domingo, 16 de novembro de 2008

Cego

És cego quando não consegues ver
Se o és já deves saber
Se és de nascença
Nem deves saber como raio uma cadeira é...
Porque és cego...
Mas ou menos assim
Não vês que raio a política é
Não vês o mundo
Não vês o excremento que te leva ao fundo
Mas sente-te agoniado
Não sabes o que te vai acontecer
Sentes-te um legume enlatado
Foro de prazo
E à tua imaginação não consegues dar azo
E não consegues ver
E não consegues ver
Porque és cego...
Não vês nada...
Nunca sabes quando te irão dar um chapada...
E depois dá-te a revolução no estômago
E sentes o Rei na barriga
Parece que é abstracto
Mas é concreto é lombriga...
Mas tu não vês...

Dominique, 8ºD


Sem comentários: