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segunda-feira, 10 de junho de 2019

7.º Concurso de Palavras Cruzadas | RESULTADOS

Realizou-se no dia 8 de maio, das 12:20 às 13:10, a prova do Concurso de Palavras Cruzadas. Atividade dinamizada pelo departamento de português, envolveu, no presente ano letivo, em simultâneo,  as 25 turmas do 3.º ciclo do Agrupamento (EB de Ribamar e EB João das Regras).  Estiveram envolvidas na atividade 131 equipas, num total de cerca de 460 alunos. Colaboraram 27 professores.

PREMIADOS
7.º ano | 1.º Lugar - Equipa formada por: Alice Santos, Bianca Rasteiro, Lara Mendes e Laura Santos, do 7.ºA;
8º ano | 1.º Lugar - Equipa formada por: Matilde Oliveira, Maria Filipe, Daniela Silva e Alexandre Torcato, do 8.ºG;
9.º ano | 1.º Lugar - Equipa formada por: António Marques, Diogo Santos, Miguel Ricardo e Ricardo Reganha, do 9.ºE.
Todos os participantes recebem um certificado de participação (marcador) e os elementos de cada uma das equipas premiadas recebe um livro.
Agradecemos, de novo, à professora Elisabete Delgado a criação (artística!!!) do cartaz e certificados de participação.
Muito obrigada a TODOS os que estiveram envolvidos nesta iniciativa.
Departamento de Português (3.º Ciclo)

quinta-feira, 11 de abril de 2019

3.º DESAFIO - Histórias em 77 palavras (1)

Do desenho pedagógico proposto nas aulas de PORTUGUÊS| 3D faz parte um atividade desenvolvida no ambiente da disciplina eportuguês (plataforma Moodle do Aedlv) que tem como objetivos promover:

- a utilização das TIC;
- a escrita;
- a criatividade;
- autonomia.

Desta atividade decorre a recolha de elementos de avaliação não só no domínio da escrita e TIC como também nas atitudes e valores já que, não se tratando de uma atividade com um tempo específico de realização em sala de aula, os alunos terão de dedicar tempo de estudo / trabalho autónomo para a desenvolver. Assim, é possível aferir do seu interesse, empenho e autonomia.


No presente ano letivo, já foram propostas quatro atividades designadas de Desafios MOODLE | 2018/19.
Fórum

Apresentamos, hoje, o terceiro desafio.

3.º DESAFIO - Histórias em 77 palavras (1)


Foi pedido aos alunos que escrevessem uma pequena história de 77 palavras onde apareçam as seguintes palavras: fogo | pena | sorriso. A proposta foi feita tendo como referências o blog das histórias em 77 palavras e o facto da professora ter frequentado durante o 1.º período uma formação online da responsabilidade da autor do blog mencionado Margarida Fonseca, promovida pelo Associação Educativa para o Desenvolvimento da Criatividade

Houve onze participações que passamos a apresentar:

1.ª
Era uma vez uma menina que passeava pela rua com um lindo sorriso. Por cima dela passou um pássaro que ela nunca tinha visto com penas lindas parecidas com fogo. De repente o pássaro caiu devido à rajada de vento repentina. A rapariga com pena dele foi a correr ajudá-lo. Quando o pegou sentiu uma sensação a filtrar-se pelo seu sangue. Desde esse dia ela sentia um sentimento estranho dentro de si e nela descobriu a magia . (Lara Santos e Matilde Carvalheira)
2.ª 
Existe uma vontade de nos expressar, mais concretamente uma vontade de libertar. Libertar a fúria que se suspende dentro de todos com uma chama impossível de ver, mas quando se liberta apenas pega fogo a tudo aquilo que encontra. Libertar a nossa alegria, um sorriso, é a melhor maneira de demonstrar a felicidade, sendo que pode ter mais veneno do que uma cobra. Libertar o animal que temos dentro de nós. Eu tenho uma pena, e tu?  (Maria João Ferreira)
3.ª

