade a seguinte ferramenta: https://en.linoit.com/

A proposta foi lançada no próprio dia 21 de março, através de mensagem partilhada no canal Geral da TEAMS de cada turma. Ainda nesse dia, e apesar de ser um domingo, houve alunos que participaram.

O prazo dado para a participação desta atividade que se classificou de EXTRA  foi a segunda-feira. Todo o trabalho seria desenvolvido em trabalho autónomo, uma vez que nesse dia os alunos não tinham português.

A adesão à iniciativa foi surpreendente. Assim, nos tempos de ACOMPANHAMENTO promoveu-se também o desenvolvimento da atividade.

Acabaram por ser construídos dois murais de poesia. 







Mural 2 

segunda-feira, 22 de março de 2021

APONTAMENTO E@D (6) : Gravação das sessões síncronas


A possibilidade de gravar as sessões síncronas p
ode ser um recurso fantástico para duas circunstâncias: permitir, por um lado, que os alunos, "fisicamente ausentes", possam usufruir das aprendizagens desenvolvidas. A outra razão é mais relevante: permitir que todos possam rever os vários momentos de cada sessão. Os índices de concentração, como sabemos, não são os mesmos durante 50 minutos. Logo poder rever tudo o que foi dito e feito tem de ter um efeito revelador num processo que se pretende essencialmente de aprendizagem.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Cronicando sobre...o Amor


 Num dos dias do 1.º período, uma aluna fala comigo, expressando a sua vontade partilhar um texto que fizera por iniciativa própria. Queria saber seu eu o poderia ler.

Claro que a disponibilidade foi total.

E li. E gostei do que li. E como é habitual, quando isso acontece, sugeri à que passasse o texto para word e mo enviasse. Quando isso acontece, os textos são sempre publicados neste blog. E existe também a possibilidade de serem publicados numa das edições do Jornal do Agrupamento ("DiNotícias").

Desta vez, quando selecionei textos para serem utilizados para publicação na 1.ª edição, optei por dar prioridade ao envio dos textos feitos em sala de aula sobre o E@D que todos vivemos, inesperadamente, em março  de 2020.

O texto da Mafalda ficou guardado.

Saiu hoje a 1.ª edição do jornal. Está, portanto, na hora de partilhar o desto da Mafalda. E, porque é um texto longo, decidi propor a divisão em pequenas crónicas. O texto presta-se a isso. O tema é o "Amor". Esta rubrica passará a ser designada por "Cronicando sobre..."

Eis a primeira crónica:

Amor, uma palavra linda, carinhosa, aconchegante, livre.

O amor é um sentimento que se sente de coração, tanto como amizade, como familiar ou até o amor verdadeiro, quando uma pessoa diz “amo-te” é porque o sentimento é verdadeiro, de coração ou por vezes é a mente, são os pensamentos que dizem “amo-te” mesmo sem amar, por intuito decisão repentina. É sempre bom ouvir um “amo-te” mas…se não for verdadeiro não irá valer nada nem servir para nada, porque não vai ser esse “amo-te” que te vai fazer levantar todos os dias para ir trabalhar ou ir para a escola, que te vai pôr um sorriso verdadeiro no rosto, que te vai ajudar quando mais precisas, que te vai ouvir e aconselhar e não vai ser esse “amo-te” que vai ser o teu ombro para chorares quando mais precisares.

Mafalda P. (8Ano)


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

APONTAMENTO E@D (4) : Tutorial - Informação E@D (Reinício do ensino não presencial)

Breve explicação aos alunos sobre a forma como irão decorrer as sessões síncronas no regime não presencial. O recurso foi partilhado com os alunos antes da primeira sessão síncrona na plataforma Moodle. Foram notificados na Teams. Foi construído e partilhada a apresentação.

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Como controlar o comportamento dos alunos em videoconferência || APONTAMENTO E@D (3)


Uma das grandes preocupações, legítima, dos professores a propósito das videoconferências é a forma como poderão controlar o que os alunos estão a fazer durante as mesmas. Daí a necessidade de acharem que é importante a câmera estar ligada. A deles, particularmente.

Ora bem, esqueçam isso.

Primeiro, não há como obrigar alguém a ter a câmera ligada. Segundo, mesmo que o outro esteja do outro lado, aparentemente muito sério, logo, supostamente atento ao que dizemos, isso não é sinónimo de estar, de facto, a ouvir o que dizemos.

Pode o som estar off e o écran ocupado com um qualquer jogo. Portanto, o que fazer? Não dramatizar.

Sermos nós os primeiros a dizer que as câmeras e som devem estar off. Que a câmera só deve ser ligada pontual e excecionalmente. Cada sessão deve ser desenhada de forma a que os alunos se envolvam sem que haja a necessidade de controlar os seus movimentos. A nossa autoridade está diluída neste processo. Temos mesmo de os motivar "à séria".

Quanto a nós, se estar com a câmera ligada não for constrangedor, se a situação nos for confortável, será vantajoso para o processo, uma vez que os alunos sentirão conforto.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Dica sobre como ensinar o desenho das letras a alunos do 1.º ciclo em regime não presencial || APONTAMENTO E@D (2)

Ontem, numa reunião, onde estávamos professores de vários ciclos, um colega do 1.º ciclo manifestou preocupação em relação aos meninos do 1.º ano, uma vez que, nesta altura, a aprendizagem do desenho das letras ainda não tinha sido concluída. E que, por isso, aos professores do 1.º ciclo, 1.º ano, em particular, só poderia ser possível vir a trabalhar a distância caso houvesse a possibilidade de usar uma mesa digitalizadora.
Sugeri que procurassem vídeos. Talvez existissem. E, sim, existem.

A minha questão é: funcionará?

Entretanto, instalei no telemóvel a aplicação YoutubeKids. Parece-me um recurso muito interessante e rico para os meninos desta faixa etária.

Como controlar o comportamento dos alunos em videoconferência || APONTAMENTO E@D (1)


Leio por aqui, particularmente nos grupos de professores, uma grande necessidade por parte dos colegas em usar ferramentas que lhes permitam em tempo real explicar aos alunos as matérias...

Pois. Ou seja, continua-se a pensar o E@D no sentido de substituir o écran do pc ou tablet ou telemóvel pelo quadro da sala de aula.
Não é possível. Não convém. Não é eficaz.
Era agora que tínhamos as condições todas para inverter o processo. Para experimentar, precisamente, fazer ao contrário. Por que razão os alunos hão de perceber melhor a distinção entre, por exemplo, sujeito e predicado, feita por mim no momento em que estou sincronamente com eles do que, no dia anterior, através de um vídeo que eu tenha disponibilizado?
O que será preferível: usar o tempo de sincronicidade para que sejam os alunos a explicar a diferença, porque, entretanto, tinham visto um vídeo, lido um powerpoint no seu trabalho individual, OU considerar que SÓ comigo é que aprendem a distinguir sujeito de predicado. Eu acho que seria demasiada presunção da minha parte...

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

PortuguêsON - Espaço de trabalho colaborativo

 Apresentação da estrutura do espaço de trabalho colaborativo do Departamento de português entre 2019/2023.


Incentivar à leitura | FRASES

No segundo cenário de aprendizagem, Vantagens de saber voar… Ou Apresentação do Projeto de leitura “Um livro sempre à mão”, na etapa "Aplicação e criação", propusemos a seguinte atividade de escrita:


O professor solicita a cada par a elaboração de uma frase sobre a leitura que possa incentivar as pessoas a  ler E / OU que releve a importância da leitura.

O cenário teve como "Ponto de partida", uma conversa sobre a leitura balizada por algumas questões para debate. Logo a seguir, foi visionada a curta metragem  “Os fantásticos livros voadores do Sr. Morris Lessmore”.

Foram distribuídas aos alunos "tirinhas" a fim de escreverem as suas frases de incentivo. As tirinhas foram recolhidas e lidas em voz alta.


Desta vez, pela professora e de forma anónima. Posteriormente, foram publicadas numa página a fim de serem partilhadas e divulgadas.

Entretanto, surgiu a situação de poder sugerir que os alunos trouxessem também, de casa, a opinião de familiares. Este é um trabalho que ainda está a s er feito.

Clicar em cima da imagem do quadro com post-it para ver o resultado final. 






quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Marcar Reuniões Meet

 Tutorial que propõe uma solução para a marcação de reuniões por Videoconferência no Google Meet.




domingo, 25 de outubro de 2020

Uma imagem | Uma legenda


Numa das tarefas do primeiro cenário de aprendizagem, desenhado colaborativamente, CA*1_(RE)Encontros propusemos (Departamento de português) aos alunos que fizessem uma legenda a partir da exploração de uma imagem, após ter sido feita uma chuva de verbos no quadro branco suscitados pela observação da imagem e relacionados com os estados de espírito vivenciados durante o confinamento.

E o resultado foi:












*CA - Cenário de Aprendizagem

quinta-feira, 4 de junho de 2020

O que "eles" pensam sobre o #EstudoEmCasa

Perguntou-se aos alunos o que pensavam sobre as aulas de #EstudoEmCasa (RTPMemória). E eles deram a opinião:


Na minha opinião, o estudo em casa tem-me ajudado a relembrar varias matérias que já tínhamos dado não só na disciplina de português mas também nas outras. Eu gosto da forma como os/as professores explicam a matéria, de vez em quando torna-se difícil de compreender a matéria mas eu torno a ver as aulas e fico a compreender a matéria, resumindo, eu gosto muito das aulas na RTPMemória #EstudoEmCasa e acho que me ajuda muito.

Margarida M., 7.º Ano

As aulas da tele escola são divertidas, fazem atividades bastante engraçadas. A professora explica bem e faz com que a matéria fique mais interessante. Os exercícios que nos propõem fazer são bastante interessantes e fazem-nos aprender melhor. Os textos são bastante interessantes e o facto de dizerem factos sobre o autor do mesmo torna a aula mais interessante. A professora é bastante alegre, torna as aulas mais interessantes e transmite-nos essa a mesma alegria.
Guilherme T., 7.º Ano

As aulas da RTPMemória não me ajudam muito, desorientam-me em algumas coisas como, por exemplo, a minha rotina. Não estou muito habituada e, por isso, desoriento-me, não dá para dizer muita coisa mas tenho pontos negativos e alguns positivos. Os negativos já disse, os positivos é que relembro a matéria e ajuda em algumas coisas de resto acho que não considero como positivo.
Iara P., 7.º Ano


Na minha opinião, eu não gosto muito das aulas do estudo em casa, gosto mais de ter as aulas normais com o professor/a à minha frente, porque, quando os professores estão a dar as matérias das disciplinas no estudo casa, eu muitas vezes não consigo acompanhar a matéria, porque tenho muitas dificuldades e, por vezes, estão a dar a matéria muito rápida e eu não consigo acompanhá-la devidamente.
Leandro., 7.º Ano

Eu acho que as aulas na RTP Memória são explicativas os professores explicam bem e mostram vários vídeos e fazem vários exercícios que nos ajudam a aprender melhor. Por mais que não seja a mesma coisa de estar na sala de aula com a professora até se ensina bem e dá para entender. Acho que os professores foram muito bem escolhidos porque explicam muito bem. De resto acho que foi uma maneira boa de aprendermos mesmo estando de quarentena.
Carolina P., 7.º Ano

