quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Identificação (1ºPeríodo)


A identificação dos alunos é uma das componentes do seu caderno diário. Trata-se de um trabalho que pode ser desenvolvido num só momento, ir sendo construído, ou, até, substituído. Todos os produtos produzidos constam do Caderno Diário, em espaço criado para o efeito.


Partilhamos, neste post, algumas das identificações apresentadas no 1º Período.


As notícias viajam

Ainda no primeiro período, foi proposta às duas turmas do oitava ano (A e B) a seguinte atividade, a propósito do estudo dos textos jornalísticos. 



A data de entrega teve de ser alargada. De uma forma geral, os alunos cumpriram os objetivos. Partilhamos os seguintes trabalhos:

Um slide de informações dinâmicas!

Como é hábito, durante as apresentações das leituras, decorrentes do Projeto de leitura "Ler, lazer e aprender", os alunos acompanham a partilha dos livros com um slide onde registam as informações essenciais do livro, bem como um excerto que deverão ler e cuja escolha têm de contextualizar e justificar. 
Na maioria dos casos, os alunos apresentam um slide 'estático'. O Francisco Marques (7ºA) construiu um slide de informações dinâmicas.
Sugerimos que façam o download para apreciarem:

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Brincadeiras de infância

No teste diagnóstico do 8º Ano, no terceiro grupo, pedia-se aos alunos que descrevessem uma brincadeira de infância.

A Inês Cordeiro escreveu o seguinte:


Quando eu era criança, gostava muito de brincar com a areia dourada da praia. Adorava fazer castelos com areia molhada, fazer pequenas “pontes” e estradas para o carrinhos passarem, fazer buracas para me pôr lá dentro, fazer “piscinas”… Mas essas brincadeiras ainda eram mais divertidas quando eu estava acompanhada. Costumava chatear muito a minha mãe para me comprar brinquedos de praia e eu adorava aquelas formas de peixes, estrelas-do-mar, golfinhos entre outros, que servem para pôr areia molhada e assim criarmos os nossos animais. Às vezes, também fazia bolinhas com a areia e “vendia” aos meus pais como se fossem bolinhos de chocolate.
Costumava fazer estas coisas na praia da Areia Branca. A companhia de que eu gostava mais era a da Madalena. Uma vez, até encontrámos uma estrela-do-mar à custa das nossas brincadeiras e jogos! Ainda hoje recordamos esse momento com muito carinho e diversão.
Eu sentia-me uma verdadeira artista, quando fazia construções na areia e a verdade é que até tinha algum jeito. Acho que a melhor construção que fiz nesses tempos foi um castelo enorme cheio de pormenores, com penas de gaivota e pedras coloridas.
Nunca me vou esquecer das minhas brincadeiras na praia porque ai sentia-me feliz e com uma brisa fresca na cara.

Preparativos para uma viagem


Na terceira proposta de escrita semanal (8ºAno) propôs-se que os alunos imaginassem que recebiam como prémio de fim de ano uma viagem a uma cidade da Europa que nunca tivessem visitado. Pedia-se que descrevessem os preparativos da viagem. 
Algumas das descrições (8ºA e 8º B):


No dia em que ganhei aquele prémio, não queria acreditar que era eu a pessoa escolhida, que era eu que tinha vencido! Eu só me perguntava: “com tanta gente que concorreu, como é possível ter sido eu a escolhida?” Mas era verdade, eu tinha ganho o sorteio que decorreu na minha escola e ia a uma cidade europeia que eu não conhecia, que era Bruxelas.
Em primeiro lugar, telefonei aos meus pais a dizer o que tinha acontecido e eles perceberam que a minha alegria era enorme.
Decidir que familiar me ia acompanhar nesta viagem, foi uma tarefa difícil, mas, apesar disso, escolhi a minha tia, pois ela também não conhecia Bruxelas.
Ao dar esta maravilhosa notícia aos meus amigos, eles deram-me os parabéns e disseram-me para eu aproveitar bem esta oportunidade, pois é quase única. Apesar do entusiasmo ser um sentimento, eu era o entusiasmo em pessoa, isto é, via-se claramente a vontade que eu tinha de ir conhecer uma cidade desconhecida.
No que se refere ao meio de transporte, o escolhido foi o comboio, pois é rápido, pára em vários locais e pode-se ver diferentes e lindas paisagens.
E estes foram os preparativos para a grande viagem a Bruxelas.
Madalena Castro