Amor Impossível
Há muito tempo Sol estava apaixonado pela Lua mas estes nunca se haviam visto. O Sol então quando passou pela China pediu a um pintor para que fizesse o seu retrato, o pintor com pena aceitou e pintou o retrato do Sol com um grande sorriso de fogo. Depois de terminar a pintura, o pintor mostrou à Lua o retrato do Sol. e assim a Lua ficou ainda mais apaixonada pelo seu adorado Sol.  (Maura Marinho e Tomás Batista)

4.ª


Era uma vez uma menina chamada Floribella. Ela vivia numa floresta, muito bonita cheia de flores, magia... e toda a gente era bondosa, menos...
- Só mais uma pena azul de galinha e estará pronto! - Já dizia a bruxa a sorrir  - Muito bem, Robin, lindo menino, adoro quando tu cospes fogo azul é realmente muito lindo. - Dizia Floribella para seu dragão mágico!
Nesse exato momento, assim que Floribella se afasta de Robin, tudo acontece... (Tamára Correia)
5.ª
Havia uma menina que ao passear na praia reparou que havia uma pena de pássaro na areia, levo-a para casa e mostrou-a ao pai. O pai muito admirado respondeu:
- Não sabia que eras tão interessada nestes assuntos, antes quando eu fazia coleção de penas tu dizias logo "Fogo pai ,não mexas nisso". A rapariga depois de ouvir este discurso do pai mandou um sorriso e disse:
- Eu sei, pai, mas eu já cresci e tenho de aproveitar o que a natureza nos dá. (Cristiana Santos)

6.ª

Era uma vez uma menina que era tão bem disposta que todos os dias acordava de manhã com um enorme sorriso de orelha a orelha, e isso tinha um motivo. Essa menina tinha um amigo que se chamava Jasmim, que era um pássaro. E um dia de primavera Jasmim lhe oferecera uma pena. A partir desse dia a menina passou a sorrir sempre que via o pássaro. Mas infelizmente o seu ninho pegou fogo e Jasmim morreu. (Pedro Fernandes, João Fonseca e Guilherme Marques)

7.ª

Estávamos reunidos em Viseu. Todos tinham um sorriso mais ou menos sentido. O rosto da Luísa mostrava pena pela ausência da Laura. A hora tardia aguçava o apetite, e as iguarias recém-chegadas à mesa permaneciam pouco tempo nas travessas e terrinas de porcelana que a avó Amélia usava só nestas ocasiões. O que parecia não ter fim eram as conversas do tio Artur. O fogo da saudade de outros tempos consumia-o, a ele e a nós também. (Salvador Borges)

8.ª

Durante uma noite de verão tão quente como o fogo havia uma rapariga muito solitária com apenas um amigo, o seu amigo imaginário, um pássaro com lindas penas mas ele era diferente, no meio de varias penas azuis tinha uma única pena branca por isso ele sentia-se rejeitado, mas ele adorava-o, eles estavam sempre felizes, faziam companhia um ao outro e foi ele que lhe colocou um sorriso no rosto. (Carolina Marques e Daniela Ferreira)

9.ª

Era noite de Natal, e vi a árvore cheia de presentes. Lancei um grande sorriso a todos. À meia-noite fomos abrir os presentes, e vi todos a receber muitos presentes e todos os que desejavam, mas quando chegou a minha altura, abri todos os presentes o mais rápido que consegui até encontrar o que queria. No final, vi que ninguém me tinha dado o presente que queria e disse:
Fogo! Não recebi o queria…
Tive mesmo pena(Inês Arsénio)

10.ª
O mistério do encanto do fogo, da sua energia, se é vida pode ser igualmente morte, dá prazer olhar para a lareira acesa, com o carvão incandescente. Sente-se a sedução, a sensação de medo, respeito e adoração, sentimentos que deslumbram, fascinam...É mágico, algo que nos deixa com um grande sorriso e que dá pena quando se extingue, porque se está com vivacidade é forte mas se não se alimenta desfaz-se em cinzas, um elemento feroz...enigmático...(João Carvalho)

NOTA: Alguns dos desafios não respeitam na totalidade as orientações. Os alunos já foram informados disso e poderão proceder às alterações quando quiserem até ao final do ano letivo. Optou-se por publicar os textos tal e qual foram publicados no espaço para o efeito sem que as alterações tivessem sido feitas.



quinta-feira, 21 de março de 2019

9.º Ano. E agora?! - Oralidade_9Ano | 2P (2018/19)

ATIVIDADE: 9.º Ano. E agora?!
OBJETIVO: Fazer uma apresentação oral, seguindo orientações prévias
RECURSOS: ppt+áudio
TEMPO: 5 min. 

