terça-feira, 2 de abril de 2013

A Inaudita Guerra da Av. Gago Coutinho - Comentário


No 8ºAno, estivemos a ler, em sala de aula, A Inaudita Guerra da Av. Gago Coutinho, de Mário de Carvalho. Com este trabalho de leitura orientada, pretende-se  promover o interesse, gosto, apetência pela leitura. Claro que está implícita a compreensão cuja concretização passa por elaborar uma ficha de trabalho com a seguinte estrutura: modelo de ficha de leitura.  Desse modelo consta a elaboração de um comentário para o qual foram sugeridos tópicos a referir. 

Publicamos de seguida alguns dos comentários.

Esta história fala sobre a musa Clio que se deixa adormecer enquanto esta a trabalhar com a tapeçaria milenária e, sem querer, amalgama duas datas, as de 4 de Junho de 1148 e a de 29 de Setembro de 1984. Nessa altura, na Avenida Gago Coutinho, os automobilistas e os cidadãos que estavam ali depararam-se com um exército do árabe Ibn-el–Muftar.  Acho que esta parte da história nos quer chamar a atenção que, a mínima coisa que façamos sem estarmos atentos, pode trazer consequências imagináveis, tal como aconteceu a Clio.
Entretanto, Manuel Reis Tobias, um agente da PSP, apercebendo-se do que estava a acontecer, decidiu chamar reforços. 
      Manuel da Silva Lopes, um camionista, avistando toda aquela confusão, saiu do seu camião e decidiu mandar uma pedra para o exército de Ibn-el-Muftar, e esta foi acertar logo num dos soldados mais sossegados do exército e logo de seguida Ibn-el-Muftar deu uma ordem e vinte archeiros lançaram as suas setas. Nesta parte do conto, acho que o camionista só fez isto para chamar a atenção, pois desta vez não era ele que estava a ser o centro das atenções como de costume.
      Recém-chegado à Alameda D. Afonso Henriques, o comissário Nunes ao deparar-se com aquela confusão toda pensou que era a canalha a desafiar a polícia. Ainda tentou deter algumas pessoas mas não consegui, então reagrupou os seus homens na placa relvada. lbn-el-Muftar mostrava-se bastante irritado por todos os rumores e confusões em torno, então em poucos minutos, houve uma revolução da parte dos militares do seu exército. Ele aproximava-se da polícia, estes não se sentiam preparados para enfrentar cargas de cavalaria moura então corriam até à Cervejaria Munique, onde se refugiavam atrás do balcão.
Acho que nesta parte do texto foi um crítica bem realçada pela parte do autor aos polícias de hoje em dia.
O capitão Aurélio trazia instruções para proceder a um reconhecimento sempre com moderação. Afastou os civis e tentou comunicar com lbn-el-Muftar com a ajuda de um trapo braço. Nesta parte gosto de realçar o detalhe do pano que, na minha opinião, o capitão Aurélio queria que lbn-el-Muftar levasse aquilo como um sinal de paz. 
Depois de os dois conseguirem dialogar, Ibn-el-Muftar e o seu exército desaparecem deixando o capitão Soares e os restantes civis sozinhos. 
Nesse momento, a deusa Clio tinha acordado e dado conta do que tinha feito e, rapidamente, desfez a troca de fios.
Ao lbn-Muftar aquele acontecimento não teve grandes consequências mas a polícia e as outras tropas tiveram de explicar o porquê de se encontrarem naquelas circunstâncias. A musa Clio não tinha poderes para alterar o que tinha feito então, para remediar um pouco da situação, apagou a memoria a todos os que tinham estado envolvidos naquela grande confusão, mas, mesmo assim foi privada de ambrósia por quatrocentos anos. Acho que nesta parte do texto foi para nos mostrar mais um vez que todos os nossos atos têm consequências, no caso da musa Clio, ela ainda conseguiu apagar da memoria das pessoas o que tinha acontecido, mas nós não temos a capacidade de fazer isso, qualquer coisa que façamos vai sempre fica marcada. 
Gostei bastante do texto e acho que nos dá uma grande lição de vida, a qual já referi, “tudo o que fazemos vai sempre ter consequências”.
Carolina Bonifácio, 8ºB


Este conto começa com Clio, a deusa da história, adormecendo de tanto cansaço. Com este descuido, ela amalgama duas datas, as de 4 de Junho de 1148 e a de 29 de Setembro de 1984. Numa dessas datas (29 de Setembro) encontrava-se muitos automobilistas na avenida gago Coutinho e na outra data (4 de Junho) encontrava-se um exército de árabes. Quando os dois se juntaram houve muita agitação, preocupação e confusão.
Entretanto, Manuel Reis Tobias, um agente da PSP, apercebendo-se do que estava a acontecer, decidiu chamar reforços.
Manuel da Silva Lopes, um camionista, avistando toda aquela confusão, saiu do seu camião e decidiu mandar uma pedra para o exército de Ibn-el-Muftar, e logo de seguida Ibn-el-Muftar deu uma ordem e vinte archeiros lançaram as suas setas.
Esta é uma das razões pelas quais leva os árabes a atacaram as pessoas. Acho também que o camionista só queria ser o centro das atenções.
lbn-el-Muftar mostrava-se bastante irritado por todos os rumores e confusões em torno, e, então, em poucos minutos houve uma revolução da parte dos militares do seu exército. Ele aproximava-se da polícia, estes não se sentiam preparados para enfrentar cargas de cavalaria moura então corriam até à Cervejaria Munique, onde se refugiavam atrás do balcão.
Nesta parte do conto houve uma crítica, muito bem colocada, aos polícias de hoje em dia.
Para lbn-Muftar aquele acontecimento não teve grandes consequências, porque até se livrou de uma batalha com os guerreiros de lixbuna, mas para a polícia e para as outras tropas já não foi assim, eles tiveram que explicar o que estavam a fazer ali e o tinha causado aquele caus.
A musa Clio não tinha poderes para alterar o que tinha feito então, para remediar um pouco da situação, apagou a memória a todos os que tinham estado envolvidos naquela grande confusão, mas, mesmo assim foi privada de ambrósia por quatrocentos anos. 
Esta parte do conto, mostra-nos que tudo o que nós fazemos tem consequências e que às vezes não temos a sorte de remediar parte dos nossos descuidos.
Como a musa Clio desfez o acontecimento, ninguém se lembrou do que tinha acontecido, por isso é que é a inaudita guerra da avenida Gago Coutinho.
Em resumo, gostei bastante do conto e acho que nos faz pensar em muitas coisas, como nas pequenas acções que podem parecer insignificantes para nós, mas que podem levar a grandes conflitos.
Inês Almeida (8ºB)


