Neste espaço serão publicados os recursos construídos pelos alunos que acompanharam as apresentações das leituras, no 1º Período, no âmbito do Projeto "Ler, lazer e aprender".
sábado, 26 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Campanhas publicitárias - Um trabalho de parceria entre Língua Portuguesa e Música
No princípio do ano letivo, o professor Hugo Mendes, professor de Música, sugeriu que se fizesse uma pareceria entre a disciplina de Música e a de Língua Portuguesa.
A estrutura da atividade partilhada seria muito simples de executar: na disciplina de Língua Portuguesa, os alunos trabalhariam o texto publicitário, produzindo, no final, um guião que deveria servir de apoio à construção de um spot publicitário, na disciplina de Música.
Desse trabalho transversal damos, hoje, conhecimento. Para já, ainda não foi possível recolher todos os guiões. Mas podem já ser ouvidos todos os spots publicitários construídos pelo primeiro grupo de alunos das turmas A e B do oitavo ano.
No 2º Período, iremos atualizar o post, uma vez que as turmas estão divididas pelas disciplinas de Música e Educação Tecnológica.
Margarida, Tiago e Nadine, 8ºB
Campanha: Campanha computadores
Sílvia, Soraia e Mariana, 8ºB
Campanha: Gelados
Susana e Vanessa, 8ºB
Campanha: Campanha em defesa da utilização do Ecoponto
Fátima e Micaela, 8ºB
Campanha: Divulgação de uma estação de rádio
Lara, Leonor, Nuno, Madalena, 8ºA
Campanha: Distúrbios alimentares
Lucas, Inês, Ricardo, 8ºA
Campanha: Faça férias no Algarve
Mafalda, Maria Inês, Mariana, 8ºA
Campanha contra o Aborto
Valentyna e Viktorya, 8ºA
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Descrever
Pretende-se que descrevam as duas imagens, observando, registando as características, ordenando os dados, estruturando o texto, por forma a podermos identificar em cada uma das descrições os seguintes elementos:
- o que se descreve;
- o plano da descrição;
- as características do que descrevem;
- expressividade na descrição;
- dinamismo ou estatismo;
- subjetividade;
- ligação entre o real e o imaginário.
Devem recorrer ao material de apoio disponibilizado, na aula, para elaborarem o trabalho.
ANÁLISE DA ATIVIDADE
A proposta foi feita a duas turmas do 8º Ano (42 alunos) tendo-lhes sido dada a hipótese de escolha quanto ao suporte como entregariam o trabalho: em suporte papel, oito dias após a proposta feita, em sala de aula, ou respondendo pela caixa de comentários deste poste, até ao prazo limite de 12 dias.
No total, houve 19 participações. Quinze foram apresentadas na caixa de comentários.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Ano letivo 2011/12
Já começou outro ano.
Temos andado a publicar trabalhos do ano anterior. Ainda há material para publicar, mas será integrado em postes que já foram iniciados.
Vamos assim dar início, a partir de hoje, à publicação de trabalhos realizados já neste ano letivo.
Neste ano, iremos procurar fazer deste espaço um local mais interativo, isto é, prevemos que alguns dos trabalhos possam ser realizados neste espaço com o recurso, essencialmente, à caixa de comentários. Veremos se será possível concretizar.
Até breve.
sábado, 12 de novembro de 2011
Inquéritos / Aulas de Língua Portuguesa
Como é hábito, chegado o final do ano letivo, peço a colaboração dos alunos no preenchimento de um inquérito que tem como objetivo avaliar o trabalho desenvolvido ao longo do ano, nas aulas, bem como sugerir alterações, outras práticas e atividades.
O Inquérito é anónimo. Nos últimos dois anos, optou-se pelo inquérito online, com o recurso ao googledocs. No primeiro ano (2009/01), responderam apenas 27 alunos, num universo de 100. No passado ano letivo - 2010/11, num universo de 117 alunos, 50 alunos responderam ao inquérito.
Publicamos de seguida, o resumo das respostas de 2010/11:
Publicamos de seguida, o resumo das respostas de 2010/11:
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Banda desenhada
Relatório da Elaboração de uma Banda Desenhada
10 de Junho de 2011
No dia 10 de Junho de 2011, comecei a realizar o último trabalho no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa: a Banda Desenhada. O objetivo desta atividade era construir, no mínimo, uma página de banda desenhada, partindo de uma das histórias lidas durante o ano.