DESCRIÇÃO: A proposta foi feita em sala de aula no início do 2.º Período. Manteve, nas suas linhas gerais o mesmo desenho de atividade proposto no ano passado, ainda que com alguns aspetos ligeiramente diferentes. Inicialmente, pensada para que esta fosse a primeira de duas propostas de apresentação formal no domínio da oralidade, concluiu-se que os alunos não estariam dispostos a tal, uma vez que a aproximação do prazo de envio do primeiro trabalho se aproximava e ainda não havia sido enviado qualquer trabalho.
Neste momento, os alunos desenvolvem os seus percurso de aprendizagem de forma quase autónoma e respeitando o seu ritmo. Assim, apostou-se na construção de dois recursos que pudessem suportar esta atividade. Por um lado um ppt e o respetivo áudio a acompanhar. Ainda não se experimentaram ferramentas online que pudessem, eventualmente, sintetizar esta materialização (ppt + áudio) uma vez que para o feito convém que o aluno se sinta à vontade na construção do seu trabalho e o faça o mais autonomamente possível. Ora, tendo em conta os contextos em que aprendem, o ppt e áudio são dois recursos cuja construção já dominam com relativa facilidade.
No seu processo de entrega da atividade para assimilação por parte do aluno, é apresentado aos alunos com a descrição sumária dos vários momentos da atividade e que devem ser seguidos. A temática proposta relaciona-se com o facto dos alunos estarem a concluir o 3.º Ciclo e terem, já no final deste ano letivo, de decidir, pelos menos, a área de estudos a seguir. É um momento de dúvida e alguma ansiedade. Assim, sugerimos este trabalho que talvez ajude a organizar ideias. O trabalho deve ser apresentado em dois momentos, no primeiro os alunos descrevem sumariamente o seu percurso escolar, descrevendo-se como estudantes, referindo aspetos mais relevantes. Na segunda parte, exploram as possibilidades de futuro.  
Dá-se a possibilidade dos alunos enviarem para pré-avaliação o recurso. Como o tempo que mediava a apresentação da proposta de trabalho e o do prazo de envio/entrega ainda era considerável, considerou-se necessário fazer, também, o registo da proposta em áudio, a fim de  proporcionar maior conforto aos aluno na construção do seu trabalho. 

Publicamos alguns dos trabalhos:

9.º Ano. E agora?! || O meu percurso escolar + áudio (só deve ser ligado depois do ppt estar aberto)


(em atualização)

sexta-feira, 8 de março de 2019

Entrevista fictícia a Alice Vieira

No Percurso de Aprendizagem (PA) proposto nas turmas do 7.º Ano onde se pretende que cada  aluno se aproprie do conhecimento e técnica necessárias para identificar, ler e compreender entrevistas e ainda seja capaz de produzir um guião de uma entrevista, propôs-se que fosse feita uma entrevista fictícia a Alice Vieira. 
Foi disponibilizado um guião e dados biográficos sobre a escritora, podendo o aluno pesquisar mais, tendo de solicitar a validação da pesquisa.
O trabalho foi desenvolvido em sala de aula.

Publicam-se três dos produtos finais, podendo o post ser futuramente atualizado, conforme a atividade for sendo concluída por mais alunos. Refira-se que os alunos desenvolvem o trabalho, respeitando o seu próprio ritmo. Todo o trabalho é supervisionado e coordenado pela professora. 

