quinta-feira, 5 de junho de 2025

Que impacto têm as histórias nas nossas vidas?

As histórias influenciaram a minha infância, foram elas que me fizeram ser o que sou hoje, com criatividade para criar os meus desenhos e textos; claro que as histórias que eu lia eram infantis, com princesas, fadas e animais que falavam, mas isso não muda o que elas querem transmitir seja algo doce ou com muitas palhaçadas e isso não significa que, no final, não iremos aprender nada com elas.


As histórias que normalmente leio são de banda desenhada, com personagens diferentes que têm suas personalidades incríveis, como “My Hero Academi”. Essa história ensinou-me a sonhar e nunca desistir de querer ser artista, mesmo com obstáculos ou problemas à frente, ensinou-me a ser eu mesma, ainda que tenha defeitos.

As histórias, na minha opinião, ajudam-nos a ter a nossa criatividade para pensar e fazer as coisas, transformando-nos naquilo que somos hoje, pois cada ser humano tem a sua história, cada um tem o seu objetivo para seguir. As histórias também são assim, só que com um toque de imaginação e magia, mas isso não importa, pois, deste modo, vai haver sempre algo para aprender no final de cada história.


Erika O. [7B]


Histórias… que invenção magnífica! 

Como é que um conjunto de palavras nos permite aprender “coisas”, imaginar e muitas outras “coisas mais”?

Na minha infância, as histórias ajudaram-me a evoluir, imaginar, inventar… Às vezes, perguntava-me: “As histórias eram realmente importantes?”, e não sabia responder. Agora sei que por causa delas sou quem sou e penso desta forma. 


O que mais gosto de ler são histórias verídicas, visto que adoro saber “coisas” sobre pessoas que me podem ajudar a crescer e também porque me posso imaginar no lugar da pessoa e pensar: “O que eu faria se estivesse a passar por aquilo?”


Entre muitas histórias verídicas de que gosto, tenho duas que releio muitas vezes para tirar novas conclusões e as histórias são: “Hachiko” e “O Bob”.


Gosto do livro “Hachiko” porque a amizade do professor Ureno com o Hachiko é bonita e faz-me lembrar o meu pai e a minha cadela; o livro “O Bob” é sobre um homem que é toxicodependente e cuida de um gato de rua (o Bob) e para lhe proporcionar uma vida melhor deixa de ser toxicodependente para habitar numa casa que o tratamento fornecia.

Gosto muito desta história pela mudança por uma amizade.

Ava T. [7B]

sábado, 5 de abril de 2025

Dia mundial da poesia || 21 de março (2025)

Proposta disponibilizada nas equipas da teams a todas as turmas, depois de um breve apontamento, em sala de aula, sobre a importância da poesia.

Os alunos consultaram, para aceder à proposta, o calendário do trabalho autónomo:

Celebra-se no dia 21 de março, portanto, na próxima sexta-feira, o Dia Mundial da Poesia. 

Para saberem um pouco mais sobre esse dia e sua existência, consultem este site. 

A tarefa que proponho é muito simples. Trata-se apenas de um breve apontamento com registo escrito e de leitura em voz alta.

Então, num primeiro momento, escolham um destes textos. A seguir, passem-no para o caderno diário. Podem, em vez de copiar, colar o poema. 

Numa terceira tarefa, expliquem, por escrito, no caderno diário, a seguir ao poema escrito ou colado,  a razão pela qual preferiram o poema que escolheram. 

Por fim, leiam o poema em voz alta. 

Devem anexar a esta tarefa, foto do breve apontamento descrito (poema colado ou escrito + justificação da escolha) e o áudio da gravação.
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Poema, Natália Correia Publica-se 
Tempo de poesia, António Gedeão


segunda-feira, 31 de março de 2025

Sobre a leitura...

 
     Quando eu era pequeno, pedia sempre à mãe para me ler uma história antes de dormir. Um dia ela disse- Devias começar a tentar ler sozinho- Foi isso que fiz, comecei a ler livros autonomamente, imaginar as imagens na minha cabeça. Atualmente, continuo a ler livros maiores, mas, continuo a gostar de ler. Eu adoro histórias sobre mistérios, cada página com mais emoção, cada página mais perto de resolver o mistério. 
    Depois de jantar, fazer os trabalhos de casa, fazer a mochila e relaxar um pouco com os meus pais na sala é hora de ir para a cama. Leio sempre umas páginas antes de apagar as luzes. Faço isto todos os dias, menos ao fim de semana, por isso, posso dizer que leio com frequência. 
     Em conclusão, acho que a leitura é importante porque, pode não parecer, mas, faz-nos aprender sempre mais um pouco e não só, também lemos por hobby ou para relaxar nos dias mais agitados. Neste último ponto venho referir dois livros que acho interessantes, livros que já li, e outro que estou a meio, e esses são “ Montegomery Bombom o assassinato no museu” e “Os mistérios do triângulo das Bermudas”.

DiogoMS
7A

domingo, 30 de março de 2025

Uma viagem no tempo: encontro de escritores [Luís de Camões e Gil Vicente]

Recurso criado no âmbito do estudo d'"Os Lusíadas" e "Auto da Barca do Inferno" (9.º Ano).

