segunda-feira, 14 de maio de 2012

Como se adapta um imigrante em Portugal


Na última proposta de escrita semanal do 8º Ano (turmas A e B), pedi-se aos alunos que expusessem a sua opinião sobre a adaptação e condições de vida encontradas pelos imigrantes estrangeiros (africanos, brasileiros, ucranianos e outros) em Portugal.

Publicamos, de seguida, alguns trabalhos:


Imigrantes estrangeiros em Portugal...
Existem muitos imigrantes em Portugal... mas porquê?
A maior parte deles vem para cá á procura de melhores condições de vida, como por exemplo: mais emprego, ordenados maiores, ou até para fugir a guerras.
Alguns dos imigrantes não se adaptam muito bem, pois em Portugal existe alguma xenofobia e racismo, que os impede de arranjar emprego e casa. Isto acontece, principalmente quando alguns destes imigrantes se organizam de forma a aumentar situações de insegurança para o país, tal como roubo e outros crimes.
Atualmente muitas pessoas procuram Portugal para viver, talvez porque é um país onde não há guerras, há alguma liberdade e tem uma boa gastronomia.
Em Portugal, é mais frequente a chegada de povos do Leste, chineses e brasileiros, embora também possam vir imigrantes de outros países.         
Muitos deles mudam de país sozinhos, arranjam emprego, tornam-se legais e, só passado algum tempo, chamam a família para se juntar a eles.
Na minha opinião, é importante que as pessoas tenham boas condições de vida, para conseguirem viver felizes e oferecer aos filhos estabilidade e educação.
Em conclusão, as pessoas devem lutar pelos seus objetivos, para conseguirem ter uma boa qualidade de vida!
Maria Inês Oliveira, 8ºA


Bom, na minha escola, há mesmo um grande número de alunos que está lá mas não vai às aulas. Muitas pessoas perguntam-se porquê…E porque será? Sinceramente nem eu sei. Bem se calhar se estivesse na pele deles sabia mas como não é o caso… Enfim
         Ir à escola, por vezes, até dá prazer porque podemos estar com os nossos amigos mais próximos, conversamos, rimos… Se calhar é por isso que alguns aparecem, mas nem se atrevem a ir às aulas. Já estiveram na minha turma vários alunos desses. Na realidade, uns só vinham para não ter falta, outros apareciam apenas com o corpo mas a cabeça deixavam-na no intervalo e uns até vinham só para gozar e ter prazer.  Qual será a dificuldade de estar com atenção!? Será que pensam no seu futuro…?  evidentemente que não).  Apesar disso, há uns alunos que não podem vir mesmo porque se calhar têm problemas com a família ou sei lá… Bom, na minha opinião esses alunos deviam ser prejudicados, claro que não estou a falar daqueles com problemas mas sim daqueles problemáticos. Deviam pensar mais no seu futuro porque é ele que interessa e é ele que lhes vão dar uma vida e uma família.
         Hoje em dia, tudo mudou. As pessoas mudaram, os tempos mudaram e também a educação mudou. A coisa mais importante na vida de uma criança.
Elena Tepordei, 8ºA


Muitos estrangeiros vêm para Portugal, assim como muitos portugueses vão para outros países!
Portugal é um país belo. Apesar de ser pequeno, tem muita natureza, sítios magníficos, desconhecidos
Mas nada nem ninguém é perfeito, e o fraco de Portugal, neste momento, é o desemprego e a má qualidade de vida.
Todos os dias, chegam estrangeiros a Portugal, para verem se conseguem melhorar as suas condições de vida, mas muitos deles não têm essa sorte.
Por exemplo, uma pessoa que venha do Iraque ou do Afeganistão para Portugal, fugir das guerras que lá existem, raramente consegue arranjar trabalho. Pois nunca trabalharam, não tem experiência, entre muitas outras coisas.
Não conseguindo arranjar trabalho, não conseguem voltar para os seus países, pois não têm dinheiro, acabando por ficar na rua a viver, ou se conseguirem arranjar uma casa, terão dificuldades em comprar comida e roupa.
Felizmente, há estrangeiros que conseguem ótimos trabalhos, ganhando muito mais dinheiro do que nos seus países e tendo uma vida melhor.
Será que nos próximos tempos tudo isto irá mudar? Deixará de haver pobreza, desemprego e mortes por motivos desnecessários?
Espero que sim, porque se não formos nós a mudarmos, não serão as coisas que se mudarão sozinhas!...

Afonso Marques, 8ºB

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