terça-feira, 5 de junho de 2012

História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar - Comentários

Ao longo dos anos temos vindo a apostar cada vez mais na leitura em voz alta na sala de aula dos textos de leitura integral. A partir desse trabalho, a exploração do texto é feita em permanente interação com os alunos. Pretende-se com esta atividade promover o interesse, gosto, apetência pela leitura (claro que está implícito sempre a compreensão do texto que acaba sempre por acontecer, com esta estratégia de uma forma muito espontânea) e autonomia. 
Para desenvolver este último aspeto, tem de se treinar o registo dos aspetos essenciais do estudo de um texto. Assim, criou-se um modelo de ficha de leitura que se sugere que os alunos sigam, quando elaboram as suas fichas de leitura. 
Desta vez, no 7º Ano (turmas A e B), este trabalho foi feito, pela primeira vez, neste ano letivo, com o conto de Luís Sepúlveda: História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar. Para a elaboração do comentário e uma vez que seria a primeira vez que os alunos fariam um trabalho do género, em sala de aula, apresentou-se a estrutura de um comentário e descreveu-se o processo que deve estar inerente à sua escrita. E para ajudar nesta tarefa, difícil,  mesmo para alunos que já estejam no 7º Ano, sugeriu-se a consulta deste guião
Parece-nos que desta forma, os alunos perceberam que um comentário, uma opinião para ter validada tem de estar sempre fundamentada. 

Publicamos de seguida os comentários do 7ºB, da Carolina Bonifácio e Lara Kwai e do 7ºA,  da Carlota Pina, Francisco Marques, Hugo Henriques, Joana Cruz Silva, Madalena Carvalho.


Este conto fala sobre uma gaivota, chamada Kengah que foi atingida por uma maré negra ao ir apanhar um peixe. Ao desprender-se voou até ao porto de Hamburgo, onde depois acabou por cair numa varanda onde vivia um gato grande, preto e gordo, chamado Zorbas. No primeiro capítulo, adorei a forma como o autor quis realçar um dos maiores problemas do mundo: a poluição. No segundo capítulo, do que mais gostei foi quando o autor sempre que se referia a Zorbas dizia: um gato grande, preto e gordo.
Já no capítulo 4, Kengah disse a Zorbas que ia morrer, mas, que ia pôr um ovo e então pediu-lhe que fizesse três promessas: que ele não comesse o ovo, que cuidasse do ovo até a gaivota nascer e que a ensinasse a voar. No início deste capítulo conhecemos melhor o nosso amigo Zorbas que parecia um pouco arrogante (pois quando Kengah caiu à frente dele a primeira coisa que ele disse foi: não foi uma aterragem muito elegante).
Zorbas prometeu cumprir os últimos desejos da gaivota. A seguir a gaivota morreu. Aqui sim, Zorbas mostrou-se ser um bom gato capaz de ajudar quem precisasse.
Zorbas foi ter com os seus amigos: Secretário, Sabetudo e Colonello, para saber o que iria fazer com o ovo.
Quando chegaram a casa de Zorbas a gaivota já estava morta.
Foi na segunda parte do texto que a gaivotinha nasceu. Zorbas e os seus amigos deram-lhe o nome de Ditosa. Achei o momento em que a Ditosa nasceu um dos mais bonitos do livro.
Zorbas já tinha cumprido 2 promessas agora faltava a última: ensiná-la a voar.
Foi muito difícil ensiná-la a voar, então os gatos decidiram ir falar com um humano para os ajudar.
Numa noite chuvosa, o humano lançou Ditosa, e, finalmente, ela abriu as suas asas, seguiu o seu destino e voou, deixando que Zorbas se sentisse feliz e responsável. Esta parte foi simplesmente linda, a forma como o Zorbas se sentiu ao ver que a sua “filha” estava a voar.
É um livro muito interessante. Especialmente porque me chamou a atenção sobre o ponto de vista do autor em querer de certa forma alertar-nos como estamos a poluir o nosso planeta e como a gaivota ganha afeto pelo gato ao ponto de lhe chamar mamã
A Lição que eu tirei deste texto foi: as coisas não acontecem por acaso, Zorbas tinha 3 missões e ao cumpri-las fez uma grande amizade. 
Carolina Bonifácio, 7ºB