ENTREVISTA 1
A escritora Alice Vieira foi convidada para ir a biblioteca da escola Dr. João das Regras falar um pouco sobre o seu livro Rosa, minha irmã Rosa e, por isso, fomos falar com ela.
Pergunta:
Como foi receber o prémio de literatura infantil, ano internacional da criança com o livro Rosa, minha irmã Rosa?
Resposta:
Foi muito bom não estava nada a espera fiquei muito feliz ao saber que tinha ganhado o prémio de literatura infantil.
Pergunta:
Alice sempre disse que nunca na vida queria ser escritora mas sim jornalista. Porque é que não seguiu  só jornalismo?
Resposta:
Eu sempre fiz trabalhos de jornalismo mas à medida que ia escrevendo pensei em publicar alguns livros e vi que até como escritora tinha muito para dar e então segui um pouco dos dois.
Pergunta:
Como foi o teatro na sua vida?
Resposta:
Eu sempre adorei teatro ia sempre com os meus tios ao teatro D. Maria II como também a revista do Parque Mayer. O teatro entrou muito cedo na minha vida eu conhecia aquela gente toda, ia ao bastidores todos falavam comigo.
Pergunta:
Onde gosta mais de trabalhar?
Resposta:
Onde eu gosto mais de trabalhar é na Ericeira. Adoro pegar no meu computador e ir para a Ericeira trabalhar.
Pergunta:
O que quer continuar a no futuro?
Resposta:
No tempo que me resta aquilo que queria realmente era continuar em jornais. E também continuar a escrever mas não sei ainda o que.

O livro de Alice Vieira "Rosa, minha irmã Rosa", ganhou o Prémio de leitura infantil no ano internacional da criança em 1979.
Alice vieira sempre quis ser jornalista mas foi descobrindo a sua vontade de escrever e publicar livros e hoje em dia e considerada uma das mais importantes escritoras portuguesas de literatura infanto -juvenil.
O teatro foi uma das coisas mais importantes na vida da escritora. 
Leonor B.

ENTREVISTA 2

Alice Vieira foi convidada a vir à biblioteca da escola E.B 2,3 Dr.João das Regras para falar aos alunos sobre os seus livros com objetivo de falar sofre um livro em especial : Rosa, minha irmã Rosa
Como muitos alunos têm irmãos e para também perceberem o porquê de Alice Vieira ter escrito este livro. Fomos falar com ela.
Pergunta: Porque é que decidiu escrever este livro?
Resposta: Porque era um tema de que eu gostava de falar , neste caso escrever. Eu nunca quis ser escritora, eu adorava escrever e aprendi a ler sozinha, mas o meu sonho era ser jornalista.  
Pergunta: Porque decidiu ser escritora e não atriz?
Resposta: Porque apesar do teatro entrar na minha vida muito cedo, e ir muitas vezes com os meus tios... as minhas tias nem tanto...Ler e escrever era a minha vida.
Pergunta: Por onde começou?
Resposta: Comecei desde cedo a trabalhar no jornalismo, tendo trabalhado em alguns jornais como: " Diário de Lisboa ", e também com o meu marido no " Diário Popular " e " Diário de Notícias " e também em revistas como " Ativa " e o " Jornal de notícias ". Tudo isto me ajudou a praticar a escrita.
Pergunta: E como foi ganhar o prémio Hans Christian Anderson?
Resposta: Foi incrível, trata-se do mais importante prémio internacional no campo da literatura para crianças e jovens.
Pergunta: E o que pensa fazer no futuro?
Resposta: No tempo que me resta, aquilo que realmente queria fazer era continuar em jornais ou até escrever livros de poesia. Vou pegar no meu computador e ir para a Ericeira trabalhar.
Com isto percebemos que de novos a mais velhos a leitura e a escrita vão estar sempre presentes.
Alice Vieira é prova viva de que por mais de uma vida de trabalho e de prémios que podemos receber, tivemos de aprender primeiro e praticar a vida toda. E que por mais velhos e cansados que estivermos, devemos fazer o que nos faz feliz, e Alice Vieira prova-nos isso mesmo nesta entrevista.
Carolina M.