Os Preparativos de uma Grande Viagem
            Num confortável dia de Verão, quando os frutos estavam cada vez mais maduros, recebi a empolgante notícia que tinha ganho um concurso de desenho sobre o fim do ano escolar e o grande prémio era uma viagem a uma cidade da Europa, Paris.
            Com efeito, telefonei logo à minha mãe para contar a novidade e, mais tarde, acabei por escolhê-la para me acompanhar nesta aventura, porque era com ela que mais queria partilhar este momento.
            De seguida, acabei por contar a todos os meus amigos e foram muitas as vezes que acabei por ouvir: “Que sorte. Também quero ir!”, “Levas-me contigo?” ou “Depois tens que me mostrar todas as fotos!”.
            É claro que, como em todas as viagens, tive que escolher o meio de transporte. Depois de comparar condições, optei por viajar de avião, pois é mais seguro e menos cansativo.
            Dia após dia, fui preparando as minhas malas. Tornava-se cansativo escolher e arrumar a roupa de forma a tudo caber na mala, mas sei que tanto esforço ia merecer a pena.
            Melhor dizendo, esta era a viagem dos meus sonhos… Sentia-me mais entusiasmada do que tudo! Estava a contar os dias para que chegasse o grande dia e este parecia nunca mais chegar.
Margarida Pinheiro


Um Grande Prémio
No fim do último ano letivo, os meus pais deram-me uma ótima notícia: íamos a Londres! Mas porquê? Bem, este prémio devia-se ao facto de eu me ter esforçado e ter tido boas notas durante todo o ano. Esta viagem ia ser feita de avião na companhia dos meus pais. O local que eles escolheram foi muito bem pensado, pois Londres é uma cidade da Europa muito bela e que ainda não conhecíamos. Para além disso, nós sempre quisemos visitar o Big-Ben, a Tower Bridge, o London Eye, o Palácio de Westminster…
Quando contei aos meus amigos esta novidade, eles ficaram completamente espantados e, na verdade, alguns até me invejaram! Todos ficaram curiosos e perguntavam como e porque é que eu tinha recebido esse prémio. Muitos deles pediram-me para “levá-los comigo dentro da mala” e outros diziam para lhes trazer alguma recordação.
Quanto à minha bagagem, levei roupa de todos os tipos; nunca se sabe se vai fazer sol, chuva, calor ou frio. Tive de atualizar o meu cartão de saúde europeu e de organizar o meu boletim médico porque podia vir a ser preciso.
Faltava apenas uma semana para o voo e eu estava ansiosa, aliás, muito ansiosa. O tempo parecia passar tão lentamente…
Finalmente, chegou o “dia D”, entrei no avião, esperei aproximadamente duas horas (que pareciam séculos) e pousei o pé direito em Londres. 
Inês Cordeiro

Londres…
Ainda nem acredito que vou a Londres! A Londres… Na verdade, sempre foi um sonho meu! E agora, está (finalmente!), prestes a ser concretizado.
Em primeiro lugar, tive de escolher quem me iria acompanhar… Escolhi o meu tio! E, neste caso, acho que fiz muito bem! Evidentemente que tivemos de planear tudo! A data da partida, o voo, os locais que queremos visitar, o hotel onde vamos ficar, a data de chegada… Eu gostava imenso de visitar o Big Ben, o Museu de Cera Madame Tussaud… De passar ao lado do Palácio de Buckingham, de andar de metro, de autocarro e de táxi, de assistir a um jogo de futebol e a um musical, de conhecer um pouco mais da cultura Inglesa…
Comecei também a preparar a mala, com as roupas que quero levar, as coisas que lá quero colocar dentro… Dentro da mala, decidi colocar também dezenas de folhas de papel e autocolantes giros… Planeio escrever muitas cartas para os meus amigos… Tenho pena de não os levar dentro da mala. Se bem que não caberiam todos lá dentro, são demasiados! A maior parte deles ficou contente por eu ir viajar, mas muitos deles vão na mesma altura para fora do país, vistos estarmos no princípio de Junho. 
Por outras palavras, espero que seja uma semana muito bem passada, espero aprender coisas diferentes e, claro, mandar um postal aos meus amigos, só mesmo para fazer um bocadinho de inveja!
Leonor Ferreira


Histórias para a família

Na segunda proposta de escrita semanal (8ºAano), pedia-se que os alunos contassem uma história que pudesse ser dita/lida, durante uma reunião familiar. Houve quem contasse histórias e quem recriasse o momento das histórias.
Ouçamos (Textos de alunos dos 8º A e 8º B):


Era uma noite quente de verão, na qual eu e a minha família estávamos a fazer diversas atividades, como ler poesias, cantar e contar histórias. Já todos os meus familiares tinham contado a sua história, menos eu. Foi então que comecei a contar a seguinte história: “Há uns anos atrás, cinco jovens fizeram uma descoberta extremamente importante, mas, ao mesmo tempo, estranha.
Num dia de primavera, a Marta e a Carolina, foram passear pelo campo perto das suas casas. Ao fim de algum tempo, elas decidiram telefonar à Margarida, ao Tiago e ao Francisco, para saberem se eles queriam ir ter com elas. Como a resposta foi afirmativa, a Carolina e a Marta decidiram sentar-se na sombra de uma árvore e descansar um pouco. A Carolina ao virar-se para ver se os seus amigos já estavam ali, viu uma casa, muito pequena e abandonada e disse á Marta:
- Olha, Marta! Vês aquela casa ali, aquela pequenina. Já alguma vez foste lá ver o que era ou se estava abandonada?
- Não, nunca fui lá e, além disso, não quero ir, tenho medo. – disse a Marta, receosa.
- Por favor, Marta! Não me digas que não tens nem uma pontinha de curiosidade de ir lá. Eu cá tenho. Não queres ir até lá?
- Não me parece. Prefiro ficar aqui à espera dos nossos amigos. Mas se quiseres ir até àquela casa, podes ir, eu fico aqui.
- Vá lá, Marta! Vem comigo, por favor!
- Está bem, ganhaste! Eu vou contigo, ainda que, vá contrariada.
De seguida, as duas raparigas foram á casa, e entraram nela. Ficaram chocadas com o que viram. Era uma coleção de antigos artefactos egípcios. Depois, foram para a rua, chamar os seus amigos que já estavam ali. Todos juntos telefonaram para a polícia, a dizer o que tinham descoberto. Por conseguinte, receberam uma recompensa maravilhosa, ou seja, receberam uma quantidade do valor das peças que encontraram.”

Madalena Castro


A Grande Reunião 
            Numa reunião familiar, coube-me a função de animar o pessoal e de tornar aquela noite inesquecível.
            Decidi contar uma linda história, que deixasse todos com o coração mais doce.
            Com efeito, contei a história de um homem chamado André que, em tempos, vivera com os seus pais, numa ilha deserta, no meio do oceano atlântico. Os pais desse homem eram portugueses e tinham ido ali parar porque o navio onde iam naufragara. André nascera na ilha e fora lá que, ao longo dos anos, os seus pais tinham envelhecendo e acabado por morrer.
            Portanto, o André sentia-se muito sozinho, pois na sua vida apenas conhecera os seus pais e os seus amigos macacos. No entanto, ele amava a sua ilha.
            Num certo dia, estava sentado numa pedra, à sombra de uma palmeira, com as folhas bem verdinhas e começou a falar com um macaco:
            - Será que existe algum sítio depois deste mar? Eu não sei, mas irei descobrir!
            Então, esse senhor decidiu construir uma jangada e viajar até encontrar alguém como ele.
            Passaram muitos dias e ele acabou por chegar a uma terra que desconhecia: Portugal. Depois de longas horas de exploração, o André ficou muito contente por estar ali.
            Mais tarde, tornou-se um cidadão português, teve filhos e, quando pôde, voltou à sua ilha.
            Terminei a minha história, bateram palmas e o meu avô disse:
            - Devemos sempre lutar pelo que queremos…
            Concluindo, foi uma noite especial e penso que todos perceberam que devemos sempre ver o lado positivo.
Margarida Pinheiro