O conto “A inaudita Guerra da avenida Gago Coutinho ” começa, quando Clio, musa da História, adormece enquanto fazia a tapeçaria, pondo dois fios da tapeçaria da história, entrelaçados que une as datas de 4 de Junho 1148 e de 29 de Setembro de 1984.
Para distinguir as duas épocas, o vocabulário que se refere ao séc. XII e aquele que se refere ao séc. XX são diferentes 
“Viu-se de repente o exército envolvido por milhares de carros de metal, de cores faiscantes, no meio de um fragor estrondoso - que veio substituir o suave pipilar dos pássaros e o doce zunido dos moscardos - e flanqueado por paredes descomunais que por toda a parte se erguiam, cobertas de janelas brilhantes.” – Expressão do séc. XX
“…em toda aquela área, um estridente rumor de motores desmultiplicados, travões aplicados a fundo, e uma sarabanda de buzinas ensurdecedora. Tudo isto de mistura com retinir de metais, relinchos de cavalos e imprecações guturais em alta grita.” – Expressão do séc. XII
Os automobilistas de Lisboa apanharam um grande susto ao verem a tropa de Ibn-elMuftar formada por árabes.
Já os árabes viam-se envolvidos por milhões de “coisas” que nunca tinham visto. 
O recurso à adjetivação, ao pormenor das descrições e a figuras de estilo como: enumeração, onomatopeias e hipérbole são outros dos recursos utilizados pelo autor para nos fazer imaginar a desordem (confusão) da situação.
Existem algumas personagens, como, por exemplo: Clio, a musa da História, ou seja, aquela que está a fazer o tapete e adormece; Ali-bem-Yussuf, o ; El-Muftar; Comissário Nunes; Capitão Soares; Coronel Rolão. Ou seja, estas personagens acabam por ser as mais faladas ao longo do texto. Depois temos o exército, os automobilistas e o Manuel da Silva Lopes. 
O narrador, situando-se fora da narrativa – narrativa na 3ª pessoa -, conta-nos como o narrador observa os acontecimentos através de uma focalização subjetiva.
Estamos perante uma narrativa fechada, pois o conflito é solucionado e são dadas a conhecer ao leitor as consequências para cada um dos grupos.
No final, a musa da história acorda e tenta emendar o seu grande erro e acaba por conseguir apagar a memória dos homens mas não onde estavam e o que estavam lá a fazer e estes mesmos têm de tentar arranjar uma desculpa para em processo marcial.
A musa da história foi privada de ambrósia por quatrocentos anos.
O título “A inaudita Guerra da avenida Gago Coutinho ” tem este título, pois maior parte da guerra entra os lisboetas e os árabes ocorre na avenida Gago Coutinho. 
O adjetivo “Inaudita” que se encontra no título significa que aquela guerra na Avenida Gago Coutinho foi rara/ extraordinária/incrível, pois não devia ter acontecido.
Este texto tem como objetivo de demonstrar que as consequências da nossa mente e são refletidos no que estamos a fazer, ou seja, quando a cabeça não tem juízo o corpo e que paga.
Joana Marques (8ºB)


