quarta-feira, 11 de março de 2009

Dor


Sinto-me arrastado
Pelo asfalto
Como se tivesse a ser castigado
Por algo que não fiz
Sinto-me injuriado
Como se tivesse sido obrigado a comer giz

A minha sorte
Era que chegasse a morte
E me levasse
Para o cemitério
Onde a morte para mim deixaria de ser mistério

Mas a morte não chega
A minha mente não sossega
E sinto-me entregue ao álcool
E à droga
Pois aí a dor afoga

Suicídio nunca foi solução
Iria sentir dor que nem um cão
Esfomeado
Abandonado
Odiado

Mas a alegria haveria de vir
Se o sistema a sociedade quisesse abolir
E implantar uma anarquia
Onde toda a gente governaria

Dominique Martinho, 8ºD

As histórias servem para quê? Como começar uma história?

   Foi criada uma atividade de preparação para um exercício de compreensão escrita de textos não literários, portanto um exercício no âmbito...


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