segunda-feira, 18 de abril de 2016

"Ladino" - Comentário

Nas turmas do 7ºAno, foi feita a leitura orientada de "Ladinode Miguel Torga. Nas turmas A e B, no fim da exploração do texto, feita em sala de aula, pediu--se que os alunos fizessem um comentário orientado, seguindo uma proposta do próprio manual utilizado. 
Publicamos alguns dos comentários:


Ladino, o Pardal Manhoso
O texto que eu vou comentar é de um pardal que se chama Ladino.
A descrição psicológica de Ladino é o pardal ser muito manhoso. As outras personagens não gostavam de Ladino, porque era um pardal muito manhoso e só sabia fazer partidas. As personagens ficavam irritadas com a maneira de ser de Ladino.
Ladino foi o “único” da sua espécie a sobreviver, pois quando era pequeno ficava dentro do ninho a dormir enquanto os outros iam voar.
A mensagem deixada pelo conto é que às vezes as pessoas manhosas podem durar muito mais tempo. Ou então menos tempo... O Ladino durou mais...
Filipa Emídio (7B)

   
O texto que vou comentar chama-se “Ladino” e é um texto interessante e engraçado.
Ladino é um pássaro que não queria sair do seu ninho, porque achava que estava lá bem. Este pássaro era muito manhoso e solteiro. Andava com todas, novas, velhas, casadas ou até solteiras, mas nunca assumia o seu papel de pai.
Ele era um pardal grande, matulão e feio. Era também muito egoísta, malandro e não se importava com nada nem ninguém como se ele fosse o único naquele mundo.
Quando alguém precisava de ajuda, ele não ajudava e, por isso, ninguém gostava dele. Tinha estratégias para sobreviver às dificuldades e uma delas era defender-se bem dos obstáculos da sua vida.
A mensagem deixada por este conto é mostrar às pessoas que não devem ser como este pardal, porque, no futuro, podem ficar sem ninguém devido ao comportamento egoísta e manhoso.
Beatriz Leitão (7B)

terça-feira, 1 de março de 2016

DiNotícias, 1ª Edição (2015/16)

Na 1ª Edição do DiNotícias deste ano letivo, foram publicados dois textos elaborados nas aulas de português. O primeiro é uma crónica feita a partir da leitura de provérbios. Foi uma atividade proposta em turma do nono ano. No caso do segundo texto, também numa turma do nono ano, foi escolhida uma crónica desta vez sobre a utilização das novas formas de comunicação e a comunicação ela própria entre as pessoas. O primeiro artigo pode ser lido na página 2,  e o segundo na página 2. Ambos os textos foram publicados na secção dos "Pontos de Vista". 
Publicamos, de seguida, imagem da publicação e ambos os textos para facilitar a sua leitura.


Infância, tablet, família, silêncio

A minha infância foi toda ela muito divertida e livre, mas, por vezes, com alguns percalços.

Ainda me lembro, com seis anos, de ir para os anos da minha avó, que se realizavam sempre em casa dela. Era aquele dia em que a família se reunia toda.

A minha animação por pensar que iria estar com os meus primos, tios e etc era tanta!…Só que, depois, chegava lá, distribuía beijos por todos e ficava num canto sozinha, com o meu tablet, a jogar.

As pessoas reparavam na minha ausência e iam ver onde eu me encontrava, perguntavam-me se estava tudo bem e a minha resposta era sempre a mesma, “- Sim, está tudo bem, estou só a brincar um pouco”.

Durante todo esse dia, acabava por me isolar de todos, a jogar.

Ainda hoje sou muito dependente do telemóvel, quando estou sem ele fico muito stressada, atrapalhada…

Agora já com esta idade olho para trás e arrependo-me de ter ficado ali a jogar, se fosse hoje, iria conviver com as pessoas e de certeza que me divertiria muito mais.


A minha preocupação agora, quando estou nesses jantares é “puxar” os mais pequeninos, assim em vez de estarem agarrados a tecnologias, eles estarem mais com a família…

Carolina Vicente, 9.º B

Julgar pelas aparências e pela fama

Eu era só mais um gaiato naquela aldeia que estava quase a completar os dez anos. Faltava pouco mais de um mês. Nesta idade são normais as asneiras, as traquinices, as brincadeiras, quem é que nunca fez algo de menos certo? Pois.
Era um rapaz que, apesar de tudo, adorava o mundo, queria sempre explorar aquilo que diziam que não podia fazer, só mesmo para provocar.
Bem, ao pé de minha casa, não muito longe, havia um cão dentro de uma espécie de armazém. Os meus pais sempre me alertaram para não chegar perto do cão, pois tinha fama de mau.
O certo é que, como pessoa do contra que sou, tive que ir espreitar e ver, claro. Fui lá dentro, a luz não era muita, a única iluminação que havia era a que vinha da rua, ou dos buracos do teto.
Confesso que o sítio era tenebroso, mas era criança e não tinha consciência de nada.
Realmente, havia um cão lá dentro, era preto e não muito grande. Aproximei-me, e, na verdade, ele não me fez nada, deixou-me tocar-lhe à vontade, não mordeu, não ladrou, não fez rigorosamente nada. Quando cheguei a casa perguntei à minha mãe porque que diziam que o cão era mau, ao qual ela me respondeu, - " Filho, é um pitbull, a raça mais perigosa " e eu pensei cá para mim, “Ele não me fez nada nem quando lhe dei um abraço à volta do pescoço, portanto, mau não devia ser”. Hoje em dia, procuro saber sobre isso e cada vez mais me apercebo que os animais são um retrato do dono, e que se forem educados para não fazerem mal, assim o farão.
Acho que as pessoas julgam muito pela raça e pela fama que as raças têm.

Ricardo Antunes 9º B


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

O Cavaleiro da Dinamarca - comentários

Nas turmas do 7ºAno, foi feita a leitura orientada de O Cavaleiro da Dinamarca de Sophia Mello Breyner. Nas turmas A e B, no fim da exploração do texto, feita em sala de aula, pediu-se que os alunos fizessem um comentário orientado. 

Publicamos, de seguida, alguns desses comentários:

A história do cavaleiro da Dinamarca começa na Dinamarca, no dia de Natal, em que a personagem principal, o cavaleiro, diz à família que vai em peregrinação a Jerusalém e que voltará não no próximo, mas no Natal seguinte e esta história fala da viagem do cavaleiro nesses dois Natais.
O cavaleiro era bastante corajoso, pois viajara por várias cidades, sempre sem esquecer a sua promessa. Era fiel, confiante e também muito curioso, principalmente acerca de histórias, como, por exemplo, a história de Giotto e a de Vanina, a menina que era obrigada a casar com um velho, enquanto amava outro homem Guidobaldo e que fugiu com ele.
Finalmente, o cavaleiro, já de regresso, seguiu para o porto de Génova para ir para casa, quando lá chegou, apercebeu-se de que o barco já tinha partido, mas o cavaleiro não queria quebrar a sua promessa, então, seguiu a pé.
Eu gostaria de participar numa aventura como esta, pois, como o cavaleiro, eu ia aprender muito. O narrador desta história não participa nesta. A descrição de  que eu mais gostei foi a de Veneza, pela beleza desta e a narração de que eu mais gostei foi a das histórias, porque as histórias contam verdades.
 Beatriz Guerra (7A) 

Esta história inicia-se na época natalícia e acabará noutro Natal dois anos depois. A personagem principal, o Cavaleiro da Dinamarca, na noite de Natal, anuncia à sua família que vai fazer uma peregrinação à terra santa, Jerusalém, porque gostava de passar o Natal na gruta onde Cristo nascera e onde rezaram os pastores, os Reis magos e os anjos.
O Cavaleiro era um homem muito decidido a fazer aquela peregrinação que, por sua vez, era muito difícil devido a naquele tempo as viagens serem muito difíceis, longas e perigosas, e definitivamente ir da Dinamarca à Palestina era uma tremenda aventura, o que fazia sobressair duas das características que se destacavam no Cavaleiro que eram o "faro" para aventuras e a coragem.
Durante a longa viagem do cavaleiro, são contadas várias histórias pelas pessoas que o cavaleiro ia conhecendo, como, por exemplo, a de Vanina e a de Pêro Dias. Aquela de que pessoalmente mais gostei foi a de Pêro Dias que fala de um navegador na época dos descobrimentos que numa ilha desconhecida tenta fazer contacto com um negro e que acaba trespassado por uma espada tal como o negro.
No final da sua viagem o Cavaleiro encontra-se perdido na floresta da Dinamarca. Quando ele estava prestes a desistir viu uma árvore iluminada, mas não era uma árvore qualquer era a árvore da sua casa iluminada por anjos. Graças a esse "milagre" o Cavaleiro pôde voltar a casa são e salvo na noite de Natal.
Esta é uma história de uma viagem emocionante que qualquer um gostaria de fazer, incluindo eu, porque pode trazer muita cultura e mudar a vida de alguém.
Nesta história os narradores são participativos e não participativos. 
Pedro Pires (7B)

Marcadores (2015/16) - 4

Publicamos, hoje mais marcadores. 
Podem, também, clicando em Marcadores  2015/16, ver todos os que já forma feitos neste ano.