O conto começa por falar sobre um bando de gaivotas que voava sobre o Rio Elba, em direção à convenção ATLÂNTICO que se iria realizar. Entre esta estava Kengah. Com a autorização das gaivotas que guiavam o voo, algumas gaivotas lançaram-se para apanhar arenques. Kengah ficou presa numa enorme de petróleo infelizmente lançada pelo Homem. Estas frases em que Kengah sofreu muito até conseguir se salvar, relatam um pouco de certa forma a realidade. Para mim foi das partes mais tristes deste conto, porque foi o que levou á morte de Kengah. Mas na realidade muitos seres vivos morrem pelos erros que o ser humano tem feito ao longo da sua evolução, que essa tem vindo a destruir vidas e até espécies! Zorbas um gato que iria fazer promessas que mudaria o destino de uma vida que vivia no Porto de Hamburgo que é uma cidade estado localizada no norte da Alemanha, nas margens do Rio Elba, sendo um dos maiores portos do mundo!
Mais à frente ficamos a saber que Kengah estava grávida de uma gaivotinha, e que Zorbas tera feito três promessas: não comer o ovo, cuidar dele até que ele nasça e ensina-lo a voar. Gostei desta parte porque destaca a cumplicidade e lealdade que os animais de estimação.
Zorbas quando soube desta triste história procurou logo encontrar ajuda para salvar Kengah, pediu ajuda a muitos gatos do porto: Colonello, Secretário, Sabetudo. Mas quando voltou já era tarde demais porque Kengah já tinha morrido, mas tinha chegado a por o ovo! Todos ficaram tristes com a sua morte.
Depois deste triste acontecimento Zorbas queria-se concentrar no ovo. Ficou durante muito tempo a cuidar dela (neste momento do conto já tinha feito uma das promessas que tera prometido). Numa tarde em que o gato estava na sua varanda com o ovo a apanhar sol, nasce a gaivotinha! Na minha opinião é muito engraçada a maneira como o gato se afeiçoou perante o papel de “MÃE”. 
Zorbas a certa altura teve dificuldade em ensinar a Ditosa (nome que os gatos deram à gaivotinha) a voar. Pediram a outro gato chamado Barlavenco, que era um gato “marinheiro” e muito dado ao meio marinho, se sabia alguma técnica, mas não os conseguiu a ajudar. Até nessa altura surge o MAIOR problema, não tinham ninguém que os ajudasse a ensinar a gaivota a voar. 
O gato viu-se obrigado a pedir aos seus assessores para quebrar o tabu, que consistia numa promessa que era, nenhum gato do porto podia miar na lingua dos humanos, com eles. Confirmaram que ele podia quebrar o tabu. Na minha opinião esta parte do conto é muito sincera e verdadeira. A razão pelo qual o tabu existia era porque a maioria dos humanos não são capazes de aceitar com algo que para nós não é NORMAL e HABITUAL.
Os gatos tinham de fazer uma escolha acertada mas difícil, tinham de encontrar o humano com um perfil perfeito para os ajudar. Ficou decidido que quem os iria ajudar era o dono de Bubilina, um poeta e pela descrição de Zorbas ele “voava com as palavras”. O humano aceitou ajudar-los.
Numa noite Zorbas, Ditosa e o humano subiram à torre de S. Miguel. A gaivotinha estava receosa de voar, mas quando chegou o momento ela conseguiu! Zorbas ficou muito orgulhoso e realizado por ter conseguido realizar a sua promessa.
Este conto para mim de certa forma alertou-me ainda mais pelas terríveis formas como os humanos tratam o planeta terra, ao poluírem e matar muitos seres vivos.
A lição “que só voa quem se atreve a faze-lo” é muito destacada neste conto.
Lara Kwai, 7ºB


