segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

História com humor

Na 3ª proposta de escrita (9ºC e D) pedia-se que os alunos contassem uma história divertida.


Tudo começou por volta das 16:35, uma sexta-feira, durante o verão de 1969.
A seca da aula de matemática tinha acabado e só tinha boleia para casa por volta das 18 horas, pois vivia longe para ir a pé.
Felizmente, tinha uns amigos (as) que também não tinham boleia.
Então, combinámos, como estava uma tarde muito quente, ir a correr até à praia.
Durante o caminho, todos sabemos como é. Há sempre alguém que se mete no meio da estrada a ver se os carros param, passa-se o pé ao da frente… tanta brincadeira.
Chegámos à praia da Areia Branca. Estava vazia, a praia era nossa!
Como todos sabem, as meninas gostam sempre de ficar a bronzearem-se. Então, por consequência, deixámo-las adormecer e devagar devagarinho agarrámos nas toalhas com elas lá deitadas e mandámo-las para a água. Deve ter sido a melhor maneira de acordarem numa tarde de verão tão quente!... 
Ficámos na água até o sol se esconder por de trás da linha do horizonte. Elas saíram da água mais cedo e levaram-nos a roupa, pois nós estávamos de roupa interior. Era de noite e só havia as luzes da rua. Andámos pela praia feitos malucos à procura da roupa. Foi uma boa vingança!
No fim de tudo, fomos para casa e nunca mais esquecemos a tarde que tivemos…

 Afonso Marques (9ºC)

Um nome com sonoridade

Em várias ocasiões e por diversas vezes, muitas pessoas abordam-me dizendo:
- “A menina tem um lindo nome!” Mariana Inês tem uma ótima sonoridade.
De facto, grande parte das pessoas considera que “Inês” é um nome próprio mas, no meu caso, não o é. Trata-se do apelido da minha família materna. O mesmo já provocou alguns equívocos, tal como ocorreu com o meu tio materno João Inês, aquando da sua estadia no quartel para cumprir o serviço militar obrigatório.
Uma certa manhã, estando o meu tio e os restantes militares na formatura, o seu superior, em voz alta, disse:
- “Menina Inês, um passo à frente.”
De seguida, o meu tio, em tom grave, disse:
- “Presente, meu sargento.”
Foi com bastante admiração e espanto que o seu superior ficou, ao ver avançar o meu tio e não uma mulher.
Os restantes militares, ao se aperceberem que o seu superior tinha cometido um erro, e apesar de estarem em formatura, desataram às gargalhadas sobre o sucedido.
Este foi um dos muitos equívocos que o meu apelido tem gerado, nas pessoas, sendo este, no meu entender, o mais hilariante.

Mariana Baptista (9ºD)


Há anos atrás, eu e os meus pais fomos convidados para uma festa de aniversário de um amigo.
Quando lá chegámos, já lá estavam algumas pessoas e a mesa estava composta com doces e salgados.
Entretanto, todas as crianças foram brincar para o quarto dos brinquedos enquanto os adultos conversavam uns com os outros.
A certa altura, os adultos perguntaram:
- Meninos, querem vir cantar os parabéns?
Assim que ouviram isto, todos correram com grande agitação para a sala.
O bolo de aniversário era de forma redonda e tinha trinta e cinco velas pequeninas (o número de anos que o aniversariante fazia). 
Depois de estarem acesas e todos cantarmos os parabéns, aconteceu uma situação divertida, pois quanto mais o aniversariante tentava apagar as velas, mais elas acendiam. 
Por estarem muito perto umas das outras, começaram a incendiar o bolo, deixando-o até um pouco chamuscado.
Todos tentavam apagar o bolo, mas foi complicado, pois ao mesmo tempo, tínhamos muita vontade de rir, o que ainda atrapalhava mais a situação.
Por fim, lá conseguimos apagar o bolo e resolver o problema. Atualmente, ainda relembramos este aniversário como um episódio engraçado.   
Foi uma festa divertida!
Maria Inês Oliveira (9ºD)

O Dia das Mentiras
Na semana passada, foi dia 1 de abril, o dia das mentiras! Como não tinha nada para fazer, aproveitei e fui com a minha melhor amiga Helena a um jardim maravilhoso perto das nossas casas.
Deitadas na relva, preguei a primeira partida do dia:
- Helena, olha ali um pássaro morto a voar!
Como já era de esperar, a minha amiga caiu na esparrela. Depois de umas breves risadas, fomos comprar um gelado; o meu era de framboesas e o da Helena era de melancia. Estávamos a caminhar pelo jardim e, é claro, as minhas partidas mal tinham começado:
- Está ali o Chocolate! – Chocolate é a alcunha do rapaz de quem a minha amiga gosta (na realidade, chama-se Rúben).
A Helena começou a procurá-lo com o olhar que nem uma louca e distraiu-se. Foi contra um poste e o gelado dela caiu em cima das suas calças!
Como se não bastasse, inventei que ela tinha uma aranha nas costas. A Helena odeia estes bichos e gritou tanto que a minha mãe (que estava em casa) a deve ter ouvido!
Enquanto atravessávamos uma ponte de madeira, avisei a Helena de que ela se iria partir. Desta vez, ela não acreditou em mim, seguiu em frente, a madeira quebrou-se e caiu dentro do lago!
Concluindo, este foi sem dúvida o dia mais divertido da minha vida e o dia mais embaraçoso da Helena!

Inês Cordeiro (9ºC)

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