segunda-feira, 16 de maio de 2016

O Consílio dos deuses - Texto expositivo

Partindo da leitura do episódio O Consílio dos deuses, pediu-se aos alunos que fizessem um texto expositivo. Tratou-se de uma atividade orientada.
Publicamos alguns dos produtos finais.


O episódio que é relatado é o consílio dos Deuses e realizou-se porque Júpiter quis anunciar que os portugueses iam chegar a Índia.
Neste consílio, há duas personagens que defendem pontos de vista diferentes, uma defende a chegada dos portugueses à Índia, e quem os defende é Vénus e a personagem que está contra é Baco que não quer que os portugueses lá cheguem, Vénus defende os portugueses porque gosta dos romanos e os portugueses são descendentes deles e vai passar a ser adorada na Índia se eles lá chegarem e Baco pelo motivo contrário que não quer que lá cheguem porque será esquecido.
Este Consílio foi importante porque definiu a história dos portugueses e a sua grande glória por terem sido os primeiros a descobrirem novas terras.
Luís Silva 9B

O consílio dos deuses realizou-se para os deuses decidirem qual o destino dos portugueses.
Baco era contra porque temia ver esquecidos os seus feitos no oriente, mas Vénus estava a favor de que os portugueses que deviam chegar a Índia visto que ela comparava os portugueses com os romanos por serem guerreiros e terem sangue lusitano.
No decorrer da conversa, Marte diz estar do lado de Vénus mas não se sabe se é por ter uma “paixoneta” por Vénus ou porque ele era o deus da guerra.
Este episódio era importante para a glorificação e engrandecimento dos portugueses porque se os deuses não ajudassem os portugueses os portugueses não iriam chegar a Índia e também não haveria Os Lusíadas para contar os feitos de Portugal. 
Rafaela Martins 9B


sábado, 14 de maio de 2016

Marcadores (2015/16) - 5

Publicamos, hoje mais marcadores. 
Podem, também, clicando em Marcadores  2015/16, ver todos os que já foram feitos neste ano.
  • do 7A, Catarina Sampaio e Leonor Santos.
  • do 7B, Beatriz Ferreira, Beatriz Leitão e Filipa Emídio.





quarta-feira, 11 de maio de 2016

A Estrela, de Virgílio Ferreira - Continuação

No quarto teste escrito do 7A e 7B, no Grupo IV (Escrita) pedia-se que os alunos continuassem o texto B. Este era um excerto do conto "A Estrela" de Virgílio Ferreira e que terminava da seguinte forma: “Subiu devagar, que aquilo tremia muito, e empoleirou-se por fim nos ferros cruzados dos quatro ventos.”

A Beatriz Leitão do 7ºB continuou a história da seguinte forma:

 O Pedro ficou contente, pois a estrela estava mesmo à frente dele e parecia estar a sorrir-lhe. Ele esticou-se e ficou em bicos de pés, até que conseguiu tocar na estrela de que ele tanto gostava.  A estrela encolheu-se nas mãos do miúdo e disse-lhe:
   - Obrigada por vires ter comigo, mas agora desce daí porque te podes magoar.
Passado um bocadinho, o Pedro já estava de novo em frente da torre.
   - Não imaginava que conseguias falar! Como é que te sentes quando estás no céu? – perguntou o Pedro ao mesmo tempo que reparava em todos os pormenores daquela maravilhosa estrela. A estrela pensou um pouco e depois respondeu:
   - Eu sou uma estrela e essa é a minha vida, por isso já estou habituada.
   O Pedro ficou a ouvir todas as histórias que a estrela lhe contou. No fim daquela longa conversa, muito interessante, a estrela começou a brilhar muito e o Pedro perguntou:
   - Porque é que estás a brilhar tanto?
   A estrela respondeu-lhe:
   - Temos de nos despedir, se não me largares eu desapareço para sempre.
   O Pedro, um pouco assustado, despediu-se da estrela, largou-a e ficou a vê-la a ir embora.
   O sol estava quase a nascer, e, por isso, o Pedro voltou para casa e todos os dias à noite via a estrela no céu.
Beatriz Leitão (7B)

terça-feira, 26 de abril de 2016

Dia Mundial do Livro - Pensamentos soltos sobre o livro

No âmbito da comemoração d'O Dia Mundial do Livro, comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de abril o Departamento de Português do AEDLV está a  dinamizar várias atividades ao longo da semana para assinalar esta efeméride.

