quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Conto da Ilha Desconhecida - Ficha de leitura

Após a leitura e exploração, em sala de aula,  do conto de José Saramago - Conto da Ilha Desconhecida - pede-se aos alunos que elaborem a respetiva ficha de leitura. Trata-se de uma atividade desenvolvida no 9ºAno. 
Aqui ficam alguns trabalhos: 



quinta-feira, 30 de junho de 2011

Breve História do Teatro

No 7ºAno, considera-se pertinente que os alunos tenham uma perspetiva diacrónica da arte dramática. Assim, é proposta a seguinte atividade: leitura de um texto onde é feita uma breve descrição da história do teatro e depois a construção de um recurso onde, conjugando com imagens, façam legendas que sintetizem as ideias principais do texto.

Apresentamos alguns trabalhos elaborados por alunos dos 7º A e B:







«Chamam-lhe caçador de sorrisos»

Outra proposta de escrita semanal, dirigida ao 9º Ano:

Imagine que vai fazer uma reportagem para um jornal.
Escreva um texto informativo com o título «Chamam-lhe caçador de sorrisos», em que adopte a perspectiva de um jornalista.

«Chamam-lhe caçador de sorrisos»
Anda pela escola uma “onda” de desânimo. Os alunos encontram-se no último período do ano lectivo e estão muito cansados, devido ao excesso de trabalhos e testes. E a sociedade vive cada vez mais stressada e deprimida… Será a depressão quem tem caçado sorrisos?
“-Testes, testes e testes… O terceiro período não passa disto!” – Este foi um desabafo de uma aluna, que como muitos outros alunos se encontra desanimada.
A escola é o local onde podemos encontrar os jovens, o grupo etário mais criativo, dinâmico e activo da nossa sociedade, mas no entanto durante este período têm se registado um aumento de número de jovens que se têm encontrado tristes, cansados e deprimidos. 
A depressão é um problema que se tem agravado na sociedade, muitas vezes começa com a ausência de um sorriso. Este problema não ocorre somente em jovens, pois qualquer pessoa que perca o prazer de viver, tenha alterações de sono, perca a vontade de sorrir, entre outras séries de situações, está sujeito a ter uma depressão. 
Caçar significa perseguir e capturar, neste caso o sorriso.  
“-Considero que grande parte da sociedade não considera a depressão uma doença; mas é uma doença! Que precisa de ajuda médica para ser curada!” – Afirmou uma psicóloga especialista no assunto.
“-Para concluir a melhor forma de prevenir que este caçador de sorrisos nos devore é conviver, sorrir e mantermo-nos ocupados….” – Aconselhou vivamente a psicóloga. 

Leslie Carvalhosa, 9ºD


“O caçador de sorrisos”
A sua piada natural vem de outro mundo completamente distinto do nosso, não há palavras que o descrevam, pois chamam-lhe o “caçador de sorrisos”! Já conquistou muitos sorrisos pelo país fora, de uma ponta à outra. No entanto, com uma vida praticamente feita aos 27 anos de idade, além de adorar matemática e física, tirou um curso que estuda a beleza exterior das pessoas, diz ele que é bastante complexo ao início, mas depois tornou-se fácil. Conta o próprio que o que interessa é a intenção, e não a quantidade de dinheiro que doa aos mais necessitados, porque se fosse ao contrário ele preferiria amor e sabedoria do que dinheiro…pois porque existem coisas mais importantes do que andar bem vestido e conduzir um bom carro. Entretanto, passando de uma conversa para outra: O mundo baseia-se num conflito de interesses, os sorrisos tornam-se raros, nem os sentimos. Resumidamente, é incrível como o nosso cérebro funciona, desencadeando estímulos que despertam em nós sorrisos, graças às contracções minuciosas dos nossos maxilares. Contudo, existe a parte física e a parte psicológica, porque quando se riem de nós é de algo que tem graça, mas quando se sorri é diferente, vem de dentro. A informação surge no cérebro e vai direita ao nosso “coração”, mas antes disso passa pelos nossos olhos. Porque a boca pode mentir, mas os olhos não. Eis a opinião do “Caçador de sorrisos”.