Eu acho que as aulas pela RTP são um bom método para termos aulas em casa, mas podíamos ter mais videoconferências em todas as disciplinas porque se assistimos na RTP a telescola e às vezes temos várias duvidas, por isso, devíamos, por exemplo, nas disciplinas principais, uma hora mais ou menos para tirar dúvidas sobre as aulas da RTP e também como temos alguns trabalhos que não são sobre as aulas da telescola.
Lara V., 7.º Ano

Eu acho que a transmissão das aulas na RTP Memória #EstudoEmCasa é importante para rever a matéria dada e aprender nova sem a necessidade de os professores mandarem muitas fichas com matéria e exercícios. Assim, com a transmissão das aulas na RTP Memória #EstudoEmCasa, os professores e os alunos não precisam de andar stressados. Os professores não precisam de fazer tantas fichas, já que os alunos podem aprender as matérias no #EstudoEmCasa, e os alunos não têm de andar sempre a ver se têm fichas de matéria nova já que a matéria é transmitida no #EstudoEmCasa.
Gabriel P., 7.º Ano


Na minha opinião, as aulas da RTPMemória #EstudoEmCasa são bem organizadas, para um programa criado à última da hora. As explicações são, no geral, claras, mas nas aulas de línguas estrangeiras, como Inglês ou Francês, os professores podiam não falar sempre e apenas nessa língua, pois, como estamos a aprender, por vezes, não conseguimos seguir o raciocínio ou compreender as explicações. Estas aulas ajudam-nos a rever matérias que nos possamos ter esquecido, e, por vezes, ajudam nas tarefas da escola. Eu acho que o facto de as aulas da RTPMemória serem interativas é essencial para os alunos se interessarem e estarem atentos.
Tiago M., 7.º Ano


"As aulas da RTP memória são bem explicadas, uma boa ajuda para consolidarmos o nosso estudo. Usam vocabulário acessível, que nós conseguimos entender. O tempo de duração das aulas também está bom. Mas acho que não substitui um professor numa sala de aula porque não podemos tirar as nossas duvidas. Espero que em Setembro voltemos a ter as nossas aulas normais e que não tenhamos que usar muito a telescola."
Carolina H., 8.º Ano

Na minha opinião, as aulas do #EstudoEmCasa, são muito boas! Porque são sobre matéria que já demos e isso é muito bom, porque estamos a fazer revisões e assim não esquecemos a matéria que já estudamos anteriormente (nas aulas presenciais).
Beatriz E., 8.º Ano

Para ser sincera, não gosto muito das aulas, não percebo lá muito bem o que dizem por falarem tão depressa, eu sei que não têm lá alunos para tirar dúvidas e não podem perder tempo, por isso, é que falam assim. Acho que até explicam bem …mas devia ser uma aula para cada ano, sendo que assim, por outro lado, acabamos por fazer uma revisão.
Íris C., 8.º Ano

Na minha opinião, acho que as aulas na teleescola são importantes e todos devíamos ver, apesar de ser tanto para o 7.º ano como para o 8.º ano. Admito que não gosto muito das aulas, e às vezes, quando estou a fazer muitos trabalhos não vejo. Acho que as aulas deviam ser umas para o 8.º e outras para o 7.º, porque senão fica injusto, uns estão a dar matéria e outros estão a revê-la.
Francisca F., 8.º Ano

Nas aulas da RTPMemória há certos textos que não demos e, em algumas situações, é difícil perceber, mas sem ser isso, gosto da maneira de aprendizagem que é um bocado a maneira de como trabalhávamos na primária quer isto dizer que lemos um texto e resolvemos as perguntas sobre o texto, algo que também já fizemos nas aulas de português.
Carolina M., 8.º Ano

Eu acho muito importante o #EstudoEmCasa, porque agora estamos a passar tempos difíceis, em que os alunos não podem deixar de aprender os conteúdos que são dados na escola física e também os professores não podem parar de dar a matéria aos seus alunos. No #EstudoEmCasa, os alunos têm a vantagem de assistir quando e onde quiserem, quando lhes apetecer, ou seja, eles podem criar a sua própria rotina e os seus hábitos como lhes apetece.
João F., 8.º Ano

Acho que as aulas na RTPMemória são um pouco secantes, mostram vídeos e músicas, mas parece que estão a falar com crianças mais novas, é meio engraçado. Mas eu percebo que os professores fazem o seu melhor e que é uma experiência diferente para todos nós. Não sei porquê, mas parece que percebo a matéria melhor na sala de aula, do que no #EstudoEmCasa, é diferente. Mas mesmo assim eu assisto às aulas e tento perceber.
Íris L., 8.º Ano

A minha opinião sobre isso é que é bastante diferente das nossas aulas, pois nós tínhamos uma forma diferente de trabalhar, trabalhávamos através de percursos e, no estudo em casa da RTP, já é uma aula normal. Eu prefiro as nossas aulas, pois aprendo mais com a professora ou seja eu prefiro a sua forma de trabalhar do que a forma que estão a usar nas aulas na tv.
Bruna C., 8.º Ano

Para mim, as aulas apresentadas no canal da RTP Memória foram bastante positivas, pois podemos aprender e rever matéria dada anteriormente. Nas aulas direcionadas para os alunos do 7º e 8º ano, a matéria dada em algumas disciplinas é maioritariamente para o 7.º ano. Como sabemos, a disciplina Português não é um desses caso porque a base gramatical da língua portuguesa é aprendida desde o 1.º ciclo. Uma curiosidade foi que numa das aulas inicias falou-se sobre o livro do "Cavaleiro da Dinamarca" dando-me vontade para ler o livro.
Gustavo L., 8.º Ano

Eu acho que a transmissão das aulas que dão na RTP Memória o #EstudoEmCasa é boas para nos ajudar a relembrar e a não esquecer os conteúdos já dados em sala de aula, quando ainda estávamos na escola e também para nos ensinar coisas novas. Acho que explicam bem a matéria e que serve bastante para enriquecer a nossa aprendizagem, sendo um complemento importante para a forma como estamos a trabalhar agora.
Daniela F., 8.º Ano