Em reunião de Departamento, ficou decidido que cada professor junto das suas turmas iria dinamizar uma das seguintes atividades (ou várias...): 
  • Capa do Livro imaginário; 
  • Partilha de leituras; 
  • "Em busca dos livros do PNL"; 
  • Livro de Primavera: construção de um livro da turma com histórias e/ou poemas;  
  • Pensamentos soltos sobre o livro e/ou leitura; 
  • Bookcrossing.
Nas turmas A e B do sétimo e nono anos, optou-se pela atividade Pensamentos soltos sobre o livro com uma pequena adaptação já que o registo físico não foi feito pela afixação dos pensamentos através da escrita. Decidiu-se pelo registo áudio de uma "conversa" em sala de aula.

Publicamos de seguida os áudios.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

"Ladino" - Comentário

Nas turmas do 7ºAno, foi feita a leitura orientada de "Ladino" de Miguel Torga. Nas turmas A e B, no fim da exploração do texto, feita em sala de aula, pediu--se que os alunos fizessem um comentário orientado, seguindo uma proposta do próprio manual utilizado. 
Publicamos alguns dos comentários:


Ladino, o Pardal Manhoso
O texto que eu vou comentar é de um pardal que se chama Ladino.
A descrição psicológica de Ladino é o pardal ser muito manhoso. As outras personagens não gostavam de Ladino, porque era um pardal muito manhoso e só sabia fazer partidas. As personagens ficavam irritadas com a maneira de ser de Ladino.
Ladino foi o “único” da sua espécie a sobreviver, pois quando era pequeno ficava dentro do ninho a dormir enquanto os outros iam voar.
A mensagem deixada pelo conto é que às vezes as pessoas manhosas podem durar muito mais tempo. Ou então menos tempo... O Ladino durou mais...
Filipa Emídio (7B)

   
O texto que vou comentar chama-se “Ladino” e é um texto interessante e engraçado.
Ladino é um pássaro que não queria sair do seu ninho, porque achava que estava lá bem. Este pássaro era muito manhoso e solteiro. Andava com todas, novas, velhas, casadas ou até solteiras, mas nunca assumia o seu papel de pai.
Ele era um pardal grande, matulão e feio. Era também muito egoísta, malandro e não se importava com nada nem ninguém como se ele fosse o único naquele mundo.
Quando alguém precisava de ajuda, ele não ajudava e, por isso, ninguém gostava dele. Tinha estratégias para sobreviver às dificuldades e uma delas era defender-se bem dos obstáculos da sua vida.
A mensagem deixada por este conto é mostrar às pessoas que não devem ser como este pardal, porque, no futuro, podem ficar sem ninguém devido ao comportamento egoísta e manhoso.
Beatriz Leitão (7B)

terça-feira, 1 de março de 2016

DiNotícias, 1ª Edição (2015/16)

Na 1ª Edição do DiNotícias deste ano letivo, foram publicados dois textos elaborados nas aulas de português. O primeiro é uma crónica feita a partir da leitura de provérbios. Foi uma atividade proposta em turma do nono ano. No caso do segundo texto, também numa turma do nono ano, foi escolhida uma crónica desta vez sobre a utilização das novas formas de comunicação e a comunicação ela própria entre as pessoas. O primeiro artigo pode ser lido na página 2,  e o segundo na página 2. Ambos os textos foram publicados na secção dos "Pontos de Vista". 
Publicamos, de seguida, imagem da publicação e ambos os textos para facilitar a sua leitura.