A primeira coisa que fiz foi consultar os documentos que a professora nos deu e ler alguns apontamentos que eu tirei durante a aula. Depois, fui consultar os textos que tínhamos estudado durante o ano e escolhi a “Estrela” porque me lembrei-me que existia um excerto muito bom nesta narrativa para representar em banda desenhada. De seguida, escolhi um dos sites que a professora recomendou para realizar banda desenhada (http://www.toondoo.com/) e pus as mãos à obra. No início estava a correr um pouco mal, pois não percebia muito bem como funcionava o site que tinha escolhido. Porém, fui descobrindo como é que ele funcionava e em pouco tempo já era uma “profissional”!
Comecei por criar a igreja que aparece na minha B.D. e depois as personagens deste excerto. Esta parte foi muito engraçada porque foi a partir daqui que comecei a fazer as vinhetas. As 4ª, 8ª e 9ª vinhetas foram as que me deram mais trabalho porque têm muitas personagens. As 5ª, 6ª e 7ª foram as mais fáceis, porque tive apenas que copiar das vinhetas anteriores e fazer pequenas modificações. As três últimas vinhetas foram as que eu mais gostei de fazer porque têm fundos diferentes das outras vinhetas e assim foi mais divertido. O que não gostei nada deste site é o facto de não existir o botão para retroceder e, quando me enganava, tinha que fazer tudo de novo e isso era muito chato. Terminei esta atividade no dia 19 de Junho de 2011.
Gostei imenso de realizar a minha banda desenhada por duas razões: gosto muito de banda desenhada e acho muito divertido pudermos fazer a nossa própria B.D.. Por outro lado, admito que, quando já estava a acabar o meu trabalho, estava a começar a ser fatigante, pois fazer banda desenhada não é como fazer uma sandes. Quando utilizamos sites para fazermos bandas desenhadas, temos que colocar as imagens no sítio certo, pôr umas maiores, outras mais pequenas, colocar umas à frente, outras atrás, enfim… Dá mesmo muito trabalho, mas, no final, valeu a pena porque aprendi a fazer B.D. através do computador e nunca o tinha feito antes.
Concluindo, cumpri o objetivo deste trabalho. Na minha opinião, fui muito criativa e original e penso que a informação que coloquei na minha banda desenhada está correta e adequada ao tema.
Inês Filipa Pacheco Cordeiro, 7ªAno
Relatório da Elaboração de uma Banda Desenhada
18 Junho de 2011
No dia 18 de Junho de 2011, realizei, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, uma banda desenhada com o objetivo de ficar a saber um pouco mais sobre esta e como a criar.
Para saber qual a parte do texto que ia realizar em banda desenhada, li os textos que a professora propôs e escolhi o (A Estrela de Virgílio Ferreira) que me parecia ficar melhor em banda desenhada e que era mais interessante.
O início da elaboração da banda-desenhada foi um pouco complicado, pois não sabia funcionar com o site Toondoo. No entanto, acabei por aprender e tudo se foi tornando mais fácil. Ao princípio também achei o site Toondoo um pouco complicado porque estava em inglês.
Acho que o site Toondoo devia permitir que colocássemos mais vinhetas, pois, no mínimo, só dão quatro, por isso, tive que realizar duas bandas desenhadas (uma com quatro vinhetas e outra com duas). Uma banda desenhada é a continuação da outra. Ao juntá-las as imagens sofreram algumas alterações, por isso juntamente com o trabalho final estão presentes as duas bandas desenhadas, só para o caso de não se conseguir ler o texto. (http://www.toondoo.com/Search.toon?searchfield=MARGARIDA17&searchFrom=toon)
Os objetivos foram cumpridos e julgo que os resultados obtidos sejam satisfatórios.
Margarida Pinheiro, 7ºAno
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
A propósito da preservação do meio ambiente
Florestas … espaços verdes … o Ambiente
Hoje em dia, o nosso planeta está cada vez mais poluído. Infelizmente, as pessoas não têm noção da poluição que fazem no dia-a-dia e dos danos que esta provoca nos espaços verdes, nas florestas e também no Ambiente.