ENTREVISTA 3

  A escritora Alice Vieira foi convidada para ir a escola EB 2,3 Dr. João das Regras para falar do seu livro Rosa, Minha Irmã Rosa, que foi o primeiro livro publicado pela autora, tendo esse livro recebido o prémio de Literatura do Ano internacional da Criança. Alice Vieira foi convidada para vir à nossa biblioteca escolar, pois os alunos gostavam imenso dos seus textos porque os achavam inspiradores e muito expressivos, por isso fomos falar com ela.
   PerguntaComo foi receber os prémios que recebeu?
   Resposta: Fiquei muito surpreendida, não estava a estava à espera, sendo que até o primeiro livro que publiquei foi premiado mas foi uma alegria e uma emoção enorme.
   Pergunta: Como é sentir que as pessoas gostam de ler os seus livros?
   Resposta: É uma alegria enorme, uma sensação de preenchimento. Nós escrevemos livros para contar a nossa história ao mundo, nós escrevemos porque precisamos de nos libertar e a escrita é a melhor maneira para isso.
   Pergunta: Já sabemos que sempre foi muito apegada ao teatro gostava de representar um dia?
   Resposta: Adorava porque sempre fui ao teatro com os meus tios e tenho vários amigos nesse ramo. Adorava representar, acho ótimo entrarmos na pele de outras pessoas e termos oportunidade de sentir o que elas sentem.
   Pergunta: Como é sentir que as pessoas estão a ler cada vez menos?
   Resposta: Ainda bem que fez essa pergunta porque as pessoas estão a ler cada vez menos e qualquer dia com muita pena minha vai deixar de haver livros, por isso, devemos sensibilizar as pessoas a lerem cada vez menos porque também as ajuda a desenvolverem-se e a desenvolverem a fala, entre outras coisas.
   Pergunta: Como é que a sua família reagiu ao facto de se tornar escritora?
   Resposta: Muito bem, na verdade muito melhor do que estava à espera, encorajaram-me imenso e apoiaram-me sempre para que eu não desistisse.
    No final da entrevista Alice Vieira fez uma sessão de autógrafos do seu livro Rosa, Minha Irmã Rosa. A entrevista correu muito bem e a autora mostrou-se sempre disponível e bem disposta para responder a tudo. Percebemos também que a a escritora não tem qualquer problema em falar do seu passado.
Daniela F.

quarta-feira, 6 de março de 2019

Hora de mudar... Português 3D


De repente estamos numa sala de aula silenciosa, onde tudo funciona bem. Onde não há ruído, os miúdos vão fazendo... No momento a seguir, continuamos naquela sala de aula e começamos a perceber que os miúdos vão fazendo e até estão em silêncio, mas pouco vão aprendendo. Ou melhor, alguns vão aprendendo. Outros não fazem barulho já que isso iria provocar a reação da professora. E aprender? Quantos aprendem? Aqueles que cumprem as várias tarefas. Aquelas que seguem as orientações. Aqueles que desenvolvem as atividades. Aqueles que começam e acabam.
Mas, e quantos são?!
Pois, cada vez menos. Cada vez menos. Portanto, havia que proceder a mudanças, havia que tornar o terreno árido em algo que fosse verdejante.

E foi a perceção de que cada vez menos alunos fazem "coisas", cumprem tarefas, desenvolvem atividades que exigiu uma mudança de paradigma. Se é certo que já muitas das atividades propostas em sala de aula exigiam a participação direta dos alunos, também é certo que se tratavam ainda de propostas desenhadas para o grupo / turma, tendo como tempo de realização aquele que a professora considerava necessário para a sua concretização. Ora, nem sempre é assim. O tempo dos alunos não é o tempo dos professores.
Portanto, e se o foco passasse a ser no tempo deles? Faria diferença? Fez. Esse pormenor foi suficiente para que o trabalho, em sala de aula, passasse a ser efetivo. E, o mais importante, para todos. Ou seja, todos os alunos passaram a percorrer o mesmo caminho. Todos os alunos constroem o seu conhecimento, através de um percurso igual, mas desenvolvido a tempos diferentes. Até agora, esse pormenor está a fazer toda a diferença, já que permite maior individualização, diferenciação e, principalmente, permite que cada aluno desenvolva o seu espaço de autonomia, tomando consciência do seu próprio percurso, das suas facilidades e dificuldades. 

Esta quase exigência de mudança surgiu num ano em que a professora frequentava uma ação de formação sobre a gestão de conflitos em sala de aula, sendo que uma das propostas de medidas para superação desses problemas residia precisamente nas propostas de atividades sustentadas em trabalho de equipa. Por outro lado, aproximava-se a altura de ter de trabalhar em turmas do nono ano Os Lusíadas. Texto que cada vez se torna mais difícil de trabalhar à luz da leitura clássica...