  • do 7A, Sofia Oliveira.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A importância de um sorriso

Pedia-se que escrevessem uma história onde um sorriso tivesse sido relevante.

O Luís Silva (9B) não contou bem uma história... Partiu de uma situação por si vivida e sem muitos pormenores, deu relevância à importância de um sorriso. Vale a pena, achamos, ler as suas palavras 


Às vezes ponho-me a pensar se devo ou não devo sorrir de coisas que têm piada mas não têm lógica e chego a uma conclusão: Se estiver entre amigos não interessa porque nos rimos mas sim se nos divertimos.
Há uns meses, estava com amigos na brincadeira, até que um disse uma frase sem lógica e sem graça. Todos se calaram. Eu comecei a rir-me e, a pouco e pouco, já estava todo o grupo a rir-se de novo.
Acho que o meu amigo, por dentro, pensou “ Que sorte que eu tive! “ porque não tinha mesmo piada o que ele tinha dito e eu só me ri apenas para que ele não se sentisse mal com ele mesmo. Ele já por si era envergonhado e tímido...
Às vezes, é preciso este espírito de grupo para que todos se sintam bem e não se sintam de fora ou excluídos e se sintam integrados, pelo menos é esta a forma que eu tenho de pensar e de viver e assim eu também me sinto bem comigo mesmo. 
Luís Silva (9B)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Marcadores (2015/16) - 2|3

Publicamos, hoje mais marcadores. Podem, também, clicando em Marcadores  2015/16, ver todos os que já forma feitos neste ano.


  • do 7A, Marta Domingues, Beatriz Ribeiro  e Camila Pereira.



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Os primeiros marcadores do ano (2015/16)


Propusemos  a atividade de construção de marcadores de acordo com os livros que vão lendo, no início do 2º Período.  É uma atividade que sugerimos no 7º Ano e costuma ter adesão por parte dos alunos. Trata-se de uma atividade decorrente do Projeto de leitura "Ler, lazer e aprender". 


Ao contrário do ano passado, foi rápida a adesão à proposta da atividade. Ao fim de duas semanas apenas, já há marcadores. A Beatriz Leitão e o Daniel Silva do 7B foram os primeiros a apresentar os seus marcadores. Esperamos pelos restantes.


  • do 7ºB, Beatriz Leitão e Daniel Silva.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Máquina de fazer frases

Na quarta oficina de escrita, pediu-se aos alunos (7ºA e 7ºB) que construíssem um conto, usando uma "Máquina de fazer frases". 
Publicamos alguns dos textos.


Um Natal muito feliz!
Na sala da Dona Esmeralda um relógio de cuco esmagou uma porta carunchosa e nem pediu perdão. No entanto, como se aproximava a Época de Natal da qual o relógio gostava tanto, não quis ficar de costas voltadas à sua melhor amiga, a porta carunchosa.
Era época de muita alegria e agitação na casa da Dona Esmeralda, então, o relógio teve uma grande ideia para pedir desculpa à sua carinhosa amiga. Reuniu todas as mobílias para organizar o grande plano:
- Meus amigos, e até mesmo família, eu e a minha amiga porta carunchosa tivemos uma grande discussão, e, por isso, nestas vésperas de Natal, quero fazer-lhe um pedido de desculpas muito caloroso. O plano é: vamos pôr uma carta a dizer que este ano não vamos poder passar o Natal junto dela. Mas, na noite de Natal, vamos apagar as luzes da árvore de Natal e da sala, escondemo-nos e, depois, em coro, vamos dizer Desculpa! Por isso, conto com a vossa ajuda!
-É uma boa ideia. - Disse o sofá.
Então, assim foi, pediram desculpas e passaram um dos melhores Natais que o relógio Cuco tinha vivido.
Catarina Sampaio (7A)

O Oceano dos dois atuns
         No meio do oceano Atlântico, um atum cansado pintou uma carta de amor com infinita paciência.
            Os outros atuns que estavam espantados por o seu amigo estar a fazer alguma coisa até acharam estranho e começaram aos pulos dentro de água.
            Eu estava ao lado de um tubarão que não parava de rir aos altos berros e decidi ir ter com o atum para ver o que ele estava a fazer.
            O atum, quando me viu, sorriu e abanou a cabeça com tanta força que ia quase saindo fora da água, até que eu lhe disse:
            -Para com isso, ainda te salta a cabeça!
            Ele parou e respondeu:
            -Não sai nada, está bem presa, não te preocupes.
            O tubarão, cada vez se ria mais, e eu já estava a ficar um bocadinho farta porque ele fazia muito barulho.
            Passados alguns minutos, o atum foi ter com um atum-fêmea e deu-lhe um envelope com um coração cor-de-rosa brilhante.
            Toda a gente ficou espantada.
            O atum-fêmea abriu o envelope e lá dentro estava uma carta de amor,
            Todos os peixes daquele oceano ficaram alegres e o oceano passou-se a chamar “Oceano dos dois atuns”.
Beatriz Leitão (7B)