Então, e esses danos podem provocar alterações nas florestas e nos espaços verdes? Sim, podem e alguns podem ser muito graves como por exemplo:
• Destruir as árvores, que nos dão oxigénio e este melhora a qualidade do ar;
• Ao destruir as árvores, os vapores de água libertados por elas, deixam de existir e não contribuem para regular o clima;
• Destruir o habitat de muitas espécies de animais e de plantas;
• As árvores deixam de fornecer resina, frutos, etc;
• Deixam de melhorar a qualidade do solo e da água.
Estes aspectos são aqueles que (se estivessem de forma positiva) são
essenciais à vida humana.
Concluindo, é necessário proteger as florestas e os espaços verdes, pois estes têm capacidades e características que sem elas o Homem não tinha muitas condições para viver.
Cada vez com mais frequência existem associações que sensibilizam as pessoas para a importância da preservação das florestas e dos espaços verdes.
Madalena Castro, 7ºAno
A Natureza e o Ambiente
A Natureza e o Ambiente são extremamente importantes para a vida actual na terra, tal como foi, em tempos passados, para todos os seres vivos que existiram no nosso planeta. Infelizmente, a realidade actual é bastante diferente daquilo que deveria ser. Grande parte das pessoas tem consciência de que é necessário proteger a vida natural, como as árvores, as plantas, os espaços verdes, mas não o fazem…
A poluição é cada vez mais frequente em espaços naturais (jardins públicos, florestas, serras e campos), e na maioria das vezes é provocada por descuidos por parte das pessoas que, durante passeios, visitas ou passagens por estes locais, deixam lixo no chão que, se não for biodegradável irá fic.ar ali até alguém o recolher. Deste modo, a melhor maneira de prevenir é utilizar os caixotes do lixo ou ecopontos e para o caso de não existirem, guardar o lixo até ter algum caixote onde pô-lo.
Sobre este assunto, é importante referir que aprender como respeitar, proteger e preservar o Ambiente e a Natureza é uma forma de garantirmos a nossa sobrevivência daqui a alguns anos, porque são deles que provêm os alimentos de que precisamos para viver, o oxigénio que respiramos e a água que bebemos.
Para concluir, deve ser deixado um aviso para todas as pessoas. Preservemos o Ambiente e a Natureza porque são eles que nos garantem a vida!
Leonor Ferreira, 7ºAno
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Os meus tempos livres
Eu gosto de passar os meus tempos livres a ler, a ouvir música, no computador, a ver televisão ou com os meus amigos.
Porquê a ler? Quando leio um livro esqueço tudo o que está à minha volta e centro-me apenas nas palavras que estão escritas nas folhas, sinto a história, vivo os momentos… E ler traz-me experiências vividas pelas personagens, problemas e conhecimentos das mesmas.
Por outro lado, ao ler uma história consigo ver todo o sentimento que o autor colocou nas páginas do livro!
Também gosto de ouvir música, porque me sinto bem a ouvir relatos de experiências sentidas pelas pessoas.
Evidentemente que existem músicas das quais não gosto, ou porque são demasiado tristes, ou porque retratam assuntos pelos quais não me interesso.
Contudo, além de todas estas actividades de que gosto, existem ainda outras, como é o caso de ver televisão e estar no computador. Relativamente a estes, gosto de passar tempo nos dois, porque consigo ter acesso a informações sobre assuntos que me interessam, consigo jogar jogos, falar com os meus amigos na Internet, entre outras coisas.
Mas uma das actividades de que gosto mais é estar com os meus amigos, porque conversamos, jogamos jogos e, sobretudo, porque nos divertimos!
Leonor Ferreira, 7ºAno
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O Namoro
A propósito do namoro...
Está um céu limpo, uma brisa leve, um ar quente e um sol brilhante… Passei a entrada e olhei à volta. O parque está praticamente cheio, vêem-se sobretudo casais adolescentes por ali. Procurei o meu namorado e vi-o sentado num dos bancos da entrada, junto ao café.
-Bom dia! – Ele virou-se.
Levantou-se de imediato e abraçou-me.
-Na verdade estava a pensar em ti há bastante tempo. Pensava que não vinhas. – Ele estendeu-me a mão e caminhámos de mãos dadas pelo trilho definido a verde, ele sabe que o meu favorito passa perto da cascata, algo que sempre me fascinou desde pequena.