Infância, tablet, família, silêncio

A minha infância foi toda ela muito divertida e livre, mas, por vezes, com alguns percalços.

Ainda me lembro, com seis anos, de ir para os anos da minha avó, que se realizavam sempre em casa dela. Era aquele dia em que a família se reunia toda.

A minha animação por pensar que iria estar com os meus primos, tios e etc era tanta!…Só que, depois, chegava lá, distribuía beijos por todos e ficava num canto sozinha, com o meu tablet, a jogar.

As pessoas reparavam na minha ausência e iam ver onde eu me encontrava, perguntavam-me se estava tudo bem e a minha resposta era sempre a mesma, “- Sim, está tudo bem, estou só a brincar um pouco”.

Durante todo esse dia, acabava por me isolar de todos, a jogar.

Ainda hoje sou muito dependente do telemóvel, quando estou sem ele fico muito stressada, atrapalhada…

Agora já com esta idade olho para trás e arrependo-me de ter ficado ali a jogar, se fosse hoje, iria conviver com as pessoas e de certeza que me divertiria muito mais.


A minha preocupação agora, quando estou nesses jantares é “puxar” os mais pequeninos, assim em vez de estarem agarrados a tecnologias, eles estarem mais com a família…

Carolina Vicente, 9.º B

Julgar pelas aparências e pela fama

Eu era só mais um gaiato naquela aldeia que estava quase a completar os dez anos. Faltava pouco mais de um mês. Nesta idade são normais as asneiras, as traquinices, as brincadeiras, quem é que nunca fez algo de menos certo? Pois.
Era um rapaz que, apesar de tudo, adorava o mundo, queria sempre explorar aquilo que diziam que não podia fazer, só mesmo para provocar.
Bem, ao pé de minha casa, não muito longe, havia um cão dentro de uma espécie de armazém. Os meus pais sempre me alertaram para não chegar perto do cão, pois tinha fama de mau.
O certo é que, como pessoa do contra que sou, tive que ir espreitar e ver, claro. Fui lá dentro, a luz não era muita, a única iluminação que havia era a que vinha da rua, ou dos buracos do teto.
Confesso que o sítio era tenebroso, mas era criança e não tinha consciência de nada.
Realmente, havia um cão lá dentro, era preto e não muito grande. Aproximei-me, e, na verdade, ele não me fez nada, deixou-me tocar-lhe à vontade, não mordeu, não ladrou, não fez rigorosamente nada. Quando cheguei a casa perguntei à minha mãe porque que diziam que o cão era mau, ao qual ela me respondeu, - " Filho, é um pitbull, a raça mais perigosa " e eu pensei cá para mim, “Ele não me fez nada nem quando lhe dei um abraço à volta do pescoço, portanto, mau não devia ser”. Hoje em dia, procuro saber sobre isso e cada vez mais me apercebo que os animais são um retrato do dono, e que se forem educados para não fazerem mal, assim o farão.
Acho que as pessoas julgam muito pela raça e pela fama que as raças têm.

Ricardo Antunes 9º B


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

O Cavaleiro da Dinamarca - comentários

Nas turmas do 7ºAno, foi feita a leitura orientada de O Cavaleiro da Dinamarca de Sophia Mello Breyner. Nas turmas A e B, no fim da exploração do texto, feita em sala de aula, pediu-se que os alunos fizessem um comentário orientado. 

Publicamos, de seguida, alguns desses comentários:

A história do cavaleiro da Dinamarca começa na Dinamarca, no dia de Natal, em que a personagem principal, o cavaleiro, diz à família que vai em peregrinação a Jerusalém e que voltará não no próximo, mas no Natal seguinte e esta história fala da viagem do cavaleiro nesses dois Natais.
O cavaleiro era bastante corajoso, pois viajara por várias cidades, sempre sem esquecer a sua promessa. Era fiel, confiante e também muito curioso, principalmente acerca de histórias, como, por exemplo, a história de Giotto e a de Vanina, a menina que era obrigada a casar com um velho, enquanto amava outro homem Guidobaldo e que fugiu com ele.
Finalmente, o cavaleiro, já de regresso, seguiu para o porto de Génova para ir para casa, quando lá chegou, apercebeu-se de que o barco já tinha partido, mas o cavaleiro não queria quebrar a sua promessa, então, seguiu a pé.
Eu gostaria de participar numa aventura como esta, pois, como o cavaleiro, eu ia aprender muito. O narrador desta história não participa nesta. A descrição de  que eu mais gostei foi a de Veneza, pela beleza desta e a narração de que eu mais gostei foi a das histórias, porque as histórias contam verdades.
 Beatriz Guerra (7A) 

Esta história inicia-se na época natalícia e acabará noutro Natal dois anos depois. A personagem principal, o Cavaleiro da Dinamarca, na noite de Natal, anuncia à sua família que vai fazer uma peregrinação à terra santa, Jerusalém, porque gostava de passar o Natal na gruta onde Cristo nascera e onde rezaram os pastores, os Reis magos e os anjos.
O Cavaleiro era um homem muito decidido a fazer aquela peregrinação que, por sua vez, era muito difícil devido a naquele tempo as viagens serem muito difíceis, longas e perigosas, e definitivamente ir da Dinamarca à Palestina era uma tremenda aventura, o que fazia sobressair duas das características que se destacavam no Cavaleiro que eram o "faro" para aventuras e a coragem.
Durante a longa viagem do cavaleiro, são contadas várias histórias pelas pessoas que o cavaleiro ia conhecendo, como, por exemplo, a de Vanina e a de Pêro Dias. Aquela de que pessoalmente mais gostei foi a de Pêro Dias que fala de um navegador na época dos descobrimentos que numa ilha desconhecida tenta fazer contacto com um negro e que acaba trespassado por uma espada tal como o negro.
No final da sua viagem o Cavaleiro encontra-se perdido na floresta da Dinamarca. Quando ele estava prestes a desistir viu uma árvore iluminada, mas não era uma árvore qualquer era a árvore da sua casa iluminada por anjos. Graças a esse "milagre" o Cavaleiro pôde voltar a casa são e salvo na noite de Natal.
Esta é uma história de uma viagem emocionante que qualquer um gostaria de fazer, incluindo eu, porque pode trazer muita cultura e mudar a vida de alguém.
Nesta história os narradores são participativos e não participativos. 
Pedro Pires (7B)

Marcadores (2015/16) - 4

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  • do 7A, Sofia Oliveira.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A importância de um sorriso

Pedia-se que escrevessem uma história onde um sorriso tivesse sido relevante.

O Luís Silva (9B) não contou bem uma história... Partiu de uma situação por si vivida e sem muitos pormenores, deu relevância à importância de um sorriso. Vale a pena, achamos, ler as suas palavras 


Às vezes ponho-me a pensar se devo ou não devo sorrir de coisas que têm piada mas não têm lógica e chego a uma conclusão: Se estiver entre amigos não interessa porque nos rimos mas sim se nos divertimos.
Há uns meses, estava com amigos na brincadeira, até que um disse uma frase sem lógica e sem graça. Todos se calaram. Eu comecei a rir-me e, a pouco e pouco, já estava todo o grupo a rir-se de novo.
Acho que o meu amigo, por dentro, pensou “ Que sorte que eu tive! “ porque não tinha mesmo piada o que ele tinha dito e eu só me ri apenas para que ele não se sentisse mal com ele mesmo. Ele já por si era envergonhado e tímido...
Às vezes, é preciso este espírito de grupo para que todos se sintam bem e não se sintam de fora ou excluídos e se sintam integrados, pelo menos é esta a forma que eu tenho de pensar e de viver e assim eu também me sinto bem comigo mesmo. 
Luís Silva (9B)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Marcadores (2015/16) - 2|3

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  • do 7A, Marta Domingues, Beatriz Ribeiro  e Camila Pereira.