Esta parte da história passa-se antes de Kengha conhecer Zorbas. Kengha e as gaivotas voavam no mar do Norte. Kengha gostava de observar os barcos e as bandeiras. Voa e grasnava com as suas companheiras enquanto mergulhava e comia arenques. Estava previsto irem até ao estreito de Calais e ao canal da Mancha, onde se reuniriam com outros bandos de gaivotas e dariam inicio a uma grande convenção das gaivotas dos mares Báltico, do Norte e Atlântico. As gaivotas como habitualmente voavam calmamente até que de repente foram apanhadas por uma maré negra! Um petroleiro tinha lançado ao mar petróleo que se ia alastrando numa área cada vez maior.
 As gaivotas agitaram-se e Kengha teve a pouca sorte de ser apanhada pela onda de petróleo quando tentava apanhar um arenque, ficando coberta por aquela massa pegajosa e preta que não a deixava movimentar-se. Ao fim de várias tentativas conseguiu finalmente levantar voou até que caiu na varanda do Zorbas, o gato. Ai Kengha pôs um ovo, e sentindo-se a morrer pediu ao gato que lhe jurasse que não o comeria, que cuidava dele e que depois da gaivota nascer a ensinasse a voar.
Hamburgo é uma cidade costeira, que tem um dos maiores portos da Europa e está situada na Alemanha.
É uma cidade muito industrializada, mas também muito bonita com belos monumentos entre os quais se salienta a Igreja de S. Miguel. Hamburgo vai ser a cidade onde toda a história se vai desenrolar. Zorbas promete inúmeras vezes a gaivota, logo nos primeiros capítulos que sempre cuidara do ovo e que ensinaria a gaivotinha a voar. O que nem sempre foi fácil uma vez que Zorbas precisou de muitas ajudas, pois ele é um gato e ela é uma gaivota, por isso foi muito difícil um gato ajudar uma gaivota a voar.
Zorbas teve muitos ajudantes, o Collonelo, o Sabetudo, o Secretário, a Bubulina, o dono da Bubulina entre outros. Mas também teve quem lhe dificultasse a vida como as ratazanas que queriam comer a gaivotinha ou os gatos arrogantes e desprezíveis que tinham o mesmo objetivo.
Os quatro gatos deram um nome a gaivotinha, chamaram-lhe Ditosa. 
Ensinar a gaivota a voar foi uma tarefa árdua, os gatos tiveram de fazer muitas pesquisas, sobre como é que as gaivotas voavam, qual as melhores condições para os fazer e como ensinar alguém a voar. Ao início a gaivota não queria voar e disse que era uma inútil e que não valia a pena, mas depois com a ajuda do humano, na torre da Igreja de S. Miguel e com toda a fé e carinho de Zorbas a Ditosa conseguiu levantar voou.
Já mais na parte final da história há alguns comportamentos caricatos e ao mesmo tempo sentidos e com sentido.
A parte em que Zorbas fala com o humano, em que ele quebra o tabu, e lhe explica toda a sua situação é uma das partes mais importantes da história, na minha opinião, pois mostra a dificuldade de comunicação e de entendimento entre as espécies de seres vivos. Zorbas também sabia que a atitude de querer ir falar com um humano podia ser o seu fim, pois o humano podia reagir mal e fazer como a alguns animais, como os golfinhos, prende-lo só por ser diferente e falar a língua dos humanos.
Logo no inicio da história também é muito vincada a solidariedade entre Zorbas e os seus amigos, que rapidamente se apressaram a ajudar o amigo.
Todas as pessoas sabem que atirar lixo para o mar e para o chão não se deve fazer, mas neste texto essa ideia esta muito explícita, logo no início quando Kengha ficou presa na maré negra devido à descarga de petróleo feita pelo petroleiro.
No final da história Ditosa, o humano e Zorbas percebem o que afinal de contas é mais importante na história, que quando se quer muito uma coisa e quando nós esforçamos por conseguir essa coisa, conseguimos sempre alcança-la. Principalmente Ditosa que conseguiu, depois de tanto esforço, voar.
Carlota Pina, 7ºA