Eu acho muito importante as transmissões das aulas da RTP Memória, pois é sempre um auxilio para nós e de certa forma ajuda-nos a rever a matéria ou até mesmo a aprender alguma, apesar de ser muito difícil concentrarmo-nos, temos de nos esforçar ao máximo e pensar positivo pois já falta pouco. Gostava que continuassem com as aulas, pois é bom para nós como já referi, mas ainda mais para os alunos " desligados".
Cristiana S., 8.º Ano

Na minha opinião, as aulas do estudo em casa não nos ajudam muito. Não estão adaptadas ao 8.º ano, mas reconheço o esforço feito para preparar as aulas em tão pouco tempo. Merecem os meus parabéns porque tentam ser dinâmicas e divertidas. Com toda esta situação da covid-19 foi necessário encontrar soluções em pouco tempo. Podem não ser as melhores, mas para alguns alunos são as possíveis porque não têm outros equipamentos.
Salvador B., 8.º Ano

As aulas na televisão, na minha opinião, são úteis quando a matéria dos trabalhos que os professores pedem são em simultâneo com a matéria dada, o que não acontece muitas das vezes e, por isso, acabo por não assistir a todas as aulas e muitas vezes não se torna muito cativante. De qualquer das formas, acho que não deixa de ser importante porque, para quem não tem possibilidade de aceder a plataformas escolares ou à internet, é sempre um apoio e uma forma de não perder o ritmo de trabalho.
Carolina V., 8.º Ano

Acho que as aulas na RTP não têm servido para nada! Apenas em algumas disciplinas é que as estamos a usar e estamos a andar para trás na matéria. As aulas são completamente para crianças e não têm nenhuma conversa mais “adulta”. Para mim já nem faz diferença ter aulas na RTP ou não, apenas visualizei na primeira semana e depois não quis mais saber do assunto. Preocupo-me mais em entregar os trabalhos a horas do que estar a ver as aulas.
Maria F., 8.º Ano

A minha opinião sobre as aulas na RTP Memória #EstudoEmCasa é que os professores explicam bem a matéria mas não me sinto cativado, porque não há contacto presencial entre professores e alunos. Acho também que é mais uma revisão do ano passado do que matéria nova, daí achar um pouco maçador. O facto de estar sozinho a olhar para a televisão também não ajuda e além disso tenho saudades dos meus professores.
Pedro P., 8.º Ano

Acho que as aulas transmitidas na RTP Memória são apenas um anexo à matéria dada pelos professores nas atividades e que não se "aprende" apenas com a telescola. Acho importante que haja telescola para a melhor facilidade na compreensão de alguns exercícios baseados na matéria falada numa emissão, em que o professor coloca exercícios com a correspondência em exercícios com explicação dada nas emissões. Facilita também o contacto dos alunos com a escola e desenvolve a responsabilidade dos mesmos.
Pedro F., 8.º Ano

Na minha opinião, as transmissões das aulas RTP memória #EstudoEmCasa são muito diferentes do habitual. A meu ver, estas novas aulas escolares são modernas e também atraem os alunos, pois são mais interessantes e atraentes ver estas aulas pela televisão ou mesmo pelo computador, tablet, telemóvel e mais recursos digitais. Na minha opinião, estes novos recursos digitais fazem os alunos ficarem mais concentrados.
Nuno S., 8.º Ano
As aulas do #EstudoEmCasa são relativamente interessantes, pelo facto de serem diferentes, mas, ao mesmo tempo, iguais ao que estamos habituados, que é estar numa sala de aula com a professora e os colegas mesmo ao nosso lado.
E o esforço que é preciso para assistir às aulas é menor porque podemos não estar atentos nesse dia que sabemos que vamos sempre poder ver outra vez no site. A formação das aulas é um ponto a favor pois como não há "pessoas", as professora podem explicar a matéria de uma forma fluente porque não têm que interromper a sua explicação para mandar alguém se calar. Mas com isto todo, o que eu prefiro são as aulas presencias na sala de aula.
Sofia A., 8.º Ano

Eu penso que as aulas da telescola são boas, e o que eu gosto é dos desafios porque é bom haver uma atividade prática, apesar de ser difícil, em vez de ser tudo oral. O que penso que não é tão positivo é que, como são aulas para dois anos escolares diferentes, é difícil dar matéria nova para, por exemplo, o oitavo ano. Mas, em geral, eu gostei muito da iniciativa.
João F., 8.º Ano




Construção de textos colaborativamente no 3.º ciclo com a wiki (Moodle)

Um dos aspetos mais importantes na transição forçada do modelo presencial para o modelo a distância na escola pública, em particular nos anos de escolaridade até ao 9.º ano, é criar mecanismos que promovam o espírito de grupo e a sensação de presença.
Já se publicou um post onde se fez menção à utilização da videoconferência para manter a "presença" física e o contacto social a distância. 
Hoje, vamos falar de uma forma de manter o espírito de grupo e, simultaneamente, da promoção do trabalho colaborativo.
Na forma como a organizamos, disciplina na plataforma Moodle "alberga" sempre os dois níveis de ensino da carga horária. Portanto, desde o início deste processo que os alunos dos dois anos (7.º e 8.º Anos) coabitam. Num dos próximos postes, iremos dedicar-nos a outra atividade, onde se promove a interação entre todos: Sala de Convívio
Desta vez, vamos falar da utilização da wiki para a construção de textos em modo colaborativo.
Os alunos estão habituados a trabalhar em grupo. Isto é, nos grupos que tradicionalmente são formados para fazer trabalhos presenciais.
Nesta proposta que foi feita, pediu-se que todos os alunos de cada turma colaborassem na construção de um texto. O mote era simples. A ideia essencial era que utilizassem a ferramenta e construíssem um produto comum. 
A atividade esteve disponível durante duas semanas. 
Publicamos, de seguida, os resultados.

Proposta para as turmas do 8.º Ano: 
A história começa por "Era uma vez, muito para lá do mar..." Continuem. 
Era uma vez, muito para lá do mar, uma caravela Portuguesa. A bordo seguiam muitos capitães e navegadores importantes para Portugal. Estavam à procura de uma ilha que ninguém tinha encontrado, mas estava localizada no mapa como sendo uma ilha deserta no meio do oceano Atlântico.
Essa caravela estava há vários dias no mar e, naquele dia, em especial, estava a rebentar uma tempestade. A tripulação precisava de chegar rapidamente à ilha, porque estavam a ficar sem mantimentos.
Com tanto esforço que fizeram, lá conseguiram chegar e ficaram encantados com o que viram. À sua frente, apareceu um grande museu de  pesca e um grande hotel. Ficaram felizes, mas com receio de entrar. A prioridade deles era encontrar comida e um sítio para ficar.
Tinham tudo o que queriam, na sua frente, só faltava a coragem. O hotel era grande, cheio de iluminação e janelas enormes. Finalmente, ganharam coragem e entraram.
Eles nem acreditavam no que viam: pessoas a fazer o check-in, pessoas com malas, a dirigirem-se para os seus quartos, enfim. Estavam admirados, e, ao mesmo tempo, confusos, porque pensavam que ninguém tinha descoberto a ilha. Mas a verdade é que já tinha sido descoberta!
Decidiram passar a noite naquele hotel, para no dia a seguir irem explorar a ilha. O que eles não sabiam é que aquele hotel escondia um segredo. Aquele hotel teria pertencido a um terrível pirata que roubava os tesouros dos seus clientes, felizmente, tinha falecido há mais de cem anos. No entanto, reza a lenda, que ele teria escondido o seu tesouro pelo hotel, e quem o encontrasse, poderia ficar com ele.
No dia seguinte, decidiram ir à procura do tesouro. Por todo o hotel, durante vários dias e várias noites e o que encontraram deixou-os de boca aberta, não encontraram só um mas vários tesouros.
Quem diria que tinham procurado em todo o lado e aqueles tesouros estavam mesmo debaixo dos seus narizes. Juntamente com tanta riqueza estava um pergaminho tão velho que ao pegarem nele quase se rasgou. 
Quando abriram o pergaminho, ficaram espantados porque era um pergaminho que não era igual aos outros: a letras grandes estava escrita uma ameaça a quem encontrasse o tesouro.
E, no fim do pergaminho, estava escrito o nome do pirata que o tinha escrito e que se chamava, nada mais nada menos do que: " Capitão barba negra". Nesse pergaminho, havia, ainda, uma mensagem sinistra:  quem o lesse era amaldiçoado e nunca iria sair daquele hotel.
Os navegadores entraram em pânico, e tentaram sair mas todas as portas, como por magia, estavam trancadas. Eles sem sabiam o que fazer, começaram a bater nas portas daquele quarto trancado, mas nada abria.
Então, vindo do nada, o marinheiro mais esperto teve uma ideia. Talvez a ideia mais louca já inventada...Nada mais, nada menos do que utilizar os instrumentos que tinham para furar a porta. 
Passadas algumas horas de tentarem furar a porta, por fim, conseguiram, mas algo os esperava lá fora.
Participaram 8 alunos do 8.º B
Texto com 25 versões
Ferramenta usada: wiki (Moodle)

Era uma vez, muito para lá do mar, um rapaz loiro de olhos azuis, tão luzidios como diamantes, chamado Zacarias. E esse rapaz vivia muito para lá do mar,  numa terra muito distante. Reluzia um verde das suas árvores e um azul da sua grande lagoa, onde a mesma estava cheia de conchas e peixes a nadar. 
Era um dia de sol, e lá estava ele, a mergulhar na água azul da lagoa e a apanhar conchas. Naquele dia, encontrou uma concha vermelha como o fogo, com umas pequenas nuances laranjas e amarelas. Aquela concha destacava-se no meio das milhares de conchas que lá havia e o rapaz loiro não sabia porquê, mas queria descobrir por que razão aquela concha se destacava.
Como era habitual, o rapaz levou as conchas que apanhara para casa, para que as pudesse pôr numa caixa pequena, feita de madeira,mas bastante decorada. A concha misteriosa e que se destacava das outras parecia que tinha algo a esconder, mas deixemos lá a concha com as suas coisas e voltemos ao Zacarias. 
Zacarias era um rapaz jovem e muito curioso com tudo o que o rodeava e lhe parecia diferente. Sem saber porquê, um dia, estava a passear nas redondezas e viu algo estranho: uma loja de coisas do mar mas na montra estava um ser desconhecido petrificado. Intrigado, decidiu investigar, a loja não parecia estar longe mas a caminhada foi longa, pareceram-lhe horas e horas sem fim. 
Finalmente, quando chegou lá, ficou espantado com a grande variedade de formas e cores das conchas. Aquele ser desconhecido não lhe saía da cabeça então perguntou ao senhor da loja o que era aquilo, e este respondeu-lhe  que não sabia exatamente. Que tinha sido um velhinho que  passara por ali e lhe pedira que o  guardasse. Zacarias aproveitou e comprou várias canas de pesca  e conchas que ninguém queria para isco. Foi para casa a pensar no que  havia acontecido. Decidiu dormir por um bocado.
  Quando acordou, não estava em casa, mas num sítio escuro com uma brecha de luz. Estava confuso.
   -´´O que se passou!? Onde estou!?- interrogava-se, levantando-se. Decidiu ir explorar o sitio misterioso.
Enquanto explorava o local, só via escuridão, até que uma luz surgiu! O Zacarias estava curioso mas muito assustado e confuso ao mesmo tempo, por isso, foi na direção à luz, sentia-se hipnotizado com ela.
A luz tornou-se cada vez mais intensa, até cegar completamente a sua visão. Segundos depois, uma figura surgiu do branco forte da luz que começou a diminuir. Focando-se na figura, viu um rapaz com, provavelmente, oito anos e que lhe trazia um baldinho vermelho e pequeno. Estaria ali a explicação sobre as conchas?!
Participaram 14 alunos do 8.º D
Texto com 28 versões
Ferramenta usada: wiki (Moodle)