-Como vão as coisas lá por casa? – Eu olhei-o com atenção, ele é o único que se apercebe que a relação com a minha família está cada vez pior.
-Os meus pais continuam a discutir cada vez com mais frequência. – Aproximei-me da cascata e passei a mão pelas águas. Ele imitou-me de imediato.
-Está fria! – Eu ri-me da expressão dele e ele devolveu-me um sorriso. De seguida tirou do bolso das calças uma moeda e estendeu-ma. – Atira-a. Tu mereces que todos os desejos se concretizem! Se não todos, apenas um…
Recolhi a moeda e atirei-a, fechando os olhos e pedindo o meu maior desejo. É secreto, mas só posso dizer que me senti bastante bem quando ele se aproximou de mim e me abraçou. Eu sei que não devia, mas apenas deixei as lágrimas cair… Numa palavra: estou feliz!
Leonor Ferreira, 7ºAno
Vida é mudança
A propósito da expressão “Na vida nem tudo são rosas.”
É impossível viver num mundo de crianças para sempre. Com o tempo, a vida fácil e inocente que levamos enquanto somos pequenos evapora-se, e em troca, vemo-nos rodeados por um mar de dores de cabeça – A vida real. As horas de diversão passam a horas de trabalho, as perguntas de resposta fácil passam a perguntas sem resposta, os obstáculos de um jogo passam a obstáculos verdadeiros… e tudo muda com uma rapidez assustadora.
Por outras palavras, ganhamos a noção de que nem tudo na vida são rosas. E, sobretudo, de que aquilo que o futuro nos reserva pode muito bem definir-nos como destruir-nos. A força da decisão está, porém, nas nossas mãos. Somos nós que traçamos o nosso próprio futuro através das nossas acções. Por isso, é importante que tomemos a atitude certa na altura certa. Não obstante, errar também faz parte da vida. Muitas vezes, são os erros que nos fazem acordar para a realidade; que nos fazem crescer, ainda que não da melhor maneira.
Um exemplo muito comum da forma como a vida dos jovens muda é a passagem da escola básica para a escola secundária. Pessoalmente, encaro a escola secundária como uma linha de partida para a “estrada” da vida real, pela qual nós estamos a (começar a) caminhar. Estrada essa com muitos obstáculos prontos para nos testar. A meta, por outro lado, ainda se encontra muito distante.
Ecaterina Ciobanu, 9ºAno
A aventura da princesa
Num dos testes escritos, no terceiro grupo, pedia-se que os alunos dessem continuidade a uma história:
Era uma vez uma menina muito bela que, numa manhã de Primavera, foi passear para uma floresta próxima de um palácio.
Era uma vez uma menina muito bela que, numa manhã de Primavera, foi passear para uma floresta próxima de um palácio.
De repente encontrou uma cobra que lhe disse:
- Olá, o que fazes aqui?
A menina ficou atrapalhada e respondeu:
- Ando a passear, não me faças mal.
- Não te preocupes, eu sou vegetariana – retorquiu a cobra.
A menina continuou a andar, até que encontrou um porco a chorar e perguntou-lhe:
- O que se passa?
O porco respondeu:
- Não posso contar, é segredo.
A menina ficou espantada e seguiu caminho.
Pelo caminho encontrou uma casa e bateu à porta. Saíram lá de dentro cinco mulherezinhas, do tamanho de um dedo. A menina perguntou o que elas faziam ali, mas também era segrego.
De repente, a menina tropeçou numa pedra, bateu com a cabeça numa árvore e desmaiou. Quando acordou, estava num palácio muito feio, onde vivia uma bruxa muito esquisita.
A menina olhou à sua volta, mas não sabia onde estava, até que a cobra espreitou à janela e chamou-a. Ela chegou lá fora e a cobra ajudou-a a sair dali.
Pelo caminho encontrou o porco que lhe pediu um beijinho.
Sem perceber porquê, a menina deu-lho e o porco transformou-se num príncipe.
- Ah! – exclamou ela.
- Foi uma bruxa que me transformou em porco. Há cinco mulherezinhas na floresta, que são as criadas dela e estavam a tomar conta de mim para ninguém me beijar, mas elas a esta hora estão sempre a dormir – disse o menino.
Assim, a menina apaixonou-se pelo rapaz, casaram e viveram felizes para sempre.
Maria Inês Oliveira, 7ºAno
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