A deusa Clio, deusa da História, aquela que tece um tapete de milhares de anos, contando a história da humanidade, com todos os pormenores dela. Cansada de um fardo tão grande, adormece! E cria um nó no tempo: duas datas completamente distintas cruzam-se, 4 de Junho de 1148, e 29 de setembro de 1984. 
Achei muito interessante a ação que leva a desenrolar esta história, pois o texto relaciona uma deusa com mouros do século XII e população do século XX.
Os automobilistas, nessa manhã, na Avenida Gago Coutinho em direção ao Areeiro, depararam-se com um exército de mouros que cavalgava em rumo a Lixbuna para atacar a cidade. 
Os civis ficaram muito assustados, pensando que se tratava de gravações para um anúncio ou um filme, enquanto a mourama pensava que estava no inferno, com aqueles edifícios, viaturas… O lugar-tenente de Ibn-el-Muftar (o chefe das tropas), Ali-ben-Yussuf começou logo a orar.
Esta situação é muito importante, pois consegue-se distinguir facilmente a diferença entre a mente, do séc. XII e XX. Os mouros não sabiam explicar, e eram muito ligados à religião, (como alguns locais do mundo na atualidade), então a razão mais óbvia seria, que aquilo era um castigo de Alá. Estariam no inferno ou enfeitiçados. 
A parte em que se fala da maneira como os mouros viam o cenário, mais precisamente a Avenida Gago Coutinho, é muito descritiva, e acho que da forma que é enumerada é muito precisa e leva o leitor a perceber ainda mais a razão por que as tropas pensavam que era o inferno. 
Os mouros ficaram irrequietos devido ao cenário, mas não pensaram em atacar pois os civis não pareciam armados. 
Manuel Reis Tobias, agente de segunda classe da PSP, que naquela manhã vigiava o trafego, tratou logo de mandar uma mensagem pelo intercomunicador da sua mota para o posto, avisando do que estava a ocorrer. Com uma chamada para o ministro e surgiu a confirmação de que aquela confusão seria uma manifestação não autorizada.
Poucos minutos depois encontrava-se a polícia de intervenção no parque de estacionamento do Areeiro.
Nesta altura, já os condutores tinham evacuado os seus carros. Até que um condutor de um camião que transportava cerveja, Manuel da Silva Lopes, que muitas vezes se encontrava em problemas nas estradas, decide mandar um calhau miúdo, e que por acaso acerta em Mamud Beshewer.
Imediatamente, Ibn-Muftar dá ordem de fogo para vinte archeiros. Todos os civis de abrigaram.
O comissário Nunes, à frente dos pelotões da polícia de choque, começa a “varrer” todos os civis, uns para o Bairro dos Atores e outros para a Praça do Areeiro.
Ibn-Muftar ao vendo os pelotões decide atacar, mas estes fogem para trás do balcão da Cervejaria Munique.
A tropa do Ralis e a Escola de Prática de Administração Militar, que iam em direção ao local da confusão, ficaram presas no trânsito de camiões TIR.
O capitão Aurélio Soares deixou as viaturas na Avenida Estado Unidos, e foi dar de caras com as tropas mouras, acenando um lenço branco, que fez com que Muftar não dê-se ordem para atacar. 
Conseguiram cumprimentar-se, o capitão e o chefe mouro:
“-Salam aleikum.”
“-Aleikum Salam”
Achei muito engraçado este desenrolar da história, pois as personagens utilizadas foram criadas com um nome completo (Manuel Reis Tobias, Manuel da Silva Lopes, Arélio Soares, comissário Nunes, Mamud Beshewer…), aparecimento do nome das ruas, praças, cervejarias… ao longo do decorrer da ação. 
Tem o seu lado cómico, porque todos os esforços feitos pelos Homens do século mais recente foram completamente furados, nenhum plano atingiu o seu objetivo, apesar das tecnologias, instruções, treino… E também a situação em que os mouros decidiram atacar os policiais de intervenção, e terem fugido para trás do balcão da Cervejaria, é cómica.
Dá-nos a entender que os mouros ao ver o comissário Nunes a acenar um trapo branco, apesar de não existir na sua altura aquele gesto, subentenderam que não era sinal de ataque. 
A deusa acorda, e, ao ver aquele terrível nó, desembaraçou-o. Tudo voltou ao normal. Mas ninguém se tinha esquecido do que ali acontecera naquela manhã. Clio não podia fazer com que aquelas partes da história voltassem à estaca zero, mas existia uma maneira de fazer esquecer aquela confusão. Borrifou todas as pessoas presentes com água do rio Letes. 
No momento de mais tensão é quando a confusão, o confronto de séculos, termina.
Apesar de ninguém se lembrar do que se passara, o caus continuava instalado, os pelotões da polícia, aquele trânsito… Nenhum Homem conseguia explicar o que se tinha passado.
Menos prejudicial, foi para Ibn-el-Muftar que desistiu de conquistar Lixbuna e partir noutra direção.
A deusa da História foi privada de ambrósia durante quatrocentos anos.
Este texto narra uma história muito descritiva, e com pouco mas existente diálogo. O vocabulário é rico, e variado. Pois algum é referente ao século XII (Lixbuna, Salam aleikum…) e outro ao século XX (automobilistas…).
Na minha opinião, é uma história irrealista, mas com elementos realistas (nome de ruas, pessoas…). O narrador não está presente.
No título, “A inaudita guerra na Avenida Gago Coutinho”, o adjetivo “inaudita” significa que nunca foi ouvida, que não se soube que aconteceu. No título esta palavra tem como função criar uma mensagem de que esta “guerra” realmente aconteceu, mas que ninguém soube da sua ocorrência.
Lara Kwai (8ºB)