Josias Duarte, 9ºB

Chamam-lhe caçador de sorrisos
Nunca foi visto; ninguém sabe quem ele é ou de onde vem. Porém, quando aparece, é impossível não notar a sua presença.
Começa com um ligeiro sorriso, que vem como uma brisa fresca numa manhã de verão. Em seguida, faz-nos sorrir mais um bocadinho. E depois, quando damos por nós, já estamos a rir desalmadamente! 
  Pode, no entanto, ser descrito de várias maneiras, dependendo da perspectiva. Na manhã de quarta-feira passada, dia 24 de Março de 2010, uma entrevista feita em Lisboa, perto do Teatro do Espaço Monsanto (onde, nesse dia, decorria a peça Falar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett), foram entrevistadas algumas pessoas sobre o assunto. «É o melhor remédio para todos os problemas», afirmou uma senhora de aspecto jovial, acabada de sair do teatro. «Indispensável para viver situações complicadas da vida», acrescenta. «É através dele que melhor se expressam as emoções», diz um professor de língua portuguesa, que assistira à peça com os seus alunos nesse dia. «Nós chamamos-lhe caçador de sorrisos!», explica a turma do professor, entusiasticamente.
Contudo, as opiniões não acabam por aqui. Os mais pequenos também têm algo a dizer sobre este caçador. A Joana, uma menina de cinco anos, diz que o caçador de sorrisos é o seu pai!
Todos têm opiniões diversas, mas uma coisa é certa: Este caçador sorridente é indispensável para uma vida sã. E, para os mais distraídos, é o humor, o caçador de sorrisos.

 Ecaterina Ciobanu, 9ºC

Chamam-lhe caçador de sorrisos
A fim de trazer alguma alegria a estes doentes, Adriano Pereira, um artista circense, teve uma ideia que iria revolucionar os Hospitais.
“A ideia é mesmo de meter toda a gente sorrir. Já não basta estarem numa situação complicada, por outro lado que sorriam e ganhem forças” – explica-nos o artista. 
“Como reagiram os directores hospitalares a esta iniciativa?” 
- “Os directores acharam imensa piada, e todos me apoiaram muito, visto que é uma ideia realmente inovadora.  
Adriano Pereira com 24 anos, oriundo da Madeira, quer apoiar especialmente as crianças com tratamentos muito fortes (por exemplo a Quimioterapia) e todas as que conseguir. 
Um forte pormenor que o distingue é o nariz vermelho. Assim, a qualquer momento, entra um palhaço pela porta dentro.  
Chamam-lhe “Caçador de Sorrisos”, e é ele que ajuda diariamente dezenas de crianças a superar os obstáculos da vida. 

Patrícia Cruz, 9ºC




segunda-feira, 27 de junho de 2011

Exposição virtual de marcadores com provérbios

Os provérbios populares fazem parte de um património oral rico e ancestral. Para perpetuar esse património é necessário passá-lo às gerações mais jovens. Assim, nas aulas de Língua Portuguesa dos 7º anos, na Escola E.B. 2,3 Dr. João das Regras, trabalhou-se esta área e foi proposta a criação de um marcador de livros com um provérbio. A proposta foi, igualmente, dirigida aos familiares dos alunos.
Foi desta forma que nasceu esta exposição virtual. Apreciem...





Participaram

7ºA
Ana Carolina Ferreira
Beatriz Lopes
Catarina Baptista
Damiana Mateus
Diana Neto
Eduardo Boese
Francisco Costa
Gonçalo Marques
Lara Trindade
Leonor Ferreira
Maria Inês Oliveira
Mariana Baptista
Ricardo Gomes

7ºB
Ana Silva
Bernardo Filipe
Cristiana Alexandre
David Henriques
Fátima Joaquim
Igor Santos
Inês Cordeiro
João Santos
Madalena Castro
Margarida Pinheiro
Mariana Nunes
Nadine Santos
Soraia Costa
Sílvia Alves
Susana Martins