O livro fala de uma gaivota, Kengah, que vai a uma convenção de gaivotas. Nessa viagem é apanhada por uma maré negra, o que, na minha opinião, mostra que cada vez mais existe poluição dos mares. Ela ao ser apanhada vai para Hamburgo e encontra um gato, que faz umas promessas, o que eu acho que é um pouco humor irónico um gato não comer uma gaivotinha. Daí a história nasce. Os amigos desse gato sempre o apoiaram e ajudaram a cumprir as promessas, uma união que é muito importante na história. Na minha opinião todos os animais, racionais e irracionais, deviam ter uma união assim, mas pronto. No meio da história ensinam muitas lições e uma das que eu acho mais importante, nem sei se queriam dizer aquilo mas pronto, é quando a gaivotinha diz que não quer voar e quer ser uma gato. Depois o gato faz um discurso (que eu não vou dizer aqui) e acho que a mensagem que ele queria transmitir é que todos devemos aceitar quem somos, que somos todos diferentes e ninguém é melhor que alguém. Depois outra coisa que me impressionou foi o gato ir falar com o humano. A reação do humano não foi prendê-lo e mandá-lo para um laboratório mas sim ajudá-lo a fazer com que a gaivotinha voasse. E é esse tipo de relação que acho que todos devem ter, sejam humanos, sejam animais. Os humanos devem ajudar os animais, visto que têm uma “mente superior” aos animais, e não mete-los em jaulas para os porem no circo ou assim. Na base acho que o livro passou muitas mensagens importantes e gostei muito de o ler e apreciá-lo, ouvindo não só a minha interpretação do livro mas também a dos meus colegas.
Francisco Marques, 7ºA



Esta história surpreendeu-me… pela positiva desde a primeira até á ultima página.
Esta história começa com o voo de Kengah e das outras gaivotas pelos mares do norte com o objetivo de irem ter á esperada convenção das gaivotas dos mares Báltico, do norte e do atlântico. Apesar do papel de Kengah ser um dos mais pequenos, eu acho que foi um dos mais importantes.
Se não fosse Kengah, o ovo não teria ido ter ás mãos de Zorbas, os outros personagens (Colonelo, Sabe-Tudo….) não teriam ganho vida e dar “frutos” a esta bela e magnifica história.
Esta personagem foi uma desastrosa perda, quando foi apanhada pela “Maré Negra”.
O cenário realiza-se em Hamburgo, uma cidade magnífica situada no norte da Alemanha, nas margens do rio Elba.
A parte que eu mais gostei foi, quando a pequena gaivotinha após inúmeras tentativas consegue voar e se sente concretizada. Eu gostei realmente
desta parte do livro pois, é a prova que se nunca desistirmos conseguimos alcançar os nossos sonhos!
No que toca às personagens, penso que cada uma teve um papel importantíssimo na história sendo cada uma única á sua maneira. Um dos personagens que eu achei interessante foi o poeta.
Porque ele era sensível e na sua opinião torna o mundo num lugar melhor com as suas palavras, com a sua escrita e não se preocupa com os que os outros dizem, simplesmente é ele. Para não referir que foi um papel importante na vida da gaivotinha, pois é o poeta que ajuda a gaivotinha a voar.
Não consigo fazer grandes referências a este livro, mas consigo com certeza dizer que ao início pensei que não passaria de um livro parvo para crianças.
Fez-me abrir os olhos, ensinou-me que a leitura não tem idades e que as amizades não se escolhem!
Hugo Henriques, 7ºA