Clio, a musa da História estava encarregue de tecer a tapeçaria que criava a história, e por causa do seu enfadonho trabalho, adormeceu por instantes. Os dedos de Clio, de tão habituados que estavam de fazer o seu trabalho, mesmo depois de esta adormecer, continuaram a tecer, embaraçando-se assim duas datas: 4 de Junho de 1148 e 29 de Setembro de 1984.
No dia 29 de Setembro, os automobilistas que estavam na Avenida Gago Coutinho, com direção para o Areeiro, assustaram-se quando lhes aparece um exército berbere pelo caminho. As tropas de Ibn-elMuftar apareceram na Avenida Gago Coutinho, porque na data de 4 de Junho de 1148 estavam-se a preparar para invadir Lixbuna (Lisboa).
O texto todo tem uma grande variedade de vocabulário, originário tanto do século XX, como do século XII, com o objetivo de conseguir envolver os leitores no século em destaque (acho eu). Muitas palavras menos conhecidas têm a ver com a cultura muçulmana, como o inferno corânico, ou jiins encabriolados. Nos tempos que correm essas palavras são ditas como «estanhas», a nosso ver, nunca imaginaríamos que jiins encabriolados significaria: espíritos e demónios da crença árabe.
Quando as duas datas se cruzaram, e depois de os mouros estarem entre os automobilistas, a confusão instalou-se: os cidadãos atiravam palpites, como os de que estariam no meio de filmagens de um filme ou de um reclame. Já os árabes ponderavam se teriam caído no inferno corânico; se teriam feito algum desagrado a Alá; se estavam a ser vítimas de algum feitiço cristão; ou ainda se se tratava de alguma partida de espíritos ou demónios.
A história está muito bem construída, recorrendo a diálogos entre as personagens, como o do comissário Nunes para os seus homens; a narrações e a descrições. O narrador desta história, como é um narrador presente, mas não participante, sabe, melhor do que ninguém os pensamentos das personagens, mostrando-nos uma perspectiva diferente, podendo dar ao leitor uma maneira de perceber melhor o que cada personagem sente e pensa. Dando-nos, também, descrições muito pormenorizadas, baseado nesse conhecimento das personagens. 
Entre os intervenientes na ação destacam-se: Ibn-elMuftar, o líder dos mouros; Manuel da Silva Lopes, que na minha opinião, foi bastante importante para todo o desenvolvimento da história, a partir desse ponto, apesar de ele só ter atirado uma pequena pedra, foi o bastante para desencadear uma série de acontecimentos; a prova que um pequeno gesto, por mais insignificante que seja, pode ter grandes consequências; o agente da PSP Manuel Reis Tobias, pois foi quem conseguiu manter a cabeça fria e comunicar para o posto de comando o acontecimento, não entrando em “pânico” perante o aparecimento de um exército de mais de dez mil árabes no meio de uma importante avenida; o comissário Nunes, quem comandou as tropas da polícia de intervenção pelo Areeiro; o capitão Aurélio Soares, que foi mandado para o meio da situação para fazer um reconhecimento do acontecimento e que conseguiu comunicar com Ibn-elMuftar; e a personagem principal, (a meu ver), a deusa Clio, que pode não ter interagido muito na história, mas se formos a ver, sem ela não teríamos esta esquisita situação, nem a solução para a desfazer.
Clio, depois de se ter apercebido da situação tentou remediá-la, começando por, em primeiro lugar, desfazer o nó que as duas datas tinham criado; e, em segundo lugar, por apagar a memória dos intervenientes, já que era impossível voltar atrás no tempo. Para Ibn-elMuftar, o acontecimento não tinha sido muito grave, pois aproveitou e seguiu caminho para outras paragens; no entanto, foi mais difícil para o comissário Nunes e ao capitão Soares terem de explicar porque é que estava o exército da força de intervenção na praça do Areeiro, e porque é que os homens do comissário Nunes estavam a fazer atrás do balcão da Cervejaria Munique.
Após a compreensão e a releitura do texto, o adjetivo “inaudita” é bem usado, porque a Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho nunca foi «ouvida», ninguém se lembra ou ouviu falar em tal acontecimento no dia 29 de Setembro de 1984, na avenida Gago Coutinho.
Maria Carolina Matos (8ºB)



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