Propõe-se aos alunos que façam uma "viagem no tempo" de modo a poderem "encontrar" os dois escritores.
O cenário de aprendizagem desenhado acompanha os alunos num percurso de pesquisa e (re)conhecimento dos valores culturais, éticos, estéticos, políticos e religiosos manifestados nos textos referenciados.
Este vídeo tem como objetivo "despertar" a curiosidade.

quinta-feira, 9 de maio de 2024

2.º Cesto de palavras positivas | LIBERDADE

 Neste post explicamos a ideia desenvolvida nesta atividade - "Cesto de palavras positivas". Desta vez vamos partilhar o resultado desta proposta, feita, também, num dos inquéritos "Como correu a semana?": 

Responderam ao inquérito 37 alunos. Feita a recolha das palavras e expressões, o resultado foi este:


Neste momento, o trabalho de construção do poster ainda não é feito de forma colaborativa com os alunos. Mas, pelo facto de se usar a ferramenta CANVA, que permite criar equipas de trabalho, pensa-se que, futuramente, particularmente nas turmas de continuidade pedagógica, será possível trabalhar em colaboração com os alunos  no próximo ano letivo. 

domingo, 28 de abril de 2024

"Praticar PARA Aprender" - Desenvolvimento de estratégias de aprendizagens sustentadas na avaliação pedagógica

 No âmbito do Programa ApoiaR (Projeto MAIA) fui convidada pela equipa do meu agrupamento para elaborar a apresentação do trabalho na 5.ª tertúlia, no dia 17 de abril, considerando que tinha sido eu a liderar a equipa que implementou o projeto MAIA no AEDLV.

Na construção deste recurso não posso deixar de destacar a importância que teve a colaboração da professora Ana Oliveira.
E, ainda, a validação da professora/formadora Júlia Ribeiro, disponível para falar comigo sempre que lhe peço. Profundamente grata às duas.
Eis o resultado:


NOTA: Brevemente, gravarei uma apresentação porque considero muito pertinente e importante este testemunho para aquilo que é e foi a relevância do Projeto MAIA nas escolas.

quarta-feira, 24 de abril de 2024

Reflexão extemporânea sobre a E@d_2021 - Reflexão sobre avaliação pedagógica em E@d

Em 2021, fiz muitas reflexões sobre o uso do digital nas práticas pedagógicas. Momentos houve em que me apeteceu decidir que todos os alunos passariam a ser considerados como Não ligados. Fui-me apercebendo que a estratégia que se tentava "impor" era a de imitar pelo digital aquilo que fazemos, já com tantas fragilidades, no presencial. 

Não funcionou.

Não funciona.

Tivemos a oportunidade de fazer um reset... mas perdemos essa oportunidade. 

Saibamos, agora. Oxalá.

Partilho, de seguida, uma reflexão que fiz numa grupo de professores do facebook e que desenvolver este assunto, reportando-se à realidade que todos vivíamos na escola na altura. Partilho agora neste espço porque. hoje, houve um aluno ao fim de mais de 100 aulas em que todos as semanas são propostas atividades que implicam aceder a propostas feitas online para serem também desenvolvidas online através de ferramentas online me veio dizer que não conseguia aceder ao plano semanal... porque... bem, nem ele sabia porquê. 

A pedagogia em elearning exige estratégias pedagógicas sofisticadas e tempo. Ou melhor, boa gestão do tempo, melhor, ainda, qualidade na gestão do tempo. E isso não se ensina nos manuais. Pois.

REFLEXÃO


"Temos a oportunidade  de ouro de mudar o paradigma neste processo de E@D a que estamos obrigados sem querer.  Andamos há anos a dizer que não temos condições para mudar porque não existem os meios tecnológicos. E a grande questão continua a ser tentar perceber qual é a  ferramenta de videoconferência que nos permita controlar com total eficácia o comportamento dos alunos. 

Caros colegas, temo dizer-Vos que não existe. Mesmo que, aparentemente,  todas as definições nos garantam que controlamos tudo, um deles ha de arranjar maneira de dar a volta ao assunto. E isso, curiosamente,  é ser resiliente. Porque não dizer-lhes que sabemos que podem tudo?  Dizer-lhes que agora, mais do que nunca, o sucesso depende da atitude. Porque no trabalho a distância, se não houver, de facto, trabalho, não há resultados. 

Exemplificando, estaria prevista a exploração individual de um recurso,  video ou outro no início da sessão síncrona, ou a discussão sobre os recursos explorados antecipadamente.  Posteriormente,  ainda nessa sessão,  cada um teria de, num fórum,  em áudio,  vídeo, texto em word, enviar uma reflexão sobre a temática em estudo e que implicasse a exploração dos recursos. Os alunos que existem para nos perturbar o espírito não resistem a duas sessões síncronas com este ritmo. E não irão trabalhar, logo não terão resultados. Assunto arrumado. 

A discussão deveria ser sobre pedagogia. A ferramenta deveria estar ao serviço da pedagogia. Desculpem o tom mas recebi um email de uma DT a informar, às 21:30, de hoje, portanto, sexta-feira, que um dos alunos passava a Não ligado. Ora isso implicaria que trabalhássemos durante o fim de semana, já  que de acordo com o que está definido, o plano para estes alunos tem de ser enviado até às 9:30 de segunda-feira. E o que tem isto a ver com o resto? Tem tudo. É  a atitude, nossa e deles. E acharmos que podemos tudo só porque estamos a comunicar com uma ferramenta que nos permite dizer/escrever sem feedback imediato, perdemos atitude. Perdemos o respeito pelo outro. Enfim. Conversem com os miúdos.  Falem com e não para.  Eles estão recetivos."