segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

O Cavaleiro da Dinamarca - comentários

Nas turmas do 7ºAno, foi feita a leitura orientada de O Cavaleiro da Dinamarca de Sophia Mello Breyner. Nas turmas A e B, no fim da exploração do texto, feita em sala de aula, pediu-se que os alunos fizessem um comentário orientado. 

Publicamos, de seguida, alguns desses comentários:

A história do cavaleiro da Dinamarca começa na Dinamarca, no dia de Natal, em que a personagem principal, o cavaleiro, diz à família que vai em peregrinação a Jerusalém e que voltará não no próximo, mas no Natal seguinte e esta história fala da viagem do cavaleiro nesses dois Natais.
O cavaleiro era bastante corajoso, pois viajara por várias cidades, sempre sem esquecer a sua promessa. Era fiel, confiante e também muito curioso, principalmente acerca de histórias, como, por exemplo, a história de Giotto e a de Vanina, a menina que era obrigada a casar com um velho, enquanto amava outro homem Guidobaldo e que fugiu com ele.
Finalmente, o cavaleiro, já de regresso, seguiu para o porto de Génova para ir para casa, quando lá chegou, apercebeu-se de que o barco já tinha partido, mas o cavaleiro não queria quebrar a sua promessa, então, seguiu a pé.
Eu gostaria de participar numa aventura como esta, pois, como o cavaleiro, eu ia aprender muito. O narrador desta história não participa nesta. A descrição de  que eu mais gostei foi a de Veneza, pela beleza desta e a narração de que eu mais gostei foi a das histórias, porque as histórias contam verdades.
 Beatriz Guerra (7A) 

Esta história inicia-se na época natalícia e acabará noutro Natal dois anos depois. A personagem principal, o Cavaleiro da Dinamarca, na noite de Natal, anuncia à sua família que vai fazer uma peregrinação à terra santa, Jerusalém, porque gostava de passar o Natal na gruta onde Cristo nascera e onde rezaram os pastores, os Reis magos e os anjos.
O Cavaleiro era um homem muito decidido a fazer aquela peregrinação que, por sua vez, era muito difícil devido a naquele tempo as viagens serem muito difíceis, longas e perigosas, e definitivamente ir da Dinamarca à Palestina era uma tremenda aventura, o que fazia sobressair duas das características que se destacavam no Cavaleiro que eram o "faro" para aventuras e a coragem.
Durante a longa viagem do cavaleiro, são contadas várias histórias pelas pessoas que o cavaleiro ia conhecendo, como, por exemplo, a de Vanina e a de Pêro Dias. Aquela de que pessoalmente mais gostei foi a de Pêro Dias que fala de um navegador na época dos descobrimentos que numa ilha desconhecida tenta fazer contacto com um negro e que acaba trespassado por uma espada tal como o negro.
No final da sua viagem o Cavaleiro encontra-se perdido na floresta da Dinamarca. Quando ele estava prestes a desistir viu uma árvore iluminada, mas não era uma árvore qualquer era a árvore da sua casa iluminada por anjos. Graças a esse "milagre" o Cavaleiro pôde voltar a casa são e salvo na noite de Natal.
Esta é uma história de uma viagem emocionante que qualquer um gostaria de fazer, incluindo eu, porque pode trazer muita cultura e mudar a vida de alguém.
Nesta história os narradores são participativos e não participativos. 
Pedro Pires (7B)

Marcadores (2015/16) - 4

Publicamos, hoje mais marcadores. 
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  • do 7A, Sofia Oliveira.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A importância de um sorriso

Pedia-se que escrevessem uma história onde um sorriso tivesse sido relevante.

O Luís Silva (9B) não contou bem uma história... Partiu de uma situação por si vivida e sem muitos pormenores, deu relevância à importância de um sorriso. Vale a pena, achamos, ler as suas palavras 


Às vezes ponho-me a pensar se devo ou não devo sorrir de coisas que têm piada mas não têm lógica e chego a uma conclusão: Se estiver entre amigos não interessa porque nos rimos mas sim se nos divertimos.
Há uns meses, estava com amigos na brincadeira, até que um disse uma frase sem lógica e sem graça. Todos se calaram. Eu comecei a rir-me e, a pouco e pouco, já estava todo o grupo a rir-se de novo.
Acho que o meu amigo, por dentro, pensou “ Que sorte que eu tive! “ porque não tinha mesmo piada o que ele tinha dito e eu só me ri apenas para que ele não se sentisse mal com ele mesmo. Ele já por si era envergonhado e tímido...
Às vezes, é preciso este espírito de grupo para que todos se sintam bem e não se sintam de fora ou excluídos e se sintam integrados, pelo menos é esta a forma que eu tenho de pensar e de viver e assim eu também me sinto bem comigo mesmo. 
Luís Silva (9B)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Marcadores (2015/16) - 2|3

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  • do 7A, Marta Domingues, Beatriz Ribeiro  e Camila Pereira.



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Os primeiros marcadores do ano (2015/16)


Propusemos  a atividade de construção de marcadores de acordo com os livros que vão lendo, no início do 2º Período.  É uma atividade que sugerimos no 7º Ano e costuma ter adesão por parte dos alunos. Trata-se de uma atividade decorrente do Projeto de leitura "Ler, lazer e aprender". 


Ao contrário do ano passado, foi rápida a adesão à proposta da atividade. Ao fim de duas semanas apenas, já há marcadores. A Beatriz Leitão e o Daniel Silva do 7B foram os primeiros a apresentar os seus marcadores. Esperamos pelos restantes.


  • do 7ºB, Beatriz Leitão e Daniel Silva.


As histórias servem para quê? Como começar uma história?

   Foi criada uma atividade de preparação para um exercício de compreensão escrita de textos não literários, portanto um exercício no âmbito...


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