A velhota
    Na praia, ao nascer do sol, um pirata cego devorou uma livro de receitas, e desatou a fugir. Ninguém percebeu o porquê de um pirata ter roubado um livro de receitas a uma velhota, devorá-lo e fugir.
    A velhota era meio cega, meio surda, meio careca, mas corria e andava muito depressa, como se tivesse 30 anos, todos admiravam isso nela e pensavam como é uma velhota de 80 anos andava tão depressa e sem ajuda de bengala.
    -Desculpem, esqueci-me de me apresentar, eu sou a Camila, e estou a contar-vos esta história. Continuando:
    Uma senhora disse-lhe:
    -Então, Maria Fernanda, não vai fazer queixa!?
    -Queixa do quê? - Perguntava a velhota confusa.
    -Então, um pirata rouba-lhe um livro e devora-o e não quer fazer nada?
    -Está a falar do quê?
    -Do que acabou de acontecer - dizia a senhora a ficar também confusa.
    -A velhota, quero dizer, hum... Maria Fernanda era mesmo cega, e então não sabia do que estava a senhora a falar!- Disse eu (o narrador).
    -Está a chamar cega a quem?- disse a Maria Fernanda.
    -Você foi roubada sem se aperceber!- disse eu.
    Então, a velhota desatou a correr rapidamente a tentar recuperar o seu livro.
Camila Pereira (7A)

As raparigas fugitivas
No fim de uma rua deserta, um grupo de amigas pintou uma porta carunchosa sem ajuda de ninguém. Passados alguns minutos, apareceu um guarda ao pé das amigas, e elas, com medo, começaram a correr, só que o guarda conseguiu apanhá-las e levou-as para a esquadra, e quem é que as amigas viram ? Uma vaca esfomeada a devorar um professor distraído com cara de poucos amigos e a vaca, assim que as viu, desatou a fugir com o professor na boca.
O guarda começou a correr para apanhar a vaca só que a vaca deu uma patada a um guarda que caiu no chão aos gritos, as amigas fugiram e foram para ao pé da porta e continuaram a pintar, fizeram tudo o que queriam, e desenharam uma vaca a correr com o professor na boca e um guarda no chão a gritar.
No outro dia, as amigas voltaram ao mesmo sítio, e num poste estava uma fotografia de três raparigas e dizia:
“Procura-se. Quem as encontrar é favor telefonar.”
Quando elas olharam bem para a fotografia e viram que eram elas começaram a fugir. E nunca mais apareceram naquela aldeia. 
Filipa Emídio (7B)


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O que pensamos sobre "A Aia"

Após o estudo do conto "A Aia" de Eça Queirós, os alunos tiveram oportunidade de fazer um comentário.

Publicamos, para já, o comentário da Carolina Fontes do 9ºA.

O conto de Eça de Queirós, “A Aia” , conta-nos a história de uma senhora que tomava conta do seu filho e do filho da rainha num castelo. Mas, um dia, o tio do príncipe quis roubar o herdeiro do trono para ser ele o novo rei, no entanto, a aia não deixou. Trocou os dois bebés e o tio rude levou o filho da aia por engano. A aia, desolada por ter perdido o seu filho, por fim, matou-se para que pudesse estar com ele na outra vida.

No geral, gostei do conto, está bem estruturado, tem uma linguagem simples e acho que a mexe com os sentimentos dos leitores.
Foi uma ato de muita lealdade que a aia teve para com a rainha e reino, pois preferiu perder o seu filho, a deixar que matassem o príncipe. Teve de ter muita coragem para ter essa atitude, pois custa-me imaginar o sofrimento de uma mão que perde o filho!...
Por outro lado, não sei se a atitude da aia foi a mais correta. Eu, no seu lugar, talvez não o fizesse. Um filho é sempre um filho e, na minha opinião, devemos proteger, cuidar, defender… o nosso filho.
No final, a aia demonstrou o seu amor pelo filho ao decidir ir ter com ele, acabando mesmo com a sua própria vida.
Trata-se uma história dramática com muita mistura de sentimentos que nos faz pensar que atitude iríamos ter, no tal momento, em que nem temos tempo suficiente para pensar nas consequências…
Carolina Fontes (9A)


[Imagens encontradas
 através da pesquisa no Google]

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Os verdadeiros amigos

Na terceira oficina de escrita do 9º Ano (turmas A e B), pedia-se que os alunos, partindo de uma frase de Confúcio sobre a amizade, apresentassem o seu ponto de vista, recorrendo, no mínimo a dois argumentos que deveriam ser devidamente exemplificados.