As gaivotas seguiriam até ao estreito de Calais e ao canal da Mancha até chegarem aos céus da Biscaia onde seria a grande convenção das gaivotas dos mares Báltico do Norte e Atlântico. Graças aos barcos petroleiros, Kengah morreu porque foi atingida por uma onda de petróleo que fez com que as suas asas colassem e não conseguisse voar. Hamburgo é uma cidade no Norte da Alemanha e tem um dos maiores portos do mundo. Kengah reconheceu a torre de S. Miguel, uma grande peça da arte barroca. Hamburgo é o local onde se vai desenrolar toda a ação. No capítulo “O fim do voo”,  Zorbas promete a Kengah proteger o ovo e ensinar a voar a gaivotinha e, para cumprir o prometido foi pedir auxílio.
Nos capítulos “Em busca de conselho”, “Um lugar curioso” e “Um gato que sabe tudo” Zorbas pede ajuda a Sabetudo, Colonello e Secretário mas também encontra inimigos os gatos provocadores e as ratazanas. No processo de aprendizagem de Ditosa para voar, ela, nas suas primeiras tentativas, caiu e, então, os gatos pediram ajuda a um humano, o poeta, que levou Ditosa para a torre de S. Miguel.  Aí, ela conseguiu voar.
E foi escolhido o poeta porque este escreve palavras belas que alegram ou entristecem, mas que produzem sempre prazer e suscitam o desejo de continuar a ouvir e é ele que ajuda Ditosa a voar. Zorbas teve de quebrar o tabu, que era miar na língua dos humanos, para cumprir o prometido.
As gaivotas andam sempre em bandos nunca sozinhas. Elas têm um grande sentido de organização, pois tinham a viagem toda planeada. O gatos ajudaram a gaivota, ou seja, são solidários. Os gatos cumprem o prometido sem voltar atrás.
A enciclopédia de Sabetudo dá-lhe uma grande cultura.
Respeitaram a gaivota e era diferente deles, e ajudaram-na mesmo sendo diferente.
Nós, humanos, não damos conta que estamos a matar os outros seres vivos e a nós mesmos poluindo o ambiente e, só quando já não houver volta a dar, é que nos vamos aperceber do mal que fizemos. Ou seja, na minha opinião, não temos nenhum respeito pelos animais, nem por nós, não sabemos respeitar a diferença.
Deste livro tira-se uma  grande lição e que se deviam tomar por exemplo:  saber ser solidário e respeitar a diferença.
Era bom que esta história fosse real…
Joana Cruz Silva, 7ºA


As gaivotas iam para uma convenção dos mares báltico, Norte e Atlântico entre todas as gaivotas estava Kengah.
No plano de voo estava previsto irem até ao estreito de calais, onde se encontrariam com outras gaivotas e voariam até aos céus de biscaia, mas uma maré negra apanhou kengah e isso custou-lhe uma vida, a sua única vida.
Kengah conseguiu escapar-se da maré negra em Hamburgo e ao reconhecer a igreja de S.Miguel, já nos seus últimos tempo de vida Kengah grasnou.
No capítulo 4 intitulado “O fim de um voo” o gato prometeu à gaivota tratar do ovo, ensinar a filha a voar e não comer o ovo. Estas promessas fizeram com que Zorbas resultasse numa espécie de mãe. Zorbas teve ajudas como Sabetudo, Colonello, o secretário de Colonello e Barlavento e inimigos como os gatos maus e as ratazanas.
A gaivotinha demorou muito tempo para aprender voar, no início não queria mas depois queria muito, teve que tentar muitas vezes e começou a perder a esperança mas com a ajuda de um humano e de Zorbas finalmente conseguiu.
O poeta era um humano sensível, por vezes um bocado aluado e distraído, mas foi capaz de ajudar a gaivota a voar.
As gaivotas têm um “acordo” que não podem assistir à morte das outras nem podem tentar ir ajudar
Neste livro os gatos e as gaivotas dão-se bem e têm verdadeiro amor uns pelos outros, apesar de alguns como o chimpanzé tentarem destruir isso não conseguiu
 O humano voava com as palavras, tinha alegria no que fazia e conseguia pôr Zorbas a voar sem estar a voar.
Também trata aqui de uma verdade na nossa atualidade o facto da poluição e do que pode fazer aos animais que não têm culpa nenhuma dos nossos atos.
Os humanos humilham os animais ao ponto de os fazer vestirem roupas e desfilarem, isto não é justo para os animais.
Se a gaivota não tivesse tentado e tentado e tentado não tinha conseguido, é uma grande lição de vida, temos que insistir e persistir para um dia lá chegar.
Gostei muito deste livro, ensina-nos a nunca desistir e mesmo que não sejamos os melhores para desempenhar uma atividade tentar sempre fazê-la com um sorriso na cara.
Madalena Carvalho, 7ºA


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