quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Dizer poemas - II
Escrever poemas...
Na atividade inicial de motivação ao estudo do texto poético, no 8º ano (8A e 8B), a propósito da entrevista a Manuel António Pina, "O Refúgio da poesia" (proposta de leitura no manual adotado, Diálogos | 8, da Porto Editora, página 27), e porque na conversa, o entrevistado afirma, a certa altura, que "parte para um poema de uma palavra isolada" e também fala dos afetos pelas palavras, noutro momento, propusemos aos alunos que, primeiro, escolhessem uma / a palavra preferida. Depois, numa segunda etapa, fizessem um poema a partir dessa palavra.Imprensa
Imprensa ?
É uma palavra estranha,
Agora pensa
Numa montanha
Tiraste-lhe uma foto,
E queres imprimir,
Graças à impressora...
A imprensa pode existir !
Camila Canôa
Dizer poemas
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Homem sozinho - um quase poema...
Foi feita a seguinte proposta às turmas 7E, 8A e 8B:
A escultura que serve de "mote" é de Elizabeth Price, ceramic sculptures.
terça-feira, 18 de março de 2014
Um poema por semana (2ª e 3ª semanas)
Coração grande e bom
Bom seria a guardar segredos
Segredos, sonhos e momentos únicos de ternura
Ternura tanta que distribuiria pelas pessoas
Pessoas de todo o mundo
Mundo onde falta o amor
Amor entre o ser humano
Humano que é muitas vezes desumano e injusto
Injusto porque não dá valor
Valor que dá sentido à vida.
Seria tudo tão belo
não precisava de ouro em moedas
nem mesmo de castelo.
Se eu vivesse num conto de fadas
não queria ser rica , nem ter fama
Num mundo ou no outro
Só preciso de quem me ama.
- o frio;
- e começassem os poemas por "Estou longe de ti, e..." Publicamos hoje três poemas:
de ti tenho saudades
saudades infinitas
saudades sem acabar
Estou longe de ti e
não paro de te amar
amo-te a ti
Amo-te sem parar
Que não me deixa andar.
Com as mãos congeladas
Não me deixa parar.
E com ajuda do vento
Daqui a nada vou voar !
Vou lá para dentro
Antes que fique aqui a congelar
o Inverso se instalou
mas no meu coração,
uma enorme onda de calor permaneceu
É engraçado como de Agosto para Novembro,
em tão poucos meses,
o clima pode mudar,
como uma rosa pode murchar.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Um poema por semana
Chover é uma nuvem que sente falta.
Sim, falta de chorar.
Apanhados de surpresa
E começa a desabar.
Ana Marta (7ºA)
domingo, 24 de maio de 2009
Eu não sei que fazer
Eu não sei onde me meter
Parece tudo tão complicado de entender
Quando na verdade é tão fácil
Ela disse
Ela disse
Ela disse
Ela disse que não gostava de aranhas
AAAAAH!
Eu não sei para onde ir.
Actos de loucura me estão a surgir
Tive uma ideia
Vou calçar apenas uma meia
Isto é triste
Isto é triste
Isto é triste
Isto é tristemente estúpido
E eu caio das montanhas de perdição
Chorando e rindo em vão
Dá-me a tua mão
Vamos saltar
E a lado nenhum ir parar
Isto não faz sentido!
Isto não faz sentido!
Isto não faz sentido!
Isto não faz o mínimo sentido!
E eu sento-me na minha suposta secretária
Olho para um ecrã supostamente quadrado
E supostamente descalço-me
E meto supostamente os pés em cima da secretária
Relativamente aos factos apresentados
Mas tão mal fundamentados
Que me mete os cabelos em pé
Por isso consolida meu amigo consolida
Pois tu nasceste para trabalhar
A tua vida é trabalho
Trabalhinho
Porreirinho da Silva
Já dizia José Mário Branco
Quando falava dos fundos monetários internacionais
Eles tratam de tudo
Eles tratam de tudo
Até metem a falar um mudo
Sim muito bonito
Mas aquilo que desconto para o Estado
É que me deixa frito
ISTO É ABSOLUTISMO!
Diziam mal do comunismo!
E depois do Salazarismo!
E falam do fascismo!
E depois vêm com o "Esquerdismo"!
São palavras que já nem querem dizerem nada quando a população já se conformou...
E dos "ismos" para aqui e dos "ismos" para ali
O melhor mesmo era uma Anarquia
Cuide-mo-nos de nós próprios
Queres ajuda pede à tua tia
Pode ser que ela te faça um arraiolo
Ou lá como se diz
Ela caiu no céu
Eu subi ao chão
Eu senti as nuvens
Ela sentiu o PODER DA TERRA BATIIIIIDAAAAAA!
Ela disse que tinha medo de aranhas
E como todas essas manhas
Consolidei...
Consolidei...
Consolidei...
Parei...
Acelarei...
Fiz inversão de marcha...
Isto é uma maravilha...
Consolida...
Consolida...
8ºD
Durante estes tempos temos vindo a ouvir apenas o queremos
A mente do povo está repleta ignorância
De gente não presta
Instinto de vingança é a única coisa que me resta
As mentes estão embaciadas por dióxido de carbono
Vindo das suas bocas
Que se mexem como vacas loucas
E aquela coisa que não caiu
E aquele coisa que não surgiu
E aquela coisa que não ignorei
E aquela coisa que não desejei
E aquela coisa que não me ofendeu
Terá-me ofendido e estou apenas a ser forte?
Terá-me ofendido e por isso desejo morte?
Eu serei apenas o paranóico da zona
O otário que bóia na tona
Do mar sem fundo
Onde todos os segredos caem
E nunca mais serão revelados
Pois ainda não poisaram nem poisarão...
Ouvi apenas o que queria por isso não me ofendi
Disseram-me que eu era um belo nojo
Mas eu só ouvi que era um belo
Apesar de saber não ser essa a intenção
Completei a minha "vendetta"
Sem conversa de treta
E a falésia está a um passo...
Dum pescador mas não de mim
Todos aquele cansaço
Para nada...
Cansaço do quê?
Parece algo que não faz sentido...
Mas durante estes tempos
Penso na pessoa que devia ter sido
E isso sim cansa
Cansa olhar para trás
Não só cansa como dói
Pois relembrar-mo-nos do passado
É algo que a cabeça nos mói
Lembrar-me das vezes que fui humilhado
Das vezes que fui insultado
Das vezes que fiquei frustrado
E que agora acho estúpido tal frustração
Mas agora só oiço o que quero ouvir
Talvez tenho uma ponta de ignorância
Ou talvez seja feliz.
O melhor será sempre navegar no presente.
E pensar no futuro.
Pois futuro será presente
E o passado não virá mais,
Ser influenciado pelo sentimento de "dejavu" jámais!
Montes de verdades
Soam mentira aos nossos ouvidos
Devido aquilo a que se chama psicologia invertida
Essa coisa "lixa-me" a vida
Faz-me passar por ingénuo e ignorante
Nesta sociedade com maldade em estado de avante!
Talvez seja mesmo o ingénuo da sociedade
Talvez seja o ignorante e diferente
Ou talvez seja apenas feliz...
Se calhar sou apenas feliz...
Ou se calhar falta algo...
Só sei que sou mesmo diferente pois ninguém é igual...
Apenas no facto de sermos todos seres humanos...
8ºD
Eles estão lá
Mesmo quando parecem não estar
Eles olham por ti
Mesmo quando alguém te insultar
Eles não agem
Nem sequer reagem
Apenas lá estão
Com o Mundo a entrar numa suposta combustão
Eles fazem parte do sistema
Nem se dão ao trabalho de ter um lema
Apenas te observam
Sem se importar com o que te acontece
LEMBRAS-TE DE MIM?
DO RAPAZ QUE ERA?
TINHA POUCA SABEDORIA
DEVIDO AQUILO QUE OUVIA
SABES DO QUE ESTOU A FALAR?DAQUELES DIAS EM QUE OUVIA BLASFEMAR
E eles mantém-se a olhar para ti
Com um olhar vazio e burro
Mas estão demasiado longe
Para lhes dar um murro
Mete nojo a sua pose
Mete nojo a sua indiferença
Parece que foram consumidos por uma enorme deficiência.
Será que eles realmente lá estão?
Ouvi dizer que são seis
Seis, Seis e Seis
Satanás a governar em dia de reis
LEMBRAS-TE DE MIM?
DO RAPAZ QUE ERA?
TINHA POUCA SABEDORIA
DEVIDO AQUILO QUE OUVIASABES DO QUE ESTOU A FALAR?
DAQUELES DIAS EM QUE OUVIA BLASFEMAR
E ESTA ANGÚSTIA!
São seis, seis e seis
A olhar por ti
Satanás a governar e perseguir-te a ti
E ESTA RAIVA!
São seis, seis e seis
A olhar por ti
Satanás a governar e perseguir-te a ti
E ESTE NOJO!
São seis, seis e seis
A olhar por ti
Satanás a governar e perseguir-te a ti
SÃO SEIS SEIS SEIS
SÃO SEIS SEIS SEIS
SÃO SEIS SEIS SEIS
MAIS SEIS SEIS E SEIS
A OLHAR POR TI
SATANÁS A GOVERNAR E A PERSEGUIR-TE A TI!
SERÃO SETE MISERÁVEIS ANOS!
COM SATANÁS NA TERRA A PERSEGUIR-NOS A TODOS!
VOCÊS SERÃO PERSEGUIDOS!
ENQUANTO NÃO MARCAREM UM GRANDE 666 NA VOSSA TESTA!
E Deus revelará a sua ira
Pegará na sua grandiosa força e fará mira
Para os que não se arrependeram dos seus pecados
E esses vermes terão INFERNO ETERNO!
TU DIZES QUE ISSO MENTIRA!
NÃO ACREDITAS LEVARÁS COM A IRA!
DIZES NÃO TER PECADO PARA ALÉM DE ESTUPIDEZ!
E EU DIGO NÃO TER PECADO PARA ALÉM DE RAIVA!
São seis, seis e seis
A olhar por ti
Satanás a governar e perseguir-te a ti
LEMBRASTE-TE DE MIM?
DO RAPAZ QUE ERA?
TINHA POUCA SABEDORIA
DEVIDO AQUILO QUE OUVIASABES DO QUE ESTOU A FALAR?
DAQUELES DIAS EM QUE OUVIA BLASFEMAR?
LEMBRAS-TE DE MIM?
DO RAPAZ QUE ERA?
TINHA POUCA SABEDORIA
DEVIDO AQUILO QUE OUVIASABES DO QUE ESTOU A FALAR?
DAQUELES DIAS EM QUE OUVIA BLASFEMAR
TE LEMBRARÁS DE MIM?
DO RAPAZ QUE ERA?
TINHA POUCA SABEDORIA
DEVIDO AQUILO QUE OUVIASABES DO QUE ESTOU A FALAR?
DAQUELES DIAS EM QUE OUVIA BLASFEMAR
Demasiada blasfémia ouvi
Tentaram-me converter ao paganismo
Só eu sei aquilo que li
Tentaram fazer-me pensar que eu tinha um problema
Mas eles pa mim são apenas o sistema
EXISTE BLASFÉMIA DE MAIS PARA MIM!
Dominique Martinho
8ºD
Através de uma janela
Vejo as minhas impressões digitais
Através de uma janela
Vejo mentes iguais
Mas porquê?
Porque é que mereço isto?
Porque é que mereço que controlem a minha mente?
E eu só penso em vingança
Pois enquanto há vida há esperança
E eu só penso na semelhança
A seguir ao efeito de ganza
Que tenho em relação aos ratos de laboratório
E eu só penso nas minhas grandes orelhas
Gozadas por fedelhas
Que me fazem parecer o Dumbo
Através de uma janela
Vejo mediocridade
Através de uma
Vejo um grande cidade
Onde predomina a discriminação
E imprecações guturais sem razão
Mas porquê?
Porque mereço isto?
Porque mereço que controlem a minha mente...
Porque tenho de acreditar no que não quero?
Porque tenho de ouvir o que não quero?
Porque tenho de ser salvo por alguém que desconheço?
Porque tenho de confessar tudo a alguém que desconheço?
Porque tenho de viver sobe vigia?
Porque tenho de viver para estudarem uma teoria?
Porque tenho de viver para vocês?
Porque tenho de viver para vos facilitar a vida?
Porque tenho de viver para o vosso lucro?
Porque tenho de viver dependendo de ti ou de ti?
Porque tenho de viver para mais tarde morrer sem ser lembrado?
Porque tenho de viver sempre injuriado?
Eu vou morrer um dia...
Porquê?...
Porquê?
Porquê...
8ºD
domingo, 22 de março de 2009
Não sei que escolher
Estudar ou rebelde ser
Vejo os pássaros a piar
Os cães a ladrar
Será que foi isso que escolheram
Será que foi isso que quiseram
Eu tenho escolhas
Eu tenho diversão
Eu preciso de dinheiro na mão
Para me poder alimentar
E um tecto segurar
Eu tenho escolhas
Eu tenho probabilidades
Eu preciso de habilidades
Para poder trabalhar
E me sustentar
Tenho escolhas
Tenho escolhas
Mas não sei o que escolher
Divertir-me com a vida
Ou então enriquecer
Mas e se eu estudar
Mas e se o governo tudo dificultar
Mas e se depois de tanto estudo trabalho não encontrar
Mas e se valer mais a pena pegar num instrumento e uma banda criar
Tenho escolhas
Tenho escolhas
Mas não sei o que escolher
Divertir-me com a vida
Ou então enriquecer
Mas isso é complicado
E com a vida posso-me sentir frustrado
quarta-feira, 11 de março de 2009
Sinto-me arrastado
Pelo asfalto
Como se tivesse a ser castigado
Por algo que não fiz
Sinto-me injuriado
Como se tivesse sido obrigado a comer giz
A minha sorte
Era que chegasse a morte
E me levasse
Para o cemitério
Onde a morte para mim deixaria de ser mistério
Mas a morte não chega
A minha mente não sossega
E sinto-me entregue ao álcool
E à droga
Pois aí a dor afoga
Suicídio nunca foi solução
Iria sentir dor que nem um cão
Esfomeado
Abandonado
Odiado
Mas a alegria haveria de vir
Se o sistema a sociedade quisesse abolir
E implantar uma anarquia
Onde toda a gente governaria
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Quero sair deste buraco
A minha vida era uma caneca
Agora é um caco
Quero sair daqui
Quem haverá de me comprar um carro
Para ir até ali
Quero sair de casa
Quero deitar-me numa onda
Até que a maré fique rasa
Quero-me ir embora
Quero pegar numa guitarra
E tocar a toda hora
Quero sair desta crise
Quero não ter medo da rua
E que o meu receio minimize
Quero sair
Não sei para onde
Só sei que não quero ir para ao pé de um conde
Para governarem em mim
Fico bem aqui assim
domingo, 15 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009

O objectivo é, partindo de imagens, sempre de arte, pôr os alunos a fazer comentários e criar textos.
A actividade, surpreendentemente, ou não..., tem sido bastante produtiva, contando com a adesão de um número considerável de alunos, por semana.
Na semana que passou, e porque, hoje, é o dia dos Namorados, sugeriu-se que os alunos inspirados no Beijo de Klimt, escrevessem um texto poético. Eis alguns dos trabalhos:
o amor
o amor é como uma jóia
um tesouro precioso
para uns é um sentimento pequenino
para outros é grandioso
o amor não é só
dia 14 de fevereiro
para alguns é um mês
outros um ano inteiro ...
para amar,
não tem direcção.
Apenas amo,
não consigo isto explicar,
é muito intensa esta paixão,
que tenho em mim.
Duvido que vá acabar,
mas também,
não quero que tenha fim.
Quero que vá mais além,
até ao infinito,
até ás estrelas mais brilhantes,
só para ficar mais bonito,
como os teus olhos cintilantes.
O amor...
Não há descrição para dizer o que vai no coração,
Será amor?
Se for, este é para ser vivido e não destruído
É como uma vida una que sofre alegrias e dor.
Beatriz Querido, 8ºD
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Amor à primeira vista,
significa amar o que se desconhece,
temer pelo que parece,
uma grande paixão que não se esquece.
Amar sem fronteiras,
amar a gente,
amar o dia,
amar a noite,
amar o vento e a brisa quente,
amar a vida que há em mim, por ti.
É um amor que invade,
toda a alma e coração,
que acontece quando estamos no chão,
e nos levanta para apenas um segundo,
apenas um sorriso,
apenas um olhar,
ou uma eterna vida de paixão.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Arietafarinharinhari!
Arietafarinharinhari
Sigo o meu próprio caminho
Arietafarinharinhari
Sem estar sozinho
Arietafarinharinhari
A discriminação domina
Arietafarinharinhari
Mas a luta a contamina
Arietafarinharinhari
Mumbecussau
Faleique
Arietafarinharinhari
Não há direito
Arietafarinharinhari
Ninguém é mais que ninguém
Arietafarinhari
A paz no mundo aceito
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Uma coisinha que rebenta
Eu peguei num quadrado
Sem saber o que era
Ao vê-lo fiquei admirado
Carreguei num botão
Do que é que eu estava à espera...
De uma enorme explosão
E soltou-se uma granada
Seguida de nada
E lá foi uma pessoa ao ar
E eu sadicamente pus-me a olhar
E percebi que tenho poder para fazer pior
E explodir com o armazém das empresas Lindor
Peguei numa coisa
E montei-a noutra coisa
Descobri que essa coisa era inflamável
Para uns mau
Mas para mim saudável
Botei-lhe coisas inflamáveis
Incluindo gasolina
Atei à coisa uma linha fina
Ainda sem saber o que é coisa
À linha fina chamei-lhe rastilho
Com isso pus a coisa num prédio sem fazer estrilho
O tabaco caiu no rastilho
E o rastilho pôs-se a arder
Eu pus-me a ver
E gostei do que vi
Tudo rebentou
E a história acabou
Porque a bomba ordenou
Burro é um pessoa que não sabe nada
Nem tem uma ideia vaga
Do que quer que seja
Por isso ninguém é burro
Quem o fosse nem saberia o que é um murro
Nem poderia viver
Nem poderia respirar
Nem poderia comer
Nem poderia andar
Por isso digo
Como palavra de amigo
Burro é um animal
Um animal quadrúpede
Bom no forno temperado com sal
Nada comparado com um bípede
Como eu
Como tu
O Burro faleceu
Mas come-o tu
Primeiro vai em meia-de-leite
Depois vai a granitar
Mete-lhe azeite
E toca a enfardar
domingo, 30 de novembro de 2008
Folhas caídas no chão,
logo a chuva e o tempo levarão.
Passa o Outono,
chega o Inverno e,
bem agasalhada,
passeio pela estrada
até encontrar este lindo jardim...