7ºC
Ana Henriques
Caroline Louro
Filipe Silva
Hugo Martinho
Inês Costa
Inês Silva
Iryna Zhdanova
Joana Silva
Leda Barros
Mafalda Francisco
Nuno Campos
Pedro Colaço
Rafael Costa
Yevhen Slobodyan

7ºD
Afonso Marques
Ana Sofia Santos
Carolina Fernandes
Carolina Vicente
Carolina Grigoras
Cristiana silva
Elena Tepordei
Juliana Capela
Marcelo Marques
Margarida Fonseca
Petru Camenscic
Valentyna Myronets
Viktoriya Vashchynska
Viviana Ribeiro

7ºE
Ana Soares
André Agostinho
Catarina Reis
Cátia Costa
David Silva
Inês Piçarro
João Monserrate
José Serralha
Laura Maçarico
Luciana Fonseca
Mariana Marques
Micael Rodrigues
Raquel Marques
Vânia Ribeiro

Familiares dos alunos

Coordenação pedagógica
Teresa Saramago
Rosalina Simão Nunes 

terça-feira, 21 de junho de 2011

Camões, Gil Vicente, Publicidade - Projetos

Neste ano lectivo foram feitas as seguintes propostas de trabalho aos alunos dos 9º Anos das turmas B, C e D:


Pretendia-se que ambas as propostas fossem obrigatórias, no entanto, houve necessidade de proceder a alterações de gestão do tempo, nas planificações, pelo que os alunos puderam optar. De referir ainda, facto que não consta dos documentos, por lapso, que os alunos podiam desenvolver os projetos individualmente, a pares ou em grupo, no máximo, com quatro elementos.

Pudemos avaliar trabalhos bastante interessantes. Alguns mais completos, outros feitos à pressa. Alguns com mais rigor, outros com muito humor. 
Partilhamos, para já, um dos trabalhos apresentado em vídeo. Depois, se outros alunos publicarem os seus trabalhos, aqui os divulgaremos também.

IDENTIFICAÇÃO DO TRABALHO
Autores: Cíntia Aranha e João Caldeira do 9ºD (Participação especial de Emanuel Aranha)
Conteúdo: Cena da Acoviteira ( Auto da Barca do Inferno).
Objetivo: Promoção da peça de teatro.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Um sorriso

O 3º teste escrito do 9º Ano foi feito com base num dos Exames de anos anteriores. A proposta de escrita era:

O texto B apresenta uma reflexão sobre o valor do sorriso. Um sorriso pode ser muito especial.

Redija um texto narrativo em que recorde ou imagine uma situação na qual um sorriso tenha tido um papel fundamental.
Construa a narrativa, desenvolvendo a acção num espaço e num tempo determinados e descrevendo a personagem ou as personagens interveniente(s).
Publicamos, de seguida, dois dos textos que foram escritos durante o teste. O primeiro foi escrito por  Josias Duarte do 9º B e o segundo por Mariana Ferreira do 9ºC
Nova-Zelândia, dia 29 de Dezembro de 2009. Estava eu em Wellington, na famosa capital, alojado num motel situado perto de um rio quase congelado, em que a temperatura poderia ser negativa. Deitado na cama, estava eu a olhar para a fotografia da minha mãe que ainda estava em Portugal, e que por acaso só não me acompanhou a mim, à minha irmã e ao meu pai por uns meros trabalhos domésticos que tinha a fazer.
Todos os dias me punha à janela, sentado de frente à lareira, a pensar no dia em que chegaria a minha mãe. Reflectia também sobre o porquê de ter ido para os confins do mundo, mas tudo tem uma razão e uma consequência. Por vezes, escorria-me uma lágrima de alegria, de felicidade, cheia de emoção. O mais sobrenatural que podemos fazer é pensar, ir buscar boas e más recordações, e eram assim os meus dias, sentado, a sorrir por ela.
Numa noite, já se fazia tarde, ouvi um motor lá fora a trabalhar, seria ela? Era mesmo. Entrou de rompante e surpreendeu-me, inexplicavelmente, fez-me acreditar que existia um elo de ligação entre o seu sorriso e o meu, foi um sorriso com um papel fundamental. Definitivamente que foi.
 Josias Duarte, 9º B


Ele… A primeira conversa!