Era uma vez, muito para lá do mar um rapaz com 13 anos que gostava de dormir, e todos os dias, ao final da tarde, ele ia ver o mar pela janela. Ele adorava o mar, gostava de todos os tipos de animais marinhos, especialmente os grandes. 
Um dia, chegou à beira-mar e encontrou uma criatura mágica. Ficou demasiado curioso e decidiu aproximar-se. Chegando mais perto, o rapaz apercebeu-se que era um golfinho, mas aquele golfinho era diferente dos outros e olhou-o como um amigo. 
O golfinho ficou muito amigo dele e todas as tardes o rapaz ia visitar o golfinho. 
Um certo dia, o golfinho não apareceu e o rapaz achou estranho e tentou ver pelo resto da costa se o encontrava. 
Encontrou-se e ficou surpreendido, porque viu o seu amigo golfinho acompanhado... Ele tinha trazido os seus filhos para apresentar ao seu amigo. Então, tiveram uma excelente ideia e foram nadar todos juntos.
No final do dia, o rapaz não queria ir embora, pois tinha-se divertido muito com os seus novos amigos.A amizade que existia entre ambos era muito forte, mas havia uma coisa que deixava o rapaz triste. Ele teria de se mudar para longe da costa, por isso. não conseguiria ver o seu amigo golfinho de novo tão cedo.
Participaram 9 alunos do 8.º E
Texto com 16 versões
Ferramenta usada: wiki (Moodle)
~
Proposta para as turmas do 7.º Ano: 

A história começa por "Todos os anos, naquele dia, a família costumava......" Continuem. 

Todos os anos, naquele dia, a família costumava juntar-se para fazer diversos jogos divertidos e passar algum tempo em família, mas, um dia o João percebeu que a sua prima, que nunca faltava nesse dia, não estava lá, então, decidiu procurá-la.

Acabou por ver a sua tia, no jardim, a discutir com um homem, que tinha um ar suspeito e decidiu aproximar-se mais para tentar entender sobre o que falavam. Aí, sem se aperceber, pisou um ramo e a sua prima e o tal homem olharam para ela. A desculpa que arranjou foi que ia buscar um copo de água à cozinha e a prima e o tal homem olharam para ele com ar de quem tinha achado a desculpa esfarrapada, mas continuaram a discutir sobre qual era o melhor jogo de família. 

Então. como não se decidiam, foram perguntar ao João se o melhor jogo era o futebol ou andebol, dai, após decidirem que o futebol era melhor e mais fácil foram jogar em família num campo mais perto. Foram embora no fim da tarde e o mesmo homem ainda foi a discutir pelo caminho na volta para casa sobre quem é que tinha jogado melhor. O João estava tão farto de o ouvir que, quando chegou a casa, fechou-se logo no quarto a ouvir musica muito alta para ver se abafava a voz do homem, só saiu de lá no dia seguinte.

No dia seguinte, o João desceu para ir tomar o pequeno-almoço e não encontrou ninguém. Estranhou. Onde estaria toda a gente e logo a seguir foi procurar pela casa mas não encontrou ninguém e depois foi tomar o pequeno-almoço e, ao abrir o frigorífico viu um recado na porta que dizia: "João, nós fomos para a praia de manhã cedo." 

O João, depois de ler o recado, não se preocupou mais, tomou o pequeno-almoço e foi ver televisão. Passadas cinco horas, o João começou a estranhar a razão pela qual eles ainda não tinham  chegado da praia, então, decidiu ir à procura deles e pensou: -Bem, assim tenho uma razão para ir à praia.
Quando lá chegou a praia estava deserta e ele achou muito estranho porque parecia um filme de terror estava escuro e havia muitos barulhos estranhos. Sentou-se à espera.  
Participaram 15 alunos do 7.º D
Texto com 20 versões
Ferramenta usada: wiki (Moodle)


Todos os anos, naquele dia, a família costumava ir passear pela praia, ver o mar e ver o lindo pôr do sol, todos sentados na areia, pois era um dia muito importante para rever fotos antigas com a família. Eram os melhores momentos que já tinham vivido. Eram momentos realmente mágicos, os olhos de todos brilhavam mais que safiras, por estarem tão emocionados com as fotografias de anos anteriores, um misto de nostalgia e saudade percorria-lhes a alma, a eles e à pequena Perle, a pug da família. 

Perle significa pérola em alemão, deram-lhe esse nome porque era cinza. A Perle era a pug mais bonita de todas, era cinza com pequenas manchas brancas, e uns olhos azuis quase tão brilhantes como um cristal.
Mas um dia a Perle fugiu e andaram à procura dela, no entanto, ninguém a encontrou. Ela tinha perdido a sua coleira e andava a procurá-la mas não a tinha encontrado . Ficaram todos muito tristes, pois a Perle era muito importante para eles.

Ainda assim, eles não desistiram e foram a um canil bastante conhecido perguntar se a tinham visto. No canil havia imensos cães de diferentes raças, cores e tamanhos, por momentos, a família achou que a iam encontrar de uma vez, mas sem sinal.
De regresso a casa e tristes, a família andava devagar e cabisbaixa, quando, de repente, ouviram ladrar. Parecia um ladrar conhecido. Naquele momento, apareceu uma cadela muito parecida com a Perle, mas estava muito suja. Ao chamá-la tiveram a certeza que era ela. As preocupações acabaram e foram todos contentes para casa tratar da sua cadela.
Quando chegaram a casa, queriam dar banho à Perle mas ela estava cheia de fome e foi a correr para a sua tigela enquanto corria estava a sujar a casa toda e, mal ela acabou de comer, foram dar-lhe banho e a Perle começou a abanar-se para sacudir a água, começando a molhar os seus donos.