Assim, juntando esses dois fatores, aconteceu o surgimento do Método Português 3D. Inicialmente, pensado para as seguintes três dimensões: Cidadania, Conhecimento, Criatividade, neste momento assenta em três pilares diferentes mas que estão a permitir a construção de grupos de estudo, primeira etapa para adquirir competências para o estudo e aprendizagem: Responsabilidade, Autonomia e Conhecimento (Aprendizagem). 

Através de percursos de aprendizagem (PA) desenhados de forma a que cada aluno, individualmente ou em pequenos grupos (equipas), possa construir o seu conhecimento, os alunos vão sendo responsabilizados pelo tempo de estudo / trabalho que demoram a desenvolver os percursos. Desta forma, tornam-se não só mais responsáveis, mas também autónomos. O que irá garantir, acredita-se e começa-se a provar, o seu sucesso. 

Neste caminho, há espaço e tempo para um apoio mais individualizado por parte da professora que, pontualmente, e quando necessário, propõe medidas diferenciadoras aos alunos que delas necessitem. No entanto, tem sido interessante verificar que todos os alunos conseguem desenvolver os percursos, variando apenas o tempo em que os concluem. Começamos a acreditar que será possível trabalhar assim todos os dias do ano em todos os anos. É preciso tempo. 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

2.º Desafio - Para que serve o tempo?










No segundo desafio da disciplina e-português (Moodle), decidimos desafiar os alunos a refletir sobre a importância do tempo. A proposta foi lançada a 14 de janeiro e o Fórum esteve disponível até ao dia 4 de fevereiro. Participaram 18 alunos (7.º e 9.ºAnos).

Partilhamos, agora, algumas das reflexões:

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O tempo têm de ser aproveitado, não se trata de fazer tudo a "correr".
    Querendo ou não, o tempo, por outras palavras, é a medida das nossas vidas. A forma como é utilizado, determinará a qualidade de vida das pessoas.
    Nós esquecemos que um dia chegaremos a uma idade mais avançada e que não vamos poder aproveitar a vida .
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Há pessoas que dão o seu tempo de vida ao serviço dos outros. Outras usam-no, sobretudo,  para si mesmas.
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O tempo serve para estarmos com a nossa família e amigos...
O tempo tem de ser aproveitado porque o tempo por vezes passa a correr e quando nos apercebemos pode ser tarde demais.
O tempo e importante porque sem o tempo faríamos tudo a correr e fazendo isso não havia graça nenhuma.
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O tempo tem de ser planeado se não o planearmos o tempo corre depressa sem nos apercebermos. 
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Para que serve o tempo?
Pus-me a pensar e apercebi-me que o tempo serve para o que queremos fazer dele, o tempo serve para crescer, para imaginar, para amar, para sermos nós mesmos. Sendo assim, o tempo pode servir para tudo, mas o tempo não é infinito, infelizmente, por isso mesmo, eu, na minha opinião, aproveito ao máximo o tempo que tenho, ao pé de quem gosto, a fazer o que gosto e a ser feliz como gosto.
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O tempo, o tempo pode servir para muito e não servir para nada.
Passar a voar e demorar ou eternidade a passar.
Ou pode ser apenas algo que inventamos para nós próprios, para exigirmos algo ou exigirmos que outros também sejam algo.
O tempo passa tão rápido quando fazemos o que gostamos, não é?
Também precisamos de tempo para fazer trabalhos de casa, ler, estar ou falar com amigos, estudar…
Mas porque precisamos de tempo? 
Precisamos mesmo dele?
Perguntas que não precisamos de fazer, porque já estamos tão habituados de que tudo tem um tempo para ser feito que não nos questionamos.
Não precisamos de respostas para esses tipos de perguntas porque precisamos de tempo para fazer outras coisas.
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O tempo serve para nós nos organizarmos, para pensar como vai ser o amanhã, para sermos pontuais, por exemplo, nas aulas, para começarmos a aprender todos ao mesmo tempo, para termos um limite nas coisas ou uma iniciativa. Acho que se não existissem horas nem dias certos para nos orientarmos, não conseguiria fazer nada de nada. Já não me imagino sem tempo...
Com o tempo eu consigo pensar como vai ser o amanhã, sendo que já tenho uma noção do tempo.
Cada um de nós tem horas para acordar, ir dormir, para entregar trabalhos, para iniciar o estudo, para começar um aula, para comer, etc...
O mundo para mim estaria todo desorganizado, sem ponta por onde se pegasse.
E para além disso acho que o tempo é importante para estarmos com as pessoas de quem mais gostamos, para aprendermos com os nossos erros, e eu cada vez dou mais importância ao tempo, O tempo passa e os erros ficam lá para nos lembrar do que aprendemos com eles e que se voltarmos a cometê-los, as mesmas consequências iram surgir... 
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Eu acho que nós devemos aproveitar cada segundo da nossa vida, pois estamos aqui na Terra para ser alguém e para deixar o mundo melhor do que o encontrámos, mas voltando ao assunto.
Eu aproveito cada momento que tenho com as pessoas que mais amo, como a família e os amigos.
Para mim o tempo é uma forma de nos organizarmos, porque sem ele o mundo seria uma desordem.
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O tempo é muito importante para nós como também para o nosso futuro.Serve para nos organizarmos e também para avançarmos na vida,por exemplo,de bebés para crianças,adolescentes,adultos e idosos.
Convém aproveitá-lo, pois, mais velhos não podemos fazer as coisas que fazíamos.
Sem o tempo isto não existia...acho que nada existiria.
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Eu acho que hoje em dia as pessoas passam o tempo a correr, por causa das suas vidas e do seu trabalho.
Acho que devíamos  viver as nossas vidas mais devagar e ser felizes.
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 O tempo é uma "coisa" muito complexa. Tempo serve para nos localizarmos. Agora a importância do tempo, o tempo ajuda-nos a organizar mesmo que seja inconscientemente. 
      Mas nem tudo é o que parece, será que nada é real há nossa volta será que tudo o que vemos é mesmo real.
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O tempo cada vez passa mais depressa e devemos aprender a geri-lo para não perdermos as melhores e as piores coisas da vida.
Cada vez mais parece que não temos tempo para nada.
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Eu acho que a resposta à sua pergunta é muito simples ,o tempo deve ser vivido da melhor forma possível , porque , nós nunca sabemos quando é que vai acabar , não sabemos se é hoje... amanhã... Até daqui a cinquenta anos , por isso só podemos fazer uma coisa em relação a isso... é viver o tempo como se fosse o último.
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Eu acho que o tempo tem de ser aproveitado ao máximo e não devemos querer que ele passe rápido demais porque depois olhamos para o passado e vimos que não fizemos nada de útil, nem nada do que queríamos realmente fazer, nem que seja por estarmos demasiado focados no trabalho,etc. Por exemplo, quando somos crianças achamos que as coisas demoram demasiado tempo a acontecer, que nunca mais crescemos... ,mas quando somos mais velhos só queremos que essas coisas tivessem demorado mais tempo para que pudéssemos aproveitar melhor a vida.



quinta-feira, 4 de outubro de 2018

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Proposta de trabalho para avaliação formal da oralidade (3P)

Habitualmente, distingue-se entre as propostas feitas aos vários anos de escolaridade. Ainda assim, no presente ano letivo, e porque se alterou a metodologia de trabalho em sala de aula optando-se por, sistematicamente, desenvolver práticas ativas, neste último período, sugeriram-se duas atividades que, pese embora, se distingam naquilo que seja o produto final, têm em comum o facto de resultarem de um processo de aprendizagem que pretende, em ambiente de trabalho maioritariamente cooperativo, que os alunos apreendam os conteúdos e alcancem os objetivos / metas, evoluam enquanto cidadãos e desenvolvam a criatividade.
No final do ano letivo, divulgara-se-á um documento construído ao longo da segunda parte do ano letivo onde os princípios desta metodologia adotada será desenhada. 

Assim, mantendo uma estrutura, portanto matriz, muito semelhante, propuseram-se duas atividades para a avaliação formal da oralidade;
- 8.º Ano: Português | 3D (ATIVIDADES).
PROPOSTA EM REGISTO ÁUDIO

Mais tarde, serão publicados alguns dos produtos finais que se pretende sejam em registo áudio.










quarta-feira, 4 de abril de 2018

9.º Ano. E agora? - Oralidade_9Ano | 2P

ATIVIDADE: 9.º Ano. E agora?!
OBJETIVO: Fazer uma apresentação oral, seguindo orientações prévias
ESPAÇO: Aula de português
TEMPO: 5 min. 

DESCRIÇÃO: A proposta é feita em sala de aula com três semanas de antecedência. É apresentado aos alunos com a descrição sumária dos vários momentos da atividade e que devem ser seguidos. A temática proposta relaciona-se com o facto dos alunos estarem a concluir o 3.º Ciclo e terem, já no final deste ano letivo, de decidir, pelos menos, a área de estudos a seguir. É um momento de dúvida e alguma ansiedade. Assim, sugerimos este trabalho que talvez ajude a organizar ideias. O trabalho deve ser apresentado em dois momentos, no primeiro os alunos descrevem sumariamente o seu percurso escolar, descrevendo-se como estudantes, referindo aspetos mais relevantes. Na segunda parte, exploram as possibilidades de futuro.  
Dá-se a possibilidade dos alunos enviarem para pré-avaliação o recurso. 

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Biografia - Oralidade_8Ano | 2P

ATIVIDADE: Biografia
OBJETIVO: Fazer uma apresentação oral, seguindo orientações prévias
ESPAÇO: Aula de português
TEMPO: 5 min. 

DESCRIÇÃO: A proposta é feita em sala de aula com três semanas de antecedência. É apresentado aos alunos com a descrição sumária dos vários momentos da atividade e que devem ser seguidos. A temática proposta envolve um trabalho anterior: texto biográfico. Ou seja, durante o período sugeriu-se que os alunos recolhessem informações sobre alguém que conhecessem e fizessem, em sala de aula, um texto biográfico seguindo a estrutura apresentada. O que se pede para a apresentação oral é que os alunos façam a apresentação da biografia dessa pessoa, partindo do texto biográfico.
Dá-se a possibilidade dos alunos enviarem para pré-avaliação o recurso. 

terça-feira, 27 de março de 2018

Dia Mundial da Poesia | 2018

ATIVIDADE: "Dia Mundial da Poesia"
OBJETIVO: Comemorar o Dia Mundial da Poesia
ESPAÇO: Aula de português (sala 12)
TEMPO: 45 min. 

DESCRIÇÃO: No princípio da aula, antes dos alunos entrarem, cola-se em cada mesa usada pelos alunos 4 post-it notes. Já durante a aula, e como atividade prévia, explica-se a atividade, pedindo aos alunos que "façam acontecer a poesia" através de uma palavra, expressão, frase, verso e/ou desenho. 
De cada vez que um post-it esteja concluído, o aluno deve ir colá-lo nas portas do armário da sala. 
O trabalho pode ser desenvolvido individualmente ou a pares. 

NOTA: Fez-se um vídeo para ilustrar a atividade e partilhar a iniciativa.


sábado, 24 de fevereiro de 2018

À maneira de Camões...

A propósito do estudo do poema "Amor é fogo que arde sem se ver", de Camões, tal como vem sendo hábito, já que é uma tarefa que tem resultado, pediu-se aos alunos que cada um escrevesse uma frase onde definisse 'amor.

(Clicar nos recursos que a seguir se publicam para ver melhor.)







quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

O livro da minha vida - Oralidade_9Ano | 1P

ATIVIDADE: O livro da minha  vida
OBJETIVO: Fazer uma apresentação oral, seguindo orientações prévias
ESPAÇO: Aula de português
TEMPO: 5 min. 

DESCRIÇÃO: A proposta é feita em sala de aula com três semanas de antecedência. É apresentado aos alunos com a descrição sumária dos vários momentos da atividade e que devem ser seguidos. A temática proposta está inserida numa das propostas do manual usado (Diálogos 9, Porto Editora), a partir da exploração de um excerto do romance texto O meu pé de Laranja Lima, de  José Mauro de Vasconcelos e partindo do visionamento deste vídeo onde Jorge Gabriel apresenta esse romance como sendo o livro da sua vida.
Dá-se a possibilidade dos alunos enviarem para pré-avaliação o recurso. 

Publicamos alguns dos trabalhos:

9A