quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Filmes que marcaram


As propostas de escrita semanais e formais do 9º Ano (turmas C e D), começaram, neste ano, com a sugestão aos alunos de fazerem uma crítica a um filme que tivessem visto que os tivesse marcado de forma positiva ou negativa. 

Deixamos aqui as críticas das alunas Mariana Baptista (9ºD), Madalena Castro (9ºC), Maria Inês Oliveira ( 9ºD), Inês Cordeiro (9ºC) e Margarida Pinheiro (9ºC) e Maria Inês Oliveira ( 9ºD):

É o prevalecer do bem sobre o mal que me entusiasma!


Havia algum tempo que aguardava pela estreia do filme “007-Skyfall”.
Desde sempre, gostei de filmes de ação e espionagem e os filmes do 0007 representam bem essas temáticas. O filme retrata mais uma história do famoso espião inglês conhecido por James Bond, a qual, como sempre, nos deixa “presos" ao ecrã.
Ainda que tenha visionado vários filmes dessa saga, sempre que estreiam, conseguem surpreender-me pela positiva. De facto, neste filme, o protagonista, apesar da sua idade, continua a combater o mal e os vilões. É o prevalecer do bem sobre o mal que me entusiasma! É claro que a investigação e os meios utilizados para a descoberta da verdade também não me são indiferentes.
É do meu agrado este género de filmes porque acho interessante o mundo secreto da espionagem e toda a sua envolvência…
Afinal, quem é que não se identifica com os filmes do 007? Já fizeram parte da geração dos meus avós, dos meus pais e agora da minha.
Neste filme, em particular, para além do enredo, gostei da escolha onde a ação decorreu devido às suas belas paisagens e a adaptação da música.
Em síntese, não hei de perder o próximo capítulo da saga.

P.S.: Recomendo este filme a toda a gente.
Mariana Baptista (9ºD)



Uma das minhas atividades favoritas é ver filmes. No entanto, não gosto de todos os géneros nem de todos os temas que os filmes abordam.

Acho que posso dizer que os meus géneros preferidos são: o suspense, a comédia e as biografias musicais (isto é, filmes que falem sobre pessoas e bandas influentes no mundo da música). E qual será o filme de que eu mais gostei? Pois bem, um dos filmes que me marcou pela positiva foi o “Iron Maiden – Flight 666”. É um documentário que acompanha uma das minhas bandas preferidas, os Iron Maidenn, ao longo dos 45 dias que andaram a viajar pelo mundo, dando concertos em mais de 20 cidades. A meu ver, qualquer fã fica completamente deliciado ao ver como é a vida dos elementos da banda fora dos concertos!

É claro que o filmes não mostra o dia a dia completo da banda, mas dá bem para ter uma ideia, o facto que me levou a escolher este filme como o melhor foi a existência de um “realismo” que não é habitual, ou seja, toda a banda fala de como eram e de como continuam a ser, mesmo já sendo famosos.

Quase tudo o que eu queria saber sobre os Iron Maiden está neste filme, o que foi outro factor decisivo na minha escolha.
Madalena Castro (9ºC)


O filme que eu mais gostei de ver chama-se “Nanny Macphee e o Toque de Magia”.

Retrata a história de uma jovem mãe que tenta desesperadamente gerir a sua quinta familiar, enquanto o seu marido está longe na guerra.

Então Nanny McPhee chega e descobre que os filhos de Mrs. Green travam uma guerra contra dois primos mimados vindos da cidade, que se mudaram para a quinta. Para resolver este problema, ela usa a sua magia e ensina às crianças cinco novas lições. Assim, elas aprendem a lidar com as diferenças e acabam por se tornarem amigas, construindo uma vida mais feliz. 

Mas porque é que este filme me marcou tanto?

Este filme marcou-me por ser muito divertido e por demonstrar que apesar de sermos ricos, também podemos ser humildes (afinal o dinheiro não é tudo). 

Atualmente esta situação já não acontece tanto, mas antigamente, enquanto os maridos iam para a guerra, muitas mulheres ficavam sozinhas a tratar da casa e dos filhos.

Na minha opinião, este filme é muito interessante, pois para além de ter uma história muito rica, tem paisagens fantásticas, mostrando a vida simples do campo e a relação saudável com os animais. 

Por fim, podemos concluir que a união faz a força. Se os primos da cidade não se tivessem juntado com os primos do campo, não conseguiriam superar os obstáculos e resolver os problemas que no fundo... eram de todos!
Maria Inês Oliveira, 9ºD


Os Jogos da Fome
Há dois meses atrás, vi um filme espantoso: “Os Jogos da Fome”. Uma nação do futuro governa doze Distritos. Todos os anos, cada Distrito tem de escolher um rapaz e uma rapariga adolescentes (os tributos) para entrar nos Jogos da Fome. Esses jogos consistiam num espetáculo em que apenas um tributo poderia chegar ao fim com vida, isto é, os adolescentes deveriam combater uns com os outros até à morte.

As personagens, o seu vestuário e as paisagens do filme eram invulgares, o que fez despertar a minha atenção.

No Distrito 12, os tributos eram escolhidos à sorte. A pequena e frágil Primrose foi a rapariga selecionada. Pela sua salvação, ela tinha uma irmã inteligente e forte que se ofereceu para participar nos Jogos da Fome, a Katniss – a personagem principal. Este foi um verdadeiro ato de coragem e de amor que me surpreendeu imenso.

Neste filme, encontrei muitas parecenças com a sociedade de hoje em dia. Durante os Jogos da Fome, formaram-se vários grupos em que a grande maioria queria ser melhor do que os restantes. Além disso, os participantes desses grupos eram falsos uns com os outros. Todos eles tinham o objetivo de retirar os restantes tributos do jogo, excluindo primeiro os seus inimigos e, seguidamente, os seus aliados.

“Os Jogos da Fome” foi um dos melhores filmes que já vi e é evidente que irei ler o seu livro!
Inês Cordeiro, 9ºC


Um filme marcante 
Até hoje, de todos os filmes que já vi, o que mais me marcou positivamente foi “A Órfã”. Vi este filme porque várias pessoas mo recomendaram e, segundo o que diziam, a sua história parecia bastante interessante. Na altura, também optei por este filme, pois procurava algo diferente dos habituais contos de fadas… Em primeiro lugar, gostei imenso d’A Órfã” devido à mensagem que me transmitiu: as aparências iludem, melhor dizendo, as pessoas nem sempre são o que parecem! Digo isto devido ao facto da personagem principal do filme, a Esther, uma menina que aparenta ser muito adorável e que é adotada, manipular todos os membros da sua família, chegando mesmo a matar. Contudo, Esther esconde vários segredos, por exemplo: ela tem uma doença que a faz parecer mais nova, mas, na verdade, tem 33 anos e só está em interessada em conquistar o seu pai adotivo, como já tentou fazer em muitas outras famílias.

Além disso, o filme marcou-me porque me mostrou que as pessoas podem sempre ter segundas oportunidades, mas porquê? Segundo o que percebi, porque todos passamos por momentos menos bons. Ficamos meio sem rumo. Fazemos verdadeiros disparates, como no filme, a “mãe” de Esther perdeu uma filha, então ficava sempre a beber álcool. Porém, temos oportunidade de nos corrigimos (ou pelo menos tentar). Para terminar, acho que nunca me vou esquecer deste filme que para mim é especial por ser diferente de todos os outros.
Margarida Pinheiro, 9ºC

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