segunda-feira, 24 de julho de 2017

Sobre a esperança

No quarto teste escrito de uma das turmas do oitava ano, no Grupo IV | Escrita, pedia-se aos alunos que refletissem sobre a seguinte afirmação:

A esperança, num mundo de crise como o nosso, ajuda-nos a viver a todos, em especial os jovens. A sua reflexão, além de estruturada, de conter pelo menos dois exemplos que possam ilustrar a afirmação.

Publicamos o texto de uma das alunas:


Na minha opinião, esta frase é verdadeira, porque se nós tivermos esperança de que alguma coisa vá correr bem, ela corre melhor do que se não houver esperança.
A esperança é uma coisa muita benéfica para  nós, porque nos leva a acreditar que quase tudo é possível.
Os jovens que vivem com esperança, vivem mais calmos, em relação à vida pessoal e à vida profissional, como a escola.
As pessoas que não têm esperança, acredito que vivam de uma forma mais stressada com a vida. Essas pessoas devem achar que tudo lhes corre mal, mas, se tiverem alguma esperança, vão ver que tudo parece mais interessante e fácil. Em especial, os jovens devem viver com esperança, para que tenham objetivos para o seu futuro, apesar do que corre menos bem. Isso vai ajudá-los a terem uma motivação para melhorar.
Um exemplo que demonstra esta afirmação é, por exemplo, quando os jovens têm esperança de que um teste lhes vá correr bem e, o teste corre-lhes bem. Outro exemplo é quando uma pessoa está doente, na esperança de ficar boa, curando-se mais rapidamente do que se calhar pensava.
Concluindo, ter esperança é muito importante e ajuda a superar alguns problemas.
Beatriz Leitão

Cartas de amor

Aquando do trabalho desenvolvido sobre a carta, uma das propostas feitas às turmas E e F do sétimo ano foi a criação de uma carta de amor. 
Publicamos o resultado final de uma aluna.


Para o meu ursinho de peluche fofinho, com muito amor ❤.

  Olá, amorzinho fofinho,
  Estás bem? Espero que estejas.                      😘                           
  Tenho tantas saudades, quero tanto os teus beijos doces, nem imaginas as saudades que tenho. 
  Lembrei-me agora... Lembras-te das minhas amigas do ano passado? Elas encontraram-me ontem no Hóquei Clube da Lourinhã durante o treino da patinagem e fomos passear. Sabes do que me lembrei agora mesmo? Dos nossos passeios, os dois, sozinhos, todos os que fizemos, ao luar, ao anoitecer, ao amanhecer... que saudades desses momentos.
  Amo-te tanto tanto tanto tanto tanto...
Quando vens cá? Depois de terminares este ano, no curso, não é? Ainda bem que é o último, porque não aguento mais estar sem ti, és o meu universo, és a estrela mais brilhante do meu universo, eu não consigo viver sem ti. 🌟🌠
  O meu coração fica preenchido quando estás a meu lado, és o ar que eu respiro.
  À medida que o tempo passa amo-te cada vez mais. O tempo passa tão lentamente meu ursinho de peluche.
  Quero viver contigo para sempre, estar sempre junto a ti, ter família contigo e só contigo, viajar e ser feliz para sempre contigo e só contigo. Não quero estar sem ti nem segundos, nem minutos, nem horas...             ❤
  Já nos imagino com 100 anos, juntos, com os nossos filhos, netos, bisnetos e se calhar trisnetos...
  Conheço-te há tanto tempo... Nunca desistirei de ti, de nós... meu docinho.

P.S.: -Tenho saudades de adormecer a teu ombro.
        -Escrito com a melhor caneta... a tua.
        -Com o meu famoso perfume.
        -Esta carta contém uma lembrancinha.

  ÉS PERFEITO!!! ❤❤❤
  MILHÕES DE BEIJOS      😘
  Do teu amor,
  Érica

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Marcadores do ano 2016/17 (última atualização)

Publicamos, hoje, os últimos marcadores deste ano. 
Podem, também, clicando em Marcadores  2016/17, ver todos os que foram feitos durante este ano.



terça-feira, 11 de julho de 2017

"Ladino" - Comentário

No sétimo ano (turmas E e F), foi estudo o conto de Miguel Torga, "Ladino". Um das tarefas propostas foi a da elaboração de um comentário (orientado).
Publicamos dois comentários.

O Pardal Manhoso
  O conto que vou comentar e referir a sua síntese chama-se ''Ladino'' do autor Miguel Torga.
  Ladino era manhoso, comilão, falso, hipócrita, velho, preguiçoso, fugitivo, medroso e um pardal que queria estar sossegado, sem responsabilidades.
  Ladino não queria saber dos outros e estava-se ''nas tintas'' para os problemas que os outros tinham, o pardal só queria saber do bem dele, sem se preocupar com nada nem ninguém.
  Como Ladino era fugitivo, fugia do filho da professora, dormia junto à chaminé para se proteger do frio... Resumindo, Ladino sabia defender-se bem das ameaças.
  Para não ter responsabilidades, Ladino não queria assumir os filhos, então, fugia para tentar não os assumir.
  A síntese deste conto é que Ladino era um pardal que só pensava nele e que tinha uma boa vida, mas que não gostavam dele.
Érica Cruz

A vida de Ladino  
   Este conto refere-se a um pássaro que se chama Ladino, e o autor é Miguel Torga. Ladino  desenrascava-se muito bem sozinho, era preguiçoso e muito manhoso. 
   
O pássaro sabia onde encontrar comida para os filhos de Cacilda e não lhe dizia, não a ajudava . O Ladino não revelava a Cacilda onde encontrar comida, porque tinha medo que a comida não chegasse para ele... Era muito esperto. Ele não se importava com ninguém, só pensava nele e só nele ! 
     Ladino podia ter dificuldades mas era sempre corajoso. Quando o pardal aprendeu a voar quase foi preciso um paraquedas e diziam- lhe para abrir as asas e para não ter medo. E como sempre Ladino conseguiu e não caiu. 
      A mensagem que este conto me deixa é que em primeiro lugar estamos nós e só depois os outros. 
Margarida Andrade

"Chaves na mão, melena desgrenhada" - Comentário crítico

No trabalho desenvolvido durante o estudo do texto poético, no oitavo ano (turmas A e B), uma das tarefas pedidas em sala de aula foi a do comentário crítico (orientado).
Publicamos o comentário de uma das alunas a propósito do soneto de Nicolau Tolentino, "Chaves na mão, melena desgrenhada".

 
O poema “Chaves na mão, melena desgrenhada”, narra um episódio entre uma mãe e a sua filha que falam uma com a outra sobre o desaparecimento de um colchão. A mãe ordena à filha ou à criada que coloquem o colchão no sítio e a filha responde-lhe com uma voz doce e com grande ironia, pois ela tinha o colchão no seu penteado. Esta ironia parece estranha à mãe, que se lança para a cara e para o penteado da filha, descobrindo o colchão.
  A expressividade da linguagem deste poema permite que a pessoa que o vai ler perceba melhor a ideia e que essa se torne mais real.
  O sujeito poético utiliza a ironia nas falas da filha para que haja uma ridicularização daquela ideia, e, o facto de a rapariga usar um colchão no toucado provoca o riso.

  O tema deste poema é uma crítica social à moda e o ponto de vista adotado por este poema foi o satírico, porque na realidade ninguém consegue colocar um colchão no toucado.
Beatriz Leitão

Retratos com histórias

Uma das propostas de escritas nas turmas do oitavo ano (A e B) foi escrever um breve retrato de alguém, salientando uma característica, à maneira de um excerto ("Silvino") de Mário Zambujal, na Crónica dos Bons Malandros. Esta proposta consta do manual adotado, Diálogos | 8, da Porto Editora, página 140.

Publicamos o trabalho de uma das alunas.

Diana, a medrosa

 
Num dia em que houve greve na escola, a Diana foi passar o dia a casa da avó de uma amiga.
  A seguir o almoço, a Diana, a amiga e a avó da amiga, foram andar a pé na ciclovia até à Praia do Areal.
  No caminho de regresso, passaram ao pé de uns armazéns em ruínas e entraram lá dentro. Passado algum tempo, quando iam a sair, viram uma cobra preta com mais de um metro de comprimento e a Diana começou logo a gritar e a chorar.
  A avó da sua amiga pegou numa cana verde e matou a cobra que ficou esticada no meio do chão. Enquanto isso, a Diana e a sua amiga voltaram atrás para fugirem da cobra.
  “E se a cobra vier ter connosco!? E se ela me fizer mal!?” – perguntava a Diana a chorar.
  O grito da Diana foi tão alto que até se ouviu num bairro lá próximo.
  A cobra já estava morta, por isso, saíram daquele sítio e deslocaram-se de novo até à ciclovia.
  Na ciclovia, a Diana sentou-se no chão, tentando-se acalmar com a ajuda da amiga.
  Foi um susto muito grande, mas já tinha passado!
Beatriz Leitão