 Segundo Confúcio, ‘’Para conhecermos melhor os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso verificamos a quantidade e na desgraça a qualidade’’. Concordo com esta afirmação, pois há amigos que nos apoiam no sucesso mas, na desgraça, só os verdadeiros amigos estão lá para nos apoiar.
Há vários tipos de amigos: os que estão connosco para o bem ou para o mal, mas aqueles que ficam connosco em ambas as situações, esses são aqueles que devemos guardar para o resto da vida e não aqueles que estão só quando lhes convém.
Nas situações mais difíceis de vida, seja o que for, nessas alturas, vemos quem são os poucos amigos com quem podemos contar. Por exemplo, a minha avó está doente e eu tenho vários amigos, porém só contei esse acontecimento a um, o único em quem posso confiar!
Como podemos descobrir os amigos verdadeiros? Não é fácil, mas também não é difícil saber! Há algumas formas para saber isso: - No bem e no mal, quem fica contigo?- Quem se preocupa contigo, seja em que situação for? - Quem te apoia sempre, em tudo? Essa pessoa em que estás a pensar é um amigo verdadeiro, se ela está disposta a permanecer ao teu lado e ajudar-te no bem e no mal, então guarda-a para sempre!

Maria Arsénio (9B)

Confúcio disse, e com razão, que para conhecermos as pessoas que nos rodeiam tínhamos que conhecer os dois lados da história: o bom, e o mau!
Referiu também que quando estamos a viver uma fase melhor na vida aparecem sempre aqueles falsos amigos que se fazem passar por grandes pessoas/amigos, contudo, o interesse desses  "amigos", se é que podes chamar assim..., é o dinheiro, é poderem-se aproveitar da nossa boa fase para nos enganar.
Mas quando a dita boa fase acaba, vê-se ou apercebe-se que aquela ideia que tínhamos sobre eles não era a certa. Afinal,  as pessoas acabam sempre por se revelar. Mas também é nessas alturas que damos conta que nem sempre os nossos " melhores amigos " são aquilo que idolatrávamos, e que, embora não falando muito, as pessoas que nos parecem mais distantes são aquelas que nas piores alturas estão lá para nos apoiar. 
Agora pergunto-me, o que leva as pessoas a serem tão intriguistas, mesquinhas, e interesseiras? Acho cada vez mais que as pessoas só olham e se preocupam com o que é seu, e que se estiverem bem o mal dos outros não os afeta.
E esse tipo de coisas mói-me um pouco a cabeça porque não consigo entender o que passa na cabeça dessas pessoas sendo que estamos no século XXI, logo a mentalidade e a forma de pensar deveria estar mais evoluída. As pessoas aproximam-se umas das outras para ficarem bem vistas na sociedade e isso, irrita-me!
Mas, pronto, isto sou eu e as minhas ideias.
Ricardo Antunes (9B)


Segundo Confúcio, “Para conhecerem os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.”. Pois eu tenho uma opinião parecida, mas ao mesmo tempo totalmente diferente porque: se os amigos forem amigos, podemos contar com eles para tudo, pois todos os outros não são amigos, mas sim interesseiros. 
Dito isto será que é assim tão difícil diferenciar os amigos verdadeiros? 
A minha resposta a esta pergunta é, sim, é, pois os interesseiros só se aproximam nos bons momentos, só se aproximam pelos bens materiais, só se aproximam quando estão só;…
Amigo é aquele que não nos deixa ficar mal, quando estamos em baixo e nos levanta a moral, fazendo-nos acreditar que é possível sairmos dos maus momentos e quando temos sucesso estão lá e ficam contentes por nós.
Eu, pessoalmente, considero que tenho bons amigos e mais importante que isso verdadeiros, porque quando tenho objetivos que não estou a conseguir realizar dizem-me: “-Não desistas, vais conseguir, e se não conseguires já, consegues mais tarde.” e isso, parecendo que não, levanta-me a moral. 
Luís Silva (9B)

[Imagens encontradas
 através da pesquisa no Google]