Olá. Eu sou a Mafalda Ferreira e hoje foi o dia mais feliz da minha vida. Nunca imaginei que isto alguma vez me fosse acontecer! O João Costa, o rapaz mais lindo da escola, veio falar comigo, eu que sou uma rapariga simples, gorda e feia. Fiquei tão esquisita. Ele disse-me assim:
- Olá, és a Mafalda, certo? – com aquele olhar azul e aquele sorriso brilhante (quase que ofuscava).
- Sim… - disse eu com figura de “parva” e tímida.
- Acho que este livro é teu, deixaste na aula de Biologia.
- Ah, pois é… Muito obrigada.
- De nada, adeus.
Eu sei que foi uma conversa rápida e simples, mas isso para mim não é importante. Ele falou comigo! IUPI… Agora, sempre que passo por ele, lembro-me daquele sorriso encantador, que, para dizer a verdade, deixa qualquer rapariga caidinha por ele.
Na segunda-feira, eu fiz questão de me sentar ao lado dele, para ver como ele reagia e sabes o que ele fez, querido diário? Agarrou-me e deu-me um beijo. Já sabes qual foi a minha reacção! Ia desmaiando. Ele depois disse:
- Mafalda, tu és única. Nunca conheci uma rapariga como tu. Para ti o mais importante é “curtir” a vida.
Boa noite, querido diário, sei que em ti posso sempre confiar e sei que não contas nada a ninguém! Ah Ah… Vou dormir com o que me aconteceu hoje marcado no meu pensamento, com um sorriso na cara. :D

Mariana Ferreira, 9ºC

quarta-feira, 30 de março de 2011

Poesia, poeta e poema - 2010/11

Quando estudamos o texto poético no 7º Ano, porpomos um trabalho que procura, por um lado, sensibilizar para as várias linguagens possíveis de comunicação, por outro para a linguagem poética em particular.
Pretende-se, a partir dum processo quase lúdico, que os alunos comecem a reflectir sobre a construção do próprio texto poético e dos actores do mesmo.
Aqui disponibilizamos a proposta que foi feita às duas turmas do 7º Ano (A e B).
Publicamos ainda alguns dos produtos finais.


quinta-feira, 24 de março de 2011

Ter objetivos


Nada melhor do que dar o nosso próprio exemplo, certo? Então é isso que vou fazer. Para começar, este é o meu objectivo (para já): passar de ano e ir para a Escola Secundária da Lourinhã. Seguidamente será a universidade, mas isso já é outro assunto.
Ora bem, porque não meter logo no meu objectivo “casar, construir e criar uma família e um emprego com estabilidade” ?  Isto porque é o que a maioria das pessoas diz… A meu ver, considero que isto são “objectivos a mais”. Ou seja: nós não somos bruxos, não sabemos o que vai acontecer no futuro. Por isso, porque estar já a pensar numa coisa tão distante? Aliás, para conseguirmos ter uma casa, temos de ter um emprego. E para arranjar um emprego, é preciso estudar. Sem estudos, não há emprego, se não há emprego não há dinheiro, se não há dinheiro não podemos construir uma casa para a nossa família. Por isso, temos de apostar em nós, e agora. Porque se não for agora, não vai ser daqui a dez anos.
Para mim, é necessário definirmos os nossos objectivos aos poucos e poucos, para os irmos alcançando e sentirmo-nos vitoriosos (eu acho que isso é muito importante porque nos dá força e vontade para tentarmos alcançar os próximos objectivos). Para eu alcançar o meu objectivo, vou aplicar-me muito. Isto é, vou estudar muito, fazer todos os trabalhos de casa, participar na aula, tomar atenção, etc.
Porque, sem esforço, não conseguimos chegar aos nossos objectivos.
Patrícia Cruz, 9ºC


Empenho e informação
Como todos os alunos do nono ano ou anos inferiores, têm como objectivo passar o ano, ou seja, subir mais um “degrau” na sua vida. Pelo menos, é o que eu penso e o que eu quero para mim!
Para que uma pessoa consiga chegar aos seus objectivos, tem que ter acesso a informação suficiente, isto é, no caso dos alunos, têm que ter a matéria necessária para estudarem, no caso dos historiadores, precisam de datas, de informações importantes, entre outros, … Mas, não é só preciso informação, também temos que nos esforçar para completarmos algo que nos falta. Se só tivermos informação e não tivermos interesse em aprofundá-la, não nos irá servir de nada.
Eu falo de mim, se só conseguisse ter informação (matérias estudadas anteriormente) nunca iria conseguir passar de ano, porque a informação não é tudo, também precisamos de ter empenho. Então, todas as pessoas podem perguntar:
- Para conseguir triunfar, preciso de informação e também de empenho?
É evidente que sim, porque como eu disse em cima, precisamos de tudo para subir e superar os nossos objectivos, para passar para o outro lado da linha. Quanto mais informação e empenho, melhor!
Mariana Ferreira, 9ºC


“Água mole em pedra dura tanto bate ate que fura”
Tal como o próprio título indica, quanto mais nos esforçamos por alcançar objectivos que tenhamos em mente, maior a probabilidade de os conseguirmos alcançar é. Em primeiro lugar, queria mostrar um exemplo bastante bom de como quanto mais batalhamos melhor alcançamos os nossos objectivos. É na escola! Na escola há os alunos que lá vão passear e há os que lá vão estudar, pensado no melhor para o seu futuro, como no meu caso. Penso eu! No caso dos que levam a escola a sério e estudam bastante, se tudo lhes correr bem, a batalham tanto para conseguirem o futuro dos seus sonhos que certamente lá chegarão! No caso dos que andam a passear pela escola, esses nem sempre têm um futuro de sonho, muitas vezes até nem sonhos têm! E como estava a dizer, muito provavelmente o sonho deles não vai ser tão risonho como os que realmente se esforçam e trabalham para que o seu futuro seja melhor. Para esse caso só acho que se devam tentar esforçar por encontrar um objectivo que valha realmente a pena lutar, e logo verão que quanto mais lutarem por ele, mais provável é conseguirem alcançá-lo. Aqui apenas referi o contexto do estudo, mas há outras áreas como o amor e o trabalho que também têm objectivos que se batalhar por eles vai ver que os conseguirá alcançar!
Hugo Henriques, 9ºC


Objectivos do futuro
Todos nós temos objectivos na vida. Se não temos, deveríamos ter. Isto é, com que objectivo vive alguém, que não tem objectivos? Que não possui um sonho que queira concretizar? Não me parece adequado.
Mas, embora ter um objectivo seja importante, não é tarefa fácil. Ou se tem muita sorte na vida (algo extraordinariamente raro), ou se agarra em nós próprios e se faz pelo que se tem em mente. A este propósito, eu penso que o melhor ponto de partida é, sobretudo, a força de vontade. Porque “quem corre por gosto, não cansa”.
Porém, não é o bastante. Há ainda um determinado número de experiências pelas quais se tem de passar. Experiências que nos ajudem a crescer e a formar uma personalidade. Como, por exemplo, a escola. É na escola que nasce o talento, a responsabilidade, o empenho… Enfim, tudo coisas essenciais para o sucesso.
E existe outro factor importante: A paciência. Muitas vezes deparamo-nos com dificuldades e situações que não são do nosso agrado. Como uma disciplina escolar muito chata. Mas se não há como escapar-lhe, o melhor é ter calma e adaptarmo-nos a ela. Ignorar os obstáculos temporariamente, vai fazê-los piorar mais tarde. Portanto, devemos saber dar a volta por cima!

Certamente que isto não acaba aqui. Há ainda muito pano para mangas nesta matéria. Mas eis porque é difícil alcançar um objectivo. É um trabalho difícil, e só os valentes lá conseguem chegar.