A Praia Mágica
Há anos atrás, uma menina de treze anos, que vivia à frente da praia, foi passear durante a noite. A noite estava estrelada e ela foi para o seu local preferido: a praia. Estava ela a caminhar pela areia molhada e fria do outono quando, de repente, ouviu uma voz muito doce e suave.
-Olá.
-Quem és?! – perguntou a menina arrepiada.
-Eu sou uma sereia. O rei Félix quer agradecer-te por todo o bem que fizeste ao nosso mar – respondeu a sereia.
Sem grandes palavras ou gestos, a criatura encantada espalhou um pó por cima da garota. Ela nem se mexeu de tão assustada que estava mas, por outro lado, estava curiosa.
-Segue-me! – ordenou a sereia entrando pelo mar dentro.
A menina obedeceu e espantou-se pelo facto de conseguir respirar na água! O pó dava-lhe essa capacidade maravilhosa.
Passado algum tempo, chegaram aos recifes de coral e a sereia foi apresentando à menina o seu mundo e alguns amigos. Finalmente, chegara a um magnífico palácio de cristal coberto de algas coloridas e cheio de brilho e de lux. Quando  entraram no palácio foram muito bem recebidas.
-Bem-vinda ao nosso reino, criatura terrestre! Estamos-te eternamente gratos pelas tuas boas ações: por retirares o lixo do mar, por trazeres caixotes para as pessoas colocarem o seu lixo e reciclagem… Como agradecimento, damos-te a capacidade de respirares debaixo de água e podes visitar-nos quando quiseres! – informou o rei Félix.
A rapariga ficou muito feliz e, aliás, já nem se sentia com medo! Ainda hoje ela visita este reino aquático e os seus novos amigos.
Inês Cordeiro


Uma Noite Para Não Esquecer
Sorrio sempre que me lembro deste episódio… Sempre que me lembro da lua cheia que estava naquela noite, da aragem quente que corria, das muitas caras sorridentes e felizes, sentadas em círculo na areia à beira-mar…
Nessa noite, eu e todos os meus primos mais novos fizemos o musical “Música no Coração” e correu muitíssimo bem. Enganámo-nos dezenas de vezes, mas toda a família cantou! E enquanto cantávamos parecia que o mar nos acompanhava, enquanto as ondas rebentavam…
Sinceramente, a minha parte preferida foi aquela em que começámos a citar poemas de Sophia de Mello Breyner, que muitos de nós já sabiam de cor e salteado.
De seguida, conversámos… Falámos de dezenas de coisas, falámos do dia-a-dia, das viagens, da praia, das férias…
- Tendo em conta que não estamos juntos muitas vezes, propunha que realizássemos uma viagem! – Naturalmente que esta ideia foi, de imediato, aprovada.
- Acho uma excelente ideia!
Nós, mais novos, ficámos mesmo muito entusiasmados!
- Na minha opinião, Londres seria um destino muito interessante.
- Eu gostava de ir a Berna.
Continuámos a discutir qual das cidades visitar. Desta forma, ficou decidido que iríamos a Londres nas férias de Verão e a Barcelona no Natal.
Para concluir a nossa “reunião” cantámos músicas portuguesas e inglesas, hinos, canções da rádio… E é com muito orgulho que digo que ensinei o meu primo mais novo a cantar o hino português!
Será sem dúvida, uma experiência a repetir!
Leonor Ferreira



Era uma vez uma bruxa chamada Josefa, que vivia num castelo muito feio com o seu gato Zorbas.
O gato era preto com olhos verdes e tinha o nariz sarapintado de branco.
Certo dia, a bruxa estava a fazer uma poção mágica e, de repente, o gato caiu lá dentro.
A bruxa ficou muito atrapalhada e apressou-se a tirar o gato dali, mas qual não foi o seu espanto quando reparou que o gato saiu todo às cores e muito mal disposto.
A bruxa apressou-se logo a levar o gato ao veterinário.
O médico deu-lhe a sua opinião:
-Minha senhora, o seu gato só tem que tomar um xarope, mas de resto está tudo bem.
-Muito obrigada pela sua disponibilidade – disse a bruxa.
A Josefa voltou para casa um pouco mais animada e aliviada pelo seu gato não estar doente.
Agora tinha entre mãos, a difícil missão de convencer o seu gato a tomar o xarope.
Não foi nada fácil, pois o Zorbas não gostava nada de tomar xaropes.
-Zorbas, tens que tomar o xarope para ficares melhor e, além disso, a tia Gertrudes não vai gostar nada de te ver assim e vai te dar daqueles biscoitos com sabor a mentol – tentou a Josefa.
Logo que ouviu isto, o Zorbas abriu a boca e engoliu o xarope sem mais demoras.
Assim, o gato voltou à sua cor original e nunca mais se sentiu mal!
Maria Inês Oliveira




Regresso à escola

Na primeira proposta de escrita semanal do 8º Ano, pedia-se que refletissem sobre o reinício do ano letivo, o reencontro com os colegas e amigos.
Eis o resultado de algumas dessas reflexões:


O Regresso às Aulas...
Os primeiros de muitos outros dias de aulas são como… um jogo de sentimentos e sensações. Melhor dizendo, todos os minutos são muito especiais.
No início, quando ia a caminho da escola, senti um grande nervosismo e, de seguida, nasceu dentro de mim uma gigante alegria e ansiedade. A alegria devido a voltar a estar com os meus amigos e a ansiedade causada pela elevada impaciência para contar todas as novidades e saber para onde o pessoal viajou.
É claro que estava desejosa por conhecer e conviver com os meus novos colegas e por saber se tinha entrado na nossa escola algum novo rapaz jeitoso. Julgo que todas as raparigas pensem nisso, até as mais certinhas!
Como sempre, chega a altura das apresentações, um momento que me deixa inquieta e que, por vezes, me envergonhava e me irritava porque era a terceira ou até mesmo a quarta vez que repetia: “Sou a Margarida, tenho 13 anos e moro na Lourinhã”.
Depois de ter umas aulas, já sentimos cansaço e saudades das férias. Torna-se habitual ouvir “pobres” estudantes comentarem que estão a precisar de férias.
Concluindo, os primeiros dias de aulas são inesquecíveis, mas às vezes pergunto a mim mesma: mas porque é que nos queixamos da escola ter começado de novo? Bem… É verdade que é muito bom estar de férias, mas não há nada melhor do que o regresso às aulas!
Margarida Pinheiro



O Regresso à Escola...
Os meus primeiros dias de aulas foram novamente de adaptação para mais um ano letivo, pois já não estava habituada a levantar-me tão cedo (nas férias acordava mais tarde), no entanto, foram entusiasmantes por voltar a reencontrar os amigos.
Por um lado, gostei de voltar à escola, mas, por outro, as férias ainda estavam a saber-me bem.
Considero que o regresso à escola correu bem, pois senti-me feliz, embora um pouco ansiosa. 
Neste ano tenho, em algumas disciplinas, professoras diferentes das do ano passado, tais como: história, geografia, inglês e ciências naturais. Na minha opinião, são boas professoras e penso que temos muito a aprender com elas.
Neste regresso às aulas eu estava com receio que o meu horário fosse mais concentrado no período da tarde, o que felizmente não aconteceu.
Agora, temos alguns alunos novos na nossa turma, o que é bom para podermos conhecer e conviver com outras pessoas.
Ao iniciar o ano, senti alguma preocupação em relação ao comportamento da turma, mas, apesar disso... espero que corra tudo bem e que aprenda muitas coisas novas.
O ano começou!
Maria Inês Oliveira


Regresso à Escola

Após o final das férias grandes, no regresso à escola, sinto-me sempre bastante ansiosa por me reencontrar com os meus amigos... Melhor dizendo, sinto sempre muita vontade de conversar com os meus colegas de turma, de rir com eles! Sou obrigada a admitir que a minha vontade é abraçá-los a todos…
Gosto especialmente das primeiras aulas, em que abrimos pela primeira vez os novos livros, escrevemos pela primeira vez nos cadernos acabadinhos de comprar, utilizamos os lápis novos, as canetas…
Desde sempre que me lembro de pensar: “Não se conhece uma pessoa por passar noventa minutos com ela numa sala de aula… Conhecemo-la, sim, depois de dias, semanas de trabalho em conjunto e convívio!” E obviamente, espero poder conhecer minimamente as pessoas com quem vou trabalhar durante um ano… 
Nos primeiros dias, sinto-me muitas vezes nervosa com o facto de ir conhecer novos professores e novos colegas, pois nunca sei o que pensam de mim à primeira vista… Às vezes, nem eu sei o que hei-de pensar acerca dos professores e dos novos colegas quando os conheço. 
Naturalmente, aquilo que desejo, no início do ano, é que tudo corra da melhor maneira em relação às disciplinas, às notas, à adaptação ao novo ano.
Numa palavra, apesar de poder parecer estranho, no inicio do ano escolar, sinto sempre grande vontade de voltar à escola…
Leonor Ferreira




Regresso à Escola

Depois de um longo intervalo de aulas é que se percebe o quanto gostamos de certas pessoas. Porquê? Porque depois de tanto tempo sem as pessoas com quem costumamos estar todos os dias a maior parte do ano, sentimos a falta dessas pessoas, a falta das conversas paralelas nas aulas, a falta das brincadeiras, dos intervalos em convívio, até das guerras que nunca duram mais de dois dias.
Por mais telefonemas, mensagens ou e-mails que possamos mandar uns aos outros, nunca é igual. No entanto, a escola acaba por ser a nossa segunda casa e os amigos a nossa segunda família. Quando regressamos  à escola ficamos sempre surpreendidos, aquele está a mudar de voz, está a ficar um homem, aquela nem parece a mesma, está mais preocupada com a sua própria imagem… E quando olhamos para trás no tempo lembramo-nos da primeira vez que entra-mos naquela escola, do primeiro dia de aulas, na mesma em que já andamos há 4 anos!
Falamos com este ou aquele amigo ou colega e ficamos felizes por nos voltarmos a encontrar e estarmos naquele momento a partilhar tudo o que aconteceu durante as férias.
Os amigos mais próximos é de quem sentimos mais saudades, saudades das conversas, dos desabafos e principalmente daquela frase que nos dizem sempre antes de irem dormir “não te esqueças que te adoro”.
Agora, depois de tanto tempo sem aulas, vem aí um ano novo e há sempre a expetativa de que o ano que aí vem vá ser melhor que o anterior.

Damiana Mateus

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Apontamentos / 1º Período

Despertar a atenção (Preparar para a aprendizagem). Depois, despertar os sentidos da audição e visão (Atenção "presa"). Ler. Promover a discussão. A seguir, pensar - processo de memorização iniciado, também.  Por fim, a escrita, de preferência, individual - consolidação da aprendizagem.Deste processo resultaram alguns destes recursos que considerámos serem fiéis produtos do trabalho efetuado e agora descrito. Estas situações, aqui sintetizadas, ocorreram durante aulas de Língua Portuguesa de duas turmas do 8º Ano.
Síntese do texto narrativo
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Passaportes da leitura / 1º Período (2011/12)

Continuamos a apostar, como projeto de leitura, no "Ler, lazer e aprender". Neste ano, a Língua Portuguesa, temos estado a desenvolver o projeto nas aulas de 45 min. Aí, os alunos usufruem, no mínimo, de 30 min. de leitura autónoma, findos os quais partilham o que estiveram a ler, sendo opção sua a leitura de excertos. 

Temos tido momentos muito agradáveis, a partir dos quais se conversa de outros assuntos. Foi também durante esse tempo que fizeram as apresentações das leituras no 1º Período.

Nas outras disciplinas, continuam a ter, todos os dias da semana, 15min. de leitura, mediante um calendário que pode sempre ser adaptado às circunstâncias.

Aqui deixamos alguns dos passaportes do 1º Período:



sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Uma vida sem limites

Antes de mais, convido-Vos a ver o vídeo que se segue. Foi assim que a Damiana Mateus (8ºA) começou, também, a apresentação do seu livro, atividade desenvolvido no âmbito do Projeto "Ler, lazer e aprender":



Visto o vídeo, a Damiana partilhou connosco o último livro que lera: Uma vida sem limites, de Nicholas James Vujicic. Todos (eu*, a professora, e os colegas) ficámos emocionados. E não foi pela história da vida de Nicholas James Vujicic, ainda que esta já seja, também, razão para tanta emoção. Aconteceu, porque a Damiana soube prender a nossa atenção, soube guiar-nos por uma história de vida, criando em nós vontade de querer ler o livro e conhecer mais sobre aquela pessoa. 

Fê-lo de uma forma impressionante! Obrigada, Daminana. 





*Rosalina Simão Nunes

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Frases natalícias

«Natal é quando nasce uma vida a amanhecer». (Ary dos Santos)
De forma a promover a reflexão sobre aquilo que deva ser o espírito natalício, a importância da família, dos afetos e das pessoas, na disciplina de língua portuguesa, nos 2º e 3º ciclos da Escola EB 2,3 Dr. João das Regras, os alunos, inspirados em difinições de Natal como a de Ary dos Santos, escreveram as suas próprias definições de Natal, família e espírito natalício. Só tinham de dar uma definição.
Responderam ainda à seguinte questão: Se pudesses oferecer uma prenda a alguém, oferecias o quê, a quem e porquê?
Recolhidos os trabalhos, os professores de língua portuguesa escolheram duas frases por turma que depois foram afixadas pelas portas das salas da Escola EB 2,3 Dr. João das Regras.
Nesta atividade, estiveram envolvidos cerca de 600 alunos e 9 professores de língua portuguesa, tendo sido coordenada pela professora Teresa Saramago e pelo professor João Ferreira.
Por fim, foi produzido um vídeo, que aqui se partilha, sintetizando o trabalho desenvolvido e apresentando o produto da atividade.