Participaram 8 alunos do 7.º E
Texto com 14 versões
Ferramenta usada: wiki (Moodle)

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Como se estuda e aprende em tempo de pandemia pela voz "deles"

Todas as semanas, à quarta-feira, realiza-se o encontro semanal síncrono. Estas sessões têm como objetivo esclarecer dúvidas sobre o trabalho proposto e também permitir a manutenção da "presença" física e do contacto social à distância. 
Há ainda espaço para se debater um determinado tema sugerido pelos alunos após o preenchimento de um inquérito. 
Por exemplo, na sessão do dia 06/05 foi abordada a seguinte temática: "Será possível criar um clube de leitura digital / à distância?"
Desta conversa, verificou-se o interesse em que existisse um momento por semana durante o qual se pudesse conversar sobre as leituras que todos andássemos a fazer. Assim, a partir da próxima semana, será criado um espaço nesse sentido.

Após a realização de cada sessão síncrona, é disponibilizado um inquérito onde os alunos dão feedback sobre a sua presença e têm a oportunidade de dar a opinião sobre o assunto debatido na sessão.

Na sessão do dia 29 de abril, a temática em discussão foi: "Ao fim de quatro semanas de aulas (2, no 2P e 2, no 3P), como é aprender à distância?" Propôs-se, então, no inquérito de feedback, que os escrevessem um pequeno texto, onde, sumariamente, descrevessem como estudam e aprendem. (Os alunos que não tivessem estado na sessão síncrona também deviam participar).

Eis algumas das respostas:

Esta forma de ensino à distância está a funcionar comigo! Estou a aprender!
Tenho-me organizado com o plano semanal, sublinhando as tarefas que já realizei. Depois, vou ver no plano os temas/assuntos das tarefas pedidas, faço as tarefas e a seguir vou estudar através do manual de cada disciplina os assuntos desenvolvidos nas tarefas pedidas, dessa semana.
Tenho estudado através de resumos que faço, com ajuda do manual.
Os resumos que faço são todos feitos à mão, para continuar a usufruir do contacto com a escrita, com o papel e com os lápis/canetas.
Beatriz (8.ºAno)

Na minha opinião, aprender à distância é um processo que ainda estranhamos um pouco, porém com o tempo vamos habituar-nos.

Por um lado, permite-nos desenvolver a autonomia e aprender mesmo sem estarmos a ter aulas presenciais, o que é bom, porque talvez, no próximo ano letivo, tanto eu como todos os meus colegas tenhamos mais autonomia e resiliência do que tínhamos no início deste ano escolar.

Por outro lado, podem ficar algumas perguntas por perguntar, também pode acontecer que, no próximo ano letivo, ao chegarmos à escola tenhamos mais dificuldades em alguns assuntos, porque só aprendemos superficialmente.
Acho que a maioria se está a dar bem com o processo, por exemplo, ao início, o meu ritmo a fazer os trabalhos pedidos era mais lento, agora que estruturei um horário, organizei novamente o meu portátil, voltei a escrever mais à mão, tudo anda mais rápido.
Em suma, é só uma questão de ter vontade de trabalhar.
Vitória V. (7.ºAno)

É uma maneira diferente, mas dessa forma consigo ser mais autónomo e mais organizado nas minhas tarefas e também é uma forma dos alunos aprenderem a consolidar as matérias sozinhos. Eu tenho respeitado o horário escolar e vejo o #estudoemcasa na RTP Memória, se não fosse esta a forma de dar as aulas já me tinha esquecido de algumas matérias, também tenho a ajuda das videoconferências, quer ser para transmitir as nossas dúvida, convivermos com os professores e colegas da turma e algumas disciplinas dão aulas através das videoconferências, isso ajuda muito.
Eu sou muito sincero, estou a gostar muito de trabalhar assim, e confesso estou muito farto daquela rotina de acordar cedo e ir logo para escola, porque lá é muito confuso e muita pressão, o tempo na escola física é muito pouco, temos de trabalhar ainda mais rápido, pelo contrário cá em casa eu tenho o meu tempo e posso-me organizar como eu quero, o meu único problema é ter muitas saudades dos meus colegas, professores e funcionários.
João C. (8.º Ano)

Eu tenho andado a ver o #EstudoEmCasa e a fazer os trabalhos que os professores mandam. No #EstudoEmCasa, eu ando a pensar que eles mostram mais matéria de 7º ano do que de 8º, mas pelo lado positivo revejo a matéria do ano passado. Quanto aos trabalhos dos professores, eu penso que é muita coisa para fazer numa semana, mas, pelo menos, mantemo-nos ocupados e também é uma boa maneira dos professores nos avaliarem.
Pedro P. (8.º Ano)

Aprender à distância tem sido diferente porque tenho de conseguir ter a capacidade de organizar o meu tempo de forma a fazer todos os trabalhos. Para mim, esta mudança foi positiva porque fez com que a minha família participasse mais na minha vida escolar e fez-me ganhar mais responsabilidade. Uma das minhas formas de organização é no início de todas as semanas fazer uma lista das tarefas a fazer e fazer as mesmas por ordem de data de entrega. Eu tenho estudado pelos manuais mas principalmente pelo computador, através da plataforma da Escola Virtual, e estou a aprender muito com esta mudança porque tenho aprendido novas formas de trabalhar.
Tiago M. (7.º Ano)

Bem, eu acho que aprender à distância é sempre mais complicado por que não é a mesma coisa que estar ao pé de um professor, ele pode explicar as dúvidas, e explicar novamente até perceber, mas pela Internet principalmente pelo #EstudoEmCasa é sempre mais complicado. Em relação a como eu aprendo, os professores ajudam nisso porque mandam fichas para fazermos, mas também vou ao livro e sublinho o que é importante para decorar. Assim com a ajuda dos professores facilita mais.
Iara P. (7.º Ano)

Eu acho que é mais fácil aprender na escola porque, quando temos aulas presenciais, os professores dão a matéria e agora mandam trabalhos para fazer. Mas estou a conseguir aprender, embora seja mais difícil. A forma como tenho estudado é fazendo os trabalhos, indo às videoconferências que os professores dão e vendo a telescola.
Daniela F. (8.º Ano)

Eu, durante estas semanas, tenho feito trabalhos de mais ou menos três matérias, isto de manhã, à tarde vejo a tele-escola e tiro apontamentos. Normalmente, faço os que têm menos prazo, por exemplo , do dia 26 a dia 30 e deixo os com mais prazo para o final. Na minha opinião, não é mais fácil mas é fácil, porque nas aulas presenciais temos o professor presente para nos tirar as nossas dúvidas e na tele-escola não, mas, por outro lado, é fácil, porque se precisarmos de tempo para copiar ou não tivermos percebido uma parte do que o/a professor/a disse podemos passar para trás e resolver e também podemos ter mais concentração, pois não temos barulho à nossa volta.
Rita C. (7.º Ano)

Eu estudo ao fazer os trabalhos que os professores mandam e assistindo ao #EstudoEmCasa. Eu acho que estou a aprender com o #EstudoEmCasa. Também acho que as sessões de videoconferência a português são uma boa ajuda e uma boa forma de tirarmos dúvidas. Acho que estou a aprender bem (dentro dos possíveis) nesta quarentena, tanto como a fazer os trabalhos e os testes que os professores nos mandam, como a assistir ao #EstudoEmCasa. Concluindo, acho que, no geral, estou a aprender bem.
Gabriel P. (7.º Ano)

Aprender em casa é um conceito totalmente novo, já que nunca tivemos esta situação anteriormente. Eu tenho estudado a partir das aulas televisivas e com os trabalhos de casa que os professores mandam. Organizo-me usando o word para apontar o que já fiz. Gosto de fazer exercícios quando possível em folha porque gosto de escrever e para continuar a treinar a ortografia. Acho que quanto mais tempo estivermos a trabalhar desta forma mais fácil será.
Maura M. (8.º Ano)

Devido ao Covid-19, muita coisa mudou como, por exemplo, o fecho das lojas etc., mas, na minha opinião, um dos setores que teve mais mudanças foi o ensino com o fecho das escolas e o começo da telescola, com outros métodos de aprendizagem. Mas agora perguntamo-nos estamos a aprender? Sim estamos a aprender, sendo que temos muitos trabalhos para fazer e a minha forma de estudar é fazendo-os claro mas, também, no final do dia, vou ler os livros da matéria que tive a estudar fazendo trabalhos do dia e assistindo na telescola .
Margarida M. (7.º Ano)

Sobre aprender à distância nestas quatro semanas, eu acho que estamos a aprender mas com alguma dificuldade. Também acho que aprender à distancia é diferente e mais divertido do que nas aulas. Eu tenho estudado de manhã e de tarde e ainda com as aulas pela televisão. Eu acho que todos os professores estão a mandar muitos TPCs o que é mau, só que, por outro lado, também é bom para nós voltarmos ao ritmo que tínhamos antes. É esta a minha opinião sobre as aulas em casa.
Tiago S. (7.º Ano)

Na minha opinião acho que temos vindo a aprender, com os exercícios que os professores nos mandam, porque nós quando os vamos fazer ainda vamos estudar um bocadinho sobre o assunto da atividade.
Lara F. (7.º Ano)

Ao final de quatro semanas, a minha organização melhorou, mas podia ser melhor. Tendo feito os trabalhos consoante a data de entrega e nível de facilidade. À medida que os faço, vou escrevendo o que já fiz numa folha.
Podia melhorar na medida de fazer os trabalhos mais antecipadamente e não deixar para a última.
A português estou a aprender, mas também a relembrar, já nas outras disciplinas, sinto que só estou a relembrar.
Sofia A. (8.º Ano)

Acho que podia ser mais fácil, se os professores fizessem mais aulas online e não encher os alunos de trabalho. Ajudaria muito em compreender o trabalho proposto como a aprendizagem da nova matéria. A minha rotina tem sido acordar e tomar o pequeno-almoço, depois vou para o computador realizar as tarefas propostas. Ao final do dia, depois de concluir algumas das tarefas, vou fazer alguma coisa para me distrair dos trabalhos e da escola.
Rodrigo S. (8.º Ano)

Na minha opinião, não estamos a aprender tanto como aprenderíamos se estivéssemos na escola, também é complicado. O meu estudo acho que é o estudo que sempre fiz, é como faço os trabalhos de casa só que tenho que ter mais organização, sendo que tenho vários trabalhos de todas as disciplinas. Aponto as disciplinas e videoconferências que tenho na tal semana num papel e depois de acabar o trabalho da tal disciplina ou ter comparecido na videoconferência ponho um certo.
Beatriz P. (8.º Ano)

Tenho estudado diariamente numa secretária com um computador. Eu estudo todos os dias e faço 2 a 3 disciplinas por dia.
A maior parte dos exercícios que faço são mais de recursos digitais do que a manuscrito. Quando tenho dúvidas, escrevo na caixa do fórum disponibilizado pela professora ou então vou à internet e pesquiso no google sobre as minhas dúvidas. Na minha opinião, acho que aprendo bastante com as novas tecnologias.
Nuno S. (8.º Ano)