Ecaterina Ciobanu, 9ºC


Os objectivos e o Futuro
Para começar, eu penso muito no Futuro e quais são os objectivos que tenho que alcançar, num primeiro momento, não me parecem fáceis, só que eu também acho que tudo é possível, basta querermos. Isto é, se quero bastante algo, terei que lutar para conseguir tê-lo, com, por exemplo: - eu neste momento estou no 9º e é um ano que para mim está a ser muito difícil por diversas coisas, mas mesmo assim o meu objectivo é passar para o 10º e isso é o que eu tenho de conseguir!
Eu penso que terei que lutar muito para conseguir passar de ano, apesar das dificuldades todas que tenho. Esse é o meu objectivo para o futuro. Como ainda terei que decidir este ano qual o curso que seguirei, nada será fácil… Mas temos que lutar para conseguir alcançar a nossa meta, neste caso a minha meta este ano será passar para o 10º. 
Como é possível conseguir tudo o que quero? Esta deverá ser a pergunta que bastantes pessoas fazem a si próprias, é como eu digo lutando; não se pode desistir nunca.
A nossa vida será sempre assim, lutando pelos nossos objectivos sem nunca desistir deles.
Andreia Ricardo, 9ºC


Em primeiro lugar, se uma pessoa se esforçar por ter alguma coisa que queira, (por exemplo ter um emprego numa empresa prestigiada e ganhar um bom salário, ou ter uma casa de luxo, ou fazer a viajem dos seus sonhos)! Mas para conseguir isso é só precioso ter ambição?
- A minha resposta é não, a ambição pode ajudar, mas se não tivermos pessoas que nos suportem quando falhamos em alguma coisa da vida e nos ajudem a recuperar o ânimo ou então os conhecimentos suficiente numa determinada área, nunca vamos poder subir na vida e conseguir o que queremos.
Isto é, vamos sempre precisar de muita força de vontade para termos as coisas que queremos, mas depois quando conseguirmos atingir os nossos objectivos, temos de conseguir ficar por lá, senão todo o nosso esforço não vai valer a pena...
Pelo contrário, se não nos esforçarmos nunca vamos obter o objectivo que queremos alcançar, por isso é melhor que se uma pessoa quiser algo, faça por merecê-la e não fique à espera que consiga o que queira sem fazer esforço.
Em conclusão, esforcem-se para conseguirem o que querem e não se deixem ir a baixo se uma vez não conseguirem o que querem, que de certeza vão conseguir alcançar os seus objectivos se tentarem novamente.
Bruno Ferreira, 9ºC

terça-feira, 22 de março de 2011

Poemas visuais - 2010/11

Quando estudámos o texto poético (7º Ano), procurámos  sensibilizar para a importância da forma. Assim, e após a visualização de vários poemas visuais, fizemos um wordstorming com a participação de todos os alunos das turmas a fim de ser escolhido um tema. No caso do 7º B, as palavras que resultaram dessa actividade foram: transpiração e jogso. No 7º A, a palavra final foi: cão.
Deixamos aqui alguns dos trabalhos:

Maria Inês Oliveira, 7ºA


Gonçalo Marques, 7ºA

Inês Cordeiro, 7ºB
Susana Martins, 7ºB
 Madalena Castro, 7ºB
Margarida Almeida, 7ºB


















Mariana Nunes, 7ºB

Nadine Santos, 7ºB

Sílvia Alves, 7ºB

















Soraia Costa, 7ºB

domingo, 20 de março de 2011

José Saramago - Ficha biográfica

A propósito do estudo do Conto da Ilha Desconhecida, foi sugerido que os alunos elaborassem a ficha biográfica do seu autor: José Saramago.
Publicamos alguns dos trabalhos:











Patrícia Fernandes, Cheila Ministro e Inês Henriques, 9ºD




















Ecaterina Ciobanu, 9ºC


sábado, 19 de março de 2011

Passaporte da leitura - 2010/11

A propósito do Projecto de Leitura "Ler, lazer e Aprender", os alunos vão construíndo o passaporte da leitura, registo que contém a identificação dos livros que lêem e o tempo em que os lêem.
Divulgamos de seguida vários passaportes construídos ao longo do ano. Antes porem publicamos um print screen  das palavras com que a Andreia Ricardo iniciou, no 3º Período, o seu passaporte da leitura: